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terça-feira, 30 de maio de 2017

Intel Core i9 chegará em várias versões para usuários hardcore

Intel tem uma variedade de processadores que se encaixam, de certa forma, dessa maneira: Core i3 para computadores de entrada e intermediários, Core i5 para intermediários e PCs que exigem um pouco de desempenho e Core i7 para usuários que buscam uma performance mais robusta, voltada para games e trabalhos mais pesados. Porém, a Intel resolveu pesar a mão e vai lançar um novo Core i9, voltando para consumidores hardcore.
Essa nova linha Core i9, de acordo com um novo vazamento, terá vários modelos. O top de linha, como você pode ver na tabela abaixo, contará com 18 núcleos — e será o chip de desejo dos mais ávidos gamers e usuários de softwares pesados, por exemplo. O Intel Core i9 top de linha, chamado de Core i9-7980XE, ainda possui um TPU de 165 Watts.
Acompanhe abaixo os modelos e detalhes em tabela, obtida pelo Videocardz. As versões do i9 incluem:
  • Core i9-7960X 
  • Core i9-7940X 
  • Core i9-7920X 
  • Core i9-7900X 
  • Core i9-78820X 
  • Core i9-78ooX 
Tabela
Via: tecmundo

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Criador do Linux prefere chips x86 do que processadores ARM





O criador do Linux, Linus Torvalds é um cara direto e que costuma dizer o que pensa, como fez recentemente ao admitir os problemas com o kernel do Linux 4.8.
Por isso, não foi surpresa que ele não tenha se intimidado quando questionado sobre qual a sua arquitetura favorita de chips durante a conferência Linaro Connect. Torvalds apontou com segurança que era a x86 e não ARM.
O longo histórico da x86 com os PCs pode ter influenciado a resposta do pioneiro. Há pouca fragmentação de software e hardware com a x86, e as coisas simplesmente funcionam.
As pessoas ficam muito focadas com o conjunto de instruções e o núcleo da CPU, afirma Torvalds, mas no final das contas é o ecossistema em torno da arquitetura que importa mais.
“O que importa é toda a infraestrutura em torno do conjunto de instruções, e a x86 possui toda essa infraestrutura...em muitos níveis diferentes. Está abrindo um caminho que nenhuma outra arquitetura está fazendo”, afirmou Torvalds.
Grande parte do desenvolvimento de aplicativos acontece em PCs com chips x86 da Intel ou AMD. A compatibilidade importa para chips x86 e PCs, que possuem um modelo unificado em torno de hardware, desenvolvimento, e outra infraestrutura.
O mesmo não pode ser dito sobre a ARM. A partir da perspectiva de fabricante, isso leva a um mercado fragmentado, aponta Torvalds.
“Ser compatível não era algo tão importante para o ecossistema ARM como tem sido tradicionalmente para o ecossistema x86”, afirmou o criador do Linux.
A ARM domina o mercado de aparelhos móveis, e a maior parte dos aparelhos mobile usam Android, que é baseado no kernel do Linux. Mas existem muita fragmentação no ecossistema ARM, e isso causou problemas de suporte e de aparelhos.
Um problema: não é possível criar uma versão do Android que possa ser usada em todos os aparelhos móveis por causa das diferentes configurações de hardware. Os fabricantes alteram o Android para ser compatível com os chipsets dos seus aparelhos. Um mesmo update Android não pode ser liberado para todos os aparelhos móveis, ao contrário dos updates Windows para PCs.
A Intel tentou colocar chips x86 em smartphones, mas interrompeu o seu esforço neste sentido. Um dos objetivos da empresa era entregar updates Android que pudessem ser baixados e instalados em todos os aparelhos x86.


Via: IDGNow

terça-feira, 3 de maio de 2016

Intel corta linha de chips Atom e joga toalha em mercado de smartphones

A Intel pode estar prestes a sair do mercado de smartphones e tablets, desperdiçando bilhões de dólares que gastou tentando expandir nesses mercados. A companhia está imediatamente cancelando chips Atom, com os codinomes Sofia e Broxton, para aparelhos móveis. A informações foi confirmada por uma porta-voz da companhia.
Esses são os primeiros produtos que foram cortados como parte da reorganização operacional que a Intel anunciou neste mês e vai resultar na demissão de 12 mil pessoas. A notícia dos cortes dos chips foi publicada inicialmente pelo analista Patrick Moorhead na Forbes.
Os recursos dedicados originalmente para os chips Broxton e Sofia serão direcionados para “produtos que entreguem retornos e avanços maiores na nossa estratégia”, afirmou a porta-voz da Intel em um e-mail.
O roadmap de chips móveis da Intel agora tem um buraco gigante após o cancelamento dos chips. Os chips existentes da Intel para smartphones e tablets estão envelhecendo e precisando de upgrades, e não há nenhum substituto à vista. O Sofia já está sendo enviado, e o Broxton tinha previsão de sair neste ano, mas foi adiado.
A Intel também está descontinuando sua linha Atom X5 de chips para tablets (codinome Cherry Trail), que está sendo substituída pelos chips Pentium e Celeron com codenome Apollo Lake, direcionados mais para híbridos do que tablets “puros”. Muitos fabricantes de PCs já estão escolhendo os processadores Skylake Core M, da Intel, em vez do Cherry Trail para híbridos e tablets parecidos com PCs.
A Intel não vê mais os tablets como um mercado separado, com os formatos rapidamente se misturando. A empresa vai continuar a fornecer suporte para os seus clientes atuais com tablets que rodam os chips existentes, aponta a porta-voz da companhia.
Atom: fracasso caro
A empresa queimou bilhões de dólares em seu negócio mobile, mas falhou em tirar a rival ARM da liderança do segmento. O Atom está disponível em apenas alguns smartphones, e o mercado de tablets está em queda. As fabricantes de PCs estão substituindo tablets por aparelhos destacáveis e híbridos.

Via: idgnow

domingo, 12 de julho de 2015

IBM produz o 1º chip de 7nm do mundo e sai na frente de rivais

A IBM afirma ter produzido o primeiro chip de 7 nanômetros (nm) do mundo, chegando bem na frente dos seus rivais, graças a avanços na sua tecnologia de chips.
Os fabricantes de chips agora estão produzindo processadores de 14nm, e o próximo grande projeto da Intel e outras empresas tem sido o chip de 10nm. A IBM, em seu anúncio de hoje, 9/7, abriu o caminho de desenvolvimento para a indústria.
Um chip de 7nm terá cerca de quatro vezes mais transistores na mesma área de um chip de 14nm, afirmou o diretor de pesquisas da Envisioneering, Richard Doherty.
Para criar seus chips de teste de 7nm com transistores funcionais, a IBM realizou “mudanças fundamentais” nos materiais usados para criar o chip, além de ter adotado novas técnicas de litografia, afirma o VP de tecnologia de semicondutores da IBM, Mukesh Khare.
Uma questão chave é se a IBM conseguirá levar sua tecnologia para a produção comercial, afirma o analista da Endpoint Technologies, Roger Kay. Para a IBM, o que vem a seguir é a “parte difícil” por causa do custo e da complexidade do equipamento necessário para a produção em massa, afirma.

Via: IDGNow

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

É justo comparar a velocidade dos PCs só pela frequência dos processadores?

Se você está pensando em comprar um computador novo, provavelmente já pensou em pegar uma máquina com um processador que seja rápido o suficiente para atender às suas expectativas. De fato este é um dos componentes mais priorizados no momento da escolha da configuração ideal para cada pessoa, mas será que ele vai garantir que o seu PC seja realmente rápido?
Antes que essa pergunta seja respondida, é importante que você compreenda alguns conceitos básicos de funcionamento do processador. Nós já abordamos este assunto de forma mais detalhada em outro artigo, que você pode conferir através deste link.

Velocidade é tudo?

O primeiro fato sobre processadores, é que eles não podem ser diretamente comparados através de sua velocidade (clock). Um bom exemplo para explicar o motivo é comparando um processador Pentium 4 de 2.8 GHz com um Hashwell Core i7 de clock exatamente igual, pois apesar de parecer que ambos possuem o mesmo desempenho, a segunda CPU mencionada é muito superior.

Diferentes marcas

Este tipo de confusão também é feita com processadores de marcas diferentes, pois apesar de muitas vezes possuirem o clock semelhante ou até igual, podem variar muito de desempenho.
Para melhor ilustrar esta situação, considere que o Core i7 4765t possui 2GHz e o AMD FX-8150 , 3.6GHz. Parece certo que o FX da AMD lideraria esta competição de desempenhos devido à sua velocidade de ciclos por segundo. Mas não é o que acontece de fato, pois a CPU da Intel pode superar o componente da AMD em alguns testes de performance.
Essa diferença inversamente proporcional de capacidade de processamento e clock é explicada pela diferença de arqutetura utilizada, que corresponde à forma como ele é "construído".
É importante lembrar que a arquitetura pode "beneficiar" qualquer uma das principais fabricantes de processadores, dependendo muito de qual modelo e tecnologia é utilizada na comparação.

Tecnologias de processadores

Outro elemento que é pouco visado na procura de uma CPU é as tecnologias que ela possui. Podemos mencionar o Turbo-Boost da Intel, que é uma tecnologia que permite otimizar a frequência e consumo de energia através de múltiplos algorítmos. Apesar deste recurso atuar apenas em casos específicos, podem compensar um valor de clock mais baixo.
Isso acontece porque os modelos de processadores mais recentes recebem diversos tipos de melhorias, como núcleos adicionais e maior capacidade de memória cache. Estes e muitos outros aspectos, acabam fazendo com que ele o i7 consiga realizar muito mais tarefas por ciclo em comparação com suas versões antigas.
Portanto, apesar do processador ser extremamente importante na execução de jogos e programas pesados, a velocidade dele não traz nenhuma garantia de que o seu novo computador vai rodar mais rápido. Além da CPU, existem outros componentes que precisam ser levados em consideração, mas que geralmente são deixados de lado na hora de comprar uma máquina.

Outros componentes importantes

Muitas pessoas consideram a aquisição de um disco rígido com a maior capacidade de armazenamento possível. Esse é um detalhe muito relevante, mas deixar a velocidade de leitura de lado para obter mais espaço para guardar mais informação no seu computador pode não ser uma boa ideia para quem deseja montar uma máquina veloz.
Verifique sempre se o HD interno que você está comprando possui uma boa taxa de rotação do disco (RPM). Outro ponto a ser considerado é o buffer, pois ele é responsável por armazenar pequenas quantidades de informações para que a sua máquina consiga lidar com diversos tipos de informação de forma mais rápida e realize transferências de dados em menos tempo.

Solid State Drive (SSD)

Não podemos deixar de mencionar os SSDs (Solid State Drive), que permitem dobrar a velocidade de leitura de dados em relação aos discos rígidos tradicionais. Entretanto, se você não quer investir pesado, esta escolha provavelmente ficará de lado, devido ao preço elevado deste tipo de dispositivo.

Caso queira melhorar apenas a performance do sistema operacional e economizar um pouco, uma boa dica é adquirir um SSD com pouca capacidade de armazenamento e instalar apenas os programas que você mais utiliza nele, deixando todo o resto para o HD convencional.

Adicionais

Obviamente, existem inúmeros itens de hardware a serem considerados, pois um computador não é feito apenas de processador e disco rígido. Mas existem algumas peças que podem ajudar no desempenho a diferentes tipos de usuário.
Por exemplo, se você tem o perfil gamer, uma placa de vídeo vai fazer toda a diferença para garantir uma taxa alta de quadros nas mais exigentes configurações gráficas. Agora, se você é do tipo que trabalha com milhares de tarefas e janelas abertas simultaneamente, recomendamos o grande foco na memória RAM.

Comparação de desempenho

Diante das diferentes características de cada computador, fica realmente muito difícil comparar o desempenho entre duas máquinas e dizer qual delas é a mais rápida analisando apenas as configurações de seus componentes. A forma mais confiável e prática de fazer isso é através da utilização de programas de benchmark, que executam uma série de testes padronizados para mensurar diferentes tipos de performances.



Via: tecmundo

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Google está tentando construir seus próprios processadores de computação quântica

O processador UCSB.  Crédito: Erik Lucero / University of California, Santa Barbara
Google está fazendo uma parceria com um grupo de pesquisadores da UCSB, que já demonstrou sucesso com um novo tipo de arquitetura quântica, para projetar e construir o seu próprio hardware de computação quântica.Google diz que vai continuar sua pesquisa com sistema de computação quântica D-Wave Systems, também.
Google está expandindo o escopo de suas ambições de computação quântica juntando-se com um grupo de pesquisadores da universidade para projetar e construir seus próprios processadores quânticos. A empresa anunciou seus planos em um post de blog na terça-feira.
Os pesquisadores vêm da Universidade da Califórnia, Santa Barbara, e são conduzidos por John Martinis. Eles inventaram um novo tipo de matriz computação quântica eles dizem é mais confiável do que as tentativas anteriores de construir tais sistemas. De acordo com um comunicado de imprensa abril descrevendo sua pesquisa:
"A configuração única de resultados do grupo da matriz de flexibilidade de geometria no nível dos supercondutores, o que permitiu aos cientistas criar qubits em forma de cruz que nomearam Xmons. Resultados da supercondutividade quando certos materiais são arrefecidos até um nível crítico, que remove a resistência eléctrica e elimina os campos magnéticos. A equipe optou por colocar cinco Xmons em uma única linha, com cada qubit conversando com seu vizinho mais próximo, um arranjo simples, mas eficaz ".
Os pesquisadores UCSB, com Martinis segundo da direita.  Crédito: Spencer Bruttig / University of California, Santa Barbara
Os pesquisadores UCSB, com Martinis segundo da direita. Crédito: Spencer Bruttig / University of California, Santa Barbara
Apesar das novas tecnologias a equipe do Google Quantum Artificial Intelligence está trazendo a bordo, e seu objetivo declarado de projetar seu próprio hardware, o Google não está cortando seus laços com a D-Wave Systems, fabricante canadense computador quântico a partir do qual o Google ea NASA comprado em conjunto uma sistema em 2013 Na verdade, o Google Hartmut Neven diz no post do blog: "Vamos continuar a colaborar com os cientistas D-Wave e fazer experiências com o aparelho" Vesúvio "em NASA Ames, que será atualizado para um qubit 1000 'Washington' processador. "
Marca exclusiva da D-Wave da computação quântica tem sido um pára-raios de debate entre os cientistas que tentam provar e refutar sua natureza quântica, mas a empresa manteve firme a sua afirmação de que ele de fato construiu um computador quântico comercialmente viável. Na nossa conferência de dados Estrutura em março, D-Wave CEO Vern Brownell observou que o Google testou com sucesso alguns novos tipos de algoritmos de aprendizado de máquina e visão computacional em seu computador D-Wave.
Ainda assim, não é surpreendente que o Google estaria interessado em projetar seus próprios computadores quânticos se pudesse retirá-la. A empresa tem longa projetou seus próprios servidores e switches, e está empurrando uma agenda de inteligência artificial que inclui smartphones, robôs e carros sem motorista. Se o Google, ou qualquer um, vai resolver os problemas de IA muito difícil essas tecnologias presentes, eles provavelmente não pode sentar e esperar por alguém para construir os sistemas certos para eles.

Via: gigaom

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Novo chip da Nvidia põe computação móvel no nível da tradicional


Nesse domingo, 5, a Nvidia anuncinou seu mais novo processador móvel, prometendo levar uma experiência de PCs a smartphones e tablets quando o assunto são jogos.

O CEO Jen-Hsun Huang assegurou, durante a CES, que o Tegra K1 "trouxe a computação móvel ao mesmo patamar da computação tradicional".

Com 192 núcleos, o Tegra K1 permitirá que dispositivos portáteis rodem títulos como Unreal Engine 4, famoso nos PCs e consoles. O processador ainda é preparado para suportar TVs 4K, consoles, carros e mais.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Intel poderá fornecer novas versões do Haswell para os próximos MacBooks Pro

macbook pro
O site SemiAccurate afirmou recentemente que a Intel deverá fornecer à Apple versões mais poderosas da sua nova linha de processadores Haswell, que deverão estar presentes na próxima geração de MacBooks Pro. Segundo as informações do site, os processadores deverão ser equipados com uma versão especial de GPU integrada Iris Pro 5200. As informações são do MacRumors.

O artigo afirma que, por questões técnicas, a Apple será a única fabricante de hardware a receber a nova versão dos processadores Haswell de alta performance. Muito se especulou sobre a Maçã apresentar os novos MacBooks Pro durante a edição 2013 da WWDC (Worldwide Developers Conference), junto aos MacBooks Air com Haswell, mas isso não aconteceu. As versões de 13 e 15 polegadas do Macbook Pro já apareceram em testes de benchmark, o que indica que seu lançamento pode estar próximo.

A versão de 15 polegadas do Macbook Pro que apareceu em testes de benchmark apresentou um processador Core i7-4950HQ rodando a 2,4GHz com a placa gráfica Iris Pro 5200 integrada. Os materiais promocionais da companhia afirmam que a Iris Pro 5200 garante melhor desempenho ao processador – de 2 a 2,5 vezes no atual MacBook Pro com Retina Display –, mas os novos computadores com Retina poderão sentir ainda mais melhorias em seu desempenho.

O analista da KGI Securities Ming-Chi Kuo afirmou que os novos MacBooks Pro devem ser lançados em meados de setembro deste ano. Ainda não se sabe se a Apple irá atualizar tanto os MacBooks Pro Retina como os MacBooks Pro padrão, mas muitos acreditam que a companhia tem planos para encerrar a fabricação dos modelos sem Retina gradualmente.

Via: Canaltech

sábado, 22 de junho de 2013

Seattle: primeiro processador ARM da AMD, para servidores

A AMD anunciou seu primeiro processador ARM destinado ao mercado geral de servidores: chega a linha Seattle. Com isso ela entra num mercado cada vez mais crescente: uma linha de servidores mais eficientes.

O Seattle é um processador ARM de 64-bit baseado em núcleos Cortex-A57, podendo vir com 8 ou 16 deles. O chip suporta até 128 GB de RAM e redes 10GbE, trazendo ainda tecnologias para criptografia e compressão. A frequência de operação deverá ficar na casa dos 2 GHz ou mais.


De acordo com anúncio da própria empresa, os processadores Seattle devem oferecer entre duas e quatro vezes o desempenho da série recém anunciada Opteron X.

Os novos processadores devem chegar ao mercado em 2014. Além do Seattle há outros processadores de baixo consumo anunciados também, porém x86.

Processadores ARM da AMD eram esperados por muitos há um bom tempo. A empresa chegou a negar, mas... O interesse da empresa na arquitetura ficou claro com uma proposta híbrida, que usaria um processador ARM no conjunto de um processador x86 principal, porém para uma funcionalidade isolada. Com o lançamento do Seattle, um autêntico processador ARM, as especulações para o futuro da empresa começam a ganhar margens para novos "sonhos". Será que veremos processadores ARM da AMD em tablets e smartphones no futuro, além de desktops?

Via: Hardware

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Iris: novas GPUs integradas da Intel mais que dobram o desempenho do Ivy Bridge

As GPUs integradas da Intel têm recebido aprimoramentos radicais nos últimos anos. Ainda não podem competir de igual para igual com as dedicadas, mas muita coisa melhorou - e está melhorando. As GPUs integradas dos chips Haswell oferecem mais do que o dobro do desempenho dos Ivy Bridge em alguns casos.


Basicamente duas versões da GPU integrada darão as caras nos ultrabooks em breve, aparecendo depois em diversos modelos de processadores e all-in-ones. A Iris Graphics 5100 é voltada a ultrabooks e notebooks, e a Iris Pro Graphics 5200 virá com chips das séries H e R, mais potentes.


A 5200 traz um pouco de memória eDRAM integrada para aumentar o desempenho. O consumo dela vai lá para cima, como consequencia do conjunto todo: os quad-core da série H com Iris Pro 5200 terão TDP de 47W. Muita coisa, especialmente comparando com os 28W do dual-core com Iris 5100, mas plenamente aceitável dentro do nicho de mercado a que se destina, também dobrando o desempenho:


Os desktops não ficam de fora, claro. Processadores com o sufixo "R" indicam a inclusão da Iris Pro 5200. De acordo com resultados dos benchmarks do 3DMark11 a versão para desktops chegou a praticamente triplicar o desempenho da geração anterior:


Em termos de desempenho gráfico os novos processadores da Intel de quarta geração serão bem atrativos. A marca "HD Graphics" está sendo trocada por "Iris​" com esta geração.

Via: Hardware

terça-feira, 6 de novembro de 2012

ARM testa SoCs com processadores diferentes, equilibrando desempenho e consumo de energia


A ARM está apostando forte na fusão de dois chips, um mais potente e outro mais fraco, porém econômico. Um sistema automático lidará com a distribuição do processamento: o chip mais simples fica ativo praticamente o tempo todo, e quando necessário, o mais poderoso entra em ação. Com isso os SoCs podem consumir até 50% menos energia, sem afetar negativamente o desempenho.

A tecnologia está sendo chamada de big.LITTLE . A ideia lembra a troca de GPUs em alguns sistemas, onde uma mais simples e econômica fica ativa na maior parte do tempo. A Samsung deve ser a pioneira a aproveitar SoCs ARM com esta novidade.

A combinação usada na divulgação se dá com cores Cortex-A7 e A15. A tabela abaixo exibe uma comparação considerando um valor relativo ao carregamento e consumo de energia. Na terceira linha temos o big.LITTLE, considerando um cenário de uso comum.

ARM big.LITTLE

Os testes estão mostrando que o projeto tem potencial, podendo aparecer nas próximas safras de smartphones, tablets e outros dispositivos. O pessoal da ARM comenta que os chips Cortex-A15 poderão entregar cerca do dobro de desemepenho dos Cortex-A9, e os A7 praticamente equivalem aos A9.

Cortex A15 e A7 no mesmo SoC big.LITTLE

A união de processadores diferentes também será possível com o novo Cortex-A50, uma versão do SoC com suporte a 64-bit.

Via: Hardware

domingo, 4 de novembro de 2012

Cortex-A50: processador ARM de 64-bits com o triplo de desempenho dos atuais

A ARM anunciou a série de processadores Cortex-A50, com grandes avanços. Baseados na arquitetura ARMv8, os processadores A50 suportam instruções de 64-bit e podem oferecer o triplo do desempenho dos processadores (ARM) atuais.

Inicialmente serão duas variações: Cortex-A53 e Cortex-A57. O A53 é projetado para oferecer uma melhor relação poder de processamento vs consumo de energia, sendo mais econômico. O A57 já parte para um maior foco em desempenho, potencialmente consumindo mais energia do que seu irmão menor.
Eles podem operar de forma independente ou ser combinados na configuração que a ARM chama de big.LITTLE, rodando em conjunto com um processador Cortex-A7 mais eficiente, permitindo a troca da unidade de execução de código conforme necessário.

Entre os potenciais fabricantes que licenciarão o novo Cortex-A50 estão grandes nomes parceiros da ARM: AMD, Broadcom, Calxeda, HiSilicon, Samsung e STMicroelectronics.

A empresa comenta que nos últimos cinco anos seus projetos de processadores ofereceram aumento de 15 vezes no desempenho de smartphones, permitindo transformar radicalmente a forma como as pessoas utilizam seus aparelhos. As capacidades do Cortex-A50 facilitarão a transição dos 32-bit para 64-bit nesse ramo, aumentando as capacidades de desenvolvimento para os sistemas mobile e seus aplicativos.

Com o uso cada vez mais constante de tablets e smartphones high end, os processadores mobile precisam se renovar, assim como os desktops de algumas décadas atrás. Embora não venda processadores diretamente, a ARM é a empresa mais importante nesse segmento nos dias atuais, já que ela lidera os designs dos processadores que são licenciados a outros fabricantes e então produzidos com personalizações diversas.

Confira o anúncio para mais informações. 

Via: Hardware

sábado, 7 de abril de 2012

DDR4 em processadores Intel: provavelmente em 2013 nos servidores e 2015 para desktops

Fontes do VR-Zone estão noticiando que a Intel está se preparando para suportar as memórias DDR4 com o lançamento da plataforma Haswell-EX, projeto voltado ao mercado corporativo de servidores feito com tecnologia de 22nm em 2014.

De acordo com o divulgado os chips Haswell-EX terão no mínimo 16 núcleos, sendo escaláveis a até 60 núcleos em placas-mãe com quatro sockets. Dessa forma a plataforma como um todo irá precisar de largura de banda ultra-larga e baixo consumo da memória, área onde entra o padrão DDR4.

As memórias DDR4 ainda estão um pouco longe da realidade, com o projeto sob desenvolvimento em tecnologias de fabricação entre 32 e 36nm por fabricantes como Samsung, Hynix e alguns outros.

Assim que lançadas, espera-se que as memórias DDR4 atinjam 12% de market share em 2013, chegando a 56% ou mais do mercado em 2015, de acordo com estudos da iSuppli.


As novas memórias deverão operar a 1,2v ou menos (comparado ao 1,5v das DDR3). A 2133 MHz espera-se que consigam trabalhar a uma taxa de no mínimo 2,13 bilhões de transferências de dados por segundo. Alguns analistas supõem que os módulos DDR4 suportarão até 4266 MHz a mero 1,05v.

Para consumidores domésticos e desktops em geral as DDR4 devem chegar mais tarde, em 2015. Os projetos da Intel para 2013/2014 ficarão com as DDR3 de início, como de costume nas transições da tecnologia. Os chips Haswell de 22nm e Broadwell de 14nm deverão suportar o novo Socket LGA 1150 (com 5 ou 6 pinos a menos que o LGA 1155/1156). Para empresas e servidores (ou entusiastas) as memórias DDR4 poderão ser real.
 
Via: Hardware

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Intel lança sete novos modelos de processadores

Às vésperas de lançar oficialmente os Ivy Bridge no mercado, a Intel deu nova vida as suas linhas atuais de produtos com sete novos processadores. Os modelos são das linhas Core i5 e Celeron. No caso dos Celeron, voltados para notebooks de baixo custo, são quatro novos modelos. E em termos de Core i5, para desktops, são três processadores que chegam ao mercado pelos próximos dias.
celeron
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Os Celeron são: B815, B720, 867 e 797. Ambos 867 e 797 têm um perfil de voltagem ultra-baixa e devem marcar presença sobretudo em netbooks. O modelo 867 é um dual-core que pulsa a 1.3 GHz e o 797 dispõe de um único núcleo com frequência de 1.4 GHz. O 815 é um dual-core com 1.6 GHz, ao passo que o 720 é um single-core de 1.7 GHz.

Em termos de Core i5, a Intel apresenta três novos modelos, todos quad-core: Core i5-2380P, Core i5-2450P e Core i5-2550K. O principal destaque entre estes modelos é o último deles, o 2550K que possui um multiplicado desbloqueado. Todos estes modelos dispensam a GPU integrada e são voltados para usuários com perfis mais exigentes do hardware.

O 2550K oferece clock de 3.4 GHz que pode chegar a 3.8 GHz via Turbo Boost. O 2380P tem frequência nominal de 3.1 GHz, que pode alcançar 3.4 GHz.  Enquanto que os números do 2450P são 3.2 GHz e 3.5 GHz. O modelos mais interessante entre os i5 é o 2550K, cujo preço sugerido pela Intel é US$ 234 (ou RS$ 410).

Via: Tech Tudo

sábado, 14 de janeiro de 2012

Processador Tegra 3 é o destaque da NVIDIA na CES

(Fonte da imagem: Divulgação / NVIDIA)


O processador Tegra 3 foi o maior lançamento da NVIDIA na CES 2012, marcando presença em produtos e conceitos da feira de eletrônicos. Equipado com o chip, o tablet MeMO ME370T, da Asus, por exemplo, ganhou o prêmio “Best of Year”, promovido pelo site CNET. O equipamento tem uma tela de 7” e vai chegar ao mercado norte-americano este ano por US$ 249 (cerca de R$ 450).

A Audi ainda anunciou que os carros da montadora serão equipados com o processador a partir de 2013, substituindo os painéis de instrumentos com ponteiros por interfaces digitais, deixando a direção mais segura e conectada.

De acordo com o CEO da NVIDIA, Jen-Hsun Huang, o diferenciais do Tegra 3 são ainda mais notáveis no novo sistema operacional do Android, o 4.0 Ice Cream Sandwich.

O Tegra 3

Conhecido anteriormente pelo codinome Kal-El (o nome extraterreste do Super-Homem), o processador Tegra 3 fornece o triplo da performance gráfica do Tegra 2 e um consumo de energia até 61% menor. Isso se traduz em maior duração da bateria para reprodução de vídeo em alta definição, por exemplo.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Parceria entre IBM e 3M pode viabilizar CPU de até 100 camadas


Uma parceria formada entre a gigante da informática IBM e a 3M, empresa especialista em adesivos diversos, pode trazer alguns conceitos da construção civil para a arquitetura de processadores. O projeto, batizado de “3D”, tem como objetivo viabilizar o empilhamento de várias camadas de chips de silício em único bloco.

Dessa forma, processadores não só poderiam ter ainda mais núcleos, mas também embutiriam microcircuitos com outras funcionalidades, como memória RAM, chipset, dispositivo de rede e até placa de vídeo em um único “prédio” de semicondutores.

As empresas esperam conseguir o empilhamento de centenas, e até milhares, de camadas de semicondutores, o que faria com que smartphones, computadores pessoais até video games ficassem ainda mais rápidos e menores.

O projeto ainda está em fase inicial e já conta com muitos obstáculos a serem superados, como o calor imenso que seria gerado no centro do “sanduíche” de processadores. Ainda não existe qualquer estimativa de quando os primeiros processadores da nova arquitetura possam surgir.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Core i5-2380P e i5-2450P: Sandy Bridges sem o vídeo integrado

integrado que deverão estar disponíveis a partir do início de 2012.


O Core i5-2380P operará a 3.1 GHz, a mesma frequência do Core i5-2400, com uma frequência máxima de 3.4 GHz no Turbo Boost. Como seria de se esperar, o Core i5-2450P é um pouco mais rápido, com uma frequência base de 3.2 GHz e até 3.5 GHz com o Turbo Boost, um meio-termo entre o i5-2400 e o i5-2500.

Ambos os modelos mantém os 4 núcleos, HyperThreading e 6 MB de cache, mas vêm sem suporte ao TXT e ao VT-d, o que é uma grave desvantagem em relação aos outros modelos para quem pretende usar softwares de virtualização.

Como pode imaginar, não se trata de um novo núcleo, mas sim do aproveitamento de processadores com defeitos na área da GPU, assim como no caso dos processadores com defeitos no cache ou em alguns dos núcleos, que são vendidos como processadores dual-core e/ou com parte do cache desativado, alimentando as linhas de baixo custo da Intel.


Espera-se que estes dois modelos sejam mais baratos que os modelos "completos", com o i5-2380P custando menos que o i5-2400 e o i5-2450P custando na mesma faixa de preço que o 2400, apesar do clock ligeiramente superior. Isso pode torná-los uma opção para quem pretende usar uma GPU dedicada e não quer pagar pelo que não vai usar. O principal é ficar de olho na hora de comprar para não levá-los na hora de montar um PC com vídeo integrado, ou onde você pretende usar o Quick-Sync.

Fonte: www.hardware.com.br

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Exynos 5250: Cortex A15, dual-core da Samsung e o ataque aos PCs

Os chips ARM dual-core da safra atual são ainda produzidos usando uma técnica de 45 nm e são baseados no ARM Cortex A9, uma versão levemente melhorada do Cortex A8 (usado em SoCs single-core como o Hummingbird), otimizado para multi-processamento. Com o amadurecimento da técnica de 32 nm e a disponibilidade do ARM Cortex A15, que oferece um desempenho sensivelmente melhorado, todos os grandes fabricantes de SoCs entraram em uma corrida do ouro para apresentar produtos que tiram proveito de ambos os avanços.

Uma das primeiras a entrar no páreo é a Samsung, que anunciou o Exynos 5250, sucessor do atual Exynos (dual-Cortex A9, de 1.2 GHz), usado no Galaxy S II e outros produtos. O Exynos 5250 será um chip mid-range, com apenas dois núcleos Cortex A15, voltado para smartphones e tablets e uso geral. Os dois grandes atrativos do chip serão o relativo baixo consumo, cortesia da técnica de 32 nm e um grande espectro de frequências de clock, com versões capazes de operar de 1.2 a 2.0 GHz, de acordo com o consumo desejado.



Naturalmente, uma versão de 2.0 GHz do chip deverá ser gastadora demais para um smartphone (possivelmente até mesmo para um tablet), o que fortalece as suspeitas de que a Samsung pode começar a se aventurar no mercado de chips ARM de alto desempenho, tentando roubar algum espaço dos chips x86 em netbooks, notebooks e servidores. Este é um cenário que pareceria absurdo a pouco tempo atrás, mas devemos ter em mente que a versão ARM do Windows 8 mudará um pouco as regras do jogo.
Muito embora ainda existam interrogações acerca de como o Windows 8 ARM será recebido, devido à questão da quebra de compatibilidade com os aplicativos x86, os demos do sistema demonstram um bom nível de consistência com a versão x86, o que combinado com outras iniciativas da Microsoft, como a loja de aplicativos, podem fazer com que o sistema seja bem recebido. Vale lembrar que a Canonical também está adotando uma ideia similar, direcionando o desenvolvimento do Ubuntu mais para os tablets e outros dispositivos de nova geração do que para os PCs propriamente ditos, como prova a insistência em torno do Unity, que nada mais é do que o embrião de uma interface otimizada para telas touch-screen.

De volta ao Exynos 5250, embora já esteja finalizado, o chip recém entrou em produção, o que significa que precisaremos esperar pelo menos mais 6 meses até que os primeiros produtos baseados nele comecem a ser anunciados. Ainda existem também muitas dúvidas sobre as especificações do chip. Por exemplo, a Samsung divulgou que o chip terá um barramento com a memória de 12.8 GB/s, mas não divulgou detalhes de como isso será obtido. Divulgou que o chip será capaz de atender a tablets com telas WQXGA (2560x1600) mas não divulgou detalhes sobre a GPU, e assim por diante.

Embora o Tegra 3 (Kal-El) seja mais do que suficiente para concorrer com o Exynos 5250 em desempenho bruto (devido aos 4 núcleos) ele não concorre na mesma liga que ele, já que é ainda baseado no Cortex A9 e tem um consumo mais alto, além de ser ainda produzido em uma técnica de 40 nm. O concorrente direto da nVidia será o Tegra Wayne, que será produzido em uma técnica de 28 nm, previsto para o final de 2012.

Fonte: www.hardware.com.br

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Pentium 350: Uma opção de baixo consumo baseada no Sandy Bridge

Em meio às notícias sobre o Sandy Bridge-E e a expectativa em torno no Ivy Bridge e do Ivy Bridge-E, a Intel lançou silenciosamente um processador bastante interessante para uso em HTPCs e mesmo para desktops de baixo consumo para tarefas leves, o Pentium 350, um processador LGA1155, baseado na arquitetura do Sandy Bridge e uma técnica de produção de 32 nm.

Em termos de desempenho, o Pentium 350 não é nenhum espetáculo, com apenas dois cores (4 threads), 3 MB de cache L2 e um clock de apenas 1.2 GHz. O que chama a atenção é o baixo consumo do chip, cujo TDP é de apenas 15 watts, o que o coloca quase na mesma liga das versões desktop do Atom dual-core, porém com um desempenho várias vezes superior.

Mantendo sua política de cuidadosamente desabilitar recursos dos chips para que eles não concorram com outros produtos dentro da sua própria linha, a Intel tomou o cuidado de desabilitar o vídeo integrado para que o Pentium 350 não se torne um produto muito forte nos desktops e notebooks, tornando-o utilizável apenas para quem pretende investir em uma GPU dedicada. Ele está sendo também posicionado como uma opção de baixo consumo para pequenos servidores e blade-servers, em um esforço da Intel para barrar um possível avanço de chips de baixo consumo da AMD dentro do segmento.  



No geral o Pentium 350 deve ser visto dentro do que se propõe: um chip de baixo desempenho, porém baixo consumo, destinado a sistemas que ficam ligados continuamente executando apenas tarefas leves.

Fonte: www.hardware.com.br

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

40 anos do Intel 4004, o primeiro microprocessador comercial

A Intel foi fundada em 1968 com, surpreendentemente, uma fabricante de memórias, e não de processadores. A reviravolta começou em 1969, quando a Busicom, uma fabricante de calculadoras, contratou a Intel para produzir um conjunto de chips lógicos destinados a um novo produto.

A Intel apostou na ideia de que o design poderia ser simplificado, com todos os componentes sendo integrados em um único microchip, o que deu origem ao Intel 4004, desenvolvido com a ajuda de Frederico Faggin, que foi contratado especialmente para trabalhar no projeto, dando origem ao Intel 4004, que foi lançado em novembro de 1971, 40 anos atras:


Como o nome sugere, o i4004 era um processador que utilizava um barramento de dados de apenas 4 bits, bastante antiquado mesmo para os padrões da época. Apesar disso, ele processava internamente instruções de 8 bits, o que permitia que ele realizasse operações aritméticas relativamente complexas, apesar do baixo desempenho. A frequência máxima de operação do 4004 era de apenas 740 kHz (ou seja, apenas 740 mil ciclos por segundo) e cada instrução demorava 8 ciclos para ser executada (3 ciclos para carregar os endereços, 2 ciclos para carregar a instrução e mais 3 ciclos para finalmente processá-la), o que fazia com que o 4004 não fosse capaz de processar mais do que 92.500 instruções por segundo.

Em compensação, ele era um chip bastante simples, que era composto por apenas 2300 transistores. Pode parecer piada que cada um deles media 10 micra (10.000 nanômetros, contra os 32 (e em breve 22) nanômetros nos processadores atuais), mas na época ele foi um grande feito de engenharia:
Embora fosse muito limitado, ele foi muito usado em calculadoras, área em que representou uma pequena revolução, começando com um modelo de bastante sucesso da Busicom. Ele foi também usado em diversos equipamentos científicos e até mesmo na sonda Pioneer 10, lançada pela NASA em 1972. Ela foi a primeira a explorar o sistema solar e continuou a se comunicar com a Terra até 1998, quando a distância se tornou grande demais para que os sinais enviados pela sonda fossem captados.

Mais importante do que todos os feitos do pequeno chip, o sucesso do 4004 mostrou a outras empresas que os microchips eram viáveis, criando uma verdadeira corrida evolucionária, em busca de processadores mais rápidos e avançados, que potencializou todo o avanço tecnológico que tivemos desde então.

Em 1972 surgiu o Intel 8008, o primeiro processador de 8 bits e, em 1974, foi lançado o Intel 8080, antecessor do 8088, que foi o processador usado nos primeiros PCs. O sucesso destes chips fez com que a Intel completasse sua metamorfose, deixando de ser uma mera fabricantes de chips de memória para se tornar a fabricante de processadores que conhecemos hoje. Em 1977 a AMD passou a vender um clone do 8080, inaugurando a disputa Intel x AMD, que continua até os dias de hoje.

Fonte: www.hardware.com.br