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domingo, 12 de julho de 2015

IBM produz o 1º chip de 7nm do mundo e sai na frente de rivais

A IBM afirma ter produzido o primeiro chip de 7 nanômetros (nm) do mundo, chegando bem na frente dos seus rivais, graças a avanços na sua tecnologia de chips.
Os fabricantes de chips agora estão produzindo processadores de 14nm, e o próximo grande projeto da Intel e outras empresas tem sido o chip de 10nm. A IBM, em seu anúncio de hoje, 9/7, abriu o caminho de desenvolvimento para a indústria.
Um chip de 7nm terá cerca de quatro vezes mais transistores na mesma área de um chip de 14nm, afirmou o diretor de pesquisas da Envisioneering, Richard Doherty.
Para criar seus chips de teste de 7nm com transistores funcionais, a IBM realizou “mudanças fundamentais” nos materiais usados para criar o chip, além de ter adotado novas técnicas de litografia, afirma o VP de tecnologia de semicondutores da IBM, Mukesh Khare.
Uma questão chave é se a IBM conseguirá levar sua tecnologia para a produção comercial, afirma o analista da Endpoint Technologies, Roger Kay. Para a IBM, o que vem a seguir é a “parte difícil” por causa do custo e da complexidade do equipamento necessário para a produção em massa, afirma.

Via: IDGNow

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Apple e IBM: primeiro produto da parceria será lançado em novembro

O primeiro fruto da parceria entre Apple e IBM deve chegar ao mercado em novembro, de acordo com Tim Cook, CEO da companhia fundada por Steve Jobs. As empresas estabeleceram uma aliança focada em soluções corporativas móveis em julho com a promessa de que “mudariam a forma como as pessoas trabalham”. 
A solução de estreia será direcionada a clientes nas verticais de finanças, governo, seguradora, varejo, operadoras de Telecom e os setores de viagem e transporte. Detalhes da ferramenta, contudo, não foram revelados, mas deve considerar uma série de aplicativos. 
Desde o anúncio da parceria, a IBM trabalha aspectos específicos de segurança, análise de dados e ferramentas de gerenciamento para o iOS. A Big Blue, pelo acordo, também revenderá iPhones e iPads. Do outro lado, a Apple anunciou novos serviços de suportes para usuários corporativos. 
Na ocasião do anúncio de parceria, a aproximação entre as companhias foi visto como um casamento estranho entre um hipster e um veterano. Apesar disso, a aliança tende a contribuir com ambas organizações: enquanto um lado da história ganha presença formal no mundo corporativo, o outro fortalece sua estratégia de mobilidade. 
A Apple sente atração pelo mercado corporativo pois lá a venda de dispositivos garante melhores margens de lucro. A IBM, por sua vez, ao aliar-se com a fabricante de iPhones e iPads salta algumas etapas para fazer a transformação, que vem desafiando sua operação há algum tempo. 
Via: IDGNow

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Acordo Apple e IBM inclui apps móveis corporativas, iPad, iPhone e serviços

A Apple está dando sua arrancada na direção do mercado corporativo de TI na companhia da IBM. As duas empresas anunciaram nesta terça-feira, 15/07, uma parceria pela qual a IBM vai desenvolver apps para iOS para seus serviços de big data e analytics e promover a venda de iPhones e iPads para seus clientes.
Segundo as empresas, a parceria "visa redefinir o jeito como vamos trabalhar, endereça os grandes desafios da indústria sobre mobilidade e acende a chama da verdadeira mudança dos negócios pela veia móvel".
O acordo coloca a IBM, um dos grandes players do mercado de TI corporativa global, desenvolvendo mais de 100 aplicativos e serviços exclusivamente para o sistema operacional iOS, da Apple. A IBM também vai adequar seus serviços de cloud para iOS e prover ativação e gestão de dispositivos iOS para seus clientes. A Apple, em contrapartida, vai oferecer novas garantiras do seu serviço AppleCare para clientes corporativos.
Aliança Radical
cook e ginni 520


"Pela primeira vez estamos colocando as ferramentas renomadas da IBM em big data analytics na ponta dos dedos dos usuários de iOS. Esse é um passo radical na direção do mercado corporativo e algo que apenas a Apple e a IBM poderiam oferecer", diz o CEO da Apple, Tim Cook.
"O iPhone e o iPad mudaram a forma de trabalho das pessoas. Mais de 98% das empresas na lista da Fortune 500 e mais de 92% das companhias da lista Global 500 usam dispostivos iOS em seus negócios hoje", diz Cook.
"Essa aliança com a Apple vai ampliar nosso movimento de trazer inovação para nossos clientes globais e tirar vantagem da liderança da IBM em analytic, cloud, software e serviços", declarou Ginni Rometty, Chairman, Presidente e CEO da IBM. "Estamos encantados com a parceria com a Apple, cujas inovações transformaram nossas vidas de forma permanente. Nossa aliança vai trazer o mesmo tipo de impacto na forma como as pessoas trabalham, como as empresas operam e como as companhias desempenham", diz Ginni Rometty.
Quatro componentes
A parceria Apple + IBM tem quatro grandes componentes. Primeiro, e sem dúvida mais importante, é o fato de que as duas empresas vão colaborar no desenvolvimento de software - incluindo apps nativas para iOS - para atividades de verticais específicas da indústria. Entre as verticais atendidas estão varejo, saúde, bancos, viagens e transportes, telecom e seguros mas, segundo as empresas, outras mais virão. Esses aplicativos estarão disponíveis a partir do terceiro trimestre deste ano sob o guarda-chuva da iniciativa MobileFirst, da IBM, e continuarão a ser lançados ao longo de 2015.
O segundo componente da aliança é a oferta de serviços de TI. Nesse caso, a IBM também vai trazer seu expertise em serviços e oferecer soluções de cloud "end-to-end" para atividades corporativas típicas, incluindo analytics, gestão de fluxo de trabalho, storage, gestão de dispositivos, segurança e integração.
O suporte à TI corporativa é o terceiro elemento da parceria. As duas empresas também estão se juntando para oferecer estrutura de suporte para departamentos corporativos de TI e usuários finais no regime de 24x7 com o AppleCare for Enterprise enquanto que o serviço on-site será provido pela IBM.  A área de serviços é um dos segmentos em que a Apple fica sob fogo. Ao se juntar com a IBM, que detém conhecimento dos serviços corporativos, a Apple consegue colocar seus pés na área de negócios sem se distrair do seu core no antendimento ao consumidor final.
A quarta peça é a venda de soluções completas de mobilidade pela IBM incluindo iPhones, iPads e serviços de gestão e setup.
A aliança sinaliza uma situação ganha-ganha para as duas empresas que, nas últimas três décadas, têm atuado hora como concorrentes, hora como competidores. Elas se enfrentaram no início da computação pessoal, com plataformas concorrentes, mas trabalharam juntas na plataforma PowerPC que equipou os Macs de 1994 até 2006, quando a Apple mudou seu foco e passou a usar processadores Intel. 

Via: Macworld

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Novo chip promete velocidade de internet de até 400 Gbps



A internet média do brasileiro tem uma velocidade média de 2,7 Mbps. É o suficiente para muitos invejarem o Google Fiber, serviço que oferece velocidades de 1 Gbps em algumas cidade dos EUA. No que depender da IBM, no entanto, até o Fiber ficará para trás com uma nova tecnologia que está desenvolvendo, capaz de alcançar velocidade de até 400 Gbps.

Pesquisadores suíços ligados à empresa criaram um conversor analógico-para-digital ultrarrápido e de baixo consumo, que deve permitir que datacenters compartilhem informações em uma velocidade quatro vezes maior do que é possível hoje em dia.

O ZDNet faz a comparação que, com esta velocidade, seria possível transmitir 160 GB, o equivalente a um filme de duas horas com resolução 4K, ou 40 mil músicas, em apenas alguns segundos.

Antes de se animar com o novo superchip da IBM, saiba que ele tem um propósito um pouco maior do que simplesmente aumentar a velocidade da conexão da sua casa. Ele será utilizado para suportar o Square Kilometre Array, o maior telescópio do mundo, que deve iniciar suas operações totais em 2024.

Este telescópio será capaz de dar uma ideia melhor das origens do universo, mas também consumirá quantidades gigantescas de dados, chegando a recolher 1 exabyte por dia quando for concluído, o que é cerca de 1 bilhão de gigabytes. Por dia. Por isso, será necessário uma tecnologia capaz de suportar tudo isso.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

IBM desenvolve dispositivos que se autodestroem

Quem já assistiu a um filme de espionagem - de James Bond para Mission Impossible - está familiarizado com mensagens e gadgets com recursos de autodestruição. Mas a tecnologia pode tornar-se uma realidade graças a um projeto da DARPA com a IBM.
O braço de pesquisa e desenvolvimento do exército dos EUA assinou um contrato de 3,4 milhões de dólares com o fabricante de TI que inclui o desenvolveimento de componentes eletrônicos que possibilitarão levar smartphones e sensores a se autodestruírem, evitando dessa forma que dados mais sensíveis caiam em mãos inimigas. recurso.
“[Dispositivos] eletrônicos sofisticados podem ser desenvolvidos a baixo custo e estão cada vez mais presentes em todo o campo de batalha”, diz a DARPA no seu site, a respeito do projeto denominado “Vanishing Programmable Resources”. “No entanto, é quase impossível fazer o seu rastreamento e recuperar todos os dispositivos, e isso resulta na sua acumulação não intencional no meio ambiente, com o potencial de ser usado de forma não autorizada, comprometendo a propriedade intelectual e a vantagem tecnológica”.
A organização do exército dos EUA diz no seu site que pretende usar dispositivos, como sensores, rádios, e celulares, preparados para funcionarem como produtos comerciais prontos a serem utilizados, mas também capazes de se autodestruírem por acão remota. A IBM está encarregada do desenvolvimento de materiais, componentes e capacidades de fabricação.
Portanto, não espere que a Apple ou a Samsung venham a desenvolver um smartphone com capacidade de autodestruição em breve. A ideia, por enquanto, é proteger os segredos no campo de batalha.

Via: CIO

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

IBM começa a implantar supercomputador Watson na África

 

A IBM começou a implantar seu sistema de supercomputador Watson na África nesta quinta-feira (6), dizendo que ele ajudará a lidar com obstáculos continentais de desenvolvimento tão diversos quanto diagnósticos médicos, coleta de dados econômicos e pesquisa de comércio eletrônico.

A maior fornecedora de serviços de tecnologia do mundo disse que o "Projeto Lucy" levará 10 anos e custará US$ 100 milhões (cerca de R$ 240 milhões). O projeto foi nomeado em homenagem ao fóssil humano mais antigo já descoberto, encontrado no leste da África.
"Acredito que o projeto vai impulsionar toda uma era de inovação para os empreendedores aqui", disse a presidente-executiva da IBM, Ginni Rometty, para representantes em uma conferência na quarta-feira (5).

"Dados precisam ser refinados. Eles vão determinar incontestáveis vencedores e perdedores em todas as indústrias", disse ela.

O sistema Watson usa inteligência artificial que pode analisar rapidamente grandes quantidades de dados e entender linguagem humana bem o bastante para conseguir sustentar conversas sofisticadas. Ele venceu humanos no programa de perguntas e respostas da TV "Jeopardy", em 2011.


A tecnologia permitirá que as partes mais empobrecidas da África "pulem" estágios de desenvolvimento que não conseguiram alcançar por serem muito caros, similar à maneira com que celulares se espalharam pelo continente em locais onde não existia virtualmente qualquer linha terrestre, disse Michel Bézy, um professor de tecnologia baseado em Ruanda que ajudou a desenvolver o sistema Watson.

Via: Folha

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Lenovo compra unidade de servidores da IBM por US$ 2,3 bilhões


Confirmando rumores levantados ainda nesta semana, IBM e Lenovo anunciaram um acordo para que a companhia chinesa adquira o negócio de servidores x86 por US$ 2,3 bilhões. É menos do que se esperava, pois enquanto a IBM pedia algo entre US$ 4 bi e US$ 6 bi, a Lenovo havia oferecido US$ 2,5 bi.

Com a iniciativa, a companhia chinesa, maior fabricante de PCs do mundo, busca diversificar seus negócios para não depender do setor de computadores pessoais, que vem minguando ano após ano.

As empresas tentaram chegar a um acordo no ano passado, mas as negociações fracassaram após divergências entre o valor pedido e ofertado. Com a negociação acertada, este se tornou o maior acordo já fechado por uma empresa de tecnologia chinesa.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

IBM investirá US$ 1 bilhão no Linux

A IBM fará um investimento de US$ 1 bilhão ao longo dos próximos cinco anos para promover o desenvolvimento do Linux, à medida em que tenta adaptar seus mainframes e servidores baseados na arquitetura Power para lidar com a nuvem e “big data” em ambientes de computação distribuídos.
O anúncio do investimento deverá ser feito durante a conferência LinuxCon, em New Orleans, esta semana. O montante irá financiar o programas de desenvolvimento de aplicações Linux para os servidores Power e também para expandir um serviço na nuvem que permite que os desenvolvedores escrevam e testem aplicativos para servidores Power antes da implantação. O investimento servirá ainda para incentivo para o desenvolvimento de software para os novos processadores Power8 da IBM, que serão usados em servidores no próximo ano.
A IBM também estabelecerá o Power Systems Linux Center em Montpellier, na França, onde os desenvolvedores terão acesso a processadores e servidores Power para desenvolver e testar aplicativos Linux. A empresa já tem centros similares em Beijing, Nova Iorque e Austin, no Texas.
O investimento será aplicado ao desenvolvimento Linux por clientes, desenvolvedores e estudantes, embora a IBM não tenha elaborado como os fundos estarão disponíveis. A IBM espera contribuição de código em aplicativos como o OpenStack, um sistema de computação distribuída que lida com o processamento de grandes conjuntos de dados em uma rede de servidores.
Ao longo de mais de uma década a IBM já investiu milhões de dólares no desenvolvimento do Linux. Este novo anúncio segue a decisão da IBM, no mês passado, de abrir a arquitetura de seus processadores Power e licenciá-la a terceiros que queiram construir servidores e componentes baseados no processador. A IBM espera que o Linux torne o Power8 mais atraente para terceiros que queiram construir servidores baseados em arquiteturas diferentes da tradicional x86.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Aquisição do SoftLayer pela IBM

Mulher passa em frente a letreiro da IBM

Para fortalecer seus negócios em computação em nuvem, a IBM pagou estimados 2 bilhões de dólares pela empresa do ramo SoftLayer Technologies, que tem cerca de 21 mil clientes em seus 13 data centers nos Estados Unidos, Europa e Ásia. A aquisição pode ajudar a IBM a competir mais agressivamente com a Amazon.com, líder no serviço de computação em nuvem para pequenas e médias empresas.

terça-feira, 4 de junho de 2013

IBM comprará serviço de hospedagem de sites SoftLayerib

A International Business Machines (IBM) anunciou na terça-feira que vai adquirir a empresa de hospedagem de dados online SoftLayer Technologies e criar uma nova divisão para os clientes interessados em serviços de nuvem.

Os termos financeiros não foram divulgados, mas a Reuters informou em março que a IBM, entre outras companhias, estava em negociação para comprar a SoftLayer em um acordo que poderia chegar a 2 bilhões de dólares.

A SoftLayer, com sede em Dallas, foi fundada em 2005 e se tornou o que afirma ser o maior serviço de hospedagem de websites privado do mundo. A empresa fornece infraestrutura de nuvem aos seus 25.000 clientes, principalmente pequenos e médios negócios.


A SoftLayer ajudará a IBM a construir os serviços públicos e privados baseados em nuvem para os clientes. A IBM disse que esperava ganhar receita de 7 bilhões de dólares anualmente a partir de serviços de nuvem até o final de 2015.

Foi criada uma nova divisão chamada Serviços de Nuvem, que irá combinar a SoftLayer e as ofertas existentes da IBM em uma plataforma global.
A IBM disse que espera fechar o negócio no terceiro trimestre.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

IBM e Oracle anunciam chips RISC para servidores baseados em Unix


IBM e Oracle forneceram mais detalhes dos novos chips RISC baseados em Unix que estão construindo em conjunto para seus clientes de servidores.
De acordo com a IBM, seu Power7+ possui oito núcleos e o lançamento da tecnologia está previsto para antes do final do ano. A empres afirmou que ele está sendo fabricado em um processo de 32 nanômetros, em comparação com os 45 nanômetros do Power7. O processo mais avançado permite transistores menores, o que permite que ao chip comportar novos recursos, mantendo aproximadamente o mesmo tamanho.
A IBM usou parte do espaço extra para expandir o nível de memória de cache Level 3 para 80 MB. A versão anterior, Power7, tem 32 MB. Segundo Scott Taylor, porta-voz da IBM, o aumento de memória vai levar a um maior desempenho de crescimento para cargas de trabalho de scale-up.
Além disso, ele destacou o uso de um tipo de memória da IBM chamado embedded DRAM, que utiliza menos transistores em comparação com o SRAM. O Power7+ tem 2,1 bilhões de transistores, e poderia ter 5,4 bilhões se a IBM tivesse usado a tecnologia SRAM.
As funções adicionais incluem tecnologia para acelerar a criptografia de dados e outras tarefas de segurança. E o chip recebe o que a IBM denomina gerador de números aleatórios. Os números aleatórios são necessários para operações de segurança, e a fabricante diz que seu novo gerador de números pode frustrar os hackers que tentam prever qual será o próximo número.
A Oracle, por sua vez, também busca melhoria em seus processadores para software. Segundo a empresa, os clientes vão obter o melhor desempenho se eles estiverem dispostos a contar com um sistema inteiro rodando Oracle e executar o banco de dados e aplicativos em hardware Oracle.
A companhia afirmou que seu novo chip baseado em RISC, o T5, é um processador de 28 nanômetros. Quando a fabricante atualizou o T3 para o T4, reduziu pela metade a contagem de núcleos – de 16 para oito – a fim de melhorar o desempenho. O T5 voltou para 16 núcleos, cada um rodando até 3,6 GHz, em comparação com os 3GHz do T4.
Um dos objetivos da Oracle para o T5 era colocar os chips em até oito soquetes por servidor com uma escala perto de linear, detalhou Sebastian Turullols, porta-voz da Oracle. A fabricante acrescentou que os clientes que utilizarem o T5, em um sistema de oito soquetes, vão chegar perto do desempenho de oito processadores. Além disso, o T5 adiciona vários recursos para acelerar o agrupamento, que é importante para as grandes máquinas que a Oracle decidiu focar, como o Sparc SuperCluster. O T5 também inclui unidades de acelerador para criptografia de algoritmo “sem precedentes”, apontou Turullols, bem como um gerador de número aleatório.
A Oracle não disse quando o T5 será lançado, mas  ele não é esperado antes do final deste ano.
Via: iMasters