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quarta-feira, 27 de maio de 2015

20 anos de internet brasileira: 10 coisas que não deixam saudade


Já são 20 anos de internet comercial no Brasil, completados neste mês de maio. De lá para cá, muita coisa mudou; algumas destas mudanças deixaram saudades, mas uma boa parte não fizeram falta a ninguém.

Abaixo estão as coisas que foram tarde e não deixam saudades:

- Fragilidade da internet discadaVocê reclama da internet brasileira hoje? Você tem razão em fazer isso, mas as coisas já foram muito piores. Além do barulhinho para conectar (que é nostálgico, admitimos), as conexões via internet discada eram extremamente delicadas e poderiam cair a qualquer momento.

- Telefone ocupadoTudo o que foi dito no item acima se soma ao fato de que a internet discada ocupava o telefone, e tirá-lo do gancho era uma ameaça à integridade da internet.

- Esperar até meia-noite
O advento da internet no Brasil criou uma geração de corujões, acostumados a passar madrugadas acordados online. Isso porque muitos ficavam esperando a meia-noite para finalmente conectar-se pagando apenas um pulso telefônico, em vez de pagar por uma ligação longa e contínua normal. No sábado havia um refresco, com a regra do pulso único valendo a partir das 14h, e no domingo o dia era liberado, para alívio geral da nação.

- CDs de internetLembra quando você recebia CDs da AOL e UOL para conseguir entrar na internet? Havia gente que acumulava pilhas enormes com aqueles disquinhos, com o objetivo de se manter sempre online de forma gratuita para sempre, mas não tinha jeito.

Reprodução 

- Internet contratada por tempoOs CDs forneciam acesso limitado por tempo. Ou seja: você contratava, por exemplo, 300 minutos de internet, o que parece impensável e impraticável nos PCs modernos (embora aconteça algo parecido nos planos de internet móvel atualmente, com as franquias limitadíssimas em megabytes).

- Infinitos discadores instalados
Houve um momento na internet em que a febre foram os discadores gratuitos, que prometiam acesso grátis e o usuário só pagava o pulso telefônico. Foi aí que apareceram iG, NetGratuita, iTelefônica, iBest e tantos outros serviços similares. Claro que o usuário comum tinha todos eles instalados, ocupando espaço no HD e no desktop, fazendo o rodízio para o caso de a conexão com um deles falhar. E elas falhavam bastante.

- Buscadores pré-Google
Antes do boom do Google como buscador, várias empresas tentaram a sorte neste mercado, mas falharam por um motivo: o método arcaico de “catalogar” a internet. Antigamente, você precisava cadastrar seu site em serviços como o finado “Cadê?” para que alguém pudesse acha-lo em uma possível busca sobre um assunto relacionado. Não é preciso dizer que este método era bem pouco preciso, e a tecnologia do Google, com seu robô que vasculha as páginas da web automaticamente mudou a forma de pesquisar as coisas na internet.

Reprodução 
- E-mail com espaço limitadoLembra quando você precisava limpar frequentemente a sua caixa de entrada, ou não sobraria espaço para novas mensagens? Era muito comum serviços de e-mail que ofereceriam 2, 3, ou 5 megabytes de espaço para guardar a correspondência eletrônica. Já pensou se você precisasse resgatar uma mensagem importante e ela tivesse se perdido porque você foi obrigado a fazer uma limpa na sua caixa?

- Design dos sitesNos anos 1990 e início dos anos 2000, não havia webdesign. Na verdade, até havia, mas era tudo muito rudimentar. Hoje, visitar sites da idade da pedra digital que ainda resistem, como o do filme Space Jam, pode ser divertido e engraçado como documentação histórica, mas viver na web inteira daquela forma era um pesadelo de usabilidade.

Reprodução 

- Lentidão
É claro, a velocidade de 56 kbps é o que menos deixa saudades de todo este período. Baixar uma música levava horas, vídeos eram impensáveis, streaming era algo fora da realidade e tantas facilidades da internet moderna simplesmente eram incapazes de existir nos anos 1990 e início dos anos 2000. Só o fato de haver uma imagem no meio do texto poderia deixar o site mais pesado do que boa parte das conexões aguentava.



quinta-feira, 14 de maio de 2015

Steve Jobs precisou de 20 anos para entender o que Bill Gates já sabia

A história da tecnologia pessoal passa obrigatoriamente pelas histórias de Apple, Intel e Microsoft, e um livro recente pretende mostrar quais são os pontos semelhantes entre essas três empresas. Além disso, Strategy Rules, como foi intitulado o trabalho, traz à luz algumas curiosidades, como o fato de Steve Jobs ter levado duas décadas para perceber algo que Bill Gates havia entendido imediatamente.

Escrito pelos professores David B. Yoffie, da escola de negócios de Harvard, e Michael A. Cusumano, da escola de gerenciamento do MIT, o livro contém uma passagem sobre como essas companhias se deram bem ao compreender a dinâmica do mercado em que atuam e investir na construção de plataformas que conquistassem a indústria, em vez de pensar apenas em produtos.

O Windows era uma plataforma dessas desde o começo, sendo que o padrão de microprocessadores da Intel passaria a funcionar da mesma forma posteriormente; foi a Apple que enrolou mais. "Bill Gates pegou isso imediatamente", disse Yoffie ao New York Times. "Levou 10 anos até que Andye Grove (da Intel) descobrisse isso e 20 anos para Steve Jobs."

Apenas em outubro de 2003 a Apple lançou uma versão do iTunes para Windows, permitindo que donos de PC também pudessem comprar o iPod. Em junho de 2007, depois de muita resistência, Jobs anunciou que desenvolvedores de fora poderiam criar aplicativos para o iPhone, dando o pontapé inicial para a solidificação da App Store, hoje uma das principais lojas de aplicativos do mercado.

Esse pensamento norteou o setor tecnologia naquela geração e contaminou a seguinte, segundo os autores, que notaram semelhanças na forma de atuação de Larry Page, do Google, Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon) e Huateng Ma (Tencent).


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Dia da Informática: confira a história do computador e sua evolução

O Dia da Informática é celebrado em 15 de agosto e embora o PC faça, atualmente, parte do nosso cotidiano, essa realidade é bem recente. Há algumas décadas, os aparelhos eram somente calculadoras imensas, que ocupavam salas inteiras. Seu poder de processamento era inexistente se comparado com que temos nos dias de hoje em gadgets que levamos no bolso. Para comemorar, o TechTudo relembra a história e a evolução do computador  – em 70 anos, é incrível perceber o quanto essas máquinas mudaram o mundo.

Grande precursor da computação pessoal, o Apple I foi construído por Steve Wozniak em 1976 (Foto: Reprodução/Creative Commons)Grande precursor da computação pessoal, o Apple I foi construído por Steve Wozniak em 1976 (Foto: Reprodução/Creative Commons)

O início de tudo
 
Como em qualquer invenção, o primeiro computador teve sua origem em algo preexistente e que já trazia consigo alguns conceitos trabalhados por especialistas anos antes. Enquanto Alan Turing é conhecido por seu pioneirismo na ciência da computação, ou da programação em si, foi o engenheiro mecânico Charles Babbage que inventou o primeiro equipamento considerado um computador mecânico, ainda no século XIX.

1940 – Primeira geração
 
HP200A era um oscliador de áudio usado para criar efeitos sonoros no cinema (Foto: Reprodução/Creative Commons)HP200A era um oscliador de áudio usado para criar efeitos sonoros no cinema (Foto: Reprodução/Creative Commons)
 
Somente nos anos de 1940 que os computadores mecânicos rudimentares dão lugar de vez aos computadores de uso geral, que já usavam algoritmos simples para perfurar cartões e entregar resultados de cálculos complexos aos seus operadores. Nesse contexto, a fundação da HP é um marco, tendo apresentado seu popular Oscilador de Áudio HP200A, equipamento usado na indústria do cinema pela Disney para produzir efeitos sonoros.

A chamada “Primeira Geração” de computadores passa ainda por invenções como o Harvard Mark I, em 1944, usado pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial. Além do SSEC, lançado em 1948 pela IBM, capaz de calcular a posição da Lua utilizando sequência seletiva eletrônica – a máquina ficou famosa por ter sido usada para traçar a rota da Apollo em 1969.

1950 – Transistores
 
Primeiro computador de sucesso com transistores, o UNIVAC 1101 ocupava uma sala inteira (Foto: Reprodução/Creative Commons)Primeiro computador de sucesso com transistores, o UNIVAC 1101 ocupava uma sala inteira (Foto: Reprodução/Creative Commons)
 
A “Segunda Geração” dos computadores surgiu nos anos 1950 e teve como marca a chegada dos transistores. Com a nova tecnologia, finalmente o computador idealizado por Alan Turing poderia ser construído e comercializado – o destaque foi o UNIVAC 1101, um equipamento de 12 m de comprimento e 6,1 m de largura que usava 2700 tubos a vácuo para seus circuitos lógicos.

A máquina, considerada avançada na época, tinha 38 instruções e uma espécie de memória equivalente a 48 bits. Mais tarde, depois do lançamento de uma série de computadores eletrônicos nos EUA, Inglaterra e Japão, a IBM lança o IBM Strech, a primeira série de mainframes transistorizados da companhia
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1960 – Microprocessadores
 
Do tamanho de um frigobar, o DEC PDP-8 foi a máquina com microprocessador mais vendida dos anos 1960 (Foto: Reprodução/Creative Commons)Do tamanho de um frigobar, o DEC PDP-8 foi a máquina com microprocessador mais vendida dos anos 1960 (Foto: Reprodução/Creative Commons)
 
Algo como a “Era de Ouro” dos computadores, a década de 1960 trouxe para o mercado os primeiros microprocessadores. A lista começa com o DEC PDP-1, precursor da Terceira Geração, e passa pelo CDC 6600, o mais rápido da época e três vezes mais veloz que o Strech da IBM – ele conseguia realizar mais de 3 milhões de instruções por segundo.
Foi em 1965 que o computador finalmente saiu das grandes salas e se tornou portátil. O primeiro microcomputador vendido com sucesso no mercado foi o DEC PDP-8, um computador de 12 bits cujas dimensões se assemelhavam ao de um frigobar de hoje. A fabricante Digital Equipment Corporation – daí a sigla DEC – vendeu mais de 50 mil unidades naquele ano.

1970 – Microcomputadores

Graças ao pioneirismo do DEC PDP-8, a Quarta Geração de computadores, nos anos 1970, é conhecida pela avalanche de microcomputadores pessoais, começando pelo Kenback 1, anunciado na revista Sicentific American em 1971 e que custava US$ 7 mil. Três anos depois, Xerox lançou a primeira estação de trabalho pessoal baseada em microprocessador, e que já tinha entrada para mouse, o Scelbi SH.

Foi nessa década, em 1976, que surgiu o primeiro computador com processamento vetorial de sucesso comercial, construído por Steve Wozniak. Chamado de Cray I inicialmente, foi renomeado para Apple I com a fundação da empresa após a entrada de Steve Jobs – no ano seguinte, o Apple II foi um sucesso instantâneo.

1980 – Quinta Geração
 
O primeiro Macintosh foi também o pioneiro na interface gráfica em computadores pessoais (Foto: Reprodução/Creative Commons)O primeiro Macintosh foi também o pioneiro na interface gráfica em computadores pessoais (Foto: Reprodução/Creative Commons)
 
Com a popularização dos microprocessadores, a década de 1980 foi marcada pelos computadores pessoais, com IBM, Commodore e Compaq se juntando à Apple nesse mercado, o que levou a uma série de inovações. Foi em 1984, por exemplo, que a empresa de Jobs laçou o Macintosh, primeiro computador com interface gráfica vendido comercialmente.
 
A década também teve o primeiro computador pessoal a incorporar uma unidade de disco rígido com armazenamento ótico e linguagem orientada a objetos para simplificar a programação. Curiosamente, o “pai” do projeto também foi Steve Jobs, mas na NeXT, empresa que fundou após sua saída temporária da Apple em 1985.

1990 – Computadores pessoais
 
iMac inovou não só na tecnologia, mas também no design, usando plástico e azul Bondie (Foto: Reprodução/Creative Commons)iMac inovou não só na tecnologia, mas também no design, usando plástico e azul 'Bondie' (Foto: Reprodução/Creative Commons)
 
Foi na década de 1990 que os computadores pessoais se tornaram produto de massa. A Intel entrava no mercado com seu processador Pentium, em 1993, seguido pelo Pentium II, em 1997. A AMD também lançou seu primeiro Athlon no mercado em 1998, que rodava a incríveis 750 MHz.

A década também é conhecida pelos consoles de games com microprocessadores, como o Playstation, lançado pela Sony em 1995. No final da década, a Apple apresentou seu primeiro iMac, computador que unia todos os componentes ao monitor, resultando em um produto extremamente compacto para a época – foi o primeiro All-in-One.

2000 – Computação móvel
 
Revolução da insdústria de computação móvel, iPhone foi o grande marco da década de 2000 (Foto: Reprodução/Creative Commons)Revolução da insdústria de computação móvel, iPhone foi o grande marco da década de 2000 (Foto: Reprodução/Creative Commons)
 
Pode parecer recente para muitos, mas os anos 2000 já são história. Há 12 anos, a canadense RIM lançava o primeiro smartphone do mundo, chamado de Blackberry. O aparelho oferecia sistemas de e-mail e navegação na web, além de conexão móvel. Mas, apesar de todos os lançamentos importantes daquela década, ela será marcada pelo surgimento do iPhone.

Em 2007, Steve Jobs apresentou o aparelho em um keynote histórico durante a WWDC daquele ano. Era o primeiro smartphone com tela capacitiva sensível ao toque e com sistema operacional avançado, capaz de rodar aplicações complexas, como player de música com animações. Entra também nessa década o lançamento do iPad, em 2010, responsável pela criação de uma indústria inteira de tablets, assim como o iPhone fez com os smartphones.


Via: techtudo

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Quem criou o Ctrl + Alt + Del?


Já parou pra pensar quem inventou um dos atalhos mais salva-vidas do mundo?
Atire a primeira pedra aquele que nunca tentou resolver um problema no PC com um Ctrl + Alt + Del.

O atalho, muito popular entre os PCs desde a década de 1980, já salvou a vida de muita gente, principalmente naqueles momentos tensos em que tudo trava e a única opção é apertar os 3 botõezinhos.

Mas quem criou isso?

David Bradley é esse cara simpático aqui, tocando um teclado.
David Bradley é esse cara simpático aqui, tocando um teclado.
A combinação de teclas Ctrl+Alt+Del foi criada por David Bradley, em 1980.
Bradley foi um dos 12 funcionários envolvidos na criação do primeiro PC da IBM. Durante o desenvolvimento dos computadores, ele percebeu que seria necessário uma forma rápida de reiniciar a máquina quando ela travasse. A partir daí, criou o Ctrl + Alt + Del.
Originalmente, o atalho era Ctrl + Alt + Esc, mas acharam que a localização das teclas era muito próxima, podendo provocar problemas aos usuários. Sendo assim, o Esc foi substituído pelo Del, para garantir mais segurança aos usuários.
“Não imaginei que me tornaria um ícone cultural. Fiz muito mais coisas que o Ctrl+Alt+Delete, mas fiquei famoso por causa dele”, conta o simpático Bradley.

Em uma comemoração aos 20 anos do primeiro PC da IBM, Bradley disse:“Eu posso ter criado o código, mas foi o Bill Gates que lhe deu a fama”.
Tudo graças aos bug do Windows. #HUE

Curiosidade:
No Windows 1.0, 2.0 e 3.0, o Ctrl + Alt + Del reiniciava o computador imediatamente. Só no Windows 95, 98 e Me que o atalho passou a exibir o gerenciador de programas. Depois do Windows 2000, as 3 teclas ganharam outras funções, como exibir opções de logoff, troca de senha, gerenciador de tarefas e desligar computador.

Agora, toda vez que seu PC der aquela travada, agradeça ao senhor David Bradley pela criação do infalível Ctrl + Alt + Del

flw vlw




Via: garotasgeeks 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Reviva os anos 1990 com esses sites antigos, mas que ainda funcionam!

Lembra dos anos 1990? Foi uma época bem louca: o Mega Drive, da Sega, começou a ficar popular entre os jogadores da época e a Nintendo aproveitou o embalo da rival para lançar o Super NES. Também nos anos 90, a Sony lançou o primeiro PlayStation, algum tempo depois das rivais. 

O sistema operacional Windows atingiu o ápice da popularidade - ainda mais depois do lançamento do Windows 95. E o Linux foi oficialmente lançado. Foi nessa época também que a maioria das pessoas teve acesso, pela primeira vez, à toda a magia da "World Wide Web". A Internet passou por muita coisa desde então, mas você ainda pode visitar uma série de vestígios deixados por estes dias primordiais.

Enquanto ainda há um número irrelevante de sites pessoais e estudantis ​​ocupando espaço por aí, vamos nos concentrar naqueles que ainda funcionam e foram criados na época por grandes organizações que, agora, deveriam ser capazes de limpar sua bagunça digital.

1. You've Got Mail (Mensagem para Você)

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De volta a 1998, o maior estúdio de Hollywood achou que seria uma boa ideia fazer um filme baseado naquela notificação de e-mail recebida por assinantes do AOL (por isso o título). Isso soa como uma péssima ideia para mim, mas o longa, com Tom Hanks e Meg Ryan, acabou por gerar mais de 250 milhões de dólares. E é por isso que não me deixam fazer filmes!

Mas, talvez, parte do sucesso do filme deve-se a este site minimalista que traz as biografias dos personagens, comentários em áudio da diretora Nora Ephron, e até mesmo uma seção onde as pessoas relembram suas próprias aventuras românticas que foram desencadeados por e-mails! Ah, lá se vai o tempo inocente do romance online antes de todos esses assassinatos tomarem conta da rede...

2. Space Jam

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site promocional do filme Space Jam é outra página que a Warner Brothers permitiu que continuasse viva por mais tempo que a data de validade. A trilha sonora do filme é épica. O site de 1996 não é.

3. Eu Sou Jackie Chan

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Em 1999, a Random House publicou a autobiografia do astro da ação Jackie Chan, apropriadamente intitulada "Eu Sou Jackie Chan". O site promocional do livro inclui um quiz sobre o ator, a filmografia (que só vai até 1972 - você tem que comprar o livro para ler o resto), e uma seção que relata "as dores e desafios do Jackie" (ele deslocou a maçã do rosto ao fazer Supercop).

4. Site do Mark Zuckerberg no Angelfire (site de 1999)
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Enquanto tentamos limitar essa lista para sites dos anos 90 de grandes organizações, não poderíamos deixar de citar a página no Angelfire do adolescente Mark Zuckerberg.

Descoberto em abril do ano passado, o site se tornou viral e deu uma prévia do futuro titan Web que realmente gostava de Eminem e não tinha muitos amigos do sexo feminino. 

O site foi misteriosamente removido da Internet em algum momento nos últimos meses - visitantes são agora recebidos com um erro 404 dizendo que o site foi "removido permanentemente". Mas é claro que nada na Internet é eliminado totalmente (por isso você pode acessar um arquivo da página clicando aqui)! Cuidado com o que você posta online, crianças!


Via: IDGNow

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Pai da computação, Turing recebe o perdão real 59 anos após morrer

Alan Turing (Foto: AFP)
Alan Turing (Foto: AFP)
O matemático britânico Alan Turing (1912-1954), recebeu o perdão real 59 anos depois de morrer intoxicado por cianeto, decorrência de um processo de castração química ao qual foi condenado pelo Reino Unido em 1952 por ser assumidamente homossexual –o que, à época, era ilegal.
O perdão foi garantido pela Prerrogativa Real de Compaixão, depois de um pedido do ministro da Justiça, Chris Grayling, para quem a atuação de Turing salvou milhares de vidas.
O perdão vale a partir desta terça-feira (24). “Turing merece ser lembrado e reconhecido pela sua fantástica contribuição aos esforços de guerra e por seu legado à ciência. Um perdão da Rainha é um tributo apropriado a esse homem excepcional”, escreveu Grayling, em nota.
A morte de Turing foi classifica a época como suicídio, mas estudiosos e biógrafos concluíram que o matemático faleceu de intoxicação devido aos remédios que tomava para cumprir sua pena.
Turing foi pioneiro em códigos da computação. Trabalhou no serviço secreto britânico em Bletchley Park, para auxiliar os Aliados durante a Segunda Guerra Mundial a desvendar as mensagens cifradas trocadas entre a marinha alemã. Apesar disso, Turing foi durante sua vida um grande desconhecido para o grande público, já que seu trabalho foi mantido em segredo até 1974.
Algumas das contribuições de Turing para o estudo da criptografia permaneceram secretas por 70 anos e só foram reveladas em 2012 pelo governo britânico.
Os documentos continham anotações escritas à mão pelo matemático explicando das aplicações probabilísticas para cifrar mensagens e uma tese estatística das repetições.
A homossexualidade só foi descriminalizada no Reino Unido em 1967, mas mesmo assim Turing não foi perdoado. O indulto já havia sido pedido anteriormente. Em 2012, onze cientistas britânicos, entre eles Stephen Hawking, solicitaram o perdão real, mas não foram atendidos.
Em 2009, o então primeiro-ministro britânico Gordon Brown, pediu desculpas póstumas ao criptógrafo. Ainda assim, o perdão não saiu.
Em fevereiro de 2011, uma petição on-line reuniu 23 mil assinaturas para que Turing fosse perdoado. O governo de David Cameron não concedeu o perdão. Na época, o ministério da Justiça afirmou que era “inapropriado” perdoar “o que foi devidamente condenado pelo que então era um delito”.
Via: G1

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple
A maçã da Apple costuma representar status para muitas pessoas. Portar um iPhone, um iPad ou qualquer outro produto da marca é motivo de orgulho para os fãs, que idolatram qualquer lançamento da empresa fundada por Steve Jobs.

Mas nem só de acertos vive a Apple. Assim como qualquer outra companhia de grande porte, as falhas fazem parte de um processo de crescimento e servem como aprendizado para amadurecer o futuro. Mas isso não apaga o passado, certo?

Portanto, usamos nossa máquina do tempo para fazer uma retrospectiva e mostrar alguns produtos bastante curiosos da Apple que não exatamente deram certo. Por mais que eles tenham trazido propostas interessantes e alinhadas com o mercado em suas respectivas épocas, o adjetivo “bizarro” falou mais alto e deixou essas ideias enterradas na história. Vamos desenterrar um pouco disso?

1. Mouses bonitos e diferentes, porém bizarros

 

É preciso reconhecer que os mouses da Apple sempre se esforçaram ao máximo para oferecer uma anatomia diferente aos usuários ao mesmo tempo em que traziam um design arrojado.

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple

Mas será que ser tão “excêntrico” assim é ser funcional? Não exatamente. Na atualidade, os mouses da Apple são ótimos, mas eles já foram parecidos com uma rosquinha do Dunkin’ Donuts, um retângulo insosso e um “ovo” aumentado.

Consagrados pelo aspecto sóbrio e objetivo, esses mouses são muito queridos entre os fãs da marca, mas cá entre nós: eles não são “universais” e podem gerar estranheza a um usuário qualquer.

2. O Newton que não foi gênio

 

O Newton da Apple não foi lá um fracasso, tanto que durou de 1987 a 1998, mas a ideia poderia ter vingado de outra forma em vez de morrer na praia.

Uma espécie de ancestral remoto do iPad, o Newton foi apresentado pela Apple como um assistente pessoal digital (PDA) e deveria ajudar o usuário a organizar, armazenar e consultar informações que precisasse ter sempre à mão. A companhia gastou a bagatela de US$ 100 milhões no desenvolvimento e no lançamento do produto, que foi um fracasso comercial.

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple

O aparelho era grandalhão e meio desajeitado, dependendo de um sistema precário de reconhecimento de escrita. A carga das baterias durava pouco e não havia um número significativo de aplicativos que pudessem ser instalados nele. São erros que a Apple só corrigiria em 2007 ao lançar o bem-sucedido iPhone, que cumpriu e superou o que o Newton havia prometido duas décadas antes.

3. O QuickTake: será que foi uma boa ideia tentar entrar no ramo de câmeras digitais, Apple?

 

Está certo que o mercado de câmeras digitais não era tão desenvolvido na época em que a máquina QuickTake foi lançada, em 1994, mas será que ela precisava custar “meros” US$ 749? E isso por uma resolução de 640x480!

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple

A estética da máquina até que não era enfadonha e entregava um formato bastante tradicional, mas convenhamos: seria difícil se destacar num mercado dominado por Kodak e Fuji.

No quesito compatibilidade, a QuickTake também saiu atrás: ela funcionava apenas em Macs. Por essas e outras, a ideia da Apple não vingou.

4. Pippin, o video game que veio para não ficar

 

Esse patinho feio dos anos 90 é uma framboesa bem conhecida entre os gamers. A Apple nunca pretendeu lançar o Pippin por conta própria. Em vez disso, destinou a licenciar a tecnologia para terceiros. A Bandai estava analisando sua entrada no mercado de video games e escolheu o Pippin como plataforma. Só que uma inexperiente Apple – no ramo de video games, é claro – estava conduzindo todo o processo financeiramente.

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple

O mercado era dominado por consoles como Sega Saturn, PlayStation, Nintendo 64 e PC. Além disso, poucos jogos foram lançados para a plataforma do Pippin, sendo que a única publisher importante de jogos foi a própria Bandai.

Outro fator que pesou contra a Apple foi o vaidoso preço de US$ 599 que ela cobrava pelo Pippin no lançamento. O resultado não poderia ser menos desastroso: foram fabricados aproximadamente 100 mil Pippins, dos quais apenas  42 mil unidades foram comercializadas em escala mundial.

5. Macintosh TV: computador e TV precários

 

O Macintosh TV é uma espécie de precursor do Apple TV de hoje. E será que foi uma boa ideia da empresa de Steve Jobs? Longe disso.

Buscando aliar computador e televisão num mesmo aparelho, o Macintosh TV pecou em aspectos técnicos amadores. Era possível trabalhar e assistir à televisão numa janela separada? Não. Eram duas tarefas independentes num mesmo produto, que não conseguiu acertar na combinação.

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple

Capturas em alta resolução? Pode esquecer. A resolução máxima do Macintosh TV era VGA. E sabe qual era o “precinho” que a Apple cobrava pelo produto “de ponta”? Cerca de US$ 2 mil. Acho que nem é preciso descrever mais o porquê do fracasso do Macintosh TV.

6. Power Mac G4 Cube, a máquina de lavar roupas, quer dizer, CPU gigante


Como hoje o quesito design é importantíssimo no momento de decidir uma compra, o extinto G4 Cube, da Apple, talvez fizesse algum sucesso em função de sua estética robusta e quadradona. Qualquer eletrônico atual não deixa de ser também um objeto de decoração – mas ele precisa trazer funcionalidades atraentes também.

O G4 Cube era mais limitado que o Power Mac G4, que também fazia parte do catálogo da Apple, e custava US$ 200 a mais.

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple

Os interessados eram obrigados a comprar um monitor separado para a utilização do G4 Cube.  Como o computador chegou ao mercado num momento em que a indústria de hardware começou a avançar na velocidade da luz, acabou ficando obsoleto rapidamente.
Não demorou, portanto, para que os usuários começassem a enxergar o G4 Cube como um objeto fraco e caro pelo que ele oferecia. O entusiasmo esfriou, e a Apple descontinuou a fabricação do produto apenas um ano após seu lançamento.


Talvez uma máquina de lavar roupas, que é o aspecto que o G4 Cube tem, desse mais certo.

7. Aniversário de 20 anos! E que presente de mau gosto...

 

No final da década de 1990, a Apple lançou, para celebrar seus 20 anos de existência, uma versão comemorativa do Macintosh com design diferenciado. Mas o mau gosto no design e o onerado valor de US$ 9 mil pelo produto assustaram até mesmo os mais devotos fãs da empresa de Steve Jobs.

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple

Trata-se de um pequeno micro com tela de 12 polegadas e configuração bastante comum para a época, inclusive a resolução de 800x600. Se por um lado o design se mostrou arrojado, por outro as funcionalidades não responderam à altura. Com cerca de US$ 2 mil, era possível adquirir um computador muito melhor nos EUA.

A Apple chegou a reduzir o preço logo após o lançamento e persistiu no produto por um tempo, mas a falta de interesse do público fez com que o computador especial dos 20 anos de existência da marca morresse rapidamente. Estima-se que apenas 12 mil unidades do micro foram vendidas em cinco países.

8. Macintosh Portable – o “Pense Bem” que pensou mal

 

Alguém aí se lembra do jurássico “Pense Bem”, computador educativo de perguntas e respostas? Bem, o Macintosh Portable nada tinha a ver com ele, a não ser pelo visual, sutilmente parecido. Só que o projeto foi uma má ideia da Apple.

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple

A começar pelo preço: US$ 12 mil! E isso em 1989. As falhas técnicas em hardware comprometeram o Macintosh Portable antes da hora. As baterias, por exemplo, não podiam descarregar totalmente. Se isso acontecesse, elas eram danificadas e poderiam ser prejudiciais ao funcionamento do produto. Ou seja: o usuário tinha de ficar eternamente preocupado com a carga delas. Triste, não?

Para piorar, o Macintosh Portable não podia ser usado enquanto estivesse sendo recarregado na tomada. A cereja no bolo fica por conta do peso: 7,2 kg por uma bomba dessa! O aparelho, além de tudo, era lento e não responsivo.

Recordar é viver! E você, se lembra de algum produto obscuro da Apple que não foi listado aqui?

Via: Tecmundo