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terça-feira, 29 de agosto de 2017

YouTube anuncia novos recursos para melhorar a experiência dos usuários

O YouTube anunciou nesta terça-feira (29) novos recursos que chegarão nos próximos meses para usuários da versão aplicativo e desktop. Segundo Neal Mohan, Chief Product Officer, "quando tudo estiver pronto", a plataforma oferecerá "um novo nível de funcionalidade e um visual mais consistente" nas experiências para computadores e dispositivos móveis. 
Entre os recursos, que serão entregues na versão aplicativo, está a inclusão de gestos. Desde o início do ano, usuários que quiserem avançar ou retroceder 10 segundos um vídeo na plataforma podem fazê-lo ao tocar duas vezes no lado esquerdo ou direito de um vídeo. Nos próximos meses, será testado um recurso que permite alternar entre os vídeos apenas deslizando para a esquerda para assistir o vídeo anterior ou deslizar para a direita para assistir o próximo.
Outro recurso que o YouTube trabalha visa melhorar a exibição dos vídeos. Em breve, o formato do player mudará automaticamente com base no formato do vídeo que você assistir, seja vertical, quadrado ou horizontal. "Isso significa que você terá sempre a melhor experiência de visualização, incluindo vídeos verticais sem faixas pretas nas laterais", ressalta Mohan.
A partir de agora, usuários também conseguirão ver uma série de vídeos sugeridos enquanto assiste outro vídeo em tela cheia. Da mesma forma, é possível acelerar e desacelerar a velocidade de reprodução dos vídeos no aplicativo, assim como já era possível fazê-lo no computador. 
Quanto ao design, um novo cabeçalho branco dá mais destaque ao conteúdo e as guias de navegação aparecem na parte inferior do aplicativo, ficando assim mais próximas dos polegares. Novas guias "Biblioteca" e "Conta", que oferecem um acesso mais rápido ao que você procura, foram adicionadas.
 
O logotipo e o ícone do YouTube também foram atualizados, agora o ícone vermelho do player aparece em frente ao nome da marca.


Via: idgnow

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Nasceu entre 1977 e 1983? Nem Geração X nem millennial.

O Nokia 3310, o celular de uma geração.Talvez você se sinta velho demais para ser um millennial. Não teve celular até entrar na universidade, por exemplo, e pode ser até que tenha filhos. Não está na condição de ser chamado de geração do futuro. Mas, ao mesmo tempo, a Geração X é muito distante para você. O grunge era algo que os seus irmãos mais velhos escutavam e você conhece Winona Ryder mais por Stranger Things do que Caindo na Real.
Nesse caso, é possível que você seja um xennial. Tranquilo, não é um insulto. Acho. O termo, que mescla o X com o final da palavra millennial, aparece pela primeira vez em um artigo do site Good, publicado em 2014. Ali era definido como “uma microgeração que funciona como ponte entre o descontentamento da Geração X e o alegre otimismo dos millennials”, mas “sem estar tão irritados como a Geração X e nem tão seguros como os millennials”.
Se virou popular nas últimas semanas foi graças a um meme muito compartilhado no Twitter e no Facebook. Segundo esse texto, com o qual muitos se identificam, estas são as quatro características desta geração divisora de águas. Note-se o convite à nostalgia que fica claro ao mencionar a trilogia Star Wars, enfatizando que é a “original”. Ou seja, a boa.
Talvez o traço mais característico seja o terceiro: como diz o jornalista Michael Harris em seu livro The End of Absence, somos a última geração que se lembrará de como era a vida antes da Internet. Dan Woodman, sociólogo da Universidade de Melbourne, concorda e explica a EL PAÍS por email que o termo xennial tem sentido quando se fala das experiências digitais, que são similares para os millennials mais velhos e para os geração-x mais jovens.
Woodman, aliás, se transformou de forma acidental no sociólogo oficial dos xennials. O site Mamamia o entrevistou na semana passada em um artigo sobre o tema, mas outros órgãos da mídia passaram a atribuir-lhe o mérito de ter cunhado a palavra: “Inventaram isso”, queixa-se; “Fala-se do termo na Internet há uns quatro anos".
O que é um xennial?
- Uma microgeração nascida no limite entre a Geração X e os millennials.
- Ou seja, entre 1977 e 1983 (quando estreou a trilogia original de Star Wars).
- Os xennials viveram uma infância analógica e uma idade adulta digital.
- Possuem tanto o cinismo da Geração X como o otimismo e dinamismo dos millennials.

Os últimos a telefonar para o fixo dos amigos

Nós, xennials, vivemos muitos anos sem Internet. Não havia Tinder e tínhamos de ligar para o telefone fixo da pessoa de quem gostássemos para convidá-la a ir ao cinema, confiando em que seu pai ou sua mãe atendessem. Compramos discos porque era a única forma de escutar a música que queríamos quando queríamos. E saíamos de casa sem celular e sem que ninguém nos pudesse avisar de que chegaria tarde.
Mas também começamos a usar a Internet e o telefone (talvez um Nokia 3310 sem conexão com Internet) na escola ou na universidade, o que foi suficiente para que, ao começar a trabalhar, algum chefe nos dissesse algo como “você sabe como é isso da Internet, não?”, antes de nos pedir que lhe abríssemos uma conta de email no Hotmail.
“Há vivências comuns. E uma das diferenças entre gerações pode ser o acesso aos instrumentos tecnológicos, que proporcionam um contexto vivencial comum”, explica a EL PAÍS Almudena Moreno, socióloga da Univesdidade de Valladolid e coautora do Relatório da Juventude na Espanha 2012. Esse contexto também influi em como nos relacionamos com os demais.

O que é uma geração?

De todas as formas, tanto Moreno como Woodman são críticos dessas generalizações. Os novos rótulos são criados para tentar explicar “mudanças demográficas ou de valores”, explica Woodman. No entanto, não há critérios claros “para saber o que define uma geração e, na minha opinião, ficar de acordo nisso é pouco provável”.
Moreno recorda que os jovens “são um coletivo muito heterogêneo” e é muito difícil definir a todos com os mesmos adjetivos. “Parece que só se faz isso para lhes vender produtos, e que colocar um rótulo seja como imprimir-lhes um preço”.
Na realidade, a criação desse rótulo divisor de águas responde em grande medida à insatisfação de muita gente com os defeitos dos outros dois rótulos, a Geração X e a dos millennials. Como já tínhamos escrito em EL PAÍS, colocar num mesmo saco todos os nascidos entre 1982 e 2004 pode ser um erro em muitos casos, por se tratar de um grupo muito amplo, com experiências muito diversas. “Nenhuma geração tem uma série homogênea de crenças e valores”, explica Woodman, que acrescenta que há muitas diferenças entre as experiências dos membros de uma mesma geração e entre jovens de diferentes países, por mais que nos empenhemos em importar termos norte-americanos.
Além do mais, a diferença entre as gerações “nunca será absoluta” e é bem possível que um millennial nascido em 1982 tenha mais em comum com um geração-x nascido em 1979 do que com um millennial que nasceu em 1992
Ou seja, embora se possa falar de mudanças geracionais, “cada geração se sobreporá à anterior e à posterior, e não são radicalmente distantes umas às outras”. Disso tampouco se livra a definição de xennial, mesmo se apresentada como divisora de águas: uma pessoa nascida em 31 de dezembro de 1976 já não pode sentir-se identificada com esse rótulo?

Ninguém quer ser millennial

Não há rótulos somente para os millennials mais velhos. Também para os mais jovens: muitos consideram que os últimos millennials são os nascidos em 1993 e a partir de então deve-se falar de Geração Z, como menciona este artigo do The New York Times, que os define como trabalhadores e preocupados com o futuro.
Resumindo: ninguém quer ser millennial. O rótulo, que por si só é muito discutível, provoca rejeição: somente 40% dos norte-americanos inseridos na categoria se sentem parte dela, segundo o instituto de pesquisas sociológicas Pew Research. De fato, 33% se consideram parte da Geração X (imagino que muitos agora se sentirão xennials). Isto é compreensível se levarmos em conta que a maioria dos qualificativos que lhes são dedicados são (injustamente) negativos: “Egoístas, preguiçosos, nem-nens....”, enumera Moreno. “São adjetivos que não correspondem à realidade”. Em sua opinião, estão relacionados com uma lógica de mercado na qual se quer fomentar o individualismo e acusar os jovens de não serem capazes de resolver problemas que, com frequência, herdaram de gerações anteriores.

Isto não quer dizer que esses termos não tenham nenhum valor. Como explica Woodman, parafraseando José Ortega y Gasset, “somos formados pelo tempo em que vivemos”, especialmente pelas experiências de nossa juventude, “que determinam nossas vidas e podem criar novos movimentos políticos”.

Via: MSN

terça-feira, 30 de maio de 2017

Os nerds e os geeks de hoje são uma vergonha alheia!

Geek. Fonte: https://static.vecteezy.com/system/resources/previews/000/095/272/non_2x/simple-geek-vector.jpg
Quando eu estava no Ensino Fundamental, ser chamado de nerd era uma verdadeira ofensa. Hoje, porém, ser considerado nerd ou geek está na moda e muitas pessoas se esforçam para ser um. Infelizmente, como sempre ocorre com coisas desse tipo, aumentamos a quantidade e diminuímos a qualidade: os nerds e geeks de hoje nem chegam perto daquilo que, um dia, esse termo quis significar.
Há muita discussão acerca da diferença entre nerd e geek. Segundo matéria do Olhar Digital, podemos caracterizar um nerd como alguém que possui “interesse extremo e obsessivo com livros e estudos, introversão, dificuldade para se relacionar socialmente; e diversas habilidades mais desenvolvidas devido ao gosto por games, filmes, ciência e computadores” e um geek como uma pessoa que possui “interesses e estilos de vida mais específicos e se tornam experts naquilo que gostam… Seus gostos pessoais incluem videogames, filmes, colecionar objetos, paixão por gadgets e tecnologia, computação, códigos, hacks, música eletrônica, entre outros”.
Assim, podemos concluir que um geek é um nerd mais centrado em algum assunto. Atualmente, é comum associarmos o termo geek a alguém fissurado em tecnologia e o termo nerd a alguém mais voltado em “cultura alternativa”.
Aí está o problema: Hoje, qualquer pessoa que tenha um iPhone e saiba alguns truques secretos de aplicativos como Instagram, Snapchat ou WhatsApp já é considerado um geek; para ser um nerd de carteirinha, basta ter assistido a todos os filmes de Star Wars, ter um bonequinho do Darth Vader e um sabre de luz, ter lido todos os volumes de Game of Thrones, de Senhor dos Anéis e, pasmem, até de Harry Potter, bem como ter assistido a todos os filmes da Marvel.
O que estamos vendo é que os assim chamados nerds e geeks de hoje em dia nada mais são do que entusiastas de uma cultura específica e, como tal, alimentam uma indústria bilionária. Claro que não tenho nada contra esses gostos, mas nessa transformação, um aspecto muito importante da definição de nerd ou de geek ficou para trás: os estudos.
Pergunte a um nerd com sabre de luz e bonequinho do Darth Vader a diferença entre um autovetor e um autovalor e ele vai achar que você está falando grego. Peça para um geek que sabe tudo de iPhone explicar as camadas do modelo OSI e ele achará que você está falando de coisas de outros mundo.
Pergunte a um geek descolado de iPhone o que ele acha sobre Linux e ele vai mostrar pavor. Para ele, Linux só em servidores e olhe lá. Qualquer coisa que lembre uma linha de comandos é algo abominável que já deveria ter sido extinta há séculos.
Portanto, os nerds e geeks de hoje em dia apenas ostentam o título daquilo que, antes, era um estado de vergonha. Eles não possuem um grande interesse em estudar Matemática e Física, nem em conhecer as minúcias da informática e da eletrônica. São posers, como diz outra gíria. Verdadeiros nerds são raros hoje em dia.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Menor smartphone do mundo tem tela de 2,4" e roda o Android mais recente

menor smartphone do mundo deve se tornar uma realidade em muito pouco tempo. Batizado de Jelly, ele tem uma tela TFT LCD de apenas 2,4 polegadas e roda o Android 7 Nougat, versão mais recente do sistema do Google. O celular é fabricado pela empresa Unihertz, mas por enquanto não será encontrado em nenhuma loja famosa. Em vez disso, a companhia apostou em uma campanha no site de financiamento coletivo Kickstarter para viabilizar a produção do telefone.

Jelly é o menor smartphone do mundo (Foto: Divulgação/Kickstarter)



lém da pequena tela sensível ao toque, a ficha técnica do smartphone inclui processador quad-core de 1,1 GHz, memória RAM de 1 GB e armazenamento de 8 GB. O modelo Pro, mais parrudo, conta com o dobro de memória e espaço interno.

O Jelly é vendido nas cores azul, branco e preto.De acordo com seus desenvolvedores, o telefone não é focado em mercados emergentes e também não tem a pretensão de trazer de volta a antiga moda de celulares minúsculos, comum no início dos anos 2000. Seu objetivo é ser um smartphone secundário ou para uso na prática de exercícios físicos.

O jogo de câmeras é composto por um sensor traseiro de 8 megapixels e um frontal de 2 MP para selfies. A bateria removível tem capacidade para 950 mAh – o que, segundo a fabricante, consegue durar até três dias contínuos. Ao retirar a bateria, o usuário encontra três slots: dois para os cartão SIM no padrão Nano (função dual chip), e um último para o cartão de memória microSD de até 32 GB. Para finalizar a ficha técnica, o menor smartphone do mundo traz GPS, giroscópio e compatibilidade com redes 4G.

Como suas dimensões são bem pequenas, o celular não pesa tanto e cabe até naqueles bolsos de moeda presentes em calças jeans. Também é fácil encaixá-lo em braçadeiras para a prática de corrida, caminhada e outros exercícios sem ser incomodado pelo peso e tamanho de um smartphone convencional.

Jelly será vendido em três cores: branco, azul e preto (Foto: Divulgação/Kickstarter)




A meta inicial da campanha era arrecadar US$ 30 mil (cerca de R$ 95 mil), valor que foi alcançado logo no primeiro. Até a publicação dessa matéria já havia sido arrecadado pouco mais de US$ 154 mil (R$ 488 mil) e ainda faltam 34 dias para o fim da campanha. Para adquirir um Jelly antecipadamente, é preciso contribuir com US$ 69 (aproximadamente R$ 217, sem taxas e impostos). O Jelly Pro custa US$ 95 (cerca de R$ 299).

O Jelly deve chegar aos compradores em agosto de 2017 e pode ser enviado para o mundo todo, inclusive para o Brasil. Ele poderia fazer parte da categoria de microcelulares, telefones extremamente pequenos e que fazem sucesso nos presídios do país.







quinta-feira, 4 de maio de 2017

Pentágono ainda utiliza Windows 95


O Pentágono, departamento de defesa de uma das nações mais poderosas do mundo, os Estados Unidos, ainda utiliza em seus sistemas de controle, o Windows 95, uma das versões mais antigas do sistema da Microsoft. Em entrevista ao Defense One, Daryl Haegley, um dos responsáveis pela gestão dos sistemas eletrônicos do Pentágono, disse que 75% dos computadores utilizam alguma versão desatualizada do Windows, como o XP, 98 e até o 95, que teve o suporte encerrado em 2001. 


Haegley diz que esses computadores com sistemas antigos estão conectados à rede interna e não têm acesso a internet, o que minimiza os riscos de ataque. O Pentágono chegou a anunciar no fim do ano passado uma espécie de programa de recompensa para quem encontrar bugs ou falhas de segurança na plataforma do Departamento de Defesa. Além do Pentágono, 15 outras instalações militares do Departamento de Defesa estão utilizando sistemas ultradesatualizados.

Os planos é que a base de computadores seja atualizada para o Windows 10 ainda este ano.


Via: hardware

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Dez anos do iPhone: veja o que mudou do original até o 7

Há exatos 10 anos Steve Jobs anunciava o primeiro iPhone. A apresentação, feita em 9 de janeiro de 2007, na MacWorld, mostrava um celular completamente diferente do que já tinha sido visto até então. Abandonando o teclado físico, o aparelho da Apple introduziu a tela sensível ao toque ao mundo, incorporou um sistema operacional sofisticado e mudou para sempre a maneira como interagimos com os smartphones.

O iPhone original só chegou às prateleiras no dia 29 de junho daquele ano, quase seis meses após o evento de apresentação. De lá para cá, a Apple já lançou mais 14 modelos, incluindo os atuais iPhone 7 e 7 Plus, além de inúmeras versões do iOS. Relembre o primeiro smartphone e veja o que mudou para o iPhone 7.

steve-jobs-apresenta-iphone (Foto: Divulgação)
Steve Jobs anuncia primeiro iPhone na MacWorld 2007 (Foto: Divulgação/Apple)

Sem dúvida um dos aspectos mais marcantes que o iPhone trouxe foi a eliminação do teclado físico. O componente foi retirado porque, segundo Steve Jobs, impedia o desenvolvimento de uma interface de usuário realmente inteligente. Para mostrar como os smartphones da época não eram tão smart assim, o então CEO colocou holofotes sobre o Motorola Q, BlackBerry, Palm Treo e Nokia E62, destacando o teclado como um ponto fraco desses dispositivos.
“Todos eles têm esses botões de controle que são fixos em plástico e são os mesmos para cada aplicação. Bem, cada aplicativo quer uma interface de usuário ligeiramente diferente, um conjunto de botões ligeiramente otimizado, apenas para ele. E o que acontece se você pensar em uma grande ideia daqui a seis meses? Você não pode adicionar um botão a essas coisas. Eles já foram enviados”, disse Jobs.
A solução, como sabemos hoje, foi o desenvolvimento de um display de 3,5 polegadas – enorme para 2007 – com capacidade touch. Já existiam telas sensíveis ao toque, mas o salto da Apple foi projetar a interação pelo dedo, e não com uma caneta stylus. “Quem quer uma stylus? Você tem que pegá-la e colocá-la de lado, e você perde ela. Ninguém quer uma stylus. Então vamos não usar uma stylus”, ironizou o co-fundador da Apple.
Apple desconsiderou introduzir caneta stylus (Foto: Reprodução/YouTube)Apple desconsiderou introduzir caneta stylus (Foto: Reprodução/YouTube)
Tudo isso foi feito para permitir a interação do usuário com um software sofisticado e fácil de usar. O sistema operacional que cumpria esse objetivo foi apresentado como OS X, que chegaria ao mercado já como iOS. A primeira versão do sistema trazia a mesma home screen usada até hoje pela companhia, com os aplicativos organizados em páginas. “Aplicativos do nível do desktop, não as coisas estropiadas que você encontra na maioria dos telefones”, usando as palavras do CEO.
Mas não pense que em 2007 havia uma variedade de aplicações. O primeiro iPhone trazia apenas 15 aplicativos pré-instalados, incluindo calculadora, player de vídeo, previsão de tempo e o app de mapas, alimentado pelo Google. A App Store só surgiria um ano depois,  em 2008.
Tela do primeiro iOS, apresentado como OS X (Foto: Reprodução/YouTube)Tela do primeiro iOS, apresentado como OS X (Foto: Reprodução/YouTube)
O iPhone aprendeu com o iPod e também permitiu sincronizar mídia com o PC ou Mac via iTunes. O conteúdo não ficou restrito às músicas: contatos, calendários, fotos, anotações, favoritos de seu navegador web, contas de e-mail, tudo podia ser enviado do computador direto para o iPhone.
A câmera de 2 megapixels na traseira – a única do aparelho – foi exibida com grande entusiasmo, embora para os padrões atuais ela seja desanimadora. Além da baixa resolução, o componente não gravava vídeo ou tinha qualquer recurso extra.
O armazenamento interno podia ser de 4, 8 ou 16 GB. Não havia entrada para cartão de memória, linha seguida pela Apple até os dias atuais. O primeiro iPhone era equipado com o processador ARM 11, de 412 MHz, e se conectava à Internet pelas redes 2G e Wi-Fi. Além disso, ele tinha conectividade Bluetooth 2.0, USB 2.0 e um conector para iPod de 30 pinos. O topo exibia a saída de áudio 3,5 mm, que foi retirada no iPhone 7 e causou polêmica.
Design mudou o mercado de smartphones
Além das inovações funcionais trazidas, o iPhone se consolidou como um enorme sucesso, em grande parte, pelo seu apelo visual. O corpo elegante e finíssimo para a época, com 11,6 mm de espessura, fizeram do aparelho um objeto de desejo. Os cantos arredondados, o acabamento em metal, o revestimento da tela com Gorilla Glass, tudo fez com que ele rompesse com padrões estéticos e inaugurasse uma nova era em termos de design de smartphones.
Design do primeiro iPhone mudou estética dos smartphones (Foto: Divulgação/Apple)Design do primeiro iPhone mudou os padrões estéticos dos smartphones (Foto: Divulgação/Apple)
O primeiro iPhone foi descontinuado em 2013, ano de lançamento do iPhone 5C e 5S, e sequer chegou a ser vendido no Brasil. Nos Estados Unidos, a versão de 4 GB de memória teve preço inicial de US$ 499 (cerca de R$ 1.600 em conversão direta).
Dez anos depois: iPhone 7
Lançar um produto revolucionário por ano é uma tarefa bastante difícil, para não dizer impossível. Dez anos após o primeiro iPhone, a Apple tem sido frequentemente criticada por não trazer inovações que realmente rompam paradigmas, mas a verdade é que nenhuma outra fabricante tem cumprido esse papel.
Os iPhones 7 e 7 Plus podem ser entendidos como um reflexo disso: aparelhos poderosos, bonitos e com recursos novos, mas que não mudam a abordagem tal como o primeiro celular da maçã.
Os atuais modelos foram anunciados no dia 7 de setembro de 2016 e chegaram ao Brasil no dia 11 de novembro. Os preços de lançamento do iPhone 7 foram de R$ 3.499 para a versão de 32 GB, de R$ 3.899 para a de 128 GB e R$ 4.299 para o modelo de 256 GB. Já o iPhone 7 Plus chegou por R$ 4.099 (32 GB), R$ 4.499 (128 GB) e R$ 4.899 (256 GB).
A controversa retirada da saída de áudio para fones de ouvido tradicionais acabou marcando o lançamento dos novos modelos. No iPhone 7 só existe a conexão Lightning, o que torna impossível recarregar o aparelho e ouvir música simultaneamente. A solução é a compra de acessórios, como fones de ouvido Bluetooth e adaptadores, o que implica em gastos extras.
iPhone 7 não tem entrada analógica para fone de ouvido (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)iPhone 7 não tem entrada analógica para fone de ouvido (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Novidades bem-vindas
É claro que a geração atual trouxe características que agradaram. Os iPhones 7 e 7 Plus são os primeiros da Apple com certificação IP67, o que os torna resistente à água. Ambos podem ser mergulhados até 1 metro, por até 30 minutos, além de terem proteção contra poeira.
iPhones 7, atual smartphone da Apple (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)iPhones 7 é o último smartphone lançado pela Apple (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

Outro aspecto positivo é a presença de uma câmera dupla na traseira do 7 Plus. As duas têm 12 megapixels, sendo que uma traz lente grande-angular e outra vem com uma teleobjetiva. O par de câmeras permite zoom óptico de 2x, além de zoom digital de 10x.
Para efeito comparativo, a câmera simples do iPhone 7, que também tem 12 megapixels, consegue apenas zoom digital de 5x. Recursos como gravação de vídeo 4K, fotos panorâmicas, HDR, controle de exposição, flash LED nem sonhavam em estar na câmera do iPhone original.
Câmera dupla no iPhone 7 Plus (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)Câmera dupla no iPhone 7 Plus (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
A câmera frontal, que na atual geração tira fotos de 7 megapixels e grava em Full HD (1080p), é uma das características que diferem bastante o iPhone 7 do original, mas que não chegaram agora. A primeira vez que a câmera 'de selfie' apareceu nos aparelhos da Apple foi no iPhone 4, que também marcou uma mudança drástica, mas imperceptível aos olhos: o processador.
Desde o modelo de 2010 que a maçã coloca nos seus celulares chip de fabricação própria. O dos 7 e 7 Plus é o A10 Fusion, um processador quad-core de 2,34 GHz com arquitetura de 64 bits. Ele opera em conjunto com uma RAM de 2 GB no iPhone 7 e de 3 GB no irmão maior.
iPhone 6S ou iPhone 7: qual o melhor? Comente no Fórum do TechTudo.
A própria existência de duas versões – uma “normal” de 4,7 polegadas e uma Plus, com tela de 5,5 polegadas – faz parte do pacote de diferenças do iPhone 7 trazidas com modelos anteriores. Aqui ainda pode ser englobado o botão home com sensor de impressão digital integrado, estreado em 2013 com o iPhone 5S.
Botão home do iPhone 7 com sensor de impressão digital (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)Botão home do iPhone 7 com sensor de impressão digital (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Comparar as especificações de aparelhos de quase 10 anos de diferença é injusto com o iPhone original. A maneira como ele mudou a relação do usuário com o celular tem poucos precedentes, o que explica que o iPhone tenha se tornado o produto de maior sucesso da história da Apple



Via: Techtudo

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Deputado federal propõe lei contra o ‘aumento de masturbação’ na Internet

Um projeto do deputado federal Marcelo Aguiar (DEM-SP) que trâmita na Câmara dos Deputados, em Brasília, tenta diminuir o número de "masturbação" na Internet. O PL 6.449/2016 quer obrigar as operadoras a criarem sistemas que filtre e interrompe automaticamente todos os conteúdos de sexo virtual, prostituição, sites pornográficos.
No texto, o deputado justifica a medida dizendo que a "a pornografia veio substituir a prática sexual com outra pessoa". Aguiar ainda alega que "estudos atualizados informam um aumento no número de viciados em conteúdo pornô e na masturbação devido ao fácil acesso pela internet".
De acordo com o documento, disponível no site da Câmara, o deputado acredita que "os jovens são mais suscetíveis a desenvolver dependência e já estão sendo chamados de autossexuais – pessoas para quem o prazer com sexo solitário é maior do que o proporcionado, pelo método, digamos, tradicional".
Músico com carreira sertaneja e gospel e pastor, o deputado Marcelo Aguiar foi eleito em 2010 com 98.842 votos, mas obteve apenas 65.970 votos em 2014, ficando como primeiro suplente da bancada. Tomou posse em fevereiro de 2015.
O DIA

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Aos 6: menina desbloqueia iPhone da mãe e gasta US$ 250 em Pokémon

Embora ganhar presentes dos outros seja algo muito bacana – principalmente nesta época de Natal –, ninguém conhece nossos gostos como nós mesmos, não é? Desse modo, há poucas coisas melhores do que você mesmo se presentar, já sabendo de antemão que sua satisfação com o agradinho será 100% – ou bem próxima disso. Enquanto alguns aprendem essa lição só quando ficam mais velhos, outros descobrem esse prazer bem cedo. É o caso de uma garotinha nos EUA que aproveitou o fácil acesso ao iPhone da mãe para comprar US$ 250 (R$ 818) em badulaques da franquia Pokémon.
Tudo isso aconteceu pouco antes das festividades de final de ano e deixou Bethany Howell, mãe da pequena Ashlynd, de apenas 6 anos, espantada – além de com uma bela fatura para pagar. Ok, neste momento você deve estar pensando em como uma criança dessa idade desbloqueou o celular para enfiar o pé na jaca nas compras, certo? A resposta, acredite, é simples. Ela utilizou uma boa dose de inteligência e uma das tecnologias mais avançadas de segurança para burlar as defesas do dispositivo: esperou a mãe dormir e encostou seu dedo no leitor de digitais integrado ao botão Home.
O sistema não garante proteção contra sonecas
A partir daí e sem a supervisão adequada, a menina passeou pelo aplicativo da Amazon e fez a festa – muito provavelmente graças ao amado/odiado recurso de comprar com apenas um clique. Quando acordou, Bethany percebeu que havia em sua Caixa de Entrada nada menos que 13 confirmações de pedidos na loja virtual. Inicialmente, a moça achou que tinha sido hackeada, mas bastou verificar o conteúdo das compras – entre acessórios, brinquedos e roupas baseados em Pokémon – para que as suspeitas recaíssem sobre a filhota.
Há uma infinidade de produtos com a marca Pokémon
Não, mamãe, eu estava comprando mesmo
Incrédula, a mãe ainda perguntou se os pedidos tinham sido feitos por engano, mas a garota foi sincera: “Não, mamãe, eu estava comprando mesmo. Mas não se preocupe, tudo que eu pedi vai ser entregue diretamente aqui em casa”. Depois de algumas trocas de email com o e-commerce, Bethany conseguiu cancelar quatro dos 13 itens, reduzindo um pouco a dívida. O que ela fez com o resto? Guardou tudo e deu para Ashlynd no Natal, alegando que o Papai Noel tinha descoberto exatamente o que ela queria de presente.

Via: Tecmundo

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Livre ou fechado? Entenda o conceito e a ideologia por trás dos softwares


Aberto ou fechado; livre ou proprietário... os nomes são muitos. E a fronteira entre os diferentes tipos de softwares, cada vez mais tênue. Recentemente alguns movimentos chamaram a atenção – grandes empresas apoiando o movimento do software livre e até anúncios do governo de que vai usar mais programas prontos; fechados. Mas antes de iniciar qualquer discussão, a gente precisa entender o que significa cada um.
Software fechado é mais simples; é aquele empacotado e pronto para ser utilizado pelo usuário final, sem qualquer possibilidade de customização ou coisa do gênero. O software livre é um pouco mais complexo; são aqueles que oferecem ao usuário liberdade de executar, distribuir, modificar e repassar alterações, sem a necessidade de pedir qualquer permissão ao criador daquele programa.
No Brasil, o software livre representa apenas 5,2% do mercado. Desse total, quase 60% é usado pelo governo. Mas pouco tempo atrás, o órgão que cuida de boa parte da área de TI do governo federal brasileiro anunciou que iria deixar de usar software livre para adquirir algumas soluções da Microsoft. A notícia causou polêmica, afinal os órgãos públicos são os maiores usuários de software livre no Brasil. Quando questionado, em uma nota enviada ao Olhar Digital, o governo disse que não era bem assim. Segundo a assessoria de imprensa, a mudança afetará poucos órgãos e a ideia é atualizar e ampliar as licenças já existentes; não substituir os softwares livres.
É importante dizer que software livre não é sinônimo de software gratuito. Algumas empresas que trabalham com soluções fechadas fazem duras críticas ao software livre exatamente pelo custo que a implementação livre envolve.
Além disso, o software livre ainda é muito criticado pela qualidade do ponto de vista tecnológico.
Empresas como Amazon, Facebook, Twitter e Google são grandes usuárias, defensoras e contribuidoras do código livre; no início do ano, o Google abriu o código fonte do seu software de inteligência artificial. Mais recentemente, a Microsoft – que sempre criticou o movimento – também se pronunciou aliada do Open Source. Analistas veem esse movimento da indústria sob duas ópticas...
No mercado doméstico, o software livre está presente principalmente com o sistema operacional Ubuntu, baseado em Linux. Mas se você ainda não sabe, nos smartphones, o software livre domina graças ao Android; o sistema operacional de código aberto domina 90% do mercado nacional.


Via: Olhardigital

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

A pergunta em entrevista de emprego no Google que até o CEO teve dificuldade em responder

Uma pergunta feita em entrevistas de emprego para uma vaga no Google deixou até o presidente da empresa, Eric Schmidt, com dificuldades na hora de responder.
Durante a chamada Cúpula do Mar, que aconteceu em novembro a bordo de um barco que partiu de Miami, nos Estados Unidos, os funcionários fizeram ao CEO uma das perguntas que a empresa tem usado para selecionar os aspirantes para conseguir uma vaga no gigante da informática.
Mas se o próprio presidente da empresa teve dificuldades, o que seria de nós nessa tentativa?
A pergunta é a seguinte:
"Você é o capitão de um navio pirata e acaba de encontrar um pote de ouro. Cabe a você propor a forma de dividir o tesouro, mas a sua tripulação, em seguida, deverá votar a favor ou contra a sua proposta. Se menos de metade dos piratas concordarem com você, eles podem te matar. Como você recomendaria dividir o ouro para que você fique com uma boa parte do espólio, mas sobreviva para poder usufruir?"
No final, Eric Schmidt encontrou uma solução.
"Eu acho que se mais da metade está feliz, eu sobrevivo. Proponho dar a 49% dos piratas ações em empresas de Internet e aos outros 51%, o ouro."
Você acha que você teria uma resposta melhor? A BBC buscou uma forma matematicamente mais adequada de responder ao questionamento da empresa.
Reprodução/BBC
Vamos imaginar que este seja você, 9 piratas e cem moedas de ouro
Reprodução/BBC
A forma mais generosa de repartir seria em partes iguais. Ninguém reclamaria, mas você ficaria com apenas 10 moedas
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Mas atenção: você precisa de apenas metade dos piratas ao seu lado para evitar a morte, então, por que não dividir o tesouro com apenas cinco piratas e ainda sobrariam quatro moedas para desfrutarem em conjunto? Mas 16 moedas segue sendo pouco, apesar de evitar que os piratas te matem
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Se os piratas te matarem, e repartirem o tesouro em partes iguais, cada um ficaria com 11 moedas
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Dessa forma, você teria que dar 12 moedas a 5 piratas para que te apoiem, e você ficaria com 40

Outra pergunta?

O Google não é o único a trazer essas "pegadinhas" em entrevistas de emprego, embora a empresa tenha afirmado ter abandonado esse tipo de pergunta nas seleções.
Em uma rede varejista de roupas americana chamada de Urban Outfitters, os candidatos foram convidados a responder "Qual seria o nome de seu primeiro disco" durante uma entrevista de emprego segundo o site Glassdoor, que trabalha com vagas.
Além dessa, outra que chama a atenção foi feita pela também americana rede de mercados orgânicos Whole Foods aos candidatos: "Você prefere lutar contra um pato do tamanho de um cavalo ou contra cem cavalos do tamanho de um pato"?
Resta saber se há respostas realmente corretas para esse tipo de pergunta.

Via: Bol