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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Nvidia anuncia nova GPU Tesla V100, com processador de US$3 bilhões


Nesta quarta-feira, 10/05, diante de uma audiência de mais de sete mil participantes da GPU Technology Conference (GTC) em San Jose, Califórnia, o CEO da Nvidia, Jensen Huang, subiu ao palco para anunciar sua nova joia da coroa: a GPU Tesla V100, equipada com o Volta, o processador gráfico (GPU) mais poderoso do mundo, com 21 bilhões de transistores e 5.120 núcleos CUDA e poder de processamento de deep learning equivalente a 100 CPUs.

O processador Volta é a sétima geração de GPUs da Nvidia. Seu desenvolvimento consumiu três anos de trabalho dos engenheiros da companhia e US$ 3 bilhões em investimentos. Ele está, segundo Huang, "nos limites da fotolitografia", já que sua arquitetura utliza um processo de fabricação de 12-nanômetros que permite concentrar os 21 bilhões de transistores em uma área de 815 mm quadrados.

A Tesla V100 é o que os norte-americanos chamam de "badass". Ela representa um avanço monstruoso em tamanho e recursos sobre a GPU mais poderosa da companhia até agora, a Tesla P100, com arquitetura Pascal, que tem tem 15 bilhões de transistores e 3.840 nucleos concentrados em uma área de 600 mm quadrados. Em desempenho, a nova Tesla V100 representa 5 vezes mais performance em teraflops que a Pascal™ e 15 vezes mais que a arquitetura Maxwell™, lançada pela Nvidia há dois anos.

A novidade da Tesla V100 é incorporar 640 Tensor Cores, que são núcleos computacionais especializados em processar operações matemáticas típicas de redes de deep learning. O Volta utiliza uma matriz 4 x 4 que faz o processamento paralelo do processamento paralelo. Na prática, os Tensor Cores entregam 120 teraflops de performance para acelerar o aprendizado de máquina. É 12 vezes mais que o processador anterior, Pascal, e equivalente a 100 CPUs convencionais.

Ecossistema de IA

Com o lançamento, a Nvidia fortalece sua presença no mercado de processamento de altíssimo desempenho dedicado a aplicações de inteligência artifificial (IA) e aprendizado de máquina usando deep learning. E dá sua resposta a um dos dilemas da computação de alta performance (HPC): como ampliar o poder de processamento computacional na velocidade e no exponencial necessário para suportar a demanda das aplicações de IA.

"Precisamos mostrar que há vida além da Lei de Moore", disse Huang, referindo-se à lei original formulada em 1965 por Gordon Moore, fundador da Intel,  que o número de transistores em um circuito integrado dobraria a cada ano. Em 1975 essa lei foi revisada pela Intel, passado a ditar que a densidade do processador (CPU) dobraria a cada dois anos. Mais recentemente a Lei de Moore foi considerada praticamente morta e hoje, quando se trata de CPUs, o aumento da densidade é de apenas 1.1 vez por ano, impactando portanto a expectativa de mais performance em menos tempo.

As GPUs, no entanto, continuam a aumentar a densidade a uma taxa de 1.5 vezes por ano, combinando inovações em software e no silício para superar a Lei de Moore. “Alguns descrevem isso como a Lei de Moore ao quadrado. Essa é a razão da nossa existência, reconhecer que temos de achar um caminho para a vida depois da Lei de Moore", diz Huang.

O CEO da Nvidia trouxe todo seu ecossistema de parceiros corporativos para a GTC 2017 e além do anúncio da Tesla V100, apresentou novidades para o mercado de data centers, inteligência artificial corporativa e pesquisa.

Uma delas foi o anúncio da nova versão do supercomputador DGX já com oito placas Tesla V100 instaladas. A nova máquina, chamada DGX-1, tem 3 vezes mais performance que o modelo anterior, entregando poder de processamento equivalente a 800 CPUs.

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Além da DGX-1, que vai custar US$149.000, Huang anunciou a workstation DGX Station, que vem com quatro GPUs V100 que garantem a entrega de 480 teraflops of poder computacional Tensor em uma embalagem que não fica devendo nada a um desktop convencional. O foco, segundo a Nvidia, é capacitar pesquisadores e startups de IA a acelerar o desenvolvimento de aplicações sem ter de precisar configurar equipamentos, já que ambas vem com todo o conjunto de software da Nvidia. A DGX Station vai custar US$ 69,000.

As GPUs da Nvidia estão hoje instaladas em praticamente todos os grandes players de cloud pública, incluindo Alibaba, AWS, Baidu, Google, IBM, Microsoft Azure e Tencent. Durante a apresentação de Huang, subiram ao palco Jason Zander, vice-presidente corporativo da Microsoft Azure; e Matt Wood, diretor geral de deep learning e IA da Amazon Web Services, ambos preparados para incorporar a novidade em seus data centers.

“Estamos em nossa segunda geração de GPUs na nuvem e acabamos de anunciar a P40s e P100s, mas realmente amamos a Volta. Meu trabalho é garantir que as pessoas usem a Azure Cloud e as pessoas querem usar as novidades sem demora”, disse Zander
Matt Wood, da AWS, celebrou o fato de que a empresa é um dos parceiros no lançamento.

"Não podia estar mais contente. Vimos melhorias fantásticas de performance, tanto para treinamento e inferência e estamos entusiasmados em ser parceiros no lançamento".


Via: idgnow

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

NVIDIA acusa Samsung e Qualcomm de violação de patentes

A NVIDIA anunciou, nesta sexta-feira, 5, que registrou denúncias de violação de patentes contra a Samsung e a Qualcomm sobre suas tecnologias programmable shading, unified shaders e multithreaded parallel processing, relacionadas à sua GPU (Unidades de Processamento Gráfico).

Segundo a companhia, alguns produtos da Samsung usam processadores que possuem três arquiteturas de GPU sem o devido licenciamento: o Adreno, da Qualcomm, Mali, da ARM, e Power, da Imagination. Em comunicado enviado à imprensa, a NVIDIA listou os smartphones Galaxy Note Edge, Galaxy Note 4, Galaxy S5, Galaxy Note 3 e Galaxy S4, e os tablets Galaxy Tab S, Galaxy Note Pro e Galaxy Tab 2.

“Nossas invenções de GPU patenteadas agregam valor significativo aos dispositivos móveis e a Samsung e a Qualcomm decidiram usá-las sem a nossa licença. Portanto solicitamos que os tribunais determinem a violação das patentes em todas as arquiteturas de gráficos utilizadas nos produtos móveis, bem como estabeleçam seu valor de licenciamento”, afirmou no comunicado Jen-Hsun Huang, cofundador e CEO da empresa.

No seu blog oficial, a NVIDIA ainda afirma ter entrado em contato com a Samsung diversas vezes para negociação, sem sucesso. [A] "Samsung disse repetidamente que isso era um problema de seus fornecdores", conta David Shannon, vice-presidente executivo.

Sendo assim, a companhia entrou com um processo na Comissão de Comércio Internacional (ITC) dos Estados Unidos e no tribunal distrital de Delaware (também EUA) pedindo pelo embargo das entregas dos dispositivos com as patentes descritas. Este é o primeiro caso de infração de patentes registrada na história da NVIDIA.


quinta-feira, 29 de maio de 2014

Nvidia lança Titan Z, a placa de vídeo de US$ 3.000


A Nvidia apresentou hoje sua placa de vídeo mais potente, a Geforce GTX Titan Z. Como era de esperar, seu preço também é inédito: US$ 3.000 (R$ 6.727).

Trata-se de uma placa "Dual GPU" formada por outras duas do modelo GTX Titan Black, considerado até então o mais potente, dobrando a capacidade das especificações. A "irmã" maior tem 5760 núcleos CUDA, com clock padrão de 705 Mhz e de 876 Mhz em modo "boost". A memória GDDR5, com clock de 7 Gbps, também está presente em grande quantidade: 12 GB.Reprodução
Embora a placa seja dupla, ela se liga à placa mãe por um único slot PCI-E 3.0, mas seu tamanho demanda outros dois slots PCI adicionais, totalizando três. É uma placa que só deve ser utilizada em gabinetes com amplo espaço interno e fontes potentes, já que a Titan Z utiliza, sozinha, 375W de potência.

Reprodução

O produto é indicado para gamers exigentes que pretendam utilizar os gráficos ao máximo, mesmo em resoluções 4K. O fato de a placa ter 4 saídas de vídeo também a torna passível de utilização com quatro monitores, criando resoluções fora do padrão. Uma configuração popular entre gamers é a utilização de 3 monitores full hd, lado a lado, para resolução de 5760x1080 pixels.

Reprodução

Não há data de lançamento para a Nvidia Titan Z no Brasil nem informações sobre o preço que a placa terá por aqui.

Via: olhardigital

segunda-feira, 17 de março de 2014

NVIDIA anuncia série GeForce 800M para notebooks, buscando melhor autonomia de bateria

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Novo chip da Nvidia põe computação móvel no nível da tradicional


Nesse domingo, 5, a Nvidia anuncinou seu mais novo processador móvel, prometendo levar uma experiência de PCs a smartphones e tablets quando o assunto são jogos.

O CEO Jen-Hsun Huang assegurou, durante a CES, que o Tegra K1 "trouxe a computação móvel ao mesmo patamar da computação tradicional".

Com 192 núcleos, o Tegra K1 permitirá que dispositivos portáteis rodem títulos como Unreal Engine 4, famoso nos PCs e consoles. O processador ainda é preparado para suportar TVs 4K, consoles, carros e mais.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Beta do GeForce Experience aberto a todos


Vários jogos podem rodar de forma melhor ainda com configurações otimizadas para seu hardware, algo que nem sempre é a escolha padrão dos usuários. A Nvidia abriu ao público o beta do seu programa que faz isso automaticamente: o GeForce Experience.
GeForce Experience
Ele pode melhorar a qualidade gráfica e/ou otimizar o desempenho, dependendo do sistema utilizado e das configurações já selecionadas do jogo. Basicamente ele mostra as configurações atuais para os jogos suportados e permite "otimizá-las". Ele grava então as alterações diretamente nos arquivos de configuração do título em questão. A lista de jogos suportadosatualmente tem 41 títulos. Entre os nomes estão FarCry 3, Battlefield 3, CoD Modern Warfare 3 e Black Ops 2, Crysis 2, Diablo III, Max Payne 3, e até o velhinho Left 4 Dead 2.
Na imagem de visualização há exemplos para cada título testado do que cada opção faz, como a qualidade das texturas, anti-aliasing, detalhes de sombreamento, etc.
GeForce Experience
Durante o beta fechado apenas as últimas gerações de CPUs eram suportadas. Agora adicionaram suporte também ao Core 2 Duo e Core 2 Quad para a maior parte dos jogos. O sistema de detecção dos jogos instalados também foi aprimorado, e a resolução máxima suportada agora é 2560 x 1440.
O aplicativo também pode atualizar automaticamente o driver de vídeo da Nvidia assim que disponível, permitindo que o usuário evite a preocupação de ficar verificando por novas versões.
Se você joga alguns dos títulos suportados e tem GPU da Nvidia, pode valer a pena conferi-lo. Baixe em:
Entre os requisitos de hardware para o processador estão:
  • Intel Core i7, i5, i3 ou superior
  • AMD Phenom II, Athlon II, Phenom X4 ou superior
  • Mais velhos: Core 2 Duo ou Core 2 Quad (há configurações para menos jogos nesses processadores)
Para a GPU é necessário ter alguma das arquiteturas Fermi ou Kepler, especialmente GeForce das séries 400, 500, 600 ou superior.
Via: Hardware

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

nVidia lançará console baseado no Android


O ano nem bem começou e a nVidia já traz a primeira bomba de 2013, o anúncio de que lançará, ainda no segundo trimestre, um portátil/console rodando Android e se isso não for o suficiente para lhe impressionar, talvez a promessa de desempenho o faça.
Conhecido como Project Shield, o aparelho virá com o novo chip Tegra 4, que terá 72 GPU cores e segundo a fabricante, é cerca de seis vezes mais poderoso que o seu antecessor. Com isso, se ligado a uma TV através da saída HDMI, o aparelho, que consiste apenas de um controle parecido com o do Xbox 360 e uma tela multitoque de 5 polegadas e 720p, conseguirá exibir imagens com resolução 4K e por mais difícil que seja de acreditar, está preparado até para rodar jogos criados com a Unreal Engine 4.
Outra característica bastante interessante do Shield será sua capacidade de se conectar com um PC equipado com pelo menos uma GeForce GTX 650, 4GB de Ram e um Core i5, podendo assim rodar games que estejam instalados no computador, nos permitindo jogar tanto em sua pequena tela ou na televisão e para demonstrar o quão impactante essa novidade pode ser, o CEO da nVidia mostrou a integração com o Big Picture do Steam e jogou um pouco do Assassin’s Creed III.
Ainda segundo a fabricante, o segredo para a existência desse streaming é um encoder para o padrão de compressão de vídeo H.264 e se você está preocupado com o tempo que o videogame poderá funcionar sem recarga, eles garantem que a bateria será capaz de permitir entre cinco e dez horas de jogatina, um tempo que considero razoável.
Talvez o ponto negativo do anúncio tenho sido a ausência de informações sobre o preço do brinquedo, mas diante de tantas qualidades, será que fui o único a ter vontade de adquirir um Shield?
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Via: IDG Now

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Versão 1.0 do driver Nouveau, projeto livre para placas da Nvidia

Aproveitando o tema da decadência da Nvidia com o Linux e o desabafo do Linus, foi lançado há pouco a versão 1.0.0 do Nouveau, depois de tanto tempo em desenvolvimento ativo.

O Nouveau é um projeto de driver open source para placas da Nvidia feito às cegas, já que a empresa não fornece documentação nenhuma sobre suas GPUs.

Ele já é usado faz tempo, a versão 1.0.0 apenas é um marco clássico pelo número, mas em desempenho 3D para gráficos mais exigentes ele ainda deixa muito a desejar.

Ele oferece suporte a aceleração 2D e uso de dois monitores, e tenta a cada versão melhorar o desempenho do suporte a 3D. Para jogos simples e efeitos dos ambientes atuais, como KDE e GNOME, ele normalmente dá conta sem engasgar.

Pelo lado negativo ele ainda não pode controlar a velocidade da ventoinha de vários modelos de placas, então ela sempre irá girar na velocidade máxima. O Nouveau também não utiliza vários componentes do sistema de economia de energia.

A Nvidia entrou como membro da Linux Foundation em março, mas de lá para cá nada mudou no Nouveau: ela não contribuiu com nada para o projeto. Para piorar, a qualidade dos drivers proprietários dela não ajuda...

Via: Hardware

terça-feira, 19 de junho de 2012

A decadência da nVidia no mundo Linux

Uma década atrás, alguém perguntando sobre qual placa 3D comprar para uso no Linux receberia com certeza uma resposta unânime: "qualquer uma com chipset da nVidia". Hoje em dia entretanto as coisas são bem diferentes.

O suporte às placas da AMD está muito maduro, com a opção de usar os drivers open-source ou os drivers proprietários, que hoje em dia oferecem um desempenho mais ou menos compatível, variando de acordo com os releases. Os chipsets da Intel também contam com um suporte bastante maduro, com até mesmo os novos Ivy Bridge já chegando ao mercado com suporte no Linux.

Naturalmente, o suporte a chipsets de vídeo no Linux vai bem além do mercado de PCs, englobando também todos os diferentes SoCs e chips usados em smartphones, tablets e outros dispositivos com o Android, Tizen e outros sistemas. Com poucas exceções, o suporte a todos estes diferentes SoCs e chipsets é embutido diretamente no kernel, resultando em um suporte muito transparente por parte do sistema.

O rebanho entretanto tem uma ovelha negra, a velha nVidia, que agora está na contramão da história, criando todas as barreiras possíveis para o bom suporte a seus próprios produtos no sistema, continuando presa ao seu velho modelo de drivers exclusivamente proprietários, que funcionava bem uma década atrás, mas agora se revela atrasado a ponto de começar a prejudicar sua competitividade no mercado.

Uma conversa com Linux Torvalds sumariza a frustração dos desenvolvedores em relação à nVidia: "A nVidia é a pior empresa com a qual já tivemos que trabalhar", concluindo com um "nVidia, Fuck you!".


O vídeo abaixo inclui a conversa completa, com várias passagens interessantes e insights sobre o modo de pensar do criador do Linux e dicas para quem trabalha na área de tecnologia. Se quiser ir direto para a parte polêmica use este link.


Via; Hardware

sábado, 14 de janeiro de 2012

Processador Tegra 3 é o destaque da NVIDIA na CES

(Fonte da imagem: Divulgação / NVIDIA)


O processador Tegra 3 foi o maior lançamento da NVIDIA na CES 2012, marcando presença em produtos e conceitos da feira de eletrônicos. Equipado com o chip, o tablet MeMO ME370T, da Asus, por exemplo, ganhou o prêmio “Best of Year”, promovido pelo site CNET. O equipamento tem uma tela de 7” e vai chegar ao mercado norte-americano este ano por US$ 249 (cerca de R$ 450).

A Audi ainda anunciou que os carros da montadora serão equipados com o processador a partir de 2013, substituindo os painéis de instrumentos com ponteiros por interfaces digitais, deixando a direção mais segura e conectada.

De acordo com o CEO da NVIDIA, Jen-Hsun Huang, o diferenciais do Tegra 3 são ainda mais notáveis no novo sistema operacional do Android, o 4.0 Ice Cream Sandwich.

O Tegra 3

Conhecido anteriormente pelo codinome Kal-El (o nome extraterreste do Super-Homem), o processador Tegra 3 fornece o triplo da performance gráfica do Tegra 2 e um consumo de energia até 61% menor. Isso se traduz em maior duração da bateria para reprodução de vídeo em alta definição, por exemplo.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Nvidia libera código do compilador da CUDA, baseado no LLVM

A Nvidia fez um anúncio interessante sobre a CUDA nesta semana: ela está abrindo o código do seu compilador baseado no LLVM para terceiros. Isso significa que alguns aplicativos poderão aproveitar as funções da CUDA mesmo ao rodar em hardware diferente, como GPUs da AMD e Intel. Isso dependerá de adaptação por quem tiver acesso ao código fonte, mas é um bom começo, já que pode tornar a CUDA mais "universal". Além da arquitetura de hardware o projeto é aberto para adição de novas linguagens de programação.

A estrutura do compilador LLVM é bastante modular, permitindo adicionar novas arquiteturas e linguagens rapidamente. Ele é usado por diversas grandes fabricantes de software, como Adobe, Apple, Cray, Electronic Arts, entre outras.

A abertura não será totalmente pública ainda: o código será liberado para cientistas, pesquisadores acadêmicos e produtores de software qualificados, por meio de registro nesta página.

CUDA

A plataforma CUDA trata de computação paralela, em que a GPU é utilizada para realizar processamento de outros dados, que normalmente ficariam a cargo da CPU. Usando sua estrutura capaz de processar vários dados em paralelo, o desempenho de alguns tipos de aplicativos ou tarefas pode ser expandido consideravelmente.

O press release não dá detalhes da licença utilizada nem de eventuais restrições. Os conceitos da CUDA não são necessariamente exclusivos, há projetos diferentes com o mesmo objetivo, como o OpenCL, um dos mais citados. A abertura da Nvidia deve chamar um pouco mais a atenção para as ferramentas dela, já que sendo fechadas não tinham como agradar a quem precisava de (ou preferia) algo livre.

Fonte: www.hardware.com.br