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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Google removeu 700 mil aplicativos maliciosos da Play Store em 2017

No início de janeiro, o Google removeu cerca de 60 games da Play Store após ser revelado que o bug Adult Swine estava exibindo anúncios maliciosos e inapropriados para crianças. Segundo a gigante de buscas, essa é apenas uma gota do balde em comparação com os 700 mil apps que foram retirados da sua loja em 2017. 

Em um post no seu blog intitulado “How we fought bad apps and malicious developers in 2017”, o Google destaca as muitas maneiras como lutou contra os aplicativos maliciosos na Play Store nos últimos 12 meses. 

Além dos 700 mil apps que removeu da loja em 2017 – um aumento de 70% em relação aos números de 2016, a gigante também que conseguiu identificar e retirá-los muito mais rapidamente. A empresa de Mountain View alega que 99% dos apps com “conteúdos abusivos” foram retirados da Play Store antes mesmo que qualquer usuário pudesse instalá-los. O Google também afirma que desenvolveu novas técnicas de detecção para eliminar criminosos reincidentes e identificar “redes de desenvolvedores de conteúdo abusivos em escala” para impedi-las de simplesmente enviarem outros conjuntos de apps maliciosos para a loja. 

Segundo o Google, a principal razão para esse aumento significativo no número de apps removidos foi o uso de Machine Learning (Aprendizado de Máquina). A empresa usou sua engine de Inteligência Artificial (IA) para ajudar “a detectar comportamentos e conteúdos abusivos em apps – como falsificação, conteúdo inapropriado ou malware”, o que então auxiliou os analistas humanos a detectarem os apps problemáticos.

Entre os apps removidos estavam:

- Cópias: apps que tentam enganar os usuários ao imitar um aplicativo popular. O Google diz que mais de 250 mil dos 700 mil apps removidos eram cópias.

- Conteúdo inapropriado: apps que promovam pornografia, violência extrema, ódio e atividades ilegais.

- Aplicações potencialmente danosas: apps que poderiam danificar seu aparelho, incluindo apps fraudulentos e de phishing. O Google diz que apps desse tipo “possuem um volume pequeno” na Play Store, especialmente por conta de medidas que a empresa já tinha tomado, como o lançamento do Google Play Protect, por exemplo, que “reduziu a taxa de instalações de apps potencialmente danosos de forma significativa em 2016”.

No entanto, o Google admite que ainda há mais trabalho a ser feito, como foi mostrado pelo recente bug Adult Swine. “Apesar das novas e melhoradas capacidades de detecção que levaram a um número recorde de remoções de apps maliciosos e desenvolvedores maliciosos, sabemos que alguns deles ainda conseguem invadir e enganar as nossas camadas de defesa”.

O impacto na sua casa
Ao longo do tempo, o Google acabou ficando com uma reputação ruim por ser muito branda com as políticas de review da Play Store, e nos últimos anos a empresa vem trabalhando duro para mudar essa imagem. Em especial, chama a atenção a afirmação de que 99% dos apps maliciosos e fraudulentos foram removidos antes mesmo que alguém pudesse instalá-los. 

No entanto, o maior problema aqui é justamente a proteção contra apps que não são baixados pela Play Store. A grande maioria dos malwares para Android são espalhados por lojas terceirizadas e alternativas de aplicativos, uma área muito mais difícil para o Google policiar, mesmo com a ajuda de machine learning.


Via: idgnow

domingo, 31 de dezembro de 2017

Google libera Files Go, app que ajuda a gerenciar armazenamento no celular

Após passar um mês testando a versão beta do aplicativo Files Go, o Google finalmente liberou a versão oficial nesta terça-feira (05/12) da ferramenta que ajuda a organizar e gerenciar os arquivos de forma mais inteligente no seu celular. 
Segundo a empresa, o app usa uma abordagem voltada para dispositivos móveis para liberar espaço, localizar arquivos mais rapidamente e compartilhá-los com facilidade com outras pessoas. 
Nos testes, os usuários economizaram, em média, 1 GB de espaço e compartilharam arquivos com outras pessoas sem usar nenhum dado. Isso porque um dos recursos da ferramenta permite compartilhar arquivos offline, transferindo diretamente do seu smartphone para o smartphone de um amigo próximo via Wi-Fi.
"Com o número crescente de imagens, vídeos, apps e documentos que vão se acumulando, tudo acaba se transformando em uma bagunça: fica difícil encontrar o que você precisa quando mais precisa, e seu smartphone fica lento e começa a falhar", escreve Caesar Sengupta, Vice-presidente da equipe Next Billion Users do Google em comunicado sobre o aplicativo. "Todos acabamos chegando a esse ponto em que é necessário escolher o que salvar e o que excluir", completa.  
FilesGo-Interna
O Files Go ocupa cerca de 6MB de espaço e ajudará você com as seguintes tarefas: 
● Liberar espaço: você receberá sugestões personalizadas sobre quais arquivos excluir, sejam eles apps não usados, arquivos grandes, arquivos duplicados ou memes e vídeos em baixa resolução detectados usando a tecnologia Mobile Vision do Google;
● Localizar arquivos mais rapidamente: você não precisará mais navegar por um labirinto de pastas, uma vez que o app usa filtros inteligentes que organizam automaticamente suas imagens, vídeos, apps, documentos e etc; 
● Fazer backup de arquivos para a nuvem: se você quiser salvar um arquivo para sempre, selecione-o no menu "Arquivos" e faça backup dele no Google Drive ou em qualquer outro app de armazenamento na nuvem;
● Compartilhe arquivos offline: transfira ​diretamente ​do ​seu ​smartphone ​para ​o smartphone ​de ​um ​amigo ​que ​estiver ​por ​perto ​sem ​precisar ​usar ​nenhum ​dado ​móvel. ​As transferências ​são ​criptografadas, ​rápidas ​(até ​125 ​Mbps) ​e ​gratuitas.
O aplicativo está disponível mundialmente na Google Play Store para smartphones com Android 5.0 (Lollipop) ou versão posterior. Segundo o Google, não há ainda previsão para liberar a ferramenta para aparelhos iOS.

Via: idgnow

sábado, 29 de abril de 2017

Google vai apagar definitivamente arquivo de comunidades do Orkut


O Orkut, rede social que uniu milhões de brasileiros, foi encerrada oficialmente em maio de 2014 pelo Google. Todos os dados pessoais de usuários foram apagados.

De início, foi mantido apenas um arquivo com 51 milhões de comunidades e 120 milhões de tópicos. Conforme comunicado do Google, anunciado na sexta-feira, 28, essa coleção também será apagada no dia 15 de maio.

O Google havia anunciado que manteria as comunidades no ar por tempo indefinido, mas mudou de ideia.

Empresas de tecnologia correm para detectar violência em vídeos

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Companhias de Cingapura a Finlândia estão correndo para desenvolver softwares de inteligência artificial que podem detectar e bloquear automaticamente vídeos de assassinatos e mutilação antes de se tornarem virais em redes sociais. Por enquanto nenhuma conseguiu resolver o problema completamente.
Um tailandês que filmou a si mesmo assassinando a filha de 11 messes em um vídeo ao vivo no Facebook nesta semana é o mais recente de uma série de crimes violentos transmitidos ao vivo em redes sociais.
O incidente levantou questionamentos sobre como o sistema de denúncia do Facebook funciona e como conteúdo violento pode ser detectado mais rapidamente.
A Google, que enfrenta problemas similares com seus serviços no YouTube, e o Facebook estão trabalhando em suas próprias soluções.
A maioria está se focado na aprendizagem em profundidade: um tipo de inteligência artificial que usa redes neurais computadorizadas que “ensina” computadores a identificar uma cena violenta em um vídeo.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

AUTODRAW: A ferramente de inteligência artificial do Google que te ajuda a desenhar melhor

Talvez você tenha certa facilidade em desenhar no papel, mas fazer isso utilizando o mouse ou a tela do smartphone pode ser um pouco mais complicado do que parece.
Com intuito de tornar essa tarefa mais simples, o Google anunciou recentemente sua nova ferramenta de inteligência virtual: o AutoDraw.

Como funciona?

Em uma tela em branco você utiliza as ferramentas disponíveis para desenhar o que quiser, como se estivesse no Paint.
Baseado nos seus traços, a ferramentas irá sugerir desenhos na barra superior que, convenhamos, provavelmente será melhor do que aquele que você fez.
A ideia é facilitar e tornar rápida a criação de desenhos simples (os chamados doodles), seja qual for a sua finalidade.

Inteligência Artificial?

Anote essas três coisas: rede neural artificial, aprendizado de máquina e inteligência artificial. Elas serão as protagonistas do futuro.
A ferramenta, por mais simples que possa parecer, é um experimento que começou com o Quick Draw, uma ferramenta que tem um objetivo curioso: tentar descobrir o que você desenhou.
Você tem 20 segundos para desenhar a sugestão 
Em muitos casos, antes mesmo de terminar o desenho a ferramenta descobre o que é.
Dá pra passar alguns bons minutos “brincando” com a ferramenta, que na verdade está aprendendo de acordo com nossos desenhos.
Sim, nós somos os professores dessas novas ferramentas.

Um convite para artistas

Voltando ao AutoDraw, além de divertida, a ferramenta convida artistas a enviarem suas ilustrações para um repositório público de desenhos que poderão ser utilizados por qualquer pessoa no futuro, dentro da ferramenta.
O site o descreve como uma colaboração entre aprendizado de máquina e a comunidade de artistas. Se você quiser participar, confira como enviar seus desenhos para a plataforma.
Soluções aparentemente simples, mas que possuem alta tecnologia nos bastidores. Podem se acostumar: é o futuro chegando.

Via: designerd

quarta-feira, 15 de março de 2017

Chrome 57 vem com recurso que reduz consumo de energia por abas em segundo plano

Chrome

Quem usa o Chrome sabe que às vezes o navegador pode ser um verdadeiro exterminador de desempenho, consumindo não só a memória do notebook como também drenando sua bateria. Ciente desse problema, que há tempos vem sendo fonte de queixas, o Google liberou nesta terça-feira (14) o Chrome 57 com um recurso que reduz o consumo de energia por abas em segundo plano.

Em uma publicação no blog do Chromium, a empresa admitiu que abas rodando em segundo plano são responsáveis pelo consumo de pelo menos um terço da energia de um computador. Por causa disso, foi decidido que algo deveria ser feito para reduzir o impacto delas no desempenho do computador e do browser.

A novidade funciona assim: a API de visibilidade de página do Chrome verificará as abas abertas a cada 10 segundos e, caso identifique que elas estão entulhadas, descarregará o conteúdo armazenado em memória. Abas que estão tocando algum áudio ou vídeo ou mantêm conexões WebSocket ou WebRTC ativas não serão afetadas.

O objetivo da equipe de desenvolvimento do Chrome é que esse novo mecanismo reduza em pelo menos 25% os recursos consumidos pelas abas que rodam em segundo plano. Daqui em diante eles devem trabalhar em mais novidades nesse sentido para que o Chrome volte aos seus tempos áureos, quando era incontestável.

O Chrome 57 já está disponível para download. Se você já usa o navegador, deve ter recebido a atualização para a nova versão automaticamente.



Via: Canaltech

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Google lança ferramenta de verificação de notícias falsas no Brasil

Após chegar aos EUA e alguns países da Europa, o recurso de verificação de notícias falsas do Google acaba de ser lançado na América Latina, mais especificamente no Brasil, Argentina e México.

A partir de agora, os usuários do Google Notícias verão um selo específico chamado “Verificação de Fatos” que aponta quando uma notícia foi checada por organizações independentes. 

Por aqui, a gigante de buscas fez parcerias com a Agência Lupa, Aos Fatos e Agência Pública para a iniciativa, chamada de “fact check” nos EUA - na Argentina, essa tarefa ficará a cargo do Chequeado e no México com ChecaDatosMx e El Sabueso.

Lançada originalmente em outubro, a ferramenta do Google estava disponível até então nos EUA, Reino Unido, Alemanha e França e deve chegar a mais países em breve, de acordo com a empresa de Mountain View. A discussão sobre o compartilhamento de notícias falsas na Internet ganhou força em meio às eleições presidenciais dos EUA, vencidas por Donald Trump no final de 2016.

Vale notar que os usuários brasileiros verão o selo do Google em reportagens que aparecem na seção expandida dentro do site news.google.com.br, na busca por notícias dentro do próprio Google e também nos aplicativos do Google Notícias e Clima para iOS e Android.


Via: IDGNow

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Google promete fotos de alta qualidade usando 75% menos dados móveis

O Google anunciou nesta sexta-feira, 27, uma tecnologia de compressão de imagem que usa até 75% menos largura de banda. De acordo com a empresa, a RAISR, abreviatura para Rapid and Accurate Super Image Resolution, economiza os dados da internet móvel do usuário sem sacrificar a qualidade da imagem.
A RAISR analisa versões de baixa e alta qualidade da mesma imagem e consegue aprender o que as diferencia. Na prática, explica o Google, o sistema de aprendizagem de máquina cria uma espécie de “filtro do Instagram” que engana o olho humano e o faz acreditar que a imagem de baixa qualidade é a de alta qualidade.
Confira a imagem:
Por enquanto, para a maior parte dos usuários, a tecnologia só está disponível no Google+. A empresa afirma, no entanto, que pretende expandir o sistema a mais apps nos próximos meses.

Via: Olhardigital

Navegador Chrome avisará usuários sobre sites não seguros

Resultado de imagem para chromeA partir do final deste mês (janeiro) o Google através do seu navegador Chrome começará a marcar sites não seguros que coletam informações confidenciais, como senhas, informações de cartão de crédito ou outros dados.

O navegador passará a exigir que sites com esse tipo de interação utilizem HTTPS, do contrário uma mensagem será mostrada ao usuário, apresentando tais sites como ‘não seguros’. Conteúdos oficiais dão mais detalhes sobre a novidade (em inglês).

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Como acessar o Google americano em inglês

Via: Techtudo

Quem está precisando buscar por páginas estrangeiras pode ficar decepcionado ao ser redirecionado para o Google brasileiro — que oferece conteúdo localizado — mesmo colocando o endereço americano “.com” no navegador. Isso acontece porque o buscador identifica o seu IP e dados de navegação, indicando automaticamente o Google sobre o seu país. Para acessar o Google dos Estados Unidos é necessário usar alguns truques com uma URL específica e uma aba privada. A dica vale para quem está fazendo pesquisas de produtos estrangeiros ou até deseja buscar por artigos ou notícias em inglês. Entretanto, não precisa se preocupar em instalar nada extra, nem baixar programas complicados como uma VPN. Curioso para saber como usar? Então confira todos os passos neste tutorial para PC.
Veja como acessar o Google americano dos Estados Unidos pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Veja como acessar o Google americano dos Estados Unidos pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 1. A primeira etapa é abrir uma janela anônima no seu navegador. Neste exemplo vamos usar o Chrome mas há opções de janela privada em diversos navegadores para desktop. Essa função “oculta” parte de seus dados pessoais, como histórico, e evita o registro de cookies ou arquivos temporários, permitindo acessar o Google americano sem ser redirecionado para seu país — no caso o Brasil. No Chrome , clique no ícone de menu no topo direito (três pontos) e selecione “Nova janela anônima”;
Acesse uma aba privada no seu navegador pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Acesse uma aba privada no seu navegador pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 2. Em seguida, na janela privada do navegador, digite o endereço “www.google.com/ncr” (sem aspas). O “NCR” quer dizer No Country Redirect (sem redirecionamento de país, em português). Isso vai te levar diretamente para o Google americano (Estados Unidos);
Digite o site do Google sem redirecionamento de país (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Digite o site do Google sem redirecionamento de país (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 3. Pronto. Será aberto o Google US e todas as suas buscas serão indicadas de sites americanos, em inglês. É possível nesse mesmo padrão estrangeiro a busca por imagens, notícias e vídeos.
Faça suas buscas no Google dos Estados Unidos pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Faça suas buscas no Google dos Estados Unidos pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Dona do Google encerra projeto que usava drones para levar internet

Drone da Titan Aerospace, fabricante de veículos aéreos não tripulados comprada pelo Google. (Foto: Divulgação/Titan Aerospace)

 (Foto: )A Aphabet, empresa dona do Google, afirmou que desistiu de trabalhar em um projeto de conexão à internet de áreas distantes usando aeronaves remotamente controladas, os drones. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (11) à agência de notícias France Presse.


O projeto, iniciado após a compra da Titan Aerospace, consistia em usar drones para transmitir sinal de internet via laser. Ele fazia parte do Google X, uma divisão da empresa que trabalha na criação de novas tecnologias.

“O time do Titan foi trazido para o X no fim de 2015”, afirmou um porta-voz da Alphabet à AFP. “Encerramos nossa explosão de drones de alta altitude para acesso à internet pouco depois.”

A equipe que trabalhava com drones, segundo esse executivo, foi realocada. Parte dela passou a trabalhar no Wing, outro projeto do Google para levar internet a lugares remotos pelos ares. Só que, em vez de drones, a conexão é transmitida com balões.

Outra parte dos ex-funcionários do Titan passaram a trabalhar no Projeto Wing, de entrega de produtos com drones.

O fim do Titan ocorreu pouco depois da criança da própria Alphabet. Em agosto de 2015, o Google anunciou a criação da empresa-mãe, a maior reformulação em sua história. Com isso, cada uma de suas áreas de negócio passou a ser uma subsidiária da Alphabet. Sob a empresa guarda-chuva estão, por exemplo, o próprio Google e o Google X.









Via: G1

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Com mensagem ‘bom momento para morrer’, Google fica fora do ar

gogo



O Google ficou fora do ar na tarde desta terça-feira (3). No lugar da página inicial do site era exibida uma nova interface com a mensagem um “bom momento para morrer”. A autoria do ataque é reivindicada por um hacker chamado Kuroi’SH.

De acordo com a “Exame”, além do buscador, o Google Maps, o Google Tradutor e o Google Flights também foram afetados. Já o YouTube e o Google+ continuaram funcionando normalmente.

Segundo a matéria, este tipo de ataque é conhecido como Defacement, quando a interface de um site é substituída por outra.

Os serviços que estavam fora do ar já funcionam normalmente. A empresa ainda não se pronunciou sobre o caso.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Google leva Brillo para casas inteligentes com o novo Android Things


O Android está indo em direção à Internet das Coisas (IoT) na forma do Android Things, um novo sistema operacional que cresceu a partir do Project Brillo e conseguirá receber updates diretamente do Google.

Com o mercado de Internet das Coisas para casa ainda emergindo de um hobby para algo realmente de massa, a grande tração do Android nos smartphones pode fazer com que seja uma plataforma popular para aparelhos como lâmpadas, travas, termostatos e outras aplicações residenciais.

Nesta terça-feira, 13/12, o Google anunciou um preview para desenvolvedores do Android Things, que poderá rodar nas plataformas Raspberry Pi 3, Intel Edison, e NXP Pico. Será fácil para os desenvolvedores escalarem seus protótipos para grandes produções usando versões customizadas dessas placas, afirma o Google.

Para quem não lembra, o Google anunciou o Project Brillo durante a sua conferência Google I/O, em maio de 2015, juntamente com a Weave, uma plataforma para aparelhos de Internet das Coisas e comunicação na nuvem. A ideia por trás do Brillo era criar uma versão mais simples do Android para aparelhos menores e menos poderosos do que smartphones.

Segundo a gigante, o Android Things incorporou o feedback recebido com o Brillo durante esse período. O sistema é feito para permitir que os desenvolvedores construam rapidamente aparelhos que possam usar APIs Android e serviços Google. O Android Things vai incluir ferramentas como o Android SDK (kit de desenvolvimento de software), a Google Cloud Platform, a Google Play Services, e o Android Studio.

O Google conseguirá atualizar diretamente os aparelhos com Android Things, um recurso essencial tanto para segurança quanto para adicionar recursos ao longo do tempo. A habilidade de atualização estará disponível para o preview de desenvolvedores nos próximos meses, aponta o Google. O recurso também permitirá que os desenvolvedores enviem os seus próprios updates para os seus aparelhos.

Além disso, o Google anunciou nesta semana que está atualizando sua plataforma Weave com uma versão que facilitará para os aparelhos de IoT se conectarem com a nuvem e usarem serviços na nuvem. As linhas de produtos Philips Hue e Samsung SmartTHings já usam a Weave e outras empresas, como Honeywell, LiFX e Belkin WeMo, estão implementando-a.


Via: IDGNow

O que o mundo pesquisou em 2016!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

A pergunta em entrevista de emprego no Google que até o CEO teve dificuldade em responder

Uma pergunta feita em entrevistas de emprego para uma vaga no Google deixou até o presidente da empresa, Eric Schmidt, com dificuldades na hora de responder.
Durante a chamada Cúpula do Mar, que aconteceu em novembro a bordo de um barco que partiu de Miami, nos Estados Unidos, os funcionários fizeram ao CEO uma das perguntas que a empresa tem usado para selecionar os aspirantes para conseguir uma vaga no gigante da informática.
Mas se o próprio presidente da empresa teve dificuldades, o que seria de nós nessa tentativa?
A pergunta é a seguinte:
"Você é o capitão de um navio pirata e acaba de encontrar um pote de ouro. Cabe a você propor a forma de dividir o tesouro, mas a sua tripulação, em seguida, deverá votar a favor ou contra a sua proposta. Se menos de metade dos piratas concordarem com você, eles podem te matar. Como você recomendaria dividir o ouro para que você fique com uma boa parte do espólio, mas sobreviva para poder usufruir?"
No final, Eric Schmidt encontrou uma solução.
"Eu acho que se mais da metade está feliz, eu sobrevivo. Proponho dar a 49% dos piratas ações em empresas de Internet e aos outros 51%, o ouro."
Você acha que você teria uma resposta melhor? A BBC buscou uma forma matematicamente mais adequada de responder ao questionamento da empresa.
Reprodução/BBC
Vamos imaginar que este seja você, 9 piratas e cem moedas de ouro
Reprodução/BBC
A forma mais generosa de repartir seria em partes iguais. Ninguém reclamaria, mas você ficaria com apenas 10 moedas
Reprodução/BBC
Mas atenção: você precisa de apenas metade dos piratas ao seu lado para evitar a morte, então, por que não dividir o tesouro com apenas cinco piratas e ainda sobrariam quatro moedas para desfrutarem em conjunto? Mas 16 moedas segue sendo pouco, apesar de evitar que os piratas te matem
Reprodução/BBC
Se os piratas te matarem, e repartirem o tesouro em partes iguais, cada um ficaria com 11 moedas
Reprodução/BBC
Dessa forma, você teria que dar 12 moedas a 5 piratas para que te apoiem, e você ficaria com 40

Outra pergunta?

O Google não é o único a trazer essas "pegadinhas" em entrevistas de emprego, embora a empresa tenha afirmado ter abandonado esse tipo de pergunta nas seleções.
Em uma rede varejista de roupas americana chamada de Urban Outfitters, os candidatos foram convidados a responder "Qual seria o nome de seu primeiro disco" durante uma entrevista de emprego segundo o site Glassdoor, que trabalha com vagas.
Além dessa, outra que chama a atenção foi feita pela também americana rede de mercados orgânicos Whole Foods aos candidatos: "Você prefere lutar contra um pato do tamanho de um cavalo ou contra cem cavalos do tamanho de um pato"?
Resta saber se há respostas realmente corretas para esse tipo de pergunta.

Via: Bol

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Chrome colabora um pouco mais para o fim do Flash

Desde o primeiro semestre deste ano, o Google vem investindo no padrão HTML5, o principal rival do Flash. Tanto é que, na última atualização do Chrome, a empresa praticamente concluiu a transição dos formatos. Agora, a empresa norte-americana se prepara para dar o golpe final no Flash
Isso pelo motivo que o navegador agora vai passar a utilizar o HTML5 em todos os sites, com exceção nos que rodam somente em Flash. Tal mudança vai permitir que os sites carreguem de forma mais rápida e ofereçam mais segurança ao internauta.
Além disso, a atualização mais recente do Chrome, a 55, inclui hifenização automática para otimizar a aparência de blocos de textos.
Por enquanto, a atualização está disponível para usuários Windows, Mac e Linux.

Via Engadget

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Facebook e Google declaram guerras aos fakes!

O Facebook e o Google anunciaram medidas para combater sites que propagam notícias falsas, impedindo que estas plataformas utilizem seus serviços de publicidade. Apesar da decisão das duas companhias, as “fake news” continuarão aparecendo nas buscas e poderão ser compartilhadas.
google-facebookAs duas gigantes da tecnologia declararam guerra aos sites de notícias falsas após o Facebook ser acusado de influenciar no resultado das eleições dos Estados Unidos, pois haveriam sido difundidas informações falsas que teriam beneficiado Donald Trump, o candidato eleito. Segundo o El País, a notícia fictícia mais criticada foi a de que o papa Francisco havia dado seu apoio ao candidato republicano.
“Não queremos mais notícias falsas no Facebook, nossa meta é que tudo tenha sentido. E entre nossas responsabilidades está evitar que as notícias falsas sejam difundidas. Isso me importa muito, mas nos custa identificar ‘a verdade’. Enquanto algumas histórias falsas podem ser desmascaradas facilmente, outras nem tanto”, disse o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, em texto publicado na própria rede social.


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Facebook agora permite streaming de vídeos via Apple TV e Chromecast

Cada vez mais de olho no segmento de vídeos, o Facebook anunciou nesta semana que está adicionando suporte para o Chromecast, do Google, e a Apple TV.
Segundo a empresa, o streaming de vídeos é compatível com qualquer aparelho que esteja habilitado para o AirPlay, da Apple, ou o Google Cast, da gigante de Mountain View.
Como funciona
Basta abrir o Facebook no seu smartphone ou navegador, ir até um vídeo e então tocar no símbolo de vídeo e selecionar o aparelho para onde você quer “jogar” o vídeo.
A novidade chega em boa hora, uma vez que o Facebook não possui aplicativos para TV nem para a Apple TV, por exemplo, ao contrário do rival YouTube.

Via: IDG

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Google abre vagas de estágio no Brasil para 2017; saiba como se inscrever

O Google anunciou nesta semana a abertura do seu programa de estágio no Brasil, chamado de Google Busines Internship, que é voltado para as áreas de Vendas e Gerenciamento de Contas, Produto e Suporte ao Consumidor e Marketing e Comunicação.
Para se inscrever, os estudantes do ensino superior precisa ter graduação prevista para dezembro de 2017. Segundo o Google, o estágio terá duração de seis meses, sendo realizado entre julho e dezembro de 2017. 
Os universitários que forem aprovados participarão de um processo de imersão em diferentes áreas do Google e ainda terão treinamento com várias equipes da companhia.
O processo seletivo é on-line, o que permite a estudantes de todo o Brasil se candidatarem. No entanto, é importante destacar que todas as vagas do programa de estágio são direcionadas para o escritório do Google em São Paulo. Ou seja, caso seja aprovado, o candidato precisará morar na capital paulista no segundo semestre de 2017.
Se interessou? Então clique aqui e corra para se inscrever. As inscrições ficam abertas até o próximo dia 2 de dezembro.

Via: IDG