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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Correção da Intel para as falhas Meltdown e Spectre dá tela azul em alguns computadores

A Intel vem cumprindo a promessa de liberar correções para as falhas Meltdown e Spectre, só que, pelo jeito, esses esforços estão longe do fim: a companhia reconheceu que atualizações disponibilizadas recentemente estão fazendo computadores com chips Haswell e Broadwell exibirem a temida “tela azul da morte”.
Resultado de imagem para meltdown 

As unidades em questão fazem parte, respectivamente, da quarta e quinta geração de processadores Intel. São chips mais antigos, justamente aqueles cujos testes de performance após a aplicação da correção ficaram para depois — a Intel avaliou primeiro o impacto no desempenho da sexta (Skylake), da sétima (Kaby Lake) e da oitava geração (Kaby Lake e Coffee Lake).

Não são todos os computadores com processadores Haswell e Broadwell que estão reiniciando com frequência ou exibindo tela azul ocasionalmente após a atualização, mas o número de máquinas afetadas é significativo. O problema atinge chips usados em PCs domésticos e servidores.

Publicamente, a Intel afirma que está investigando a falha e que, se necessário, irá liberar novas atualizações assim que possível. Mesmo assim, a companhia orienta o usuário final a continuar instalando as correções disponibilizadas.

Foto: Flickr/huangjiahui

No entanto, o Wall Street Journal teve acesso a alguns comunicados enviados pela Intel a grandes clientes corporativos em que há recomendação para que as correções atuais não sejam instaladas até que problemas nelas sejam completamente analisados. Sabe-se que três falhas nas atualizações já foram identificadas, embora não haja detalhes técnicos sobre eles.

Ao Engadget, a Intel informou que, na verdade, todos os clientes (não só os grandes) estão sendo orientados a aguardar para aplicar as correções por meio de notificações do mecanismo de atualização. Com o problema, provavelmente a Intel vai ter dificuldades para atingir a meta de corrigir 90% dos processadores lançados nos últimos cinco anos até 15 de janeiro (ou seja, hoje).


Via: tecnoblog

terça-feira, 30 de maio de 2017

Intel Core i9 chegará em várias versões para usuários hardcore

A Intel tem uma variedade de processadores que se encaixam, de certa forma, dessa maneira: Core i3 para computadores de entrada e intermediários, Core i5 para intermediários e PCs que exigem um pouco de desempenho e Core i7 para usuários que buscam uma performance mais robusta, voltada para games e trabalhos mais pesados. Porém, a Intel resolveu pesar a mão e vai lançar um novo Core i9, voltando para consumidores hardcore.
Essa nova linha Core i9, de acordo com um novo vazamento, terá vários modelos. O top de linha, como você pode ver na tabela abaixo, contará com 18 núcleos — e será o chip de desejo dos mais ávidos gamers e usuários de softwares pesados, por exemplo. O Intel Core i9 top de linha, chamado de Core i9-7980XE, ainda possui um TPU de 165 Watts.
Acompanhe abaixo os modelos e detalhes em tabela, obtida pelo Videocardz. As versões do i9 incluem:
  • Core i9-7960X 
  • Core i9-7940X 
  • Core i9-7920X 
  • Core i9-7900X 
  • Core i9-78820X 
  • Core i9-78ooX 
Tabela
Via: tecmundo

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Chip mais caro da Intel possui 24 núcleos e custa US$8.898

Nenhum chip da Intel é tão caro quando o novo processador para servidores Xeon E7-8894 v4, que custa 8.898 dólares. O novo chip Xeon da fabricante possui bastante poderio com 24 núcleos, 60MB de cache e uma frequência máxima de clock de 3.4GHz. 
A Intel afirma que esse é o seu chip para servidores mais rápido, quebrando recordes de velocidade de aplicações para empresas.
O próximo chip caro da Intel depois do E7-8894 v4 é o seu outro processador de 24 núcleos, o Xeon E7-8890 v4, que custará 7.174 dólares. Os chips possuem recursos similares, com exceção da velocidade base de clock - o novo processador começa em 2,4GHz, enquanto que o chip menos caro começa em 2.2GHz.
O novo chip de 8.898 dólares é mais caro até do que o chip para supercomputadores mais rápido da Intel, o Xeon Phi 7290F, que tem preço sugerido de 6.401 dólares.
Além disso, o Xeon E7-8894 v4 custa mais de quatro vezes o preço do Core i7-6950X (1.723 dólares), chip mais caro da Intel para PCs, que é voltado para desktops com foco em games.

Via: IDGNow

terça-feira, 3 de maio de 2016

Intel corta linha de chips Atom e joga toalha em mercado de smartphones

A Intel pode estar prestes a sair do mercado de smartphones e tablets, desperdiçando bilhões de dólares que gastou tentando expandir nesses mercados. A companhia está imediatamente cancelando chips Atom, com os codinomes Sofia e Broxton, para aparelhos móveis. A informações foi confirmada por uma porta-voz da companhia.
Esses são os primeiros produtos que foram cortados como parte da reorganização operacional que a Intel anunciou neste mês e vai resultar na demissão de 12 mil pessoas. A notícia dos cortes dos chips foi publicada inicialmente pelo analista Patrick Moorhead na Forbes.
Os recursos dedicados originalmente para os chips Broxton e Sofia serão direcionados para “produtos que entreguem retornos e avanços maiores na nossa estratégia”, afirmou a porta-voz da Intel em um e-mail.
O roadmap de chips móveis da Intel agora tem um buraco gigante após o cancelamento dos chips. Os chips existentes da Intel para smartphones e tablets estão envelhecendo e precisando de upgrades, e não há nenhum substituto à vista. O Sofia já está sendo enviado, e o Broxton tinha previsão de sair neste ano, mas foi adiado.
A Intel também está descontinuando sua linha Atom X5 de chips para tablets (codinome Cherry Trail), que está sendo substituída pelos chips Pentium e Celeron com codenome Apollo Lake, direcionados mais para híbridos do que tablets “puros”. Muitos fabricantes de PCs já estão escolhendo os processadores Skylake Core M, da Intel, em vez do Cherry Trail para híbridos e tablets parecidos com PCs.
A Intel não vê mais os tablets como um mercado separado, com os formatos rapidamente se misturando. A empresa vai continuar a fornecer suporte para os seus clientes atuais com tablets que rodam os chips existentes, aponta a porta-voz da companhia.
Atom: fracasso caro
A empresa queimou bilhões de dólares em seu negócio mobile, mas falhou em tirar a rival ARM da liderança do segmento. O Atom está disponível em apenas alguns smartphones, e o mercado de tablets está em queda. As fabricantes de PCs estão substituindo tablets por aparelhos destacáveis e híbridos.

Via: idgnow

sábado, 28 de novembro de 2015

As perguntas bizarras que Apple e Google fazem em entrevistas de emprego

Quantos bueiros existem na cidade de São Paulo? Reza a lenda que essa foi uma pergunta feita pelo executivo de uma grande empresa de TI a um candidato que pleiteava uma vaga em aberto. Diversos casos desses “desafios” bizarros e semelhantes orbitam no mercado.
O site da norte-americana Inc. reproduziu uma lista com 17 perguntas mais estranhas feitas por recrutadores do Google, Apple, Facebook, Intel, Cisco e Microsoft para identificar talentos.
Separamos dez dessas perguntas inusitadas para que não seja pego desprevenido em uma entrevista de emprego no futuro (ou queria se inspirar na hora de entrevistar algum novo candidato). Confira!
Google
“Se você pudesse escolher uma música para tocar toda vez que você entrasse em uma sala pelo resto de sua vida, que música escolheria?”
“Escolha uma cidade e estime quantos afinadores de piano trabalham lá”
“Se pudesse ser lembrado por um uma frase, qual seria?”
Facebook
“Quantos Big Macs o McDonald’s vende nos Estados Unidos por ano?”
“Quanto você cobraria para lavar todas as janelas de Seattle?”
Apple
“Quantos bebês nascem no mundo por dia?”
“Se estivesse falando com seu melhor amigo, que tipo de emprego ele recomendaria que você tivesse?”
Intel
“Como você criaria um rack de pimentos para um cego?”
Microsoft
“Se pudesse escolher entre dois superpoderes – ser invisível ou voar –, qual escolheria?”
Cisco
“Que tipo de árvore você seria?”

Via: IDGNow

PCs ficarão mais caros no Brasil em 2016, prevê Intel

As projeções para o mercado brasileiro de PCs não são nada animadoras. Mas a diretora da área de Consumo da Intel no Brasil, Gisselle Ruiz Lanza ainda enxerga oportunidades na adversidade. Diante do inevitável reajuste no preço das máquinas em 2016 - mais por conta do aumento do dólar do que da Lei do Bem - e de uma postura mais conservadora por parte dos consumidores, a Intel aposta da diversificação das ofertas, a partir de uma maior segmentação e diferenciação de recursos capazes de aumentar a percepção de valor agregado dos PCs para o consumidor. 
"Além de mais opções de configurações e preço, o consumidor precisa ter bons motivos para comprar um PC novo. O valor percebido com a oferta de novas tecnologias tira um pouco a referência de preço, principalmente da mera comparação de configurações", explica a executiva.
Segundo Gisselle Lanza, o preço médio praticado na categoria PCs nos últimos 12 meses variou menos de 20%. A depreciação do Real frente ao dólar nos últimos 18 meses foi de 80%. E nos últimos 12 meses, de 50%. Em algum momento, os fabricantes vão ter que ajustar essa diferença.  
"Há muitas máquinas já no varejo produzidas com componentes comprados com dólar mais baixo", afirma Carlos Buarque, Diretor de Marketing da Intel Brasil para a área de Consumo.  "E mais de 90% dos componentes de um PC são fortemente impactados pelo valor do dólar", completa Gisselle, lembrando que só o fim da Lei do Bem já será responsável por um reajuste de preços de no mínimo 12%. 
A indústria está trabalhando fortemente junto ao governo no sentido de prorrogar a Lei do Bem.  "Há a possibilidade da publicação de uma Medida Provisória nos próximos dias, suspendendo o fim dos incentivos agora em dezembro", afirma Américo Tomé, gerente de marketing da Intel. 
De qualquer modo, na opinião de Américo, a janela para a compra de PCs ainda sem o reajuste previsto para próximo ano é agora, entre a BlackFriday e o saldão pós-Natal, no início de Janeiro, com a liquidação de estoques.
Para aquecer
Gisselle crê que um dos gatilhos que a indústria pode usar como impulsionador de vendas é a necessidade de substituição de máquinas.  "Há quase 40 milhões de PCs no Brasil com mais de 4 anos de uso", afirma Gisselle. O percentual do país com máquinas começando a ficar defasadas é o maior 

Pesquisas feitas pela empresa revelam que as máquinas 2 em 1 têm um forte apelo para a troca antecipada de máquina.  "Do ponto de vista de comportamento, o que a gente tem visto é que o fato de ter o 2 em 1 na prateleira estimula a troca. Tem uma boa quantidade de consumidores que chega a antecipar a compra em 12 meses pelo fato de ter um dispositivo mais interessante para o perfil de uso", explica Gisselle.
O 2 em 1 é, portanto, uma boa oportunidade para estimular essa base instalada de PCs com mais de 4 anos de uso. Até porque, de acordo com a executiva, a penetração dos dois em um no Brasil está abaixo da média mundial e também da média da América Látina. Em alguns países da região, como Colômbia, México e Chile, a penetração de 2 em 1 já está chegando a 15%, enquanto no Brasil fica entre 5% e 6%.  As mesmas pesquisas revelam também que muitos consumidores que desejavam comprar um tablet desistiram da compra para adquirir um 2 em 1.  "Comportamento que traz para o canal a oportunidade de aumento do ticket médio. A gente vê isso como uma oportunidade", argumenta a executiva.
Um dos grandes desafios que a Intel teve nos últimos meses foi justamente aumentar a opção de escolhas, dos desktops aos 2 em 1. O que inclui novos formatos (All-in-One, 2 em 1, mini PCs), a chegada da 6ª geração Core no topo de linha e o lançamento de modelos de entrada, para compra da primeira máquina, rodando a mais recente geração dos Pentium. 
"A gente nunca matou a marca na nossa estratégia de produto. A gente entende que no novo portfólio de preços o Pentium é uma boa opção para aquele consumidor de baixo poder executivo. O performance do Pentium de hoje é muito melhor que a do Pentium de 5 anos atrás. E vamos trazer máquinas mais finas, mais leves, com maior duração de bateria", conta Gisselle. 

Via: IDGNow

sábado, 6 de junho de 2015

Intel apresenta seu primeiro tablet com processador Skylake e tela 4K

A Intel exibiu nesta terça-feira, durante keynote no segundo dia da feira Computex, em Taipei, o primeiro tablet construído a partir da arquitetura de processadores Skylake,  novos chips que sucedem os processadores da arquitetura Broadwell.
O tablet tem espessura de apenas 7,8 milímetros e suporta tela 4K, de altíssima resolução, que pode exibir imagens com resolução de 3840 x 2160 pixels. Segundo o vice-presidente senior e diretor geral da divisão de PC Client da Intel, Kirk Skaugen, tablets baseados no Skylake serão dispositivos computacionais poderosos.
Os processadores Skylake deverão abastecer tablets, notebooks e desktops, alguns deles já previstos para lançamento no segundo semestre de 2015. Dispositivos equipados com o Skylake poderão incorporar um conjunto interessante de recursos, incluindo carregamento de bateria wireless, telas 4K, e portas Thunderbolt 3.0, capazes de transferir dados à velocidade de 40Gbps (gigabits por segundo), praticamente o dobro da velocidade de transferência do Thunderbolt 2.
No ano passado, na mesma Computex, a Intel mostrou um tablet de 7,2 milímetros de espessura baseado no processador de arquitetura Broadwell Core M. O Skylake sucede o Broadwell e a Intel quer liberá-lo no mercado e migrar rapidamente da arquitetura anterior para a nova. A linha Broadwell teve atrasos por conta de problemas de fabricação e, ao que parece, terá vida mais curta que o usual, já que a companhia planeja acelerar a entrega do Skylake.

Via: idgnow

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Intel lança microcomputador Edison, com tamanho de cartão SD, no IDF

A Intel disponibilizou no mercado o microcomputador Edison, que tem tamanho de um cartão SD, transistores de 22 nanômetros e conexões Wi-Fi e Bluetooth. O produto foi lançado nesta semana, no Intel Developers Forum (IDF) 2014 que ocorreu na Califórnia, no mesmo dia do lançamento dosiPhones 6 e 6 Plus. O computador é um dos menores do mundo e foi anunciado durante a CES 2014 em janeiro de 2014.

O presidente Brian Krzanich mostrou o microcomputador da Intel, o modelo Edison (Foto: Divulgação)O presidente Brian Krzanich mostrou o microcomputador da Intel, o modelo Edison (Foto: Divulgação)
O minicomputador é muito menor do que seus concorrentes Arduino Uno e Raspberry Pi Model B+, sendo que esse último foi lançado em julho e tem o tamanho de um cartão de crédito. O Edison custa US$ 50 (R$ 115, sem impostos), apresenta 1 GB LPDDR3 de memória RAM, voltagem de 3,3 V até 4,5 V, processador Quark SOC, duas bandas de frequência (2,4 GHz e 5 GHz), memória interna flash de 4 GB eMMC e sistema operacional Yocto Linux versão 1.6. Ele também dispõe de duas entradas USB, suporte a outros cartões SD e uma entrada de 70 pinos.
Edison foi anunciado pelo preço de US$ 50 (Foto: Fabrício Vitorino/TechTudo)Edison foi anunciado pelo preço de US$ 50 (Foto: Fabrício Vitorino/TechTudo)
Não há previsão ainda de quando o microcomputador chegará ao mercado brasileiro. A Intel, no entanto, conseguiu embutir o equipamento em uma placa Galileo de 100 MHz que tem o estilo de um Raspberry Pi. Essa montagem permite que o microcomputador possa conectar objetos diferentes em torno do conceito da “Internet das Coisas”.
Quais cuidados você deve ter com seu computador? Veja dicas no Fórum do TechTudo.
Um dos usos práticos do Edison seria dentro de drones de filmagem. O computador do tamanho de um cartão SD poderia configurar um sistema de vigilância próprio com a máquina voadora, que já pode tirar fotografias no ar. O drone também é capaz, com o Edison, de seguir o sinal telefônico de smartphone, permitindo outras formas de manipulação do aeromodelo.
Já imaginou um computador completo num drone? A Intel sim (Foto: Divulgação)Já imaginou um computador completo em um drone? A Intel sim (Foto: Divulgação)
A filial mexicana da Intel deu a ideia de instalar chips em capacetes de operários para que eles trabalhem de maneira inteligente. A fabricante, então, decidiu implantar um microcomputador Edison para proteger trabalhadores, por exemplo, da exposição de gases perigosos. A máquina seria capaz de fazer isso graças aos sensores que seriam embutidos para seu pleno funcionamento.
Edison poderia ser utilizado para monitorar operários (Foto: Divulgação)Edison poderia ser utilizado para monitorar operários (Foto: Divulgação)
A Intel desenvolveu um robô chamado “Jimmy” que custa US$ 16 mil (R$ 36 mil, em conversão direta) com processador i5. Contudo, a empresa Trossen Robotics conseguiu fazer uma versão reduzida dessa máquina por US$ 1,6 mil (R$ 3,6 mil, idem) a partir de um microcomputador Edison.
Robôs podem utilizar o microcomputador (Foto: Divulgação)Robôs podem funcionar a partir do microcomputador (Foto: Divulgação)
E dentro de roupas? A Intel demonstrou, no IDF, uma roupa feminina repleta de luzes azuis monitoradas pelo Edison. Este é o tipo de inovação que agrada àqueles que gostam de moda. A mudança de cores é coordenada pelas sinapses mentais da pessoa que está vestindo a tecnologia. O computador consegue alterar a coloração pelo humor da pessoa, com um sensor próximo dos olhos, na cabeça.
Edison pode ser usado na moda feminina (Foto: Reprodução/Engadget)Edison pode ser aplicado na moda feminina (Foto: Reprodução/Engadget)
Outro uso prático do Edison é em funcionamento com câmeras. A Intel implantou o computador com filmadoras no corpo de um boneco de camaleão. Os olhos registram o exterior, mudando a cor das lâmpadas de acordo com o ambiente. O microcomputador é capaz de registrar a tonalidade ambiente para alterar suas próprias luzes.
E um camaleão que muda de cor de acordo com o ambiente? (Foto: Reprodução/Engadget)E um camaleão que muda de cor de acordo com o ambiente? (Foto: Reprodução/Engadget)
Via: techtudo

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

‘Intel® Cloud Technology’ identifica provedores de serviços de nuvem

Em 1991 a Intel lançou seu programa "Intel Inside" fazendo dos seus microprocessadores uma ferramenta de marketing e vendas para PCs desktpo. Mais de 20 anos depois, a empresa retoma o conceito, desta vez aplicado ao cenário de cloud computing.
intel cloud logo
A fabricante de chips anunciou nesta quarta-feira (15/01) seu novo programa‘Intel® Cloud Technology’, que terá um selo identificando os provedores de serviços de nuvem que utilizam infraestrutura com sua tecnologia. Segundo a Intel, empresas de todos os tamanhos gastam milhares de dólares com provedores de hosting e outros serviços de cloud e não sabem que arquitetura de processador está sendo usada. O programa visa, segundo a empresa, ajudar esses consumidores a tomar melhores decisões

Dezesseis provedores mundiais de cloud services (CSPs), incluindo UOL Host e Locaweb na América Latina, fazem parte do lançamento do programa e vão ostentar o selo que os certifica para os consumidores como usuários de tecnologia da Intel em sua infraestrutura. A iniciativa dá continuidade ao Intel Developer Forum de setembro do ano passado, onde a Amazon Web Services* (AWS) e a Intel anunciaram uma colaboração para divulgar aos clientes as especificações, o desempenho, a qualidade e os benefícios de segurança da tecnologia Intel usada nas instâncias da AWS.
Segundo a Intel, o mercado de IaaS (sigla em inglês para infraestrutura-como-um-serviço) deverá crescer anualmente em 41% sua receita até 2016, por conta de que cada vez mais companhias estão considerando migrar parte dos seus serviços de TI para a nuvem, e com isso, a tecnologia equipada nos serviços e aplicativos baseados em nuvem importa mais do que nunca.
O programa Intel® Cloud Technology inclui informações aos compradores sobre a tecnologia que equipa a infraestrutura dos CSPs antes da tomada de decisão e as empresas certificadas serão reconhecidas pelo uso do logo “Powered by Intel® Cloud Technology” para diferenciar seus planos baseados na Intel onde o desempenho e as capacidades de segurança do hardware adjacente se tornam transparentes para o usuário final.
“De forma muito semelhante à escolha de um carro, o tipo do mecanismo afeta nossa decisão e a experiência de condução independentemente de onde a gente compre ou faça o leasing”, disse Jason Waxman, vice-presidente do Data Center Group e gerente geral do Grupo de Plataformas em Nuvem da Intel. “Os usuários da nuvem querem saber em qual tecnologia seus aplicativos estão rodando, pois isto afeta diretamente seus negócios. Pela primeira vez, os usuários agora poderão ver e escolher as tecnologias que afetarão as capacidades e custos para que seus aplicativos sejam rodados na nuvem”.
Esse argumento será a base para que os CSPs participantes do programa Intel Cloud Technology forneçam informações detalhadas sobre as CPUs, os recursos de aceleração de hardware, o armazenamento, o software e as capacidades de rede disponíveis – tudo podendo ter um impacto significativo em aplicativos, custos e experiências do usuário final.
Além disso a Intel estimulará campanhas de marketing direto e participará em atividades de marketing conjunto com os CSPs parceiros do programa para educar os clientes sobre as tecnologias adjacentes, seu impacto no desempenho dos aplicativos, na experiência do usuário e, finalmente, nos negócios.
O programa também integrará o recurso chamado Intel Cloud Finder, que fornece um guia de comparação entre mais de 50 CSPs e 80 requisitos para o usuário final e um novo recurso para permitir que o usuário final escolha a opção de “teste” desses serviços.
No geral, a Intel está apostando que, ao oferecer um selo e um conjunto de métricas e argumentos técnicos sobre a tecnologia de IaaS, deverá ajudar os gestores de TI a justificar a adesão a programas de nuvem mostrando que estão adotando a mesma tecnologia atualizada de servidores que usam internamente.
Segundo Patrick Moorhead, analista da Moor Insights, o principal componente da iniciativa é "tirar do anonimato" os servidores de nuvem. Moorhead argumenta que muitos provedores de serviços de cloud "propositalmente" são obscuros ao descrever seus recursos de hardware porque querem ainda tirar proveito de tecnologias que compraram há um bom tempo. "Já vi muitos servidores de torre em provedores do mercado", diz Moorhead em entrevista à PC World.
Segundo o analista, "quando os clientes comparam dois produtos, com marca e sem marca, eles certamente estarão mais propensos a escolher aquele cuja marca já conhecem".


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Intel confirma Dual OS: Android e Windows rodando ao mesmo tempo

O aparelho usado na apresentação foi um notebook-tablet rodando Windows 8.1 e Android 4.2.2, num Intel Core i7.
Apesar de não ter sido muito mencionado na CES 2014, o Dual OS é real. A Intel confirmou que seus processadores vão poder alternar entre Windows e Android – bastará pressionar um botão. O foco é nos aparelhos conversíveis: Windows para o modo notebook e Android para o modo tablet.
Mas a Intel não é a única empresa que busca oferecer Windows e Android no mesmo aparelho. De acordo com o The Verge a AMD anunciou uma parceria com a BlueStacks para trazer aparelhos com Windows e Android para o mercado.

Via: geek

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Intel anuncia computador do tamanho de um cartão SD



A Intel anunciou durante sua apresentação na CES um novo computador do tamanho de um cartão SD. O CEO da emrpesa subiu ao palco para anunciar o Edison, que utiliza o processador Quark, anunciado pela empresa em setembro como uma aposta para entrar no mercado de tecnologia de vestir e internet das coisas.

Reprodução
O Edison utiliza o Quark como system-on-chip, com dois núcleos, rodando uma versão adaptada do Linux e possui conectividade Wi-Fi e Bluetooth. O computador virá junto com uma versão especial da linguagem Wolfram. A Intel também diz que haverá uma loja de apps específica para o minicomputador.

Para demonstrar o Edison, a Intel apresentou um conceito chamado "Nursery 2.0" ("Berçário 2.0"), no qual era mostrado um bebê usando um macacão inteligente da Mimo, que é capaz de acompanhar todas informações do bebê, como temperatura e etc.

Neste exemplo, as informações do bebê eram mostradas em uma caneca de café. Quando o bebê estava confortável, uma luz verde formava um rostinho feliz na caneca, que ficava vermelha quando algo dava errado.

Outra aplicação apresentada mostrava o Edison sendo usado para ativar um aquecedor de mamadeira quando o bebê começava a se agitar, indicando que a hora de alimentá-lo se aproximava.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Intel poderá fornecer novas versões do Haswell para os próximos MacBooks Pro

macbook pro
O site SemiAccurate afirmou recentemente que a Intel deverá fornecer à Apple versões mais poderosas da sua nova linha de processadores Haswell, que deverão estar presentes na próxima geração de MacBooks Pro. Segundo as informações do site, os processadores deverão ser equipados com uma versão especial de GPU integrada Iris Pro 5200. As informações são do MacRumors.

O artigo afirma que, por questões técnicas, a Apple será a única fabricante de hardware a receber a nova versão dos processadores Haswell de alta performance. Muito se especulou sobre a Maçã apresentar os novos MacBooks Pro durante a edição 2013 da WWDC (Worldwide Developers Conference), junto aos MacBooks Air com Haswell, mas isso não aconteceu. As versões de 13 e 15 polegadas do Macbook Pro já apareceram em testes de benchmark, o que indica que seu lançamento pode estar próximo.

A versão de 15 polegadas do Macbook Pro que apareceu em testes de benchmark apresentou um processador Core i7-4950HQ rodando a 2,4GHz com a placa gráfica Iris Pro 5200 integrada. Os materiais promocionais da companhia afirmam que a Iris Pro 5200 garante melhor desempenho ao processador – de 2 a 2,5 vezes no atual MacBook Pro com Retina Display –, mas os novos computadores com Retina poderão sentir ainda mais melhorias em seu desempenho.

O analista da KGI Securities Ming-Chi Kuo afirmou que os novos MacBooks Pro devem ser lançados em meados de setembro deste ano. Ainda não se sabe se a Apple irá atualizar tanto os MacBooks Pro Retina como os MacBooks Pro padrão, mas muitos acreditam que a companhia tem planos para encerrar a fabricação dos modelos sem Retina gradualmente.

Via: Canaltech

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Iris: novas GPUs integradas da Intel mais que dobram o desempenho do Ivy Bridge

As GPUs integradas da Intel têm recebido aprimoramentos radicais nos últimos anos. Ainda não podem competir de igual para igual com as dedicadas, mas muita coisa melhorou - e está melhorando. As GPUs integradas dos chips Haswell oferecem mais do que o dobro do desempenho dos Ivy Bridge em alguns casos.


Basicamente duas versões da GPU integrada darão as caras nos ultrabooks em breve, aparecendo depois em diversos modelos de processadores e all-in-ones. A Iris Graphics 5100 é voltada a ultrabooks e notebooks, e a Iris Pro Graphics 5200 virá com chips das séries H e R, mais potentes.


A 5200 traz um pouco de memória eDRAM integrada para aumentar o desempenho. O consumo dela vai lá para cima, como consequencia do conjunto todo: os quad-core da série H com Iris Pro 5200 terão TDP de 47W. Muita coisa, especialmente comparando com os 28W do dual-core com Iris 5100, mas plenamente aceitável dentro do nicho de mercado a que se destina, também dobrando o desempenho:


Os desktops não ficam de fora, claro. Processadores com o sufixo "R" indicam a inclusão da Iris Pro 5200. De acordo com resultados dos benchmarks do 3DMark11 a versão para desktops chegou a praticamente triplicar o desempenho da geração anterior:


Em termos de desempenho gráfico os novos processadores da Intel de quarta geração serão bem atrativos. A marca "HD Graphics" está sendo trocada por "Iris​" com esta geração.

Via: Hardware

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Intel lançará chip para smartphones com “transistores 3D” ainda neste ano


A Intel começará as entregas de um processador Atom de alto desempenho para smartphones, construído com sua tecnologia de transistores 3D, ainda neste ano. Os fabricantes de aparelhos irão então iniciar testes com o novo componente, que deve aparecer nos primeiros produtos no ano que vem. De codinome Merrifield, o processador terá desempenho e autonomia de bateria superior aos processadores Intel já disponíveis, disse um porta-voz da companhia. O chip foi reprojetado “do zero”, com uma nova arquitetura que o torna mais rápido e eficiente. 
O Merrifield foi anunciado em maio passado, onde foi dito que seria voltado a smartphones topo de linha. Ele irá eventualmente suceder o processador atual, batizado de Clover Trail+. Ele será produzido em um processo de manufatura de 22 nm e levará a tecnologia de transistores 3D para os smartphones. A Intel já produz processadores para desktops e notebooks usando o mesmo processo, que alega resultar em ganhos significativos em desempenho e eficiência energética. 
A fabricante também está acelerando o desenvolvimento de chips para smartphones produzidos em um processo de 14 nm e tenta alcançar a ARM, cujos processadores são utilizados na vasta maioria dos smartphones e tablets. Processadores baseados em tecnologia ARM, como os produzidos pela Qualcomm, são construídos usando um processo de 28 nm.
O porta-voz da Intel não informou quando os smartphones baseados no Merrifield seriam lançados. Geralmente são necessários de 12 a 18 meses para que os fabricantes testem e validem o novo chip e o levem ao mercado, o que significa que é improvável que produtos cheguem às lojas antes da segunda metade do ano que vem. Muitos detalhes sobre o Merrifield ainda são desconhecidos. A Intel provavelmente irá intensificar o marketing de seu componente próximo ao final deste ano.
Os primeiros smartphones com “Intel Inside” começaram a chegar às lojas no ano passado, e a fabricante está aproveitando o MWC para destacar seu progresso no mercado. De acordo com a Intel os novos processadores Clover Trail+ tem o dobro do desempenho da geração anterior de processadores Atom para smartphones, batizada de Medfield. A linha inclui o modelo Z2580, que opera a 2 GHz, e espera-se que a Intel anuncie outros modelos, entre eles o Z2560 de 1.6 GHz e o Z2520 de 1.2 GHz.
Segundo a Intel a ASUS irá lançar um aparelho com um processador Clover Trail+, embora não haja mais detalhes sobre o assunto. A Lenovo já apresentou um smartphone baseado no processador Z2580, chamado K900. O aparelho estará nas lojas na China no segundo trimestre deste ano.
Também espera-se que a ASUS anuncie um tablet baseado em um processador Atom de codinome Lexington, uma variante de menor desempenho do Medfield projetada para aparelhos de baixo custo. A Acer, Safaricom e Lava International já anunciaram aparelhos baseados no Lexington. A Intel também deve anunciar que a operadora egípcia Etisalat está preparando um smartphone, batizado de E20, baseado no chip.
A Intel ainda corre atrás da ARM, a arquitetura preferida pelos fabricantes de smartphones topo de linha. Mas a empresa mal começou a disputa, e já há cerca de 20 modelos equipados com seus processadores à venda em 10 países. Os aparelhos ainda não estão disponíveis nos EUA e a empresa, acreditando que mercados mais maduros estão saturados, está focando países em desenvolvimento, onde a demanda por smartphones está crescendo rapidamente.
A Intel também tenta provar que seus processadores para smartphones são tão eficientes quanto os da ARM. Mas os principais fabricantes de aparelhos ainda preferem a tecnologia da empresa inglesa. Samsung e Apple, entre outras, desenvolvem seus próprios processadores ARM para uso em seus aparelhos.
A empresa irá aproveitar o MWC para destacar um processador quad-core para tablets chamado Bay Trail. Os primeiros produtos equipados com ele devem chegar às lojas à tempo da temporada de compras no fim deste ano.
Via: IDG Now

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Intel acredita no sucesso do Windows 8


Reprodução
Intel Cloud computing

A declaração do CEO da Intel Paul Otellini sobre o Windows 8 não estar completo levantou dúvidas sobre a relação entre a fabricante de processadores e a Microsoft.

O fato de Otellini achar que o Windows 8 estar sendo lançado antes do que deveria fez com que a parceria entre Microsoft e Intel fosse questionada, mas a fabricante de chips negou que a relação esteja ruim.

A Intel divulgou um comunicado "em resposta a relatos sem fundamento" sobre a reunião entre Otellini e os funcionários. A fabricante afirma que o Windows 8 "vai ser uma das melhores coisas que já aconteceram com a Intel" e que continua trabalhando junto com a Microsoft em plataformas com Windows, de acordo com a CNET.

domingo, 23 de setembro de 2012

Variante do Clover Trail deverá suportar Linux, mas não por agora


Pouco depois de desanimar muita gente com a falta de suporte a Linux no Clover Trail (Atom Z2760), um representante da Intel comentou rapidamente à ZDNet e ITWorld que a empresa prepara um chip variante deste, sim, com suporte ao pinguim.

O recado foi bem curto, e sem detalhes: "A Intel tem planos para uma outra versão desta plataforma direcionada a Linux/Android; todavia não podemos comentar especificamente sobre esta plataforma ou mercado agora. Fiquem atentos."

O maior problema do Clover Trail com o Linux parece ser o gerenciamento de energia, já que em recursos básicos ele continua sendo um processador x86. O desenvolvimento foi feito numa relação bem próxima com a Microsoft, sendo projetado especialmente para o Windows 8.

Por enquanto o Android fica com o Medfield, processador que deve dominar os primeiros smartphones x86, eventualmente aparecendo em tablets. Apesar de apresentar um tempo de duração da bateria bastante competitivo (perto dos SoCs ARM nos smartphones atuais) a arquitetura dele já se mostra atrás dos avanços conquistados no Clover Trail.

É estranho ver a Intel deixando de suportar Linux num dos seus produtos, já que ela está na lista das empresas que mais investem no sistema.

Via: Hardware

terça-feira, 3 de julho de 2012

Intel sorteia ultrabook personalizado para ouvintes da rádio Coca-Cola FM

A Intel e a Coca-Cola se uniram para promover um concurso cultural no Brasil que premiará ouvintes da rádio Coca-Cola FM com o Ultrabook Edição Especial Coca-Cola FM, com design e caixas de som exclusivos.

"Intel e Coca-Cola estão juntas para celebrar a arte, a música e as boas sensações que elas trazem ao nosso dia a dia", afirmou Cássio Tietê, diretor de novos negócios da Intel Brasil.

A ação, que acontecerá durante todo o mês de julho, propõe ao ouvinte da rádio Coca-Cola FM adivinhar o nome de cinco músicas tocadas durante cada semana, após uma vinheta especial do concurso. De segunda a sexta, uma música da lista será transmitida por apenas sete segundos - o mesmo tempo que um Ultrabook levaria para ligar e estar pronto para uso.

Quem enviar em menos tempo a playlist completa via aplicativo nas páginas Coca-Cola ou da Intel, levará para casa o Ultrabook personalizado.

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O ultrabook sorteado é personalizado com logotipo da Coca-Cola FM

Para participar, basta acessar as páginas da Coca-Cola ou da Intel Brasil, no Facebook ou, ainda, pelo site www.coca-cola.com.br e seguir as instruções indicadas. A cada semana, uma playlist nova é tocada.

"Através desta parceria temos a oportunidade de presentear o ouvinte da Coca-Cola FM com um produto exclusivo, inovador, oferecendo uma experiência única. Com a Intel, encontramos uma sinergia que permite ampliar esta conexão com nosso consumidor e ouvinte, aliando entretenimento e felicidade com tecnologia e informação", disse a diretora de marketing da Coca-Cola Brasil, Luciana Feres.

Via: IDG Now

sábado, 16 de junho de 2012

Intel quer baratear ultrabooks para concorrer contra MacBook Air

(Fonte da imagem: Divulgação/Intel)

Entre outros acontecimentos, a última semana no mundo da tecnologia foi marcada pelos novos MacBooks da Apple, incluindo uma nova linha do modelo Air, fora um barateamento de US$ 100 na geração atual, grande concorrente dos ultrabooks com Windows. Sentindo a situação desfavorável, a Intel vai adotar uma nova política econômica que deve significar uma queda nos preços.

De acordo com o Slashgear, a empresa vai se reunir com todos os parceiros fabricantes para discutir políticas econômicas e tentar definir menores custos para ultrabooks – incluindo um modelo de US$ 699 que sairia no segundo semestre de 2012.

Entre as sugestões da Intel, estão o uso de fibra de vidro e plástico para o revestimento dos aparelhos (em vez das caras ligas de alumínio), HDs híbridos no lugar dos custosos SSDs e baterias prismáticas de íon-lítio.

Caso aceitas, as mudanças devem valer já para modelos a serem lançados no segundo semestre deste ano. Em 2012, a meta da Intel é vender no mínimo 20 milhões de ultrabooks.

Fonte: Slashgear

sábado, 12 de maio de 2012

Melhorando a autonomia no Linux: PowerTOP 2.0 disponível, depois de 5 anos

O PowerTOP é um aplicativo desenvolvido com apoio da Intel, com o objetivo de melhorar a autonmia de laptops e netbooks rodando Linux, identificando focos de consumo que podem ser corrigidos alterando as configurações do sistema. Não apenas ele indica o problema e oferece a solução, como em muitos casos ele é capaz de corrigir o problema sozinho:


Havia escrito um artigo sobre ele em 2007, dando algumas dicas de como reduzir o consumo em laptops com o Centrino, e outra dica rápida sobre ele no Debian.

O motivo de estas dicas serem tão antigas é que o PowerTOP passou muito tempo sem ser atualizado, o que torna o lançamento da versão 2.0, quase cinco anos depois, uma novidade interessante. O anúncio está disponível no: https://01.org/powertop/blogs/ceferron/2012/powertop-v2.0-release

Entre as novidades está o suporte atualizado ao equipamento atual, uma interface remodelada e a possibilidade de salvar os resultados em html ou csv. Ele continua sendo a melhor opção para verificar como anda o consumo de energia e ver no que é possível reduzi-lo para estender a autonomia da bateria.
Por enquanto está disponível apenas o pacote com o código fonte. É de se esperar que as distribuições demorem algumas semanas até que o pacote atualizado esteja disponível nos repositórios.

Via: Hardware

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Intel pressiona por padronização das baterias dos ultrabooks

Além de caros, os atuais modelos de ultrabooks possuem uma outra limitação, que é o fato de usarem baterias Li-Poly com construções personalizadas e não-substituíveis pelo usuário, contrastando com a maioria dos notebooks, que usam células cilíndricas, que permitem o desenvolvimento fácil de baterias alternativas, ou (no caso dos mais destemidos) até mesmo a substituição direta das células dentro das baterias.

Isso adiciona dois problemas para quem eventualmente precisar trocar a bateria de seu ultrabook: as baterias podem ser adquiridas apenas através do fabricante, o que significa preços exorbitantes, e você precisa desmontar o ultrabook para substituir a bateria, o que no caso dos usuários menos técnicos significa uma visita à assistência técnica.


Além de difíceis de substituir, estas baterias também são difíceis e caras de se produzir, o que tem representado uma percentagem considerável do custo de produção dos ultrabooks. A Intel está agora tentando colocar ordem na casa, pressionando os fabricantes pela padronização das baterias em torno de células cilíndricas 16650 ou prismáticas de 60x80 mm, ambas opções relativamente finas (16 ou 16.5 mm de espessura) e que estão largamente disponíveis no mercado, como apresentado na IDF deste ano:



A Intel estima que a mudança pode levar a uma economia de 5 a 10%, o que representará mais uma redução importante no custo dos ultrabooks, que têm sido a principal barreira para a adoção da plataforma. Para os compradores a padronização também será muito boa, já que facilitará a substituição das baterias e abrirá as portas para a entrada de baterias alternativas no mercado, que são sempre muito mais baratas.

Com exceção de alguns poucos modelos ultra-finos, a padronização não deverá afetar a espessura dos ultrabooks, a única mudança é que os fabricantes será mais estimulados a desenvolverem layouts onde a placa mãe é menor e a bateria ocupa os espaços vagos, como temos nos smartphones e muitos tablets.

Via: Hardware