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domingo, 26 de julho de 2015

POR QUE A CONEXÃO DE INTERNET DESATIVA AO INICIAR O WINDOWS?

Ops... Olá

Andando pelos fóruns por aí encontrei esse tópico.




Achei interessante a pergunta do cidadão, pois bem! fui designado para fazer manutenção em um notebook Lenovo G40 e o problema era o mesmo citado no fórum.

E como missão dada é missão cumprida! mãos a Obra...

A princípio comecei vendo se os drivers estavam todos instalados e aparentemente estava tudo normal, comecei a baixar os drivers de rede pra ver poderia solucionar o problema. Mas todos vez que o computador era desligado ou reiniciado o mesmo problema voltava...?

Então fiz o procedimento de desta maneira

a

Só que o problema não desapareceu! Então parti pra lógica da coisa formatei e baixei todos os drivers do notebook direto do site do fabricante no caso a Lenovo, mas o problema voltou então voltei no site e fui conferir se tinha realmente baixado todos só que esqueci de baixar um.

O driver de controle de energia! Aí estava a solução quando instalei esse bendito e reiniciei o notebook pressionei apenas a tecla F7! é fácil assim ele voltou a funcionar sem precisar hibernar o notebook.


Então descobri que tinha solucionado o problema que pelo que eu pesquisei na net tem muitos fóruns que ainda não chegaram a resolução! então resolvi compartilhar aqui a solução usando meu caso para quem sabe poder ajudar a solucionar os casos em outros fóruns!

Segue link do drive










quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Fonte vagabunda: o maior erro que você pode cometer ao montar um PC


Quem não está muito familiarizado com os componentes de um computador ou está montando a sua máquina pela primeira vez geralmente não presta muita atenção na fonte de alimentação. Alguns até sabem que ela precisa ter “potência real”, mas geralmente esse dispositivo acaba sendo negligenciado.
 
Mas o que significa uma fonte ter potência real? Significa que as outras são mentirosas? Na verdade esse termo não existe, pois ele foi criado pelo comércio brasileiro para diferenciar fontes de alimentação genéricas de fontes mais robustas, com qualidade superior. Esse tipo de classificação começou a surgir com as placas de vídeo mais poderosas.

O problema é que mesmo muitas dessas fontes que prometem oferecer “potência real” nem sempre são capazes de cumprir essa tarefa. Ou até conseguem, mas sem nenhum cuidado ou critério de segurança.

Geralmente, quem vai montar um computador tem um orçamento limitado e prefere investir em componentes que vão trazer um aumento mais perceptível no desempenho, como placa de vídeo, processador ou memória. A fonte de alimentação geralmente fica em segundo plano, pois as pessoas escolhem aquela que possa fazer a máquina funcionar, mas que custe o mínimo possível.

Muitas empresas montam computadores assim, pois é um dos itens que podem permitir um aumento considerável da margem de lucro; afinal de contas, ou o computador liga ou não liga. Se ele está funcionando, aparentemente está tudo certo. O cliente que se vire depois se quiser instalar um periférico extra na máquina.

O problema em utilizar fontes de alimentação de baixa qualidade

O problema é que “ligar a máquina” não é tudo que o computador precisa. É possível fazer uma simples analogia com o corpo humano para entender isso.

Imagine duas pessoas. A primeira só se alimenta com doces, fast food e alimentos sem nutrientes. A segunda tem uma alimentação bastante equilibrada que inclui frutas, vegetais, proteínas e fibras, todos na dose correta. Qual dessas duas pessoas você acha que seria mais saudável e teria mais disposição? Obviamente que é a segunda.

 
A maioria das fontes genérias tem um visual parecido com esse.

Com o seu computador é a mesma coisa: se você o alimenta de forma errada, ele vai funcionar mal. Assim como uma pessoa que não tem uma alimentação saudável, os componentes eletrônicos não funcionam muito bem se a energia elétrica não é suficiente ou é fornecida de maneira errada.

Diferenças entre uma fonte e uma “bomba” de alimentação

Para entender a diferença entre uma fonte ruim e uma fonte de boa qualidade, é preciso entender o princípio de funcionamento desses equipamentos. A sua tarefa principal é converter a energia que vem da rede elétrica, geralmente 110/220 V 60 Hz para os 12/3,3/5 V normalmente utilizados pelos componentes eletrônicos. A fonte também converte a corrente alternada (AC) proveniente da tomada para corrente direta (DC).

Converter diretamente a energia de AC para DC exigiria componentes muito grandes, por isso a energia é convertida para AC de alta frequência, para que então ela possa ser transformada em energia DC.
Fontes de boa qualidade possuem mais componentes em seu interior.

Depois dessa transformação, a energia ainda está “suja” e precisa ser retificada para não danificar os componentes do computador, e é aí que entra uma série de filtros diferentes.

O principal é o PFC ou “Fator de Correção de Energia”, que é responsável por diminuir o problema com a energia reativa que é gerada na entrada de energia da fonte. Existem dois tipos de PFC: ativo e passivo. O passivo é composto apenas por componentes que filtram a energia que sai do transformador, enquanto o ativo possui um circuito próprio desenvolvido especificamente para retificar a energia em diversos passos.

Depois disso, a energia de entrada passa pelos reguladores que a transformam nos 12/3,3/5 V utilizados pela máquina. Depois a energia de saída é filtrada para ter certeza de que as tensões sejam entregues de forma correta para os componentes do computador.

É justamente aí que entra um dos maiores problemas das fontes genéricas. Para economizar, os fabricantes utilizam componentes de baixa qualidade. Com isso, existem perdas de energia de uma fase para outra e essa perda geralmente causa oscilação de tensões, além, é claro, de gerar calor desnecessariamente.


Para piorar, algumas fontes não possuem todos os componentes necessários (novamente, para cortar despesas) para filtrar a energia e o que é entregue para o computador não é adequado para fazer os circuitos funcionarem como se deve.

O sistema de refrigeração também é um ponto muito importante na hora da compra. Enquanto fontes de boa qualidade possuem coolers grandes e com garantia de bom funcionamento, fontes mais simples trazem coolers ruins, barulhentos e ineficientes; o que não deixa de ser uma ironia, já que essas fontes costumam aquecer mais que componentes de qualidade.

O que uma fonte ruim pode fazer com a máquina

Existe uma série de problemas decorrentes de uma alimentação inadequada. Um deles é a oscilação constante no fornecimento de energia. Isso porque os componentes são desenvolvidos para trabalhar com um valor fixo, por exemplo, 12 V. Se a fonte é ruim, ela pode fornecer 11, 13 V ou até mesmo valores diferentes disso.

O que acontece é que o componente alimentado precisa forçar a retificação de energia, “cansando” mais e gerando mais calor. Isso é extremamente prejudicial para qualquer eletrônico, pois sua vida útil diminui consideravelmente.

Você já deve ter ouvido falar nas linhas de energia da fonte. Cada uma dessas trilhas é uma das origens principais das tensões, sendo que as três principais são 12/3,3/5 V. Enquanto as linhas 3,3 e 5 V geralmente são utilizadas para alimentar periféricos como discos rígidos, as linhas 12 V alimentam o processador e as placas de vídeo. Em algumas fontes, a linha 12 V é dividida, ou seja, existe mais de uma. Isso serve basicamente para proteger o computador de falhas. Se um componente puxar mais energia do que essa linha pode fornecer, a fonte desliga para preservar o hardware.

Em fontes de qualidade que possuem apenas uma linha 12 V, ela geralmente é robusta, pronta para fornecer toda a potência que a máquina precisa. Isso pode ser visto na Cooler Master V1200 que analisamos recentemente: ela oferece apenas uma linha 12 V, mas capaz de trabalhar com uma corrente de até 100 A (12 V x 100 A = 1.200 W).

Já no caso de fontes de baixa qualidade, não é possível saber quanta corrente a linha 12 V pode fornecer. Possivelmente será abaixo do que a máquina precisa para funcionar, principalmente se você tiver uma placa de vídeo dedicada instalada na máquina.

Economizar na compra da fonte pode render em uma placa-mãe inutilizada.

O que acontece é que, quando a máquina estiver em plena capacidade, ela vai puxar mais energia da fonte. Como não há energia suficiente, os fios vão aquecer além do limite. Por sorte a fonte vai “desarmar” e nada será danificado.

Contudo, a tendência é que você tente ligar a máquina novamente depois de ela desligar. E é aí que o conector ATX da fonte e o conector ATX da placa-mãe vão derreter e virar uma peça só. Se a máquina não desligar sozinha e você não sentir cheiro de queimado, é bastante provável que ela pegue fogo e você perca a maioria dos componentes internos do seu PC.

Outros componentes também sofrem com a instabilidade no fornecimento de energia. Uma placa de vídeo pode ter seus elementos danificados; um HD pode falhar durante o funcionamento e resultar em bad blocks; um processador pode aquecer mais do que o normal e queimar.

Isso tudo sem falar na dor de cabeça que é ver a máquina falhando, mais lenta ou desligando sozinha esporadicamente. Já pensou investir todas as suas economias em um PC que não funciona como o prometido?

Eficiência energética: não jogue dinheiro fora

Qualquer tipo de transformação de energia gera perda e essa perda é transformada em calor. Quanto mais calor, mais perigo de acidente e mais dinheiro jogado fora. As fontes de alimentação de qualidade possuem eficiência garantida pelo selo 80 Plus.

Entender o que significa a eficiência da fonte é simples: no caso de uma fonte com eficiência de 90%, apenas 10% será desperdiçado em forma de calor, ou seja: se a sua máquina precisa de 500 W para funcionar, a fonte vai puxar da tomada 550 W. Destes, cerca de 50 W serão transformados em calor.


Já as fontes de alimentação genéricas apresentam taxas de eficiência muito baixas, algumas na casa de 70% ou até 60%. Isso significa que se uma fonte for de 500 W e tiver eficiência de 70%, cerca de 30% da energia será desperdiçada em forma de calor, ou seja, em vez de 500 W ela vai puxar da tomada 650 W. Isso significa que você estará literalmente queimando dinheiro.
.....
A médio e longo prazo, utilizar uma fonte de alimentação vagabunda vai acabar custando muito mais caro, pois o dinheiro que você economizou na compra dela precisará ser gasto na compra de novos componentes, que estarão danificados por culpa da alimentação inadequada que você deu ao seu computador.

Na hora de montar uma máquina personalizada, nunca deixe de calcular o preço da fonte de alimentação. Nós temos alguns artigos interessantes sobre isso aqui no TecMundo, como esse que ensina você a reconhecer uma fonte para computadores gamer, ou esse outro, que mostra algumas fontes com selos de certificação falsos.

Fuja de fontes ditas “watts real” ou “potência real”. Antes da compra, escolha um modelo preferencialmente de marca conhecida e faça uma pesquisa para saber se o componente é mesmo de qualidade.



Via: tecmundo

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Apple consegue rastrear funcionário que falhar na linha de produção


Com o lançamento do iPhone 6 previsto para o próximo dia 9, os responsáveis pela montagem dos dispositivos aceleram o trabalho, na tentativa de produzir exemplares suficientes para atender a todos os consumidores. O que pouca gente sabe é que durante o período de lançamento alguns produtos podem sair com defeitos. Mas o que acontece com eles?

Algumas horas depois do lançamento, os iPhones com problemas retornam à sede da Apple em Cupertino, na Califórnia, e são levados a uma sala de testes. Nesse espaço, os engenheiros responsáveis pela construção do celular fazem o trabalho contrário: tentam descobrir qual é o problema desmontando-os. Devido ao grande número de dispositivos produzidos em todo o mundo, o transporte pode muitas vezes demorar a acontecer. Para isso, a Apple utiliza os números de série de cada dispositivo para determinar o problema e, mais do que isso, descobrir quem foi responsável pela falha na linha de montagem.

O programa de análise de falha em campo, EFFA (em inglês Early Field Failure Analysis), foi criado em 1990 e tem como objetivo encontrar soluções rápidas para problemas simples, como improvisar soluções de hardware e fornecê-la ao longo de toda a cadeia de suprimentos da empresa. Os testes são bastante rigorosos nas primeiras semanas em que um dispositivo está à venda no mercado, mas continuam por meses, sempre que surgem problemas. 

A tarefa é executada pelo controle de qualidade da companhia e pelo AppleCare, setor de serviços de garantia dos produtos e suporte aos funcionários. Ele é responsável por fornecer dados e relatórios sobre dispositivos defeituosos semanalmente, destacando os principais problemas encontrados pelo consumidor. Um dos executivos da empresa contou à Bloomberg que a maior parte dos problemas tem a ver com componentes que não estão conectados corretamente. Segundo ele, um defeito encontrado na primeira semana pode economizar milhões de dólares.


segunda-feira, 31 de março de 2014

Que falhas o monitor apresenta quando está com problemas?

Fundamentais para a utilização de desktops, tanto os antigos monitores de CRT quanto aqueles com modernas telas de plasma ou LCD, podem apresentar defeitos ou disfunções que são gerados pelo funcionamento contínuo ou pelo mau uso.
A situação pode ser ainda mais crítica quando a tela de notebooks está falhando, pois com a visualização do sistema comprometida, o usuário terá mais dificuldade para utilizar o dispositivo e diagnosticar os problemas.
Grande parte dos problemas que os monitores podem apresentar são causados pelo desgaste e precisam de manutenção especializada (Foto: Reprodução/Flirck – alberth2)Grande parte dos problemas que os monitores podem apresentar são causados pelo desgaste e precisam de manutenção especializada (Foto: Reprodução/Flirck – alberth2)
Neste tutorial, o TechTudo irá apresentar alguns dos principais problemas que seu monitor poderá apresentar e quais são os procedimentos recomendáveis para tentar recuperá-los.
Por que tela do monitor fica piscando? Descubra no Fórum do TechTudo.
O monitor liga, mas a tela continua apagada
Passo 1. Esse defeito pode ocorrer devido a um simples problema de falta de conexão ou mau contato. Assim, verifiquese  o cabo de seu monitor está devidamente plugado e se não há algum rompimento em sua extensão;
A luz que indica a ativação do monitor acende, mas a tela continua sem mostrar nada (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)A luz que indica a ativação do monitor acende, mas a tela continua sem mostrar nada (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 2. Caso não haja problema na conexão de seu monitor, a falha poderá estar sendo causada por algum de seus componentes internos. Entre em contato com o fabricante, se o aparelho ainda estiver na garantia, ou procure uma assistência técnica especializada;
Caso o problema não seja de mau contato, procure os responsáveis pela garantia ou um técnico especializado (Foto: Reprodução/Flirck – angry.falafel)Caso o problema não seja de mau contato, procure os responsáveis pela garantia ou um técnico especializado (Foto: Reprodução/Flirck – angry.falafel)
Mensagem de erro de conexão ou falta de sinal
Passo 1.  Este problema pode ser causado por alguma uma falha na conexão entre o monitor e o PC ou por uma incompatibilidade na resolução daquele com a placa de vídeo. Verifique se há algum problema na conexão entre ambos;
Mensagens de erro na tela podem indicar falhas na conexão entre o monitor e computador (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Mensagens de erro na tela podem indicar falhas na conexão entre o monitor e computador (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 2. Se a mensagem persistir, verifique se há algum problema de incompatibilidade entre as especificações de ambos, e procure a loja para efetuar a troca ou o fabricante para relatar o defeito;
Caso a falha seja causa por incompatibilidade do monitor com a placa de vídeo, procure o vendendo ou o fabricante dos produtos (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Caso a falha seja causa por incompatibilidade do monitor com a placa de vídeo, procure o vendendo ou o fabricante dos produtos (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Tela liga, mas fica sem imagens
Passo 1. Esta falha geralmente indica um problema de voltagem na conexão entre o computador e monitor ou nos componentes internos que alimentam a energia deste último;
Se a tela se iluminar, mas não mostrar nenhuma imagem, pode estar havendo um problema de conexão ou de voltagem (Foto: Reprodução/Flirck – toff.trotter)Se a tela se iluminar, mas não mostrar nenhuma imagem, pode estar havendo um problema de conexão ou de voltagem (Foto: Reprodução/Flirck – toff.trotter)
Passo 2. Verifique se os cabos estão devidamente conectados e se há alguma queda na fase da energia de sua rede elétrica. Se o problema persistir, procure o fabricante ou a assistência técnica;
Cheque se os cabos estão devidamente conectados e se há alguma queda de fase em sua rede elétrica (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Cheque se os cabos estão devidamente conectados e se há alguma queda de fase em sua rede elétrica (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
O monitor desliga sozinho
Passo 1. Inutilizando o uso do PC ou do notebook, este problema pode estar relacionado com a tensão na energia elétrica que é fornecida à tela ou com graves entupimentos em seu sistema de arrefecimento;
Quando o monitor desliga sozinho pode estar havendo uma falha em sua alimentação de energia ou algum problema em seu sistema de resfriamento (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Quando o monitor desliga sozinho pode estar havendo uma falha em sua alimentação de energia ou algum problema em seu sistema de resfriamento (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 2. Procure a assistência técnica para fazer uma higienização básica no interior do monitor ou do notebook, aproveitando também para fazer uma checagem das condições de seus componentes internos;
Recomenda-se que seja feita uma visita a algum técnico especializado para checar as condições dos componentes internos do monitor (Foto: Reprodução/Flirck – pischty.hufnagel)Recomenda-se que seja feita uma visita a algum técnico especializado para checar as condições dos componentes internos do monitor (Foto: Reprodução/Flirck – pischty.hufnagel)
A imagem está escura demais
Passo 1. Podendo caracterizar a queima de alguma das lâmpadas do display do monitor, o usuário também deve verificar se há alguma alteração drástica nas configurações de brilho e contraste da tela;
Monitores com a tela muito escura podem indicar problemas nas lâmpadas do display ou desconfigurações do brilho e contraste (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Monitores com a tela muito escura podem indicar problemas nas lâmpadas do display ou desconfigurações do brilho e contraste (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 2. Ajuste as configurações de brilho e contraste nos botões da tela e no sistema de Calibragem de Cores do Windows. Caso o problema continue, procure por uma assistência especializada;
Cheque as configurações da tela e do sistema antes de procurar um técnico especializado (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Cheque as configurações da tela e do sistema antes de procurar um técnico especializado (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Imagem distorcida ou com cores estranhas
Passo 1. Atrapalhando a visualização de parte da tela ou modificando todas as cores exibidas pelo monitor, este defeito pode ser causado por interferências eletromagnéticas próximas ao dispositivo ou por problemas em seus componentes internos;
Distorções na imagem ou nas cores da tela podem ser causadas por interferências eletromagnéticas ou pelo desgaste das peças do monitor (Foto: Reprodução/Flirck – 133MHz/njeasus)Distorções na imagem ou nas cores da tela podem ser causadas por interferências eletromagnéticas ou pelo desgaste das peças do monitor (Foto: Reprodução/Flirck – 133MHz/njeasus)
Passo 2. Remova qualquer aparelho eletrônico de perto do notebook ou do monitor e verifique se o problema persiste. Caso a falha continue, procure ajuda por técnicos especializados;
Ligue o monitor ou notebook em uma posição afastada de outros aparelhos eletrônicos, e procure por um técnico se o problema persistir (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Ligue o monitor ou notebook em uma posição afastada de outros aparelhos eletrônicos, e procure por um técnico se o problema persistir (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
A imagem aparece na tela, mas pisca ou escurece em seguida
Passo 1. Este problema pode caracterizar uma falha na tensão na rede elétrica que alimenta o monitor ou no recebimento de energia de suas lâmpadas e de seu circuito eletrônico;
Monitores que piscam ou escurem constantemente podem estar com problemas em seus componentes internos ou na alimentação de sua energia (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Monitores que piscam ou escurem constantemente podem estar com problemas em seus componentes internos ou na alimentação de sua energia (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 2. Verifique se os cabos estão bem posicionados e se sua rede elétrica está normal e, caso o defeito continue, procure uma assistência técnica para substituir os componentes internos defeituosos;
Veja se há algum mau contato nos cabos de conexão do monitor e do PC, e busque por um técnico caso o defeito continuar (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Veja se há algum mau contato nos cabos de conexão do monitor e do PC, e busque por um técnico caso o defeito continuar (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Imagens fixas “marcando” a tela
Passo 1. Problema típico de monitores sem descanso de tela que ficam tempo de mais exibindo a mesma imagem, este efeito é conhecido como “burn-in” e pode deixar marcados para sempre monitores CRT ou telas de plasma;
Displays marcados são características de monitores que não possuem descanso de tela e mostram a mesma imagem continuamente (Foto: Reprodução/Flirck – garycruz)Displays marcados são características de monitores que não possuem descanso de tela e mostram a mesma imagem continuamente (Foto: Reprodução/Flirck – garycruz)
Passo 2. Caso o seu monitor tenha tela de LCD, as suas células geralmente poderão voltar ao normal e perder as marcações, bastando que o dispositivo fique desligado por mais de 12 horas;
Monitores com a tela de LCD poderão regenerar-se destas marcas se permanecerem desligados por algumas horas (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Monitores com a tela de LCD poderão regenerar-se destas marcas se permanecerem desligados por algumas horas (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Pontos negros na tela indicando pixels mortos
Passo 1. Formadas por conjuntos de três transístores de cores diferentes, as telas de LCD podem apresentar pontos escuros que caracterizam a “morte” dos pixels localizados em tais posições. Este defeito pode ser causado pelo desgaste do monitor ou por partículas de sujeiras em seus componentes internos;
Pixels mortos deixam a tela do monitor com inconvenientes pontos negros (Foto: Reprodução/Flirck – dino.quinzani)Pixels mortos deixam a tela do monitor com inconvenientes pontos negros (Foto: Reprodução/Flirck – dino.quinzani)
Passo 2. Esta falha pode sumir com o tempo, mas os usuários também podem utilizar o UDPixel para remover estes inconvenientes pontos pretos da tela. Basta executar o programa e clicar em “Start” para que o procedimento de verificação inicie;
Inicie o UDPixel e aperte no botão Start para que o programa comece sua verificação (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Inicie o UDPixel e aperte no botão "Start" para que o programa comece sua verificação (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 3. Os pixels mortos que forem identificados serão marcados por pontos que irão piscar continuamente. Clique com o botão esquerdo do mouse sobre eles e desmarque as cores até identificar aquela que fará o ponto parar de piscar, configurando o programa para que possa compensar e corrigir o pixel morto;
Clique com o botão direito do mouse sobre as falhas encontradas e desmarque as cores até que os pontos parem de piscas (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Clique com o botão direito do mouse sobre as falhas encontradas e desmarque as cores até que os pontos parem de piscas (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)




























Via: Techtudo

segunda-feira, 17 de março de 2014

A Miracle Machine não passava de um hoax, mas por uma boa causa

miracle-machine-boyer-james-hoax

Quando Kevin Boyer e Philip James apareceram na mídia com o “Jesus portátil” Miracle Machine, uma máquina que prometia fazer vinho em casa em apenas três dias, a comoção foi geral. Independente das pessoas acharem uma ideia genial ou uma charlatanice descarada, o fato é que a mídia em geral deu atenção massiva ao aparelho. Em poucos dias o vídeo foi visto por mais de 200 mil pessoas e tuitado mais de 6.000 vezes, mais de 600 sites e blogs (nós inclusive) cobriram o aparelho e mais de 7.000 pessoas se inscreveram para saber mais sobre o produto ou aguardar o lançamento da campanha no Kickstarter.

Como os mais velhos dizem, “parece bom demais pra ser verdade”. E de fato estavam certos: a Miracle Machine não passava de um hoax, mas por uma boa causa.

Na verdade o conceito por trás da Miracle Machine era uma campanha publicitária para chamar a atenção para a Wine to Water, uma ONG que leva água potável aos mais necessitados tal qual a charity: water, da qual falei em meu primeiro post. Aos desapontados que pretendiam de fato investir US$ 499 num milagre de Caná portátil, o fundador Doc Hendley tem uma mensagem:
Ao custo de uma garrafa de vinho nós somos capazes de fornecer água potável com 99,9% de pureza para uma família por até cinco anos. Esse é o verdadeiro milagre.
O CEO da fundação Allen Peterson concorda, dizendo que uma em cada oito pessoas no mundo não tem acesso à água potável e que mesmo que a campanha seja criticada, “se for capaz de salvar uma vida, valeu a pena”.

Boyer e James, respectivamente CEO e chairman da CustomVine não estão preocupados com o marketing reverso que a pegadinha pode causar na sua empresa, que é real e realmente comercializa vinhos artesanais sob encomenda. Para eles, levar água a quem precisa é mais importante.

“A cada ano quase dois milhões de crianças morrem por causa de água contaminada e falta de saneamento”, disse James. “O milagre de transformar a água em vinho pode estar distante, mas a Wine to Water mostrou que o verdadeiro milagre de oferecer água potável está facilmente ao nosso alcance”. Já Boyer disse que “a decisão de nos envolver (com a campanha) foi fácil”, afirmou Boyer. “Enquanto alguns gostam de apreciar uma taça de vinho muitas pessoas ao redor do mundo não têm acesso a um copo de água potável, e isso é inaceitável”.

Para concluir James foi direto:
Eu faria de novo cem vezes mais. Não pelo propósito de engaram alguém, mas se isso salvasse uma vida a mais, eu faria.
Por fim Boyer e James pedem que os interessados originais adquiram uma garrafa do vinho especial Miracle, cuja renda será revertida para a Wine to Water. Basta acessar o site da Miracle Machine ou da instituição.



Via: Meiobit

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Teoria bizarra de como limpar a memória ram

Hoje ouvi uma discussão bastante engraçada por sinal dois cidadãos estavam debatendo a maneira correta de limpar a memória do computador! Pois bem eles tinham teorias que eu nunca tinha visto.



Tipo uma delas era que usar grafite era a melhor opção porque depois que passe a borracha os "detinhos" da placa iria ficar limpos...



Eu nunca vi algo desse tipo! mas o bom foi que eu aprendi algo com o outro que logo cuidou de retrucar o que o parceiro falou! que invés do "Grafite" coloca de molho na água morna com detergente, porque assim limpava a memória e matava os fungos... 



Pessoal tinha que compartilha esses métodos bizarros com vocês! se vocês sabem de algum comentem no blog! ou mande seus post!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Como encontrar drivers para “aparelhos desconhecidos” no Windows

Se você está instalando o Windows, provavelmente terá algum problema com drivers. Não importa se está instalando o sistema em um PC que acabou de montar, ou atualizando uma máquina para uma nova versão, há grandes chances de que o sistema não reconheça todo o hardware conectado.

Tipicamente gosto de baixar todos os drivers para os principais componentes de um PC antes mesmo de começar a instalação do sistema, mas inevitavelmente uma máquina terá uma placa-mãe com um controlador obscuro integrado, ou uma placa de expansão misteriosa, que o Windows não reconhece.

As pessoas lidam com problemas com drivers de diversas maneiras. Algumas acessam o site do fabricante da placa-mãe e procuram informações sobre ela, na expectativa de identificar o componente estranho ao ler o manual ou ficha técnica. Outros preferem desmontar a máquina e procurar na web pelos números de série em chips ou placas que não reconhecem. Você pode ter sucesso com ambos os métodos, mas existe uma forma muito melhor de identificar dispositivos desconhecidos no Windows, e você não precisará de nenhuma ferramenta especial para isso.

Rumo ao desconhecido

Pode não ser óbvio, mas o Windows lhe dá toda a informação de que você necessita para identificar uma placa desconhecida no próprio Gerenciador de Dispositivos. Você só precisa saber onde procurar.

Para começar, abra o Gerenciador: no Windows 7 basta digitar dispositivos no campo de busca no rodapé do Menu Iniciar e selecionar o item correspondente entre os resultados, no Windows 8 digite o mesmo na Tela Iniciar.

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Um dispositivo desconhecido é identificado com um triângulo amarelo com um ponto de exclamação em preto


O Windows identifica quaisquer dispositivos desconhecidos com um ponto de exclamação preto dentro de um triângulo amarelo. Se você tiver sorte, o nome do dispositivo aparecerá na lista, e você pode simplesmente fazer uma busca pelos drivers no Google. Mas frequentemente estes dispositivos são indicados apenas como “Dispositivo Desconhecido”, o que não ajuda muito.

Trabalho de detetive

O “pulo do gato” é que cada item de hardware em um sistema Windows tem um identificador único. Para ver acessá-lo clique com o botão direito do mouse sobre o item na lista de dispositivos, selecione o item Propriedades no menu e clique na aba Detalhes no topo da janela que surge.

Nesta aba você verá um menu logo abaixo de Propriedade. Clique neste menu e selecione o item IDs de hardware. No campo Valor, logo abaixo do menu, irão surgir algumas informações que parecem não fazer muito sentido. O segredo é copiar um destes valores (Clique com o botão direito do mouse sobre um deles e selecione Copiar) e usá-lo para fazer uma busca no Google, seguido da palavra driver. Eu adiciono a versão do sistema ao termo, para refinar os resultados. Provavelmente em poucos minutos você conseguirá não só identificar o componente misterioso, como também baixar o driver necessário para que ele funcione corretamente.

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O ID de Hardware de um dispositivo é a chave para solucionar o problema

Por exemplo, ao instalar o Windows 7 em um PC recentemente notei que o ID de hardware de um dos “dispositivos desconhecidos” era
PCI\VEN_11AB&DEV_4362&SUBSYS_532111AB

Então fiz uma busca no Google por PCI\VEN_11AB&DEV_4362&SUBSYS_532111AB windows 7 driver e logo não só descobri que o dispositivo era uma controladora de rede Marvell Yukon 88E8053 PCI-E Gigabit Ethernet Controller como consegui vários links para o driver. Baixei um deles, fiz a instalação e pronto! Problema resolvido.

Saber identificar e encontrar rapidamente os drivers para dispositivos desconhecidos pode lhe economizar muito tempo, especialmente se você está constantemente atualizando e montando PCs. Se você tem uma dica parecida, deixe-a nos comentários logo abaixo e ajude nossos outros leitores!

Via: IDGNow