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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Samsung lança Galaxy S9

Barcelona, Espanha -O gigante sul-coreano Samsung apresentou, neste domingo (25), seu novo celular de alta gama – o Galaxy S9 -, pensado para tirar proveito da realidade aumentada, um dia antes da abertura oficial do Mobile World Congress (MWC), a maior feira mundial de celulares que acontece em Barcelona.
Ausente no ano passado, a Samsung se beneficiou das apresentações mais discretas dos concorrentes para garantir o lugar de estrela do dia, com seu novo smart.
Dotado de tecnologia que permitirá o uso de aplicativos de realidade aumentada, o Galaxy S9 possui um design reformulado, mas conserva suas bordas curvas e confirma a tendência entre os fabricantes: a tela ocupa quase totalmente a superfície frontal do aparelho.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Clientes do BB poderão efetuar operações bancárias no Facebook Messenger

Em breve, clientes do Banco do Brasil poderão recorrer ao Facebook Messenger para consultar e realizar suas principais operações bancárias conversando apenas com um chatbot.

A instituição anunciou nesta quinta-feira (22) que deu início a um projeto piloto com mil clientes para testar algumas funcionalidades e interações como consulta de saldo e extrato, solicitação da segunda via do cartão e consulta da fatura do cartão de crédito, a partir da rede social. A ideia, segundo o BB, é levar o banco onde o cliente está e segundo levantamento do Facebook, mais de 100 milhões de brasileiros estão mensalmente na rede social. Não é à toa que cada vez mais empresas olhem para a plataforma para agregar valor e experiência aos seus serviços.

"O cliente que quiser usar o banco vai acessar e resolver o seu problema de onde ele estiver. Ele não precisará ir mais ao banco ou até mesmo ao aplicativo para resolver algo", ressaltou Gustavo Fosse, diretor de tecnologia do BB, durante coletiva de imprensa.
No caso do Banco do Brasil, o projeto conta com a parceria da solução cognitiva IBM Watson para entregar o chatbot de conversação em linguagem natural. A Visa também entra como parceira, uma vez que nesta fase, as transações em teste envolvem assuntos relacionados às transações com cartões Ourocard. 

Caso você tenha levantado uma sobrancelha de preocupação acerca do seus dados bancários circulando no Facebook, Fosse explica que todas as informações trocadas no Messenger ficam em ambiente reservado ao banco. Isso porque quando o cliente solicita ao chatbot uma operação bancária, a assistente virtual irá direcioná-lo para uma outra camada, esta pertencente ao BB. O Messenger não guarda o histórico da conversa e as interações são criptografadas de ponta a ponta, garantiu o banco.

Com o novo projeto, o Banco do Brasil se torna o primeiro grande banco de varejo no Brasil a combinar as funcionalidades do Messenger com o Watson para prestar atendimento realizando transações via chatbot.

Parceria IBM Watson
Há um ano, o Banco do Brasil adotou o IBM Watson para auxiliar funcionários a agilizarem o atendimento e a responder a dúvidas e solicitações de clientes. Em agosto do ano passado, a instituição ampliou o uso da inteligência artificial para o seu canal de atendimento pelo Facebook Messenger, onde é possível tirar dúvidas sobre temas como conta corrente, investimentos, linhas de crédito, solução de dívidas e programas de relacionamento, eliminando a necessidade de até mesmo ligar para o tele-atendimento. 

Segundo o BB, desde então, foram mais de 500 mil interações e cerca de 60 mil clientes respondidos através do chatbot. No total, 70% dos atendimentos feitos via rede social não exigiram nenhum tipo de interação humana, sendo concluídos ali mesmo na plataforma. 

Para Fosse, oferecer operações bancárias a partir do Messenger soou como o próximo passo em um projeto maior de transformação digital do Banco do Brasil. Foram investidos R$ 14 milhões em pesquisa e desenvolvimento dedicados aos projetos do BB que utilizam computação cognitiva.
 
"Nossa preocupação não é se o usuário vai usar aqui ou lá", explica Fosse sobre a preferência entre o aplicativo e eventualmente o chatbot. "A ideia é estar onde os clientes estão. Se ele estiver usando o app, ele vai continuar a usar. Mas se ele quiser ser atendido através de uma rede social, ele também irá". 

Neste primeiro momento, mil clientes do banco terão acesso a novidade. O diretor de tecnologia informou que o BB já trabalha em 50 transações bancárias para o chatbot, incluindo pagamento de contas e a transferência de valores sem recorrer ao aplicativo ou ao Internet Banking. Entretanto, a instituição não conta ainda com uma data de lançamento oficial para o recurso, mas disse que espera "em breve" lançar para todos os demais clientes. 


Via: idgnow

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Google removeu 700 mil aplicativos maliciosos da Play Store em 2017

No início de janeiro, o Google removeu cerca de 60 games da Play Store após ser revelado que o bug Adult Swine estava exibindo anúncios maliciosos e inapropriados para crianças. Segundo a gigante de buscas, essa é apenas uma gota do balde em comparação com os 700 mil apps que foram retirados da sua loja em 2017. 

Em um post no seu blog intitulado “How we fought bad apps and malicious developers in 2017”, o Google destaca as muitas maneiras como lutou contra os aplicativos maliciosos na Play Store nos últimos 12 meses. 

Além dos 700 mil apps que removeu da loja em 2017 – um aumento de 70% em relação aos números de 2016, a gigante também que conseguiu identificar e retirá-los muito mais rapidamente. A empresa de Mountain View alega que 99% dos apps com “conteúdos abusivos” foram retirados da Play Store antes mesmo que qualquer usuário pudesse instalá-los. O Google também afirma que desenvolveu novas técnicas de detecção para eliminar criminosos reincidentes e identificar “redes de desenvolvedores de conteúdo abusivos em escala” para impedi-las de simplesmente enviarem outros conjuntos de apps maliciosos para a loja. 

Segundo o Google, a principal razão para esse aumento significativo no número de apps removidos foi o uso de Machine Learning (Aprendizado de Máquina). A empresa usou sua engine de Inteligência Artificial (IA) para ajudar “a detectar comportamentos e conteúdos abusivos em apps – como falsificação, conteúdo inapropriado ou malware”, o que então auxiliou os analistas humanos a detectarem os apps problemáticos.

Entre os apps removidos estavam:

- Cópias: apps que tentam enganar os usuários ao imitar um aplicativo popular. O Google diz que mais de 250 mil dos 700 mil apps removidos eram cópias.

- Conteúdo inapropriado: apps que promovam pornografia, violência extrema, ódio e atividades ilegais.

- Aplicações potencialmente danosas: apps que poderiam danificar seu aparelho, incluindo apps fraudulentos e de phishing. O Google diz que apps desse tipo “possuem um volume pequeno” na Play Store, especialmente por conta de medidas que a empresa já tinha tomado, como o lançamento do Google Play Protect, por exemplo, que “reduziu a taxa de instalações de apps potencialmente danosos de forma significativa em 2016”.

No entanto, o Google admite que ainda há mais trabalho a ser feito, como foi mostrado pelo recente bug Adult Swine. “Apesar das novas e melhoradas capacidades de detecção que levaram a um número recorde de remoções de apps maliciosos e desenvolvedores maliciosos, sabemos que alguns deles ainda conseguem invadir e enganar as nossas camadas de defesa”.

O impacto na sua casa
Ao longo do tempo, o Google acabou ficando com uma reputação ruim por ser muito branda com as políticas de review da Play Store, e nos últimos anos a empresa vem trabalhando duro para mudar essa imagem. Em especial, chama a atenção a afirmação de que 99% dos apps maliciosos e fraudulentos foram removidos antes mesmo que alguém pudesse instalá-los. 

No entanto, o maior problema aqui é justamente a proteção contra apps que não são baixados pela Play Store. A grande maioria dos malwares para Android são espalhados por lojas terceirizadas e alternativas de aplicativos, uma área muito mais difícil para o Google policiar, mesmo com a ajuda de machine learning.


Via: idgnow

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Instagram testa função de integração com o WhatsApp

Foto de Silas Elias.
Instagram testa integração com o WhatsApp por: Rodrigo Matoso


O Instagram está testando uma integração com o WhatsApp. Funciona assim: quando você publicar uma foto ou vídeo no Stories, ele também será compartilhado na área correspondente do WhatsApp, que se chama Status. A informação foi divulgada nesta semana, em uma reportagem do site americano TechCrunch.

No final do ano passado, o Instagram permitiu que as pessoas compartilhassem os conteúdos do Instagram Stories também no Facebook, que tem uma área semelhante no seu aplicativo para smartphones. Agora, o WhatsApp pode entrar no jogo. Se deu branco, vale lembrar que Instagram e WhatsApp são empresas do Facebook.
Ainda não se sabe quando ou se a novidade estará realmente disponível aos usuários do Instagram. “Estamos sempre testando novas formas de melhorar a experiência no Instagram para facilitar o compartilhamento de qualquer momento com as pessoas que importam para você”, disse um porta-voz da empresa ao TechCrunch.
Se você tem um smartphone com sistema Android, pode participar do programa de testes do Instagram gratuitamente e receber novidades (a também alguns bugs) antes dos demais usuários.

Exame

domingo, 31 de dezembro de 2017

Google libera Files Go, app que ajuda a gerenciar armazenamento no celular

Após passar um mês testando a versão beta do aplicativo Files Go, o Google finalmente liberou a versão oficial nesta terça-feira (05/12) da ferramenta que ajuda a organizar e gerenciar os arquivos de forma mais inteligente no seu celular. 
Segundo a empresa, o app usa uma abordagem voltada para dispositivos móveis para liberar espaço, localizar arquivos mais rapidamente e compartilhá-los com facilidade com outras pessoas. 
Nos testes, os usuários economizaram, em média, 1 GB de espaço e compartilharam arquivos com outras pessoas sem usar nenhum dado. Isso porque um dos recursos da ferramenta permite compartilhar arquivos offline, transferindo diretamente do seu smartphone para o smartphone de um amigo próximo via Wi-Fi.
"Com o número crescente de imagens, vídeos, apps e documentos que vão se acumulando, tudo acaba se transformando em uma bagunça: fica difícil encontrar o que você precisa quando mais precisa, e seu smartphone fica lento e começa a falhar", escreve Caesar Sengupta, Vice-presidente da equipe Next Billion Users do Google em comunicado sobre o aplicativo. "Todos acabamos chegando a esse ponto em que é necessário escolher o que salvar e o que excluir", completa.  
FilesGo-Interna
O Files Go ocupa cerca de 6MB de espaço e ajudará você com as seguintes tarefas: 
● Liberar espaço: você receberá sugestões personalizadas sobre quais arquivos excluir, sejam eles apps não usados, arquivos grandes, arquivos duplicados ou memes e vídeos em baixa resolução detectados usando a tecnologia Mobile Vision do Google;
● Localizar arquivos mais rapidamente: você não precisará mais navegar por um labirinto de pastas, uma vez que o app usa filtros inteligentes que organizam automaticamente suas imagens, vídeos, apps, documentos e etc; 
● Fazer backup de arquivos para a nuvem: se você quiser salvar um arquivo para sempre, selecione-o no menu "Arquivos" e faça backup dele no Google Drive ou em qualquer outro app de armazenamento na nuvem;
● Compartilhe arquivos offline: transfira ​diretamente ​do ​seu ​smartphone ​para ​o smartphone ​de ​um ​amigo ​que ​estiver ​por ​perto ​sem ​precisar ​usar ​nenhum ​dado ​móvel. ​As transferências ​são ​criptografadas, ​rápidas ​(até ​125 ​Mbps) ​e ​gratuitas.
O aplicativo está disponível mundialmente na Google Play Store para smartphones com Android 5.0 (Lollipop) ou versão posterior. Segundo o Google, não há ainda previsão para liberar a ferramenta para aparelhos iOS.

Via: idgnow

terça-feira, 13 de junho de 2017

WhatsApp vai parar de funcionar em alguns smartphones. Veja quais

mensagens-de-voz-no-whatsapp

O aplicativo de troca de mensagens WhatsApp deixará de funcionar em alguns modelos de smartphones no final deste mês. O anúncio não é novidade, uma vez que havia sido feito ainda em 2016. A empresa até prorrogou por mais um semestre, já que boa parte deveria ter deixado de funcionar na virada do ano passado para 2017.

Vale dizer que os modelos são bastante antigos e englobam aparelhos com Android, Windows Phone e até mesmo alguns modelos de iPhone.

Os modelos são produtos que, em grande parte, caíram em desuso nos últimos anos.

Eles são:

  • BlackBerry OS e BlackBerry 10
  • Nokia S40
  • Nokia Symbian S60
  • Android 2.1 e Android 2.2
  • Windows Phone 7
  • iPhone 3GS/iOS 6


“Por mais que estes aparelhos celulares tenham feito uma importante parte em nossa história, eles não possuem a capacidade requerida para que possamos expandir os recursos de nosso aplicativo no futuro”, explica o WhatsApp em uma publicação em seu blog.


Via: Exame

sexta-feira, 5 de maio de 2017

App de táxi para mulheres FemiTaxi vê chamadas dispararem em SP

O aplicativo de táxis exclusivo para mulheres, motoristas e passageiras, FemiTaxi registrou crescimento de 45% nas chamadas em São Paulo durante o mês de abril em comparação com março.
Lançado originalmente em dezembro com versões para iOS e Android, o FemiTaxi já possui cerca de 250 motoristas e 10 mil usuárias na capital paulista.
Segundo a empresa, que também opera em BH e pretende chegar ao RJ até o fim de maio, a cobertura de diversos casos de assédio na imprensa teria contribuído para esse aumento de chamadas em abril.
O FemiTaxi destaca ainda que suas clientes mais fiéis utilizam o serviço entre 40 e 60 vezes por mês.
Além da exclusividade para mulheres passageiras e motoristas, o FemiTaxi lançou em fevereiro um recurso que permite aos pais acompanharem as viagens dos filhos desacompanhados por vídeo.



Via: idgnow

Menor smartphone do mundo tem tela de 2,4" e roda o Android mais recente

menor smartphone do mundo deve se tornar uma realidade em muito pouco tempo. Batizado de Jelly, ele tem uma tela TFT LCD de apenas 2,4 polegadas e roda o Android 7 Nougat, versão mais recente do sistema do Google. O celular é fabricado pela empresa Unihertz, mas por enquanto não será encontrado em nenhuma loja famosa. Em vez disso, a companhia apostou em uma campanha no site de financiamento coletivo Kickstarter para viabilizar a produção do telefone.

Jelly é o menor smartphone do mundo (Foto: Divulgação/Kickstarter)



lém da pequena tela sensível ao toque, a ficha técnica do smartphone inclui processador quad-core de 1,1 GHz, memória RAM de 1 GB e armazenamento de 8 GB. O modelo Pro, mais parrudo, conta com o dobro de memória e espaço interno.

O Jelly é vendido nas cores azul, branco e preto.De acordo com seus desenvolvedores, o telefone não é focado em mercados emergentes e também não tem a pretensão de trazer de volta a antiga moda de celulares minúsculos, comum no início dos anos 2000. Seu objetivo é ser um smartphone secundário ou para uso na prática de exercícios físicos.

O jogo de câmeras é composto por um sensor traseiro de 8 megapixels e um frontal de 2 MP para selfies. A bateria removível tem capacidade para 950 mAh – o que, segundo a fabricante, consegue durar até três dias contínuos. Ao retirar a bateria, o usuário encontra três slots: dois para os cartão SIM no padrão Nano (função dual chip), e um último para o cartão de memória microSD de até 32 GB. Para finalizar a ficha técnica, o menor smartphone do mundo traz GPS, giroscópio e compatibilidade com redes 4G.

Como suas dimensões são bem pequenas, o celular não pesa tanto e cabe até naqueles bolsos de moeda presentes em calças jeans. Também é fácil encaixá-lo em braçadeiras para a prática de corrida, caminhada e outros exercícios sem ser incomodado pelo peso e tamanho de um smartphone convencional.

Jelly será vendido em três cores: branco, azul e preto (Foto: Divulgação/Kickstarter)




A meta inicial da campanha era arrecadar US$ 30 mil (cerca de R$ 95 mil), valor que foi alcançado logo no primeiro. Até a publicação dessa matéria já havia sido arrecadado pouco mais de US$ 154 mil (R$ 488 mil) e ainda faltam 34 dias para o fim da campanha. Para adquirir um Jelly antecipadamente, é preciso contribuir com US$ 69 (aproximadamente R$ 217, sem taxas e impostos). O Jelly Pro custa US$ 95 (cerca de R$ 299).

O Jelly deve chegar aos compradores em agosto de 2017 e pode ser enviado para o mundo todo, inclusive para o Brasil. Ele poderia fazer parte da categoria de microcelulares, telefones extremamente pequenos e que fazem sucesso nos presídios do país.







terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

É hora de esperar: veja celulares que devem ficar mais baratos em breve

Confie em nós: agora é o pior momento para trocar de celular. Se você está de olho em um novo smartphone, espere mais um mês, se for possível. Nas próximas semanas, veremos uma nova geração de aparelhos sendo lançada, o que implica que preços devem ser reduzidos dentro de pouco tempo.
Vamos aos exemplos:
Moto G4
Reprodução
A Motorola/Lenovo tem um evento marcado em Barcelona, dentro de duas semanas, para apresentar um produto misterioso que todos já sabem que é o novo Moto G (as fotos já vazaram na internet).
O Brasil é o mercado mais importante para a Motorola quando falamos em Moto G, e claro que o país é prioridade. Tanto é que alguns dias depois do evento de Barcelona já teremos outro evento focado em Brasil. No dia 7 de março, os smartphones devem ser apresentados por aqui, e pouco tempo depois já devem estar no mercado, causando uma queda de preço no Moto G de 4ª geração.
LG G5 SE
Reprodução
Quando a LG lançou o G5, cometeu algumas falhas estratégicas. O celular que chegou ao Brasil tinha um processador inferior ao da versão do exterior, mas o aparelho ainda era vendido como um top de linha. O tempo passou, o preço caiu e, ao que tudo indica, deve despencar ainda mais.
Isso porque o G6 também deve ser apresentado em Barcelona, na mesma feira que deve receber a nova geração do Moto G. A diferença é que o Brasil não é um mercado tão estratégico para a LG quanto para a Motorola, então é possível que o G6 demore alguns meses para chegar ao nosso mercado.
De qualquer forma, se você está de olho no LG G5 SE, fique esperto e espere um pouquinho mais.
Galaxy S7 e S7 Edge
Reprodução
Se você está de olho no top de linha do ano passado da Samsung, também é recomendável esperar mais um pouquinho. Especificamente, mais um mês ou dois. O Galaxy S8 está a caminho e deve ajudar a reduzir os preços da geração passada.
Graças ao desastre do Galaxy Note 7, a Samsung acabou atrasando o lançamento do S8. Não fosse isso, certamente veríamos a empresa fazendo seu principal anúncio também em Barcelona, durante o Mobile World Congress, em duas semanas.
A expectativa é que o S8 seja revelado no fim de março, o que também deve ocasionar queda de preço do S7 e seu irmão S7 Edge no varejo.
Família Galaxy J
Reprodução
Se a Samsung não vai apresentar o S8 em Barcelona, a empresa deve reservar o evento para mostrar seus celulares mais básicos e baratos, que são os populares Galaxy J. A linha é altamente popular no Brasil, competindo com o Moto G todos os meses pelo topo da lista dos smartphones mais procurados no país.
Se os Galaxy J5 e J7 de 2017 estão chegando ao mercado, as versões de 2016 estão prestes a ver uma queda de preço.
Família Sony Xperia X
Reprodução
Por fim, os aparelhos da linha Xperia X podem finalmente ganhar um preço menos ofensivo a partir do começo de março, pelo mesmo motivo que todos os outros aparelhos já citados: vem coisa nova por aí.
A Sony também tem evento marcado para Barcelona em que deve atualizar a família Xperia X, que conta com os seus aparelhos tops de linha. Então, se você queria um Xperia XZ ou algum celular do tipo, vale a pena esperar um bocadinho.

Via: Olhardigital

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Galaxy S8 não dará as caras na MWC 2017; lançamento pode ficar para abril

A Samsung não vai apresentar o Galaxy S8 durante a MWC 2017, interrompendo uma sequência de quatro anos. A decisão foi revelada pelo chefe da divisão mobile da companhia DJ Koh, enquanto finalmente vinha a público explicar o que causou a morte prematura do Galaxy Note7.
Comecemos pelo foblet explosivo, que foi a sensação de 2016 pelos motivos errados. Através de uma página dedicada a companhia da Pior Coreia divulgou o resultado de suas investigações internas, revelando sem muita surpresa que as baterias causavam as explosões dos dispositivos. No entanto o modelo original e o de reposição possuíam bugs distintos: o primeiro possuía uma bateria (produzida pela subsidiária Samsung SDI) muito grande para o slot em que seria comportada (outra forma de dizer que a folga interna foi reduzida), o que fazia com que seus eletrodos negativos ficassem dobrados. Não obstante uma falha de fabricação colocou as pontas dos mesmos em um local inadequado, o que causava contatos inesperados com o anodo (o que causava o curto).
Já a bateria presente nas unidades de reposição, as que deveriam substituir as originais que deram chabu apresentavam rebarbas de soldagem que furavam o componente e faziam o contato entre os eletrodos. Em alguns casos inclusive a fita isolante não estava presente, resultado de uma medida apressada ao encomendar baterias com um fornecedor terceirizado.
Em suma, a Samsung fez tudo errado com o Note7 e promete que isso não vai acontecer de novo. O que nos leva ao atraso do S8.
Koh afirma que a Samsung passará a priorizar a qualidade, tendo melhorado os processos de fabricação e montagem e observando um novo protocolo de checagem da bateria em oito pontos, novos padrões de segurança e a instauração de um conselho, com um time de especialistas para ficar de olho no componente. Tudo isso para garantir que seus próximos produtos não voltarão a apresentar o mesmo problema e por conta disso, o lançamento do Galaxy S8 foi postergado.
Só que esse não é o único motivo. Fontes afirmam que o S8 trará diversas novidades e para garantir que tudo esteja funcionando de acordo no lançamento sem fazer KABUM!, a Samsung decidiu adiar o lançamento. Koh não deu datas mas especula-se que ele vá aparecer em abril, com o tradicional evento Unpacked sendo realizado em Nova Iorque.
Entre as novidades estariam a abolição dos botões físicos, Force Touch a lá iPhone, a adoção de fones de ouvido wireless (não se sabe se o conector P2 será eliminado, mas há fortes indícios de que sim) e a maior de todas, seu próprio assistente virtual. Ele inclusive já teria nome: Bixby.
O Bixby, que seria um forte concorrente da Samsung à Siri, Cortana e Alexa é resultado da aquisição da Viv Labs, uma plataforma de inteligência artifical. O auxiliar seria a grande força por trás do S8, contando com recursos como utilizar a câmera para busca visual e outras perfumarias. Resta saber se ele terá bala na agulha para enfrentar seus principais adversários.
De qualquer forma, a ausência de um novo Galaxy S na MWC 2017 abre caminho para a LG, que não terá que dividir a atenção quando apresentar o G6; este por sua vez será o primeiro Android não-Pixel a contar com o Google Assistant, a secretária impessoal de Mountain View. Aguardemos os próximos capítulos.
Fonte: MeioBit

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Game Super Mario Run vira isca de malware para enganar usuários Android

Ainda sem uma data oficial de lançamento para Android, o game Super Mario Run vem sendo usado como isca por hackers para enganar os usuários da plataforma móvel do Google.
De acordo com a empresa de segurança Psafe, um novo malware se disfarça como o bem-sucedido jogo da Nintendo, por enquanto disponível apenas para iPhone, para conseguir roubar dados bancários de usuários Android desavisados.
O aplicativo falso é oferecido para download em páginas não-oficiais, o que torna ainda mais importante sempre usar canais oficiais para baixar seus apps, como a Google Play Store.
Após ser baixado pelo usuário, o novo malware faz solicitações por permissões abusivas, que incluem ler, apagar e enviar SMS; ativar e desativar as redes Wi-Fi e 3G; ler histórico de chamadas e de SMS; assim como realizar chamadas e ter controle sobre o aparelho. 
Dados bancários
Com isso, os hackers podem assumir o controle sobre o smartphone e então roubar dados financeiros dos usuários a partir de apps bancários, um diferencial do ataque que é chamado de “sofisticado” pela Psafe.
Isso porque, quando o usuário abre o aplicativo do seu banco, é exibida uma tela falsa sobre a oficial pelo malware, o que faz com que as informações digitadas ali sejam enviadas ao hacker, em vez da sua instituição financeira. 
O malware adota a mesma prática quando o usuário acessa loja de aplicativos Google Play Store, sobrepondo uma tela falsa em que são pedidos os dados do cartão de crédito da vítima.

Via: IDGNow

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Dez anos do iPhone: veja o que mudou do original até o 7

Há exatos 10 anos Steve Jobs anunciava o primeiro iPhone. A apresentação, feita em 9 de janeiro de 2007, na MacWorld, mostrava um celular completamente diferente do que já tinha sido visto até então. Abandonando o teclado físico, o aparelho da Apple introduziu a tela sensível ao toque ao mundo, incorporou um sistema operacional sofisticado e mudou para sempre a maneira como interagimos com os smartphones.

O iPhone original só chegou às prateleiras no dia 29 de junho daquele ano, quase seis meses após o evento de apresentação. De lá para cá, a Apple já lançou mais 14 modelos, incluindo os atuais iPhone 7 e 7 Plus, além de inúmeras versões do iOS. Relembre o primeiro smartphone e veja o que mudou para o iPhone 7.

steve-jobs-apresenta-iphone (Foto: Divulgação)
Steve Jobs anuncia primeiro iPhone na MacWorld 2007 (Foto: Divulgação/Apple)

Sem dúvida um dos aspectos mais marcantes que o iPhone trouxe foi a eliminação do teclado físico. O componente foi retirado porque, segundo Steve Jobs, impedia o desenvolvimento de uma interface de usuário realmente inteligente. Para mostrar como os smartphones da época não eram tão smart assim, o então CEO colocou holofotes sobre o Motorola Q, BlackBerry, Palm Treo e Nokia E62, destacando o teclado como um ponto fraco desses dispositivos.
“Todos eles têm esses botões de controle que são fixos em plástico e são os mesmos para cada aplicação. Bem, cada aplicativo quer uma interface de usuário ligeiramente diferente, um conjunto de botões ligeiramente otimizado, apenas para ele. E o que acontece se você pensar em uma grande ideia daqui a seis meses? Você não pode adicionar um botão a essas coisas. Eles já foram enviados”, disse Jobs.
A solução, como sabemos hoje, foi o desenvolvimento de um display de 3,5 polegadas – enorme para 2007 – com capacidade touch. Já existiam telas sensíveis ao toque, mas o salto da Apple foi projetar a interação pelo dedo, e não com uma caneta stylus. “Quem quer uma stylus? Você tem que pegá-la e colocá-la de lado, e você perde ela. Ninguém quer uma stylus. Então vamos não usar uma stylus”, ironizou o co-fundador da Apple.
Apple desconsiderou introduzir caneta stylus (Foto: Reprodução/YouTube)Apple desconsiderou introduzir caneta stylus (Foto: Reprodução/YouTube)
Tudo isso foi feito para permitir a interação do usuário com um software sofisticado e fácil de usar. O sistema operacional que cumpria esse objetivo foi apresentado como OS X, que chegaria ao mercado já como iOS. A primeira versão do sistema trazia a mesma home screen usada até hoje pela companhia, com os aplicativos organizados em páginas. “Aplicativos do nível do desktop, não as coisas estropiadas que você encontra na maioria dos telefones”, usando as palavras do CEO.
Mas não pense que em 2007 havia uma variedade de aplicações. O primeiro iPhone trazia apenas 15 aplicativos pré-instalados, incluindo calculadora, player de vídeo, previsão de tempo e o app de mapas, alimentado pelo Google. A App Store só surgiria um ano depois,  em 2008.
Tela do primeiro iOS, apresentado como OS X (Foto: Reprodução/YouTube)Tela do primeiro iOS, apresentado como OS X (Foto: Reprodução/YouTube)
O iPhone aprendeu com o iPod e também permitiu sincronizar mídia com o PC ou Mac via iTunes. O conteúdo não ficou restrito às músicas: contatos, calendários, fotos, anotações, favoritos de seu navegador web, contas de e-mail, tudo podia ser enviado do computador direto para o iPhone.
A câmera de 2 megapixels na traseira – a única do aparelho – foi exibida com grande entusiasmo, embora para os padrões atuais ela seja desanimadora. Além da baixa resolução, o componente não gravava vídeo ou tinha qualquer recurso extra.
O armazenamento interno podia ser de 4, 8 ou 16 GB. Não havia entrada para cartão de memória, linha seguida pela Apple até os dias atuais. O primeiro iPhone era equipado com o processador ARM 11, de 412 MHz, e se conectava à Internet pelas redes 2G e Wi-Fi. Além disso, ele tinha conectividade Bluetooth 2.0, USB 2.0 e um conector para iPod de 30 pinos. O topo exibia a saída de áudio 3,5 mm, que foi retirada no iPhone 7 e causou polêmica.
Design mudou o mercado de smartphones
Além das inovações funcionais trazidas, o iPhone se consolidou como um enorme sucesso, em grande parte, pelo seu apelo visual. O corpo elegante e finíssimo para a época, com 11,6 mm de espessura, fizeram do aparelho um objeto de desejo. Os cantos arredondados, o acabamento em metal, o revestimento da tela com Gorilla Glass, tudo fez com que ele rompesse com padrões estéticos e inaugurasse uma nova era em termos de design de smartphones.
Design do primeiro iPhone mudou estética dos smartphones (Foto: Divulgação/Apple)Design do primeiro iPhone mudou os padrões estéticos dos smartphones (Foto: Divulgação/Apple)
O primeiro iPhone foi descontinuado em 2013, ano de lançamento do iPhone 5C e 5S, e sequer chegou a ser vendido no Brasil. Nos Estados Unidos, a versão de 4 GB de memória teve preço inicial de US$ 499 (cerca de R$ 1.600 em conversão direta).
Dez anos depois: iPhone 7
Lançar um produto revolucionário por ano é uma tarefa bastante difícil, para não dizer impossível. Dez anos após o primeiro iPhone, a Apple tem sido frequentemente criticada por não trazer inovações que realmente rompam paradigmas, mas a verdade é que nenhuma outra fabricante tem cumprido esse papel.
Os iPhones 7 e 7 Plus podem ser entendidos como um reflexo disso: aparelhos poderosos, bonitos e com recursos novos, mas que não mudam a abordagem tal como o primeiro celular da maçã.
Os atuais modelos foram anunciados no dia 7 de setembro de 2016 e chegaram ao Brasil no dia 11 de novembro. Os preços de lançamento do iPhone 7 foram de R$ 3.499 para a versão de 32 GB, de R$ 3.899 para a de 128 GB e R$ 4.299 para o modelo de 256 GB. Já o iPhone 7 Plus chegou por R$ 4.099 (32 GB), R$ 4.499 (128 GB) e R$ 4.899 (256 GB).
A controversa retirada da saída de áudio para fones de ouvido tradicionais acabou marcando o lançamento dos novos modelos. No iPhone 7 só existe a conexão Lightning, o que torna impossível recarregar o aparelho e ouvir música simultaneamente. A solução é a compra de acessórios, como fones de ouvido Bluetooth e adaptadores, o que implica em gastos extras.
iPhone 7 não tem entrada analógica para fone de ouvido (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)iPhone 7 não tem entrada analógica para fone de ouvido (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Novidades bem-vindas
É claro que a geração atual trouxe características que agradaram. Os iPhones 7 e 7 Plus são os primeiros da Apple com certificação IP67, o que os torna resistente à água. Ambos podem ser mergulhados até 1 metro, por até 30 minutos, além de terem proteção contra poeira.
iPhones 7, atual smartphone da Apple (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)iPhones 7 é o último smartphone lançado pela Apple (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

Outro aspecto positivo é a presença de uma câmera dupla na traseira do 7 Plus. As duas têm 12 megapixels, sendo que uma traz lente grande-angular e outra vem com uma teleobjetiva. O par de câmeras permite zoom óptico de 2x, além de zoom digital de 10x.
Para efeito comparativo, a câmera simples do iPhone 7, que também tem 12 megapixels, consegue apenas zoom digital de 5x. Recursos como gravação de vídeo 4K, fotos panorâmicas, HDR, controle de exposição, flash LED nem sonhavam em estar na câmera do iPhone original.
Câmera dupla no iPhone 7 Plus (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)Câmera dupla no iPhone 7 Plus (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
A câmera frontal, que na atual geração tira fotos de 7 megapixels e grava em Full HD (1080p), é uma das características que diferem bastante o iPhone 7 do original, mas que não chegaram agora. A primeira vez que a câmera 'de selfie' apareceu nos aparelhos da Apple foi no iPhone 4, que também marcou uma mudança drástica, mas imperceptível aos olhos: o processador.
Desde o modelo de 2010 que a maçã coloca nos seus celulares chip de fabricação própria. O dos 7 e 7 Plus é o A10 Fusion, um processador quad-core de 2,34 GHz com arquitetura de 64 bits. Ele opera em conjunto com uma RAM de 2 GB no iPhone 7 e de 3 GB no irmão maior.
iPhone 6S ou iPhone 7: qual o melhor? Comente no Fórum do TechTudo.
A própria existência de duas versões – uma “normal” de 4,7 polegadas e uma Plus, com tela de 5,5 polegadas – faz parte do pacote de diferenças do iPhone 7 trazidas com modelos anteriores. Aqui ainda pode ser englobado o botão home com sensor de impressão digital integrado, estreado em 2013 com o iPhone 5S.
Botão home do iPhone 7 com sensor de impressão digital (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)Botão home do iPhone 7 com sensor de impressão digital (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Comparar as especificações de aparelhos de quase 10 anos de diferença é injusto com o iPhone original. A maneira como ele mudou a relação do usuário com o celular tem poucos precedentes, o que explica que o iPhone tenha se tornado o produto de maior sucesso da história da Apple



Via: Techtudo