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terça-feira, 23 de maio de 2017

Nokia e Apple encerram disputa sobre patentes e iniciam parceria

nokia

Um processo de patentes movido pela Nokia contra a Apple no ano passado chegou a um fim amistoso nesta semana. A Maçã anunciou nesta terça-feira (23) que a disputa entre as partes, relacionada a patentes de tecnologias móveis, se encerrou com a assinatura de uma parceria focada na venda, disponibilidade e desenvolvimento de produtos e soluções voltados para a área da saúde.

Como parte do acordo, a Apple deverá pagar um valor não revelado à Nokia como compensação pelo uso de suas patentes, além de uma porcentagem também não informada ao longo dos próximos anos. Além disso, voltará a vender produtos da companhia finlandesa em suas lojas digitais e físicas, além de trabalhar com ela no desenvolvimento de novos produtos para as áreas de saúde e fitness.

Os detalhes da parceria não foram revelados, como os valores pagos ou a forma como a cooperação vai acontecer. Mas, para a Nokia, as notícias foram extremamente positivas, pois decorrem de anos de negociação que precedem até mesmo o processo movido em 2016. De acordo com a companhia, a ação judicial foi a última alternativa para ela, e, agora, seus executivos estão felizes de verem a Apple se tornando amiga em vez de rival.

Já a Maçã não demonstra estar tão contente assim, já que, em seu comunicado oficial, existem mais declarações da Nokia do que dela mesma. Jeff Williams, diretor de operações da Apple, diz estar contente de ver a disputa resolvida e a expansão dos trabalhos com a marca, uma noção que também é compartilhada por Basil Alwan, presidente dos negócios de rede da finlandesa.

O processo judicial que originou o acordo firmado agora foi movido em dezembro nas cortes dos Estados Unidos e da Alemanha. A Nokia alegava ter tentado, por anos, chegar a um acordo com a Apple fora dos tribunais, sem sucesso, o que a levou a mover uma ação judicial relacionada a diferentes patentes do segmento mobile e de redes, que estariam sendo usadas indevidamente em produtos da Maçã.

Na época, a empresa de Cupertino chegou a fazer afirmações agressivas contra a rival, dizendo que ela estava adotando medidas abusivas e ilegais para ganhar dinheiro com o licenciamento de patentes como forma de compensar a morte de seu setor de smartphones. A empresa citou como conspiratório o movimento da Nokia de transferir suas patentes para empresas menores, que lidariam com o licenciamento, e via isso como uma forma de dificultar negociações e aumentar os pagamentos, o que acabaria, inevitavelmente, levando a processos devido à complexidade exacerbada.

Por mais que não tenha comentado sobre esse assunto, é fato que os pagamentos de royalties e a nova parceria com a Apple terão um impacto profundo nas receitas da Nokia. Tanto que a fabricante já avisou que os reflexos da união devem aparecer nos relatórios fiscais do terceiro trimestre deste ano, quando será apresentada, também, uma atualização em sua estrutura de otimização de capital.

Fonte: canaltech



segunda-feira, 13 de março de 2017

Foxconn para Trump: “quer um iPhone Made in USA? Então abra a carteira”

Desde a campanha eleitoral Donald Trump bate na tecla que não admitirá que a Apple continuasse a manufaturar seus dispositivos (com exceção do Mac Pro) na China. Mais de uma vez circularam notícias que o atual presidente dos EUA teria sido bem incisivo com o CEO Tim Cook sobre o estabelecimento de uma linha de montagem de iPhones, iPads e Macs em casa e abrisse mão de terceirização, permitindo a geração de empregos internamente (preferencialmente para americanos e não para imigrantes).
Problem is, Cook não é besta. Montar o iPhone nos Estados Unidos elevariam os custos de fabricação desnecessariamente e a única maneira de fazer isso funcionar é continuar contando com sua velha parceira, a Foxconn. O problema é que ela não possui nenhuma fábrica no país.
Modus Operandi da manufatura chinesa é bem simples e o mesmo empregado na China: exigir incentivos fiscais e abatimento de impostos, de modo a viabilizar a abertura de novas unidades e cortar os custos de importação. Foi assim que ela veio para o Brasil, obviamente não mudando em nada o cenário do varejo: o preço do iPhone, mesmo passando a ser fabricado aqui não foi reduzido em um centavo sequer (e pobre de quem acreditou, a gente cantou essa pedra desde o início).
O CEO da Foxconn Terry Gou já deixou claro que se Trump pretende mesmo que o iPhone seja montado nos Estados Unidos, sua administração terá que abrir a carteira e oferecer incentivos:
“Os Estados Unidos oferecem programas para investidores estrangeiros? Eles terão que aprovar leis em primeiro lugar, e nós precisaremos esperar que as autoridades americanas tomem uma decisão primeiro.”
Gou demonstra preocupação sobre a possibilidade da administração Trump tomar tais decisões em alguns meses; caso aceitem as exigências a Foxconn negociará com estados interessados nas fábricas. O executivo lembrou planos sobre uma unidade avaliada em US$ 7 bilhões, capaz de gerar cerca de 50.000 empregos que se tornaria real caso o governo de fato decida tirar o escorpião do bolso e aceite abrir mão de uma série de impostos e ofereça inúmeras vantagens à companhia chinesa, como ela fez em outros mercados. Do contrário nada feito, e as chances da Apple montar ela mesma uma manufatura tendem a zero dados os custos.
O problema é que Gou não acredita que os cidadãos americanos sejam tão especializados (o termo correto seria mais facilmente controláveis) quanto seus colaboradores chineses (o caso brasileiro é uma exceção; quando a Foxconn tentou importar sua filosofia de trabalho as coisas não deram muito certo), uma afirmação que Steve Jobs já havia utilizado ao convencer o então presidente Barack Obama de que não era possível montar o iPhone nos EUA.
No entanto Trump não parece disposto a ceder; conhecendo a figura não é provável que sua administração aceite as condições da Foxconn e insista para que a Apple abra ela mesma uma linha de montagem no país, algo que Cook já deu a entender que não pretende fazer. Resumindo, esse cabo-de-guerra não acaba tão cedo.

Fonte: Meiobit

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Nova sede da Apple, “APPLE PARK” será inaugurada em abril na Califórnia

O novo campus da Apple, apelidado de “Apple Park”, será inaugurado em abril, informou a fabricante do iPhone nesta quarta-feira (22).

Embora a primeira leva de funcionários começará a se mudar para a nova sede em Cupertino, Califórnia, na primavera do Hemisfério Norte, levará cerca de seis meses até que todos os 12 mil trabalhadores façam a transição, disse a Apple.


A Apple também disse que dará o nome do cofundador da empresa Steve Jobs ao teatro para mil lugares da nova sede futurista. Jobs ajudou a projetar o campus de 708 mil metros quadrados antes de sua morte em 2011.

“Steve investiu muito de sua energia criando e apoiando ambientes vitais e criativos”, disse Jony Ive, diretor de design da Apple, em um comunicado. “Nós nos dedicamos ao projeto, à engenharia e à construção do nosso novo campus com o mesmo entusiasmo e princípios de design que caracterizam nossos produtos”.

A Apple dedicou grande atenção a todos os aspectos do campus, incluindo o prédio principal de mais de 260 mil metros quadrados, examinando em detalhes até mesmo áreas escondidas como fiação elétrica e canos, informou a Reuters no início deste mês.

Os altos padrões da Apple contribuíram para atrasos no projeto, disseram ex-administradores da construção. Uma maçaneta de porta, por exemplo, levou pelo menos um ano e meio para ser projetada, de acordo com um ex-gerente de construção. A Apple revelou seus planos para a nova sede em 2011.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Novo vírus para Mac explora falha antiga que também existe no Windows

Há anos o marketing da Apple espalhou a ideia de que não existe malware para o sistema operacional fechado dos Macs e MacBooks, ao contrário dos rivais. Embora seja muito difícil encontrar vírus para esses sistemas, eles existem. E um recém-descoberto explora uma falha bem conhecida do Windows.
Pesquisadores da empresa de segurança eletrônica Objective-See publicaram nesta semana a descoberta de um malware que opera no Mac da mesma forma que opera em um PC Windows. O vírus aproveita o recurso de macros do Microsoft Word, que permite gravar comandos de programação executáveis quando o arquivo for aberto.
Quando um usuário abre um documento do Word infectado no Mac, o arquivo faz o download e executa um payload que pode causar sérios estragos à máquina. Ataques como esses costumam ser usados em sequestro de dados (o famoso ransomware) e até para instalar um acesso remoto ao computador (ou "backdoor").
Quem trabalha com segurança de sistemas sabe que esse tipo de malware é comum e não muito sofisticado. Os pesquisadores demonstraram surpresa ao saber que o macOS não é equipado com segurança suficiente para barrar ataques simples como este.
A boa notícia é que esse tipo de malware depende muito da prática de engenharia social. A vítima é normalmente enganada até baixar um arquivo infectado pela internet - portanto, tome cuidado com os links enviados por pessoas não confiáveis e também com e-mails suspeitos.

Via: Olhardigital

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Novos MacBook Pros interrompem queda livre da Apple no mercado de PCs

Os novos MacBook Pros frearam a queda livre das vendas de Macs pelo mundo, apesar de não terem representando o impulso significativo que a Apple queria.
As vendas de Macs durante o quarto trimestre de 2016 alcançaram a marca de 5,3 milhões de unidades, uma queda de apenas 0,9% em comparação com o mesmo período de 2015.
Esse número se compara positivamente com as vendas gerais de Macs em 2016, que totalizaram 18,4 milhões de unidades, uma queda de 9,8% em comparação com o ano anterior, aponta nova pesquisa da IDC.
Vale lembrar que os novos MacBook Pros foram lançados pela Apple no fim de outubro, e foram considerados um upgrade significativo. Se tivessem sido vendidos por todos os três meses do último trimestre, a empresa poderia ter registrado até mesmo um crescimento nas vendas durante o período.
Mas isso ainda não é um sinal encorajador para os MacBooks Pro, que não forneceram o ganho mais forte para as vendas globais de Macs.
PCs Windows e Chromebooks se saíram melhores do que os computadores da Apple no trimestre. A empresa de Cupertino aparece apenas como a quarta maior fabricante de computadores do mundo, atrás de Lenovo, HP e Dell, todas as quais registraram crescimento durante o quarto trimestre de 2016.
De qualquer forma, é preciso esperar a própria Apple anunciar seus números de vendas de Macs no próximo dia 31 de janeiro. Os números da companhia nem sempre “batem” com os publicados por consultorias de pesquisas como IDC e Gartner.

Via: IDGNow

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Dez anos do iPhone: veja o que mudou do original até o 7

Há exatos 10 anos Steve Jobs anunciava o primeiro iPhone. A apresentação, feita em 9 de janeiro de 2007, na MacWorld, mostrava um celular completamente diferente do que já tinha sido visto até então. Abandonando o teclado físico, o aparelho da Apple introduziu a tela sensível ao toque ao mundo, incorporou um sistema operacional sofisticado e mudou para sempre a maneira como interagimos com os smartphones.

O iPhone original só chegou às prateleiras no dia 29 de junho daquele ano, quase seis meses após o evento de apresentação. De lá para cá, a Apple já lançou mais 14 modelos, incluindo os atuais iPhone 7 e 7 Plus, além de inúmeras versões do iOS. Relembre o primeiro smartphone e veja o que mudou para o iPhone 7.

steve-jobs-apresenta-iphone (Foto: Divulgação)
Steve Jobs anuncia primeiro iPhone na MacWorld 2007 (Foto: Divulgação/Apple)

Sem dúvida um dos aspectos mais marcantes que o iPhone trouxe foi a eliminação do teclado físico. O componente foi retirado porque, segundo Steve Jobs, impedia o desenvolvimento de uma interface de usuário realmente inteligente. Para mostrar como os smartphones da época não eram tão smart assim, o então CEO colocou holofotes sobre o Motorola Q, BlackBerry, Palm Treo e Nokia E62, destacando o teclado como um ponto fraco desses dispositivos.
“Todos eles têm esses botões de controle que são fixos em plástico e são os mesmos para cada aplicação. Bem, cada aplicativo quer uma interface de usuário ligeiramente diferente, um conjunto de botões ligeiramente otimizado, apenas para ele. E o que acontece se você pensar em uma grande ideia daqui a seis meses? Você não pode adicionar um botão a essas coisas. Eles já foram enviados”, disse Jobs.
A solução, como sabemos hoje, foi o desenvolvimento de um display de 3,5 polegadas – enorme para 2007 – com capacidade touch. Já existiam telas sensíveis ao toque, mas o salto da Apple foi projetar a interação pelo dedo, e não com uma caneta stylus. “Quem quer uma stylus? Você tem que pegá-la e colocá-la de lado, e você perde ela. Ninguém quer uma stylus. Então vamos não usar uma stylus”, ironizou o co-fundador da Apple.
Apple desconsiderou introduzir caneta stylus (Foto: Reprodução/YouTube)Apple desconsiderou introduzir caneta stylus (Foto: Reprodução/YouTube)
Tudo isso foi feito para permitir a interação do usuário com um software sofisticado e fácil de usar. O sistema operacional que cumpria esse objetivo foi apresentado como OS X, que chegaria ao mercado já como iOS. A primeira versão do sistema trazia a mesma home screen usada até hoje pela companhia, com os aplicativos organizados em páginas. “Aplicativos do nível do desktop, não as coisas estropiadas que você encontra na maioria dos telefones”, usando as palavras do CEO.
Mas não pense que em 2007 havia uma variedade de aplicações. O primeiro iPhone trazia apenas 15 aplicativos pré-instalados, incluindo calculadora, player de vídeo, previsão de tempo e o app de mapas, alimentado pelo Google. A App Store só surgiria um ano depois,  em 2008.
Tela do primeiro iOS, apresentado como OS X (Foto: Reprodução/YouTube)Tela do primeiro iOS, apresentado como OS X (Foto: Reprodução/YouTube)
O iPhone aprendeu com o iPod e também permitiu sincronizar mídia com o PC ou Mac via iTunes. O conteúdo não ficou restrito às músicas: contatos, calendários, fotos, anotações, favoritos de seu navegador web, contas de e-mail, tudo podia ser enviado do computador direto para o iPhone.
A câmera de 2 megapixels na traseira – a única do aparelho – foi exibida com grande entusiasmo, embora para os padrões atuais ela seja desanimadora. Além da baixa resolução, o componente não gravava vídeo ou tinha qualquer recurso extra.
O armazenamento interno podia ser de 4, 8 ou 16 GB. Não havia entrada para cartão de memória, linha seguida pela Apple até os dias atuais. O primeiro iPhone era equipado com o processador ARM 11, de 412 MHz, e se conectava à Internet pelas redes 2G e Wi-Fi. Além disso, ele tinha conectividade Bluetooth 2.0, USB 2.0 e um conector para iPod de 30 pinos. O topo exibia a saída de áudio 3,5 mm, que foi retirada no iPhone 7 e causou polêmica.
Design mudou o mercado de smartphones
Além das inovações funcionais trazidas, o iPhone se consolidou como um enorme sucesso, em grande parte, pelo seu apelo visual. O corpo elegante e finíssimo para a época, com 11,6 mm de espessura, fizeram do aparelho um objeto de desejo. Os cantos arredondados, o acabamento em metal, o revestimento da tela com Gorilla Glass, tudo fez com que ele rompesse com padrões estéticos e inaugurasse uma nova era em termos de design de smartphones.
Design do primeiro iPhone mudou estética dos smartphones (Foto: Divulgação/Apple)Design do primeiro iPhone mudou os padrões estéticos dos smartphones (Foto: Divulgação/Apple)
O primeiro iPhone foi descontinuado em 2013, ano de lançamento do iPhone 5C e 5S, e sequer chegou a ser vendido no Brasil. Nos Estados Unidos, a versão de 4 GB de memória teve preço inicial de US$ 499 (cerca de R$ 1.600 em conversão direta).
Dez anos depois: iPhone 7
Lançar um produto revolucionário por ano é uma tarefa bastante difícil, para não dizer impossível. Dez anos após o primeiro iPhone, a Apple tem sido frequentemente criticada por não trazer inovações que realmente rompam paradigmas, mas a verdade é que nenhuma outra fabricante tem cumprido esse papel.
Os iPhones 7 e 7 Plus podem ser entendidos como um reflexo disso: aparelhos poderosos, bonitos e com recursos novos, mas que não mudam a abordagem tal como o primeiro celular da maçã.
Os atuais modelos foram anunciados no dia 7 de setembro de 2016 e chegaram ao Brasil no dia 11 de novembro. Os preços de lançamento do iPhone 7 foram de R$ 3.499 para a versão de 32 GB, de R$ 3.899 para a de 128 GB e R$ 4.299 para o modelo de 256 GB. Já o iPhone 7 Plus chegou por R$ 4.099 (32 GB), R$ 4.499 (128 GB) e R$ 4.899 (256 GB).
A controversa retirada da saída de áudio para fones de ouvido tradicionais acabou marcando o lançamento dos novos modelos. No iPhone 7 só existe a conexão Lightning, o que torna impossível recarregar o aparelho e ouvir música simultaneamente. A solução é a compra de acessórios, como fones de ouvido Bluetooth e adaptadores, o que implica em gastos extras.
iPhone 7 não tem entrada analógica para fone de ouvido (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)iPhone 7 não tem entrada analógica para fone de ouvido (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Novidades bem-vindas
É claro que a geração atual trouxe características que agradaram. Os iPhones 7 e 7 Plus são os primeiros da Apple com certificação IP67, o que os torna resistente à água. Ambos podem ser mergulhados até 1 metro, por até 30 minutos, além de terem proteção contra poeira.
iPhones 7, atual smartphone da Apple (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)iPhones 7 é o último smartphone lançado pela Apple (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

Outro aspecto positivo é a presença de uma câmera dupla na traseira do 7 Plus. As duas têm 12 megapixels, sendo que uma traz lente grande-angular e outra vem com uma teleobjetiva. O par de câmeras permite zoom óptico de 2x, além de zoom digital de 10x.
Para efeito comparativo, a câmera simples do iPhone 7, que também tem 12 megapixels, consegue apenas zoom digital de 5x. Recursos como gravação de vídeo 4K, fotos panorâmicas, HDR, controle de exposição, flash LED nem sonhavam em estar na câmera do iPhone original.
Câmera dupla no iPhone 7 Plus (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)Câmera dupla no iPhone 7 Plus (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
A câmera frontal, que na atual geração tira fotos de 7 megapixels e grava em Full HD (1080p), é uma das características que diferem bastante o iPhone 7 do original, mas que não chegaram agora. A primeira vez que a câmera 'de selfie' apareceu nos aparelhos da Apple foi no iPhone 4, que também marcou uma mudança drástica, mas imperceptível aos olhos: o processador.
Desde o modelo de 2010 que a maçã coloca nos seus celulares chip de fabricação própria. O dos 7 e 7 Plus é o A10 Fusion, um processador quad-core de 2,34 GHz com arquitetura de 64 bits. Ele opera em conjunto com uma RAM de 2 GB no iPhone 7 e de 3 GB no irmão maior.
iPhone 6S ou iPhone 7: qual o melhor? Comente no Fórum do TechTudo.
A própria existência de duas versões – uma “normal” de 4,7 polegadas e uma Plus, com tela de 5,5 polegadas – faz parte do pacote de diferenças do iPhone 7 trazidas com modelos anteriores. Aqui ainda pode ser englobado o botão home com sensor de impressão digital integrado, estreado em 2013 com o iPhone 5S.
Botão home do iPhone 7 com sensor de impressão digital (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)Botão home do iPhone 7 com sensor de impressão digital (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Comparar as especificações de aparelhos de quase 10 anos de diferença é injusto com o iPhone original. A maneira como ele mudou a relação do usuário com o celular tem poucos precedentes, o que explica que o iPhone tenha se tornado o produto de maior sucesso da história da Apple



Via: Techtudo

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Apple afirma está trabalhando em automação de carros

A Apple admitiu, pela primeira vez, que trabalha no desenvolvimento de carros autônomos, um assunto que vinha sendo especulado há pelo menos dois anos. A revelação não veio por meio de um evento pomposo ou num comunicado à imprensa, porém. Só se descobriu sobre as intenções da companhia porque a Apple resolveu participar do processo que visa construir as bases legais para a automação do transporte nos Estados Unidos.
Em carta (PDF) à National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), agência que cuida da segurança nas estradas do país, o diretor de integridade de produtos da Apple, Steve Kenner, afirmou que a companhia “está investindo pesado no estudo de aprendizado de máquina e automação, e está empolgada com o potencial dos sistemas autônomos em muitas áreas, incluindo transporte”.
“Veículos autônomos têm o potencial de melhorar significativamente a experiência humana — para previnir milhões de acidentes e milhares de fatalidades a cada ano e prover mobilidade àqueles que não a têm”, escreveu o executivo. “É vital que aqueles desenvolvendo e entregando veículos autônomos sigam princípios de segurança rigorosos quanto a design e produção. Tais princípios não devem, entretanto, inibir as companhias de fazer progresso (...); não há necessidade de comprometer segurança ou inovação.”
Entre as ideias para o desenvolvimento do setor, a Apple sugere que todos os envolvidos troquem informações sobre ocorrências para que as demais tenham material para precaver seus próprios sistemas de apresentarem problemas. “Ao compartilhar informações, a indústria construirá um conjunto de dados mais compreensivo do que qualquer companhia conseguiria criar sozinha.” Tal compartilhamento, diz Kenner, “permitirá que todos na indústria desenvolvam sistemas para detectar e responder melhor ao maior conjunto de cenários”.
Não há qualquer informação sobre o que a Apple pretende no setor, já que a carta apenas enumera itens para contribuir com a discussão legal em torno dos carros autônomos. Assim, não é possível saber quando — nem mesmo se — a companhia apresentará o seu próprio veículo. O que fica claro é que a Apple está investindo na ideia neste momento. Afinal, a carta data de 22 de novembro deste ano.

Via: Olhardigital

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Documento mostra que a Apple tem interesse em criar um iPhone dobrável

A Apple obteve o registro de uma patente para o desenvolvimento de um iPhone dobrável. A companhia deu entrada no documento em 2014 e só agora conseguiu finalizar o processo.
Esta não é a primeira patente relacionada a dispositivos dobráveis que a Apple registra, uma demonstração de que a marca tem mantido interesse no assunto.
Duas coisas chamam a atenção neste documento, que foi revelado pelo Patently Apple e repercutido pelo PhoneArena. Primeiro o fato de que pela primeira vez a Apple especificou que o dispositivo em questão é um iPhone, e não algo genérico.
Além disso, embora cite que tal iPhone pode ser feito com uma combinação de materiais como cerâmica, vidro, fibra, alumínio e plástico, a Apple deixa claro que a característica dobrável será possível graças a nanotubos de carbono. Eles podem, segundo explica a patente, “formar passagens de sinal que são flexíveis e resistentes a rachaduras”.
É importante ressaltar que a obtenção de uma patente não significa que o próximo iPhone será dobrável, apenas evidencia que a Apple tem interesse em explorar essa possibilidade.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Apple dá 'spoiler' e revela nova barra sensível ao toque no MacBook Pro

Imagem divulgada pela Apple mostra MacBook Pro barra sensível ao toque no lugar de teclas de controle. (Foto: Divulgação/Apple)Imagem divulgada pela Apple mostra MacBook Pro barra sensível ao toque no lugar de teclas de controle. (Foto: Divulgação/Apple)
Apple furou seu próprio lançamento e mostrou nesta terça-feira (25) os novos MacBooks Pro, que só deveriam ser apresentados ao mundo na quinta-feira (27). A novidade é que os computadores portáteis da empresa deixarão de ter teclas de controle, substituídas por uma barra sensível ao toque e um leitor de digitais.
Saem botões como o “escape”, “liga/desliga” e os de regulação do volume.
O “spoiler” da Apple do design do novo MacBook Pro foi dado por meio de imagens presentes na atualização do macOS Sierra, o sistema operacional que roda nos computadores da empresa.
As imagens mostram que a barra sensível ao toque poderá apresentar várias botões conforme o contexto de uso do computador.
A imagem que mostra o leitor de digitais aparece na sessão de instruções para uso do Apple Pay, o sistema de pagamento da Apple. Aparentemente, os usuários poderão autorizar os transações financeiras online apenas tocando as digitais no aparelho –ações como essa já são feitas em iPhones e iPads, que possuem sensor de digitais.
Só que, segundo essas imagens, o MacBook Pro também receberá a tecnologia de TouchID, que exibe mais opções de função conforme o usuário pressiona com mais força.

Via: G1

sexta-feira, 4 de março de 2016

Novidades Tecnologicas: Novo SSD da Samsung tem 16 TB e preço de quatro iPhones 6S Plus

Samsung lançou o maior SSD do mundo, com 16 TB de armazenamento. Batizado de PM1633a, o dispositivo com tecnologia que pode substituir o HD ainda não teve o preço oficial divulgado, mas não deve custar menos de US$ 5 mil (R$ 20 mil). Com tanta capacidade de armazenamento, a velocidade de transferência e de leitura também surpreende, chegando a marca de 1,2 GB/s.
Apresentado pela primeira vez em agosto de 2015, o preço do novo SSD de 2,5 polegadas pode ser usado para comprar quatro iPhones 6S Plus ou oito Oculus Rift. Para chegar ao valor, a fabricante coreana reduziu custos e aumentou a densidade do disco, cujo limite no mercado era do gadget de 8 TB da Seagate e do modelo de 10 TB da Western Digital.
SSD de 16 TB da Samsung será vendido por não menos que US$ 5 mil (Foto: Divulgação)SSD de 16 TB da Samsung será vendido por não menos que US$ 5 mil (Foto: Divulgação/ Samsung)

O SSD de 16 TB da Samsung foi construído com uma nova tecnologia NAND que usa verticais de 48 camadas, com módulos de 259 gigabits. O gadget é destinado a clientes empresariais, que geralmente necessitam de discos grandes e rápidos. 
Para consumidores finais, a marca continuará vendendo versões mais modestas, que vão desde 8 TB até 120 GB. No Brasil, o modelo com menos espaço custa a partir de R$ 500 e pode chegar a mais de R$ 3 mil com o EVO 850 de 1 TB.
Notebook gamer poderoso
Melhor notebook gamer da Avel custa menos que SSD de 16 GB da Samsung (Foto: Divulgação)Melhor notebook gamer da Avel custa menos que SSD de 16 GB da Samsung (Foto: Divulgação/ Avell)
Com o mesmo valor do SSD de 16 TB, é possível comprar o melhor notebook gamer da Avel e ainda ficar com um troco de cerca de R$ 200. Custando pouco mais de R$ 19 mil, Fullrange G1743 Fire V3X é o melhor que a Avel disponibiliza no Brasil, trazendo processador Intel Core i7 de sexta geração rodando a 4 GHz, 16 GB de RAM e duas placas Nvidia GeForce de 8 GB. O armazenamento é híbrido, com um SSD de 1 TB só para programas, e outro de 240 GB para rodar jogos.
Uma das melhores TVs do mercado
TV LED 4K com tela curva de 78 polegadas custa o mesmo que um SSD (Foto: Divulgação)TV LED 4K com tela curva de 78 polegadas custa o mesmo que um SSD (Foto: Divulgação/ Samsung)
Se você investir o valor em uma TV, é possível adquirir uma das melhores disponíveis no mercado. Uma delas é a Smart TV LED Série 9 da Samsung, com uma tela 4K curva de 78 polegadas que transforma qualquer sala em um cinema. Com todas as portas HDMI que você possa precisar, áudio de alta qualidade e sistema inteligente com conexão à internet, o modelo é um dos mais novos no Brasil, algo que também garante longevidade.
23 HDs de 4 TB
HD Barracuda de 4 TB da Seagate custa pouco mais de R$ 800 (Foto: Divulgação)HD Barracuda de 4 TB da Seagate custa pouco mais de R$ 800 (Foto: Divulgação/Seagate)
Se a intenção for somente guardar arquivos, é possível investir em um conjunto de 23 HDDs Seagate com 4 TB de armazenamento cada. Abrindo mão do desempenho de um SSD, é possível conseguir muito mais espaço em uma rede de computadores gastando o mesmo valor – ou, conseguir o mesmo armazenamento economizando dinheiro. Esse conjunto, por exemplo, garante 92 TB, cinco vezes mais que o novo SSD da Samsung.
8 Oculus Rifts
Com 5 mil dólares, é possível comprar oito Oculus Rifts, que é vendido nos EUA por 600 dólares (Foto: Divulgação)Com 5 mil dólares, é possível comprar oito Oculus Rifts, que é vendido nos EUA por 600 dólares (Foto: Divulgação/ Oculus VR)
O Oculus Rift ainda não chegou no Brasil, mas se você tiver US$ 5 mil para gastar, poderá comprar oito unidades do dispositivo de realidade virtual mais famoso e aguardado do mundo. O headset é equipado com uma tela de 7 polegadas, três giroscópios, três acelerômetros e três magnetômetros. A promessa é de revolucionar o mundo dos games e do consumo de conteúdo. Com alguns milhares de dólares sobrando, você pode ser um dos primeiros a experimentar o futuro e ainda presentar com um membros de sua família ou amigos.
4 iPhone 6S Plus de 128 GB
Com R$ 19 mil, você poderia comprar quatro iPhones do modelo mais caro, com 128 GB (Foto: Divulgação)Com R$ 19 mil, você poderia comprar quatro iPhones 6s Plus do modelo mais caro, com 128 GB (Foto: Divulgação/ Apple) 
O iPhone brasileiro é o mais caro do mundo, mas, mesmo assim, é possível comprar vários deles com o preço do SSD de 16 TB da Samsung. O modelo mais caro disponível na loja da Apple é o iPhone 6S Plus de 128 GB. Com tela de 5,5 polegadas e espaço de sobra na memória, você poderia guardar todos os arquivos que precisar, e, ainda ter outras três unidades de reserva.

Via: Techtudo

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Tim Cook: o software que o FBI quer é equivalente a um câncer

O CEO da AppleTim Cook, voltou a reforçar a posição contrária da empresa em relação a uma solicitação do FBI. A agência pediu à Maçã um software no estilo backdoor que desbloqueasse o iPhone de um dos atiradores envolvidos no crime que aconteceu em San Bernardino, nos Estados Unidos.
Na entrevista na ABC News, Cook reforçou o posicionamento da carta divulgada por ele no início do caso, porém usando metáforas um pouco mais pesadas. "A única forma de conseguir a informação, pelo menos no momento, seria escrever um pedaço de software que nós enxergamos como um equivalente ao câncer. Nós achamos que é algo ruim escrevê-lo. Nós nunca faríamos isso. Nunca fizemos antes. E é isso que está em jogo aqui", afirmou.
O CEO ainda falou que ajudou o FBI em tudo o que foi possível (e estava dentro das políticas da Apple). Ele expressou pesar pelas vítimas do tiroteio e até alfinetou a agência: se eles tivessem procurado a empresa antes de mudar a senha do smartphone, o resultado das investigações seria diferente.
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"Demos tudo o que tínhamos. Não sabemos se há qualquer informação no telefone ou se não há nada. E o FBI não sabe. Tudo o que sabemos é que passamos as informações que tínhamos e para ter dados adicionais o que o FBI quer que façamos iria expor centenas de milhões de pessoas a problemas", concluiu, citando que a instalação de um backdoor em um aparelho poderia levar ao mesmo procedimento sendo repetido inúmeras vezes.
Via: Tecmundo