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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Acidentalmente, HP instala 'espião' em seus notebooks

A página ModZero descobriu nesta semana que notebooks da HP poderiam estar gravando tudo o que o usuário digitasse no PC. A espionagem, segundo o site, era feita acidentalmente, como resultado de uma ferramenta que não estava funcionando direito. Uma atualização de 2015 nos dispositivos da HP, que traz uma série de recursos de diagnóstico, inclui um que consegue detectar se uma tecla determinada é pressionada.
O problema é que o sistema, por um erro, passou a identificar todas as teclas pressionadas. Outra atualização, lançada há pouco tempo, arquivava tudo o que era digitado no sistema do usuário e pode ser acessada no sistema facilmente.
Esse arquivo é apagado cada vez que o usuário faz logout, mas, quem tem algum tipo de backup pode recuperar todos esses dados. O site recomenda que os usuários que tenham dispositivos da HP verifiquem se há um arquivo chamado "MicTray" instalado. É importante também apagar a pasta de registros, que pode conter senhas e informações confidenciais.
A HP afirma que está ciente do problema e que já desenvolveu uma atualização, que deve ser disponibilizada aos usuários em breve.
Confira a lista completa de dispositivos que podem ser afetados:
  • HP EliteBook 820 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 828 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 840 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 848 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 850 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 640 G2 Notebook PC
  • HP ProBook 650 G2 Notebook PC
  • HP ProBook 645 G2 Notebook PC
  • HP ProBook 655 G2 Notebook PC
  • HP ProBook 450 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 430 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 440 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 446 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 470 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 455 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 725 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 745 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 755 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 1030 G1 Notebook PC
  • HP ZBook 15u G3 Mobile Workstation
  • HP Elite x2 1012 G1 Tablet
  • HP Elite x2 1012 G1 with Travel Keyboard
  • HP Elite x2 1012 G1 Advanced Keyboard
  • HP EliteBook Folio 1040 G3 Notebook PC
  • HP ZBook 17 G3 Mobile Workstation
  • HP ZBook 15 G3 Mobile Workstation
  • HP ZBook Studio G3 Mobile Workstation
  • HP EliteBook Folio G1 Notebook PC

Via: olhardigital

domingo, 26 de julho de 2015

POR QUE A CONEXÃO DE INTERNET DESATIVA AO INICIAR O WINDOWS?

Ops... Olá

Andando pelos fóruns por aí encontrei esse tópico.




Achei interessante a pergunta do cidadão, pois bem! fui designado para fazer manutenção em um notebook Lenovo G40 e o problema era o mesmo citado no fórum.

E como missão dada é missão cumprida! mãos a Obra...

A princípio comecei vendo se os drivers estavam todos instalados e aparentemente estava tudo normal, comecei a baixar os drivers de rede pra ver poderia solucionar o problema. Mas todos vez que o computador era desligado ou reiniciado o mesmo problema voltava...?

Então fiz o procedimento de desta maneira

a

Só que o problema não desapareceu! Então parti pra lógica da coisa formatei e baixei todos os drivers do notebook direto do site do fabricante no caso a Lenovo, mas o problema voltou então voltei no site e fui conferir se tinha realmente baixado todos só que esqueci de baixar um.

O driver de controle de energia! Aí estava a solução quando instalei esse bendito e reiniciei o notebook pressionei apenas a tecla F7! é fácil assim ele voltou a funcionar sem precisar hibernar o notebook.


Então descobri que tinha solucionado o problema que pelo que eu pesquisei na net tem muitos fóruns que ainda não chegaram a resolução! então resolvi compartilhar aqui a solução usando meu caso para quem sabe poder ajudar a solucionar os casos em outros fóruns!

Segue link do drive










sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Lenovo anuncia laptop com projetor e híbrido com Windows ou Android

A Lenovo apresenta novos produtos da linha Yoga, que incluem notebook com projetor e híbrido que funciona com Windows ou Android. Os modelos são Yoga 3 Pro, Yoga Tablet 2, Yoga Tablet 2 Pro e ThinkPad Yoga 14. Todos chegam às lojas nos Estados Unidos entre o final deste mês e o início de novembro. Ainda não há informações sobre o lançamento dos aparelhos no Brasil.

Yoga 3 Pro tem ótimo hardware e visual arrojado (Foto: Divulgação)
Yoga 3 Pro tem ótimo hardware e visual arrojado (Foto: Divulgação)

O Yoga 3 Pro é um potente laptop com Windows, tela de 14 polegadas (3.200 x 1.800), processador Core M-70 e até 8 GB de memória RAM e 512 GB de memória flash. Ele custará US$ 1.349 (aproximadamente R$ 3.230, em conversão direta) e estará disponível nas cores prata, laranja e dourada.

Tablet 2 tem versões de 8 e 10 polegadas, com Windows ou Android (Foto: Divulgação)
Tablet 2 tem versões de 8 e 10 polegadas, com Windows ou Android (Foto: Divulgação)
 
O Yoga Tablet 2, por sua vez, é um híbrido disponibilizado em duas configurações: uma com Windows e outra com Android. Ambos têm processador Atom Z3745 e 2 GB de RAM, com 32 GB e 16 GB de memória interna, respectivamente. Eles podem ser adquiridos em versões de 8 ou 10 polegadas, com preços a partir de US$ 250 (R$ 599, sem impostos).

Tablet 2 Pro tem projetor embutido (Foto: Divulgação)
Tablet 2 Pro tem projetor embutido (Foto: Divulgação)

O Yoga Tablet 2 Pro é outro modelo bem impressionante, com uma tela de 13,3 polegadas (2560 x 1440), 32 GB de espaço interno e o mais interessante de tudo: é equipado com um projetor embutido. Além disso, o aparelho conta com câmera de 8 megapixels e um processador Intel Atom. Seu preço é de US$ 499 (R$ 1.195, sem impostos).

ThinkPad 14 pode ser usado de múltiplas formas (Foto: Divulgação)
ThinkPad 14 pode ser usado de múltiplas formas (Foto: Divulgação)

Para fechar a lista, o ThinkPad Yoga 14 dispõe de tela Full HD de 14 polegadas, processador Core i5, 8 GB de RAM e 1 TB de HDD. Ele pode ser posicionado de quatro maneiras diferentes, como notebook, tablet, tenda ou stand. O preço sugerido é de US$ 1.199 (R$ 2.870).


Via: Techtudo

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Teste mostra qual navegador consome menos bateria do seu notebook


Um estudo feito pelo site AnandTech com diferentes navegadores mostra quais são os que mais gastam a bateria do notebook. O teste analisou os browsers mais populares em um modelo Dell XPS 9530 de 15 polegadas.

As configurações relevantes do notebook são as seguintes:

Processador: Intel Core i7 4702 MQ (Quad Core 2,2-3,2 Ghz)
RAM: 16 GB (2x8GB) DDR3 1600 Mhz
Vídeo Dedicado: GeForce GT 750M 2GB DDR5
Vídeo Onboard: Intel HD Graphics 4000
Tela: 15,6 polegadas, 3200x1800 pixels
Armazenamento: SSD 512 GB (Samsung SM841)
Sistema Operacional: Windows 8.1 64 Bit

Os navegadores testados foram: Internet Explorer 11 para desktop e versão Metro, Firefox 31, Chrome 36 e Chrome 37 Beta.

O Chrome 37 Beta foi escolhido por ser o primeiro navegador da empresa a fazer uso de processadores 64 bits, além de trazer mudanças significativas no código. Também havia a intenção de fazer um teste com o Safari, mas a versão mais atual para Windows já tem dois anos e teve problemas com o sistema de teste automático. Outra ressalva é o fato de o Chrome 36 não possuir uma versão para densidades altas de pixels, o que fez com que simplesmente rodasse em sua versão comum de 1600x900 pixels, com a interface escalonada.

A AnandTech desenvolveu um software que simula a ação comum de um usuário no PC, abrindo e fechando o browser, carregando páginas e rolando a página por artigos mais longos, todos salvos nos próprios servidores locais, para que a velocidade da internet não influísse nos números finais.

Os resultados, em minutos levados para a bateria cair de 100% a 7%, foram os seguintes:

Reprodução

O Chrome 36 foi o primeiro lugar, com 8:32 horas de navegação ininterrupta, mesmo contando com um bug que faz com que o gasto de bateria seja desnecessariamente maior (leia mais aqui), enquanto a versão Beta ficou em último lugar, com 5:55 horas, possivelmente por problemas de otimização. Foi surpreendente o fato de o desempenho da versão Metro do Internet Explorer 11 ter sido melhor do que o da versão para desktop, tomando segundo e terceiro lugares, respectivamente. O Firefox 31 ficou em penúltimo, com apenas 2 minutos de navegação acima do Chrome 37 Beta.

Nem só de economia de energia são feitos os navegadores, no entanto. Seja por design, velocidade, add-ons ou outras funções, há mais fatores a se considerarem ao se escolher o seu. Por sorte, são todos gratuitos e não custa nada testar até decidir qual o melhor.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Como formatar notebook com Windows 8

Computadores com sistema Windows 8 podem ser formatados mais facilmente sem discos de instalação ou quaisquer outros programas de suporte. O TechTudo preparou um tutorial com o passo a passo para te ensinar a formatar seu notebook com a última versão do sistema.

Passo 1: Se você quer formatar totalmente o Windows de seu computador portátil, vá para Configurações, na aba à direita do menu Iniciar.

 
O menu de Configurações fica à direita no Iniciar. Mova o mouse até o canto para encontrá-lo (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda) 
O menu de Configurações fica à direita no Iniciar. Mova o mouse até o canto para encontrá-lo (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)
 
Passo 2: Quando selecionar as configurações, vá para a opção “mudar configurações do computador”. Um novo quadro se abrirá, com uma tela azul, do menu selecionado.

Somente selecionando a opção para mudar as configurações, podemos seguir em frente (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda) (Foto: Somente selecionando a opção para mudar as configurações, podemos seguir em frente (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda))Somente selecionando a opção para mudar as configurações, podemos seguir em frente 
(Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)
 
Passo 3: Em Configurações, vá até Geral. E clique neste menu.
 
Ao abrir as modificações de configurações, esta tela se abrirá (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)Ao abrir as modificações de configurações, esta tela se abrirá (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)

Passo 4: Vá em “Remover tudo e reinstalar o Windows”.

Para fazer a formatação completa, é necessário remover todos os arquivos do notebook (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)Para fazer a formatação completa, é necessário remover todos os arquivos do notebook (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)
 
Passo 5: Avance nas opções. Tenha certeza que você tem um backup dos arquivos importantes, porque todos os dados da máquina serão apagados e a configuração padrão do Windows 8 será restabelecida.

Na formatação padrão do Windows 8, todos os arquivos são perdidos (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)Na formatação padrão do Windows 8, todos os arquivos são perdidos (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)

Passo 6: Se você quiser fazer uma formatação parcial, é possível fazer isso selecionando o drive com a tecla direita na pasta Meu Computador.

Windows 8 também permite formatação parcial (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda) 
Windows 8 também permite formatação parcial (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)

Passo 7: Para formatação parcial, basta selecionar a partição ou partes dela para restaurar as configurações e apagar os arquivos.

Formatação parcial do Windows pode selecionar determinadas partições (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)Formatação parcial do Windows pode selecionar determinadas partições (Foto: Reprodução/Pedro Zambarda)
 
Pronto, agora você já sabe como formatar seu notebook com Windows 8. Fique ligado no TechTudo para mais tutoriais.


Via: techtudo

quarta-feira, 26 de março de 2014

Baterias de Notebooks e seus mitos

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Bom dia internautas, como tantas pessoas me perguntam sobre como deve manusear a bateria de seu notebook, aqui vai algumas verdades de mitos sobre esse assunto que interessa a todos que fazem uso de um notebook e vivem com dúvidas em como manter sua bateria “saudável”.

Em forma de perguntas e respostas iremos explicar alguns pontos:

É verdade que devemos tirar o carregador da tomada quando a bateria do notebook carregar por completo?
Não. Se você tem uma tomada a disposição e não precisa de mobilidade, é preferível manter o notebook conectado à tomada. Toda bateria possui vida útil limitada pelo número de cargas. Portanto, utilizá-la sem real necessidade acarretará um desgaste desnecessário que contribuirá para o abreviamento de sua vida útil.

É necessário remover a bateria caso queiramos usar o computador ligado direto na tomada?
Não. Atualmente, as baterias de íons de lítio não possuem o efeito memória – ou vício, como é popularmente conhecido. Esse fenômeno era comum nas antigas baterias de níquel cádmio, que precisavam ser totalmente descarregada antes de iniciar uma nova recarga. Além disso, manter a bateria no computador evita que você perca seu trabalho em casos de queda de energia.

Deixar o notebook ligado o tempo todo reduz a vida útil da bateria?
Se o computador estiver sempre conectado à tomada, não. A vida útil da bateria é medida pelo número de vezes em que ela atinge o 100% de carga, ou seja, o número de carga e descarga – ou ciclos, se preferir. Se o computador permanece sempre ligado à rede elétrica sem que o nível de carga da bateria seja alterado, não acarretará nenhum desgaste na bateria.

A bateria estraga se deixá-la zerar?
Sim. Quando o sistema operacional informa que o computador precisa ser conectado em uma tomada pois a bateria está sem carga, na verdade, a bateria ainda armazena uma quantidade mínima de energia para mantê-la funcional. Se você deixar a bateria descarregada guardada por um longo período de tempo, essa carga mínima de funcionamento pode ser perdida. Se isso acontecer, a bateria fica inutilizável.

Por que meu notebook não ‘segura’ a carga da bateria?
A vida útil da bateria deve estar no fim. Provavelmente ela já atingiu o número de ciclos (recarga e descarga) suportado – algum valor entre 300 e 400. O tempo varia de acordo com o uso, mas as baterias não costumam durar mais do que dois anos funcionando com toda sua capacidade. Passado alguns anos, o desgaste natural faz com que a bateria não aguente mais do que alguns minutos longe da tomada. Nesse caso, a solução é apenas uma: a substituição.

Como descartar corretamente a bateria com defeito do notebook?
Olhe o manual do notebook. Nele, o fabricante é obrigado a especificar onde a bateria – e o computador – deve ser descartado. Caso não possua mais o manual, essa informação também pode ser encontrada no site da empresa. O local de descarte geralmente é um centro de assistência técnica autorizada. Jamais desmonte uma bateria ou a descarte no lixo doméstico.

Tem problema comprar uma bateria ‘pirata’?
Se a bateria atende todas as especificações técnicas do fabricante, não. Para descobrir esses dados, remova a bateria original do seu computador e observe a tensão elétrica (voltagem) e a corrente elétrica, tanto de entrada quanto de saída, e compare com as especificações da bateria que pretende comprar. Se todos os dados baterem, a bateria é totalmente compatível. Caso contrário, melhor não arriscar.

Fonte: TechTudo

sexta-feira, 14 de março de 2014

Saiba quais as diferenças entre um notebook doméstico e um modelo corporativo

Notebooks vem em muitos “sabores” diferentes. Há os finos e leves, os conversíveis, os substitutos de desktop, modelos para gamers e até mesmo estações de trabalho portáteis. Mas todos eles podem ser agrupados em duas categorias: para o consumidor doméstico (consumer) ou para o mercado corporativo (business). Vamos mostrar o que torna uma categoria diferente da outra, e ajudá-lo a decidir qual é a mais correta para suas necessidades.
Os fabricantes de máquinas tornam fácil distinguir qual o público alvo de cada máquina colocando diferentes nomes nelas. A Lenovo vende os IdeaPad no mercado doméstico e os ThinkPad para empresas e profissionais. Na Dell as linhas XPS e Inspiron são os modelos para o consumidor, e a linha Latitude é a corporativa.
A Toshiba usa os nomes Satellite, Qosmio e Kirabook para as máquinas domésticas e Tecra para as profissionais. E com a Acer temos os Aspire para os consumidores e TravelMate para as empresas. A HP é a que mais segmenta as coisas, oferecendo notebooks para os consumidores sob as marcas Pavillion, TouchSmart, Envy, Spectre e Split, enquanto para o mercado corporativo há os G-Series, EliteBook, Pro, ProBook e ZBook.
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Os notebooks corporativos da Toshiba pertencem à família Tecra, enquanto os modelos
domésticos são os Satellite, como o Satellite L55Dt-A5253 mostrado acima.

O próximo fator óbvio é o preço: notebooks para o mercado corporativo podem custar até duas vezes mais que os modelos domésticos. Mas ambos os tipos são baseados em componentes similares, e ambos rodam o mesmo sistema operacional e software. Será que os fabricantes simplesmente acham que as empresas tem mais dinheiro pra gastar que os consumidores?
Pode até haver um elemento de verdade nessa linha de raciocínio, mas ela não conta toda a história. O mercado de PCs é incrivelmente competitivo e as margens de lucro são microscópicas. A principal razão porque um PC corporativo custa mais do que um modelo doméstico é porque as empresas, grandes ou pequenas, querem máquinas construídas para durar e que seja fáceis de manter.
Modelos corporativos também vem com garantias maiores, envolvem um estoque maior de máquinas e peças para reposição e tem recursos extras de segurança e gerenciamento remoto. O custo destes atributos se reflete no preço final do produto. Depois que você entender estes diferenciais, poderá decidir se eles compensam o custo extra.
Durabilidade e ciclo de vida
Espera-se que um notebook corporativo permaneça em serviço por muito mais tempo que uma máquina doméstica, e que eles sejam pelo menos um pouco mais resistentes. Por isso são geralmente produzidos com material mais forte, como alumínio ou magnésio, e tem uma construção mais sólida. Os modelos para o consumidor, especialmente os mais baratos, são montados usando generosas quantidades de plástico.
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Alúmínio e Magnésio são alguns dos materiais mais populares na construção
de notebooks corporativos, como este Dell Latitude 6430u 

A maioria das empresas padroniza seu parque de hardware em um ou dois modelos de notebooks, e os mantém em serviço por pelo menos três anos. Esta estabilidade reduz a carga de suporte sobre o departamento de TI da empresa. Quando um fabricante lança um novo notebook corporativo, ele geralmente se compromete a manter exatamente a mesma máquina disponível por um período que varia de 18 meses a 5 anos, para que seus clientes possam ampliar seus parques de hardware no futuro.
Clientes corporativos também esperam ser capazes de adquirir peças de reposição durante toda a vida em serviço de uma máquina. Por isso o fabricante precisa manter um inventário de peças que talvez nunca sejam vendidas. Parte do custo destas peças é refletido no preço do notebook.
Já os notebooks para o consumidor tem uma vida muito mais curta nas vitrines das lojas. Um modelo pode estar disponível por apenas um ano, às vezes menos, antes de ser substituído por algo mais novo. A Toshiba produziu um número limitado do luxuoso Kirabook, por exemplo, e ao produzir um segundo lote mudou o hardware para acomodar os processadores Intel Core de quarta geração.
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Empresas raramente compram notebooks domésticos, como este Toshiba Kirabook,
porque preferem máquinas que não irão mudar por vários anos.

Os consumidores tem maior tendência a simplesmente trocar uma máquina defeituosa por outra, em vez de repará-la. Às vezes esta é a estratégia que faz mais sentido, às vezes é a única, já que os fabricantes não mantém grandes inventários de peças de reposição para os produtos em suas linhas para o consumidor. Outras vezes um defeito é apenas a desculpa necessária para comprar um novo modelo com os mais novos acessórios e recursos.
Mas empresas não podem trocar de hardware à revelia, já que cada mudança implica em custos além da aquisição de uma máquina: há o teste, o treinamento, as licenças de software e muito mais.
Manutenção e reparos
Notebooks corporativos são geralmente mais fáceis de manter e reparar. Em uma máquina corporativa você não encontrará parafusos Torx ou os ridículos “Pentalobe” usados pela Apple (a não ser, claro, que seja um Macbook).
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Com exceção dos MacBook Pro, você não irá encontrar parafusos
incomuns, como este "Pentalobe", em notebooks corporativos.

Uma chave Philips comum deve ser tudo o que você precisa. E em modelos como a workstation portátil ZBook 15, da HP, nem isso: basta mover duas travas presas por fricção e você pode remover o painel inferior para acessar a memória, disco rígido, interface Wi-Fi, bateria e mais.
Componentes que podem ser substituídos pelo usuário não são algo inédito em máquinas para os consumidores, mas estão se tornando cada vez mais raros à medida em que elas se tornam produtos descartáveis.
Portas e conectores
A seleção de portas em um notebook doméstico geralmente se divide ao redor do preço: as máquinas mais caras incorporam a tecnologia mais recente rapidamente, enquanto as máquinas baratas ficam para trás. Muitas tecnologias de I/O como USB 3.0 e HDMI estão no mercado há tempo suficiente para se tornarem onipresentes em máquinas domésticas em qualquer faixa de preço. Tecnologias mais recentes, por outro lado, demoram a “pegar”. Um bom exemplo é a Thunderbolt, que apesar de ser capaz de transferir dados pelo menos duas vezes mais rápido que uma porta USB 3.0 (10 Gbps, podendo chegar a 20 Gbps no Thunderbolt 2) é rara entre os PCs.
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A estação de trabalho portátil HP Zbook 15 tem quase todo o tipo de portas que você pode
imaginar, incluindo Thunderbolt, DisplayPort, USB e slots para Smart Card e ExpressCard

Os notebooks corporativos, em todas as faixas de preço, geralmente ficam para trás quando o assunto são as mais recentes tecnologias para conexão a periféricos e aparelhos externos. Em parte porque o departamento financeiro, sempre de olho em cada centavo, não quer pagar por algo que não é, e pode nunca ser, amplamente usado. A mesma mentalidade explica porque tecnologias legadas como portas VGA podem durar tanto tempo em máquinas corporativas: elas são necessárias para conectar os notebooks a projetores mais antigos.
Interfaces de rede sem fios são estritamente necessárias em ambas as categorias de notebooks. Uma interface Wi-Fi 802.11ac é a melhor opção, mas os adaptadores 802.11n são mais baratos e mais comuns. Algumas máquinas corporativas também tem a opção de conexão via banda larga móvel (3G ou 4G) usando um SIM Card que pode se instalado na máquina.
Slots para “Smart Cards” e “ExpressCard” são encontrados exclusivamente em máquinas corporativas. Os Smart Cards são um robusto mecanismo de segurança que pode ser usado para impedir que usuários não autorizados ganhem acesso a um computador quando ele está ligado porém “sozinho”. Já os ExpressCard são uma interface legada que substituiu duas tecnologias ainda mais antigas, PC Card e PCMCIA. Em um slot ExpressCard você pode plugar cartões com novas interfaces de I/O (Firewire, eSATA, interfaces de rede, etc) e recursos especiais que vão de sintonizadores de TV a placas de som. O HP Zbook 15, mostrado acima, tem tanto um slot para ExpressCard quando para um Smart Card.
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Você irá agradecer aos céus pelo modem 3G integrado ao seu notebook quando precisar
se conectar à internet e não houver nenhuma rede Wi-Fi sequer nas proximidades

Muitos notebooks corporativos vem com portas para docking stations, enquanto os modelos domésticos quase nunca tem isso. Se você passa muito tempo sentado à sua mesa, mas ainda precisa da mobilidade de um notebook, uma docking station ou replicador de portas pode ser uma benção. Você pluga seu desktop, mouse, teclado, monitor, cabo de rede, discos externos e outros periféricos à “dock”, e o notebook a ela. Quando precisar sair basta apertar um botão (ou puxar um único cabo) para levar sua máquina com você, deixando os periféricos para trás.
Mas você não precisa comprar um notebook corporativo para usar uma docking station. Acessórios de terceiros como a Targus Universal 3.0 DV aproveitam tecnologias como USB e DisplayLink para oferecer quase a mesma funcionalidade de uma dock proprietária. A única desvantagem é que você pode ter de desplugar mais do que um cabo para desconectar seu notebook (e plugá-lo de volta para conectar). Além disso, DisplayLink usa compressão em tempo real para transmitir sinais de vídeo para um monitor externo. Será difícil notar no dia-a-dia artefatos de imagem gerados por essa compressão, mas talvez essa tecnologia não seja uma boa opção para quem faz edição profissional de imagens ou vídeo.
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Uma Docking Station, acoplada a conectores como este, facilita a transição da "mesa" para a "estrada"

A tecnologia sem fio WiGig elimina a necessidade de estabelecer uma conexão física entre o seu notebook e a dock. Sua adoção tem sido curiosamente lenta, mas a Dell foi uma das primeiras a usá-la ao produzir a Wireless Dock D5000, que agora é compatível com um grande número de notebooks da empresa.
Tecnologia de vídeo
Os processadores de vídeo (GPUs) integrados às CPUs modernas são tudo o que você precisa para navegar na web, assistir filmes, editar documentos e outras tarefas corriqueiras. Mas você precisará de uma GPU dedicada para tarefas mais computacionalmente intensivas, como CAD (Computer Aided Design, Design Auxiliado pelo Computador).
Se um notebook doméstico tem uma GPU dedicada, ela provavelmente será um modelo projetado para rodar jogos. Se um notebook corporativo tem uma GPU dedicada, quase certamente será um modelo projetado para usos muito diferentes: CAD, modelagem 3D, tratamento de imagens nas áreas médica e científica, criação de conteúdo (animação em 3D, por exemplo) e mais. Se sua área de trabalho é uma destas, procure máquinas com GPUs das linhas AMD FirePro Mobile Graphics, ou Nvidia Quadro Mobile Workstation.
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Portas VGA são comuns em notebooks corporativos, já que os projetores em milhares de salas
de conferência e escolas ainda usam este padrão. Já portas HDMI (à direita) são mais raras

Como a maioria das TVs de alta-definição tem portas HDMI, não é surpresa que a maioria dos notebooks para o consumidor use esta interface para conexão a telas externas. Mas o DisplayPort, usado em máquinas e monitores profissionais, é uma interface superior para os usuários corporativos pelo simples fato de que uma única porta DisplayPort 1.2 pode suportar até quatro monitores com resolução de 1920 x 1200 pixels, ou dois monitores com resolução de 2560 x 1600 pixels. Em ambos os casos, cada monitor pode receber sinais de áudio e vídeo independentes. Tanto DisplayPort 1.2 quanto HDMI (na versão 1.4 ou superior) podem suportar um monitor 4K com resolução de 3840 x 2160 pixels. 
Recursos de gerenciamento e segurança
Para uma empresa que coloca em operação centenas ou talvez milhares de notebooks, é essencial que o departamento de TI seja capaz de gerenciá-los remotamente. Embora a maioria das pequenas empresas não tenha um departamento de TI, muitas delas contratam consultores para gerenciar seus recursos. Comprar um notebook equipado com uma CPU e BIOS com tecnologias como a Intel vPro, DASH (Desktop and Mobile Architecture for Hardware) ou a HP SureStart pode economizar tempo para eles, e dinheiro para sua empresa.
Estas ferramentas permitem que um departamento de TI monitore, gerencie, acesse remotamente e até mesmo repare instalações de software em notebooks em campo. O usuário não precisa estar presente, e isso pode ser feito mesmo que a máquina esteja tão comprometida, seja por uma infecção por malware, uma instalação de software mal-sucedida ou arquivos corrompidos, que seja incapaz de carregar o sistema operacional.
Restaurar remotamente uma imagem do sistema (ou seja, uma cópia exata de todo o software e aplicativos de uma máquina em um dado momento) pode economizar muito tempo, além dos custos de viagem ou envio da máquina para reparos. O vPro também pode impedir a ação de certos tipos de malware e ataques que ocorrem em um nível ainda mais baixo que o do sistema operacional. E a tecnologia SureStart, disponível apenas nas máquinas da HP, pode rapidamente restaurar a BIOS de um computador se ela tiver sido corrompida ou atacada.
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Um leitor de impressões digitais, como este num Toshiba Tecra Z40, pode impedir o
acesso não autorizado às informações armazenadas em seu notebook

Como um notebook corporativo pode abrigar informações importantes sobre uma empresa, estas máquinas geralmente tem recursos adicionais de segurança integrados no hardware. Um dispositivo biométrico como um leitor de impressões digitais pode ser usado para verificar a identidade do usuário, e ferramentas de criptografia como TPM e a BitLocker, do Windows, podem criptografar dados à medida em que são salvos no HD. Tais dados não poderão ser lidos se o usuário não tiver a chave própria para decodificá-los, nem mesmo se um malfeitor arrancar o HD de uma máquina roubada e colocá-lo em outra.
Se você decidir que vPro ou DASH são recursos essenciais em seu próximo notebook, certifique-se de que o modelo escolhido realmente tem estes recursos, já que eles não estão presentes em todas as máquinas corporativas. A Intel tem um site que informa se um determinado modelo de processador tem suporte a vPro, e qualquer notebook equipado com um processador da AMD que também tem um chip TPM irá suportar DASH. E no caso de máquinas da HP, verifique a ficha técnica da máquina para saber se ela suporta a tecnologia SureStart.
Software pré-instalado
Ligue um notebook doméstico recém-saído da caixa e você irá encontrar todo tipo de lixo consumindo espaço no disco. Demonstrações de jogos, de antivírus, links para sites e mais. Os fabricantes de software pagam aos fabricantes de hardware para instalar esse tipo de conteúdo (apelidado de “bloatware”), o que pode ajudar a reduzir o preço final da máquina ou aumentar as margens de lucro. Você não é obrigado a deixar este software na máquina, é claro, mas sua remoção geralmente é um incômodo, mesmo usando software feito especialmente para isso como o CCleaner, da Piriform.
Empresas não querem, nem podem, perder tempo removendo software, então os fabricantes reduzem ou eliminam estes programas em máquinas corporativas. E empresas que compram máquinas em grande volume podem até especificar exatamente que software desejam pré-instalado.
Como empresas normalmente querem manter todos os funcionários na mesma plataforma (simplificando o suporte técnico e reduzindo seu custo) elas mantém um sistema operacional em uso por muito tempo após uma nova versão ser lançada. Quando você compra um notebook para o consumidor, ele provavelmente já virá com o Windows 8.1 instalado. Máquinas corporativas podem vir com licenças para “downgrade” para uma versão anterior do sistema operacional (como do Windows 8 para o 7), ou ter como opção uma distribuição Linux.
Garantia, serviço e suporte técnico
Um notebook doméstico típico geralmente tem uma garantia de um ano contra defeitos de fabricação. Os modelos mais baratos podem ter apenas a garantia mínima legal, 90 dias. Isso mantém o preço baixo e permite que os revendedores ofereçam garantias extendidas (com um custo extra, claro). Qualquer máquina corporativa digna de seu nome vem com uma garantia de três anos, e esse período geralmente pode ser ampliado para cinco ou sete anos.
Quando um notebook doméstico falha, tipicamente é necessário enviá-lo ao fabricante ou levá-lo a uma assistência técnica autorizada para diagnósticos e reparos. Você raramente tem uma garantia de tempo para a solução do problema, e se uma peça precisar ser trocada, você não tem nenhuma garantia de que ela estará em estoque. Na pior das hipóteses, sua máquina pode ficar “fora de combate” por semanas.
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Basta remover a bateria e dois parafusos no Dell Latitude 7440 para ter acesso às
interfaces Wi-Fi e 3G, disco rígido e memória, o que facilita reparos e upgrades

Empresas não podem se dar ao luxo de ter empregados esperando enquanto seus notebooks são consertados. Um departamento de TI corporativo geralmente tem á mão máquinas extras para empréstimo, e geralmente faz sozinho os reparos ou lida diretamente com o fabricante. Pequenas empresas podem economizar dinheiro tirando proveito de serviços como a assistência “on site” (ou seja, um técnico vai até a máquina) e garantia de atendimento rápido, geralmente 24 horas sem contar o tempo de trânsito se a máquina precisar voltar para a fábrica, que são oferecidos com um notebook corporativo.
A eficiência do suporte técnico ao consumidor varia, mas ele geralmente só pode ser conduzido via e-mail ou chat. Se houver um número 0800, é improvável que ele esteja disponível 24/7, e você provavelmente irá experimentar longos tempos de espera. Problemas de software geralmente não são cobertos.
Viajantes a negócios que precisam terminar o trabalho antes de uma grande reunião precisam que seus problemas sejam resolvidos imediatamente, então as políticas de suporte para os notebooks corporativos são muito mais robustas. Embora ele possa ser opcional, para reduzir os custos caso a empresa tenha um departamento de TI que faz seu próprio suporte, atendimento telefônico 24/7/365 está quase sempre disponível, e inclui suporte ao software.
E aí, corporativo ou doméstico?
Pode parecer que estou tentando te vender um notebook corporativo, mas não estou. Eles tendem a ser mais caros no início, e seu custo de propriedade mais alto não faz sentido para usuários domésticos.
Se você não está comprando um lote de máquinas e não depende de seu notebook para ganhar a vida, um modelo doméstico pode até preencher as necessidades de uma pequena empresa.
Mas se em seu mundo tempo é dinheiro, então o melhor suporte, maior período de garantia, ciclo de vida ampliado e recursos extras de segurança dos modelos corporativos irão lhe economizar dinheiro a longo prazo, mesmo que sua “frota” consista de apenas uma máquina.
Por sua vez, os consumidores devem ficar com os modelos domésticos. Uma máquina topo de linha pode lhe trazer muitos dos recursos que você encontraria em um modelo corporativo, com tecnologia mais sofisticada e custo menor.

Via: IDGNow

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Campus Party 2014 vai dar prêmio de R$ 1 milhão em concurso para desenvolvedores

Durante a Campus Party 2014, que começou nesta terça-feira (27), em São Paulo, acontecerão dois desafios FI-WARE. A ação irá premiar desenvolvedores de aplicativos. Somados, os valores pagos para as três melhores propostas de apps chegam até R$ 1 milhão.

Campus Party 2014 vai dar R$ 1 milhão de prêmio em concurso para desenvolvedores (Foto: Renato Bazan/TechTudo) (Foto: Campus Party 2014 vai dar R$ 1 milhão de prêmio em concurso para desenvolvedores (Foto: Renato Bazan/TechTudo))Campus Party 2014 vai dar R$ 1 milhão de prêmio em concurso para desenvolvedores (Foto: Renato Bazan/TechTudo)


A Campus Brasil 2014 começou com tudo. Os participantes da feira de tecnologia poderão conhecer os desafios do FI-WARE, um programa ambicioso criado pela comissão Europeia, que conta com parceria pública e privada. A ação tem como objetivo definir uma plataforma aberta de implantação global do desenvolvimento e aplicações para Internet do futuro.
Como funcionam os desafios
O desafio Smart Cities tem como intuito apresentar propostas para aplicativos que colaborem para realizar uma gestão eficiente e inteligente das cidades, entregando novos serviços inovadores para todos os cidadãos.
Já o desafio Smart Business & Industry, busca ajudar empresas, principalmente às pequenas e médias, a gerir negócios de maneira mais organizada e eficiente. O idealizadores dos projetos inscritos devem acreditar que serviços inovadores podem melhorar a produção de processos industriais e que possam desenvolver, também,  processos automatizados.
Etapas do concurso
Ambas categorias apresentam duas etapas. Na primeira, serão aceitas ideias de aplicações inovadoras de acordo com o tema do desafio.
Os 20 vencedores desta etapa apresentarão, a partir de segunda-feira (27), suas ideias de aplicativos para o público da Campus Party. Além disso, os escolhidos receberão cerca de R$ 9 mil reais como incentivo. Durante o evento, os desenvolvedores receberão assessoria de outros profissionais para melhorar seus protótipos, antes de apresentá-los ao júri composto por engenheiros do consórcio FI-WARE e outros especialistas.
Na etapa final serão escolhidas três propostas vencedoras. Os valores aproximados para os vencedores serão: primeiro lugar R$ 248 mil, segundo lugar R$ 132 mil e terceiro lugar R$ 66 mil. Os valores pagos estão descriminados em Euro e podem receber alterações de acordo com a taxa de cambio.
Finalistas
Entre os 20 finalistas, podemos encontrar programadores de todo o mundo, com os mais diferentes tipos de propostas. Nosso país está representado com quatro aplicativos projetados por grupos de desenvolvedores.
Ombudsman Office 2.0 -  Brasil
Tem como objetivo promover a participação social, a transparência e o cooperativismo entre governo, cidadãos e empresas. Com ele, será mais fácil sugerir, criticar e denunciar para órgãos públicos e privados para os setores destes órgãos. O serviço permitirá também que empresas e clientes trabalhem em conjunto para resolver problemas referentes a uma cidade.
La Urbo Project – Brasil
Tem como finalidade proporcionar às pessoas a oportunidade de expressar sentimentos a respeito da cidade na qual vivem ou, até mesmo, sobre a região que estão visitando. As opiniões sobre o meio ambiente de uma cidade serão geolocalizadas para que cada cidade tenha um mapa de sentimentos e impressões de seus habitantes
Paprika – Brasil
Com intuito de fornecer informações sobre o transporte público, por meio do uso da realidade aumentada, esta proposta permite que seus usuários planejem melhor os trajetos diários para gastar menos tempo nas paradas de ônibus.
FI-Guardian – Brasil
O objetivo do aplicativo é melhorar a resistência das cidades contra a ocorrência de eventos adversos, como desastres naturais através do monitoramento de dados. O projeto centraliza as informações de fontes diferentes, para executar análises e comunicar eventos de riscos para os cidadãos com antecedência.
Via: techtudo