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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

AGUARDEM NOSSO RETORNO!



Falaaaaeee pessoas!

Depois de um longo tempo em off resvolvendo alguns conflitos internos e iniciando um novo ciclo, estamos de voltando, espero que dessa vez de forma definitiva e mais feliz para produzir ou reproduzir conteúdo de qualidade e bastante informação.

Nessa nova versão 2.0 estable, vamos trazer conteúdos bastante interessante onde vamos falar sobre, Linux, Games, Programação, TI, Notícias do mundo Tech e muito mais. Nossa maior novidade espero que de tudo certo, vai ser nossos ReactPost, mas o que seria isso?

Então vai ser um formato de cortes onde vamos comentar algumas notícias e curiosidades do mundo tech, além de trazer algumas dicas bem divertidas.

Estamos trabalhando na parte do nosso layout e no planejamento dos conteúdos, e o mais brevemente possível vamos colocar os conteúdos on-line.  

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Clientes do BB poderão efetuar operações bancárias no Facebook Messenger

Em breve, clientes do Banco do Brasil poderão recorrer ao Facebook Messenger para consultar e realizar suas principais operações bancárias conversando apenas com um chatbot.

A instituição anunciou nesta quinta-feira (22) que deu início a um projeto piloto com mil clientes para testar algumas funcionalidades e interações como consulta de saldo e extrato, solicitação da segunda via do cartão e consulta da fatura do cartão de crédito, a partir da rede social. A ideia, segundo o BB, é levar o banco onde o cliente está e segundo levantamento do Facebook, mais de 100 milhões de brasileiros estão mensalmente na rede social. Não é à toa que cada vez mais empresas olhem para a plataforma para agregar valor e experiência aos seus serviços.

"O cliente que quiser usar o banco vai acessar e resolver o seu problema de onde ele estiver. Ele não precisará ir mais ao banco ou até mesmo ao aplicativo para resolver algo", ressaltou Gustavo Fosse, diretor de tecnologia do BB, durante coletiva de imprensa.
No caso do Banco do Brasil, o projeto conta com a parceria da solução cognitiva IBM Watson para entregar o chatbot de conversação em linguagem natural. A Visa também entra como parceira, uma vez que nesta fase, as transações em teste envolvem assuntos relacionados às transações com cartões Ourocard. 

Caso você tenha levantado uma sobrancelha de preocupação acerca do seus dados bancários circulando no Facebook, Fosse explica que todas as informações trocadas no Messenger ficam em ambiente reservado ao banco. Isso porque quando o cliente solicita ao chatbot uma operação bancária, a assistente virtual irá direcioná-lo para uma outra camada, esta pertencente ao BB. O Messenger não guarda o histórico da conversa e as interações são criptografadas de ponta a ponta, garantiu o banco.

Com o novo projeto, o Banco do Brasil se torna o primeiro grande banco de varejo no Brasil a combinar as funcionalidades do Messenger com o Watson para prestar atendimento realizando transações via chatbot.

Parceria IBM Watson
Há um ano, o Banco do Brasil adotou o IBM Watson para auxiliar funcionários a agilizarem o atendimento e a responder a dúvidas e solicitações de clientes. Em agosto do ano passado, a instituição ampliou o uso da inteligência artificial para o seu canal de atendimento pelo Facebook Messenger, onde é possível tirar dúvidas sobre temas como conta corrente, investimentos, linhas de crédito, solução de dívidas e programas de relacionamento, eliminando a necessidade de até mesmo ligar para o tele-atendimento. 

Segundo o BB, desde então, foram mais de 500 mil interações e cerca de 60 mil clientes respondidos através do chatbot. No total, 70% dos atendimentos feitos via rede social não exigiram nenhum tipo de interação humana, sendo concluídos ali mesmo na plataforma. 

Para Fosse, oferecer operações bancárias a partir do Messenger soou como o próximo passo em um projeto maior de transformação digital do Banco do Brasil. Foram investidos R$ 14 milhões em pesquisa e desenvolvimento dedicados aos projetos do BB que utilizam computação cognitiva.
 
"Nossa preocupação não é se o usuário vai usar aqui ou lá", explica Fosse sobre a preferência entre o aplicativo e eventualmente o chatbot. "A ideia é estar onde os clientes estão. Se ele estiver usando o app, ele vai continuar a usar. Mas se ele quiser ser atendido através de uma rede social, ele também irá". 

Neste primeiro momento, mil clientes do banco terão acesso a novidade. O diretor de tecnologia informou que o BB já trabalha em 50 transações bancárias para o chatbot, incluindo pagamento de contas e a transferência de valores sem recorrer ao aplicativo ou ao Internet Banking. Entretanto, a instituição não conta ainda com uma data de lançamento oficial para o recurso, mas disse que espera "em breve" lançar para todos os demais clientes. 


Via: idgnow

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Vício em games: quando diversão vira compulsão


A Organização Mundial da Saúde, órgão da ONU responsável pela orientação mundial de políticas públicas de saúde, bateu o martelo. Existe, sim, vício em videogames. Esse tipo de compulsão vai ser classificado oficialmente como uma doença mental ainda em 2018, mas ninguém sabe ainda quando. Isto significa que médicos vão poder diagnosticar o vício em games como uma doença, receitar tratamentos e, dependendo do caso, até medicamentos - tudo com respaldo da OMS.
Mas de onde veio essa ideia de classificar o vício em games como doença? Na verdade, muitos países já tratam essa compulsão como um distúrbio mental há alguns anos. Na Coreia do Sul, por exemplo, uma lei de 2011 proíbe que jovens com menos de 16 anos joguem videogame entre meia-noite e 6 da manhã. Empresas de games no Japão e na China também tomam precauções para evitar que usuários fiquem tempo demais diante das telas, incluindo alertas e sistemas rigorosos de controle. Mas só agora é que essa preocupação vai se tornar norma global.
O vício surge por conta de uma substância no cérebro chamada dopamina. Trata-se de um neurotransmissor responsável por trazer sensação de prazer a uma região do cérebro motivada por recompensa. Toda vez que você faz alguma coisa que te dá prazer, o cérebro libera uma descarga de dopamina. Só que em alguns casos, o cérebro fica obcecado por essas descargas e passa a procurar, cada vez mais, situações que liberem mais e mais dopamina. É isso o que leva a todo tipo de vício, inclusive ao vício em games. Quanto mais tempo jogando, mais dopamina seu cérebro recebe e mais depende do jogo ele fica.
Este jovem de 26 anos procurou a ajuda de uma clínica de reabilitação em São Paulo para combater a compulsão por games. O vício em jogos eletrônicos também o levou a outros problemas, como a dependência química.
O que a maioria dos especialistas concorda é que o vício em games não é uma epidemia. Um estudo realizado recentemente na Noruega com mais de 10 mil pessoas mostrou que menos de 1% deles apresenta um comportamento compatível com o que a OMS considera patológico. Outros estudos em outras partes do mundo indicam números parecidos. Ou seja: nem todo mundo que joga pode ser considerado doente.
A OMS também tem regras bem específicas para determinar o que pode ser considerado vício. Preste atenção: perder o controle sobre a frequência, intensidade e o tempo diante dos jogos; dar prioridade aos games em detrimento de outras atividades do dia a dia;  continuar ou aumentar a frequência com jogos mesmo diante de consequências negativas. 
Nem todo mundo que joga videogame é viciado. Mas vale a pena ficar atento a estes sinais, antes que uma diversão se transforme num caso de saúde.

Via: Olhardigital

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Razer cria híbrido de notebook e celular; conheça o Projeto Linda

A Razer surpreendeu os participantes da CES 2018 ao apresentar o Projeto Linda, que prevê uma integração sem precedentes entre o computador e o celular. Para tanto, o notebook conta com um espaço onde normalmente ficaria o trackpad — e é justamente ali que o usuário deve encaixar o smartphone, que se torna o cérebro do equipamento. 

O conceito híbrido ainda está em fase de protótipo. Segundo representantes da Razer, a ideia é oferecer aos donos do telefone da marca, o Razer Phone, uma experiência mais completa quando quiserem acessar as informações que normalmente ficariam no sistema Android, desta vez em uma tela maior. 

 Projeto Linda: Razer Phone ocupa espaço do trackpad (Foto: Thássius Veloso / TechTudo)

O notebook integrante do Projeto Linda tem tela touch com 13,3 polegadas, resolução Quad HD e taxa de atualização de 120 Hz. Em outras palavras, está acima da média, o que garante excelente visualização de vídeos e fotos. O desenho industrial do equipamento lembra o visto no Razer Blade, potente laptop da marca. 

A ficha técnica do notebook, divulgada pela empresa, inclui HD de 200 GB, webcam com resolução HD (720p), uma porta USB-C e uma porta USB-C. A bateria de 56,6 Watts possibilita três cargas completas no Razer Phone enquanto ele está acoplado ao computador. 

 Notebook do Projeto Linda tem trava eletrônica que impede a retirada do telefone (Foto: Thássius Veloso / TechTudo)

Poderoso telefone voltado para gamers, o Razer Phone tem memória RAM de 8 GB, processador Snapdragon 835 (8 núcleos de até 2,35 GHz) e armazenamento de 64 GB. Ele não foi lançado no Brasil. 

Em demonstração ao TechTudo, o híbrido da Razer teve dificuldades para reconhecer múltiplos toques no trackpad. Além disso, o representante da marca que fazia a exibição do equipamento passou por apuros ao retirar o telefone do compartimento no laptop e depois tentou recolocá-lo, pois o computador não reconhecia o dispositivo. Ele ressaltou que o projeto está na fase inicial de desenvolvimento. 

Não há previsão de chegada do Projeto Linda ao mercado.


Via: Techtudo





quinta-feira, 29 de junho de 2017

Nasceu entre 1977 e 1983? Nem Geração X nem millennial.

O Nokia 3310, o celular de uma geração.Talvez você se sinta velho demais para ser um millennial. Não teve celular até entrar na universidade, por exemplo, e pode ser até que tenha filhos. Não está na condição de ser chamado de geração do futuro. Mas, ao mesmo tempo, a Geração X é muito distante para você. O grunge era algo que os seus irmãos mais velhos escutavam e você conhece Winona Ryder mais por Stranger Things do que Caindo na Real.
Nesse caso, é possível que você seja um xennial. Tranquilo, não é um insulto. Acho. O termo, que mescla o X com o final da palavra millennial, aparece pela primeira vez em um artigo do site Good, publicado em 2014. Ali era definido como “uma microgeração que funciona como ponte entre o descontentamento da Geração X e o alegre otimismo dos millennials”, mas “sem estar tão irritados como a Geração X e nem tão seguros como os millennials”.
Se virou popular nas últimas semanas foi graças a um meme muito compartilhado no Twitter e no Facebook. Segundo esse texto, com o qual muitos se identificam, estas são as quatro características desta geração divisora de águas. Note-se o convite à nostalgia que fica claro ao mencionar a trilogia Star Wars, enfatizando que é a “original”. Ou seja, a boa.
Talvez o traço mais característico seja o terceiro: como diz o jornalista Michael Harris em seu livro The End of Absence, somos a última geração que se lembrará de como era a vida antes da Internet. Dan Woodman, sociólogo da Universidade de Melbourne, concorda e explica a EL PAÍS por email que o termo xennial tem sentido quando se fala das experiências digitais, que são similares para os millennials mais velhos e para os geração-x mais jovens.
Woodman, aliás, se transformou de forma acidental no sociólogo oficial dos xennials. O site Mamamia o entrevistou na semana passada em um artigo sobre o tema, mas outros órgãos da mídia passaram a atribuir-lhe o mérito de ter cunhado a palavra: “Inventaram isso”, queixa-se; “Fala-se do termo na Internet há uns quatro anos".
O que é um xennial?
- Uma microgeração nascida no limite entre a Geração X e os millennials.
- Ou seja, entre 1977 e 1983 (quando estreou a trilogia original de Star Wars).
- Os xennials viveram uma infância analógica e uma idade adulta digital.
- Possuem tanto o cinismo da Geração X como o otimismo e dinamismo dos millennials.

Os últimos a telefonar para o fixo dos amigos

Nós, xennials, vivemos muitos anos sem Internet. Não havia Tinder e tínhamos de ligar para o telefone fixo da pessoa de quem gostássemos para convidá-la a ir ao cinema, confiando em que seu pai ou sua mãe atendessem. Compramos discos porque era a única forma de escutar a música que queríamos quando queríamos. E saíamos de casa sem celular e sem que ninguém nos pudesse avisar de que chegaria tarde.
Mas também começamos a usar a Internet e o telefone (talvez um Nokia 3310 sem conexão com Internet) na escola ou na universidade, o que foi suficiente para que, ao começar a trabalhar, algum chefe nos dissesse algo como “você sabe como é isso da Internet, não?”, antes de nos pedir que lhe abríssemos uma conta de email no Hotmail.
“Há vivências comuns. E uma das diferenças entre gerações pode ser o acesso aos instrumentos tecnológicos, que proporcionam um contexto vivencial comum”, explica a EL PAÍS Almudena Moreno, socióloga da Univesdidade de Valladolid e coautora do Relatório da Juventude na Espanha 2012. Esse contexto também influi em como nos relacionamos com os demais.

O que é uma geração?

De todas as formas, tanto Moreno como Woodman são críticos dessas generalizações. Os novos rótulos são criados para tentar explicar “mudanças demográficas ou de valores”, explica Woodman. No entanto, não há critérios claros “para saber o que define uma geração e, na minha opinião, ficar de acordo nisso é pouco provável”.
Moreno recorda que os jovens “são um coletivo muito heterogêneo” e é muito difícil definir a todos com os mesmos adjetivos. “Parece que só se faz isso para lhes vender produtos, e que colocar um rótulo seja como imprimir-lhes um preço”.
Na realidade, a criação desse rótulo divisor de águas responde em grande medida à insatisfação de muita gente com os defeitos dos outros dois rótulos, a Geração X e a dos millennials. Como já tínhamos escrito em EL PAÍS, colocar num mesmo saco todos os nascidos entre 1982 e 2004 pode ser um erro em muitos casos, por se tratar de um grupo muito amplo, com experiências muito diversas. “Nenhuma geração tem uma série homogênea de crenças e valores”, explica Woodman, que acrescenta que há muitas diferenças entre as experiências dos membros de uma mesma geração e entre jovens de diferentes países, por mais que nos empenhemos em importar termos norte-americanos.
Além do mais, a diferença entre as gerações “nunca será absoluta” e é bem possível que um millennial nascido em 1982 tenha mais em comum com um geração-x nascido em 1979 do que com um millennial que nasceu em 1992
Ou seja, embora se possa falar de mudanças geracionais, “cada geração se sobreporá à anterior e à posterior, e não são radicalmente distantes umas às outras”. Disso tampouco se livra a definição de xennial, mesmo se apresentada como divisora de águas: uma pessoa nascida em 31 de dezembro de 1976 já não pode sentir-se identificada com esse rótulo?

Ninguém quer ser millennial

Não há rótulos somente para os millennials mais velhos. Também para os mais jovens: muitos consideram que os últimos millennials são os nascidos em 1993 e a partir de então deve-se falar de Geração Z, como menciona este artigo do The New York Times, que os define como trabalhadores e preocupados com o futuro.
Resumindo: ninguém quer ser millennial. O rótulo, que por si só é muito discutível, provoca rejeição: somente 40% dos norte-americanos inseridos na categoria se sentem parte dela, segundo o instituto de pesquisas sociológicas Pew Research. De fato, 33% se consideram parte da Geração X (imagino que muitos agora se sentirão xennials). Isto é compreensível se levarmos em conta que a maioria dos qualificativos que lhes são dedicados são (injustamente) negativos: “Egoístas, preguiçosos, nem-nens....”, enumera Moreno. “São adjetivos que não correspondem à realidade”. Em sua opinião, estão relacionados com uma lógica de mercado na qual se quer fomentar o individualismo e acusar os jovens de não serem capazes de resolver problemas que, com frequência, herdaram de gerações anteriores.

Isto não quer dizer que esses termos não tenham nenhum valor. Como explica Woodman, parafraseando José Ortega y Gasset, “somos formados pelo tempo em que vivemos”, especialmente pelas experiências de nossa juventude, “que determinam nossas vidas e podem criar novos movimentos políticos”.

Via: MSN

terça-feira, 30 de maio de 2017

Intel Core i9 chegará em várias versões para usuários hardcore

A Intel tem uma variedade de processadores que se encaixam, de certa forma, dessa maneira: Core i3 para computadores de entrada e intermediários, Core i5 para intermediários e PCs que exigem um pouco de desempenho e Core i7 para usuários que buscam uma performance mais robusta, voltada para games e trabalhos mais pesados. Porém, a Intel resolveu pesar a mão e vai lançar um novo Core i9, voltando para consumidores hardcore.
Essa nova linha Core i9, de acordo com um novo vazamento, terá vários modelos. O top de linha, como você pode ver na tabela abaixo, contará com 18 núcleos — e será o chip de desejo dos mais ávidos gamers e usuários de softwares pesados, por exemplo. O Intel Core i9 top de linha, chamado de Core i9-7980XE, ainda possui um TPU de 165 Watts.
Acompanhe abaixo os modelos e detalhes em tabela, obtida pelo Videocardz. As versões do i9 incluem:
  • Core i9-7960X 
  • Core i9-7940X 
  • Core i9-7920X 
  • Core i9-7900X 
  • Core i9-78820X 
  • Core i9-78ooX 
Tabela
Via: tecmundo

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Nvidia anuncia nova GPU Tesla V100, com processador de US$3 bilhões


Nesta quarta-feira, 10/05, diante de uma audiência de mais de sete mil participantes da GPU Technology Conference (GTC) em San Jose, Califórnia, o CEO da Nvidia, Jensen Huang, subiu ao palco para anunciar sua nova joia da coroa: a GPU Tesla V100, equipada com o Volta, o processador gráfico (GPU) mais poderoso do mundo, com 21 bilhões de transistores e 5.120 núcleos CUDA e poder de processamento de deep learning equivalente a 100 CPUs.

O processador Volta é a sétima geração de GPUs da Nvidia. Seu desenvolvimento consumiu três anos de trabalho dos engenheiros da companhia e US$ 3 bilhões em investimentos. Ele está, segundo Huang, "nos limites da fotolitografia", já que sua arquitetura utliza um processo de fabricação de 12-nanômetros que permite concentrar os 21 bilhões de transistores em uma área de 815 mm quadrados.

A Tesla V100 é o que os norte-americanos chamam de "badass". Ela representa um avanço monstruoso em tamanho e recursos sobre a GPU mais poderosa da companhia até agora, a Tesla P100, com arquitetura Pascal, que tem tem 15 bilhões de transistores e 3.840 nucleos concentrados em uma área de 600 mm quadrados. Em desempenho, a nova Tesla V100 representa 5 vezes mais performance em teraflops que a Pascal™ e 15 vezes mais que a arquitetura Maxwell™, lançada pela Nvidia há dois anos.

A novidade da Tesla V100 é incorporar 640 Tensor Cores, que são núcleos computacionais especializados em processar operações matemáticas típicas de redes de deep learning. O Volta utiliza uma matriz 4 x 4 que faz o processamento paralelo do processamento paralelo. Na prática, os Tensor Cores entregam 120 teraflops de performance para acelerar o aprendizado de máquina. É 12 vezes mais que o processador anterior, Pascal, e equivalente a 100 CPUs convencionais.

Ecossistema de IA

Com o lançamento, a Nvidia fortalece sua presença no mercado de processamento de altíssimo desempenho dedicado a aplicações de inteligência artifificial (IA) e aprendizado de máquina usando deep learning. E dá sua resposta a um dos dilemas da computação de alta performance (HPC): como ampliar o poder de processamento computacional na velocidade e no exponencial necessário para suportar a demanda das aplicações de IA.

"Precisamos mostrar que há vida além da Lei de Moore", disse Huang, referindo-se à lei original formulada em 1965 por Gordon Moore, fundador da Intel,  que o número de transistores em um circuito integrado dobraria a cada ano. Em 1975 essa lei foi revisada pela Intel, passado a ditar que a densidade do processador (CPU) dobraria a cada dois anos. Mais recentemente a Lei de Moore foi considerada praticamente morta e hoje, quando se trata de CPUs, o aumento da densidade é de apenas 1.1 vez por ano, impactando portanto a expectativa de mais performance em menos tempo.

As GPUs, no entanto, continuam a aumentar a densidade a uma taxa de 1.5 vezes por ano, combinando inovações em software e no silício para superar a Lei de Moore. “Alguns descrevem isso como a Lei de Moore ao quadrado. Essa é a razão da nossa existência, reconhecer que temos de achar um caminho para a vida depois da Lei de Moore", diz Huang.

O CEO da Nvidia trouxe todo seu ecossistema de parceiros corporativos para a GTC 2017 e além do anúncio da Tesla V100, apresentou novidades para o mercado de data centers, inteligência artificial corporativa e pesquisa.

Uma delas foi o anúncio da nova versão do supercomputador DGX já com oito placas Tesla V100 instaladas. A nova máquina, chamada DGX-1, tem 3 vezes mais performance que o modelo anterior, entregando poder de processamento equivalente a 800 CPUs.

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Além da DGX-1, que vai custar US$149.000, Huang anunciou a workstation DGX Station, que vem com quatro GPUs V100 que garantem a entrega de 480 teraflops of poder computacional Tensor em uma embalagem que não fica devendo nada a um desktop convencional. O foco, segundo a Nvidia, é capacitar pesquisadores e startups de IA a acelerar o desenvolvimento de aplicações sem ter de precisar configurar equipamentos, já que ambas vem com todo o conjunto de software da Nvidia. A DGX Station vai custar US$ 69,000.

As GPUs da Nvidia estão hoje instaladas em praticamente todos os grandes players de cloud pública, incluindo Alibaba, AWS, Baidu, Google, IBM, Microsoft Azure e Tencent. Durante a apresentação de Huang, subiram ao palco Jason Zander, vice-presidente corporativo da Microsoft Azure; e Matt Wood, diretor geral de deep learning e IA da Amazon Web Services, ambos preparados para incorporar a novidade em seus data centers.

“Estamos em nossa segunda geração de GPUs na nuvem e acabamos de anunciar a P40s e P100s, mas realmente amamos a Volta. Meu trabalho é garantir que as pessoas usem a Azure Cloud e as pessoas querem usar as novidades sem demora”, disse Zander
Matt Wood, da AWS, celebrou o fato de que a empresa é um dos parceiros no lançamento.

"Não podia estar mais contente. Vimos melhorias fantásticas de performance, tanto para treinamento e inferência e estamos entusiasmados em ser parceiros no lançamento".


Via: idgnow

sexta-feira, 5 de maio de 2017

App de táxi para mulheres FemiTaxi vê chamadas dispararem em SP

O aplicativo de táxis exclusivo para mulheres, motoristas e passageiras, FemiTaxi registrou crescimento de 45% nas chamadas em São Paulo durante o mês de abril em comparação com março.
Lançado originalmente em dezembro com versões para iOS e Android, o FemiTaxi já possui cerca de 250 motoristas e 10 mil usuárias na capital paulista.
Segundo a empresa, que também opera em BH e pretende chegar ao RJ até o fim de maio, a cobertura de diversos casos de assédio na imprensa teria contribuído para esse aumento de chamadas em abril.
O FemiTaxi destaca ainda que suas clientes mais fiéis utilizam o serviço entre 40 e 60 vezes por mês.
Além da exclusividade para mulheres passageiras e motoristas, o FemiTaxi lançou em fevereiro um recurso que permite aos pais acompanharem as viagens dos filhos desacompanhados por vídeo.



Via: idgnow

Ideias para mudar o mundo com tecnologia valem US$ 300 mil para a Cisco

Boas ideias para mudar o mundo são sempre valiosas. Se forem baseadas em tecnologia digital então podem valer US$ 300 mil. Esse é o total de prêmios em dinheiro  que a Cisco pretende distribuir entre estudantes, maiores de 18 anos, que se interessarem em disputar o concurso Global Problem Solver Challenge. 
O desafio pede o desenvolvimento de uma solução que possa responder a seguinte pergunta: “Como a tecnologia pode ajudar a beneficiar a economia, a sociedade ou o meio ambiente?”. O primeiro colocado leva US$ 100 mil. As inscrições vão até 30 de maio, em nível global, e tanto o regulamento quanto o registro podem ser encontrados no site do concurso.
As participações podem ser individuais ou em equipe (máximo de 5 integrantes) e as propostas precisam ser entregues em inglês. O projeto vai precisar impactar diversas áreas sociais e econômicas, incluindo desenvolvimento industrial, empoderamento econômico, educação, conectividade, meio ambiente e bem-estar (alimentação, moradia e recuperação de desastres). E as soluções podem combinar diferentes tecnologias como big data, computação na nuvem, dados analíticos e conexões urbanas inteligentes como energia e transporte.
A comissão julgadora será integrada por um grupo de especialistas da Cisco, que vão avaliar os projetos por critérios como nível de inovação, viabilidade para tirar o projeto do papel, qualidade da apresentação e o impacto da solução no desenvolvimento econômico ou na resolução de um problema social ou ambiental. O público também poderá votar nos projetos e o favorito levará um prêmio de Us$ 10 mil. O resultado e os vencedores serão divulgados em 29 de junho.

Via: idgnow

Menor smartphone do mundo tem tela de 2,4" e roda o Android mais recente

menor smartphone do mundo deve se tornar uma realidade em muito pouco tempo. Batizado de Jelly, ele tem uma tela TFT LCD de apenas 2,4 polegadas e roda o Android 7 Nougat, versão mais recente do sistema do Google. O celular é fabricado pela empresa Unihertz, mas por enquanto não será encontrado em nenhuma loja famosa. Em vez disso, a companhia apostou em uma campanha no site de financiamento coletivo Kickstarter para viabilizar a produção do telefone.

Jelly é o menor smartphone do mundo (Foto: Divulgação/Kickstarter)



lém da pequena tela sensível ao toque, a ficha técnica do smartphone inclui processador quad-core de 1,1 GHz, memória RAM de 1 GB e armazenamento de 8 GB. O modelo Pro, mais parrudo, conta com o dobro de memória e espaço interno.

O Jelly é vendido nas cores azul, branco e preto.De acordo com seus desenvolvedores, o telefone não é focado em mercados emergentes e também não tem a pretensão de trazer de volta a antiga moda de celulares minúsculos, comum no início dos anos 2000. Seu objetivo é ser um smartphone secundário ou para uso na prática de exercícios físicos.

O jogo de câmeras é composto por um sensor traseiro de 8 megapixels e um frontal de 2 MP para selfies. A bateria removível tem capacidade para 950 mAh – o que, segundo a fabricante, consegue durar até três dias contínuos. Ao retirar a bateria, o usuário encontra três slots: dois para os cartão SIM no padrão Nano (função dual chip), e um último para o cartão de memória microSD de até 32 GB. Para finalizar a ficha técnica, o menor smartphone do mundo traz GPS, giroscópio e compatibilidade com redes 4G.

Como suas dimensões são bem pequenas, o celular não pesa tanto e cabe até naqueles bolsos de moeda presentes em calças jeans. Também é fácil encaixá-lo em braçadeiras para a prática de corrida, caminhada e outros exercícios sem ser incomodado pelo peso e tamanho de um smartphone convencional.

Jelly será vendido em três cores: branco, azul e preto (Foto: Divulgação/Kickstarter)




A meta inicial da campanha era arrecadar US$ 30 mil (cerca de R$ 95 mil), valor que foi alcançado logo no primeiro. Até a publicação dessa matéria já havia sido arrecadado pouco mais de US$ 154 mil (R$ 488 mil) e ainda faltam 34 dias para o fim da campanha. Para adquirir um Jelly antecipadamente, é preciso contribuir com US$ 69 (aproximadamente R$ 217, sem taxas e impostos). O Jelly Pro custa US$ 95 (cerca de R$ 299).

O Jelly deve chegar aos compradores em agosto de 2017 e pode ser enviado para o mundo todo, inclusive para o Brasil. Ele poderia fazer parte da categoria de microcelulares, telefones extremamente pequenos e que fazem sucesso nos presídios do país.







quarta-feira, 12 de abril de 2017

AUTODRAW: A ferramente de inteligência artificial do Google que te ajuda a desenhar melhor

Talvez você tenha certa facilidade em desenhar no papel, mas fazer isso utilizando o mouse ou a tela do smartphone pode ser um pouco mais complicado do que parece.
Com intuito de tornar essa tarefa mais simples, o Google anunciou recentemente sua nova ferramenta de inteligência virtual: o AutoDraw.

Como funciona?

Em uma tela em branco você utiliza as ferramentas disponíveis para desenhar o que quiser, como se estivesse no Paint.
Baseado nos seus traços, a ferramentas irá sugerir desenhos na barra superior que, convenhamos, provavelmente será melhor do que aquele que você fez.
A ideia é facilitar e tornar rápida a criação de desenhos simples (os chamados doodles), seja qual for a sua finalidade.

Inteligência Artificial?

Anote essas três coisas: rede neural artificial, aprendizado de máquina e inteligência artificial. Elas serão as protagonistas do futuro.
A ferramenta, por mais simples que possa parecer, é um experimento que começou com o Quick Draw, uma ferramenta que tem um objetivo curioso: tentar descobrir o que você desenhou.
Você tem 20 segundos para desenhar a sugestão 
Em muitos casos, antes mesmo de terminar o desenho a ferramenta descobre o que é.
Dá pra passar alguns bons minutos “brincando” com a ferramenta, que na verdade está aprendendo de acordo com nossos desenhos.
Sim, nós somos os professores dessas novas ferramentas.

Um convite para artistas

Voltando ao AutoDraw, além de divertida, a ferramenta convida artistas a enviarem suas ilustrações para um repositório público de desenhos que poderão ser utilizados por qualquer pessoa no futuro, dentro da ferramenta.
O site o descreve como uma colaboração entre aprendizado de máquina e a comunidade de artistas. Se você quiser participar, confira como enviar seus desenhos para a plataforma.
Soluções aparentemente simples, mas que possuem alta tecnologia nos bastidores. Podem se acostumar: é o futuro chegando.

Via: designerd

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

É hora de esperar: veja celulares que devem ficar mais baratos em breve

Confie em nós: agora é o pior momento para trocar de celular. Se você está de olho em um novo smartphone, espere mais um mês, se for possível. Nas próximas semanas, veremos uma nova geração de aparelhos sendo lançada, o que implica que preços devem ser reduzidos dentro de pouco tempo.
Vamos aos exemplos:
Moto G4
Reprodução
A Motorola/Lenovo tem um evento marcado em Barcelona, dentro de duas semanas, para apresentar um produto misterioso que todos já sabem que é o novo Moto G (as fotos já vazaram na internet).
O Brasil é o mercado mais importante para a Motorola quando falamos em Moto G, e claro que o país é prioridade. Tanto é que alguns dias depois do evento de Barcelona já teremos outro evento focado em Brasil. No dia 7 de março, os smartphones devem ser apresentados por aqui, e pouco tempo depois já devem estar no mercado, causando uma queda de preço no Moto G de 4ª geração.
LG G5 SE
Reprodução
Quando a LG lançou o G5, cometeu algumas falhas estratégicas. O celular que chegou ao Brasil tinha um processador inferior ao da versão do exterior, mas o aparelho ainda era vendido como um top de linha. O tempo passou, o preço caiu e, ao que tudo indica, deve despencar ainda mais.
Isso porque o G6 também deve ser apresentado em Barcelona, na mesma feira que deve receber a nova geração do Moto G. A diferença é que o Brasil não é um mercado tão estratégico para a LG quanto para a Motorola, então é possível que o G6 demore alguns meses para chegar ao nosso mercado.
De qualquer forma, se você está de olho no LG G5 SE, fique esperto e espere um pouquinho mais.
Galaxy S7 e S7 Edge
Reprodução
Se você está de olho no top de linha do ano passado da Samsung, também é recomendável esperar mais um pouquinho. Especificamente, mais um mês ou dois. O Galaxy S8 está a caminho e deve ajudar a reduzir os preços da geração passada.
Graças ao desastre do Galaxy Note 7, a Samsung acabou atrasando o lançamento do S8. Não fosse isso, certamente veríamos a empresa fazendo seu principal anúncio também em Barcelona, durante o Mobile World Congress, em duas semanas.
A expectativa é que o S8 seja revelado no fim de março, o que também deve ocasionar queda de preço do S7 e seu irmão S7 Edge no varejo.
Família Galaxy J
Reprodução
Se a Samsung não vai apresentar o S8 em Barcelona, a empresa deve reservar o evento para mostrar seus celulares mais básicos e baratos, que são os populares Galaxy J. A linha é altamente popular no Brasil, competindo com o Moto G todos os meses pelo topo da lista dos smartphones mais procurados no país.
Se os Galaxy J5 e J7 de 2017 estão chegando ao mercado, as versões de 2016 estão prestes a ver uma queda de preço.
Família Sony Xperia X
Reprodução
Por fim, os aparelhos da linha Xperia X podem finalmente ganhar um preço menos ofensivo a partir do começo de março, pelo mesmo motivo que todos os outros aparelhos já citados: vem coisa nova por aí.
A Sony também tem evento marcado para Barcelona em que deve atualizar a família Xperia X, que conta com os seus aparelhos tops de linha. Então, se você queria um Xperia XZ ou algum celular do tipo, vale a pena esperar um bocadinho.

Via: Olhardigital