A Microsoft acabou concordando em deixar que os usuários existentes do OneDrive mantenham seus 15GB de armazenamento gratuito na nuvem e outros 15GB gratuitos de armazenamento “bônus” de Rolo de Câmera, em vez de baixar esses números para 5GB, como anunciado anteriormente pela empresa. Mas apenas se você tiver conhecimento dessa oferta e não se importar com um pouco de spam.
Para aproveitar a oferta, visite essa página da Microsoft. Representantes da empresa dizem que não há um post ou comunicado adicional para explicar a novidade, cuja URL a lista como um “preview” no momento.
Você já passou pela primeira parte: como é preciso escolher manualmente a opção para ter os 15GB de volta, os usuários do OneDrive que não tiverem conhecimento dessa oferta não poderão aproveitá-la. E há uma pequena “pegadinha”: ao selecionar a oferta, você concorda em “receber e-mails promocionais do OneDrive”. Apesar de a Microsoft dizer imediatamente que você pode cancelar o recebimento dessas mensagens, não está exatamente claro como fazer isso.
Parece que desmarcar a opção “e-mail promocional” e depois clicar no botão “Manter seu armazenamento gratuito” funciona. Em resposta ao nosso questionamento sobre o assunto, a Microsoft disse que os termos estão sendo atualizados para “deixar isso mais claro”.
Por que isso importa
A reputação da Microsoft melhorou recentemente, uma vez que a empresa buscou e trabalhou com os usuários no desenvolvimento do Windows 10 e do Office. Mas o fim do armazenamento ilimitado no OneDrive foi um ponto negativo e tanto para a empresa, e mesmo essa oferta mais recente parece um tanto “meia boca”.
Mais de 60 mil usuários diferentes reclamaram sobre as mudanças da Microsoft na política do OneDrive, que também acabou com uma oferta anterior de fornecer armazenamento ilimitado aos assinantes do Office 365.
No entanto, o que realmente irritou os usuários foi a decisão da Microsoft de também reduzir a quantidade de armazenamento gratuito de 15GB para 5GB, assim como acabar com o armazenamento bônus de 15GB para rolo de câmera. A nova iniciativa da empresa deve melhorar um pouco as coisas nesse sentido.
E vale notar que a Microsoft parece ter mantido o limite de 1TB nas contas dos usuários do OneDrive.
Serviços de sincronização de arquivos em nuvem, usados para acomodar empregados remotos dentro de organizações, podem também ser alvos fáceis para ataques cibercriminosos.
Pesquisadores de segurança da empresa Imperva identificaram que hackers podem facilmente sequestrar contas por meio de serviços como Dropbox, Google Drive, Microsoft OneDrive e Box se eles ganharem acesso a computadores onde tais programas rodam – e para isso eles nem precisam roubar logins e senhas.
Uma vez que as contas são sequestradas, invasores podem usá-la para roubar dados armazenados e controlar remotamente computadores comprometidos sem usar qualquer programa malware que poderia ser detectado por antivírus ou produtos de segurança.
Os pesquisadores descobriram que todas as aplicações observadas fornecem acesso contínuo para o serviço de armazenamento em nuvem, via tokens que são gerados depois que usuários fizerem o log in pela primeira vez.
Esses tokens são armazenados em arquivos especiais de usuários, no registro do Windows ou no Credential Manager do Windows, dependendo de qual aplicação.
Os pesquisadores desenvolveram uma simples ferramenta que apelidaram de Switcher, cujo papel é realizar o que eles chamam de ataque "duplo de interruptor".
O Switcher pode ser implantado no sistema através de um anexo malicioso em um e-mail ou ainda em um drive-by que leva vantagem na vulnerabilidade de um plug-in para browser. Se um exploit for usado, o programa não precisa nem mesmo ser escrito para discar. Ele pode ser carregado diretamente na memória do computador e não precisa de altos privilégios para executar sua rotina.
Primeiro, o Switcher faz uma cópia do token de acesso do usuário para os aplicativos de sincronização e substitui com uma conta correspondente que será usada pelo atacante. Depois, ele reinicia a aplicação de forma que sincronizará com a conta do invasor.
A conta original do usuário é copiada para um arquivo sincronizado para que o invasor receba uma cópia e depois o aplicativo Switcher a restaurará novamente, forçando o app a ser incorporado a conta real do usuário – daí o nome “switch duplo”.
Entretanto, desde que o invasor tenha uma cópia do acesso ao token do usuário, ele poderá usar o Switcher em seu próprio computador e sincronizá-lo com a conta real do usuário, recebendo uma cópia de todos os arquivos armazenados ali.
O ataque ainda pode ser levado a outro nível uma vez que o Switcher consegue criar uma agenda de tarefas ou um evento no Windows Management Instrumentation (WMI), que seria desencadeado quando um arquivo específico aparecesse em uma pasta sincronizada. O arquivo poderia ser criado por um invasor e poderia conter comandos para serem executados por uma tarefa agendada.
Esse mecanismo daria ao invasor acesso remoto e persistente ao computador, mesmo depois que o Switcher for deletado ou removido de sua memória. Depois de executar um comando, o invasor poderia deletá-lo, assim como desencadear um arquivo de forma que consiga esconder seus rastros.
De acordo com Amichai Shulman, CTO da Imperva, esses ataques contra ferramentas de sincronização de arquivos seriam muito difíceis de serem detectados por programas de antivírus, uma vez que o Switcher não está realizando nenhuma atividade incomum que poderia ser interpretada como um comportamento malware.
O programa é feito apenas com algumas linhas de código que leem e escrevem para arquivos e registram chaves que outras aplicações modificam, explica. O gerenciador de tarefas do Windows não é incomum também, uma vez que uma série de aplicações criam tarefas no WMI por várias razões.
For a isso, o Switcher não precisa nem mesmo ser armazenado no disco e poderia remover a si mesmo depois de estabelecer as condições para o ataque.
Produtos de segurança operando no perímetro da rede não seriam capazes de bloquear o tráfego, já que ele é criptografado por padrão e é gerado por aplicativos de sincronização de arquivos legítimos.
Até agora nenhum dos serviços testados notificam usuários que suas contas foram acessadas a partir de uma nova localização como alguns sites o fazem.
Alguns deles permitem que usuários visualizem atividades recentes de suas contas que poderiam revelar acesso não autorizado ou um endereço IP, mas eles não alertam usuários via e-mail quando isso acontece, de acordo com os pesquisadores do Imperva.
A única saída para recuperar-se dessas situações seria deletar a conta e criar uma nova, indicam os pesquisadores em um relatório divulgado na conferência de segurança Black Hat.
Invasores já mostraram interesse em invadir serviços de nuvem verificados ou sites de redes sociais, ambas para extrair dados e para comando e controle.
Talvez alguns dos provedores de serviço de armazenamento de nuvem aperfeiçoem as ferramentas no futuro, mas isso não muda a questão: tudo aquilo que for útil para usuários também o será para cibercriminosos, disse Shulman.
Invasores eventualmente encontram uma forma para comprometer sistemas endpoint, mas na maioria das vezes o objetivo é usá-las como uma plataforma de lançamento para ataques contra base de dados e servidores de organizações, onde informações interessantes estão armazenadas. Por conta disso, é importante para companhias monitorar e ter controle rígido aos dados.
A Microsoft anunciou,
nesta segunda-feira, 27, que os clientes do Office 365 não terão mais
limites no OneDrive, serviço de armazenamento em nuvem da companhia.
A novidade começou a valer hoje para os clientes dos
pacotes familiar, pessoal e estudantil. Dentro dos próximos meses as
demais modalidades também serão atualizadas, quem quiser entrar na fila
para receber o espaço ilimitado precisa seguir os passos deste link.
Os clientes corporativos do OneDrive também terão um update
no armazenamento. Eles serão contemplados no começo de 2015. Atualmente
o serviço oferece 1 TB de espaço.
O uso de sistemas de informação de apoio estratégico à tomada de decisão,
através do conhecimento integrado do mercado e dos clientes, tem ganhado cada
vez mais importância para as empresas. Especialmente no último ano, assistimos
à crescente adoção do chamado BI “colaborativo, na nuvem, de acordo com a
terceira edição do "Wisdom of Crowds Cloud Business Intelligence",
da Dresner Advisory Services.
O estudo analisa o interesse crescente pelo BI colaborativo através de dados
fornecidos por 882 organizações de diversos setores e localizações geográficas,
entre fevereiro e março deste ano. De acordo com os resultados, o percentual de
empresas que usam atualmente BI em nuvem pública aumentou mais de 17% desde o
ano passado e mais de 53% em comparação ao estudo de 2012. As pequenas
organizações relatam um índice maior de adoção e intenção de adoção em 2014.
Além disso, 60% dos inquiridos consideram as capacidades colaborativas como
“importantes”, “muito importantes” ou “críticas". Os segmentos de
Tecnologia, Finanças e Saúde são os que dão maior importância ao BI
colaborativo, com pessoas e as organizações trabalhando em conjunto para
desenvolver um entendimento comum que, por sua vez, é compartilhado e utilizado
para apoiar uma melhor tomada de decisão em toda a organização.
"Este ano há uma retomada do interesse em Collaborative BI, colocando-o
acima de temas quentes como Big Data e mídias sociais", afirma Howard
Dresner , fundador e chefe de pesquisas da Dresner Advisory Services.
"Além disso, vemos um alinhamento muito mais estreito entre as funções que
os usuários desejam e as ferramentas e recursos que os fornecedores estão
incorporando em suas ofertas de BI", completa o executivo.
O estudo analisou 17 fornecedores de BI indicados pelos usuários,
classificando-os com base nas ofertas de colaboração oferecidas em sus
produtos. De acordo com a análise, a indústria de BI colaborativo tem espaço
para melhorar especialmente os recursos envolvendo mobilidade. Hoje, o aumento
da mobilidade e da consumerização de TI criaram um ambiente de negócios em
ritmo acelerado, que as empresas de todos os tamanhos precisam de acompanhar.
A pesquisa também descobriu que as empresas de
médio porte estão se voltando para os recursos de colaboração para criar um
ambiente de trabalho mais produtivo, que usa a inteligência coletiva dos
trabalhadores para conectar vários insights de negócios.
Em 1991 a Intel lançou seu programa "Intel Inside" fazendo dos seus microprocessadores uma ferramenta de marketing e vendas para PCs desktpo. Mais de 20 anos depois, a empresa retoma o conceito, desta vez aplicado ao cenário de cloud computing.
A fabricante de chips anunciou nesta quarta-feira (15/01) seu novo programa‘Intel® Cloud Technology’, que terá um selo identificando os provedores de serviços de nuvem que utilizam infraestrutura com sua tecnologia. Segundo a Intel, empresas de todos os tamanhos gastam milhares de dólares com provedores de hosting e outros serviços de cloud e não sabem que arquitetura de processador está sendo usada. O programa visa, segundo a empresa, ajudar esses consumidores a tomar melhores decisões
Dezesseis provedores mundiais de cloud services (CSPs), incluindo UOL Host e Locaweb na América Latina, fazem parte do lançamento do programa e vão ostentar o selo que os certifica para os consumidores como usuários de tecnologia da Intel em sua infraestrutura. A iniciativa dá continuidade ao Intel Developer Forum de setembro do ano passado, onde a Amazon Web Services* (AWS) e a Intel anunciaram uma colaboração para divulgar aos clientes as especificações, o desempenho, a qualidade e os benefícios de segurança da tecnologia Intel usada nas instâncias da AWS.
Segundo a Intel, o mercado de IaaS (sigla em inglês para infraestrutura-como-um-serviço) deverá crescer anualmente em 41% sua receita até 2016, por conta de que cada vez mais companhias estão considerando migrar parte dos seus serviços de TI para a nuvem, e com isso, a tecnologia equipada nos serviços e aplicativos baseados em nuvem importa mais do que nunca.
O programa Intel® Cloud Technology inclui informações aos compradores sobre a tecnologia que equipa a infraestrutura dos CSPs antes da tomada de decisão e as empresas certificadas serão reconhecidas pelo uso do logo “Powered by Intel® Cloud Technology” para diferenciar seus planos baseados na Intel onde o desempenho e as capacidades de segurança do hardware adjacente se tornam transparentes para o usuário final.
“De forma muito semelhante à escolha de um carro, o tipo do mecanismo afeta nossa decisão e a experiência de condução independentemente de onde a gente compre ou faça o leasing”, disse Jason Waxman, vice-presidente do Data Center Group e gerente geral do Grupo de Plataformas em Nuvem da Intel. “Os usuários da nuvem querem saber em qual tecnologia seus aplicativos estão rodando, pois isto afeta diretamente seus negócios. Pela primeira vez, os usuários agora poderão ver e escolher as tecnologias que afetarão as capacidades e custos para que seus aplicativos sejam rodados na nuvem”.
Esse argumento será a base para que os CSPs participantes do programa Intel Cloud Technology forneçam informações detalhadas sobre as CPUs, os recursos de aceleração de hardware, o armazenamento, o software e as capacidades de rede disponíveis – tudo podendo ter um impacto significativo em aplicativos, custos e experiências do usuário final.
Além disso a Intel estimulará campanhas de marketing direto e participará em atividades de marketing conjunto com os CSPs parceiros do programa para educar os clientes sobre as tecnologias adjacentes, seu impacto no desempenho dos aplicativos, na experiência do usuário e, finalmente, nos negócios.
O programa também integrará o recurso chamado Intel Cloud Finder, que fornece um guia de comparação entre mais de 50 CSPs e 80 requisitos para o usuário final e um novo recurso para permitir que o usuário final escolha a opção de “teste” desses serviços.
No geral, a Intel está apostando que, ao oferecer um selo e um conjunto de métricas e argumentos técnicos sobre a tecnologia de IaaS, deverá ajudar os gestores de TI a justificar a adesão a programas de nuvem mostrando que estão adotando a mesma tecnologia atualizada de servidores que usam internamente.
Segundo Patrick Moorhead, analista da Moor Insights, o principal componente da iniciativa é "tirar do anonimato" os servidores de nuvem. Moorhead argumenta que muitos provedores de serviços de cloud "propositalmente" são obscuros ao descrever seus recursos de hardware porque querem ainda tirar proveito de tecnologias que compraram há um bom tempo. "Já vi muitos servidores de torre em provedores do mercado", diz Moorhead em entrevista à PC World.
Segundo o analista, "quando os clientes comparam dois produtos, com marca e sem marca, eles certamente estarão mais propensos a escolher aquele cuja marca já conhecem".
Não há dúvida de que as tecnologias de Cloud Computing ajudam as organizações a irem
ao encontro dos desafios atuais e futuros de modernização das suas
Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e a inovar em novas
ofertas de negócio. Mas as nuvens são intrinsecamente complexas – uma solução
não se adapta a todos os casos.
Se pedirmos a 10 pessoas que definam Cloud Computing, iremos obter certamente
10 respostas diferentes. Cloud é um termo tão simples, mas há tantas
variações – clouds públicas, clouds privadas, clouds externas, clouds
verticais, até clouds híbridas. Isso sem mencionar uma série de termos
relacionados como Infraestrutura como Serviço (IaaS), Platforma como
Serviço (PaaS), Software como Serviço (SaaS) e muito mais.
Embora os líderes empresariais possam ter definições distintas de
cloud, quase todos concordam que é um passo necessário para manterem-se a
par da evolução do negócio e da concorrência no mercado. Aliás, nuvem
é um dos principais tópicos da atual transformação empresarial.
Não é difícil perceber porquê. Os líderes de hoje estão cada vez mais
esmagados por dois tipos de desafios empresariais. Por um lado, as
empresas exigem maior eficiência devido a restrições orçamentais. Há uma
necessidade de travar os gastos e ter atenção às margens. Ao mesmo
tempo, as novas tecnologias criam oportunidades sem precedentes para
aumentar as receitas, expandir os serviços e entrar em novos mercados.
São eles quem têm de determinar como equilibrar estes dois tipos de
desafio. E uma coisa é certa – os velhos e tradicionais sistemas e
processos já pouco servem para fazer face aos novos desafios.
A cloud pode e é capaz de responder a esses desafios. Uma estratégia
de cloud bem executada traz vários benefícios importantes, nomeadamente: - inovação - pois as empresas que investem em tecnologias que melhoram o
negócio para servir os clientes, gerir receita ou disponibilizar
produtos e serviços têm maiores probabilidades de ficar à frente da
concorrência
– tendências globais como o Big Data, as redes sociais e
os dispositivos móveis obrigam organizações de todos os tipos a ‘inovar
ou morrer’;
- agilidade de negócios - através do aproveitamento das vantagens de
novas formas de fazer coisas que antes não eram possíveis, e devido a
uma infraestrutura híbrida de cloud ou a uma TIC modernizada e muitas
vezes globalizada; e
- elevada disponibilidade - porque em um ambiente global, o negócio acontece 24 horas por dia, sete dias por semana. Clientes, fornecedores e
funcionários esperam ser capazes de acessar suas aplicações a qualquer
hora e em qualquer lugar, e têm pouca tolerância para com o downtime,
seja ele manutenção planeada ou fruto de um desastre inesperado.
Apesar de os benefícios de uma estratégia de adoção e uso de cloud serem claros, a cloud
em si é complexa. A mesma solução não se aplica a todos os casos. De
acordo com um estudo independente internacional solicitado pela Fujitsu,
59% dos decisores acreditam que o planejamento relacionado com a adoção
da cloud é mais complexo e difícil na sua empresa, devido ao mix único
de cultura corporativa, estruturas organizacionais, presença geográfica,
infraestrutura, processos e outros fatores. Por este motivo, a
maioria dos decisoresde cloud rejeita a abordagem do “faça você mesmo”,
preferindo utilizar os recursos e a competência de um parceiro de cloud de
confiança. De acordo com o estudo, 78% dos decisores querem um fornecedor
que se responsabilize totalmente por parte ou pela totalidade da sua
implementação cloud.
Aqui gostaria de distinguir entre fornecedores de cloud e parceiros
de cloud. Para muitas empresas, as suas necessidades de cloud são demasiado
complexas e afetam demasiadas áreas do seu negócio para confiar apenas
num “fornecedor” ou num vendedor que disponibilize um serviço já pronto.
No entanto, podem ter vantagens em encontrar um “parceiro”, alguém que
compreenda a empresa e as suas necessidades e lhe dê exatamente o nível
de serviço de que precisa, quando precisa.
À medida que se aproximam da sua decisão sobre cloud, as organizações
precisam ponderar não só as necessidades atuais mas também aquilo de
que a empresa vai precisar quando crescer e evoluir. Implementações de
cloud de sucesso exigem um acesso contínuo aos oito critérios seguintes:
uma vasta gama de opções de implementação de cloud integradas; soluções
que possam ser aplicadas a todo, ou a parte do ambiente de cloud;
soluções ponta-a-ponta, apoiadas por acordos de nível de serviço; a
capacidade de ligar as infraestruturas tradicionais e a cloud;
parâmetros de segurança fortes em todos os aspectos da solução; suporte
global; uma abordagem séria à gestão e à tomada de decisões; um parceiro
de cloud com competência e experiência.
A cloud pode ser complexa, mas o parceiro certo ajudará a ultrapassar
essa complexidade com um portfólio ponta-a-ponta que traz vantagens
reais e garante que cada organização está onde precisa de estar para
equilibrar os objetivos de curto e longo prazo e responder ao seu
próprio mix único de requisitos.
Existe um burburinho crescente no mercado sobre
quem deve ser responsável pela criptografia na nuvem, afinal, a
tecnologia em si não é a parte mais difícil de uma implantação baseada
em Cloud Computing. O principal desafio está na privacidade e segurança
das informações, e também no controle dos dados neste ambiente virtual.
O armazenamento pode ser feito de duas formas. A primeira é o usuário
ou algum funcionário da empresa criptografar os dados antes de
guardá-los na nuvem. A segunda possibilidade é a contratação de um
provedor de serviços de tecnologia para codificar as informações
sigilosas e, posteriormente, obter a posse do controle total das chaves
da codificação. Desta forma, a implementação se torna mais rápida e
fácil, e dispensa a necessidade de investimento na aquisição de uma
tecnologia proprietária de proteção.
A partir de agora, as questões jurídicas começam a ficar
interessantes. Afinal, este fato tem a ver com quem é o dono real destas
senhas e permissões de acesso: o prestador de serviços ou a parte
contratante? Na teoria parece bastante simples: o cliente é o dono do
direito das senhas e o provedor, que após finalizar a implementação,
passa as informações ao comprador do serviço e já não pode mais realizar
nada com os dados criptografados.
Porém, se o provedor ainda tiver a posse destas senhas, isso
significa que também terá controle sobre informações importantes dos
usuários e companhias, além dos próprios interessados. Em alguns casos, é
possível que o prestador tenha até mais acesso e consiga alterar senhas
a qualquer momento, inclusive sem o consentimento do cliente. Este
cenário dá a oportunidade de atuação às pessoas mal intencionadas, que
poderão usar estes ativos de forma indevida. Por exemplo, bloquear uma
conta ou remover acessos aos dados.
A outra dimensão interessante (ou confusa) é caso a Justiça entre
neste contexto. Se, por algum motivo, a aplicação de uma lei conceda ao
Poder Público o acesso aos dados armazenados na nuvem de uma pessoa ou
organização e o prestador detém estas informações, certamente ele é
obrigado a passá-las. É importante salientar que isso não é algo
malicioso, mas sim uma obrigação judicial.
De qualquer modo, estes cenários apontam que ao terceirizar serviços
de criptografia na nuvem, os dados ficam mais vulneráveis à medida que
estarão sob a posse de mais indivíduos. A confidencialidade e o acesso
das informações passam a ser ativos irrestritos e, infelizmente, podem
cair em mãos erradas.
Por isso é essencial que ao contratar uma empresa terceirizada para
gerenciar as suas informações na nuvem, sejam elas de natureza
corporativa ou pessoal, o contratante entenda a sua necessidade de
negócio e tenha clareza em quais informações precisam ser protegidas.
Além disso, buscar por prestadores de serviços com referências e
constatações de idoneidade, aliadas à qualidade de entrega, é
recomendável. Após a finalização da criptografia, certifique-se de que
só você ou o responsável pela companhia possuam as senhas para acesso
aos dados. Este conjunto de cuidados previne sustos com as informações
estarem totalmente diluídas e disponíveis no ar. Via: OlharDigital
Um novo estudo da Global e-Sustainability mostra que as empresas
seriam capazes de reduzir em cerca de 95% suas emissões de gás carbônico
na atmosfera se adotassem aplicações de e-mail, CRM e partilha no
modelo de computação na nuvem. A redução dos gastos com energia elétrica
ao adotar a nuvem poderia chegar a 49,2 milhões de euros (R$ 148
milhões) ao ano, com as despesas sendo reduzidas para apenas um milhão
de euros (R$ 3 milhões). As informações são do Computer World.
A
pesquisa, patrocinada pela Microsoft, mostrou que 60% das reduções de
emissão de CO2 estimadas estão relacionadas diretamente à adoção da
computação na nuvem por pequenas e médias empresas. O estudo levou em
consideração dados de mercados como Brasil, Canadá, Portugal, China,
República Tcheca, França, Alemanha, Indonésia, Polônia, Suécia e Reino
Unido.
Ainda segundo os resultados da pesquisa, se 80% de todo o
universo empresarial nos 11 países analisados utilizasse aplicações na
nuvem, cerca de 4,5 milhões de toneladas de CO2 seriam cortadas das
emissões mundiais a cada ano. O montante equivale a 2% de toda a pegada
de carbono do mercado de TI nesses países, e seria o equivalente a tirar
de circulação 1,7 milhão de automóveis.
Com a adoção da nuvem, a pesquisa da Global e-Sustainability
estima que haverá uma redução de 92% de servidores suportados pelas
empresas em seus prédios e escritórios. E, trabalhando com a
possibilidade de que a maioria das empresas no mundo todo adotem a
cloud, a pesquisa estima que isso resultaria na redução de 9 milhões de
toneladas de CO2 na atmosfera do planeta.
As poupanças também
ampliariam seus rendimentos em cerca de 1,9 bilhões de euros (R$ 5,7
bilhões), que são referentes aos gastos das empresas para manter seus
servidores funcionando, por volta de 2020.
Para fortalecer seus negócios em computação em nuvem, a IBM
pagou estimados 2 bilhões de dólares pela empresa do ramo SoftLayer
Technologies, que tem cerca de 21 mil clientes em seus 13 data centers
nos Estados Unidos, Europa e Ásia. A aquisição pode ajudar a IBM a competir mais agressivamente com a Amazon.com, líder no serviço de computação em nuvem para pequenas e médias empresas.
17. Acesse seus documentos do Google Docs mesmo offline
O Google Docs é ótimo para criar e editar documentos de vários tipos, mas se você ficar sem acesso à internet, ficará sem acesso a eles, certo? Errado: o Google Drive for Windows sincroniza seu disco online com o disco local, tornando seus documentos disponíveis mesmo quando você não tem acesso à internet.
18. Acesse seus documentos do Dropbox mesmo offline
Você usa o app do Dropbox em seu smartphone ou tablet? Pois saiba que existe uma forma de deixar alguns documentos disponíveis para acesso offline. Basta abrir o documento e clicar no ícone da estrela para adicioná-lo à sua lista de favoritos. O app armazena os favoritos localmente, então você pode acessá-los mesmo quando não há conexão à internet.
Escaneando e imprimindo
19. “Imprima” documentos do iPhone no Dropbox
O software para Windows FingerPrint, da Collobo, permite a um iPhone ou iPad imprimir em qualquer impressora conectada a uma rede, mas também permite a “impressão virtual” em serviços online como o Dropbox ou Evernote. Com isso você pode enviar quase qualquer e-mail, foto, página web ou item que possa ser impresso direto de seu tablet ou smartphone para seu disco virtual. Só há um detalhe: o FingerPrint custa US$ 19,95.
20. Transforme seu smartphone ou tablet em um scanner
A câmera integrada ao seu smartphone ou tablet provavelmente tem resolução suficiente para capturar documentos. Tudo o que você precisa é do app certo para enviar o resultado para o seu serviço online favorito. Por exemplo, tanto o Doc Scan(grátis no iOS), Genius Scan (US$ 1,59 para Android) e Handyscan (US$ 2,99 para Windows Phone) são capazes de fotografar um documento, convertê-lo para PDF se necessário e enviar o resultado para o Dropbox, Google Drive, SkyDrive ou serviço similar.
Infinito é uma palavra forte. Quando aliada a palavra armazenamento então, a coisa fica ainda mais polêmica. Mas é isso que o Bitcasa (que acaba de sair da fase beta) se propõe a fazer: fornecer um serviço de armazenamento de arquivos ilimitado. Desta forma, espaço, pelo menos baseando-se no que o Bitcasa se propõe a fornecer, não será mais problema.
Vale ressaltar que antes de sair desta fase beta, o serviço Bitcasa já oferecia espaço infinito para todos de forma gratuita. Agora, o plano pago custa US$ 10 mensais, valor ainda extremamente abaixo dos valores praticados por outros serviços similares. Só para se ter uma ideia, com esse valor, você consegue 100 GB no Dropbox ou 200 GB no Google Drive. Já no Bitcasa você teria “espaço infinito”. A oferta, sem dúvida alguma, é bastante tentadora, certo?!
O serviço está disponível globalmente, com os usuários desfrutando de armazenamento ilimitado, em qualquer lugar, incluindo backup automático (a empresa garante que mantém pelo menos três cópias de cada arquivo e permite também a restauração de diferentes versões de um arquivo, bem como a recuperação de arquivos excluídos), além de incorporar criptografia client-side.
O serviço fornece clientes para diversos tipos de dispositivos e sistemas operacionais. Tem versões disponíveis para Windows, Linux e OS X. Caso opte por fazer uso mobile, você existem versões para Android e iOS. Existe ainda uma extensão para o Google Chrome.
A conta gratuita dá direito a 10 GB de espaço. O plano pago, que oferece espaço ilimitado, custa US$ 10 por mês ou US$ 99 por ano. Durante este mês de fevereiro, o Bitcasa está oferecendo ainda um desconto especial, o que significa que você pode ter acesso por um ano a US $ 69.
“Quando eu comecei esta empresa, eu falei sobre falhas de discos rígidos externos e as taxas exorbitantes para serviços de sincronização de arquivos limitados”, explica Gauda. “Eu acredito – e muitos de nossos usuários vão concordar – que, com o lançamento do Infinite Drive Bitcasa, discos rígidos estão mortos agora. Nossos clientes tem armazenado mais de 1,7 bilhões de fotos no Infinite Drive, e este é apenas o começo. Imagine um mundo onde gigabytes simplesmente não importa mais. Isso é Bitcasa “.
O serviço foi lançado em 2011, por ex-funcionários da Mastercard e do Mozy e é apoiado por investidores como Horizons Ventures, First Round, CrunchFund, Pelion Venture Partners, Samsung Ventures and Andreessen Horowitz.
A
computação em nuvem ainda dá grandes vacilos. Há poucos dias um
ex-editor do Gizmodo US (atualmente na Wired) perdeu praticamente todos
os seus dados: do notebook, tablet e smartphone. O relato no seu blog é de dar desespero em quem confia cegamente nos serviços na "nuvem".
Computação em nuvem também tem seus momentos ruins... Imagem via Flickr/CC
Mat
Honan perdeu tudo por meio de um acesso não autorizado à sua conta. Mas
ele não clicou nesses links de spam que vêm por e-mail ou redes
sociais; não instalou apps vulneráveis; não fez nada de errado, e usava
uma senha relativamente "segura". Basicamente ele nem sabia, o estrago
só foi percebido depois das invasões.
A
origem delas é que foi surpreendente: um cara conseguiu acesso à conta
do iCloud dele, usando engenharia social para passar por cima do suporte
da Apple. Se passando por ele num telefonema ao AppleCare, o malandro
conseguiu resetar a senha do iCloud.
Com
ela, tudo ficou mais fácil. O Gmail dele usava o email .mac como
contato alternativo. Por aí o cara resetou a senha do Google. Algo mais
grave se deu com a remoção remota dos arquivos dos iDevices. O iCloud
permite apagar tudo dos produtos em caso de solicitação pela web, e foi o
que o cara fez com o iPhone, iPad e com o MacBook Air.
O
recurso remote wipe é útil em casos de roubo e perda... Quando seu
celular, tablet ou notebook (da Apple) é roubado ou perdido e você não
espera recuperá-lo tão cedo, melhor do que perder para alguém o aparelho
e os dados é perder apenas o aparelho, inutilizando os dados.
Remotamente, com sua conta do iCloud, basta mandar apagar os arquivos.
Quando os aparelhos estiverem conectados o processo começa, já que
estariam associados à sua conta... E aí já era.
Como
se não bastasse, nesse mundo onde tudo fica interligado, a conta do
@Gizmodo no Twitter também foi "hackeada" e exibiu posts com ofensas.
Sim, ela estava associada à conta do Mat.
O
caso é muito grave, mostrando falhas não na parte técnica da computação
em nuvem em si, mas no ponto mais frágil dela: as pessoas por trás dos
serviços. As pessoas da Apple, no caso, o que surpreendeu a todos
(afinal não é uma empresinha de fundo de quintal).
Agora
Mat Honan tenta esclarecimentos e uma possível recuperação dos dados,
já que, aparentemente, a remoção dos arquivos no notebook não chegou a
ser completa (parando antes de sobrescrever os dados). Dada a
popularidade dele no mundo da mídia web e as proporções que o caso está
tomando, espera-se que a Apple apareça com boas desculpas e/ou ofereça
garantias de que isso não voltará a ocorrer.
Seja
lá como for, um bom backup numa mídia offline não faz mal a ninguém.
Entregar todos os seus dados nas mãos de terceiros achando que eles
cuidariam deles com o mesmo cuidado que você faria é, no mínimo, muita
ingenuidade.
O Zoho anunciou a integração de seus aplicativos de produtividade nos negócios hospedados em nuvem com o serviço de armazenamento on-line Google Drive, de acordo com um post do blog oficial da empresa.
A integração permite que os usuários do Drive abram seus arquivos usando os aplicativos do Zoho Office, os Zoho Writer, Zoho Sheet e Zoho Show – processador de textos e criadores de planilhas eletrônicas e de apresentações, respectivamente.
Os usuários também podem editar os documentos e salvá-los de volta no Google Drive. É possível ainda criar documentos novos com os apps do Office e armazená-los no serviço de nuvem da gigante das buscas, bem como editar documentos de forma colaborativa.
Para tirar proveito desta integração, é necessário instalar os aplicativos do Zoho que estão disponíveis na Google Chrome Webstore por meio de sua conta no Google Drive. Depois disso, é preciso classificá-los como padrão para que seja possível abrir arquivos no "Gerenciador de aplicativos" do Drive.
Além do Office, o Zoho também faz mais de 20 outros aplicativos hospedados em nuvem para pequenas e médias empresas, incluindo CRM, inteligência de negócios, recrutamento, acompanhamento web e aplicações de suporte ao cliente.
De acordo com aSymantec,organizações de todo o mundo mantém cerca de 2,2zetabytesde dados armazenadose gastamcerca de 1,1trilhão de dólares paragarantire proporcionaracesso a esse material. Esses
altíssimos números sobre a quantidade de dados e o que é gasto para
mantê-los foram baseados nos resultados de uma pesquisa de 4056
profissionais de tecnologia da informação de organizações situadas em 38
países para a pesquisa de "Estado da Informação" da Symantec.
Publicada na quarta-feira (26/6), a pesquisa mostra que a média de
gastos anuais por grandes empresas é de 38 milhões dólares, e de 332 mil
dólares por pequenas e médias empresas (PMEs), para armazenar e
proteger seus dados corporativos. Ao todo, 30% disseram sofrer de
"dispersão de informações", tanto de dados mantidos fora da organização,
quanto no seu interior.
O diretor sênior de marketing de produto da Symantec, Sean Regan,
observou que as PMEs gastam anualmente um pouco mais de um salário-base
por empregado em segurança, armazenamento e gerenciamento da informação -
3670 dólares por funcionário - em comparação com os 3297 dólares que as
empresas gastam por funcionário a cada ano. Economias de escala são
muitas vezes o que conta, disse.
Informação é tão importante para todas as organizações, de acordo com
a pesquisa, que 4506 profissionais de TI disseram acreditar que isso
representa 49% do valor total da empresa. Mas, apesar dos dados de
negócios serem de valor crítico, os profissionais de TI reconheceram as
lutas que tinham que travar para gerenciá-los.
Nos últimos 12 meses, 69% deles disseram que suas organizações tinham
perdido ou exposto pelo menos uma parte de suas informações
confidenciais e 31% tiveram "falhas de conformidade", significando que
falharam em algum ponto para passar por auditorias críticas associado
com o cumprimento de segurança de dados e normas de privacidade.
Outro ponto que a pesquisa levanta é de que 42% dos dados são
duplicados. "Se são duplicados, significa que eles estão pagando para
armazenar cópias que talvez nem precisem ser arquivadas e não estão
aplicando estratégias para a não-duplicação como o melhor que podem para
manter o baixo custo de armazenamento", diz Regan.
Atualmente, cerca de 75% dos dados empresariais estão arquivados
internamente e cerca de 25% na nuvem, de acordo com a pesquisa. "Em
muitos casos, companhias aparentemente mal utilizam seu armazenamento",
diz Regan. Fazendo o uso de apenas 31% do que eles realmente compraram.
Essa baixa taxa de utilização de armazenamento de "31% de firewall
interno e, ainda mais baixo, 18% externo", de acordo com a pesquisa, "é
algo surpreendente", diz Regan.
Parece haver uma tendência para utilização de serviços em nuvem, mas,
de novo, sem fazer total uso do que está pago. Regan observou, por
vezes, que profissionais da equipe de TI responsáveis pela gestão de
armazenamento não estão sendo levados para tomar decisões que envolvem
armazenamento em nuvem. "Tudo está sendo terceirizado", observou Regan,
acrescentando que "a nuvem é um botão fácil de apertar."
Um dia, você reunirá seus netos e contará histórias para eles sobre a
vida antes da computação em nuvem: como estávamos acostumados a colocar
arquivos, fotos e música em disquetes, cartões de memória ou pen-driver
para transferi-los de um dispositivo para outro. Eles olharão surpresos
para você e continuarão usando serviços de armazenamento em nuvem.
Agora, porém, você pode ser perdoado por pensar na computação
em nuvem como uma nova maravilha. Algumas empresas guardam seus dados
de graça e os tornam acessíveis em qualquer dispositivo usado, em
qualquer lugar, desde que você tenha uma conexão de internet.
Para aqueles que usam pen-drives e HDs externos, pensar em
armazenamento em nuvem é só uma nova forma que fazer backup de dados,
mas em um servidor remoto. Acrescente aí a habilidade de sincronizar os
arquivos e esses serviços se tornarão ainda mais sedutores.
O que se tornou realidade agora é a habilidade de sincronizar
os arquivos sem problemas por meio de múltiplos dispositivos:
computadores, notebooks, smartphones e tablets. E é claro que, enquanto
Google, Microsoft, Dropbox e outros competem, a quantidade de dados para
armazenar e compartilhar continua a se expandir.
Veja abaixo algumas dicas sobre como começar a usar esses serviços a partir de agora:
Google Drive
Reprodução
Google Drive dá 5 GB de espaço de armazenamento grátis
O serviço de armazenamento em nuvem do Google, que tem um
aplicativo que pode ser baixado a partir do site oficial
(www.drive.google.com), deve agradar as pessoas que usam Gmail ou Google
Docs online. Em vez de enviar os documentos por e-mail (para os outros e
para você mesmo) no Gmail, você pode compartilhar arquivos grandes por
meio do Google Drive. (As fotos podem ser compartilhadas pelo Picasa ou
por meio da rede social Google+.)
Assim como no Google Docs, é preciso estar online para
compartilhar arquivos e colaborar, mas é possível tornar um arquivo
disponível offline. É possível criar documentos, planilhas e
apresentações online e muitas pessoas poderão editar o mesmo documento
ao mesmo tempo. O serviço armazena todas as mudanças realizadas e você
pode consultá-las pelos 30 dias seguintes.
O Google Drive reconhece múltiplos formatos – mais de 30 tipos
de arquivos – em seu navegador de internet, mesmo que você não tenha o
programa que criou o arquivo instalado em seu computador. O serviço
converte os arquivos para o formato do Google Docs.
O serviço está disponível para usuários de PC e Mac (com
algumas restrições dependendo do sistema operacional), assim como em
dispositivos com Android. O Google promete lançar em breve aplicativos
para iPhone e iPad.
Depois de instalar o Google Drive em seu computador, uma pasta
será criada. Você pode arrastar e soltar arquivos para esta pasta, de
modo que eles sejam sincronizados com a nuvem. Se o seu sistema
operacional não suportar o Google Drive, você pode acessar o serviço por
meio do navegador web e fazer upload de arquivos por lá.
O Google Drive oferece 5 GB de armazenamento grátis, mas
oferece outras quantidades de espaço por uma mensalidade: 25 GB custam
US$ 2,50; 100 GB custam US$ 5; 200 GB custam US$ 10; e 400 GB por R$ 20.
Usuários corporativos podem comprar ainda mais espaço.
Em resumo, trata-se de uma boa ferramenta para colaboração online, backup de dados e sincronização a um preço razoável.
Microsoft SkyDrive
Divulgação
SkyDrive oferece 7 GB de armazenamento grátis e é cheio de recursos
O SkyDrive é aclamado como a ferramenta de
armazenamento em nuvem mais poderosa disponível, de acordo com seus
recursos: espaço para armazenamento, acesso aos arquivos em dispositivos
móveis, colaboração, backup de notas, galeria de fotos e
compartilhamento de arquivos.
O serviço oferece 7 GB de espaço grátis
para qualquer usuário, o que a Microsoft afirma ser suficiente para
99,94% dos usuários. Esse espaço permite guardar 20 mil documentos do
Office ou 7 mil fotos, de acordo com a empresa. Os usuários podem pagar
para ter mais espaço: No Brasil, os preços são de R$ 19 ao ano para 20
GB; R$ 46 para 50 GB; e R$ 93 para 100 GB.
O SkyDrive é compatível com Windows e MacOS e pode ser acessado
também por meio do site oficial. Os usuários também podem baixar
aplicativos do SkyDrive para Windows Phone, iPhone e iPad. É preciso
obter uma conta Windows Live para usar o serviço, algo que não exige
muito trabalho.
Um recurso único do SkyDrive permite que você busque qualquer
arquivo armazenado no Windows por meio do site, desde que tenha
instalado o aplicativo do SkyDrive. O aspecto mais interessante do
SkyDrive, no entanto, é a habilidade de colaborar com outros usuários em
documentos do Office sem ter que convertê-los primeiro.
Os arquivos podem ser criados offline e, uma vez conectado a
internet, o Skydrive oferece os mesmos recursos de colaboração online do
Google Docs, assim como o recurso que permite monitorar versões. Os
outros usuários com quem você compartilha um arquivo podem ver ou editar
arquivos de Word, PowerPoint ou Excel usando as versões do Office para
Mac ou Windows – ou ainda o Office Web Apps, disponível na web, de
graça.
Em resumo, é um serviço de computação em nuvem rico em recursos,
com um espaço grátis considerável e custa pouco para obter mais espaço.
Usuários de Office podem editar arquivos e colabora online usando um
software ao qual já estão acostumados.
Dropbox
O Dropbox é o avô dos serviços de armazenamento em nuvem. Ele
funciona com Windows, Mac e também com Linux. Ele oferece aplicativos
móveis para iPhone, iPad, Android e BlackBerry.
Reprodução
Dropbox facilita compartilhamento de arquivos com grupos
Os usuários têm 2 GB de espaço gratuito e podem ganhar 500 MB a
mais cada vez que indicarem o serviço a um novo usuário. Você paga caro
para aumentar o espaço: US$ 10 ao mês por 50 GB e US$ 20 ao mês por 100
GB.
O Dropbox ganhou a reputação de ser confiável e
fácil de usar. Recentemente, o Dropbox aumentou sua capacidade de
upload de fotos e vídeos de forma que os usuários possam fazer upload
automático a partir de qualquer câmera, tablet, cartão SD ou smartphone.
O Dropbox aumenta 500 MB de espaço pelo primeiro upload e, segundo a
empresa, conforme o usuário faz upload de mais arquivos, receberá até 3
GB extras.
Assim como nos outros serviços, é possível compartilhar
arquivos, fotos e vídeos por meio de um link para o Dropbox. Se você
estiver trabalhando em equipe, é possível compartilhar arquivos, mas não
editá-los ao mesmo tempo.
Em resumo, é possível usar o Dropbox mesmo que você escolha outro
serviço de backup em nuvem, especialmente se precisar compartilhar
arquivos com um grupo de pessoas. O serviço, no entanto, é caro, se o
usuário não conseguir receber aumentos de espaço gratuitos.
SugarSync
Reprodução
SugarSync oferece aplicativos para quase todas as plataformas móveis
O serviço começou a funcionar em 2008 e afirma suportar a maior parte
dos dispositivos móveis, inclusive iPhone, iPad, Android, BlackBerry,
Symbian, Windows Mobile e Kindle. Ele também funciona com Windows XP,
Vista e Mac. Ele oferece 5 GB de espaço gratuito, com upgrades pagos: 30
GB custam US$ 5 ao mês; 60 GB custam US$ 10; e 100 GB custam US$ 15.
O melhor recurso permite que você determine
quais pastas quer sincronizar e onde você quer sincronizá-las. Uma vez
que o serviço está configurado, segundo a empresa, você nunca mais terá
que se preocupar em sincronizar os arquivos novamente. SugarSync
continuará a sincronizar e fazer backup dos arquivos a partir do
computador.
Uma vez salvos, os arquivos podem ser editados offline e, da próxima
vez que o usuário estiver online, o SugarSync automaticamente o
sincronizará. Se você compartilhar um arquivo, o SugarSync salva as
mudanças de cada usuário.
Ele oferece uma abordagem fácil de usar para compartilhar arquivos,
incluindo um novo recurso que permite enviar links em vez de anexos ao
usar o Microsoft Outlook. É possível compartilhar links para documentos,
fotos e vídeos nas redes sociais, bem como em postagens do Facebook.
Para deixar o usuário em paz, o SugarSync promete permitir que o
usuário baixe seus arquivos a partir da nuvem, caso seu computador seja
danificado. Em resumo, trata-se de uma ferramenta integrada com redes
sociais e ajuda a aumentar a produtividade.
No entanto, algumas pessoas ainda não têm acesso: pode aparecer uma
mensagem indicando que o Google Drive não está pronto para a sua conta.
Conforme já divulgado, o serviço oferece 5 GB de espaço grátis - algo
não tão atrativo perto do Dropbox que vai aumentando o espaço ao
convidar amigos ou o SkyDrive, embora este tenha reduzido a capacidade de 25 para 7 GB.
As vantagens do Google Drive são claras desde o início, já que ele tem
uma grande integração com serviços do Google, especialmente o Gmail e o
Docs. Com vários concorrentes a luta por melhores recursos será
constante.
O limite de 1 GB do Docs já foi alterado para 5 GB para quase todos
os usuários. O serviço não serve apenas para armazenar arquivos, mas
também permite visualizá-los no navegador e trabalhar com outras pessoas
na edição colaborativa.
Um grande destaque do Drive é que cerca de 30 tipos de arquivos são
suportados para visualização no navegador, mesmo que você não tenha os
programas instalados. Entre estes arquivos estão dados do Adobe
Illustrator e Photoshop, e até mesmo vídeos HD.
Uma busca inteligente permite encontrar imagens e alguns objetos
mesmo que eles não tenham recebido tags manualmente. Ele pode encontrar
fotos de locais famosos, além de ser capaz de aplicar um OCR para
reconhecer texto em documentos escaneados.
No Gmail o Drive oferecerá a possibilidade de enviar anexos maiores,
já que ficarão no Drive, não necessariamente num e-mail comum. A
plataforma do Drive é aberta, então o Google pretende possibilitar que
desenvolvedores diversos criem aplicativos para o sistema, como para
enviar fax, criar vídeos, mockups de sites, entre outras coisas. Já
existem alguns apps para o Drive na Chrome Web Store.
Há um aplicativo cliente para Windows e Mac, além de Android. As
versões para iPhone e iPad serão lançadas em breve. Se o recurso ainda
não foi ativado na sua conta, há a possibilidade de deixar o e-mail e
ser notificado quando liberarem.
Se os 5 GB forem pouca coisa para você é possível fazer upgrade para
25 GB por US$2,49 por mês, 100 GB por US$4,99 e 1 TB por US$49,99
(também valores mensais, em dólares; há mais planos aqui). Comemorando o lançamento do Drive, o Google aumentou o espaço gratuito do Gmail para 10 GB. Como extra, ao migrar para uma conta paga do Drive o seu Gmail será expandido para 25 GB.
Nessas horas chega a dar uma pena do Dropbox, que está vendo gigantes
da tecnologia lançando serviços concorrentes. De qualquer forma ele é
um dos mais usados e oferece suporte a diversas plataformas. É de se
esperar que ele consiga se manter por um bom tempo ainda. E naturalmente
há aqueles usuários casuais que não querem pagar, aproveitando um pouco
de cada serviço para conseguir mais espaço.