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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Linux: Conheça a lista das 10 distros mais populares de 2012


Entre as inovações que surgem praticamente todos os dias e a taxa constante de mudanças no geral, as coisas nunca permanecem as mesmas por muito tempo no mundo da tecnologia.
Por exemplo: a página do DistroWatchregistra o ranking de distribuição do Linux. Eu tenho acompanhado o top 10 do site a cada final de ano, pelos últimos dois anos, e as diferenças nunca deixam de impressionar.
Em setembro de 2012, o top 10 era parecido com isso, como disse em um artigo que escrevi à época.
1) Ubuntu
2) Fedora
3) Linux Mint
4) openSUSE
5) PCLinuxOS
6) Debian
7) Mandriva
8) Sabayon
9) Arch Linux
10) Puppy Linux
O ranking em 2011
Um ano depois, o cenário era bem diferente. Ao final de dezembro, o top 10 do DistroWatch era parecido com isso:
1) Linux Mint
2) Ubuntu
3) Fedora
4) openSUSE
5) Debian
6) Arch Linux
7) PCLinuxOS
8) CentOS
9) Puppy Linux
10) Mandriva
Em tempo recorde, o ranking mudou mais uma vez no final de 2012.
Top 10 em 2012
Claro que deve-se notar que as listas do DistroWatch são simplesmente uma página de registro dos rankings e, por isso, não são necessariamente indicativos da popularidade de uso no mundo real. No entanto, como uma das poucas medidas que temos na comunidade Linux, é particularmente interessante as mudanças reveladas ao longo do tempo.
Sem mais delongas, é assim que ficaram as coisas no ranking de seis meses da DistroWatch no final de 2012.
1. Linux Mint
Segurando firme sua posição de dominância conquistada no ano passado, o Linux Mint continua em 1º lugar no DistroWatch. Atualmente na versão 14 "Nadia", o Mint, baseado em Ubuntu, tem visto um número de desenvolvimentos interessantes ao longo do ano passado, incluindo o lançamento de ambos mintBox e a loja do Linux Mint.

2. Mageia
Talvez o mais intrigante de toda a lista é o fato do Mageia ter rapidamente alcançado a segunda posição. Embora tenha nascido como um fork do Mandriva em 2010, o Mageia não apareceu na lista do DistroWatch nos últimos dois anos. Este ano, porém, o Mandriva desapareceu da lista, enquanto o Mageia saltou para muito perto do topo.

3. Ubuntu
Pode ser que o Ubuntu seja o número 3 atualmente, mas ele continua a dominar muitas manchetes relacionadas ao Linux. Com o lançamento do Ubuntu 12.10 "Quantal Quetzal", muitos consideraram o OS um concorrente do Windows. Ao mesmo tempo, muitas decisões feitas pela Canonical ao longo do último ano geraram polêmica, muito além das da interface Unity.

4. Fedora
Esta versão gratuita da Red Hat Enterprise Linux permaneceu como líder na lista do DistroWatch, e este ano caiu apenas uma posição, assumindo o quarto lugar. Atualmente na versão 17, ou "Beefy Miracle", os pontos fortes do software incluem excelência em segurança, boa usabilidade, escolha de desktop, recursos em nuvem e características comerciais fortes.

5. openSUSE
Também se mantendo relativamente estável temos a openSUSE. Velocidade mais rápida e uma infraestrutura mais avançada estão entre os novos recursos adicionados ao openSUSE 12.2, lançado em setembro.

6. Debian
Também há a Debian, que tem alternado entre as posições 5 e 6 ao longo dos últimos anos. Amplamente considerado o avô das distros, a Debian rotineiramente alcança os melhores lugares em concursos de popularidade de muitos tipos.

7. Arch Linux
O Arch é outra Distribuição Linux que tem se colocado bem em alguns concursos de popularidade ao longo do ano passado, e caiu apenas uma posição, ficando em 7º lugar. A nova distro chamada "Cinnarch", entretanto, adiciona um novo desktop Cinnamon .

8. PCLinuxOS
Em uma posição um pouco abaixo de onde estava no ano passado, o PCLinuxOS permanece uma Distribuição Linux completa bastante popular com o atraente desktop KDE e a versão "MiniMe".

9. Zorin OS
Tão intrigante quanto o aparecimento do Mageia no top 10 deste ano é o aparecimento de Zorin OS, que está atualmente na versão 6.1. Baseado no Ubuntu, Zorin é particularmente conhecido por oferecer uma transição fácil, especialmente para usuários de Windows.

10. CentOS
Por último, mas não menos importante, em 10º lugar na lista da DistroWatch temos o CentOS, que classificou-se em 8º na lista do ano passado. Lançado em julho, o CentOS 6.3 é a Distribuição Linux para a classe empresarial derivado do Red Hat Enterprise Linux 6.3.

Via: IDG Now

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Microsoft fecha brecha que permitia ativar Windows 8 pirata


Em novembro uma falha da MS foi amplamente comentada: cópias piratas do Windows 8 podiam ser ativadas pela Microsoft usando uma chave de produto fornecida gratuitamente pela mesma. A chave em questão é do Windows 8 Pro Pack, que adiciona o Media Center ao Windows 8 (e o transforma no Windows 8 Pro, caso seja usada no não-Pro).
Durante a fase promocional esta chave é fornecida gratuitamente a quem baixou o Windows 8 Pro original, e nas primeiras semanas não era feita nenhuma verificação da compra: bastava cadastrar qualquer e-mail na página dela para receber o código. Assim, qualquer um com uma cópia do Windows 8 ativada por meios não oficiais poderia aproveitar a brecha e ativar sua cópia diretamente pela Microsoft.
Agora diversos usuários relatam que o esquema não funciona mais: a MS corrigiu a brecha. Ao tentar usar uma chave do pacote do Media Center para o Windows 8 Pro num sistema que burlou a ativação é retornado o erro 0xC004C4AA.
Na página de detalhes de erros sobre a ativação vem a explicação:
Você poderá ver esse erro depois de usar a opção Adicionar Recursos ao aplicativo Windows 8 para atualizar sua edição atual do Windows. A versão Windows 8 Pro com Media Center pode ser ativada em PCs que têm o Windows pré-instalado ou no Windows que foi adquirido no site do Windows ou em uma loja. Para corrigir o problema, você precisa instalar o Windows com a chave do produto (Product Key) fornecida a você em um email ou com o DVD. Se você acha que recebeu esta mensagem por erro, contate um representante de Atendimento do Cliente do Microsoft.
Desde que foi lançado o Windows 8 já recebeu diversas atualizações via Windows Update, mas não parece ser o caso desta. A verificação aparentemente se dá nos próprios servidores da Microsoft, identificando a chave do produto anterior durante o processo de ativação.
Problemas à vista? Há algumas reclamações (como esta) sobre o problema nas páginas de ajuda comunitária do Windows. Só falta a atualização impedir a ativação do Media Center nas instalações legítimas também...
Polêmica interface do Windows 8
Polêmica interface do Windows 8. Se perdeu com ela? Confira nosso tutorial para iniciantes


Via: Hardware

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Será que a Microsoft irá mesmo aposentar o Windows XP?


Alguns pesquisadores em segurança se perguntam se a Microsoft irá, de fato,aposentar o Windows XP em 8 de abril de 2014, como a empresa anunciou.
Depois dessa data, a companhia oficialmente não mais distribuirá atualizações de segurança ou correções de bugs do sistema operacional - mas a MS continuará a oferecer esses benefícios a empresas que pagam contratos de alto custo por esse suporte.
Os PCs que continuarem a rodar o XP não deixarão de existir de uma hora para a outra, claro, mas eles estarão vulneráveis a ataques que exploram vulnerabilidades do OS descobertas após essa data.
Alguns observadores acreditam que deixar que máquinas continuem a operar o popular - e mais utilizado - OS poderá acarretar problemas. O analista da Directions on Microsoft, Michael Cherry, supôs o seguinte: o que acontece se "um problema de segurança com o XP de repente desencadear enormes problemas na Internet, como um amplo ataque de negação de serviço (DDoS)?" Isso pode se tornar uma crise mundial de tecnologia, e "neste cenário", disse ele, "acredito que a Microsoft teria que fazer a coisa certa e emitir uma correção."
O analista da Gartner, John Pescatore discorda com esse ponto de vista e disse que o único cenário que ele poderia imaginar em que a Microsoft estendesse a vida do XP, seria um no qual envolveria considerações comerciais e não preocupações com segurança. A empresa pode continuar a dar suporte ao XP como uma maneira de fazer com que os clientes continuem com o sistema operacional - em vez de arriscar e perder mais participação de mercado.
Via: IDG Now

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Opinião: 10 recursos que o Windows 9 precisa ter


Venho usando o Windows 8 há quase um ano, desde os primeiros previews abertos ao público, e constantemente encontro falhas em seu design. Desde o começo a Microsoft oferece aos usuários uma experiência desconcertante, que mesmo na versão final não impressiona e deixa os fãs mais ferrenhos do desktop sem saber como tirar o máximo do sistema.
É quase como se a Microsoft estivesse apostando no Windows 8 como uma fonte de feedback para um eventual Windows 9, usando a reação dos usuários para determinar qual direção seguir e como suprir as deficiências do sistema atual.
Segundo rumores a equipe de desenvolvimento do Windows já trabalha no processo de especificação do Windows 9 (ou será “Windows Blue”?), então é hora de nos fazer ouvir. Estes são, em ordem descrescente, os 10 recursos mais importantes que a próxima versão do sistema tem que ter, do ponto de vista de um usuário de longa data do desktop.
10. Um aviso: “Metro à frente”
Sei que a nova Tela Iniciar, parte da interface anteriormente conhecida como Metro, é parte do pacote e que terei que lidar com ela de tempos em tempos. Mas o que eu realmente quero é uma forma de analisar meu sistema para identificar quais circunstâncias, programas ou ações irão me arrancar do desktop e me arremessar em meio a uma multidão de bloquinhos coloridos.
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A Tela Iniciar, mudança controversa no Windows 8
Alguns casos são óbvios: dar um duplo-clique em um arquivo MP3 me leva ao aplicativo Música, que segue a nova interface e me cerca de anúncios para a loja de músicas da Microsoft. Mas ao menos sei que posso curar este comportamento instalando um player de música no Desktop e designando ele como o padrão para arquivos MP3.
Outras transições não são tão óbvias, e suas curas não são tão claras. Microsoft, por favor, encontre uma forma de me avisar antes de me arremessar à nova interface.
9. Um botão global de “mudo”
Se acesso uma página barulhenta com o “novo” IE, ou se acidentalmente começo a tocar um vídeo que tem o volume no máximo, preciso de um zilhão de cliques para diminuir o maldito volume.
Sei que meu PC deveria ter um controle de volume, mas não tem. Então tenho que levar o cursor do mouse até o canto superior direito da tela, esperar a barra de Charms aparecer, clicar em Configurações, levar o mouse até o controle de volume, clicar nele e aí sim ajustar o volume. Até lá já fiquei surdo!
Um simples botão de mudo em um local acessível já seria muito útil. Que tal um atalho de teclado global para fazer o sistema “calar a boca”?
8. Um painel de controle que realmente controle tudo
Alguém pode me explicar porque não consigo adicionar um novo usuário ao sistema usando o Painel de Controle? Porque tenho que ir até a seção “Usuários” em “Mudar configurações do PC”, na nova interface, para simplesmente adicionar um nome?
E isso é só metade da história. Se quero adicionar uma nova conta de administrador a um PC com Windows 8, tenho que adicionar um usuário comum usando a nova interface, voltar ao Desktop, abrir Painel de Controle e entrar na seção Usuários para aí sim modificar o status da conta para o de um administrador. Isso é simplesmente ridículo.
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O painel de controle não controla tanta coisa assim
O Windows 9 merece um Painel de Controle que controle tudo. Se a Microsoft quer separar alguns ajustes mais simples em uma tela mais amigável dentro da nova interface, tudo bem. Mas não precisam “capar” o Painel de Controle tradicional só por causa disso.
7. Me deixem escolher o estilo visual
A Microsoft abandonou o estilo visual Aero Glass no desktop porque ele exigia demais do processador de vídeo, aumentando o consumo de energia só para criar reflexos e transparências bonitinhos. Os “pobres” processadores ARM (que por acaso são produzidos por alguns dos mais avançados fabricantes de GPUs) não aguentariam a carga. Então fomos informados de que a Microsoft está “abandonando o Aero Glass - achatando superfícies, removendo reflexos e reduzindo gradientes que podem causar distração”, chamando a interface de “datada” e “brega”.
Meh! Eu gosto do Aero Glass. Se você não gosta, tudo bem. Mas eu gastei algumas centenas de dólares em uma GeForce GTX 660 com 960 núcleos, 80 unidades de textura e 2 GB de memória DDR5 instalada em um barramento de 192 Bits. Posso renderizar todos os efeitos do Aero Glass com a mesma facilidade que uma faca quente corta manteiga.
Tudo bem se a Microsoft quer simplificar a interface para que rode bem em um processador fracote. Ela pode até deixar o sistema com a cara do Windows 3.1 se quiser. Mas ao menos me dê a opção de voltar à interface que eu tinha no Windows 7, OK?
6. Apps Metro tão bons quanto os do iPad
Compare qualquer app Metro com um equivalente para o iPad, e você verá que não há um sequer que esteja perto dos concorrentes. Pelo amor de Deus, o app Email sequer se conecta a um servidor de e-mail POP!. O visualizador de imagens não pode corrigir olhos vermelhos. Navegar até uma pasta, qualquer uma, é quase tão fácil quanto digitar “cd” num prompt do DOS. Os apps Xbox Music e Xbox Video são pouco mais do que gigantescos anúncios, com funcionalidade mínima. A versão Windows do iTunes, da qual frequentemente reclamo, tinha mais recursos nove anos atrás. Os apps Metro são tão ruins que dão vergonha.
Aproveitando... porque não existe na nova interface uma calculadora que seja tão boa quanto a velha Calc.exe?
5. “Charms” que façam alguma coisa
No momento os “Charms”, comandos padrão que ficam em uma barra na lateral direita da tela, não fazem lá muita coisa. "Pesquisar" te leva de volta para a Tela Iniciar, e sequer é capaz de rodar uma busca no Bing dentro da versão desktop do IE10. Inútil. “Compartilhar” chega a ser engraçado de tão ruim: não permite escolher um item na área de transferência, e está onde não deveria. “Nada pode ser compartilhado a partir do desktop”. Então porque diabos você aparece no desktop?
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Os "Charms" precisam melhorar muito
“Dispositivos” me convida a instalar um segundo monitor. Porque não me dar acesso aos dispositivos que já estão conectados ao meu PC, como o painel Dispositivos e Impressoras no Windows 7? Assim seria fácil ver se uma impressora está com papel atolado ou se um scanner em rede não está respondendo. Em vez disso, vejo uma oferta para “ampliar os horizontes” com um monitor que sequer existe.
E "Configurações"... argh! Posso brincar com o controle de volume ou desligar a máquina, se encontrar estas opções, mas não posso fazer logout ou trocar de usuário. Ou posso abrir o Painel de Controle, aquele que não controla muita coisa. Aguenta, coração!
4. Notificações mais úteis
O sistema de notificações no Windows 8, com pequenos painéis que “pulam” no canto superior direito da tela, é legal. Mas porque não posso ser notificado sobre coisas importantes? Porque não sou avisado se a conexão à internet cai? Se minha conexão 4G subitamente vira 2G, mais cedo ou mais tarde vou notar, mas porque o Windows não pode ser proativo e me dar o recado? 
Mais do que isso: a tecnologia SMART (Self-Monitoring, Analysis and Reporting Technology) é um padrão há quase duas décadas. Porque o Windows é incapaz de monitorar o status SMART de meus HDs e me avisar se um deles estiver prestes a falhar? Porque não recebo um alerta se a temperatura do meu processador está alta demais, ou se um dos ventiladores do gabinete parou de funcionar?
3. Dois monitores, com a nova interface em um deles
Tentei de todas as formas, mas não há uma forma de colocar um monitor menor ao lado de meu monitor principal e dedicá-lo à nova interface. Alguém poderia fazer fortuna vendendo pequenos monitores sensíveis ao toque com telas de 10 polegadas, projetados para ficar ao lado dos monitores tradicionais com o único propósito de mostrar a nova interface e seus apps. Se eu cometo um erro e acidentalmente entro na nova interface, a tela principal continua no desktop, e não perco o fio da meada.
O WIndows 8 tem bom suporte a múltiplos monitores, mas ainda não é esperto o suficiente para fazer o que eu quero. Deveria ser.
2. “Multi-Boot”
Não estou falado de ter dois sistemas operacionais na máquina (Windows e Linux, por exemplo) e escolher entre eles no boot. O que digo é que deveria ser fácil dizer ao Windows, via Painel de Controle, para iniciar o sistema na nova interface ou no Desktop. E também seria legal poder redefinir a tecla Windows, para que ela te leve ao Desktop em vez da Tela Iniciar. Mas duvido que essa idéia seja posta em prática.
1. E o recurso mais desejado é...
Tragam de volta o Menu Iniciar! Há um precedente para isso, e se você é usuário do Office de longa data deve ter notado uma evolução similar.
O Office 2003 tinha os tradicionais menus no topo da tela: Arquivo, Editar, etc. O Office 2007 introduziu a “Ribbon”: em vez de menus em texto havia uma barra de ferramentas com as opções organizadas em “abas”. Clique em uma aba, “Editar” por exemplo, e os ícones relevantes à essa função aparecem. Me disseram que isso era “Progresso” com P maiúsculo, mas a Microsoft teve que ceder em alguns pontos.
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Existem truques para recuperar o desktop. Mas que tal uma solução oficial?
Por exemplo, os usuários ainda tinham que abrir arquivos. Mas em vez de uma aba Arquivo a Microsoft esperava que eles entendessem “automagicamente” que era necessário clicar na esfera com o logo do Office no canto superior esquerdo da janela para encontrar os comandos relacionados. É como esperar que os usuários descubram sozinhos que é necessário clicar com o botão direito do mouse no novo Internet Explorer para abrir uma nova “aba”.
Quanto chegou a vez do Office 2010 a Microsoft aparentemente descobriu que pessoas normais como eu e você não entendíamos o conceito, então conseguimos de volta uma versão modificada do menu Arquivo, na forma de uma aba na Ribbon, embora numa sequência fora de ordem. No Office 2013 temos de volta o menu arquivo, com a maioria dos itens na sequência do Office 2003: Novo, Abrir, Salvar, Salvar como...
Levamos 10 anos para completar o ciclo, de um menu Arquivo visível e usável para algo obscuro, depois usável mas fora de ordem e por fim uma recriação quase completa do menu do Office 2013. Eu diria até que ele é melhor que o original. Por favor, Microsoft, dá pra fazer a mesma coisa com o menu Iniciar no Windows 9? Só não demorem tanto tempo.
Via: IDG Now

sábado, 1 de dezembro de 2012

Windows 8, novas experiências no Desktop | Que tal dar uma chance para o Linux?

Ambiente Extranho, tanta coisa esquisita, eu não tô legal... não aguento mais ....


Essa péssima mini paródia de Eduardo e Mônica se refere ao novo sistema da Microsoft, o Windows 8.
Sim, eu havia ouvido falar muito desta nova versão e de quanto os usuários estão pensando em ficar no 7 mesmo e esperar que o Windows 9 saia melhorado.
Fato é que apesar de eu tirar uma certa onda com a Microsoft eu ainda não tinha testado pessoalmente o novo Windows, não até hoje pelo menos.
Posso dizer que como usuário antigo de Windows, usei por longos anos antes de usar somente Linux, ele está muito diferente e relativamente complicado de se mexer, mas eu explico.
Basicamente os menus de configuração interna do sistema são os mesmos do Windows 7, porém a maneira de se chegar até eles mudou, nada que depois de uma  meia hora mexendo você não descubra alguns truques, ma existem muitos mais.
Linux Mint 13 KDE
De resto o Windows permanece mesmo, o Internet Explorer continua a mesma "coisa linda" de sempre, a tela de abertura do programa na versão Metro ( sim tem duas ) demora tanto para abrir que dá pra confundir a tela com um wallpaper, mas um ponto realmente positivo que percebi foi a velocidade do boot, cerca de 8 segundos e o Windows já estava na tela de login.
Minha ideia para este artigo não é xingar o Windows 8 e nem elogiá-lo, na verdade hoje eu ouvi de um aluno meu algo que fez-me perguntar sobre as pessoas e  os sistemas operacionais.
Para quem não sabe eu sou instrutor, e dou aula da maioria dos programas para Windows, desde aulas básicas de informática, até editores mais avançados como o 3D Studio Max, o mesmo pode-se dizer do Linux, que vai desde o nosso querido Linux Educacional, passando por Ubuntu e programas mais avançados.
Mas voltando ao assunto, quando perguntei a ele o que ele achava do novo Windows, ele me disse que achava "diferente" que ia demorar um pouco para se acostumar pois a maneira de mexer no sistema mudou bastante mas que ia "estudar para aprender a mexer na nova interface  que nem parece windows" nas palavras do próprio aluno.
Eis a questão, se as pessoas vão precisar aprender a usar novas interfaces, porque não tentar aprender a usar Linux?
Por que não tentar o Unity, o KDE ou o Gnome-Shell?

Linux dá trabalho

Uma das maiores desculpas que eu já ouvi sobre o fato de alguém não usar Linux é justamente o fato de ter que aprender a usar um ambiente novo, é a tal da curva de aprendizado, fato é que agora os WinUser vão precisar fazer isso e não se negam a aprender, e então que tal pegar toda essa vontade e aplicar numa plataforma livre como o meu adorado Linux Mint KDE.

Windows 8 quanta coisa legal!

Notificações de e-mails, integração com redes sociais, loja de aplicativos, incrível!
Sei não... mas você já percebeu que tudo isso existe no Ubuntu a pelo menos dois anos?
Por que então os usuários desktop ainda não usam o Linux nas suas casas?

Marketing é a chave

Quantas vezes você já esbarrou por exemplo numa propaganda do Skype na TV ou na Internet?
O Skype como sabemos é um software que agora pertence a Microsoft, de por conta da decisão de exterminar o MSN investiu pesado em publicidade no Skype par fazê-lo alavancar de uma vez.
O mesmo se refere ao Windows 8 e aos produtos da Apple, e até mesmo o Android.
O que vale mesmo e faz a diferença é o Marketing, ou vai me dizer que se passassem propagandas do Ubuntu no Domingo Legal com o apresentador mostrando as incríveis funcionalidades do Unity e ainda dizendo que é um sistema totalmente gratuito e quase que 100% imune a vírus a coisa não  mudaria?

Marketing negativo

Certa vez, postamos aqui no Diolinux as 10 diferenças em Linux e Windows, e em uma das categorias foi citada a necessidade de pessoas apaixonadas pelo Linux para ele se difundir, graças a nós blogueiros, e vocês, usuários assíduos do sistema que vivem falando pro vizinho instalar Linux é que ele se difunde, fan boys são necessários ( e são chatos também ).
 
FanBoys de todos os tipos, existem muitos fan boys do Ubuntu por ai, assim como de qualquer outra distro, existe até uma hostilidade entre usuários de sistemas Linux que são considerados pela comunidade como distribuições mais difíceis de se usar como o Slackware e o Gentoo para com usuários mais novatos que usam o Zorin OS por exemplo, Ubuntu, Mint e outros que são mais simples.
 
Por mais que seja o caminho mais fácil, não adianta largar para os novatos mil e um comandos sem explicar o que eles fazem, quem vem do Windows está acostumado a fazer tudo graficamente e vai se acostumar com o Terminal com o tempo. ( isso se ele quiser) a frase "Linux é Terminal" para mim está batida.

Seja sincero consigo mesmo...

Você que vive instigando o uso do Linux para os seus amigos realmente quer que ele seja o sistema mais usando do mundo em desktops?
 
Conversando com alguns usuários as respostas foram múltiplas, curiosas até.
 
Se o Linux fosse o sistema mais usado do mundo certamente existiriam mais vírus de para o sistema, Se o Linux fosse o sistema mais usando do mundo você não se sentiria mais "o diferente" por usar um sitema Unix.
 
Se o Linux fosse o sistema mais usado do mundo falar mal do Windows perderia a graça.
Se os motivos que você tem para usar o Linux não caíram por terra então voltamos neste ponto ao assunto do artigo.
 
Já que algumas pessoas estão dispostas a aprender a usar o Windows novamente porque não apresentar novas interfaces Linux e aprender a usar um sistema open source.
Convenhamos, vale a pena!
Qual a sua opinião? Porque o Linux não engrenou ainda como sistema desktop?
 
Via: Diolinux

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Analistas são céticos sobre números de vendas do Windows 8


A Microsoft e alguns analistas brigaram nesta semana sobre a possibilidade ou não de oWindows 8 ganhar os corações e mentes dos usuários de PC. Mas, verdade seja dita, pode ser muito cedo para dizer.
A companhia de Redmond ficou sob desconfiança na terça-feira (27), quando Tami Reller, do Windows, anunciou que a empresa vendeu 40 milhões de licenças para o novo sistema operacional de desktop até a data. A exaltação pública da Microsoft com a saudação do mercado do Windows 8 parece ser contrária às opiniões internas. Por dentro, as vendas são descritas como "decepcionantes", segundo Paul Thurott, um observador da Microsoft.
Como os números são contados
O problema com esse número de 40 milhões é que ele não é muito transparente, de acordo com Rob Helm, vice-presidente e gestor de pesquisas na Directions em Kirkland, Washington "A Microsoft não explicou como está contando as licenças", disse ele em uma entrevista. "Sem essa informação, fica um pouco difícil dizer o que que 40 milhões realmente significam”.
Muitas dessas licenças poderiam ter sido obtidas antes mesmo de o Windows 8 ter sido lançado, disse ele. "Um monte de empresas comprou os direitos para o Win 8 antes de ele ficar disponível, e podem estar agora na contagem de licenças - mesmo que não tenham implantado o novo sistema", observou.
Ele observou que uma pesquisa que uma pesquisa feita por sua empresa com seus clientes, que são principalmente grandes empresas, indicou que a adoção do Windows 8 seria lenta. Ele mostrou que apenas 13% das companhias tinha planos para a implantação do novo sistema operacional em 2013. Essas conclusões da pesquisa combinavam com observações feitas quarta-feira (28) pelo diretor financeiro da Asus, David Chang, e o analista de segurança da Nomur, Richard Sherlund, um respeitado observador da Microsoft.
Chang disse ao Wall Street Journal que a demanda para o Windows 8 que não é muito boa no momento. Enquanto isso, Sherlund cortou suas estimativas de lucros para a Microsoft, porque ele disse que o Windows 8 teve um início difícil.
Muito cedo?
No longo prazo, porém, toda essa especulação inicial sobre a adoção do Windows 8 pode estar produzindo mais burburinhos do que luz sobre o assunto. "É muito difícil dizer sobre a experiência de um mês," afirmou o analista do Windows na Directions on Microsoft, Michael Cherry, em entrevista. "Todo mundo está tentando identificar uma tendência, com um ponto de dados."
"É realmente muito cedo", observou. "Estamos todos obcecados com a análise instantânea."
Via: IDG Now

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Contagem regressiva: Windows XP tem 500 dias de vida


O Windows XP tem menos de 500 dias de vida, segundo a Microsoft.  O sistema operacional com 11 anos de idade vai deixar de ter suporte a partir de 8 de Abril de 2014, quando a Microsoft deixa de fornecer aos usuários suas atualizações de segurança. Ironicamente, a Microsoft lançou um “gadget” de contagem regressiva para a morte do XP  para o Windows 7, lançado em 2009 e sucessor natural do XP.

De acordo com as métricas da Net Applications, o Windows XP  ainda roda em 40,7% dos desktops e notebooks pessoais em todo o mundo. O Windows 7 só o superou em Agosto deste ano e, em Outubro, rodava em 44,7% dos computadores que fizeram alguma  conexão online no mês. Ontem, esse relógio marcava 499 dias para o fim do suporte ao XP.

Segundo a própria Microsoft,  o XP terá 12 anos e cinco meses de suporte, dois anos e meio a mais do que a sua prática habitual e um novo recorde, que até então pertencia ao Windows NT, que contou com 11 anos e 5 meses de suporte.

A longa vida do XP deveu-se em grande parte ao desastre que foi o Windows Vista, rejeitado por muitos usuários do Windows XP por ser problemático, lento ou cheio de problemas com “drivers”.

Opinião do Blog!

Apesar de ser cheios de falhas e sem falar na bendita "Tela Azul" foi um sistema que os usuários gostaram muito até que enfim ta acabando, muito gente ainda prefere ter em suas máquinas o velho XP não sei porque mais querem então pra eles agora só resta o ADEUS... 

Via: IDG Now

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Fedora 19 Será "Schrödinger's Cat"

O líder do Projeto Fedora, Robyn Bergeron, anunciou os resultados da votação para o nome do Fedora 19 e confirmou que o sucessor de "Spherical Cow" será chamado de "Schrödinger's Cat". Um total de 391 votos foram expressos por colaboradores do Fedora; utilizando o método range voting, 1.876 votos foram atribuídos ao nome do vencedor. Outros candidatos para nomes foram Higgs Boson(1620 votos), Tiddalik (1.012), Loch Ness Monster (960), Newtonian Dynamics (907), Martian Blueberries (892), Parabolic Potassium (722) e Cubical Calf(595).





Depois de ampla votação pelos colaboradores do Fedora, versão 19 já tem seu nome escolhido


Os nomes para versões do Fedora são obrigados a ter uma ligação com o nome de código anterior. No entanto, essas relações ficaram um pouco enfraquecidas, como foi demonstrado pela conexão entre o Fedora 16 "Verne" e o Fedora 17 "Miracle Beefy". A próxima versão do projeto principal, o Fedora 18 "Spherical Cow", ainda está atualmente em desenvolvimento e já passou por uma série de atrasos, adiando a data de lançamento final para o próximo ano. A atual versão estável do Fedora é a versão 17, liberada no final de maio.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

MS está deixando Windows 7 para trás e com status de "segunda classe"


Com a Microsoft andando a todo o vapor com o Windows 8, uma série de sinais sugerem que o Windows 7 está desaparecendo rapidamente da vista da companhia de Redmond.

Na segunda-feira (12), Daniel Moth, gerente de programa da Microsoft, confirmou em um fórum de suporte que o DirectX 11.1 só irá funcionar com o Windows 8. A empresa não tem "nenhum plano" de trazer o DirectX para versões anteriores do sistema operacional, incluindo o Windows 7.

O DirectX 11.1, API da MS para gráficos 3D, não é uma grande atualização do DirectX 11, mas adiciona recursos para tirar proveito de processadores gráficos de alto padrão. Ele também inclui suporte nativo para o Stereoscopic 3D. A notícia irá afetar principalmente os jogadores que querem manter suas plataformas atualizadas, mas preferem não migrar para o Windows 8.

Essa não é a única indicação de que a Microsoft está começando a deixar o Windows 7 para trás. A empresa não irá lançar um segundo service pack para o sistema, fontes anônimas disseram ao The Register, no mês passado. Elas disseram ainda que a companhia não tem planos de oferecer um aplicativo de música do Xbox para seus sistemas operacionais mais antigos. Para usuários do Windows Phone 8, o Windows 8 tem um aplicativo de estilo moderno para sincronização e visualização de mídia, enquanto que o Windows 7 tem apenas um aplicativo comum do Windows Phone para desktop.


Para ser claro, a MS dará suporte ao Windows 7 até 2015, o que significa que ela irá oferecer atualizações de segurança e de não-segurança de graça. O suporte estendido, que fornece atualizações de segurança gratuitas, mas requer uma assinatura para outras correções, continuará até 2020.

Mas quando se trata de aplicações e serviços individuais, a Microsoft está começando a seguir em frente. Mesmo o Internet Explorer 10, que já está disponível no Windows 8, só está ganhando uma versão preview para o Windows 7 neste mês, com nenhuma informação sobre sua disponibilidade final.

Não é sem precedentes que a MS começaria a tratar seus sistemas operacionais mais antigos como software de segunda classe. Afinal de contas, o Office 2013 e o Internet Explorer 10 não irão suportar o Windows Vista ou XP. Ainda assim, a vontade da empresa de deixar o Windows 7 pra trás em algumas áreas mostra o quão ansiosa ela está para vender o Windows 8, para que não esqueçamos o quão grande a aposta deste novo sistema operacional é para a companhia.

Via: IDG Now

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Android faz cinco anos e comemora amplo domínio do mercado




Cinco anos após sua criação, o Android está mais dominante do que nunca no mercado de sistemas operacionais de smartphones, apesar de ainda enfrentar uma série de desafios.
O sistema tem sofrido batalhas legais, fragmentação da plataforma, questões de segurança e reclamações de usuários sobre atrasos de atualização. Mas nenhuma dessas questões, até agora, afetou seriamente sua fatia de mercado e vendas, que atingiram níveis recordes durante o terceiro trimestre. Um total de 136 milhões de smartphones foram enviados para o mundo todo no 3º trimestre, dando ao sistema operacional do Google uma quota de mercado de 75%, segundo a IDC.
"O declínio da RIM, a falta de vendas do Windows Phone e o lançamento tardio do iPhone 5 tiveram um impacto positivo sobre as vendas e quota de mercado do Android", disse Francisco Jeronimo, gerente de pesquisas da IDC. O iOS da Apple foi o segundo maior sistema operacional, com share de 14,9%.
"As pessoas dizem que a fragmentação é uma bagunça, e há algum mérito nesse argumento, mas é também um indicativo de sucesso do Android", disse Geoff Blaber, que lidera a pesquisa de software de dispositivos móveis da CCS Insight. As guerras de patentes continuam a ser uma ameaça para o futuro do Android, aumentando os custos de desenvolvimento de telefones baseados no sistema operacional. "Se de repente você tem um monte de problemas com DPI [direitos de propriedade intelectual]  e tem de pagar à Apple metade de seus lucros, todo mundo irá dizer ‘talvez eu não apóie mais o Android, talvez eu vá de Microsoft”, disse o analista Richard Windsor, que bloga no Radio Free mobile.
Android foi lançado em 5 de novembro de 2007, quando Google, T-Mobile, HTC, Qualcomm,  Motorola e quase 30 outras empresas se uniram para anunciar o desenvolvimento do sistema operacional de código aberto.
Cerca de dois anos antes o Google tinha adquirido a Android, empresa cujo cofundador, Andy Rubin, ainda é responsável pelo desenvolvimento do sistema operacional. Demorou um ano até o primeiro smartphone - o T-Mobile G1 - chegar. O sucesso do Android não foi imediato, mas até o final de 2010 havia se tornado o mais popular sistema operacional para smartphone.
A impressionante ascensão do Android foi devida a vários fatores. O custo de usar o sistema operacional foi um deles, de acordo com Windsor. "Uma coisa que cativou foi o fato de o Android estar livremente disponível", disse. Isso significava não ter de pagar por uma licença de software, e a possibilidade de "cortar o código em pedaços", acrescentou.
Além disso, a interface parecia muito com a do iPhone, significando que os fornecedores poderiam oferecer uma experiência de usuário similar a um custo muito mais baixo, de acordo com Windsor. No entanto, quebrar o domínio da Apple no mercado de tablets tem se revelado muito mais difícil. Produtos como a família do Motorola Xoom e HTC Flyer falharam, enquanto a Samsung Electronics tem tido algum sucesso com sua família Galaxy Tab. Recentemente, porém, o Android começou a fazer alguns progressos.
As vendas de 10,2 milhões de unidades durante o terceiro trimestre deste ano foram suficientes para aumentar sua quota de mercado para 41,3%, em comparação aos 29,2% um ano atrás, de acordo com a Strategy Analytics. Ao mesmo tempo, a participação da Apple caiu de 64,5% para 56,7%, disse a empresa de pesquisa de mercado.
Via: IDG Now

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Versões piratas também podem migrar para Windows 8 Pro por R$ 69

Realmente, a Microsoft parece motivada a turbinar as vendas do Windows 8. De acordo com relatos de usuários ao IDG Now!, é possível fazer o upgrade no site oficial para a versão Pro do novo sistema operacional, que custa 69 reais, mesmo a partir de máquinas com cópias piratas das versões XP, Vista e 7.
Na quinta (25), durante evento de lançamento do sistema para a imprensa em São Paulo, a gerente do Windows no Brasil, Priscyla Alves, disse que haveria "preços especiais" para quem quisesse legalizar sua cópia pirata e migrar para o Windows 8.

No entanto, não é o que tem acontecido, pelo menos até o momento. Usuários têm relatado que o processo de upgrade ocorre sem problemas - alguns recebem aviso de que sua cópia atual pode ser falsificada, mas a instalação ocorre sem problemas.

Além disso, por mais 32 reais, além de 12,15 de frete, a Microsoft oferece a possibilidade de enviar o CD de instalação para a casa do usuário.

Nas lojas, a caixinha com a versão Pro custa 270 reais. A empresa ainda não divulgou quando venderá no País outras versões.

Procurada pelo IDG Now!, a Microsoft ainda não se posicionou sobre a questão.

Nesta segunda, a empresa também disse que irá reembolsar integralmente os usuários que pagaram a mais pelo upgrade, devido a uma falha no sistema de vendas online na sexta. Alguns consumidores pagaram 83,98 reais pela migração, sendo que o preço promocional até 31 de janeiro é de 69 reais.

Via: IDG Now

sábado, 27 de outubro de 2012

Lançamento do Windows 8 ainda deixou muitas dúvidas

O evento de lançamento do Windows 8 na quinta-feira (25) poderia ter sido um sucesso estrondoso. 
O local escolhido, Pier 57, em Nova York, é grande e cavernoso. E a ocasião em si veio pré-carregada de importância: a Microsoft estaria revelando publicamente seu sistema operacional mais importante desde o Windows 95. Mas, mesmo assim, o grande dia para a  Microsoft brilhar caiu por terra.
Isso não é uma reflexão sobre o Windows 8, a maior atualização de sistema operacional da MS desde 1995. Também não é um referendo sobre o Surface RT, a primeira peça de hardware de computação que a empresa já desenvolveu, fabricou e vendeu por conta própria. Não, a festa de lançamento foi por água abaixo porque a MS compartilhou poucas novas informações sobre o sistema operacional e seu ecossistema arrebatador.
Nós vimos hardware, mas não surpresas. Vimos aplicativos, mas não novos títulos. Nós fomos cheios de expectativas, mas recebemos algo semelhante a um infomercial. Steven Sinofsky, presidente da divisão Windows e Windows Live da Microsoft, abriu o evento de lançamento, positivamente constatando que a nova era Windows estava finalmente sobre nós. As dramáticas mudanças dentro do Win8 - com seus blocos dinâmicos e sensibilidade ao toque - fazem do novo sistema operacional uma experiência de computação muito diferente. 
As mudanças são tão dramáticas que, no final do evento, o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, disse que "o Windows 8 não deve deixar nenhuma dúvida de que quebramos sua percepção sobre o que é um PC”. Essa é uma afirmação precipitada. Mas o evento de quinta-feira foi curto em se tratando de dados que poderiam adicionar nova perspectiva sobre o que já temos ouvido a respeito do Win8, já que a MS mostrou a pré-visualização para consumidores em fevereiro, no Mobile World Congress. 
Desta vez, precisávamos ver mais detalhes sobre como a companhia espera que os consumidores se adaptem às mudanças radicais introduzidas no sistema. Precisávamos ver a evidência de como a companhia planeja educar os consumidores sobre os novos gestos de toque, e, mais importante, o que devemos esperar da nova Windows Store, o único ponto de compra para o os apps do Windows 8.
O evento foi cheio de dados estatísticos satisfatórios embaraçosos, como os de todos os keynotes da Apple. Ouvimos, por exemplo, como mais de metade das empresas têm implantado o Windows 7. Mas não nos foi dada nenhuma visão sobre com qual rapidez a base de negócios planeja adotar o Windows 8
Tradicionalmente, a transição para adotar um novo sistema operacional da Microsoft nas empresas é lenta. Mas, mesmo assim, dada a mudança radical que o Windows 8 representa, esta é uma pergunta que você acha que a MS quer responder logo.

Durante o evento, Sinofsky enfatizou que "o Win8 foi projetado para funcionar igualmente bem em PCs existentes e novos PCs com toque." Isso tem sido uma promessa muitas  vezes repetida desde que o Windows 8 foi revelado pela primeira vez. Sinofsky pode estar certo, mas, durante a palestra, os programas demonstrativos não foram longe o suficiente para mostrar ao mundo exatamente como toque,  mouse e teclado coexistirão pacificamente no mesmo SO.

Julie Microsoft Larson-Green e Michael Angiulo demonstraram a operação do Windows 8, mas a maioria do que foi mostrado pareceu familiar. Na verdade, a informação mais útil recebida no evento não fazia parte de qualquer uma das apresentações: a Microsoft entregou à mídia um guia prático para gestos e atalhos de teclado para a básica navegação no novo sistema operacional. Quer arrastar um aplicativo para a esquerda usando seu teclado? Não há problema: toque a tecla Windows + Shift +, e você terá dois aplicativos na tela, lado-a-lado.

E os aplicativos?

Uma das questões mais críticas que tem sido estado no topo das preocupações com o Windows 8 se trata da loja de aplicativos – e a falta deles. Apps têm sido fundamentais para o sucesso do iPad, da Apple, e eles são a principal razão pela qual o iPad continua a ganhar impulso, enquanto tablets Android recebem amor relativamente pequeno do consumidor.

Então, nós queríamos ouvir uma grande história sobre aplicativos durante a  keynote da Microsoft. Queríamos ouvir anúncios sobre parcerias de apps. Quais aplicativos críticos e populares já disponíveis em outros ecossistemas tablet os consumidores poderão baixar no lançamento? E com qual rapidez a seleção irá crescer?

A Microsoft, infelizmente, passou por cima de tudo isso. Na verdade, tudo o que ouvimos foi uma ênfase sobre o número de aplicativos disponíveis. O CEO da MS contou uma história sobre desenvolvedores migrando para o Windows 8, mas não falou uma palavra sobre grandes novos títulos (já sabíamos que o Netflix estava chegando, e o mesmo com o Hulu Plus).

Aplicativos de jogos? Fomos informados de que houve muita atividade entre os desenvolvedores, mas não recebemos detalhes. E isto vindo da Microsoft, a mesma empresa que faz o Xbox.

Talvez mais notícias sobre apps aparecerão na BUILD, evento de desenvolvedores da Microsoft que será realizado em Seattle na semana que vem. Esta notícia seria especialmente relevante para os futuros compradores de tablets com Windows. Sem uma visão mais clara sobre os apps, os consumidores podem estar reticentes em gastar seu dinheiro com o novo sistema operacional da Microsoft.

Via: IDG Now

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Opinião: Por que você NÃO deve migrar para o Windows 8

O Windows 8 polariza opiniões. Alguns acham que ele é um passo rumo ao futuro, outros acreditam que a Microsoft está cometendo um tremendo engano. Nesta série de artigos dois de nossos colunistas nos EUA, Loyd Case e Lincoln Spector, defendem seus pontos de vista pró e contra o novo sistema. Continuamos com Lincoln, que não está muito disposto a migrar tão cedo.


Estou escrevendo isso em uma janela do Microsoft Word 2010 que ocupa menos que a metade da minha tela. Também estão visíveis duas janelas do Chrome - uma delas com a minha Inbox e outra com páginas relevantes a este artigo - e o Windows Media Player, que me informa que estou ouvindo a Sétima Sinfonia de Beethoven. Posso chegar facilmente a qualquer programa instalado com alguns poucos cliques no mouse. 
Só por aí você já pode imaginar que não estou usando o Windows 8. Tenho uma cópia dele instalada em um outro PC para fins de teste, mas no PC onde faço meu trabalho, preciso de um sistema operacional poderoso e versátil que me deixe organizar os programas e janelas da forma que eu achar melhor. O Windows 7 se qualifica, o Windows 8 não.
Um Windows sem janelas
Será que alguém na Microsoft sabe que o Windows tem esse nome porque tem janelas (windows, em inglês)? Este fato aparentemente óbvio nos leva de volta a um tempo antes dos gênios de Redmond decidirem nos restringir com a “interface anteriormente conhecida como Metro” (que vou abreviar como “IACCM”). O Windows 8 não tem janelas, os programas rodam em tela cheia. Na melhor das hipóteses é possível rodar dois deles lado-a-lado, mas mesmo isso é impossível se a resolução horizontal de seu monitor for menor do que 1367 pixels. 
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No Windows 8, aplicativos rodam sempre em tela cheia

Mas a falta de janelas propriamente ditas não é a pior das falhas da IACCM. Você ainda pode organizar a tela Iniciar arrastando seus aplicativos de produtividade, de multimídia e utilitários em grupos separados, mas não é possível organizá-los hierarquicamente, como as pastas em seu HD ou submenus no velho Menu Iniciar. Em vez disso, você é obrigado a aceitar um arranjo onde tudo está visível de uma vez só.
Podaram o desktop
O Windows 8 ainda tem a velha interface, oficialmente chamada apenas de Desktop, mas em uma forma severamente limitada. Não é possível usá-lo como a interface padrão do sistema (não sem alguns truques), nem sequer desligar o computador a partir dele. Por outro lado, você pode gerenciar seus arquivos no Desktop. Na verdade deve, porque não há um equivalente do Windows Explorer na IACCM. 
Pior ainda, a Microsoft removeu o Menu Iniciar, e o substituiu por uma versão severamente reduzida que chama de “simplified start” (Iniciar simplificado). Apresentado no Windows 95, ao longo de 17 anos o Menu Iniciar evoluiu até se tornar uma obra prima da conveniência.
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O Menu Iniciar "simplificado" não é nem de longe tão versátil quanto o original

Pense em tudo o que você pode fazer no Menu Iniciar no Windows 7. Você pode até mesmo fixar atalhos para os programas mais usados em seu topo, mas nem precisa fazer isso porque eles irão para lá automaticamente. E cada atalho para um programa contém um submenu com uma lista dos arquivos recentemente usados com ele.
Dois sistemas, pouca coisa em comum
Para deixar as coisas ainda piores, as duas interfaces não se entendem muito bem. Alternar de uma para a outra é simplesmente loucura.
O Windows 8 inclui duas versões do Internet Explorer, uma para cada ambiente, mas elas não funcionam muito bem em conjunto. Quando você marca um site como favorito na versão Desktop, por exemplo, ele aparecerá apenas nela. E se você criar um favorito na versão “Moderna”, ele também aparecerá apenas na versão Desktop. A versão moderna não tem o conceito de favoritos, mas é possível “prender” uma página à tela Inicial, o que aumenta a confusão em um local já superlotado.
Poderia ter sido melhor...
A Microsoft errou completamente a mão aqui. Não precisamos de uma mistura confusa de aplicativos Desktop e “Modernos”. Precisamos de um sistema que seja capaz de mudar sua interface quando mudamos o hardware. Ele deveria ser configurável, e o usuário deveria ser livre para decidir qual o critério para causar a mudança. Ou a menos ter a opção de escolher a interface que mais lhe agrada.
Mas a Microsoft não escolheu este caminho. Então vou ficar com o Windows 7 enquanto puder, e esperar que a empresa corrija todos os problemas no Windows 9 (ou melhor ainda, no Windows 8 SP1). E se a Microsoft não fizer isso? Bem, é pra isso que temos o Mac OS X e o Linux.
Via: IDG Now