A Valve continua disponibilizando o cliente Steam para Windows
XP, mesmo que a Microsoft tenha interrompido o suporte oficial há quatro
anos. Isso, no entanto, tem data para acabar.
A partir de 1º de janeiro de 2019, o Steam deixará de oferecer
suporte ao Windows XP e Windows Vista. Após essa data, ele deixará de
rodar nesses sistemas.
A maioria das pessoas já deixou de usar o Vista: ele está presente em apenas 0,40% dos computadores em todo o mundo, de acordo com a NetMarketshare. No entanto, o XP ainda segue firme em 5,94%.
A Valve diz
que novos recursos do Steam dependem de uma versão embutida do Google
Chrome, e o navegador não funciona em versões mais antigas do Windows.
Além disso, ela diz que precisará de recursos de segurança presentes a
partir do Windows 7, sem citar quais.
Até o final de 2018, o Steam continuará rodando nos sistemas antigos, mas algumas funcionalidades ficarão limitadas — como a nova experiência de bate-papo. O Origin, da EA, deixou de suportar o Windows XP e Vista em 2016, mas ainda oferece um instalador legado para eles.
A Microsoft interrompeu o suporte ao Windows XP em 2014, apesar de oferecer algumas atualizações críticas de segurança desde então. Enquanto isso, o Vista perdeu suporte em 2017.
A Valve recomenda atualizar para uma versão mais recente do sistema. O
Steam também está disponível para macOS e Linux, mas nem todos os jogos
rodam nessas plataformas.
O Windows 10 tem um recurso chamado “não incomodar” para não exibir
notificações no canto inferior direito da tela; elas vão direto para a
central de ações. A Microsoft fez algumas melhorias para tornar isso
mais conveniente.
Na build 17074,
você pode escolher os horários em que o Não Incomodar será ativado
automaticamente; por exemplo, as notificações não vão aparecer entre 23h
e 7h do dia seguinte.
Além
disso, o Não Incomodar será ativado quando você estiver duplicando a
tela, para não ser interrompido durante uma apresentação; e quando você
estiver em um jogo DirectX em tela cheia.
Para quem usa a Cortana,
esse recurso pode ser ativado automaticamente quando você chegar em
casa. Também é possível criar uma lista prioritária de apps e contatos
que poderão “furar” o Não Incomodar. Tudo isso está disponível em
Configurações > Sistema > Não incomodar.
Esta prévia do
Windows tem outras novidades. A ferramenta Limpeza de Disco foi
transferida para Configurações > Armazenamento; antes, ela ficava
apenas no antigo Painel de Controle.
Se
você usa uma caneta stylus, agora pode escrever diretamente em campos
de texto. Ele vai se expandir após um toque, e sua escrita será
reconhecida e convertida em texto. Se o espaço acabar, surgirá uma linha
adicional.
O
Microsoft Edge recebeu algumas melhorias. Por exemplo, ele pode
carregar extensões em uma janela InPrivate; e também fornece
preenchimento automático de senhas salvas ao navegar no modo anônimo.
A lista completa de novidades está aqui. Para usar a build 17074, você precisa entrar no programa Windows Insider.
As atualizações de segurança também congelaram alguns computadores que
executam chip da AMD, afirmou a Microsoft em seu site, citando
reclamações de clientes.
A ação da Intel, que reiterou nesta terça-feira que não viu nenhum
sinal de lentidão significativa nos computadores, caiu 1,4%, enquanto a
da AMD recuou quase 4%.
Os papéis da AMD subiram quase 20% na semana passada, conforme
investidores especularam que a fabricante de chips poderia ganhar fatia
de mercado da Intel, cujos chips estavam mais expostos às falhas de
segurança.
"Descobrimos essa vulnerabilidade no âmbito do acordo de não divulgação
há vários meses e imediatamente começamos a desenvolver soluções de
engenharia e atualizações para nossa infraestrutura em nuvem", escreveu o
executivo da Microsoft, Terry Myerson.
Pesquisadores de segurança revelaram as falhas em 3 de janeiro que
afeta quase todos os dispositivos informáticos modernos que contêm chips
da Intel, AMD e ARM Holdings.
Meltdown e Specter são duas falhas de memória que podem permitir que
hackers ignorem sistemas operacionais e outros softwares de segurança
para roubar senhas ou chaves criptografadas na maioria dos modelos de
computadores, telefones e servidores baseados em nuvem.
O anúncio do Xbox One X deixou bem claro que a briga pelo mercado 4K vai ser bem intensa. O console é poderoso em um nível monstruoso e os games apresentados rodando na resolução Ultra HD mostraram que a Microsoft não está de brincadeira quando o assunto é qualidade. E ela está tão confiante em seu novo produto que não vê nem mesmo o PS4 Pro como um rival para o novo console.
Em entrevista ao site Eurogamer, o presidente da Xbox, Phil Spencer, comentou um pouco sobre o anúncio do domingo (11) e revelou não apenas a estratégia da marca, mas também como ela enxerga o mercado a partir de agora. E a maior surpresa foi ver que ele não vê o produto da Sony como um concorrente para o Project Scorpio e, por isso, não acha que a diferença de US$ 100 entre os dois videogames será um problema. Afinal, para ele, são sistemas que não disputam a mesma categoria.
Para Spencer, o PS4 Pro vai competir diretamente com o Xbox One S, a versão Slim de seu console. Segundo ele, basta você pegar a configuração do Xbox One X para reparar como ele se encontra em uma categoria totalmente diferente de qualquer outro sistema e que, por isso, não há como fazer uma comparação direta.
Além disso, o executivo alfinetou a concorrente na hora de falar sobre os jogos que serão otimizados para rodar em 4K. Mesmo sem especificar como o novo console vai fazer o upscale para UHD, ele afirmou que o Xbox One X vai receber um número muito maior de jogos realmente rodando em 4K do que a Sony vem fazendo com o PS4 Pro.
Ainda assim, Spencer não acredita que o console recém-anunciado será o mais vendido do mercado — título que ele acredita que ficará com o Xbox One S. Segundo ele, o Scorpio será voltado muito mais para entusiastas e quem quer uma experiência mais completa, mas que o modelo mais básico será procurado por um número maior de consumidores.
O
Pentágono, departamento de defesa de uma das nações mais poderosas do
mundo, os Estados Unidos, ainda utiliza em seus sistemas de controle, o Windows 95, uma das versões mais antigas do sistema da Microsoft. Em entrevista ao Defense One,Daryl Haegley, um dos responsáveis pela gestão dos sistemas eletrônicos do Pentágono, disse que 75% dos computadores utilizam alguma versão desatualizada do Windows, como o XP, 98 e até o 95, que teve o suporte encerrado em 2001.
Haegley
diz que esses computadores com sistemas antigos estão conectados à rede
interna e não têm acesso a internet, o que minimiza os riscos de
ataque. O Pentágono chegou a anunciar
no fim do ano passado uma espécie de programa de recompensa para quem
encontrar bugs ou falhas de segurança na plataforma do Departamento de
Defesa. Além do Pentágono, 15 outras instalações militares do
Departamento de Defesa estão utilizando sistemas ultradesatualizados.
Os planos é que a base de computadores seja atualizada para o Windows 10 ainda este ano.
A Microsoft fez um evento hoje em Nova York e revelou detalhes sobre a próxima grande atualização do Windows 10, chamada Creators Update. Ela será liberada para testes ainda esta semana, e estará disponível para todos no início de 2017.
Um dos objetivos da Microsoft é trazer o 3D para todas as pessoas. Por isso, o Paint foi reformulado para que você possa fazer desenhos tridimensionais - falamos por aqui sobre uma versão vazada do app.
Você poderá compartilhar suas criações no site Remix3d.com, e baixar modelos 3D para editar e adaptar no seu computador. Também haverá integração com a comunidade do SketchUp, e será possível publicar tudo direto no Facebook. Basicamente, esse pode ser o ponto de partida para um usuário iniciante se aperfeiçoar e migrar para ferramentas 3D mais complexas, como Maya e CAD.
O novo Paint se integra a impressoras 3D para que você possa materializar suas criações, e até mesmo imprimir projetos do Minecraft. O Windows tem suporte nativo a impressoras 3D desde a versão 8.1, e isto está se tornando ainda mais profundo.
Além disso, a Microsoft demonstrou uma experiência Windows Capture que permite criar um modelo 3D de um castelo de areia. O app estava rodando no HP Elite x3 com Windows 10 Mobile, mas a empresa nota que quer levar isso a outras plataformas também.
A Microsoft está tão empolgada com 3D que colocou o recurso até mesmo no PowerPoint: objetos tridimensionais podem se mover nos slides (girar, por exemplo). É algo que já existia no Keynote, da Apple, mas é bom ver isso no Office também. Além disso, o navegador Microsoft Edge terá suporte a conteúdo em 3D.
Realidade virtual, jogos e mais
Há alguns meses, a Microsoft havia anunciado que diversas fabricantes teriam dispositivos de realidade virtual para o Windows 10. Hoje, descobrimos quem são elas: HP, Dell, Lenovo, Acer e Asus venderão headsets VR custando a partir de US$ 299. Eles chegarão ao mercado em 2017 junto ao Creators Update.
Não foram revelados muitos detalhes, apenas uma demonstração de um espaço virtual onde você pode assistir TV e usar apps com Skype e Paint em realidade virtual. Será possível usar alguns apps do HoloLens também, como fazer um HoloTour para Roma.
O Windows 10 Creators Update também foi projetado para e-sports e transmissão ao vivo de jogos. Com um clique, você poderá fazer livestreaming para o Beam, concorrente do Twitch que a Microsoft comprou há alguns meses. O serviço tem menos lag, porém é menos popular.
Além disso, será possível criar seus próprios torneios usando o recurso Arena no Xbox Live; isso funciona tanto em PCs com Windows 10, como no Xbox One. No evento, foi demonstrado um torneio de Killer Instinct.
A última grande novidade é a integração de seus contatos à barra de tarefas para você se comunicar com eles mais rápido. Você receberá mensagens do Skype, Xbox Live e também de SMS, que serão retransmitidas de smartphones Android e Windows, provavelmente através da Cortana.
Tudo isso faz parte do Windows 10 Creators Update, conhecido internamente como Redstone 2. As primeiras builds serão distribuídas a usuários do Windows Insider ainda esta semana.
A Microsoft está desenvolvendo uma nova e, digamos, melhorada versão do clássico Paint, aplicativo lançado em 1985.
A atualização do aplicativo é desenhada especialmente para o Windows 10 e promete uma série de novos pincéis e ferramentas.
Uma das principais mudanças é a habilidade de criar desenhos tridimensionais diretamente na tela do dispositivo. Em vídeo promocional, a companhia apresenta o novo recurso que faz uso de uma Microsoft Surface Pen.
A Microsoft ainda não anunciou uma data oficial de lançamento para o novo Paint, mas deve revelar mais detalhes sobre a atualização em evento sobre o Windows 10, que será realizado no dia 26 de outubro em Nova York, onde também deve apresentar seu novo Surface.
A Microsoft surpreendeu o mundo no mês passado ao entrar com um processo contra o Departamento de Justiça dos EUA, alegando que a prática frequente de adicionar ordens de restrição a mandados de buscas para dados de usuários viola a constituição dos EUA.
Nesta segunda, 03/05, o CEO Satya Nadella explicou para a companhia ter entrado com esse processo: a Microsoft possui uma visão forte sobre as promessas de privacidade para os seus usuários, e a companhia vai lutar para evitar o avanço além da conta nisso que, em sua visão, compromete os princípios de privacidade.
Os governos possuem uma necessidade de ajudar a preservar a segurança pública, mas a Microsoft quer garantir que a privacidade dos seus usuários também seja preservada, afirmou Nadella.
“Esperamos que exista uma nova estrutura de lei que permita, na verdade, que o nosso governo dos EUA alcance o equilíbrio correto entre privacidade e segurança pública. O ônus está para os EUA acertarem isso, porque somos, afinal de contas, o guia para onde todos vão olhar. Se acertarmos isso, todas as outras democracias vão olhar para nós como um modelo”, afirmou o executivo durante uma entrevista no evento Technology Alliance’s annual State of Technology luncheon, em Seattle.
Para isso, Nadella e o presidente da Microsoft, Brad Smith, pediram para que governos trabalhem juntas nas leis que possam cimentar tanto as proteções de privacidade quanto a habilidade do governo para manter os cidadãos seguros.
Bill Gates, o homem mais rico do mundo, acredita que é possível erradicar a pobreza da face da Terra até 2030.
O fundador da Microsoft publicou um artigo em que explica por que acha que tal meta seja alcançável. Segundo ele, os progressos mundiais vistos até agora em relação a mortalidade infantil, materna e queda nas ocorrências de AIDS e outras doenças são motivos para manter o otimismo a vista. Gates publicou o artigo de Davos, Suíça, onde acontece nessa semana o Fórum Econômico Mundial.
“Há uma boa razão para ser otimista sobre o progresso em reduzir a desigualdade. Desde a virada do século, avanços notáveis foram tomados em direção a um mundo onde cada pessoa tem a chance de levar uma vida saudável e produtiva. As mortes maternas têm caído quase pela metade; a mortalidade infantil e mortes por malária caíram pela metade; a pobreza extrema tem caído para mais da metade”, escreveu. Ele também lembra que no ano passado, 193 país que integram a Nações Unidas assinaram o Global Goals, cujo objetivo principal é eliminar a pobreza mundial.
“Nós estamos confiantes de que isso não é apenas possível como também veremos maiores avanços ao longo do caminho, que fornecerá oportunidades sem precedentes para pessoas em países pobres. De fato, nós pensamos que suas vidas melhorarão mais rápido nos próximos 15 anos do que qualquer outra época da história – e suas vias melhorarão mais do a de qualquer pessoa”, pontuou.
“Elas precisam de melhor acesso a saúde, especialmente serviços de planejamento familiar, expansão das melhores oportunidades econômicas, mais poder de decisão sobre suas próprias vidas (que em troca requer maior participação social e liderança pública”.
Gates destacou também a contribuição dos avanços da ciência e tecnologia para atingir tal meta “a tempo”, lembrando que as nações mais pobres precisam de melhor acesso a tais meios.
“Avanços científicos e tecnológicos – desde novas vacinas e culturas mais resistentes a smartphones e tablets mais baratos – estão entre os maiores motores de redução da pobreza”, diz.
A Microsoft acabou concordando em deixar que os usuários existentes do OneDrive mantenham seus 15GB de armazenamento gratuito na nuvem e outros 15GB gratuitos de armazenamento “bônus” de Rolo de Câmera, em vez de baixar esses números para 5GB, como anunciado anteriormente pela empresa. Mas apenas se você tiver conhecimento dessa oferta e não se importar com um pouco de spam.
Para aproveitar a oferta, visite essa página da Microsoft. Representantes da empresa dizem que não há um post ou comunicado adicional para explicar a novidade, cuja URL a lista como um “preview” no momento.
Você já passou pela primeira parte: como é preciso escolher manualmente a opção para ter os 15GB de volta, os usuários do OneDrive que não tiverem conhecimento dessa oferta não poderão aproveitá-la. E há uma pequena “pegadinha”: ao selecionar a oferta, você concorda em “receber e-mails promocionais do OneDrive”. Apesar de a Microsoft dizer imediatamente que você pode cancelar o recebimento dessas mensagens, não está exatamente claro como fazer isso.
Parece que desmarcar a opção “e-mail promocional” e depois clicar no botão “Manter seu armazenamento gratuito” funciona. Em resposta ao nosso questionamento sobre o assunto, a Microsoft disse que os termos estão sendo atualizados para “deixar isso mais claro”.
Por que isso importa
A reputação da Microsoft melhorou recentemente, uma vez que a empresa buscou e trabalhou com os usuários no desenvolvimento do Windows 10 e do Office. Mas o fim do armazenamento ilimitado no OneDrive foi um ponto negativo e tanto para a empresa, e mesmo essa oferta mais recente parece um tanto “meia boca”.
Mais de 60 mil usuários diferentes reclamaram sobre as mudanças da Microsoft na política do OneDrive, que também acabou com uma oferta anterior de fornecer armazenamento ilimitado aos assinantes do Office 365.
No entanto, o que realmente irritou os usuários foi a decisão da Microsoft de também reduzir a quantidade de armazenamento gratuito de 15GB para 5GB, assim como acabar com o armazenamento bônus de 15GB para rolo de câmera. A nova iniciativa da empresa deve melhorar um pouco as coisas nesse sentido.
E vale notar que a Microsoft parece ter mantido o limite de 1TB nas contas dos usuários do OneDrive.
O navegador do Windows 10, o Microsoft Edge, continua perdendo usuários, segundo diferentes empresas de pesquisas. Desde seu lançamento em julho, o Edge vem registrando números menores a cada mês que passa.
Dados de três fontes diferentes apontam um declínio global e também nos EUA, onde o Windows 10 e o Edge conseguiram um público maior. Os números de cada empresa de pesquisas são diferentes – principalmente por conta dos seus diferentes métodos – mas todos ilustram a mesma tendência de queda.
Facilita o processo o fato de o Edge funcionar apenas no Windows 10, o que não é o caso de outros navegadores do mercado, como o Internet Explorer, Google Chrome e Mozilla Firefox.
A empresa americana Net Applications, que mede a fatia global de usuários ao levar em conta os visitantes únicos dos sites de seus clientes, registrou uma participação de 39% do Edge no Windows 10, número que foi caindo nos meses seguintes, chegando a novembro com apenas 31,2%.
Já a consultoria irlandesa StatCounter registrou um número bem menor do uso mundial do Edge no Windows 10 em agosto: 15,2%. Mas, assim como a Net Applications, seus dados também mostram uma queda consistente. Nos três meses após agosto, a StatCounter registrou o Edge com 13,9% em setembro, 13,3% em outubro e 12,9% em novembro.
A StatCounter chega à participação de usuários ao contar as visualizações de páginas dos sites que usam seu pacote de ferramentas de análise.
Uma terceira fonte, o Digital Analytics Program (DAP), mostra a mesma tendência de queda do Edge. O DAP coleta visitas de mais de 4 mil sites em mais de 400 domínios diferentes mantidos por agências do governo dos EUA.
A maior parte das visitas do DAP vem dos EUA, apesar de algumas agências governamentais terem um tráfego significativo vindo de outros países. E, ao contrário da Net Applications e da StatCounter, os números do DAP incluem desktops e aparelhos móveis – nos últimos 3 meses, por exemplo, um terço das visitas vieram de smartphones e tablets.
As visitas aos sites do DAP pelo Edge responderam por 24,6% das máquinas rodando o Windows 10 em setembro. Mas esse número caiu nos dois meses seguintes, indo para 23,2% em outubro e 22,4% em novembro.
As especulações sobre a baixa adesão ao Microsoft Edge costumam focar no status de não finalizado do navegador, especialmente a ausência de suporte para add-ons. A Microsoft prometeu que iria fornecer esse suporte ainda em 2015, mas esse plano foi adiado e as “extensões” só vão aparecer no browser do Windwos 10 no ano que vem.
Quantos bueiros existem na cidade de São Paulo? Reza a lenda que essa foi uma pergunta feita pelo executivo de uma grande empresa de TI a um candidato que pleiteava uma vaga em aberto. Diversos casos desses “desafios” bizarros e semelhantes orbitam no mercado.
O site da norte-americana Inc.reproduziu uma lista com 17 perguntas mais estranhas feitas por recrutadores do Google, Apple, Facebook, Intel, Cisco e Microsoft para identificar talentos.
Separamos dez dessas perguntas inusitadas para que não seja pego desprevenido em uma entrevista de emprego no futuro (ou queria se inspirar na hora de entrevistar algum novo candidato). Confira!
Google
“Se você pudesse escolher uma música para tocar toda vez que você entrasse em uma sala pelo resto de sua vida, que música escolheria?”
“Escolha uma cidade e estime quantos afinadores de piano trabalham lá”
“Se pudesse ser lembrado por um uma frase, qual seria?”
Facebook
“Quantos Big Macs o McDonald’s vende nos Estados Unidos por ano?”
“Quanto você cobraria para lavar todas as janelas de Seattle?”
Apple
“Quantos bebês nascem no mundo por dia?”
“Se estivesse falando com seu melhor amigo, que tipo de emprego ele recomendaria que você tivesse?”
Intel
“Como você criaria um rack de pimentos para um cego?”
Microsoft
“Se pudesse escolher entre dois superpoderes – ser invisível ou voar –, qual escolheria?”
A Microsoft divulgou nesta sexta-feira 14 boletins de segurança que corrigem vulnerabilidades recém descobertas nos seguintes programas: Windows, Internet Explorer, Microsoft.Net, Framework, Office, Lync, Silverlight, Microsoft Server Software e Microsoft Edge. Confira quais são elas:
1. Atualização de segurança cumulativa para o Internet Explorer
A atualização corrige vulnerabilidades no Internet Explorer que podem permitir a execução remota de um código caso o usuário exiba uma página da web especialmente criada para isso. De acordo com a empresa, um invasor que conseguir explorar a falha com sucesso pode obter os mesmos direitos que o usuário.
2. Vulnerabilidades no Microsoft Component Graphics pode permitir a execução remota de código
Esta atualização de segurança resolve vulnerabilidades no Microsoft Windows, Microsoft .NET Framework, Microsoft Office, Microsoft Lync e Microsoft Silverlight. A mais severa das vulnerabilidades pode permitir a execução remota de código se um usuário abrir um documento especialmente criado ou visitar uma página da web não confiável que contenha fontes TrueType ou OpenType incorporados.
3. Vulnerabilidades no Microsoft Office podem permitir execução remota de código
Esse boletim de segurança resolve vulnerabilidades no Microsoft Office que podem permitir a execução remota de código se um usuário abrir um arquivo do Microsoft Office especialmente criado para isso.
4. Vulnerabilidades no RDP pode permitir a execução remota de código
Esta atualização de segurança resolve vulnerabilidades no Microsoft Windows que podem permitir a execução remota de código se um invasor primeiro coloca um arquivo especialmente criado biblioteca de vínculo dinâmico (DLL) no diretório de trabalho atual do usuário de destino e, em seguida, convence o usuário a abrir um Desktop Protocol (RDP) arquivo remoto ou para lançar um programa que é projetado para carregar um arquivo DLL confiável, mas em vez carrega arquivo DLL especialmente criados do atacante.
5. Vulnerabilidade no Server Message Block pode permitir a execução remota de código
A atualização corrige uma vulnerabilidade no Microsoft Windows que pode permitir a execução remota de código se um invasor enviar uma seqüência especialmente criada para o registo de erro do servidor SMB.
6. Vulnerabilidades no XML Core Services pode permitir a Divulgação de Informações
A correção resolve vulnerabilidades no Microsoft Windows e Microsoft Office que podem permitir a divulgação de informações por qualquer invasor expondo os endereços de memória, se um usuário clicar em um link especialmente criado ou autorizando explicitamente a utilização de Secure Sockets Layer (SSL) 2.0.
7. Vulnerabilidade no Gerenciador de Mount pode permitir a elevação de privilégio
A vulnerabilidade no Microsoft Windows pode permitir a elevação de privilégio se um invasor insere um dispositivo USB malicioso em um sistema de destino. Um intruso poderia então escrever um binário malicioso no disco e executá-lo.
8. Vulnerabilidade no System Center Operations Manager pode permitir a elevação de privilégio
A atualização de segurança resolve uma vulnerabilidade no Microsoft System Center Operations Manager que pode permitir a elevação de privilégio se um usuário visita um site afetado por meio de uma URL especialmente criada.
9. Vulnerabilidade no UDDI Services pode permitir a elevação de privilégio
A correção resolve uma vulnerabilidade no Microsoft Windows que pode permitir a elevação de privilégio se um invasor projetou um (XSS) cenário de cross-site scripting, inserindo um script malicioso em um parâmetro de busca webpage. Um usuário teria que visitar uma página da Web especialmente criada, onde o script malicioso seria executado.
10. Command Line pode permitir a divulgação de informações
A atualização de segurança ajuda a resolver uma vulnerabilidade de divulgação de informações no Microsoft Windows, Internet Explorer e Microsoft Office. Para explorar a vulnerabilidade, um invasor primeiro teria que usar uma outra vulnerabilidade no Internet Explorer para executar código no processo de modo seguro. O invasor pode então executar o bloco de notas, Visio, PowerPoint, Excel ou Word com um parâmetro de linha de comando não seguro para efetuar a divulgação de dados.
11. Vulnerabilidade no WebDAV pode permitir a divulgação de informações
A correção resolve uma vulnerabilidade no Microsoft Windows que pode permitir a divulgação de informações se um intruso forçar uma SSL 2.0 com um servidor WebDAV que tem SSL 2.0 habilitado e usa um ataque man-in-the-middle (MITM) para descriptografar partes do tráfego criptografado.
12. Vulnerabilidades no Microsoft Windows pode permitir a elevação de privilégio
Esta atualização de segurança resolve vulnerabilidades no Microsoft Windows que podem permitir a elevação de privilégio se um invasor fizer logon em um sistema afetado e executar um aplicativo especialmente criado ou convence o usuário a abrir um arquivo especialmente criado que invoca um aplicativo no modo seguro vulnerável, permitindo que um invasor para escapar do sandbox.
13. Atualização de segurança cumulativa para o Microsoft Edge
Esta atualização de segurança resolve vulnerabilidades no Microsoft Edge que podem permitir a execução remota de código se um usuário exibir uma página da Web especialmente criada usando o Microsoft Edge.
14. Vulnerabilidades no .NET Framework podem permitir a elevação de privilégio
Esta atualização de segurança resolve vulnerabilidades no Microsoft .NET Framework que podem permitir a elevação de privilégio se um usuário executa um aplicativo .NET especialmente criado.
Uma coisa engraçada acontece quando você procura por uma chave de produto no Windows 10 após fazer o upgrade gratuito: você não encontra nada.
No Windows 10, utilitários como Magical Jelly Bean KeyFinder ou Belarc Advisor te retornam chaves genéricas de produto em vez das autênticas. Não acredita em mim? Essa é a chave que os usuários do Windows 10 Pro verão no KeyFinder ou no Belarc Advisor: VK7JG-NPHTM-C97JM-9MPGT-3V66T.
Vamos tentar esse script PowerShell para os fóruns Hexus no Windows 10 Pro. Você receberá isso: T44CG-JDJH7-VJ2WF-DY4X9-HCFC6. Essa é a chave genérica para a versão 10240 do sistema.
Nenhuma chave de produto real em nenhum lugar.
A razão para isso é que o Windows 10 muda o tradicional modelo de chave de produto da Microsoft. E se você me perguntar, acho que isso é para melhor.
Direito de posse, não chave de produto
Quando você usa o upgrade gratuito do Windows 10 ou paga por uma versão digital no varejo, não recebe uma chave de produto. Em vez disso, seu computador usa o que a Microsoft chama de direito de posse digital (digital entitlement).
“Ao fazer o upgrade para o Windows 10, o estado de ativação de uma versão anterior do Windows (seja o Windows 7, Windows 8 ou uma versão anterior do Windows 10) é carregada diretamente”, afirmou um porta-voz da Microsoft. “Uma vez ativado, o direito de posse digital para o seu PC é criato no serviço de ativação do Windows 10. Esse direito pode ser usado pelo mesmo PC novamente para reativação da mesma edição do Windows 10 no futuro.”
Parece que a chave de produto está com os dias contados, pelo menos para os usuários. Após a instalação, a sua versão do Windows 10 deve apenas ativar em segundo plano em alguns momentos ou alguns dias no máximo. Você pode verificar seu status de ativação indo emSettings > Update & Security > Activation.
Instalações limpas
Uma vez que o seu upgrade do Windows 10 é ativado, você pode pegar uma imagem de instalação do Windows 10, fazer uma instalação limpa, pular a tela pedindo por chaves de produtos, e você deverá reativar novamente após a instalação ser finalizada. Digo “deverá”porque, mesmo neste novo mundo sem chaves de produtos, acho difícil que não apareçam algumas histórias de problemas envolvendo ativação de produtos.
Dito isso, posso dizer por experiência própria que uma instalação limpa pós-upgrade simplesmente funciona. Pouco após instalar o Windows 10 no meu notebook, troquei meu HD antigo por um SSD. Quando terminei a instalação, o Windows foi ativado rapidamente.
Para usuários antigos do Windows, a ausência de chaves de produto nas instalações digitais do Windows 10 é, ao mesmo tempo, um alívio e um pouco preocupante. Com base no longo histórico de problemas com ativações, alguns usuários podem ficar um pouco céticos com esse novo processo. Apesar de a consciência de nunca mais precisar usar uma chave de produto novamente soar muito bem.
Quase isso
Mas ainda existem algumas situações em que você vai se deparar com chaves de produtos no Windows 10. Se você comprar uma edição física do sistema no varejo, em um DVD ou pendrive, ainda receberá uma chave de produto.
A Microsoft nos informou que “a sua chave de ativação de produto fica com o seu PC”. No entanto, não ficou muito claro se isso significa que as chaves de produto funcionam como direitos de posse digitais, ou se você vai lidar com as chaves de produto da maneira clássica – ao guardar essa chave em um lugar seguro para usar depois. Vamos verificar isso com a Microsoft e atualizamos a reportagem quando recebermos uma resposta.
Um ponto negativo dos chamados direitos de posse digitais é que são dependentes da configuração do seu hardware. Por isso, fazer uma alteração significativa pode apagar todo esse entitlement. Se você trocar a sua placa mãe, por exemplo, é provável que isso aconteça e o Windows 10 não seja ativado. Aí seria preciso entrar em contato com a Microsoft para reativar a sua cópia do sistema.
Mais de 14 milhões de dispositivos passaram a contar, durante as primeiras 24 horas de seu lançamento, com a última versão do sistema operacional da Microsoft, o Windows 10, informou nesta sexta-feira a empresa tecnológica com sede em Seattle, nos Estados Unidos. Yousef Mehdi, um dos vice-presidentes do Windows, afirmou no blog da companhia que se trata de uma "demanda sem precedentes". O lançamento da última atualização do programa da Microsoft está sendo feito de forma escalonada. Os primeiros a receber a nova versão foram os usuários que se registraram no plano Windows Insider e "reservaram" uma cópia há algumas semanas. O novo sistema operacional é gratuito para os usuários que possuem as versões do Windows 7 e 8.1. A atualização recebeu críticas majoritariamente positivas entre os especialistas em tecnologia de publicações como "The New York Times" e "The Wall Street Journal", que mencionou que as novas funções do Windows 10 fazem a atualização "valer a pena". Com essa última atualização, a Microsoft quer manter sua relevância no mundo dos dispositivos móveis, dominado por Apple e Google. A empresa tecnológica ofereceu a atualização de forma gratuita com o objetivo de conseguir 1 bilhão de usuários nos próximos dois anos. Entre suas novas funções está o navegador Edge, assim como a versão para computadores do aplicativo Cortana, um assistente de voz equivalente ao Google Now! e ao Siri, da Apple. O Windows 10 traz de volta o "Menu Iniciar", através do qual os usuários poderão ter acesso aos aplicativos, programas e funções que mais utilizam e que tinha desaparecido na última atualização, o impopular Windows 8. A nova versão do sistema operacional também oferece a opção de reorganizar e mudar o tamanho dos ícones. Além disso, o novo Windows oferece aos usuários a opção de acessar seus dispositivos através do reconhecimento facial, da íris e da impressão digital, o que evita o uso de senhas. A Microsoft disse em abril que espera arrecadar cerca de US$ 15 bilhões este ano com a venda do novo sistema. A empresa cobra tarifas dos fabricantes de computadores que instalam o Windows em seus novos dispositivos e também obtém receitas pela venda de seu software a grandes empresas e organizações. Segundo os dados divulgados em abril, o dinheiro arrecadado com a venda do Windows aos consumidores costuma ser cerca de um terço do faturamento total da empresa, o que representa entre US$ 4 bilhões e US$ 5 bilhões, ou entre 4% e 5% da receita total da companhia no exercício que terminou no dia 30 de junho.
Os usuários que quiserem usar o Windows 10 terão de
concordar com uma nova política da Microsoft que prevê atualizações
automáticas obrigatórias para o sistema que chega oficialmente dia 29/7.
Em entrevista ao site Recode, um representante da
Microsoft confirmou a informação, que tinha sido encontrada por diversos
sites através dos termos e condições exigidas pela empresa para a
instalação do novo Windows.
“Os termos de licença para o Windows 10 exigem que os
Updates Automáticos sejam habilitados como uma parte de manter nossos
usuários seguros e entregar o Windows como um serviço”, afirma a
companhia de Redmond.
Anteriormente, os usuários podiam escolher se queriam
habilitar os updates automáticos ou realizar as atualizações de forma
manual.
Vale notar que anteriormente a Microsoft já falou sobre como o Windows 10 receberá atualizações contínuas.