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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Facebook tem problemas e fica instável nesta sexta-feira

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imagem do google

Alguns usuários relataram problemas para acessar conteúdos no Facebook na manhã desta sexta-feira (22).

Entre as instabilidades estão lentidão e até impossibilidade de ver conteúdos do feed de notícias. Os problemas foram reportados por volta das 11h30.

O site DownDetector, que informa o status de um site, afirma que há problemas no Facebook. Outro serviço de detecção, o “Is it Down Ridght Now?”, aponta que a rede social está “sofrendo disrupção no serviço.”

sábado, 9 de junho de 2018

Falha no Facebook divulgou postagens privadas de 14 milhões de usuários

Um erro na rede social Facebook fez com que 14 milhões de usuários que publicaram textos, fotos e vídeos de modo privado ou apenas para amigos compartilhassem as informações publicamente na rede social. A falha aconteceu durante cinco dias em maio. A empresa disse, por meio de nota, que irá notificar imediatamente as pessoas afetadas.
As postagens foram divulgadas publicamente sem nenhum tipo de alerta aos usuários. A empresa disse que não sabe quantos desses 14 milhões de usuários expuseram dados que não queriam que fossem públicos ou quantos perceberam o erro antes de publicar algo no Facebook. Em 27 de maio, a empresa mudou as configurações das postagens afetadas para privadas — mas não avisou os usuários do ocorrido.
Em um comunicado enviado a imprensa, Erin Egan, diretora de privacidade do Facebook, assumiu a falha. “Gostaríamos de nos desculpar por esse erro”, disse. Após a divulgação da falha, as ações do Facebook fecharam o mercado em baixa de 1,65%, negociadas em US$ 188 — após o fechamento do mercado, as ações da rede social seguiram apresentando baixa de 0,18%, negociadas em US$ 187.
Pesadelo
A revelação da falha de privacidade torna ainda mais dramática a situação do Facebook, que vem sendo cada vez mais criticado nos últimos meses por seu papel em fenômenos como a disseminação de notícias falsas e tentativas de interferência em eleições. O auge da polêmica aconteceu em março, quando os jornais The New York Times e The Observer, de Londres, revelaram que a consultoria britânica Cambridge Analytica e o pesquisador da Universidade de Cambridge, Aleksandr Kogan, usaram de forma ilícita dados pessoais de mais de 87 milhões de usuários do Facebook.
Desde então, o Facebook tem sofrido forte pressão da mídia, de órgãos reguladores e governos em todo o mundo. O próprio presidente executivo da rede social, Mark Zuckerberg, teve de comparecer ao Congresso Americano e ao Parlamento Europeu para dar explicações sobre como a rede social trata os dados pessoais dos usuários. Na mais recente aparição, no Parlamento Europeu, o executivo foi fortemente criticado por responder de forma genérica a poucas perguntas feitas durante a audiência.
Ainda não está claro se a rede social poderá ser punida por só revelar a falha de segurança agora, uma vez que a nova legislação de proteção de dados pessoais da União Europeia (GDPR, na sigla em inglês) obriga as empresas a comunicar os consumidores imediatamente. Pela lei europeia, a empresa pode estar sujeita a sanções que podem chegar a 4% da receita anual global da companhia, em caso de descumprimento das novas regras, que entraram em vigor em 25 de maio. O Facebook ainda não detalhou a localização dos usuários afetados pela brecha de segurança.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Mark Zuckerberg vende quase US$ 500 mi em ações do Facebook


O presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, vendeu quase US$ 500 milhões em ações da companhia em fevereiro para financiar seu fundo de investimento filantrópico, o Chan Zuckerberg Initiative (CZI), de acordo com comunicado enviado ao mercado.
 
A decisão não é surpresa e faz parte do plano de Zuckerberg para financiar o fundo criado por ele e sua esposa, Priscilla Chan, em dezembro de 2015.

Documentos enviados ao regulador dos mercados norte-americano mostram que Zuckerberg vendeu 685 mil ações avaliadas em US$ 125,4 milhões nos últimos três dias de fevereiro, levando o total de vendas feitas por ele no mês para cerca de 2,7 milhões de papéis, avaliados em US$ 482,2 milhões, segundo cálculos da Reuters. Zuckerberg disse em setembro que venderia de 35 milhões a 75 milhões de ações do Facebook nos próximos 18 meses, o que corresponde a até US$ 13 bilhões com base no preço atual da ação da rede social.
 
O presidente do Facebook afirmou que, no futuro, doaria 99% de suas ações da rede social para a CZI, em um total avaliado em cerca de US$ 45 bilhões quando a iniciativa foi formada.
 
Ele vendeu cerca de US$ 1,6 bilhão em ações da empresa em 2016 e 2017, de acordo com o site de tecnologia Recode. A fundação de Zuckerberg é semelhante à criada por Bill Gates, fundador da Microsoft Corp, e sua esposa Melinda Gates e da Fundação Buffett, criada pelo bilionário Warren Buffett.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Clientes do BB poderão efetuar operações bancárias no Facebook Messenger

Em breve, clientes do Banco do Brasil poderão recorrer ao Facebook Messenger para consultar e realizar suas principais operações bancárias conversando apenas com um chatbot.

A instituição anunciou nesta quinta-feira (22) que deu início a um projeto piloto com mil clientes para testar algumas funcionalidades e interações como consulta de saldo e extrato, solicitação da segunda via do cartão e consulta da fatura do cartão de crédito, a partir da rede social. A ideia, segundo o BB, é levar o banco onde o cliente está e segundo levantamento do Facebook, mais de 100 milhões de brasileiros estão mensalmente na rede social. Não é à toa que cada vez mais empresas olhem para a plataforma para agregar valor e experiência aos seus serviços.

"O cliente que quiser usar o banco vai acessar e resolver o seu problema de onde ele estiver. Ele não precisará ir mais ao banco ou até mesmo ao aplicativo para resolver algo", ressaltou Gustavo Fosse, diretor de tecnologia do BB, durante coletiva de imprensa.
No caso do Banco do Brasil, o projeto conta com a parceria da solução cognitiva IBM Watson para entregar o chatbot de conversação em linguagem natural. A Visa também entra como parceira, uma vez que nesta fase, as transações em teste envolvem assuntos relacionados às transações com cartões Ourocard. 

Caso você tenha levantado uma sobrancelha de preocupação acerca do seus dados bancários circulando no Facebook, Fosse explica que todas as informações trocadas no Messenger ficam em ambiente reservado ao banco. Isso porque quando o cliente solicita ao chatbot uma operação bancária, a assistente virtual irá direcioná-lo para uma outra camada, esta pertencente ao BB. O Messenger não guarda o histórico da conversa e as interações são criptografadas de ponta a ponta, garantiu o banco.

Com o novo projeto, o Banco do Brasil se torna o primeiro grande banco de varejo no Brasil a combinar as funcionalidades do Messenger com o Watson para prestar atendimento realizando transações via chatbot.

Parceria IBM Watson
Há um ano, o Banco do Brasil adotou o IBM Watson para auxiliar funcionários a agilizarem o atendimento e a responder a dúvidas e solicitações de clientes. Em agosto do ano passado, a instituição ampliou o uso da inteligência artificial para o seu canal de atendimento pelo Facebook Messenger, onde é possível tirar dúvidas sobre temas como conta corrente, investimentos, linhas de crédito, solução de dívidas e programas de relacionamento, eliminando a necessidade de até mesmo ligar para o tele-atendimento. 

Segundo o BB, desde então, foram mais de 500 mil interações e cerca de 60 mil clientes respondidos através do chatbot. No total, 70% dos atendimentos feitos via rede social não exigiram nenhum tipo de interação humana, sendo concluídos ali mesmo na plataforma. 

Para Fosse, oferecer operações bancárias a partir do Messenger soou como o próximo passo em um projeto maior de transformação digital do Banco do Brasil. Foram investidos R$ 14 milhões em pesquisa e desenvolvimento dedicados aos projetos do BB que utilizam computação cognitiva.
 
"Nossa preocupação não é se o usuário vai usar aqui ou lá", explica Fosse sobre a preferência entre o aplicativo e eventualmente o chatbot. "A ideia é estar onde os clientes estão. Se ele estiver usando o app, ele vai continuar a usar. Mas se ele quiser ser atendido através de uma rede social, ele também irá". 

Neste primeiro momento, mil clientes do banco terão acesso a novidade. O diretor de tecnologia informou que o BB já trabalha em 50 transações bancárias para o chatbot, incluindo pagamento de contas e a transferência de valores sem recorrer ao aplicativo ou ao Internet Banking. Entretanto, a instituição não conta ainda com uma data de lançamento oficial para o recurso, mas disse que espera "em breve" lançar para todos os demais clientes. 


Via: idgnow

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Mercado informal da folia cresce e avança via internet

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Imagem via Google
Nem só de folia vive o carnaval. Sempre associada ao ócio, a festa cresce como um bom período para o empreendedorismo. Impulsionado pelo crescimento dos blocos e pela “montagem” de seus frequentadores, um mercado informal de marcas de adereços surgiu principalmente em grupos de Facebook e páginas do Instagram.
No início do ano, a arquiteta Karen Prado e a publicitária Natalia Brito criaram “quase que na brincadeira” a MonyloPhyta (instagram.com/monilo.phyta/). Fãs de blocos, as duas amigas pensaram, durante uma viagem de ano-novo, primeiramente em fazer adereços de cabeça e brincos para si mesmas. “Depois que fizemos algumas peças, divulgamos em um grupo de Facebook de moradores de Santa Cecília (região central de São Paulo) e vimos que logo muita gente ficou interessada”, explica Karen.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Facebook registra lucro, mas usuários gastam 50 milhões de horas a menos na rede

  

O Facebook reportou nesta quarta-feira (31) os resultados financeiros do último trimestre. E apesar da companhia ter registrado lucro líquido de US$ 4,27 bilhões, um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando registrou US$ 3,57 bilhões, Mark Zuckerberg e os acionistas têm uma métrica de franzir a testa. Os usuários da rede social estão passando menos tempo nela. 

Segundo Zuckerberg, as pessoas passaram 50 milhões de horas a menos por dia no Facebook. As mudanças anunciadas pelo executivo no início de janeiro, que visam priorizar a publicação de amigos e não de marcas e empresas de mídia, são uma resposta a drástica queda do engajamento com a plataforma.

"2017 foi um ano forte para o Facebook, mas também difícil", disse Zuckerberg. "Em 2018, estamos focados em garantir que o Facebook não seja apenas divertido de usar, mas também bom para o bem-estar das pessoas e para a sociedade. Estamos fazendo isso encorajando conexões significativas entre as pessoas e não o consumo passivo de conteúdo", ressaltou. "Ao focar em conexões significativas, nossa comunidade e negócios irão crescer mais fortes a longo prazo", completou um Zuckerberg otimista.

Alguns investidores reagiram rápido ao anúncio e venderam seus papéis. Na recente negociação no pós-hora, a ação da empresa recuou 4,8% a US$ 177,91.

Mas o declínio no uso não foi a única má notícia para a companhia que também relatou queda nos usuários diários ativos nos Estados Unidos e no Canadá. Caiu de 185 milhões para 184 milhões. Apesar disso, o total de usuários diários ativos da empresa em todo o mundo aumentou para 1,4 bilhões de 1,37 bilhões no terceiro trimestre.

Em todo o ano de 2017, a receita da companhia cresceu 47% e fechou em US$ 39,94 bilhões.
 
 
Via: idgnow

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Mark Zuckerberg perde US$ 3 bilhões após anunciar mudanças no feed de notícias

Na semana passada, Mark Zuckerberg anunciou que o feed de notícias do Facebook trará mais posts de seus amigos e familiares, e menos posts de páginas. A ideia é manter o interesse dos usuários no longo prazo.

No entanto, ele acredita que “o tempo que as pessoas passam no Facebook e algumas medidas de engajamento vão cair”. Parece que os investidores não gostaram dessa parte.

Foto por Anthony Quintano/Flickr
As ações do Facebook fecharam em queda de 4,47%. Como elas compõem a maior parte da fortuna de Zuckerberg, isso significa que ele perdeu mais de US$ 3 bilhões, segundo o Mashable.

Claro, ele ainda é extremamente rico, e tem patrimônio estimado em US$ 72 bilhões. Ainda assim, essa foi uma das maiores quedas que as ações do Facebook sofreram desde sua estreia em 2012.

A rede social tem 2 bilhões de usuários, mas seu futuro parece estar em risco. Um ex-funcionário sênior diz ao BuzzFeed: “o tempo gasto no Facebook diminuiu nos últimos dois anos pela primeira vez. A empresa tem pesquisas mostrando que, se a porcentagem de conteúdo de amigos/familiares for muito baixa, as pessoas acham que o Facebook não tem mais valor”.

O Facebook vai enfatizar mais interações “significativas”, ou seja, posts que geram muitos comentários, curtidas e compartilhamentos. O algoritmo vai priorizar conteúdo de amigos, de parentes e também de grupos, que “tendem a inspirar muitas conversas” — é o que diz Adam Mosseri, vice-presidente do feed de notícias, à Wired.

Ele também afirma que “haverá menos conteúdo vindo diretamente de páginas profissionais”; a prioridade estará nos links compartilhados e discutidos entre amigos. Além disso, você verá menos vídeos no feed de notícias porque eles recebem poucos comentários — têm “uma natureza mais passiva”, diz Mosseri.

Alguns estudos concluem que, ao consumir o feed de notícias passivamente, os usuários se sentem pior. Enquanto isso, pesquisadores do Facebook afirmam que interações ativas — “especialmente compartilhar mensagens, posts e comentários com amigos próximos” — estão ligadas a melhoras no bem-estar.

Nesse sentido, Zuckerberg diz que “uma das nossas principais áreas de foco para 2018 é garantir que o tempo que todos gastamos no Facebook é tempo bem gasto”. Isso significa retornar a um feed de notícias antigo, de 2010, com menos notícias (ou fake news) e mais atualizações de seus amigos e familiares. Se isso vai dar certo, só o tempo dirá.


Via: tecnoblog

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Facebook vai priorizar post de amigo e familiar

Estudo mostra que nem sempre somos amigos de todas as pessoas que temos em nossa rede social na internet (Foto: Rick Wilking/Reuters)

Sabe aquela foto do aniversário do seu primo que você vê no Facebook três dias após as velinhas terem sido sopradas? Isso deve deixar de ocorrer, porque a rede social começa a partir desta quarta-feira (29) a priorizar a exibição de publicações como essa no Feed de Notícias, o repositório de posts do site.

O Facebook inicia uma mudança no ranqueamento das publicações, para exibir no topo o que amigos e familiares compartilham e depois o que é produzido por páginas. A mudança chegará a todos os 1,6 bilhão de usuários e será concluída dentro de alguns meses.

“No contexto em que vemos que outros usuários [páginas de marcas e personalidades] estão publicando cada vez mais no Facebook, queremos assegurar que amigos e familiares ainda são a peça chave da experiência”, afirmou ao G1 Adam Mosseri, vice-presidente de produto do Facebook. Apesar de afetar o que os usuários veem, a alteração ocorrerá no sistema que move o Facebook, ou seja, no algoritmo que seleciona as publicações a serem exibidas.

Grau de interesse
 
A ordem do que vai parar no Feed de Notícias é definida com base em um “score de relevância”. Ele é um índice que leva em conta as características das postagens que mais surtem efeito com cada usuário para tentar replicar esse sucesso. São levados em conta detalhes como o autor da publicação, a forma (texto, imagem ou vídeo), o horário, a quantidade dos comentários recebidos e seus autores, além da data (antiga ou atual?).

“Nós olhamos todas essas histórias e tentamos estimar ou adivinhar quais delas vão interessar a você”, explica. “Tentamos prever de quais publicações você vai gostar, em quais delas você vai querer comentar, quais delas você vai querer compartilhar.”

Se ficou difícil de entender, Mosseri explica: “Se eu gosto dos posts do meu irmão e ‘curto’ tudo que ele publica, nós vamos assumir que é mais provável que você curta outra publicação do seu irmão quando ela surgir no seu Feed de Notícias”.

Amigos e familiares primeiro
 
A partir de agora, as publicações de amigos e familiares terão maior peso quando o “score de relevância” estiver decidindo o que será exibido primeiro.

A rede social promove essa mudança de curso para que os usuários não tenham que rolar muito a página até começar a ver o que seus conhecidos andam compartilhando. “Conectar as pessoas a seus amigos e familiares é a proposição mais valiosa, sob a qual a companhia foi construída.”

Informação e entretenimento
 
O Facebook também definiu ainda que as publicações com maior peso no Feed, depois das de pessoas próximas, serão as informativas. “As pessoas gostam de aprender coisas no Facebook, pode ser por uma notícia ou por uma reportagem.”

Publicações de entretenimento também terão seu valor, mas menor que as noticiosas. “Nós sabemos que as pessoas vêm ao Facebook para se divertir, para ver um vídeo engraçado, para rir de algo”, comenta Mosseri.

Ao detalhar como funciona o ranqueamento de postagens, o Facebook reforça que não tende a indicar artigos de um determinado viés político, suspeita levantada pelo site “Gizmodo”. Ex-funcionários da rede social disseram que a lista de tendências da rede social suprimia histórias conservadoras. Segundo a rede social, a listagem de posts populares assim como o ranqueamento é feita com base no que o usuário costuma querer ver. “Essa mudança é feita para que as pessoas passem a ler mais histórias de seus amigos, a ter acesso a conteúdos em que estão mais interessadas”, diz o gerente.

O Facebook nega ainda que a mudança seja uma resposta à queda nas postagens pessoais. Segundo o site “The Intercept”, o número de publicações de usuários comuns caiu a uma taxa de dois dígitos em 2015 – isso seria o motivo para a empresa apostar tanto nos vídeos ao vivo, que recebem mais comentários e “curtidas” do que as outras publicações na rede social. “Compartilhar no Facebook ainda é estável e saudável”, afirmou Mosseri.

Publicadores em baixa
 
A rede social avalia que a alteração de prioridade será um baque para publicadores que usem o site como plataforma de distribuição de conteúdo. “Antes de introduzir uma mudanças dessas, o Facebook sempre considera seu efeito sobre o ecossistema”, comenta Mosseri. “A gente espera que os publicadores percebam uma queda no alcance das páginas e no ‘referal’ [compartilhamento de um post de uma página feito por outra pessoa]. Essas mudanças podem variar de publicador para publicador.”

A saída para donos de páginas será esperar que as pessoas espalhem seus conteúdos. “Se eu compartilho o link de uma página de publicador, isso é considerado como o post de um amigo e tende a ir melhor. Quanto mais os publicadores confiarem no compartilhamento de seu conteúdo pelas pessoas, menos eles serão afetados por essas mudanças.”



Via: G1

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Instagram testa função de integração com o WhatsApp

Foto de Silas Elias.
Instagram testa integração com o WhatsApp por: Rodrigo Matoso


O Instagram está testando uma integração com o WhatsApp. Funciona assim: quando você publicar uma foto ou vídeo no Stories, ele também será compartilhado na área correspondente do WhatsApp, que se chama Status. A informação foi divulgada nesta semana, em uma reportagem do site americano TechCrunch.

No final do ano passado, o Instagram permitiu que as pessoas compartilhassem os conteúdos do Instagram Stories também no Facebook, que tem uma área semelhante no seu aplicativo para smartphones. Agora, o WhatsApp pode entrar no jogo. Se deu branco, vale lembrar que Instagram e WhatsApp são empresas do Facebook.
Ainda não se sabe quando ou se a novidade estará realmente disponível aos usuários do Instagram. “Estamos sempre testando novas formas de melhorar a experiência no Instagram para facilitar o compartilhamento de qualquer momento com as pessoas que importam para você”, disse um porta-voz da empresa ao TechCrunch.
Se você tem um smartphone com sistema Android, pode participar do programa de testes do Instagram gratuitamente e receber novidades (a também alguns bugs) antes dos demais usuários.

Exame

sábado, 29 de abril de 2017

Facebook possui 31 vagas abertas no Brasil, incluindo Country Manager

 Interessado em trabalhar no Facebook? Pois bem, a rede social está com 31 vagas de trabalho abertas para o seu escritório em São Paulo.

A lista inclui diversos cargos, incluindo recrutador, analista de comunicação de dados, gerente de soluções para clientes (TI e telco), entre muitos outros.

Merece destaque a vaga para Country Manager (Diretor Geral) do Facebook no Brasil, ocupada até recentemente por Marcos Angelini, que saiu da empresa no início de 2017.

Outros cargos de chefia para os quais o Facebook busca profissionais em SP incluem duas vagas para diretor de parcerias para o Instagram, uma voltada para o mercado do Brasil e outra para a América Latina.

Clique aqui para visualizar todas as vagas e saber como se inscrever para trabalhar na maior rede social do mundo.

Via: idgnow

Empresas de tecnologia correm para detectar violência em vídeos

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Companhias de Cingapura a Finlândia estão correndo para desenvolver softwares de inteligência artificial que podem detectar e bloquear automaticamente vídeos de assassinatos e mutilação antes de se tornarem virais em redes sociais. Por enquanto nenhuma conseguiu resolver o problema completamente.
Um tailandês que filmou a si mesmo assassinando a filha de 11 messes em um vídeo ao vivo no Facebook nesta semana é o mais recente de uma série de crimes violentos transmitidos ao vivo em redes sociais.
O incidente levantou questionamentos sobre como o sistema de denúncia do Facebook funciona e como conteúdo violento pode ser detectado mais rapidamente.
A Google, que enfrenta problemas similares com seus serviços no YouTube, e o Facebook estão trabalhando em suas próprias soluções.
A maioria está se focado na aprendizagem em profundidade: um tipo de inteligência artificial que usa redes neurais computadorizadas que “ensina” computadores a identificar uma cena violenta em um vídeo.

sexta-feira, 31 de março de 2017

A obsessão do Facebook com o 'Stories' é uma ameaça ao Snapchat?

No passar de cinco semanas, o Facebook copiou um formato inaugurado pelo Snapchat e o introduziu em todos os seus três aplicativos mais usados: WhatsApp, Messenger e o aplicativo móvel do Facebook.
“Stories”, uma ferramenta que permite compartilhar fotos e vídeos em um feed que “desaparece” após 24 horas, chegou ao Instagram em agosto e agora é lançado no Facebook.
Com o recurso promovido e distribuído em toda a família de apps da companhia, a "Snapficação" do Facebook agora está completa. 
A empreitada da companhia de Mark Zuckerberg foi claramente encorajada pelo sucesso do Instagram Stories, que conquistou cerca de 150 milhões de usuários diários - batendo o número total do Snap quando este abriu sua oferta pública no início deste mês. 
O Facebook agora está tentando replicar esse sucesso com um alcance que não tem precedente. O app móvel do Facebook possui 1,74 bilhão de usuários ativos mensais e 1,15 bilhão de pessoas acessam o Facebook via dispositivos móveis todos os dias, de acordo com a própria companhia. O WhatsApp possui mais de 1,2 bilhão de usuários mensais ativos e o Messenger ultrapassou 1 bilhão de usuários mensais em julho e o Instagram alcançou 600 milhões de usuários ativos mensais em dezembro. 
O Facebook se sente confortável com copycatting (se funcionar) 
A companhia não é nenhuma estranha a copiar seus concorrentes. Vale lembrar que a rede social também “se inspirou” em recursos que ficaram populares pelo Twitter, Periscope e outros. Mas o Snapchat conseguiu a atenção suficiente ao ter sido o mais agressivamente copiado pela companhia que tentou e não conseguiu comprá-lo por US$ 3 bilhões há quatro anos.
“Como um usuário eu penso que é ruim e eu penso que é uma estratégia ruim de negócios quando você está literalmente copiando recursos como um mecanismo de defesa, mas por outro lado há uma propensão crescente de que pessoas gostam de se comunicar desta forma”, disse Adam Kleinberg, CEO da agência de publicidade Traction. 
O Facebook tem concentrado esforços, particularmente nos últimos dois anos, em direção a vídeos, algo que reforça que vídeos se tornarão uma forma cada vez mais dominante de comunicação, de acordo com Kleinberg.   
O Stories está se tornando uma extensão natural dos vídeos em um ambiente social.
“Um dos grandes atrativos dos vídeos no Snapchat é que eles desaparecem. Eles não precisam parecer bons, eu não preciso estar bem. Eu posso ser eu mesmo”, e isso resolve muitas das preocupações dos usuários ao compartilhar muito sobre suas vidas pessoais, reflete Kleinberg.
“Eu penso que isso abre uma porta para as pessoas transmitirem momentos de sua vida de uma forma mais aberta. Eu acredito que é uma ótima ferramenta social para pessoas descobrirem e gostar de usarem”.
Para ele, o Facebook pode até atrair um grande volume de usuários mais velhos do Snapchat, mas a companhia ainda não fez muito para atrair o público mais jovem que tem dedicado horas no Snapchat. 
Kleinberg diz que a onipresença do Stories vai se tornar um grande atrativo para o Facebook, mas há um retorno significativo para os usuários que não têm uma grande rede de seguidores em cada aplicativo. 
Embora o Facebook tenha jogado luz ao Stories em um método aparentemente idêntico em todas as quatro das suas principais plataformas, a publicação cross do recurso entre esses aplicativos não é possível. 
"Até certo ponto isso está prejudicando os usuários", diz Kleinberg. "É meio irritante que eu tenha que olhar em volta de todos esses aplicativos se eu quiser consumir os feeds de vídeo da minha rede."
De várias formas, a lógica do Facebook ao fazer do recurso praticamente igual em todos os quatro aplicativos é menos importante do que o resultado. 
A companhia está simplesmente fazendo de tudo para conter o crescimento do Snapchat e remover os pontos mais óbvios de diferenciação entre o Snapchat e a família de aplicativos do Facebook.
“Quando você olha o crescimento massivo de anúncios que o Facebook está experimentando, eu penso que é difícil descrever isso como desespero. Eles estão claramente vencendo”, diz Kleinberg. “Eu penso que a ambição deles é insaciável. Orgulho e invenção não é necessariamente um valor central aqui. Eles veem que o valor inerente é o gráfico social… É parte de uma jogada típica do Facebook a essa altura”. 

Via: IDGNow

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Facebook atualiza página que reúne configurações e dicas de privacidade


O Facebook atualizou a página da rede social com noções básicas sobre privacidade (visite aqui). A página explica como funcionam as diversas configurações de privacidade do Facebook e permite que o usuário ajuste as configurações conforme aprende sobre seu funcionamento em 32 guias interativos. 

A página também alerta sobre como certos recursos da rede social funcionam. Por exemplo: um dos guias explica que o dono de uma postagem pode mudar a permissão de visualização dela a qualquer momento, restringindo ou liberando o acesso aos comentários daquela publicação. Quem faz um comentário, porém, não é notificado dessa mudança e pode acabar tendo seu comentário exposto publicamente.

Segundo o Facebook, a página resulta de uma colaboração da rede social com organizações de defesa da privacidade, como o National Cyber Security Alliance, a Electronic Frontier Foundation e o Center for Democracy and Technology. A renovação da página, lançada nesta quinta-feira (26), é uma iniciativa ligada ao Dia da Privacidade de Dados, celebrado no dia 28 de janeiro.




Trecho da página de noções básicas sobre privacidade do Facebook. (Foto: Reprodução)

Também há orientações para modificar preferências ligadas à publicidade e melhorar a segurança da conta do Facebook, bem como ajustar como serão tratadas publicações em que o usuário foi marcado.

Nenhuma das opções é nova. Todas já estavam disponíveis na página de configurações do Facebook, mas a página pretende simplificar o acesso a essas opções. "Essa iniciativa é parte dos esforços do Facebook para garantir que você tenha todas as informações necessárias para compartilhar o que quiser apenas com quem quiser", afirmou a rede social, em um comunicado.


Via: G1

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Facebook deixa de informar que posts foram editados

Facebook removeu recentemente a tag “Editado” dos posts modificados pelos autores na rede social. A função – lançada pela rede social em junho de 2013 – permitia visualizar com destaque a informação de que os posts que foram alterados (desde uma vírgula até edições mais complexas) e conferir o histórico de edições realizadas, como a exclusão de uma frase ou inclusão de um emoji, por exemplo. A atualização no feed de notícias ocorreu na última semana sem alardes e apenas os mais atentos notaram a ausência da etiqueta.


Como adicionar apelidos para amigos no bate-papo do Facebook (Foto: Melissa Cosset/TechTudo) (Foto: Como adicionar apelidos para amigos no bate-papo do Facebook (Foto: Melissa Cosset/TechTudo))
Remoção da tag "Editado" não permite ver alterações feitas em publicações (Foto: Melissa Cosset/TechTudo)



Ao entrar em contato com a assessoria do Facebook no Brasil para entender o porquê da remoção do recurso e se ela será definitiva, não houve qualquer informação oficial como resposta para a exclusão da tag e sobre o histórico de edições, que também eram utilizados pela rede social em comentários para o leitor não se sentir enganado em caso de mudanças drásticas.

FacebookO Facebook não expõe mais as alterações feitas na publicação (Reprodução/Taysa Coelho)




























Por outro lado, com o possível fim da tag “Editado” não ficam mais expostos erros de digitação, ortografia ou até mesmo informações que um perfil pessoal ou corporativo (página de marca e fãs) tivesse corrigido em uma publicação. Antes da recente mudança, para alterar um texto postado sem que ninguém notasse, seria necessário excluí-lo e redigi-lo novamente para excluir a tag "editado".
Via Techtudo

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Vai ficar mais difícil ignorar os vídeos do Facebook

 

O sistema de legendas automáticas do Facebook começou a operar de uma forma mais ampla, embora a empresa não tenha feito qualquer anúncio sobre a liberação da novidade. Quem notou a chegada do serviço foi o TechCrunch, para quem o Facebook disse ter começado a disponibilizá-lo em outubro passado.

O que o sistema faz é usar um software de reconhecimento de voz para sugerir legendas para os vídeos. O administrador da página pode, então, conferir se está tudo certo e editar o texto que contiver erros. Até então, só havia duas formas de incluir legendas: subir o arquivo separadamente ou incorporá-las nos vídeos antes de mandá-los para o Facebook.

O Facebook anunciou que tinha intenções nesse sentido em fevereiro de 2016, quando pesquisas internas mostraram que propagandas em vídeo tinham uma taxa de rejeição altíssima. Surgiu, então, a ideia de permitir a inclusão de legendas automáticas porque a presença do texto aumenta consideravelmente a aceitação do público. Fica à escolha do anunciante acionar o serviço ou não, mas a equipe da rede social recomenda que sim, já que as legendas chamam atenção e fazem com que os internautas parem ao menos por alguns segundos para entender o que está sendo transmitido.

Só que a rede social nunca chegou a comentar sobre a possibilidade de liberar a ferramenta para todas as páginas. Ficou a impressão de que as legendas seriam exclusividade dos anunciantes, o que agora se sabe que não é o caso. Mas, pelo menos por enquanto, a novidade só funciona com legendas em inglês.


Via: olhardigital

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Facebook é enganado por notícia falsa

O Facebook foi enganado por seu próprio algoritmo nesta terça-feira, 27, por conta de notícias falsas. A rede social ativou erroneamente a Verificação de Segurança depois que uma série de notícias falsas afirmaram que houve uma explosão em Bangkok, na Tailândia.
Usuários do país receberam um alerta para se marcarem seguros, mas não houve detalhes sobre quando e como a explosão ocorreu. O recurso foi desativado uma hora depois de ativado.
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Esta não é a primeira vez que a ferramenta é ativada de maneira errada. Em março, o Facebook alertou moradores do Reino Unido e dos Estados Unidos sobre um atendado no Paquistão.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Mark Zuckerberg apresenta ‘Jarvis’, inteligência artificial para casas

Mark Zuckerberg, o CEO do Facebook, publicou um post em sua conta na rede social os caminhos que percorreu em seu desafio pessoal para 2016, que era construir uma inteligência artificial capaz de controlar sua casa automaticamente.

O projeto foi batizado de “Jarvis”, em alusão ao assistente pessoal do Homem de Ferro nos filmes da Marvel, e é capaz de várias tarefas, como controlar luzes, temperatura, eletrodomésticos, música e segurança.
jarvis facebook (Foto: Reprodução/Facebook)
De acordo com o CEO, o projeto foi feito com várias linguagens de programação, como Python, PHP e Objective C, usando tecnologias como processamento de linguagem natural, reconhecimento de voz e facial e aprendizado de máquinas. “Estes desafios sempre me fizeram aprender mais do que eu esperava”, aponta.
A estrutura da inteligência artificial está hospedada em um servidor localizado na casa do programador. Ela possui três interfaces diferentes: um bot no Messenger, um aplicativo específico construído para o iOS e câmeras instaladas na porta da residência. Os comandos recebidos são processados e enviados para os dispositivos adequados.
O primeiro passo do projeto, aponta Zuckerberg, foi criar uma forma de fazer com que o servidor pudesse se comunicar com todos os dispositivos corretamente, uma vez que eles usam protocolos diferentes. Isto envolveu, inclusive, fazer a engenharia reversa de diversos APIs.
A etapa seguinte foi treinar a inteligência artificial em reconhecimento de voz, uma tarefa difícil, explica, por que muitos comandos são dependentes de contexto para serem cumpridos corretamente. Um exemplo é dizer simplesmente “acender a luz”, que faz com que o sistema precise identificar em qual sala está o usuário e a qual lâmpada ele se refere.
Outro recurso no Jarvis é a capacidade de reconhecer faces. Para isso, Zuckerberg conta que usou as tecnologias do próprio Facebook, que já são avançadas o suficiente para reconhecer amigos de contatos em fotos.
Os problemas nesta área ocorrem por que os rostos humanos são muito parecidos entre si em comparação a dois objetos aleatórios. A inteligência artificial também tem dificuldade para reconhecer pessoas quando elas estão de costas e a solução, neste caso, foi instalar várias câmeras na porta de casa para maximizar a chance de identificação.
Inteligência artificial de Zuckerberg pode se comunicar por texto ou voz (Foto: Reprodução/Facebook)
O sistema de Zuckerberg, neste caso, é simples: ele pode identificar uma pessoa que esteja visitando sua casa, confirmar que a pessoa está sendo esperada, abrir a porta automaticamente e informar que ela chegou.
Para se comunicar com o Jarvis, o CEO desenvolveu duas interfaces diferentes. A primeira delas é um bot no Messenger capaz de identificar comandos por texto e ordens simples por voz e executá-los. Zuckerberg explica que, ao contrário do que esperava, a quantidade de vezes que ele usa texto para a comunicação é maior do que a de voz.
Ele lembra que isto também vai ao encontro de dados de uso do WhatsApp, que apontam que a comunicação por texto cresce em velocidade maior do que a por voz. O motivo apontado é que os comandos por voz não soam naturais quando dados junto a outras pessoas e as mensagens de texto são mais convenientes para recuperar informações em pouco tempo.
Outra forma de comunicação usada é um aplicativo para iOS específico para comandos de voz. De acordo com Zuckerberg, a construção desta forma de comunicação o levou a acreditar que os sistemas de automação deveriam contar com formas de interação usando dispositivos já presentes na vida das pessoas - como smartphones - em vez de objetos extras espalhados pela casa.
Diagrama dos sistemas conectados na criação de Jarvis (Foto: Reprodução/Facebook)
Uma vantagem desta escolha é que os sistemas de reconhecimento de voz, em geral, precisam ser ajustados para tarefas específicas. Escutar pessoas falando próximas ao microfone é diferente de fazê-lo quando elas estão do outro lado da sala, justifica.
“O reconhecimento de voz tem melhorado muito nos últimos tempos mas nenhuma inteligência artificial é capaz de entender conversas ainda. O sistema depende de escutar o que você está falando e prever o que você vai falar em seguida, o que significa que falas estruturadas são muito mais fáceis de entender do que as não estruturadas”, diz.
Embora o desafio esteja tecnicamente completo, Zuckerberg pretende continuar melhorando o Jarvis, já que é algo que está presente todos os dias em sua vida. Os próximos passos, cogita, são a criação de um aplicativo para Android e a instalação de terminais de voz em outros cômodos de casa para conectar novos aparelhos.
A longo prazo, seu sonho é ensinar a inteligência artificial a aprender novas habilidades sozinha e sem a interferência humana. O problema, neste caso, é que a própria ciência ainda não sabe como o aprendizado funciona, o que significa que isto só seria possível se ele próprio descobrisse uma solução para este problema.
Via Facebook

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Cada notícia falsa pode render multa de R$ 1,7 milhão ao Facebook

Mark Zuckerberg talvez tenha demorado demais para reconhecer que o Facebook tem certa responsabilidade pela propagação de desinformação na internet. Embora a empresa tenha anunciado uma série de ações em relação ao problema, o governo alemão informou que está preparando seu próprio pacote de medidas, um que pode resultar em danos financeiros enormes para a rede social e outras empresas do ramo.
Liderada pelo ministro da Justiça Heiko Maas, a ala governista pretende instituir novas leis para endurecer o trato com sites como Facebook, Twitter e YouTube quanto ao combate a discurso de ódio, e isso impacta diretamente na questão das notícias falsas. Está em análise a possibilidade de se aplicarem multas individuais no valor de € 500 mil, o que equivale a R$ 1,7 milhão por post denunciado.
A Alemanha tem uma das legislações mais severas sobre discurso de ódio no mundo, com penas de prisão a quem negar o Holocausto, por exemplo. Só que, na semana passada, foi reportado que o primeiro link mostrado pelo Google em resposta à pergunta “O Holocausto aconteceu?” era de um site neo-nazista. Embora isso ocorra na versão em inglês do buscador, a edição alemã também destaca alguns links do gênero, e especialistas consultados pelo The Guardian asseguram que esse é exatamente o tipo de situação passível de punição no país.
O governo não quer que as empresas escaneem todo o conteúdo publicado por seus usuários, e sim que levem a sério as denúncias, o que não vem acontecendo satisfatoriamente. No ano passado, Maas formou uma força-tarefa com representantes de Google, Facebook e Twitter para que todo material ilegal fosse deletado em até 24 horas após o recebimento de uma reclamação, mas em setembro deste ano o governo reportou que o Facebook só consegue deletar 46% desse conteúdo, o YouTube (do Google), 10%, e o Twitter está ainda pior, com taxa de 1%.
“Já estamos estudando em detalhe como podemos tornar os provedores de plataformas online criminalmente responsáveis por conteúdo não deletado que fira a lei alemã”, disse o ministro ao The Observer. “Claro, se outras medidas não funcionam, temos que pensar em multas. Isso seria um forte incentivo para [uma] ação rápida.”
Atualmente, o país só permite que empresas sejam multadas por ações criminais até o limite de € 10 milhões (R$ 35,4 milhões), mas Mass procura formas de fazer com que no futuro as punições sejam calculadas com base em seus volumes globais de negócios. “Companhias que ganham dinheiro com suas redes sociais têm obrigações sociais — não pode ser do interesse de nenhuma empresa que sua plataforma seja usada para cometer crimes”, pontuou o ministro.

Via: Olhardigital