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sábado, 11 de março de 2017

Entenda a diferença entre hub, switch, bridge e roteador

Atualmente, é comum encontrarmos, nos fóruns da internet, várias questões relacionadas a equipamentos de rede, em geral fornecidos pelas operadoras. Uma das perguntas mais comuns é “como colocar o modem tal em modo bridge“. Quem faz essas perguntas, no entanto, em geral desconhece alguns conceitos básicos de redes de computadores.
O fato é que, hoje, são comuns, no mercado doméstico, equipamentos chamados de all in one, que concentram, em um único dispositivo, as funções de modem, de roteador, de switch e de ponto de acesso wireless, entre outras. No entanto, para tirar o máximo proveito de sua rede, é necessário entender para que cada coisa serve e como elas atuam.
Hub. fonte: https://www.palpitedigital.com/wp-content/uploads/2009/08/hub-e1442605954417.jpg
O hub é, talvez, o dispositivo mais antigo ainda em utilização. Seu nome significa concentrador e esta é a sua função: ele centraliza as conexões de todos os equipamentos de rede. Estes dispositivos operam na camada física do modelo OSI, ou seja, ao receber uma sequência de dados de um computador, ele a transmite para todos os outros que estejam conectados a ele. Em redes pequenas, isso não chega a ser um problema, mas em ambientes com vários computadores, pode se traduzir em lentidão.
Os hubs podem ser passivos, caso em que eles apenas retransmitem o sinal que recebem para todas as estações, ou ativos, que realizam as mesmas funções, mas conseguem amplificar o sinal de rede. No caso de se utilizar um hub passivo, há de se atentar para os limites físicos dos cabos de rede, que passam a perder o sinal após 100 metros.
Switch. Fonte: https://s.glbimg.com/po/tt/f/original/2013/05/13/switch.jpg
O switch, por sua vez, é também chamado de hub inteligente, pois realiza as mesmas funções de um hub, mas com o diferencial de que ele consegue “aprender” para onde deve enviar as informações.
Funciona assim: se um computador A quer enviar informação para o computador B, um hub comum vai enviar essa informação para todos os computadores da rede; com isso, nenhum computador vai conseguir se comunicar com o outro enquanto B não receber a informação de A. Já um switch, da primeira vez que precisar enviar essa informação, agirá da mesma forma que um hub comum, mas uma vez que consiga entregar a informação de A para B, vai gravar em uma lista interna em quais portas estão conectados A e B, abrindo um canal de comunicação exclusivo entre esses dois equipamentos quando os mesmos quiserem trocar novas informações. Desta forma, mais equipamentos poderão transmitir dados ao mesmo tempo, tornando a rede mais rápida.
Bridge. Fonte: http://www.ictlounge.com/Images/network_bridge.gif
Uma bridge é um equipamento que segmenta a rede em duas partes, com os objetivos de melhorar a segurança ou o tráfego de rede. Em relação à segurança, a bridge pode permitir que as informações vindas de determinados equipamentos trafeguem apenas de um lado da “ponte”, restringindo acesso a dados desconhecidos. Já em relação ao tráfego de rede, a bridge pode verificar os endereços de origem e de destino, comparando-os com uma tabela interna, e repassar os dados destinados à outra parte da rede.
Roteador. Fonte: https://imgnzn-a.akamaized.net/2012/9/materias/305092785941.jpg?w=700&h=393&mode=crop
Já os roteadores permitem que os dados possam trafegar entre duas redes distintas. Por exemplo: ele poderia interligar, em uma empresa, a rede do setor de contabilidade com a rede da gerência. Além disso, ele também pode controlar o caminho mais curto ou de melhor desempenho entre os equipamentos, baseado no número de roteadores em cada caminho, a fim de garantir que a informação trafegue da forma mais rápida possível.
Então a diferença entre modo router e modo bridge nos equipamentos das operadoras se baseia na definição desses equipamentos. Quando alguém configura a sua rede em modo router, o equipamento da operadora faz a ligação entre duas redes distintas: a rede de equipamentos da sua casa (que, em geral, possui ip 192.168, 172.16 ou 10) e a Internet, que é a rede mundial de computadores. Já quando o usuário configura seu equipamento em modo bridge, seu equipamento fica conectado diretamente à Internet, recebendo inclusive um IP válido. Em outras palavras, há uma rede só.
Embora usuários avançados e especialistas em rede prefiram o modo bridge, o mesmo exige mais equipamentos do usuário. Geralmente, estas pessoas colocam o modem da operadora em bridge e o conectam a um roteador, que terá a função de separar as duas redes e de fornecer endereços IP aos equipamentos. Também é possível conectar um computador diretamente ao equipamento em bridge, nele fazendo a autenticação e instalando serviços necessários, como um servidor DHCP.
Fonte: VASCONCELOS, Leandro. Fundamentos de redes. Editora Terra, 1ª edição, 2003. Págs: 90-103.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Facebook lança Flash, outra cópia do Snapchat (e que chega primeiro ao Brasil)

O Facebook parece bastante empenhado em destruir o Snapchat: depois de implantar os principais recursos do concorrente em seus próprios aplicativos, a empresa de Mark Zuckerberg vai lançar nesta quarta-feira (9) um aplicativo dedicado que se parece muito com o que já conhecemos. Ele se chamará Flash e estreará no mercado brasileiro antes do resto do mundo.
facebook-flash
Segundo o G1, as principais características do Snapchat também estão presentes no Flash, como as histórias que se autodestroem, a possibilidade de colocar máscaras faciais e os recursos de desenhar sobre uma imagem ou incluir emojis. O Facebook diz que, na estréia do aplicativo, terá máscaras temáticas para o Brasil.

Assim como no Snapchat, a primeira tela que você acessa quando abre o Flash mostra a imagem da câmera. Você pode tirar uma foto e depois rabiscar, escrever ou colocar alguma máscara. Então, basta enviá-la para algum contato ou compartilhá-la com todos os seguidores. No caso do Flash, as histórias se autodestroem em cinco segundos, e o bate-papo é apenas por texto.

O Flash chegará primeiro ao Brasil porque os usuários “abraçam facilmente novidades”, segundo o Facebook. Além disso, há algumas modificações específicas para mercados emergentes: o Recode diz que o Flash é pensado para lugares onde a conexão não é muito boa, por isso, o aplicativo é pequeno (25 MB, contra mais de 90 MB do Snapchat) e consome menos dados móveis.

Ainda não há previsão de lançamento do Flash em outros países. Para os brasileiros, ele estará disponível a partir das 12h na Play Store.


Via: Tecnoblog

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Novo padrão de rede cabeada pode oferecer até 5 Gbps transferência de dados

Um novo padrão para redes cabeadas, que promete melhorar a transmissão de dados, recebeu aprovação internacional do Instituto de Engenheiro Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) nesta semana. Conhecido como ‘802.3bz-2016, 2.5G / 5GBASE-T’, o novo padrão pode variar entre 2,5 Gbps a 5 Gbps de velocidade, superior aos 1 Gbps das redes mais comuns. Lembrando que o IEEE também tem representação no Brasil.
Um dos diferenciais da tecnologia é que ela não necessita de um cabo especial para chegar a essas taxas de transferência. Com o novo padrão é possível atingir 2,5 Gbps com cabos Cat 5e e a velocidade máxima com os cabos Cat 6.
Novo padrão funciona em cabos Cat 5e e Cat 6 (Foto: Divulgação)Novo padrão funciona em cabos Cat 5e e Cat 6 (Foto: Divulgação)










O novo padrão foi desenvolvido para ser um meio termo entre as redes de 1 Gbps e as de 10 Gigabit Ethernet, que necessitam de cabeamento especial – consequentemente mais caro – e são mais comuns em ambientes corporativos, como em data centers e servidores.
Os pesquisadores conseguiram desenvolver uma tecnologia semelhante às redes 10GBASE-T, porém com uma largura de banda menor – entre 100 MHz e 200 MHz, contra 400 MHz. Com isso, os cabos não necessitam de uma blindagem de alta qualidade, permitindo o uso de cabos Cat 5e, comuns em redes domésticas, e Cat 6.
Atualmente, as redes domésticas contam com equipamentos – roteadores e placas de rede – que podem atingir em torno de 1 Gbps de taxa de transferência. Por outro lado, as redes Wi-Fi que utilizam o protocolo ACpodem chegar a mais de 6 Gbps.
Com o novo padrão, a taxa de transferência de dados dentro da rede cabeada será mais do que o dobro da atual. Assim, a troca de grandes arquivos, como filmes em 4K, ou o acesso a NAS (Network Attached Storage), para armazenar arquivos em uma rede de computadores, será muito mais rápido. Lembrando que isso não influenciará na velocidade da Internet, que depende do provedor contratado.
No entanto, o padrão 2.5G/5GBASE-T ainda deve demorar algum tempo até se tornar popular, visto que ainda são vendidos roteadores sem portas Gigabit.
Via IEEE e Ars Technica

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Pilantragem: ex-desenvolvedor do Tor ajuda FBI a descobrir quem usa o Tor

Privacidade é uma coisa bem difícil nos atuais moldes da internet. Com sites que rastreiam tudo e todos, o usuário precisa recorrer a softwares que tragam funcionalidades especiais para mascarar sua identidade online.
O Tor Project é uma das principais iniciativas nesse sentido, mas parece que nem mesmo quem usa esse programa está mais a salvo. De acordo com a informação do Daily Dot, o FBI agora consegue identificar quem usa (e com quais finalidades) a rede do Tor.
Como isso é possível? Os agentes federais dos Estados Unidos têm a ajuda de Matthew Edman (imagem abaixo). E quem é esse sujeito? É o mesmo cara que ajudou a simplificar o Tor. Pois é. Numa manobra inesperada, o ex-desenvolvedor do Tor Project mudou de time e agora, além de não ajudar na privacidade das pessoas, resolveu tirar todos do anonimato.
Unindo forças à Operação Torpedo, com o objetivo de derrubar a Dark Net (uma rede envolvida com pornografia infantil), Edman criou um malware para o FBI, que é capaz de desmascarar os usuários que usam o Tor. Esse software criado pelo ex-integrante do Tor Project consegue identificar acesso a sites com esse tipo de conteúdo e revelar outros dados dos usuários.
Curiosamente, boa parte dos investimentos para o desenvolvimento do Tor Project vieram do governo americano. Agora, o governo está hackeando sua própria ferramenta. O problema é que, mesmo com boas intenções, tudo isso está gerando insegurança, já que até mesmo uma ferramenta confiável não pode mais entregar privacidade e segurança.

Via: Tecmundo

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Anatel vai analisar pedido do Ministério das Comunicações sobre banda larga

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, disse nesta quinta-feira, 14, que vai analisar o teor do ofício do Ministério das Comunicações, que cobra da agência medidas para que as empresas respeitem os direitos dos consumidores de banda larga fixa. "Vamos analisar o ofício e tomar uma decisão", afirmou Rezende.

No documento divulgado pela pasta, o ministro André Figueiredo diz acompanhar com preocupação as notícias de que as teles pretendem acabar com os planos ilimitados na banda larga fixa e estabelecer limites de uso mensal, como ocorre no serviço de internet móvel 3G e 4G. Ao exceder a franquia, a operadora poderá reduzir a velocidade ou até mesmo bloquear a conexão. "Pelos dados que temos, ainda não há uma prática desse processo (de interromper o serviço)", afirmou Rezende.


De acordo com Rezende, não há viés político na questão. "Trata-se de uma questão técnica. É uma preocupação que o ministério está externando à Anatel para que olhe todos os impactos de futuras decisões a respeito desse assunto, muito embora as empresas não estejam praticando esta questão", afirmou "Estamos agora fazendo um trabalho na superintendência de relação com consumidores para que haja um olhar sobre isso."

A polêmica começou em fevereiro, quando a Telefônica Vivo anunciou o limite para os novos clientes a partir de janeiro de 2017. A NET e a Oi já preveem a franquia nos contratos, mas ainda não restringem o serviço. A TIM é a única que não adota o limite de dados para banda larga fixa.

Além das reclamações de usuários nas redes sociais que propõem até mesmo o boicote às teles, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) lançou ontem uma petição online contrária à decisão das empresas. A campanha, que é feita dentro do site da entidade, busca assinaturas de usuários do serviço para fortalecer uma ação judicial contra as operadoras movida em maio de 2015.

De acordo com o regulamento que rege o serviço de banda larga fixa, o estabelecimento de franquias é possível e a redução da velocidade é uma alternativa para a continuidade do serviço, caso o usuário não deseje efetuar pagamento adicional pelo consumo excedente.




segunda-feira, 11 de abril de 2016

CPI dos Crimes Cibernéticos criaria estado de vigilância para brasileiros

O Congresso Nacional divulgou nessa quarta-feira (30) o relatório final da CPI dos Crimes Cibernéticos, algo que se aprovado pode colocar a sua liberdade de expressão na Internet e privacidade em risco.
 
No ano passado, a Câmara dos Deputados instaurou tal CPI dizendo que teria como objetivo melhorar a segurança no ambiente virtual. Porém, o relatório final aponta projetos de lei que, em resumo, criariam um perene estado de vigilância na rede. Se aprovados, eles dariam conta de punir, por exemplo, quem fala mal de políticos no Facebook. Algo que Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio, diz que acabaria transformando a rede em um meio “chapa branca".
 
O relatório chega a propor alterações na lei do Marco Civil da Internet, aprovada em 2014, que assegura a liberdade de expressão de internautas brasileiros. 
 
Affonso chama atenção para o artigo 19 do Marco Civil que diz que provedores de serviços na Internet, incluindo aí redes sociais, blogs e mensageiros instantâneos, somente serão responsabilizados se descumprirem uma ordem judicial. O recurso visa evitar que redes sociais, por exemplo, se tornem censores. Para remoção de conteúdos que possam ou não ser ilícitos, a empresa responsável pela aplicação precisa de uma ordem de um juiz para isso. A exceção se dá no artigo 21 que diz respeito a casos de pornografia de vingança. 
 
A CPI dos cibercrimes propõe uma outra exceção, a de violações à honra de forma "acintosa". Isso significa que uma pessoa que se sentir atingida por qualquer foto, vídeo ou texto poderá notificar o provedor e este terá de remover o conteúdo do ar em 48 horas. Além de retirá-lo, o provedor ainda precisará monitorar o serviço para impedir que o conteúdo reapareça na plataforma, caso contrário, a empresa responsável pela rede social será co-responsabilizada e terá de indenizar a pessoa ofendida.
 
"Isso vai totalmente contra a lógica do Marco Civil que não incentiva provedores a tomarem decisão sobre remoção de conteúdo e, por outro lado, trabalha com um conceito extremamente subjetivo do que é o ataque contra a honra de forma acintosa", ressalta Souza, também professor de Direito da UERJ. 
 
"Uma vez aprovado, isso indica que qualquer discurso político partidário vai virar ferramenta de notificação e retirada de conteúdo. Você cerceia a liberdade de expressão na Internet de uma forma incrível, vai ser muito útil para políticos que vão conseguir calar discursos contrários a sua atuação, vai se calar qualquer jornalismo investigativo, calar qualquer comentário mais crítico desde ao restaurante, ao hotel, a crítica literária, ou seja, sofre a liberdade de expressão e sofre a ideia de uma Internet aberta", complementa. 
 
A CPI aborda outros pontos polêmicos que podem diminuir a liberdade de brasileiros na rede. Um dos projetos de lei prevê que se o usuário desrespeitar os “termos de uso” - aquela página que você diz concordar sem nem ter lido – de sites e aplicativos, ele poderá ser condenado até dois anos de prisão. Outro PL atribui competência à Polícia Federal para qualquer crime praticado usando um computador ou celular, o que pode incluir o download de músicas e filmes. 
 
Outro ponto da CPI dos Crimes Cibernéticos indica que os provedores de internet podem ser obrigados a revelar automaticamente quem está por trás de cada endereço de IP na rede, isso sem uma ordem judicial como acontece atualmente. Em resumo, a polícia teria acesso a dados sensíveis de uma pessoa, como nome e endereço domiciliar através de seu computador. 
 
“Se você casa rapidamente a PL de remoção de conteúdos que atinjam a honra e no outro facilita o acesso ao IP, isso torna muito mais fácil a perseguição política na Internet”, alerta Souza. 
 
Para o diretor do ITS-Rio, a remoção de conteúdo por violação à honra "cai como uma luva em tempos onde a Internet está tão dividida politicamente" e se aprovada se tornaria a ferramenta perfeita para abafar o discurso político contrário. 
 
"Ao ter uma ferramenta jurídica legal, que dá a cada um o direito de pedir a remoção de conteúdos a cada 48 horas, certamente não é nada salutar quando o Brasil está justamente trabalhando no amadurecimento das ideias políticas na Internet. O uso político da Internet no Brasil está amadurecendo nesse momento a duras penas, com debates pós-eleição para presidente. Mas a alteração proposta pela CPI vem a recrudescer esse cenário, ao invés de amadurecer a gente vai dar simplesmente um passo atrás e impedir que a Internet seja um campo de amadurecimento, de construção, de crítica política. Por que a gente percebe que é através da rede que a gente complementa muito das informações que vemos na mídia impressa e televisiva. Não é o momento de restringir o acesso às informações", alerta Souza.
 
A votação da CPI deve ocorrer no dia 7 de abril e o encerramento dos trabalhos da comissão estão programados para o dia 12 do mesmo mês. Você pode acessar o relatório final no site da Câmara.


Via: IDGNow

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Momentos onde a tecnologia não é tão importante

A operadora italiana Wind lançou um comercial que, certamente, presta um serviço importante para quem está assistindo e, de quebra, despertar uma sensação de nostalgia para os adultos e estimular os jovens a viverem bons momentos na vida real.

Wind_Tecnologia

Apesar da empresa oferecer internet, a Ogilvy Itália mostra que algumas coisas são impossíveis de serem sentidas pelo tablet ou smartphone.




Outra operadora que fez um comercial emocionante sobre o tema você pode assistir aqui. 



Via: blogcitario

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Wi-Fi ruim? Veja roteadores dual band com melhor custo-benefício no Brasil

Se você mora em lugar com aglomeração de pessoas – como em condomínios, por exemplo – pode estar sofrendo com interferência na sua rede Wi-Fi. Isso acontece basicamente por conta de ter muitos roteadores ligados ao mesmo tempo e operando na mesma frequência e canal. Uma das consequências é a diminuição de velocidade de transferência de dados dentro da rede.

archer-c2-roteador-review1 (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Lista mostra as principais opções para você (Foto: Luciana Maline/TechTudo)
Para evitar esse tipo de problema, hoje existe no mercado roteadores do tipo dual band. Eles operam tanto na frequência 2.4GHz quanto na faixa de 5GHz. As principais diferenças entre eles estão em uma maior quantidade de canais e taxa de transferência de dados. Roteadores que operam em 5GHz, apesar de terem um alcance menor, tem uma melhor qualidade de sinal e possui até 23 canais distintos.
Listamos alguns roteadores dual band com melhor custo-benefício do Brasil. Mas lembre-se: antes de comprar um, é preciso certificar que seus dispositivos são compatíveis com roteadores de 5GHz. Outra dica antes de colocar a mão no bolso é verificar a incidência das redes Wireless com o aplicativo Wi-Fi Analyser. Confira.
D-Link DIR-816L
 DIR-816L tem tecnologia exclusiva da D-Link (Foto: Divulgação/D-Link) DIR-816L tem tecnologia exclusiva da D-Link (Foto: Divulgação/D-Link)
Custando em torno de R$ 180, o D-Link Dir-816 já é um roteador dual band preparado para o futuro. É compatível com o novo padrão AC, possui duas antenas externas de 5dbi e tem a função mydlink Cloud que permite, por exemplo, a visualização de uma câmera de segurança remotamente.
TP-Link Archer C20i
C20i faz parte da linha Archer da TP-Link (Foto: Divulgação/TP-Link)C20i faz parte da linha Archer da TP-Link (Foto: Divulgação/TP-Link)
Outro modelo com design pouco comum é o Archer C20i, da TP-Link. O roteador opera simultanemante nas frequências 2.4GHz e 5GHz, é compatível com protocolo AC, tem porta USB, e possui três antes internas. Seu preço gira em torno de R$ 200. 
Belkin N600
Traseira do Belkin-N600 (Foto: Divulgação/Belkin)Traseira do Belkin-N600 (Foto: Divulgação/Belkin)
Com design diferenciado, o Belkin N600 é um roteador dual band pouco conhecido, mas com um ótimo custo-benefício. Operando sob protocolo N com até 300Mbps de transferência de arquivos na rede, ele conta com quatro antenas internas, permite bloqueio de sites direto pelo setup e entrada USB. Seu preço gira em torno de R$ 120.
Multilaser RE075
Modelo da Multilaser pode ser encontrado por cerca de R$ 190 (Foto: Divulgação/Multilaser)Modelo da Multilaser pode ser encontrado por cerca de R$ 190 (Foto: Divulgação/Multilaser)
Com duas antenas externas de 5dbi e uma taxa de transferência de até 300Mbps, o Multilaser RE075 é outra opção pouco conhecida entre roteadores. Ele é dual band, tem controle de largura de banda e WPS. Pode ser encontrado por  cerca de R$ 190.
TP-Link N600 WDR3500
TL-WDR3500 tem entrada USB e permite servidor FTP (Foto: Divulgação/TP-Link)TL-WDR3500 tem entrada USB e permite servidor FTP (Foto: Divulgação/TP-Link)
O N600 WDR3500 é outra opção da TP-Link para roteadores dual band. Com até 300Mbps de transferência de dados na rede, ele conta com porta USB, duas antenas externas de 5dbi, suporte para servidor FTP e gerenciamento remoto. Pode ser encontrado por cerca de R$ 200.
D-Link DIR-803
DIR-803 custa cerca de R$ 170 (Foto: Divulgação/D-Link)DIR-803 custa cerca de R$ 170 (Foto: Divulgação/D-Link)
Outro modelo da D-link compatível com o novo protocolo AC e com custo-benefício é o DIR-803. Custando cerca de R$ 170, ele suporta até 750Mbps de transferência na rede (300Mbps em 2.4GHz e 450Mbps em 5GHz), duas antenas externas, e também é compatível com IPV6.
Linksys E2500
E2500 da Linksys é um dos mais conhecidos da lista (Foto: Divulgação/Linksys)E2500 da Linksys é um dos mais conhecidos da lista (Foto: Divulgação/Linksys)
Custando cerca de R$ 320, o Linksys E2500 é um dos roteadores dual band mais robustos para essa faixa de preço. Ele conta com 4 antenas internas, gerenciamento de banda e até 600Mbps de transferência.

Via: Techtudo

domingo, 19 de julho de 2015

Entenda as diferenças das tecnologias que levam a internet até você



 

Você sabe como a internet chega até sua casa; literalmente? As operadoras usam diferentes tecnologias para levar o sinal até você. E por mais que pouquíssima gente saiba, essas técnicas apresentam diferença na qualidade e até certas limitações na transmissão de dados.

Três tipos de cabos podem ser utilizados para nos conectar às redes das operadoras: o par trançado (o velho e simples fio telefônico), os cabos coaxiais (o mesmo usado nas conexões de TV a cabo) e a fibra óptica. São todos meios físicos para levar os dados de uma ponta à outra.

Existem também técnicas sem fio para a mesma função e que, inclusive, já foram testadas. Aliás, a “última milha”, como é denominada a forma que qualquer operadora leva o sinal de internet até a casa do usuário, é um discussão bastante antiga. Cada operadora tem sua própria oferta de serviço. A grande vantagem de usar rádios transmissores sem fios nessa última milha é que não há investimento em infraestrutura – para ser mais preciso, não é necessário passar o cabo até a casa de cada um dos assinantes.

Por outro lado, a principal diferença entre as transmissões cabeadas e as sem fio está ligada à interferência.

O cabo de par trançado é constituído por dois filamentos isolados de cobre torcidos. Normalmente, vários fios de par trançados são agrupados e fechados em um revestimento protetor para formar um cabo. O cabo de par trançado é o mais popular entre os três; consequentemente é o mais barato também. No par trançado, a técnica mais utilizada é a ADSL – um padrão antigo, que aproveita a infraestrutura da telefonia fixa para a internet.

Um nível acima está o cabo coaxial; muita gente conhece este cabo branco utilizado nas conexões de TV por assinatura – ele também é usado para levar sinal da internet. O coaxial é um cabo feito por um fio central de cobre que transmite o sinal cercado por uma malha isolante; uma espécie de blindagem. Essa proteção externa protege os dados transmitidos, absorvendo possíveis interferências.

Com esse tipo de cabo, a lógica é simples: quem mora perto da central de distribuição tem mais velocidade. Quem mora longe, menos.

A fibra óptica, como você já imagina, é o topo desta pirâmide. Este tipo de cabo transporta sinais de dados na forma de pulsos modulados de luz. É um dos melhores meios para transportar dados porque oferece altíssimas velocidades e grande capacidade.

A fibra óptica já é bastante utilizada pelas operadoras nas conexões entre seu ponto central e outras centrais espalhadas pelas cidades; depois, na tal “última milha”, muitas optam pelos cabos de par trançado ou coaxiais, mas já tem operadora oferecendo conexão de fibra óptica até a casa do usuário. No entanto é um serviço bastante restrito, disponível somente em grandes capitais e ainda assim em alguns bairros selecionados.

A gente já começa a ouvir falar de conexões de internet de 1 gigabit de velocidade. É o caso das conexões que o Google oferece em algumas cidades americanas. Para alcançar essa velocidade, a fibra óptica chegando até a casa do usuário é, sem dúvida, a melhor opção. No Brasil ainda não temos conexões tão rápidas assim sendo entregues a consumidores finais. Mas, é questão de tempo. Ou seja, a fibra óptica chegando a sua casa é mesmo o futuro da internet. Só não dá para saber quando esse futuro vai mesmo chegar.



quinta-feira, 16 de julho de 2015

“Estoque” de endereços IPv4 está acabando na América do Norte

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A América do Norte se uniu a outros territórios mundiais, nesta semana, como parte da lista de regiões que estão com estoque limitados de endereços IPv4. A ARIN (American Registry for Internet Numbers), entidade responsável por liberar tais blocos para organizações que precisam deles, revelou que, pela primeira vez, teve que negar um grande pedido realizado devido ao fato de que não existiam números suficientes para preenchê-los.
Dessa maneira, a entidade tomou duas atitudes. A primeira foi a abertura de uma lista de espera onde os interessados em utilizar a tecnologia IPv4 poderão se cadastrar para aguardar a liberação de novos blocos. Além disso, está pedindo que as empresas realizem pedidos menores, uma vez que o inventário de endereços ainda não chegou ao fim, mas se torna cada vez mais limitado, o que acaba dificultando a tarefa.
Além disso, a ARIN pede que as corporações considerem utilizar a tecnologia IPv6, mais moderna e adequada para os padrões de hoje, e com um espaço de endereços muito maior. Enquanto o IPv4 possui “apenas” 4,3 bilhões de combinações possíveis, a versão mais atual do protocolo comporta 430 trilhões de formas.
Bem em breve, porém, a organização acredita que isso deixará de ser uma recomendação para se tornar uma necessidade. Outras regiões, como a América Latina, a Ásia e a Europa, já entraram em um regime semelhante em relação aos endereços IPv4 – alguns funcionam desta maneira desde 2011 – e a chegada da Internet das Coisas somente fará aumentar a procura pelo protocolo, tornando o uso do IPv6 não apenas uma alternativa, mas sim, a única escolha.
Trocando em miúdos, as siglas estão relacionadas ao protocolo de internet necessário para que as máquinas conectadas na rede possam trocar informações entre si. O IPv6, além de ser um sucessor para a tecnologia que está em funcionamento desde os primórdios, também permite uma expansão maior e melhor em qualidade de serviços como voz sobre IP e streaming. O acesso mobile também é melhorado por uma maior velocidade de transmissão, algo que também é bastante importante quando se pensa na Internet das Coisas.
Tais características, consideradas necessárias para o avanço da tecnologia, levaram até mesmo governos a implantarem metas de aplicação. Os Estados Unidos, por exemplo, obrigam todas as suas agências a darem suporte ao IPv6 desde 2008, uma iniciativa que também existe em outros países do mundo. Enquanto isso, o uso do IPv4 também se tornou uma boa fonte de renda para as agências de regulação, com a venda de endereços não utilizados gerando bastante fundos para os cofres públicos, uma ideia que já foi aplicada no Reino Unido, por exemplo.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Tecnologia promete velocidade de fibra óptica para dispositivos móveis


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Como criar compartilhamento de arquivos entre Ubuntu e Windows

 Algumas pessoas tem passado dificuldade ao tentar compartilhar arquivos entre Ubuntu / Mint e outras distros baseadas, desta forma veja como resolver este problema!
No terminal instale o seguinte:

sudo apt-get install samba smbclient winbind
Depois da instalação dos pacotes acima, vamos adicionar uma senha para o seu usuário no samba.

sudo smbpasswd -a nomedousuario
Este comando vai pedir uma senha e a confirmação desta senha.

Agora temos que escolher uma pasta dentro do seu /home para o compartilhamento. No meu caso eu preferi usar  a pasta Público já existente, mas você pode escolher outro nome ou pasta que preferir. Se preferir criar a pasta em questão, faça no terminal:


mkdir /home/nome_do_usuario/nome_da_pasta

Agora vamos dar permissão de leitura e escrita para qualquer usuário nesta pasta, mas calma, depois vamos deixar que apenas você possa ter acesso a essa pasta pelo samba.


sudo chmod -R 777 /home/nome_do_usuario/nome_da_pasta
Agora vamos deixar claro que esta pasta pertence ao seu usuário e ao seu grupo de usuário:

sudo chown -R nome_do_usuario.nome_do_usuario /home/nome_do_usuario/nome_da_pasta
Agora vem a parte principal, livre-se deste smb.conf padrão do Ubuntu! Para fins acadêmicos, se quiser manter essa mercadoria, faça um backup dele:


sudo cp /etc/samba/smb.conf ~
Agora use o seu editor em modo texto preferido, eu uso o nano, e copie e cole a seguinte configuração, preste atenção nas mudanças do nome do usuário e do caminho que você escolheu! Logo abaixo eu mostro como ficou o meu smb-conf.


sudo nano /etc/samba/smb.conf


[global]
        netbios aliases = nome_que_você_quer_que_apareça_na_rede
        server string = nome_que_você_quer_que_apareça_na_rede
        interfaces = eth0
        bind interfaces only = Yes
        log file = /var/log/samba/log.%m
        max log size = 50
        socket options = TCP_NODELAY SO_SNDBUF=8192 SO_RCVBUF=8192
        cups options = raw



[Nome_da_Pasta]
        path = /home/nome_do_usuario/nome_da_pasta/
        valid users =  nome_do_usuario
        admin users =  nome_do_usuario
        read list =  nome_do_usuario
        write list =  nome_do_usuario


O meu smb.conf ficou assim:


[global]
        netbios aliases = GALACTUS-MOVEL
        server string = GALACTUS-MOVEL
        interfaces = eth0
        bind interfaces only = Yes
        log file = /var/log/samba/log.%m
        max log size = 50
        socket options = TCP_NODELAY SO_SNDBUF=8192 SO_RCVBUF=8192
        cups options = raw



[Publico]
        path = /home/galactus/Público/
        valid users = galactus
        admin users = galactus
        read list = galactus
        write list = galactus

Dicas importantes: O nome no Netbios aliases e server string não devem ter outros iguais na rede! Na parte do nome da pasta em questão entre parênteses – [Publico] – não pode ter assento! Só pode ter assento no nome da pasta no caminho – path. Assumo que você só tem uma placa de rede e ela é identificada como a eth0!


Agora reinicie os serviços do samba.


sudo service smbd restart
E depois:


sudo service nmbd restart
Pronto, era simples assim!

Agora quando você tentar acessar essa pasta, vai aparecer o nome colocado no Netbios e ele vai pedir o seu nome de usuário e a sua senha cadastrada no samba! Só o seu login e senha terão poderes de escrita e leitura totais sobre a pasta estando no Windows 7/8.

Dicas de última hora!

1) Acontece de vez em quando que de tantas atualizações do Ubuntu, principalmente na parte de rede, seu compartilhamento deixa de funcionar! Mas calma, não se desespere. Basta reinstalar o samba e o smbclient, depois reinicie a máquina.

2) Dependendo da rede em questão, demora um pouco para poder montar o compartilhamento. Daí você pode ser brindado com uma mensagem  de que esgotou o tempo para encontrar o servidor workgroup! Então você espera mais um pouco ou reinicie a máquina!