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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Anatel dá um basta: as operadoras estão proibidas de limitar a internet fixa… pelos próximos 90 dias

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Finalmente alguém está do lado mais fraco neste país: a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu que os usuários de internet banda larga fixa merecem mais. Mais tempo para decidirem mudar de operadora e/ou repensaremos hábitos de consumo de internet.
Após receber ofício do Ministério das Comunicações (MiniCom), a Anatel determinou uma medida cautelar: as operadoras deverão deixar de restringir o acesso à conexão banda larga mesmo após o fim da franquia de internet. Por 90 dias. E nenhum mais, sob pena de multa diária de R$ 150 mil.
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Chega de internet ilimitada. Que luxo é esse de consumirmos Netflix, Spotify e YouTube sem pagar para a operadora? O povo foi mal acostumado com essa liberdade toda de usar a internet o dia e a hora que quiser em casa.
A tríplice aliança Claro, Oi e Vivo possui serviços de TV por assinatura. Devemos pagar a mais, não por franquia adicional de internet e sim para esses serviços de TV por assinatura, com grades fixas e um monte de canais que nem utilizamos. A economia do país vai bem, bem o suficiente para esbanjarmos nosso dinheiro com o entretenimento que as operadoras de telefonia querem nos empurrar.
Devemos compreender o lado das pobres operadoras de internet fixa: precisam recuperar o dinheiro gasto com essa infraestrutura maravilhosa que nunca nos deixa na mão. Para que fazer videoconferência com a família no interior se um simples e-mail faz o mesmo efeito? Para que enviar o vídeo de casamento para aqueles parentes distantes se podemos enviar um pendrive pelos Correios? SarcMark
Por que 90 dias?
Os 90 dias da Anatel servirão para as operadoras Claro (NET), Oi (Velox) e Vivo (GVT) ensinarem seus usuários a se reeducarem num mundo cada vez mais offline: elas deverão fornecer ferramentas para os clientes acompanharem o consumo limitado de internet e receber notificações quando o limite estiver próximo de ser atingido.
A NET, por exemplo, já fornece aplicativos que informam o consumo da franquia. A Oi logo vai fazer o mesmo, experiência mobile ela tem.
Quanto a Vivo (GVT)… digamos que graças à péssima repercussão ela fará a transição de forma mais branda: a internet fixa continuará a ser ilimitada de forma promocional, depois a espanhola estabelecerá planos ilimitados(obviamente mais caros) e aí em 2017 a ex-Telefônica cortará a internet após o fim da franquia, de todos os clientes dos planos mais simples, sem dó nem piedade.
É injusto que pessoas que usam menos dados paguem pelos mesmos pacotes daquelas que tenham fluxo elevado na internet.” —Amos Genish, fundador da GVT e atual presidente da Telefônica Vivo
O tio Laguna concorda: pela qualidade dos serviços, deveriam cobrar menos.
Sim, entendo que empresas precisam lucrar, não fazem caridade. Também entendo que ao fornecer internet ilimitada para todos temos uma situação técnica onde aqueles que consomem menos mereceriam pagar menos pois o que não usam serve para os usuários com maior tráfego, mas toda essa conversa resume-se a forçar os usuários a pagarem por serviços de televisão por assinatura das mesmas empresas que limitarão a banda larga em franquias limitadas de internet. E estas são baixas mesmo para velocidades menores: nem vai adiantar muito contratar uma velocidade menor para que a franquia mensal dure mais: usar modem 56 kb/s (7 kB/s) por trinta dias daria franquia de 18 GB, em condições ideais de conexão.
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Trinta dias de internet a 56 kb/s = 18 GB
No caso da Vivo (GVT), o plano limitado mais caro oferecerá 130 GB a 25 Mb/s. Tinha que ser no mínimo o triplo e olhe lá: maiores velocidades de conexão exigem franquias bem maiores. Mesmo o plano logo acima do popular, 50 GB a 4 Mb/s, só permitiria baixar um único jogo de PlayStation 4 ou Xbox One. As franquias adicionais são no mínimo um insulto: na NET, 20 GB adicionais saem a R$ 39,90.
Todos os contratos já assinados preveem esse tipo de mudança, ela veio para ficar: após os 90 dias, a Anatel permitirá sim que as operadoras de internet limitem o tráfego dos usuários desde que tais clientes sejam avisados com pelo menos 30 dias de antecedência. Elas avisam e depois o fazem sem a menor cerimônia.
Azar de quem quer assistir a Netflix todo dia, escutar músicas aleatórias no Spotify ou mesmo acompanhar as YouTubers favoritas em alta definição. Pr0n? Pague, Playboy.
Solução?
Mude de operadora: veja esta lista atualizada de pequenos provedores que prometem não limitar o tráfego de internet dos usuários, por enquanto. Caso não seja possível procure o PROCON mais próximo, PROTESTEmesmo, faça algo!

Via: Meiobit

Anatel vai analisar pedido do Ministério das Comunicações sobre banda larga

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, disse nesta quinta-feira, 14, que vai analisar o teor do ofício do Ministério das Comunicações, que cobra da agência medidas para que as empresas respeitem os direitos dos consumidores de banda larga fixa. "Vamos analisar o ofício e tomar uma decisão", afirmou Rezende.

No documento divulgado pela pasta, o ministro André Figueiredo diz acompanhar com preocupação as notícias de que as teles pretendem acabar com os planos ilimitados na banda larga fixa e estabelecer limites de uso mensal, como ocorre no serviço de internet móvel 3G e 4G. Ao exceder a franquia, a operadora poderá reduzir a velocidade ou até mesmo bloquear a conexão. "Pelos dados que temos, ainda não há uma prática desse processo (de interromper o serviço)", afirmou Rezende.


De acordo com Rezende, não há viés político na questão. "Trata-se de uma questão técnica. É uma preocupação que o ministério está externando à Anatel para que olhe todos os impactos de futuras decisões a respeito desse assunto, muito embora as empresas não estejam praticando esta questão", afirmou "Estamos agora fazendo um trabalho na superintendência de relação com consumidores para que haja um olhar sobre isso."

A polêmica começou em fevereiro, quando a Telefônica Vivo anunciou o limite para os novos clientes a partir de janeiro de 2017. A NET e a Oi já preveem a franquia nos contratos, mas ainda não restringem o serviço. A TIM é a única que não adota o limite de dados para banda larga fixa.

Além das reclamações de usuários nas redes sociais que propõem até mesmo o boicote às teles, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) lançou ontem uma petição online contrária à decisão das empresas. A campanha, que é feita dentro do site da entidade, busca assinaturas de usuários do serviço para fortalecer uma ação judicial contra as operadoras movida em maio de 2015.

De acordo com o regulamento que rege o serviço de banda larga fixa, o estabelecimento de franquias é possível e a redução da velocidade é uma alternativa para a continuidade do serviço, caso o usuário não deseje efetuar pagamento adicional pelo consumo excedente.




quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O que o 4G de 700 MHz muda na sua vida

As redes móveis de quarta geração começaram a ser implantadas no Brasil em 2012 para atender às demandas da Copa do Mundo. Dois anos depois, com operação nas quatro grandes operadoras e um piloto da Nextel, no Rio de Janeiro, o 4G continua oferecendo boa velocidade de conexão e baixa latência. O problema é que a cobertura ainda está restrita a poucos locais. Por quê?

O principal motivo é a frequência adotada por aqui, de 2.600 MHz (banda 7 do LTE). Ela dificulta bastante as coisas: por se tratar de uma frequência alta, a penetração de sinal é prejudicada, com perdas significativas de sinal ao ultrapassar obstáculos. O benefício é o suporte a um maior número de usuários, motivo pelo qual ela é adotada em países europeus como banda complementar para cobertura de grandes centros.

4g-brasil

Até aí, a frequência de 2.600 MHz se torna ideal para as grandes cidades brasileiras, onde é notável o gargalo das redes 2G e 3G. É impossível negar que as operadoras vêm fazendo um bom trabalho ao cobrir as capitais: basta abrir o mapa de cobertura das empresas e detectar que boa parte das torres também possui 4G. Mas isso não é suficiente: são várias as áreas de sombra de 4G, e o problema só seria resolvido com uma rede de baixa frequência.

Até agosto de 2014, 120 cidades brasileiras possuíam acesso ao 4G. Isso significa que 38,8% da população têm cobertura LTE em seus municípios. As operadoras estão obrigadas a cobrir 790 municípios com a tecnologia — e devem cumprir seus compromissos, mas não devem expandir para fora dos grandes centros, como a Vivo fez com o 3G ao cobrir mais de 3.200 cidades.
Em 2.600 MHz, os custos são mais elevados.
Vamos exercitar a lógica: com uma frequência alta, como 2.600 MHz, as operadoras precisariam colocar mais torres para cobrir cidades. Novas torres implicam gastar mais dinheiro com equipamentos, infraestrutura e todas as burocracias relativas ao aluguel do espaço físico. O investimento, portanto, é bastante elevado, e nem sempre haveria retorno financeiro para justificar isso — o que explica por que o 4G ainda está presente apenas em capitais e cidades maiores.

Adotar o 4G numa frequência baixa resolveria grande parte dos problemas mencionados acima. No caso dos 700 MHz, frequência que foi leiloada na semana passada para a utilização em redes de quarta geração, a penetração de sinal seria superior a qualquer rede celular existente no Brasil, seja 2G ou 3G. O custo de cobertura, portanto, seria menor, e dessa forma as operadoras teriam interesse em cobrir mais cidades do interior.

Foto: Lucas Braga

Tudo isso parece lindo, mas há um problema: a faixa de 700 MHz atualmente é ocupada pela TV analógica no Brasil. Será necessário aguardar o chamado switch-off da tecnologia, e isso deve demorar bastante: o primeiro piloto será feito na cidade de Rio Verde (GO), onde a TV analógica será desligada em novembro de 2015 e a frequência será liberada apenas em novembro de 2016.
Em São Paulo, a frequência de 700 MHz para o 4G será liberada apenas em 2019.
Cidades maiores como Belo Horizonte, Brasília e Goiânia terão suas frequências liberadas entre abril e junho de 2017. O prazo aumenta quando se trata do Rio de Janeiro, com liberação prevista para outubro de 2018, e São Paulo, onde a faixa será liberada junto com o resto das cidades brasileiras, em novembro de 2019. Confira o cronograma completo.
Vale lembrar que a Oi ficou de fora do leilão e não comprou o direito de utilização da faixa de 700 MHz. A operadora fala em realocar sua licença de 1.800 MHz (que é atualmente utilizada em sua rede 2G), para futuramente utilizá-las em 4G. Ainda resta uma chance de a operadora comprar a licença dos 700 MHz no leilão de sobras de frequências, que deverá acontecer no ano que vem.

E os aparelhos?

É bem comum encontrar comentários na internet de que o melhor benefício da frequência de 700 MHz seria a disponibilidade de aparelhos, sobretudo os mesmos comercializados nos Estados Unidos. Isso é lenda. O Brasil não adotou nenhuma das bandas de 700 MHz utilizada nos Estados Unidos.

A frequência leiloada corresponderá à banda 28 do LTE, também conhecida como 700 MHz APT. Ela é utilizada atualmente em países asiáticos, e a União Europeia já se comprometeu a utilizar tal padrão. A vantagem da nossa banda é a maior flexibilidade ao espectro, algo que não é encontrado nos padrões americanos.

Isso também significa que os iPhones 5 ou 5s americanos não vão funcionar na nova frequência. Na verdade, nem mesmo o iPhone 5s comercializado aqui possui suporte a tal banda — os novos iPhones 6, no entanto, já citam a banda 28 como compatível.

Como as frequências só devem ser liberadas a partir de 2016, você provavelmente terá comprado outro smartphone que suporte as bandas do 4G brasileiro.


Via: Tecnoblog

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Leilão para faixa de 700 MHz deve sair em setembro, afirma ministro

Apesar de o Tribunal de Contas da União (TCU) ter suspendido a publicação do edital do leilão de 700MHz e pedido novos esclarecimentos à Anatel sobre a licitação da faixa, Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, garante que o leilão deverá ocorrer antes das eleições. Portanto, até o fim de setembro.
Segundo o ministro, a solicitação de esclarecimentos, feita pelo TCU, poderá ser respondida pela Anatel rapidamente, em até uma semana. “A Anatel recebeu uma série de questionamentos, e vamos prestar todas as informações. Conversei com o João Rezende [presidente da Anatel] e ele me disse que foi dado prazo de 15 dias [para as respostas], mas ele me disse que não precisa de 15 dias, e vai fazer isso bem antes”, falou Paulo Bernardo.
A frequência de 700MHz será usada para ampliar a tecnologia 4G no país. O edital propõe o leilão de seis lotes de áreas de frequência 4G, três com cobertura nacional. O preço mínimo das outorgas de cada lote só será conhecido, no entanto, quando o documento for publicado.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Oi e Telefônica Vivo expandem rede 4G para novas cidades

A Telefônica Vivo passa a oferecer, neste sábado, 31/05, seu serviço 4G em mais oito municípios de seis estados (SP, MG, RS, PE, RO e AC). A cobertura da empresa atinge agora 94 municípios, onde vivem 65,3 milhões de pessoas. 

A empresa lança amanhã o serviço 4G em Bragança Paulista e Piracicaba (SP), Gramado e Canela (RS), Vespasiano (RS), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC) e São Lourenço da Mata (PE). Entre os 86 municípios que a Telefônica Vivo já atendia, encontram-se as 12 cidades-sede da Copa do Mundo, que tiveram o serviço ativado no ano passado.

A tecnologia de quarta geração proporciona experiência de uso totalmente diferenciada. Com desempenho bem superior em relação ao 3G, permite acesso ultrarrápido a vídeos, streaming de música e a jogos, entre outros serviços online ou na nuvem. 

Expansão da rede 4G da Oi

Já a Oi anunciou expansão da sua rede 4G para mais seis cidades no estado de São Paulo. A partir de amanhã, os serviços estarão disponíveis em Guarulhos, Osasco, Ribeirão Preto, Santo André, São José dos Campos e Sorocaba. 

Ao todo, o estado de São Paulo tem agora nove cidades com 4G da Oi – a empresa já disponibilizava a tecnologia nas cidades de São Paulo (capital), Campinas e São Bernardo do Campo desde dezembro de 2013. 

Com o lançamento do 4G em novas cidades, a Oi cumpre o cronograma de obrigações estipulado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que prevê o atendimento das cidades-sede da Copa do Mundo da Fifa 2014 e das capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes. 


quinta-feira, 20 de março de 2014

1ª queda no lucro em 14 anos faz China Mobile investir no 4G

Fachada de loja da China Mobile
China Mobile:  lucro da China Mobile também caiu para 30,3 bilhões de iuanes no trimestre encerrado em dezembro

Pequim/Hong Kong - A China Mobile, maior operadora de telefonia móvel em número de assinantes do mundo, vai investir mais neste ano para fortalecer sua rede móvel 4G para reagir contra sua primeira queda no lucro anual em 14 anos.
A companhia culpou a pressão de serviços de mensagens como o aplicativo mobile WeChat, da Tencent, e disse nesta quinta-feira que aumentará os investimentos em 22 por cento, a 225,2 bilhões de iuanes (36,34 bilhões de dólares). Um terço disso, ou 75 bilhões de iuanes, serão destinados à ampliação do serviço 4G de alta velocidade lançado pela companhia em dezembro.
No consolidado de 2013, o lucro líquido da China Mobile caiu para 121,8 bilhões de iuanes, a primeira queda desde 1999, em comparação a uma estimativa média de 125 bilhões de iuanes esperada por 31 analistas consultados pela Thomson Reuters. A receita operacional no ano passado cresceu 8,3 por cento, para 630,2 bilhões de iuanes.
O lucro da China Mobile também caiu para 30,3 bilhões de iuanes no trimestre encerrado em dezembro, conforme o crescimento da receita operacional desacelerou para 5,3 por cento, chegando a 167,2 bilhões de iuanes, ante um pico de crescimento de 14,5 por cento apenas seis meses antes.
Embora a receita com serviços de dados em 2013 tenha crescido 24 por cento, para 206,9 bilhões de iuanes, a receita de voz, que responde pela maior parte das vendas, encolheu 3,4 por cento, para 355,7 bilhões de iuanes.
Somando-se às dificuldades da China Mobile, a receita com textos SMS e mensagens multimídia MMS caiu 6,5 por cento, para 41,3 bilhões de iuanes em 2013.

Via: Exame

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Coreia do Sul já prepara nova rede 5G; velocidade pode ser mil vezes maior que 4G

Samsung Galaxy S4 Zoom (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Em 2020, smartphones coreanos poderão ter conexão 5G, mil vezes mais rápida que atual 4G (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

Conexões 4G podem virar coisa do passado na Coreia do Sul. O Ministério de Educação, Ciência e Tecnologia do país anunciou planos para implementar uma rede 5G, até mil vezes mais rápida que a atual 4G baseada na tecnologia LTE.
Com essa velocidade, seria possível, por exemplo, baixar filmes e outros arquivos de cerca de 800 MB em apenas um segundo. Com a nova conexão móvel, também não existiria mais tempo de espera para carregar streaming de vídeos, nem mesmo em resolução UltraHD (4K).
Para implementar a tecnologia, o governo fez parcerias com a LG, operadoras de telefonia locais e com aSamsung, que realizou testes preliminares divulgados em maio de 2013. Neles, pôde-se observar que a conexão 5G ultrapassa a casa dos 1 gigabit por segundo. Porém, o sinal só alcançou dois quilômetros com a ajuda de 64 antenas.
Com isso, o governo coreano planeja investir US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 3,6 bilhão) em infraestrutura para garantir o aprimoramento da tecnologia, para que chegue à velocidade desejada. A expectativa é ter uma versão de testes estável em 2017 e, até 2020, a rede 5G pronta para comercialização.
A rede 5G e, mais especificamente, a metodologia de testes usada pela Samsung já foram criticadas no passado, inclusive pela famosa revista Forbes. Porém, como aponta o site Mashable, mesmo assim, parece que a Europa já tem planos para investir na mesma tecnologia em breve, talvez até vislumbrando seu lançamento também em 2020.
Via: techtudo

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Lenovo lança na CES primeiro smartphone da marca para 4G

A Lenovo anunciou o seu primeiro smartphone 4G, o Lenovo Vibe Z, um aparelho ultrafino, de alta velocidade, que conta com comandos por gestos, software de aperfeiçoamento de fotos e diversas tecnologias premium. Dispositivo vem equipado com Android 4.3 e será apresentado durante a Consumer Electronics Show (CES) que acontece entre 7 e 10 de janeiro, em Las Vegas (EUA).

Juntamente com o Vibe Z, a Lenovo também apresentou outros três smartphones, o S930, um dispositivo de 6 polegadas, ideal para os usuários de mídias, o S650, um aparelho compacto de 4,7 polegadas, robusto e elegante, assim como o A859, de 5 polegadas, polivalente e de alto desempenho.

Esses quatro novos aparelhos complementam o atual portfólio de celulares da Lenovo, que vai desde smartphones básicos a produtos premium. 

A Lenovo tem realizado uma expansão agressiva no mercado global de telefones inteligentes, tendo introduzido seus smartphones em 18 países nos últimos dois anos.

"Criamos o novo Vibe Z com design elegante, alto desempenho e software customizado para proporcionar a melhor experiência 4G," afirmou Liu Jun, vice-presidente sênior do grupo. 

"Junto ao Vibe Z, as nossas novas séries S e A de smartphones proporcionam aos clientes a possibilidade de escolher o tamanho da tela e as características do aparelho", completa.

O Vibe Z custa a partir de US$ 549 e estará disponível em fevereiro na Indonésia, Malásia, Tailândia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Filipinas. Produto deverá chegar ao Brasil em seguida.

Via: IDGNow

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Qual operadora tem o melhor 4G de São Paulo?

 
O Laboratório Digital deste mês é especial. Pela primeira vez um teste científico da qualidade do recém-lançado 4G brasileiro é aberto ao público; e não qualquer público, mas você, fã do Olhar Digital. A tecnologia móvel desenvolvida para atingir altas taxas de transmissão de dados já está em uso em algumas cidades; e, aqui em São Paulo, testamos a qualidade do 4G de três operadoras: Claro, Tim e Vivo – que são as únicas que oferecem o 4G na cidade. A Oi ainda não tem rede 4G por aqui.

Foram mais de doze horas de testes para comparar diversos parâmetros dos serviços de dados. A metodologia dos testes reflete exatamente a experiência do usuário em determinadas regiões. Fizemos os testes em cinco locais diferentes: avenida Paulista, região da avenida Engenheiro Luis Carlos Berrini, imediações do Aeroporto de Congonhas, parte da avenida 23 de Maio e aqui perto do Olhar Digital, nas proximidades dos shoppings Morumbi e Market Place. O critério para a escolha desses lugares levou em consideração uma amostragem onde a necessidade do 4G se faz presente; ou seja, com alta concentração de potenciais usuários.

As medições foram conduzidas em um software específico e profissional de Drive Test; neste caso o Nemo Outdoor, da empresa Anite. Para entender do que se trata, na tecnologia celular, o aparelho e a rede ficam constantemente trocando informações. Mesmo quando não está sendo utilizado, o telefone precisa, por exemplo, saber qual antena oferece o melhor sinal para se conectar quando solicitado. O instrumento de Drive Test identifica e codifica essas informações trocadas pelo aparelho e a rede móvel. E são esses dados que medem o desempenho de cada rede e também servem para que sejam feitos ajustes e melhorias.

Os aparelhos usados foram o novo Samsung Galaxy S4 i9505 – todos os aparelhos exatamente com a mesma configuração. Nas lojas de cada operadora (Claro, Tim e Vivo), compramos chips 4G com capacidade de 10 GB cada; tudo igualzinho. Por último, a empresa que realizou esse teste – a Gladiator Innovations – aplicou sua plataforma exclusiva para análise de dados para compilar todas essas informações. Mais uma vez: os telefones foram usados como um usuário comum utilizaria sem qualquer modificação.

Para avaliar cada região escolhida, o equipamento de Drive Test realizou diversos e simultâneos downloads de arquivos de 20 MB e uploads de arquivos de 5 MB; todos idênticos para todas as operadoras a partir de um servidor dedicado com link de 100 Mbps gentilmente oferecido pela Megalink. A cada conexão FTP realizada, diversos parâmetros da conexão foram avaliados: nível de sinal, qualidade do sinal, tempo que o aparelho operou em 4G e velocidade de transmissão de dados... então, vamos para o que interessa: hora dos resultados.

O nível de sinal são aquelas barrinhas que a gente vê crescer ou diminuir na tela do aparelho. Essa informação visual nem sempre significa que a rede está funcionando, mas é um dos parâmetros avaliados na tecnologia de banda larga móvel de quarta geração; afinal, quando não há sinal, não há serviço. O nível de sinal indica o acesso à rede. O melhor nível de sinal 4G foi da Vivo, que esteve bom em 76,47% do tempo testado; a TIM veio em seguida, com 67,1% e, por último, a Claro, com sinal bom em 57,52% dos testes.
Na prática, a taxa de qualidade está um degrau acima do nível de sinal. Este parâmetro avalia a interferência sofrida pela rede 4G de cada operadora. Às vezes, mesmo que o nível de sinal esteja muito bom, se a região tiver muita interferência, o 4G não vai funcionar bem. O contrário também é válido; às vezes um sinal limpo e sem interferência funciona melhor, mesmo que o nível esteja baixo. A TIM apresentou melhor qualidade de sinal, ou seja, o sinal mais limpo – isso correspondeu a 55,17% dos testes. A Claro apresentou boa qualidade do sinal em 47,10% do tempo; e a Vivo, muito perto, em 45,33% das medições.

Como os testes avaliaram a experiência do usuário comum, os telefones não foram travados para trabalhar apenas em 4G; ou seja, quando não havia sinal na tecnologia, os aparelhos automaticamente buscavam o 3G ou o 2G, respectivamente, para realizar seus downloads e uploads. Neste quesito, Claro e Vivo ficaram bastante próximas; a Claro operou em 4G em 99,76% das medições; e a Vivo em 93,3%. Já a TIM deixou a desejar, e ficou em 4G apenas 39,96% dos períodos de testes.

Bom, na teoria, mas realmente só na teoria, o 4G-LTE é uma tecnologia que pode atingir velocidades de download de até 100 Mbps. Mas na realidade a história é outra. Por exemplo, dê uma olhada neste gráfico: ele mostra a velocidade média do 4G em alguns países onde a tecnologia já funciona há algum tempo. Varia dos sete megabits por segundo no Japão e chega no pico de 22 megabits por segundo na Suécia; mas por esses dados, a média mundial fica em torno de 16 megabits por segundo. Vale destacar: com velocidade entre 6 e 10 megabits por segundo, você é capaz de publicar um foto no Facebook em menos de um segundo e começar uma transmissão de vídeo em alta definição em menos de um minuto.

Nos nossos testes, a Claro foi a operadora que apresentou maior velocidade, com média de 9,8 megabits por segundo de download e 9,6 de upload. A Vivo veio logo em seguida, com 6,3 megabits por segundo de download e 4,8 de upload. Já a TIM, pior surpresa, no 4G, tanto para upload, quanto para download a velocidade foi zero! Assim, a TIM se conecta ao 4G – é verdade, mas, na prática, ainda não opera na tecnologia.

É importante lembrar que outros usuários podem não encontrar estas mesmas taxas de dados do teste realizado pela Gladiator; isso, porque as velocidades podem variar dependendo de uma série de fatores, como: condições da rede, interferências, aparelho usado e ainda diversas situações ​​ambientais e topográficas. Resumo: a TIM ficou com o terceiro e último lugar. Ainda que a operadora já tenha uma rede 4G disponível em São Paulo, nos pontos testados naquele dia ela simplesmente não funcionou – ainda que tivesse nível de sinal e até alta qualidade desse sinal. A Vivo ficou com o segundo lugar; a operadora apresentou o melhor nível de sinal, trabalhou em 4G quase todo o tempo e ofereceu velocidades de download e upload intermediárias, mas já muito acima do que estamos acostumados com o 3G. E a grande vencedora deste Laboratório Digital 4G foi a Claro; ainda que o nível de sinal não tenha sido tão alto, a qualidade do sinal da Claro foi muito bom. O aparelho com o chip da operadora ficou mais de 99% do tempo em 4G e as velocidades chegaram bem perto dos 10 Mbps – uma velocidade compatível com a média mundial da tecnologia.

Nós aproveitamos nossa visita e conversamos com um dos fundadores da empresa que realiza testes como este não só no Brasil, mas em outras partes do mundo. Morando nos Estados Unidos, ele tem uma visão interessante sobre a qualidade dos serviços de telefonia móvel no Brasil.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

ANATEL Garante que Tecnologia 4G Está Funcionando Bem

João Rezende, presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) declarou ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que os serviços de Web móvel de quarta geração (4G) estão funcionando sem nenhum problema. De acordo com Rezende, o nível de qualidade está satisfatório e não há nenhuma detecção de reclamações nos call centers. Essa declaração foi feita após ele participar hoje de um evento de infraestrutura de telecomunicações organizado pela Fiesp.

Até o momento, a tecnologia 4G já conta com pouco mais de 170 mil acessos, de acordo com os últimos números divulgados pela Anatel. Além disso, Rezende acrescentou que mantém a projeção de encerrar este ano com cerca de 4 milhões de acessos funcionando com a tecnologia 4G. Ele disse que mesmo as coisas estando ainda no início, a meta a ser alcançada será fortemente mantida.
 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Realize videochamadas com o 4G


Realizar videochamadas por notebooks, tablets ou smartphones com a tecnologia 3G é uma tarefa praticamente impossível para muitos usuários. A velocidade da Internet móvel da Terceira Geração (principalmente nos celulares) deixa muito a desejar e acaba fazendo com que esse tipo de ligação seja interrompida ou nem mesmo completada.

Com o uso do 4G, videochamadas passam a ser uma realidade e acontecem exatamente da mesma maneira que nos computadores de mesa, conectados à Internet cabeada. Com velocidade, as respostas são instantâneas e as imagens transmitidas de forma satisfatória, sem muito atraso (variando de acordo com o sinal captado).

Utilizando a tecnologia da Quarta Geração, você pode fazer videochamadas pessoais ou profissionais de qualquer local que possua a tecnologia, sem complicação e usufruindo da melhor qualidade de Internet móvel do momento.

Via: IDGNow

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Não pode mais: Vivo está proibida de oferecer o “4G Plus”



Repare bem no vídeo acima, um anúncio veiculado no YouTube. Pode ser uma das últimas vezes que você verá o uso de “4G Plus” associado a um produto da Telefônica/Vivo. A operadora está proibida de utilizar essa nomenclatura a partir de hoje devido a uma decisão do Conar, o Conselho Nacional de Autorregulamentação. No entendimento do conselho, o uso de “4G Plus” causa confusão na mente do consumidor. A Vivo já disse que vai recorrer.
A decisão do Conar foi tomada após uma denúncia da TIM, a segunda maior operadora do país em número de clientes (atrás justamente da Vivo, segundo números recentes). No processo, a operadora de origem italiana diz o seguinte: o “Plus” dá a ideia de que a Vivo oferece uma tecnologia superior ao 4G atualmente disponível aos meros mortais, o que obviamente não é uma verdade. A gente sabe que a tecnologia de 4G é a mesma para todas as operadoras.

Por sua vez, a Telefônica/Vivo se defendeu dizendo que o “Plus” se refere à qualidade do serviço e cobertura da rede que oferece em todo o Brasil. A operadora espanhola também trouxe à baila os comerciais da Claro sobre o “4G Max”. Se uma pode ter o “Max”, por que a outra não pode ter o “Plus”? Essa é a dúvida levantada pela defesa da Vivo. A Claro costuma se justificar dizendo que “Max” é porque a rede é mais parruda do que a da Oi e da TIM, que compraram espectros mais fracos do que aqueles de propriedade da Claro e Vivo. Mas vale lembrar que todas elas prometem velocidades muito similares.

O relator do caso disse que “não parece ser correto a utilização do Plus”. Para José Grancisco Queiróz, o “Plus” está associado ao termo “4G” nas peças publicitárias, e não à marca “Vivo”, ideia que a operadora tentava vender ao Conar. Não deu muito certo. O curioso dessa decisão é que a Vivo oferece há muitos anos o “3G Plus”. Fizeram apenas uma adaptação para a nova rede de dados. O Conar decidiu implicar justamente neste detalhe.

A Vivo nos enviou uma nota dizendo que a decisão não é definitiva e que vai recorrer.
Evidentemente que se trata de uma sanção no âmbito publicitário da coisa. A Vivo continua livre para comercializar o serviço de 4G, desde que não seja o “4G Plus” com o qual o Conar encrencou.

Mensagem publicada no Facebook há aprox. 4 horas
Mensagem publicada no Facebook há aprox. 4 horas



Esses publicitários que não perdem tempo já estão brincando com a história. Enquanto a Vivo não pode dizer que tem o “4G Plus”, no Facebook ela afirma que a conexão “tem o Plus da Vivo”. Então tá.

Conar WTF?

O Conar, conforme eu escrevo mais acima, é o conselho nacional que autorregulamenta o mercado de publicidade. É nele que são discutidos diversos assuntos relacionados à veículação de peças publicitárias nos mais diversos meios. Tanto pessoas comuns como as empresas concorrentes podem apresentar reclamação sobre um determinado anúncio ou campanha.

Não se trata de um órgão do governo. O Conar não legisla nem executa leis. Entretanto, é absolutamente respeitado e suas decisões costumam ser acatadas, ainda que a contragosto. Mais ou menos como um clube do bolinha dos publicitários, uma fraternidade para que eles se resolvam entre si, amparados no estatuto da entidade.

Via: Tecnoblog

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Operadora On Telecom anuncia serviço de banda larga fixa sem fio no Brasil

Operadora On Telecom

Nesta terça-feira (6), a novata On Telecom anunciou sua entrada no mercado brasileiro de banda larga. Durante sua apresentação oficial para a imprensa, a operadora anunciou seus planos de expansão e sua oferta de internet 4G fixa sem fio – que exige apenas que o modem seja ligado na tomada.

Os executivos da empresa explicaram que sua oferta de serviços da rede de quarta geração será restrita a venda de internet fixa para ambientes fechados, onde o modem estiver instalado, conforme informações da revista Info. O novo serviço de internet da On Telecom começou a operar de maneira experimental em março de 2013 na cidade de Itatiba, no interior de São Paulo, e conta com cerca de 3 mil assinantes.
A operadora possui permissão para explorar serviços de voz e dados na rede 4G, mas por enquanto suas ofertas serão limitadas. A tele comprou licença 4G nas áreas de Campinas, Ribeirão Preto e no Vale do Paraíba (DDDs 12 e 19). Os primeiros planos oferecidos pela operadora serão:



Velocidade5 Mbps10 Mbps10 Mbps
Limite de Dados10 GB30 GB100 GB
PreçoR$ 99,00R$ 129,90R$169,90

Os planos da On Telecom são grandes. A companhia pretende levar a banda larga para regiões brasileiras onde a conexão via cabo é ruim, ou até mesmo inexistente. A tecnologia da tele permite que o modem faça a comunicação direta com as antenas de celular, necessitando apenas de uma conexão com a rede elétrica. 
"Temos 10% de penetração fixa de banda larga, há um espaço grande a ser preenchido. Como somos um país de tamanho continental, acreditamos que ainda há muito a ser feito", disse Farès Nassar, CEO da On Telecom, um executivo libanês que é naturalizado brasileiro.


Via: Canaltech

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Tim anuncia infraestrutura 4G em 79 bairros de São Paulo

A operadora TIM anuncia que sua infraestrutura de tecnologia 4G está disponível em 79 bairros da capital paulista. Previsto pela Anatel para ser entregue até dezembro, o serviço foi antecipado e já está disponível para clientes TIM nessas regiões.

Usuários de planos pós-pagos que adquirirem aparelhos compatíveis com a rede LTE brasileira e um chip 4G podem aproveitar a vantagem de navegar até cinco vezes mais rápido com seus atuais planos de acesso à internet, sem ter que pagar a mais por isso. Os planos da TIM para acesso à internet seguem sendo os mesmos oferecidos para navegação na rede 3G, sem alteração de preço ou da franquia de uso.

A empresa está anunciando o plano Liberty Web Modem (R$ 61 mensais por 3GB de navegação) 4G também para usuários de computadores ou laptops. O . Os clientes que optarem por comprar um modem 4G nas lojas da operadora poderão parcelar o aparelho em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito. Para acesso à internet em smartphones 4G, a TIM oferece o Liberty Web 600MB, com franquia de dados de 600MB e valor mensal de R$ 34,90.

Além do modem 4G, o portifólio da operadora conta com seis modelos de smartphones compatíveis com a rede LTE brasileira: Motorola RAZR HD (R$ 1.499), LG Optimus G (R$ 1.499 para planos pós-pagos e R$ 1.799 no pré-pago), Samsung Galaxy Express (R$ 1.349), LG Optimus F5 (R$ 999), BlackBerry Z10 (R$ 2.399) e Samsung Galaxy S4 (R$ 2.299).
Nas próximas semanas, as lojas da operadora serão abastecidas com os outros três modelos: Samsung Galaxy Ace III 4G (R$ 949), LG Optimus G Pro (R$ 2.299) e Sony Xperia ZQ (R$ 1.799).

Os clientes da TIM que já possuem aparelhos 4G e querem aproveitar as vantagens da nova tecnologia precisão adquirir um TIMChip compatível. O SIMCard será comercializado nas lojas da operadora por R$ 10. Quem comprar um smartphone ou modem 4G em um dos pontos de venda da empresa leva o chip compatível sem qualquer custo.

A lista de bairros com 4G inclui, entre outros, Liberdade, Itaquera, Mooca, Santana, Butantã, Perdizes, Morumbi, Santo Amaro, Moema, Itaim Bibi e Pinheiros. A lista completa dos locais com a rede 4G da TIM em São Paulo pode ser acessada no site Portas Abertas.

Via: IDG Now

sábado, 4 de maio de 2013

O guia do 4G no Brasil: planos, preços e cobertura



Obedecendo o prazo estabelecido pela Anatel, as quatro maiores operadoras brasileiras de celular anunciaram, até o final de abril, seus planos 4G. Com promessa de velocidade até 10 vezes maior, agora começa o primeiro estágio do 4G no Brasil.


Mas onde o serviço está disponível? Como adquiri-lo? E quanto ele custa no modem, no tablet ou no computador? Respondemos essas dúvidas abaixo.

 

 

O que o 4G oferece?

Basicamente, velocidades maiores que o 3G. Todas as operadoras garantem, no contrato, velocidades de 5Mbps, contra até 1Mbps na maioria dos planos 3G.
Isto facilita o acesso a arquivos na nuvem e a streaming de vídeos, além de permitir videochamadas ou upload de vídeo com mais velocidade, e deve eliminar qualquer espera na hora de consultar email, ver páginas da web e outras tarefas onde mesmo o 3G não funciona de forma ideal.
E, enquanto a nova tecnologia está sendo implementada, algumas operadoras oferecem velocidades maiores:
  • a Oi diz que “oferece taxa de transmissão entre 5Mbps e 12 Mbps”;
  • a Vivo afirma que seus planos “não têm velocidade limitada a 5Mbps”, e o valor “encontra-se no contrato como velocidade de referência”;
  • e a Claro diz que “a velocidade mínima do 4GMax é de 5Mbps” e pode ser maior que isto, “dependendo da demanda de utilização e da região com a cobertura”; em testes da Folha em São Paulo, a taxa de download chegou a 13 Mbps fora de condições de teste.
Estamos com aparelhos 4G e teremos nossos testes em breve.

Onde o 4G está disponível?

claro-cobertura-4g

Por ordens da Anatel, todas as seis cidades-sede da Copa das Confederações dispõem de serviço 4G nas quatro operadoras. Claro e Vivo, no entanto, decidiram oferecer o 4G em mais cidades; você confere a lista completa abaixo.

- Claro: Belo Horizonte, Brasília, Búzios, Campos do Jordão, Curitiba, Fortaleza, Parati, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Porto Alegre
- Vivo: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo; região do ABC (Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) até o final de maio
- TIM: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador
- Oi: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador
Se você não está em alguma destas cidades, terá que esperar um pouco. Segundo a Anatel, as sedes e subsedes da Copa do Mundo – Cuiabá, Curitiba, Manaus, Natal, Porto Alegre e São Paulo – deverão ter 4G até o final deste ano nas quatro operadoras.

Mas, por enquanto, a rede 4G ainda não cobre as cidades como um todo: só algumas áreas dispõem do serviço. Se você mora em uma das cidades na lista acima, visite os sites a seguir para saber qual a área de cobertura do 4G: Vivo | Claro | Oi | TIM

Quais aparelhos funcionam com o 4G?

aparelhos-4g

Para usar o 4G, você precisa de um smartphone ou modem compatível com a tecnologia. Além dos modems 4G vendidos por operadoras – como o Huawei E3276 – estes são os aparelhos compatíveis à venda no mercado, com preço sugerido:
  • Motorola Razr HD (R$1.699)
  • Samsung Galaxy S4 (R$2.499, em breve)
  • Samsung Galaxy SIII LTE (R$1.999)
  • Samsung Galaxy Express (R$1.349)
  • LG Optimus G (R$1.999)
  • LG Optimus F5 (R$1.199, em breve)
  • Sony Xperia ZQ (R$1.999)
  • Nokia Lumia 920 (R$1.999)
  • Nokia Lumia 820 (R$1.459)
  • BlackBerry Z10 (R$2.699, em breve)
Dependendo da operadora e do plano, o preço pode ser bem menor com descontos no pós-pago.
Alguns tablets também são compatíveis, como o Samsung Galaxy Note 10.1 4G (R$2.199).
E quanto a aparelhos importados? Provavelmente eles não funcionarão no 4G brasileiro, que usa a banda LTE 7. Os EUA usam outras bandas (4, 13, 25), enquanto países da Europa se concentram nas bandas 3 e 20. Alguns países europeus também usam o LTE 7, mas é importante verificar se o aparelho é compatível com a frequência de 2.600MHz que usamos.
Vale lembrar que nenhum iPhone ou iPad é compatível com o 4G brasileiro.

Planos e preços

Por enquanto, as operadoras concentram suas ofertas de 4G em planos pós-pagos. Para modems/tablets, temos os seguintes:
planos-4g-modem
Todas as operadoras oferecem velocidade contratual de 5 Mbps, mas como dissemos, a conexão pode ser mais rápida a critério da operadora. Mas se você consumir a franquia, a velocidade despenca para níveis de 2G.
Para utilizar a rede 4G, você precisa de um modem compatível. Se você estiver fora da área de cobertura 4G, vai utilizar a rede 3G ou EDGE disponível.
Os planos para smartphones variam um pouco. Na TIM, Claro e Oi, você pode contratar pacotes associados a qualquer plano de voz. Abaixo seguem os preços da internet no celular (voz/mensagens/roaming à parte):
planos-4g-smart-pacotes
Na Vivo, no entanto, o pacote de dados está associado a planos de voz específicos, e seus preços variam de um estado para outro:
planos-4g-smart

Da mesma forma, você precisa de um dos smartphones 4G citados acima, e precisa estar na área de cobertura para usar a rede – senão você ficará no 3G ou EDGE.
A TIM diz que vai oferecer o 4G também para clientes pré-pagos, nos planos Infinity Web e Infinity Web Modem; no entanto, a velocidade de acesso estará limitada a 1Mbps.

Como contratar?

Se você já tem um plano de dados e mora em cidade com cobertura 4G, entre em contato com sua operadora para fazer o “upgrade”. Por exemplo, clientes da Claro com pacote de dados a partir de 2GB no celular (ou 5GB no modem) podem apenas ligar para a operadora e perguntar como ativar o 4G. Quem é cliente TIM pode ir em uma loja da operadora e pedir o chip 4G; ele custa R$10.
Se você não tem pacote de dados em nenhuma operadora, basta entrar em contato via telefone ou ir a uma das lojas.

Vale a pena?

Por enquanto, o 4G procura atender um tipo específico de cliente: aqueles que procuram planos com franquia maior. Se você se encaixa no perfil – e já tem um aparelho compatível – então adquira um plano 4G. Você não vai pagar nada a mais; e dependendo da operadora, o plano 4G será a única opção.

Isto supõe que você está disposto a pagar mais por mês. A exceção, no caso, é a TIM: como todos os planos de dados viraram 4G, você pode pagar a partir de R$21,90 (com franquia de apenas 300MB) para utilizar a nova rede.

Mas se você procura as velocidades do 4G e não quer pagar caro (e prefere não entrar na TIM), o jeito é esperar até que o 4G chegue a mais opções de planos, e a preços menores. Se você não está na área de cobertura do 4G, é claro, você também terá que esperar.

Via: GizModo