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sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Como trancar conversas no WhatsApp para ter mais privacidade



O aplicativo do WhatsApp disponibiliza uma funcionalidade para trancar conversas com senhas e tirá-las da caixa de entrada, aumentando a privacidade do usuário.

A ferramenta é útil para momentos em que outra pessoa está segurando seu celular ou quando é necessário compartilhar o telefone com um familiar, por exemplo.

É possível definir uma senha diferente da usada para desbloquear o celular, criando uma camada extra de sigilo das mensagens.

Também está disponível uma ferramenta que oculta a pasta de conversas trancadas da lista de conversas, de um modo que elas só sejam encontradas digitando um código secreto na barra de pesquisa.

Como trancar conversasSelecione o chat que deseja trancar;
  • Android: clique nos ícone de três pontos no canto superior direito > “Trancar conversa”;
  • iOS: Selecione “Trancar conversa”.
  • Como colocar senha nos chats trancadosClique em “Crie um código secreto”;
  • Defina a senha;
  • Confirme a escolha.
  • Como ocultar as conversas trancadasEntre nos chats trancados (barra em cima das conversas);
  • Selecione o ícone de três pontos no canto superior direito;
  • Vá em “Configurar conversas trancadas”;
  • Ative a opção “Ocultar conversas trancadas”;
  • Insira seu código secreto.

Fonte original: CNN

sábado, 9 de junho de 2018

Falha no Facebook divulgou postagens privadas de 14 milhões de usuários

Um erro na rede social Facebook fez com que 14 milhões de usuários que publicaram textos, fotos e vídeos de modo privado ou apenas para amigos compartilhassem as informações publicamente na rede social. A falha aconteceu durante cinco dias em maio. A empresa disse, por meio de nota, que irá notificar imediatamente as pessoas afetadas.
As postagens foram divulgadas publicamente sem nenhum tipo de alerta aos usuários. A empresa disse que não sabe quantos desses 14 milhões de usuários expuseram dados que não queriam que fossem públicos ou quantos perceberam o erro antes de publicar algo no Facebook. Em 27 de maio, a empresa mudou as configurações das postagens afetadas para privadas — mas não avisou os usuários do ocorrido.
Em um comunicado enviado a imprensa, Erin Egan, diretora de privacidade do Facebook, assumiu a falha. “Gostaríamos de nos desculpar por esse erro”, disse. Após a divulgação da falha, as ações do Facebook fecharam o mercado em baixa de 1,65%, negociadas em US$ 188 — após o fechamento do mercado, as ações da rede social seguiram apresentando baixa de 0,18%, negociadas em US$ 187.
Pesadelo
A revelação da falha de privacidade torna ainda mais dramática a situação do Facebook, que vem sendo cada vez mais criticado nos últimos meses por seu papel em fenômenos como a disseminação de notícias falsas e tentativas de interferência em eleições. O auge da polêmica aconteceu em março, quando os jornais The New York Times e The Observer, de Londres, revelaram que a consultoria britânica Cambridge Analytica e o pesquisador da Universidade de Cambridge, Aleksandr Kogan, usaram de forma ilícita dados pessoais de mais de 87 milhões de usuários do Facebook.
Desde então, o Facebook tem sofrido forte pressão da mídia, de órgãos reguladores e governos em todo o mundo. O próprio presidente executivo da rede social, Mark Zuckerberg, teve de comparecer ao Congresso Americano e ao Parlamento Europeu para dar explicações sobre como a rede social trata os dados pessoais dos usuários. Na mais recente aparição, no Parlamento Europeu, o executivo foi fortemente criticado por responder de forma genérica a poucas perguntas feitas durante a audiência.
Ainda não está claro se a rede social poderá ser punida por só revelar a falha de segurança agora, uma vez que a nova legislação de proteção de dados pessoais da União Europeia (GDPR, na sigla em inglês) obriga as empresas a comunicar os consumidores imediatamente. Pela lei europeia, a empresa pode estar sujeita a sanções que podem chegar a 4% da receita anual global da companhia, em caso de descumprimento das novas regras, que entraram em vigor em 25 de maio. O Facebook ainda não detalhou a localização dos usuários afetados pela brecha de segurança.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Projeto no Senado torna infração a inclusão de pessoas em grupos de WhatsApp sem autorização prévia do usuário


A inclusão em grupos do WhatsApp, páginas e comunidades virtuais deverá ser feita apenas com consentimento prévio dos internautas. É o que diz o projeto de lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), aprovado nesta quarta-feira (7) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O projeto modifica o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14).
 
Conforme a proposta, os usuários com contas no Facebook, Whatsapp ou Telegram, por exemplo, teriam de ser consultados antes de serem incluídos em cadastros ou receberem convites para participar de eventos em redes sociais.
 
O projeto também especifica quem vai responder pelo descumprimento dessa exigência. Em primeiro lugar, o ônus da prova sobre o consentimento do usuário caberá ao provedor da aplicação. A empresa terá a obrigação de reparar os danos decorrentes do uso indevido dos dados do internauta.
 
A autora da proposta pretendia responsabilizar ainda quem estivesse envolvido nos processos de inscrição, cadastramento ou criação de contas. Assim, qualquer usuário nesta situação teria de responder solidariamente pela reparação dos danos junto com o provedor. Entretanto, uma das emendas do relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), eliminou tal possibilidade.
 
"A culpa pela ausência de mecanismos que asseguram a coleta do consentimento prévio é da aplicação, e não dos usuários. Se, por exemplo, alguém pretende criar um grupo de interação no Whatsapp e, para isso, passa a indicar os usuários que deveriam integrar esse grupo, é responsabilidade do WhatsApp condicionar o efetivo ingresso do convidado no grupo ao seu prévio consentimento", considerou o relator.
 
A proposta recebeu voto favorável, com duas emendas e ainda terá que passar por votação final na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Google removeu 700 mil aplicativos maliciosos da Play Store em 2017

No início de janeiro, o Google removeu cerca de 60 games da Play Store após ser revelado que o bug Adult Swine estava exibindo anúncios maliciosos e inapropriados para crianças. Segundo a gigante de buscas, essa é apenas uma gota do balde em comparação com os 700 mil apps que foram retirados da sua loja em 2017. 

Em um post no seu blog intitulado “How we fought bad apps and malicious developers in 2017”, o Google destaca as muitas maneiras como lutou contra os aplicativos maliciosos na Play Store nos últimos 12 meses. 

Além dos 700 mil apps que removeu da loja em 2017 – um aumento de 70% em relação aos números de 2016, a gigante também que conseguiu identificar e retirá-los muito mais rapidamente. A empresa de Mountain View alega que 99% dos apps com “conteúdos abusivos” foram retirados da Play Store antes mesmo que qualquer usuário pudesse instalá-los. O Google também afirma que desenvolveu novas técnicas de detecção para eliminar criminosos reincidentes e identificar “redes de desenvolvedores de conteúdo abusivos em escala” para impedi-las de simplesmente enviarem outros conjuntos de apps maliciosos para a loja. 

Segundo o Google, a principal razão para esse aumento significativo no número de apps removidos foi o uso de Machine Learning (Aprendizado de Máquina). A empresa usou sua engine de Inteligência Artificial (IA) para ajudar “a detectar comportamentos e conteúdos abusivos em apps – como falsificação, conteúdo inapropriado ou malware”, o que então auxiliou os analistas humanos a detectarem os apps problemáticos.

Entre os apps removidos estavam:

- Cópias: apps que tentam enganar os usuários ao imitar um aplicativo popular. O Google diz que mais de 250 mil dos 700 mil apps removidos eram cópias.

- Conteúdo inapropriado: apps que promovam pornografia, violência extrema, ódio e atividades ilegais.

- Aplicações potencialmente danosas: apps que poderiam danificar seu aparelho, incluindo apps fraudulentos e de phishing. O Google diz que apps desse tipo “possuem um volume pequeno” na Play Store, especialmente por conta de medidas que a empresa já tinha tomado, como o lançamento do Google Play Protect, por exemplo, que “reduziu a taxa de instalações de apps potencialmente danosos de forma significativa em 2016”.

No entanto, o Google admite que ainda há mais trabalho a ser feito, como foi mostrado pelo recente bug Adult Swine. “Apesar das novas e melhoradas capacidades de detecção que levaram a um número recorde de remoções de apps maliciosos e desenvolvedores maliciosos, sabemos que alguns deles ainda conseguem invadir e enganar as nossas camadas de defesa”.

O impacto na sua casa
Ao longo do tempo, o Google acabou ficando com uma reputação ruim por ser muito branda com as políticas de review da Play Store, e nos últimos anos a empresa vem trabalhando duro para mudar essa imagem. Em especial, chama a atenção a afirmação de que 99% dos apps maliciosos e fraudulentos foram removidos antes mesmo que alguém pudesse instalá-los. 

No entanto, o maior problema aqui é justamente a proteção contra apps que não são baixados pela Play Store. A grande maioria dos malwares para Android são espalhados por lojas terceirizadas e alternativas de aplicativos, uma área muito mais difícil para o Google policiar, mesmo com a ajuda de machine learning.


Via: idgnow

sábado, 16 de dezembro de 2017

Empresas americanas prometem recorrer contra o fim da neutralidade de rede

Resultado de imagem para internet

A decisão tomada pela Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, sigla em inglês) que acabou com a neutralidade de rede – regra que garantia internet livre e aberta para todos os usuários nos EUA – colocou os provedores de serviço de internet e as companhias que controlam redes sociais e serviços de conteúdo em lados opostos. Facebook, Amazon e Netflix prometeram acionar o Congresso para reverter a medida.

Por outro lado, a revogação teve amplo apoio entre as companhias americanas Comcast, Verizon e AT&Tm que atuaram junto ao governo de Donald Trump a favor do fim da neutralidade da rede. A medida só entrará em vigor no próximo ano e até lá as empresas contrárias prometem se aliar a entidades de proteção civil para tentar barrar a mudança na Justiça e provocar o Congresso para votar uma medida que devolva o acesso igualitário à rede mundial de computadores.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Hackers da HBO agora ameaçam vazar season finale de Game of Thrones

As falhas de segurança na emissora HBO ainda não foram sanadas — e, ao que tudo indica, novos vazamentos devem ocorrer nos próximos dias.
 
O grupo hacker responsável pela divulgação até de informações pessoais sobre funcionários da empresa enviaram ao site Mashable um recado bem audacioso: que o próximo episódio de Game of Thrones será vazado "o mais cedo possível".

Vale lembrar que esse seria o terceiro vazamento em uma temporada de apenas sete episódios — o quarto foi vazado por outro grupo criminoso, enquanto o sexto acabou exibido por engano na HBO da Espanha. A ameaça original incluía também a divulgação do sexto capítulo, "Beyond the Wall", exibido ontem (20). Essa parte da promessa não aconteceu, mas pode ter sido cancelada justamente por conta do erro prévio da filial europeia na transmissão.


O grupo ainda alegou que ganhou acesso a todas as redes sociais da emissora, incluindo contas no Twitter como @HBO, @GameOfThrones e @WestworldHBO. Instagram e Giphy também teriam sido comprometidos — e o perfil do site de armazenamento de GIFs, inclusive, teria publicado imagens com incrições chamando a marca de "HB-Old" e afirmando que ela está morrendo. O site não testou nenhuma das credenciais, mas disse afirmar que não tem motivos para não acreditar nos responsáveis pelo vazamento.

A resposta da emissora

Em um comunicado ao Mashable, a HBO repetiu o posicionamento anterior ao afirmar que não comenta as invasões, mas reconhece "um ciberincidente". "Esse é um jogo que não iremos jogar", afirmou o porta-voz da companhia. Segurança digital: Saiba com a SONDA como acompanhar na sua empresa Patrocinado

terça-feira, 30 de maio de 2017

Anonymous divulga emails da JBS envolvidos em escândalo do governo

A Anonymous enviou provas de acesso aos emails da JBS hoje (29) para o TecMundo. No total, por meio da célula AnonOpsBr, foram invadidas 280 contas de email. Anteriormente, a Anonymous já havia entrado no banco de dados da Friboi, uma empresa da JBS, que é uma das maiores indústrias de alimentos do mundo e está envolvida nos recentes escândalos do governo brasileiro.
De acordo com a legião hacker, "as pessoas relacionadas têm merda no email. É apenas um aviso para a JBS de que sabemos o que é essa merda e logo vamos divulgar. Enviamos parte de uma das senhas de um diretor [da JBS] e, no total, tivemos acesso a 280 contas".
Segundo a Anonymous, são pessoas que receberam ordens para deletar e sumir com arquivos
Na prova, podemos ler a seguinte mensagem: "Nós não esquecemos de vocês, sua corja de ladrões filhos da p*ta. Estamos com seus e-mails e vamos divulgar todos os acessos para a comunidade. Não vamos sossegar. Vocês podem pegar um, dois, três, quatro de nós, mas nunca conseguirão deter a todos".
A Anonymous, dos 280 emails obtidos, divulgou ao TecMundo apenas 11 contas de "pessoas relacionadas" ao escândalo da JSB. Sobre um motivo específico de nos enviar as 11 contas — sendo que uma, como prova, teve uma senha parcial também divulgada —, a legião hacker comentou que "são pessoas que receberam ordens para deletar e sumir com arquivos" e "essa semana vamos divulgar as mensagens, vai ser divertido ver a corja correr".

Prova do ataque

O manifesto foi postado em um Ghostbin

Friboi invadida e Michel

No sábado retrasado (20), a Anonymous invadiu o banco de dados da Friboi. De acordo com um manifesto enviado ao TecMundo, o grupo hacker está com diversas senhas de acesso, além de ter implantado usuários no banco de dados e estar monitorando a navegação local.
As operações da Anonymous estão focadas no presidente Michel Temer e nos recentes escândalos do governo
Na íntegra, a célula comentou o seguinte: "Estamos com suas senhas e acessos monitorados... Não se preocupem porque mudamos algumas etiquetas na sua área de produção e criamos alguns usuários dentro dos seus 9785", escreveu a Anonymous. Na íntegra: "Aos trabalhadores dessas empresas, saibam que o problema não é com vocês, e sim com essa corja de ladrões, corruptos e filhos da p*** que estão acabando com o nosso povo e nosso país".
Além disso, a Anonymous deixou claro que tem como foco operações contra o presidente Michel Temer. Na segunda-feira passada (22), a legião hacker juntou dados públicos e expôs dados sensíveis de Temer, familiares e outros ministros do governo brasileiro. Ainda, o site pessoal de Temer já foi derrubado duas vezes pela Anonymous ao longo da última semana.

FONTE: Tecmundo

terça-feira, 23 de maio de 2017

Anonymous Brasil invade sistemas da Friboi e expõe banco de dados

A JBS, empresa brasileira gigante do setor alimentício conhecida pelas marcas Friboi e Seara e destaque no noticiário político por causar grave crise nos alicerces do governo de Michel Temer, foi vitimada por um ataque hacker do grupo Anonymous. Os ativistas conseguiram penetrar no banco de dados da empresa com a obtenção de senhas e criação de usuários.
O grupo também decidiu divulgar a estrutura de banco de dados para comprovar a invasão aos sistemas da JBS, mas não apresentou nenhum dado sigiloso ou comprometedor sobre o que estava guardado nestes bancos. Os autores do ataque afirmam ter mudado “algumas etiquetas na área de produção” e criado “alguns usuários dentro dos seus 9785”, apontando que os acessos e senhas estão monitorados.
O texto que introduz a publicação dos dados serve como protesto contra a situação que o Brasil vive atualmente, reclamando “dessa corja de ladrões, corruptos, filhos da p... que estão acabando com o nosso povo e nosso país”. Eles concluem afirmando que não irão sossegar: “vocês podem pegar um, dois, três ou quatro de nós, mas nunca conseguirão deter a todos”.
O manifesto também faz questão de mencionar que o problema não são os honestos trabalhadores da companhia, embora o ataque não tenha exposto os executivos do alto escalão, que são os responsáveis pelas delações e pelas relações, muitas vezes escusas, com os políticos nacionais.

Via: olhardigital

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Novo ataque cibernético em grande escala afeta computadores do mundo todo

Um novo ciberataque em grande escala para roubar moeda virtual afetava centenas de milhares de computadores em todo o mundo nesta quarta-feira (17/5), de acordo com especialistas em segurança cibernética. 

Após o ataque de sexta-feira, especialistas descobriram um novo ataque vinculado ao vírus Wannacry, chamado Adylkuzz.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Acidentalmente, HP instala 'espião' em seus notebooks

A página ModZero descobriu nesta semana que notebooks da HP poderiam estar gravando tudo o que o usuário digitasse no PC. A espionagem, segundo o site, era feita acidentalmente, como resultado de uma ferramenta que não estava funcionando direito. Uma atualização de 2015 nos dispositivos da HP, que traz uma série de recursos de diagnóstico, inclui um que consegue detectar se uma tecla determinada é pressionada.
O problema é que o sistema, por um erro, passou a identificar todas as teclas pressionadas. Outra atualização, lançada há pouco tempo, arquivava tudo o que era digitado no sistema do usuário e pode ser acessada no sistema facilmente.
Esse arquivo é apagado cada vez que o usuário faz logout, mas, quem tem algum tipo de backup pode recuperar todos esses dados. O site recomenda que os usuários que tenham dispositivos da HP verifiquem se há um arquivo chamado "MicTray" instalado. É importante também apagar a pasta de registros, que pode conter senhas e informações confidenciais.
A HP afirma que está ciente do problema e que já desenvolveu uma atualização, que deve ser disponibilizada aos usuários em breve.
Confira a lista completa de dispositivos que podem ser afetados:
  • HP EliteBook 820 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 828 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 840 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 848 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 850 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 640 G2 Notebook PC
  • HP ProBook 650 G2 Notebook PC
  • HP ProBook 645 G2 Notebook PC
  • HP ProBook 655 G2 Notebook PC
  • HP ProBook 450 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 430 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 440 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 446 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 470 G3 Notebook PC
  • HP ProBook 455 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 725 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 745 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 755 G3 Notebook PC
  • HP EliteBook 1030 G1 Notebook PC
  • HP ZBook 15u G3 Mobile Workstation
  • HP Elite x2 1012 G1 Tablet
  • HP Elite x2 1012 G1 with Travel Keyboard
  • HP Elite x2 1012 G1 Advanced Keyboard
  • HP EliteBook Folio 1040 G3 Notebook PC
  • HP ZBook 17 G3 Mobile Workstation
  • HP ZBook 15 G3 Mobile Workstation
  • HP ZBook Studio G3 Mobile Workstation
  • HP EliteBook Folio G1 Notebook PC

Via: olhardigital

Países europeus são alvo de grande ataque hacker

Alguns países europeus foram alvo de um grande ataque hacker nesta sexta-feira (12). O governo espanhol anunciou nesta sexta-feira em um comunicado que várias empresas do país, entre elas a gigante das telecomunicações Telefónica, foram vítimas de um ciberataque. 

“O ciberataque não compromete a segurança dos dados nem se trata de um vazamento de dados”, afirmou o ministério da Energia da Espanha, que também se encarrega das questões digitais. 

A espanhola Telefónica informou que foi vítima de um vírus que obrigou a empresa a desligar todos os computadores de sua sede em Madri. “É um vírus. Estamos esperando para ver as implicações”, afirmou à agência AFP uma fonte que pediu anonimato.

No Reino Unido, o Serviço Nacional de Saúde (NHS) informou que está respondendo a um ataque cibernético, que hospitais ao redor do país disseram ter causado o cancelamento de consultas e atendimentos. “Estamos cientes de um incidente de cibersegurança e estamos trabalhando em uma resposta”, disse um porta-voz da NHS Digital, a divisão do NHS responsável por questões de tecnologia à agência Reuters.


Os ataques foram do tipo ransomware. Neste tipo, o equipamento é feito como “refém”, ficando inutilizado. Uma espécie de resgate é cobrada da vítima para que o aparelho possa ser usado novamente. A imagem acima mostra o ataque ao Reino Unido, nele, um resgate é cobrado em bitcoins, uma moeda virtual difícil de ser rastreada.

De acordo com a Info Security Magazine, mais de 11 países foram alvos dos ataques nesta sexta-feira. Uma empresa de segurança britânica, a G Data, afirmou que as origens do ataque ainda não foram desvendadas.

(Com agências Reuters e AFP)

sábado, 11 de março de 2017

Quais são as principais técnicas de espionagem industrial?

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Vigilância discreta
O espião persegue um funcionário-alvo até conseguir flagrar algum podre (como flagrantes sexuais ou uso de drogas), para chantageá-lo em troca de informações.
Sequestro-relâmpago
Treinado(a) pelo espião, uma garota ou rapaz de programa atrai o empregado para uma emboscada. Com intuito de extorsão, a pessoa é ameaçada ou torturada.
Engenharia social
Se o funcionário-vítima for tímido, o agente simula simpatia e afeição até consolidar uma falsa amizade que estimule desabafos sobre a empresa. É um golpe a longo prazo.
Infiltração
Um olheiro é instalado pela concorrência por meio de um programa de trainee, estágio ou simples admissão. Ele se entrosa com a equipe até obter os dados necessários.
Cooptação
Quando não é possível infiltrar um espião, utiliza-se um colaborador. Por exemplo, um acadêmico, para realizar pesquisas sobre a empresa e consultar seus arquivos.
Recrutamento operacional
Aplicado quando a infiltração e a cooptação são inviáveis. O jeito é convencer um funcionário a trair a companhia, com a promessa de uma pomposa recompensa.
Introdução de softwares
Em 2012, a fornecedora de antivírus Symantec calculou que ataques de hackers a empresas causaram um prejuízo global de US$ 113 bilhões.
Grampo telefônico
Só é bem-sucedido com o auxílio de um técnico de telefonia. Fiel ao espião, ele irá decodificar o que de fato presta em meio a todo o conteúdo captado.
Escuta ambiental
Coisa de cinema: disfarçado, o espião visita a empresa e, num momento de distração dos anfitriões, esconde dispositivos que transmitem áudio e vídeo em tempo real.
CONSULTORIA Eugênio Moretzsohn, ex-integrante da Inteligência das Forças Armadas, palestrante e consultor de práticas de segurança para empresas, e Instituto Euvaldo Lodi: Gerência Executiva de Competitividade Empresarial.
Via: MSN

WikiLeaks vai compartilhar ferramentas da CIA com empresas

Julian Assange, fundador do Wikileaks, em transmissão durante o SXSW, no Texas, em 2014
Assange: "Considerando o que pensamos ser a melhor maneira de proceder e ouvindo os pedidos de alguns dos fabricantes, decidimos trabalhar com eles para lhes dar acesso exclusivo a detalhes técnicos adicionais", disse (David Paul Morris/Bloomberg)
Washington/Frankfurt – O WikiLeaks irá oferecer a empresas de tecnologia um acesso exclusivo a ferramentas de ciberespionagem da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) que possui para permitir que estas consertem falhas de programas, disse seu fundador, Julian Assange, nesta quinta-feira.
Na terça-feira, o grupo antissegredos publicou documentos que descrevem as ferramentas de invasão cibernética da CIA e trechos de códigos de computação.
O site não publicou a íntegra dos programas que seriam necessários para explorar celulares, computadores e televisões com acesso à internet.
“Considerando o que pensamos ser a melhor maneira de proceder e ouvindo os pedidos de alguns dos fabricantes, decidimos trabalhar com eles para lhes dar acesso exclusivo a detalhes técnicos adicionais que temos para que os consertos possam ser desenvolvidos e implantados, de forma que as pessoas possam ficar protegidas”, disse Assange durante uma coletiva de imprensa transmitida via Facebook Live.
Respondendo a seus comentários, o porta-voz da CIA, Jonathan Liu, afirmou em um comunicado: “Como dissemos anteriormente, Julian Assange não é exatamente um bastião de verdade e integridade”.
“Apesar dos esforços de Assange e sua laia, a CIA continua a coletar inteligência estrangeira no exterior agressivamente para proteger a América de terroristas, Estados-nação hostis e outros adversários”.
Não ficou claro como o WikiLeaks pretende cooperar com as empresas de tecnologia ou se elas irão aceitar a oferta.
Porta-vozes de Google, Apple, Microsoft Corp e Cisco Systems Inc, todos eles fabricantes de aparelhos sujeitos a ataques descritos nos documentos, não responderam de imediato a pedidos de comentário.
Mas várias companhias já disseram estar confiantes de que suas atualizações de segurança recentes já cobriram as supostas falhas detalhadas nos documentos da CIA.
Ainda na terça-feira, a Apple afirmou em um comunicado que “muitas das questões” vazadas já foram sanadas na versão mais atual de seu sistema operacional.
A publicação dos documentos no WikiLeaks reacendeu um debate que questiona se agências de inteligência deveriam ocultar vulnerabilidades de cibersegurança graves ao invés de compartilhá-las com o público.
Um processo interagências criado no governo do ex-presidente norte-americano Barack Obama opinou que é preferível errar pelo excesso de divulgação.
Duas autoridades da lei e da inteligência dos EUA afirmaram à Reuters na quarta-feira que as agências de inteligência estão cientes desde o final do ano passado de uma invasão na CIA, que permitiu que o WikiLeaks divulgasse milhares de páginas de informações em seu site.
Os funcionários, que falaram sob condição de anonimato, disseram que prestadores de serviço provavelmente violaram a segurança e entregaram os documentos ao WikiLeaks.
Assange disse possuir “muito mais informações” sobre o ciberarsenal da CIA que serão divulgadas em breve e criticou a “incompetência devastadora” da agência por não ser capaz de controlar o acesso a um material tão sigiloso.

Via: Exame

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Pela terceira vez em menos de um ano: Yahoo revela que foi alvo de um novo ataque hacker


Que fase em, o Yahoo que em setembro de 2016 disse ter sofrido um ataque hacker que comprometeu cerca de 500 milhões de contas da sua base de usuários e que em dezembro voltou a público para revelar que um novo ataque comprometeu 1 bilhão de contas, está mais uma fase envolvida com esse problema, a companhia começou a notificar seus usuários sobre uma possível violação em suas contas. O ataque teria acontecido entre 2015 e 2016, e graças a uma falha no serviço de e-mail, o cibercriminoso conseguiu usar cookies forjados dos sistemas do Yahoo para ter acesso ás contas.

O número de contas violadas ainda não foi revelado. O Yahoo já está investigando o caso. Os tais cookies roubados que permitiram que o cibercriminoso tivesse acesso as contas sem a necessidade da senha, já foram invalidados, e a companhia também disse que reforçou a segurança nos sistemas para evitar outros ataques semelhantes.

O Yahoo recomenda que os usuários verifiquem se há alguma atividade suspeita na conta, e que tomem cuidado com e-mails que solicitem informações pessoais. Outro ponto a se considerar é a adoção da ferramenta de autenticação Yahoo Account Key, que elimina a necessidade de senha.

Esse mais novo problema de segurança irá causar ainda mais estrago na negociação entre Yahoo e Verizon. A operadora americana a princípio iria adquirir o Yahoo por US$ 4,8 bilhões, porém a série de ataques fez com que o valor da negociação fosse reduzido em cerca US$ 250 milhões a US$ 300 milhões. Vamos aguardar os próximos capítulos!

Via: Hardware

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Golpe promete bônus de R$100 no Uber para enganar usuários brasileiros

Um novo golpe vem enganando usuários brasileiros com a falsa promessa de uma promoção especial do Uber para o Carnaval. As informações são da Kaspersky Lab.
De acordo com a empresa de segurança, os cibercriminosos prometem um bônus de Carnaval no valor de 100 reais no Uber para quem se cadastrar no aplicativo por meio do link enviado por eles. No entanto, como costuma acontecer em golpes do tipo, o verdadeiro objetivo dessa promessa falsa é clonar os cartões de crédito das vítimas.
“Além de clonar o cartão de crédito da vítima, o golpe dá ao criminoso um crédito de R$20 reais no aplicativo caso um novo usuário venha a se cadastrar no serviço usando seu código de referência, ou seja, ele lucra duas vezes”, explica o analista sênior da Kaspersky no Brasil, Fabio Assolini.
Como funciona
O golpe em questão se inicia com o envio de um e-mail informando ao usuário que ele ganhou o suposto crédito de 100 reais no Uber.  Ao clicar no link para se cadastrar, é direcionada para sites falsos, criados especialmente para a campanha maliciosa. 
Entre os domínios usados no ataque, vale destacar o uberdesconto.com.br e o ubercupomonline.com.br. Os sites trazem formulários em que a vítima deve informar seu número de cartão de crédito completo para completar o suposto cadastro.

Via: IDGNow

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Um hacker vigilante reduziu 20% da teia escura depois de encontrar pornografia infantil

Web hacker pornografia infantil para navegação privada

Um ataque à Dark Web deixou um enorme 20 por cento dele em caos. Na sexta-feira, um vigilante conseguiu invadir o serviço de hospedagem Dark Web, Liberdade hospedagem II, depois de perceber que ele estava permitindo que sites de pornografia infantil. Como relatado pela primeira vez, os visitantes de mais de 10.000 sites na sexta-feira não viram o conteúdo esperado deles, mas sim uma mensagem que dizia: "Olá, Freedom Hosting II, você foi hackeado".

De acordo com o hacker, o Freedom Hosting II deve ter sabido que estava gerenciando sites de pornografia infantil - aqueles em questão requeriam gigabytes de dados apesar do fato de que o serviço de hospedagem oficialmente afirma não permitir mais de 256MB. Como parte do hack, não só o conteúdo usual foi substituído pela mensagem do hacker, mas também serviu um despejo de dados (sem informações do usuário) e uma explicação sobre o motivo do hack.

Esta não é de forma alguma a primeira vez que a Freedom Hosting está sob fogo para a pornografia infantil. Em 2013, os funcionários responsáveis ​​pela aplicação da lei interromperam o serviço, permitindo, em última análise, várias acusações de pornografia infantil. Mas apenas alguns anos mais tarde, parece que a segunda iteração do host está sendo executada nos mesmos problemas.

No sábado, o hacker falou a placa-mãe sobre a lógica por trás do ataque. "Este é de fato o meu primeiro hack", escreveu o intruso através de um e-mail enviado do mesmo endereço postado para os sites hackeados Freedom Hosting II. O hacker continuou: "Inicialmente eu não queria derrubar o FH2, apenas olhá-lo", mas depois de encontrar não menos de 10 sites de pornografia infantil com cerca de 30 GB de arquivos, a ação tinha A ser tomada.

Até agora, parece que o hacker tinha intenções benevolentes, e está lidando com os dados de forma responsável. Aparentemente, as informações serão enviadas a um pesquisador de segurança que, em última instância, retransmitirá dados para a aplicação da lei, que poderiam usá-lo para levar os pornógrafos infantis à justiça. No entanto, o FBI pode não ser plenamente satisfeito com esta ação vigilante. Como mãe, explica: "Nos últimos anos, quando as agências de aplicação da lei, como o FBI tomaram sites escuras ou provedores de hospedagem, eles, em seguida, procurou-se identificar os usuários individuais por meio da implantação malware. Mas agora, com a infinidade de sites de pornografia infantil da Freedom Hosting II fechados, os federais podem não ser capazes de usar esse tipo de tática ".


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Facebook atualiza página que reúne configurações e dicas de privacidade


O Facebook atualizou a página da rede social com noções básicas sobre privacidade (visite aqui). A página explica como funcionam as diversas configurações de privacidade do Facebook e permite que o usuário ajuste as configurações conforme aprende sobre seu funcionamento em 32 guias interativos. 

A página também alerta sobre como certos recursos da rede social funcionam. Por exemplo: um dos guias explica que o dono de uma postagem pode mudar a permissão de visualização dela a qualquer momento, restringindo ou liberando o acesso aos comentários daquela publicação. Quem faz um comentário, porém, não é notificado dessa mudança e pode acabar tendo seu comentário exposto publicamente.

Segundo o Facebook, a página resulta de uma colaboração da rede social com organizações de defesa da privacidade, como o National Cyber Security Alliance, a Electronic Frontier Foundation e o Center for Democracy and Technology. A renovação da página, lançada nesta quinta-feira (26), é uma iniciativa ligada ao Dia da Privacidade de Dados, celebrado no dia 28 de janeiro.




Trecho da página de noções básicas sobre privacidade do Facebook. (Foto: Reprodução)

Também há orientações para modificar preferências ligadas à publicidade e melhorar a segurança da conta do Facebook, bem como ajustar como serão tratadas publicações em que o usuário foi marcado.

Nenhuma das opções é nova. Todas já estavam disponíveis na página de configurações do Facebook, mas a página pretende simplificar o acesso a essas opções. "Essa iniciativa é parte dos esforços do Facebook para garantir que você tenha todas as informações necessárias para compartilhar o que quiser apenas com quem quiser", afirmou a rede social, em um comunicado.


Via: G1

Ataque a XP reflete problema de transparência em ciberataques

São Paulo – Um ciberataque promovido contra a XP Investimentos entre 2013 e 2014, que atingiu dados de 29 mil pessoas, só veio à tona nesta semana. A empresa diz que cuidava de cada caso de forma individual, mas vazamentos de dados provocados por hackers, como aconteceu nesse caso, evidencia uma questão mais abrangente: a definição legislativa do tratamento de informações pessoais.
Em entrevista a EXAME.com, Fabro Steibel, diretor-executivo do Instituto de Tecnologia do Rio (ITS-Rio) e professor na ESPM, disse acreditar que esse tipo de crime, quando hackers roubam uma empresa e divulgam dados de clientes, é considerado genérico e fica difícil de punir devidamente os responsáveis.
“No exterior, quando há uma falha, a empresa precisa comunicá-la, no Brasil não temos essa obrigação. Precisamos pensar na externalidade disso, as senhas são usadas repetidamente em vários sites e aplicativos. Isso pode dar acesso a outros serviços. A falta de lei de dados cria esse vácuo onde os clientes são expostos a esse grande risco”, declarou Steibel.
A aprovação de uma lei como a prevista no projeto de número 330 (2013) estabeleceria penalidades a empresas que cometem infrações às normas de proteção de dados pessoais, como multa, suspensão temporária de atividade, intervenção administrativa e interdição parcial ou total da atividade da companhia. O projeto está travado no Senado desde de julho do ano passado.
Nelson Barbosa, engenheiro de segurança da Norton, ressalta que qualquer empresa pode ser vítima de um vazamento de dados e, por isso, precisam ter suítes completas de segurança e departamentos de TI dedicados. No entanto, falar sobre hacks ainda é um tabu para as empresas.
“A Norton identificou que muitas companhias escolheram não demonstrar o verdadeiro tamanho das brechas que sofrem. O fato é que as empresas, por vezes, escolhem reter suas informações – o que é controverso, já que transparência é algo crítico para segurança”, declarou Barbosa a EXAME.com.
Ainda assim, o especialista indica que empresas do setor bancário e financeiro levam a sério a cibersegurança. “Devido à natureza de seus negócios, é necessário que elas se posicionem de forma a antecipar e se defender de possíveis ataques, principalmente neste momento em que buscam se tornar 100% digitais”, disse Barbosa.

Prejuízos

Outra questão que os ciberataques colocam em discussão são as perdas financeiras das empresas. No caso da invasão ao banco de dados da XP Investimentos, por exemplo, foram desviados cerca de 500 mil reais e três investidores, segundo o Valor.
De acordo com o estudo Cyber Handbook, de dezembro de 2016, a consultoria  Marsh & McLennan Companies estima que a violação de dados vai gerar perdas de 2,1 trilhões de dólares no mundo até 2019. Ou seja, o prejuízo será de quatro vezes mais do que em 2015.
Ainda assim, as companhias não se preocupam tanto com esse tipo de ameaça. Por indústria, estes são os dez setores que mais contratam seguros contra ataques cibernéticos, segundo a Marsh:
  1.       Manufatura: 63%
  2.       Comunicação, Mídia e Tecnologia: 41%
  3.       Educação: 37%
  4.       Atacado/Varejo: 30%
  5.       Instituições financeiras: 28%
  6.       Power & Utilities: 28%
  7.       Indústrias: 27%
  8.       Hospitality and Gaming: 15%
  9.       Serviços: 13%
  10.     Healthcare: 6%
Carlos Santiago, líder da prática de consultoria de risco da Marsh, conta que o mercado brasileiro ainda tem potencial e passa por uma fase de conhecimento do risco e amadurecimento da ideia de que a contratação de seguros pode ajudar a lidar com ações mal-intencionadas dos hackers. Além disso, ele indica que muitas empresas multinacionais têm seguros apenas em suas matrizes – e não no Brasil. Saiba mais: Consultoria de risco joga balde de água fria em otimismo com impeachment. 
“O seguro tem que ser considerado dentro de um grupo de medidas de prevenção e mitigação do risco cibernético”, disse Santiago. “O objetivo do seguro é apoiar a empresa a ter os recursos para mitigar o impacto de um ciberataque, contratando especialistas para cuidar da falha na tecnologia ou no âmbito processual que causou o incidente, e também para reduzir o impacto aos clientes.”
Por ora, os ciberataques seguem sem punições específicas e a falta transparência das empresas nesses casos continua a colocar em risco as contas online dos internautas.

Via: Exame