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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Escola espanhola migra de Windows para Ubuntu

Eu acho muito importante mostrar casos de sucesso para, quem sabe, desta forma inspirar que outras pessoas procurem fazer o mesmo. Reduzindo gastos, aumentando a segurança e mantendo a qualidade.

Ubuntu em escolas






Uma escola espanhola chamada "Colegio Agostiniano de León" está completando os seu processo de migração para o Ubuntu. Um dos líderes da iniciativa concedeu uma entrevista para o site Muy Linux,comentando a migração. Eu achei a entrevista muito bacana e quero destacar alguns pontos que eu considerei mais importantes.
Quem explicou como a migração foi feita foi Fernando Lanero, professor de ciências da computação, que foi um dos líderes do projeto de migração.

Ele destacou os procedimentos  graduais que foram feitos para concluir uma migração deste tipo. Segundo ele, os computadores da escola ainda rodavam Windows XP, então ao longo de três anos as mudanças foram sendo feitas diretamente no Windows, inserindo programas para os usuários que seriam utilizados futuramente, como o Firefox e o LibreOffice, até chegar o ponto de mudar de sistema operacional também. Segundo Lanero, essa iniciativa fez uma grande diferença depois da migração, pois a maior parte dos usuários já estava completamente habituada com a forma com que estes programas funcionam.

Fernando Lanero

O líder do projeto também comentou sobre as suas maiores dificuldades. Um fato interessante dentro delas é que, segundo ele, os alunos não se mostraram contra uma mudança como esta, o maior problema foram as pessoas que estavam acostumadas com o Windows, especialmente os professores, que mostravam uma certa rejeição à mudança, mesmo nunca tendo usado Linux antes. "Os alunos são como esponjas que absorvem qualquer novo conteúdo sem problemas", comentou.
As escolha deles foi o Ubuntu 14.04 LTS com o Unity para rodar em máquinas Core 2 Duo, 2 GB de RAM e placa de vídeo dedicada. Eles se mostraram completamente satisfeitos com os desempenho das máquinas, mas Lanero reiterou, "caso não tivéssemos placas de vídeo o Xubuntu seria o escolhido". Atualmente todos estão adaptados ao Unity.

Outra dificuldade apontada foi a compatibilidade com as lousas eletrônicas Hitachi que são utilizadas na escola, o problema foi contornado com uma versão especial do Kernel Linux na versão 3.14, foi necessário atualizar a base do Ubuntu 14.04 para isso, mas depois desta modificação, tudo está funcionando corretamente.

Todo este processo, deste a inserção dos programas no Windows, até a migração completa, levou cerca de 3 anos e está completada, hoje são cerca de 120 computadores com Ubuntu instalado.

Depois de 3 anos, Lanero afirma ter dados consistentes para compartilhar que mostram algumas informações importantes. Segundo ele foram cerca de 35 mil Euros economizados entre 2014 e 2016 somente em licenças Microsoft e outros programas que eram necessários anteriormente, como antivírus, outro fator que ele destaca é a diminuição grandiosa na necessidade de fazer manutenção nos computadores da escola por conta de vírus, perda de desempenho ou qualquer coisa relacionada, os dados que ele coletou apontam uma diminuição de 63% nos chamados de manutenção nos computadores dos professores e secretarias e 90% dos computadores de sala de aula, algo que alegra qualquer equipe técnica.

Que isto sirva de exemplo para as nossas escolas também, não é?


Via: Diolinux

domingo, 17 de maio de 2015

Meizu MX4 é o novo Smartphone com Ubuntu no mercado

A Canonical anunciou na página de Insights do Ubuntu o novo Smartphone com Ubuntu Touch que será comercializado, confira os detalhes:

Meizu MX4 com Ubuntu Touch
Imagem: Reprodução

Novo Smartphone com Ubuntu chega ao mercado


A Meizu, fabricante chinesa de Smartphones, anunciou um de seus modelos High-End com Ubuntu Touch de fábrica, segundo informações os aparelhos serão vendidos em toda a Europa muito em breve, mas inicialmente o modelo estará disponível apenas para desenvolvedores Chineses.

Meizu é uma das marcas mais populares de Smartphones High-End na China, reconhecidos por seu design inovador e elegante em seus produtos e destacou-se pelo pioneirismo no modelo de distribuição centrada, que se tornou o padrão para vários fabricantes chineses.

Smartphone Ubuntu

Hardware do dispositivo


O hardware de aparelho também me parece ser de muito respeito:

- CPU MediaTek 6595 A17 2.2 Ghz com Oito núcleos (Customizado pela Meizu);
- Tela de 5.36 polegadas com uma resolução de 1920 x 1152 com Corning Gorilla Glass 3;
- GPU PowerVR G6200 ;
- 2 GB de RAM em Dual Channel DDR3 RAM com 933MHz;
- Câmera traseira de 20MP (SONY premium IMX220 Exmor RS sensor, a blue glass filter, and 5-element lens) 
- Câmera frontal de 2 MP (SONY IMX20);
- Wi-Fi 802.11 ac/b/g/n/a;
- Bluetooth 4.0;
- sensor de gravidade;
- infravermelho;
- giroscópio;
- sendores de luz ambiente e sensores de bússola digital.

Ubuntu touch Meizu

Confesso que estou detestando ainda comentar sobre isso ao final de cada post sobre o Ubuntu Touch, mas a verdade continua sendo esta, não existe ainda a menor previsão da chegada dele ao Brasil, desta forma a única boa maneira de testar o Ubuntu Touch num aparelho mesmo é instalando por conta própria, seguindo a Wiki do Ubuntu.

Tirando a minha frustração de não poder comprar um aparelho destes aqui no Brasil (por pouco tempo espero), é muito bom ver o Ubuntu em um Smartphone de ponta e com um Hardware muito potente.

Via: Diolinux

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Como criar compartilhamento de arquivos entre Ubuntu e Windows

 Algumas pessoas tem passado dificuldade ao tentar compartilhar arquivos entre Ubuntu / Mint e outras distros baseadas, desta forma veja como resolver este problema!
No terminal instale o seguinte:

sudo apt-get install samba smbclient winbind
Depois da instalação dos pacotes acima, vamos adicionar uma senha para o seu usuário no samba.

sudo smbpasswd -a nomedousuario
Este comando vai pedir uma senha e a confirmação desta senha.

Agora temos que escolher uma pasta dentro do seu /home para o compartilhamento. No meu caso eu preferi usar  a pasta Público já existente, mas você pode escolher outro nome ou pasta que preferir. Se preferir criar a pasta em questão, faça no terminal:


mkdir /home/nome_do_usuario/nome_da_pasta

Agora vamos dar permissão de leitura e escrita para qualquer usuário nesta pasta, mas calma, depois vamos deixar que apenas você possa ter acesso a essa pasta pelo samba.


sudo chmod -R 777 /home/nome_do_usuario/nome_da_pasta
Agora vamos deixar claro que esta pasta pertence ao seu usuário e ao seu grupo de usuário:

sudo chown -R nome_do_usuario.nome_do_usuario /home/nome_do_usuario/nome_da_pasta
Agora vem a parte principal, livre-se deste smb.conf padrão do Ubuntu! Para fins acadêmicos, se quiser manter essa mercadoria, faça um backup dele:


sudo cp /etc/samba/smb.conf ~
Agora use o seu editor em modo texto preferido, eu uso o nano, e copie e cole a seguinte configuração, preste atenção nas mudanças do nome do usuário e do caminho que você escolheu! Logo abaixo eu mostro como ficou o meu smb-conf.


sudo nano /etc/samba/smb.conf


[global]
        netbios aliases = nome_que_você_quer_que_apareça_na_rede
        server string = nome_que_você_quer_que_apareça_na_rede
        interfaces = eth0
        bind interfaces only = Yes
        log file = /var/log/samba/log.%m
        max log size = 50
        socket options = TCP_NODELAY SO_SNDBUF=8192 SO_RCVBUF=8192
        cups options = raw



[Nome_da_Pasta]
        path = /home/nome_do_usuario/nome_da_pasta/
        valid users =  nome_do_usuario
        admin users =  nome_do_usuario
        read list =  nome_do_usuario
        write list =  nome_do_usuario


O meu smb.conf ficou assim:


[global]
        netbios aliases = GALACTUS-MOVEL
        server string = GALACTUS-MOVEL
        interfaces = eth0
        bind interfaces only = Yes
        log file = /var/log/samba/log.%m
        max log size = 50
        socket options = TCP_NODELAY SO_SNDBUF=8192 SO_RCVBUF=8192
        cups options = raw



[Publico]
        path = /home/galactus/Público/
        valid users = galactus
        admin users = galactus
        read list = galactus
        write list = galactus

Dicas importantes: O nome no Netbios aliases e server string não devem ter outros iguais na rede! Na parte do nome da pasta em questão entre parênteses – [Publico] – não pode ter assento! Só pode ter assento no nome da pasta no caminho – path. Assumo que você só tem uma placa de rede e ela é identificada como a eth0!


Agora reinicie os serviços do samba.


sudo service smbd restart
E depois:


sudo service nmbd restart
Pronto, era simples assim!

Agora quando você tentar acessar essa pasta, vai aparecer o nome colocado no Netbios e ele vai pedir o seu nome de usuário e a sua senha cadastrada no samba! Só o seu login e senha terão poderes de escrita e leitura totais sobre a pasta estando no Windows 7/8.

Dicas de última hora!

1) Acontece de vez em quando que de tantas atualizações do Ubuntu, principalmente na parte de rede, seu compartilhamento deixa de funcionar! Mas calma, não se desespere. Basta reinstalar o samba e o smbclient, depois reinicie a máquina.

2) Dependendo da rede em questão, demora um pouco para poder montar o compartilhamento. Daí você pode ser brindado com uma mensagem  de que esgotou o tempo para encontrar o servidor workgroup! Então você espera mais um pouco ou reinicie a máquina!


Ubuntu Mate RC 1 está disponível para download

Ubuntu Mate RC 1 está disponível para download, baixe agora e teste!

O primeiro e único Ubuntu MATE 14.10 Release Candidate foi anunciado por seus desenvolvedores e agora está disponível e pronto para testes. A versão final do sistema está quase saindo, então isso é o mais próximo da versão estável possível.
 
Alguns meses atrás, alguns desenvolvedores, incluindo um do MATE e um da Canonical, montaram uma edição MATE Remix Ubuntu, que teve grande sucesso. A distro não é oficialmente parte do ecossistema Ubuntu como vem sendo anunciado equivocadamente em alguns blogs brasileiros, mas as coisas estão andando e isso vai acontecer muito em breve. Os usuários ainda podem chamá-lo de um Remix, que é o termo, neste caso, para uma distro que usa Ubuntu e ainda não faz parte da família.

Apesar do fato de que o Ubuntu MATE ainda não é um sabor reconhecido, os desenvolvedores mantiveram o mesmo cronograma de lançamento com o Ubuntu 14.10, que é a base da distro, embora a versão atual RC não se encaixe em qualquer lugar. Versões regulares do Ubuntu não recebem versões RC, mas não podemos reclamar. É sempre bom ver o que os desenvolvedores animados, e experimentando o que eles estão fazendo em antecipação ao lançamento.

A versão estável do Ubuntu 14.10 (Utopic Unicorn) e Ubuntu 14.10 MATE vai sair do forno em 23 de Outubro, se tudo correr conforme o planejado. Eles não perderam até agora o ritmo e ainda todas as versões vão chegar quando deveriam, embora a cada hora continuam mudando algo nos sabores.

"Ubuntu MATE 14,10 release candidate está agora disponível para download. Esta é a última versão antes do lançamento final 14.10 e corrige alguns problemas que estavam presentes no Beta 2"

"As pessoas nos dizem que o Ubuntu MATE é estável. Você pode, ou não, concordar. Este release candidate tem sido focado em consertar coisas quebradas e melhorar o que já estava presente na versão Beta 2", diz Martin Wimpress, um dos desenvolvedores do Ubuntu MATE .

Como era de se esperar, algumas das mudanças relatadas para o RC são apenas pequenas atualizações para vários pacotes, a maioria deles do Debian e em grande escala, como mate-screensaver 1.8.1-1, marco 1.8.2, mate-applets 1.8.1, atril 1.8.1, caja 1.8.2, and mate-panel 1.8.1. Além disso, o mais recente indicador Caja Dropbox já está disponível a partir dos PPAs e o Plymouth foi corrigido. Os usuários podem agora ver a tela inicial e agora é possível usar a criptografia total de disco (não foi possível inserir a senha no Plymouth).

 
 
 

Como recuperar o grub após o Windows ter danificado a inicialização!

Como recuperar o grub após o Windows ter danificado a inicialização!
 
Conheça a ferramenta "Boot-Repair", que com um simples clique irá recuperar o Gerenciador de Boot do Ubuntu (GRUB) após a necessidade de se ter feito uma nova instalação do Windows. O Boot-Repair é um software livre, que reinstala o GRUB danificado e recupera o acesso aos sistemas operacionais instalados de maneira simples, fácil e muito rápida!

Imagine a seguinte situação: você instala o Ubuntu em dual boot com o Windows, baixa todas as atualizações do Ubuntu e instala todos os aplicativos e jogos que mais gosta. Num certo dia, devido ao sistema Windows ter sido danificado por milhares de vírus ou ter ficado muito instável, você resolve reinstalá-lo e quando termina descobre que o GRUB, que permite a escolha do sistema Ubuntu, não aparece mais, ou seja, o sistema Windows segue seu carregamento tranquilamente sem notar a presença de um outro sistema em dual boot (Ubuntu).

O que fazer? Reinstalar o Ubuntu e perder tudo o que você havia feito? Não, pois para a nossa alegria existe uma ferramenta muito prática para a recuperação do GRUB, o Boot Repair!

Vamos ao passo a passo da sua utilização:

1- Baixe a imagem ISO no Site oficial do Boot-Repair (escolha 32 bits ou 64 bits de acordo com a sua plataforma);

2- Crie um Live USB de inicialização (Pendrive) com a imagem ISO baixada. Para a criação do Live USB utilizamos o programa UNetbootin, baixado do Site oficial do UNetbootin;

3- Ao inicializar o seu sistema com o Live USB, clique no botão de comando Recommended repair (repairs most frequent problems). Veja a imagem abaixo:

Pronto! Agora você poderá restaurar o GRUB danificado pela reinstalação do Windows de maneira bem mais fácil!
 
 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Netflix finalmente chega ao Ubuntu via Chrome

20131017netflix-building_thumb.jpg

Usuários de Ubuntu, comemorem: agora será possível assistir à Netflix através da distribuição Linux sem gambiarras, hacks ou quaisquer outras marmotagens, ainda que seja somente através do Chrome.

A bem da verdade a Netflix demorou muito para dar suporte ao pinguim, já que ele conversava há tempos com HTML5. O grande problema que impedia sua instalação no Linux era, segundo a empresa o fato de que na aplicação para desktop ele ainda utilizava Silverlight, o plugin da Microsoft que está morrendo junto com o Flash. Quem utilizava Linux, independente da distribuição era obrigado a realizar algumas gambiarras a fim de acessar o serviço via navegador, como a necessidade da biblioteca NSS versão 3.16.2 ou superior na versão 14.04 LTS. Já a 14.10 virá com suporte nativo.

Só que a Netflix resolveu facilitar as coisas. A partir de agora, basta instalar a versão 37 do Chrome no Ubuntu nas duas últimas versões LTS que você já poderá utilizar o Netflix sem problemas. Àqueles que utilizam distribuições como Mint e Arch Linux, já é sabido que ambas serão plenamente compatíveis também. Isso pelo menos vai reduzir o número de plataformas que o serviço de streaming não está presente, mas ainda não acaba com um pequeno problema de filosofia: ao menos em desktops o Netflix não é para leigos.

O Cardoso já relatou problemas anteriores com o Netflix justamente por conta do Silverlight, mas o problema nem é esse: é a inabilidade do serviço em facilitar a vida do usuário. Aquele que paga para assistir seus filmes não quer passar por um tutorial em nove passos para resolver um bug; ele quer ligar, assistir e pronto. É preciso tornar o serviço mais user friendly possível, e distros como Ubuntu e Mint não são nem de longe bichos de sete cabeças e podem ser usadas por um leigo tranquilamente. E ele não vai querer abrir um terminal para caçar bugs.

Caso tenham resolvido esses impasses ao se livrarem do Silverlight parabéns, o público só tem a agradecer por mais uma plataforma compatível com o Netflix.

Via: Meiobit

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Netflix está enfim a caminho do Ubuntu

20140922img_0171.jpg

Após anos de espera, usuários de uma das distribuições Linux mais populares poderão curtir seus filmes favoritos em seu desktop sem gambiarras: o Netflix está enfim preparando suporte nativo ao Ubuntu, a fim de ser executado via navegador.

A novidade foi divulgada por Paul Adolf, engenheiro de software sênior da Netflix. Através de uma postagem ele revelou que o serviço de streaming poderá ser executado através do Chrome para Ubuntu versão 14.02, caso o NSS instalado esteja na versão 3.16.2 ou superior.
Essa biblioteca (sigla para Network Security Services) é um esforço conjunto do Google, Mozilla e RedHat para prover a desenvolvedores os meios para adicionar a suas aplicações uma camada extra de proteção, algo que um serviço da natureza do Netflix precisa. O Ubuntu 14.04 roda uma versão mais velha do NSS, enquanto que a versão 14.10 já virá com a biblioteca mais recente. Aos mais afoitos é possível forçar a atualização e rodar o Netflix sem hacks.

Por que demorou tanto para o Netflix chegar ao Linux de forma nativa? Principalmente porque o serviço trabalhou esse tempo todo com o Silverlight, é só agora está migrando para o HTML5 já que o plugin da Microsoft está caindo do telhado. Embora já rode em plataformas como Chrome OS, Android e outras, faltava o desktop do pinguim receber suporte nativo. E claro, outras distribuições como Mint e Arch Linux (a princípio) também serão beneficiadas com a novidade.


Via: Meiobit

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Como remover aplicativos do início automático no Ubuntu

Como remover aplicativos do início automático no Ubuntu

Hoje vamos a mais uma dica rápida porém valiosa: como remover aplicativos do início automático no Ubuntu?

Antes de mais nada é interessante explicar que algumas opções de configuração estão escondidas no Ubuntu por questões de segurança, ou seja, nesse caso em específico é pra que o usuário não remova sem querer (ou sem saber o que está fazendo) alguma aplicação importante para o funcionamento do sistema.

Vamos lá. Se você pesquisar no seu Dash por “aplicativos de sessão” irá abrir uma janela como a figura abaixo onde você tem a opção de adicionar ou remover algumas aplicações do seu sistema. Eu disse algumas por existem outras que não estão listadas ai.

Captura de tela de 2014-08-14 11:46:26
Para exibir toda esta lista, abra seu terminal e execute o comando abaixo
cd /etc/xdg/autostart
 sudo sed --in-place 's/NoDisplay=true/NoDisplay=false/g' *.desktop
E abra novamente os Aplicativos de Sessão e repare que existem muitas outras coisas que você pode remover do início automático do seu sistema.

Captura de tela de 2014-08-14 11:47:12

No meu caso eu removi o Gwibber e o Telepaphy, pois não uso. Tome sempre cuidado pra não sair removendo coisas que possam prejudicar o carregamento ou o funcionamento do seu Ubuntu. Dica: se não sabe o que é, não remova. Procure ajuda antes.

E se caso queira ocultar novamente, execute o comando abaixo no seu terminal:
cd /etc/xdg/autostart
 sudo sed --in-place 's/NoDisplay=true/NoDisplay=true/g' *.desktop
Mas por que remover estas aplicações? Simples, pra otimizar o carregamento do seu Ubuntu e (no caso de usuários de notebook) ajudar a otimizar o consumo de bateria.

E falando em otimização e consumo de bateria, vou deixar aqui alguns links de outros post do Seja Livre que ensinam alguns truques de otimização do seu Ubuntu.


Via: SejaLivre

Iniciando o Ubuntu com o Bluetooth desligado

Iniciando o Ubuntu com o Bluetooth desligado

Dica pra otimizar o seu Ubuntu e obter mais performance do seu hardware, iremos ensinar como manter o bluetooth desligado por padrão.
Vamos lá:

Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);

Passo 2. Abra o arquivo /etc/rc.local para edição com o comando:
sudo gedit /etc/rc.local
Passo 3. Adicione a linha abaixo antes da linha que contém o texto “exit 0″;
rfkill block bluetooth
Passo 4. Clique no botão “Salvar” e em seguida, feche o editor de texto:

Passo 5. Reinicie o computador e você verá que o sistema iniciou com o Bluetooth desativado.

Mas o que foi que eu acabei de fazer?

O arquivo rc.local é usado para executar vários comandos shell (definidos pelo usuário), durante a inicialização do sistema. Em uma instalação limpa, rc.local é vazio. O que fizemos aqui foi simplesmente adicionar o comando “rfkill block bluetooth”, nesse arquivo.

O rfkill é uma ferramenta para consultar o estado de vários interruptores, botões e interfaces de sub-sistema e com esse comando no arquivo rc.local, estamos basicamente bloqueando o Bluetooth em cada inicialização.

Naturalmente, você poderá ligar o recurso sempre que precisar dele, usando o indicador Bluetooth no painel superior.

Com informações daqui


Via: SejaLivre

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Depois de banir o Windows, China coloca o Ubuntu no computador mais rápido do mundo

O Governo Chinês cansou de "tretas janelânicas" e decidiu abolir o uso de Windows 8 em computadores federais da nação, no país a maiorias das máquinas rodam o Windows XP, que como sabemos foi abandonado pela Microsoft, apesar de tudo a empresa ainda tentou manter o suporte do sistema na China, mas o governo chinês que não é bobo nem nada se ligou que mais tempo ou menos tempo eles teriam que mudar o seu sistema operacional favorito.

Governo Chinês proíbe uso do Windows em instituições federais


E se for para mudar por que não Linux não é verdade, afinal, se eles mudassem para outra versão do Windows, mais tempo ou menos tempo a Microsoft obrigaria os usuários ao Upgrade novamente.

Oh Well, Linux Wins! Flawless Victory!

Mas como se não bastasse o banimento do sistema operacional Windows 8, agora o computador chinês mais veloz do mundo roda Ubuntu.

O computador mais rápido do mundo roda Ubuntu


O computador em questão é o Tienhe-2, um supercomputador de Guangdong na China, que, pasmem, tem 32 mil processadores Intel Xeon E5-2692 de 12 núcleos 2,2 GHz e mais 48 mil coprocessadores Xeon Phi, cada um com mais de 50 núcleos de processamento, a máquina tem a capacidade de fazer 33,86 quadrilhões de operações por segundo.

É, acho que roda Crysis 3...

A China é um mercado em amplo crescimento e especialmente a Canonical vem trabalhando muito bem com ele, tanto que um dos primeiros smartphones com Ubuntu Touch é de lá, temos o Ubuntu Kylin, que é a versão Chinesa do Ubuntu para desktops e agora esta grande novidade, comprovando que o Ubuntu é uma das melhores plataformas do mundo.
 
 
 
Via: Diolinux

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O Ubuntu 14.10 será chamado “Utopic Unicorn”

Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn

O próximo Ubuntu que será desenvolvido nos próximos meses terá o nome de Utopic Unicorn (em português Unicórnio Utópico). Este nome dado ao Ubuntu 14.10 segue a estrita linhagem de dar nomes pelo abecedário e traz-nos a segunda mascote mitológica dentro do grupo de mascotes que o Ubuntu já teve.

Conheça melhor esta mascote e conheça também as palavras iniciais de Mark Shuttleworth que certamente alinham e desmistificam algumas ideias e objetivos que serão aplicados para o próximo Ubuntu.


Desmistificando o nome do Ubuntu 14.10, como é normal na já grande lista de mascotes do Ubuntu, temos um adjetivo e um nome de um animal, que neste caso específico é uma figura mitológica. Geralmente o adjetivo tem uma forte conotação com o objetivo principal da versão do Ubuntu. Por exemplo no anterior Ubuntu 14.04, o adjetivo era “trusty” porque queriam transmitir toda a qualidade, robustez e segurança que aquela versão se caracterizava por ser uma versão LTS.

Então, o que o nome desta mascote nos poderá querer dizer? Segue algumas ideias:
  • Utopic: em português utópico, significa que é o estado ideal de alguma coisa. Geralmente associa-se a esta palavra o inatingível, a perfeição pelo qual se trabalha para alcançada. Como tudo na vida, nada é perfeito e portanto apenas podemos caminhar para a utopia e aproximarmo-nos dela ao máximo.
    No caso específico do Ubuntu, o objetivo continua sendo a reestruturação deste “Linux para seres humanos” de forma a torná-lo na unificação perfeita entre o desktop e os sistemas móveis. Depois desta pausa nas novidades por causa da LTS anterior, tudo volta ao reeinventar para tornar o Ubuntu perfeito e nesse sentido este adjetivo enquadra-se muito bem.
  • Unicorn: Em português Unicórnio, é uma figura mitológica muito conhecida que normalmente é associada à pureza e ao mesmo tempo à força. A sua forma é caracterizada por ser um cavalo com um único chifre e geralmente de cor branca, precisamente para significar a pureza. Há um conjunto vasto de associações e significados a esta figura mitológica, para o caso específico do Ubuntu 14.10, o reinventar de novas coisas como o Unity 8 e MIR será um recomeço de algo, esperamos nós, puro e, claro elegante, forte e rápido.
Para mais informações destes nomes, seguem os links da Wikipedia:
Segundo Mark Shuttleworth, um empresário que está por trás do projeto Ubuntu, é sempre muito boa a etapa de finalizar uma versão LTS e avançar para a próxima. Isto ocorre porque passam 6 meses a desenvolver a versão LTS que na prática se resume a estabilizar a distribuição máximo, para que resulte numa versão do Ubuntu muito estável e pronta para ser utilizada durante muitos anos seguidos. Apesar de ser gratificante, há muitas ideias que surgem, mas que têm de ficar paradas no tempo para as próximas versões.

Ora todas essas ideias são “postas na mesa” principalmente quando arrancam com a versão seguinte à LTS, que neste caso específico o Ubuntu 14.10 é isso mesmo que está a acontecer. Toda aquela vontade que surgiu para desenvolver novas ideias esteve estagnada até este momento e eis que agora é tempo para as pôr em prática.

Unity 8 nos seus primeiros passos 
Para além de tudo isso, o facto de o Ubuntu 14.04 ser uma versão LTS, também condicionou as maiores aspirações já em versões anteriores, nomeadamente do Ubuntu 13.04 e Ubuntu 13.10. As grandes aspirações como um reformular completo do Unity (especificamente chamado de Unity 8), o servidor MIR e a unificação mais objetiva com o sistema móvel (o Ubuntu Touch) não podiam ser feitas muito próximas de uma versão LTS e então tudo isso foi adiado para as versões posteriores, que começam agora o seu desenvolvimento.

As ideias são muitas, as perspetivas são muito boas, principalmente por terem objetivos de reformulação do que já existe para algo mais objetivo, simplificado na direção certa. É neste sentido que há agora um verdadeiro caminho que antes era uma utopia completa e agora talvez seja uma realidade muito próxima, para termos algo tão elegante como é um unicórnio.
Mark fala também de alguns aspetos que têm se arrastado nos ubuntus anteriores devido a algumas dependências de algumas aplicações, nomeadamente do Python 2.x. Estes atrasos das versões nestes momentos de transição poluem muito os sistemas que por vezes ficam com bibliotecas redundantes. Neste aspeto espera-se também algum desenvolvimento para limpar coisas mais antigas.

Por fim, é referido também que esperam trazer ainda maiores facilidades na questão de instalação de aplicações, desde o envio do desenvolvedor à instalação por parte do utilizador final. Segundo as palavras do empresário, é possível que estejamos a caminhar para algo ainda mais simples e rápido do que é atualmente.

Para já objetivos concretos não existem, apenas ideologias a aplicar. Os objetivos concretos são sempre discutidos e definidos em grosso modo nas UDS (Ubuntu Developer Summit). A próxima, em que todos os utilizadores são sempre convidados a participar, irá decorrer em Maio tal como tem acontecido nos outros anos.



Via: Ubuntued