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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Clientes do BB poderão efetuar operações bancárias no Facebook Messenger

Em breve, clientes do Banco do Brasil poderão recorrer ao Facebook Messenger para consultar e realizar suas principais operações bancárias conversando apenas com um chatbot.

A instituição anunciou nesta quinta-feira (22) que deu início a um projeto piloto com mil clientes para testar algumas funcionalidades e interações como consulta de saldo e extrato, solicitação da segunda via do cartão e consulta da fatura do cartão de crédito, a partir da rede social. A ideia, segundo o BB, é levar o banco onde o cliente está e segundo levantamento do Facebook, mais de 100 milhões de brasileiros estão mensalmente na rede social. Não é à toa que cada vez mais empresas olhem para a plataforma para agregar valor e experiência aos seus serviços.

"O cliente que quiser usar o banco vai acessar e resolver o seu problema de onde ele estiver. Ele não precisará ir mais ao banco ou até mesmo ao aplicativo para resolver algo", ressaltou Gustavo Fosse, diretor de tecnologia do BB, durante coletiva de imprensa.
No caso do Banco do Brasil, o projeto conta com a parceria da solução cognitiva IBM Watson para entregar o chatbot de conversação em linguagem natural. A Visa também entra como parceira, uma vez que nesta fase, as transações em teste envolvem assuntos relacionados às transações com cartões Ourocard. 

Caso você tenha levantado uma sobrancelha de preocupação acerca do seus dados bancários circulando no Facebook, Fosse explica que todas as informações trocadas no Messenger ficam em ambiente reservado ao banco. Isso porque quando o cliente solicita ao chatbot uma operação bancária, a assistente virtual irá direcioná-lo para uma outra camada, esta pertencente ao BB. O Messenger não guarda o histórico da conversa e as interações são criptografadas de ponta a ponta, garantiu o banco.

Com o novo projeto, o Banco do Brasil se torna o primeiro grande banco de varejo no Brasil a combinar as funcionalidades do Messenger com o Watson para prestar atendimento realizando transações via chatbot.

Parceria IBM Watson
Há um ano, o Banco do Brasil adotou o IBM Watson para auxiliar funcionários a agilizarem o atendimento e a responder a dúvidas e solicitações de clientes. Em agosto do ano passado, a instituição ampliou o uso da inteligência artificial para o seu canal de atendimento pelo Facebook Messenger, onde é possível tirar dúvidas sobre temas como conta corrente, investimentos, linhas de crédito, solução de dívidas e programas de relacionamento, eliminando a necessidade de até mesmo ligar para o tele-atendimento. 

Segundo o BB, desde então, foram mais de 500 mil interações e cerca de 60 mil clientes respondidos através do chatbot. No total, 70% dos atendimentos feitos via rede social não exigiram nenhum tipo de interação humana, sendo concluídos ali mesmo na plataforma. 

Para Fosse, oferecer operações bancárias a partir do Messenger soou como o próximo passo em um projeto maior de transformação digital do Banco do Brasil. Foram investidos R$ 14 milhões em pesquisa e desenvolvimento dedicados aos projetos do BB que utilizam computação cognitiva.
 
"Nossa preocupação não é se o usuário vai usar aqui ou lá", explica Fosse sobre a preferência entre o aplicativo e eventualmente o chatbot. "A ideia é estar onde os clientes estão. Se ele estiver usando o app, ele vai continuar a usar. Mas se ele quiser ser atendido através de uma rede social, ele também irá". 

Neste primeiro momento, mil clientes do banco terão acesso a novidade. O diretor de tecnologia informou que o BB já trabalha em 50 transações bancárias para o chatbot, incluindo pagamento de contas e a transferência de valores sem recorrer ao aplicativo ou ao Internet Banking. Entretanto, a instituição não conta ainda com uma data de lançamento oficial para o recurso, mas disse que espera "em breve" lançar para todos os demais clientes. 


Via: idgnow

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

WhatsApp vai liberar pagamentos pelo aplicativo

 




















💥 WhatsApp vai liberar pagamentos pelo aplicativo

 Olha só o que surgiu para alguns usuários da Índia: o WhatsApp  liberou nesse país um recurso para fazer pagamentos pelo aplicativo
😱

 Uma pessoa poderá enviar dinheiro para outra tudo pelo WhatsApp!

 Quem publicou essa novidade foi o WABetaInfo, um site que é conhecido  como a fonte número 1 em adiantar as novidades no WhatsApp (que sempre  se concretizam).


Já pensou que LOUCO a hora que isso chegar no Brasil? 

Pense no quanto você pode melhorar suas vendas, oferecendo um produto e já recebendo o pagamento pelo WhatsApp?

 Qual sua opinião sobre essa novidade? Aproveite e conte-nos se você usa o WhatsApp em seus negócios

Projeto no Senado torna infração a inclusão de pessoas em grupos de WhatsApp sem autorização prévia do usuário


A inclusão em grupos do WhatsApp, páginas e comunidades virtuais deverá ser feita apenas com consentimento prévio dos internautas. É o que diz o projeto de lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), aprovado nesta quarta-feira (7) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O projeto modifica o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14).
 
Conforme a proposta, os usuários com contas no Facebook, Whatsapp ou Telegram, por exemplo, teriam de ser consultados antes de serem incluídos em cadastros ou receberem convites para participar de eventos em redes sociais.
 
O projeto também especifica quem vai responder pelo descumprimento dessa exigência. Em primeiro lugar, o ônus da prova sobre o consentimento do usuário caberá ao provedor da aplicação. A empresa terá a obrigação de reparar os danos decorrentes do uso indevido dos dados do internauta.
 
A autora da proposta pretendia responsabilizar ainda quem estivesse envolvido nos processos de inscrição, cadastramento ou criação de contas. Assim, qualquer usuário nesta situação teria de responder solidariamente pela reparação dos danos junto com o provedor. Entretanto, uma das emendas do relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), eliminou tal possibilidade.
 
"A culpa pela ausência de mecanismos que asseguram a coleta do consentimento prévio é da aplicação, e não dos usuários. Se, por exemplo, alguém pretende criar um grupo de interação no Whatsapp e, para isso, passa a indicar os usuários que deveriam integrar esse grupo, é responsabilidade do WhatsApp condicionar o efetivo ingresso do convidado no grupo ao seu prévio consentimento", considerou o relator.
 
A proposta recebeu voto favorável, com duas emendas e ainda terá que passar por votação final na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Google removeu 700 mil aplicativos maliciosos da Play Store em 2017

No início de janeiro, o Google removeu cerca de 60 games da Play Store após ser revelado que o bug Adult Swine estava exibindo anúncios maliciosos e inapropriados para crianças. Segundo a gigante de buscas, essa é apenas uma gota do balde em comparação com os 700 mil apps que foram retirados da sua loja em 2017. 

Em um post no seu blog intitulado “How we fought bad apps and malicious developers in 2017”, o Google destaca as muitas maneiras como lutou contra os aplicativos maliciosos na Play Store nos últimos 12 meses. 

Além dos 700 mil apps que removeu da loja em 2017 – um aumento de 70% em relação aos números de 2016, a gigante também que conseguiu identificar e retirá-los muito mais rapidamente. A empresa de Mountain View alega que 99% dos apps com “conteúdos abusivos” foram retirados da Play Store antes mesmo que qualquer usuário pudesse instalá-los. O Google também afirma que desenvolveu novas técnicas de detecção para eliminar criminosos reincidentes e identificar “redes de desenvolvedores de conteúdo abusivos em escala” para impedi-las de simplesmente enviarem outros conjuntos de apps maliciosos para a loja. 

Segundo o Google, a principal razão para esse aumento significativo no número de apps removidos foi o uso de Machine Learning (Aprendizado de Máquina). A empresa usou sua engine de Inteligência Artificial (IA) para ajudar “a detectar comportamentos e conteúdos abusivos em apps – como falsificação, conteúdo inapropriado ou malware”, o que então auxiliou os analistas humanos a detectarem os apps problemáticos.

Entre os apps removidos estavam:

- Cópias: apps que tentam enganar os usuários ao imitar um aplicativo popular. O Google diz que mais de 250 mil dos 700 mil apps removidos eram cópias.

- Conteúdo inapropriado: apps que promovam pornografia, violência extrema, ódio e atividades ilegais.

- Aplicações potencialmente danosas: apps que poderiam danificar seu aparelho, incluindo apps fraudulentos e de phishing. O Google diz que apps desse tipo “possuem um volume pequeno” na Play Store, especialmente por conta de medidas que a empresa já tinha tomado, como o lançamento do Google Play Protect, por exemplo, que “reduziu a taxa de instalações de apps potencialmente danosos de forma significativa em 2016”.

No entanto, o Google admite que ainda há mais trabalho a ser feito, como foi mostrado pelo recente bug Adult Swine. “Apesar das novas e melhoradas capacidades de detecção que levaram a um número recorde de remoções de apps maliciosos e desenvolvedores maliciosos, sabemos que alguns deles ainda conseguem invadir e enganar as nossas camadas de defesa”.

O impacto na sua casa
Ao longo do tempo, o Google acabou ficando com uma reputação ruim por ser muito branda com as políticas de review da Play Store, e nos últimos anos a empresa vem trabalhando duro para mudar essa imagem. Em especial, chama a atenção a afirmação de que 99% dos apps maliciosos e fraudulentos foram removidos antes mesmo que alguém pudesse instalá-los. 

No entanto, o maior problema aqui é justamente a proteção contra apps que não são baixados pela Play Store. A grande maioria dos malwares para Android são espalhados por lojas terceirizadas e alternativas de aplicativos, uma área muito mais difícil para o Google policiar, mesmo com a ajuda de machine learning.


Via: idgnow

Facebook registra lucro, mas usuários gastam 50 milhões de horas a menos na rede

  

O Facebook reportou nesta quarta-feira (31) os resultados financeiros do último trimestre. E apesar da companhia ter registrado lucro líquido de US$ 4,27 bilhões, um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando registrou US$ 3,57 bilhões, Mark Zuckerberg e os acionistas têm uma métrica de franzir a testa. Os usuários da rede social estão passando menos tempo nela. 

Segundo Zuckerberg, as pessoas passaram 50 milhões de horas a menos por dia no Facebook. As mudanças anunciadas pelo executivo no início de janeiro, que visam priorizar a publicação de amigos e não de marcas e empresas de mídia, são uma resposta a drástica queda do engajamento com a plataforma.

"2017 foi um ano forte para o Facebook, mas também difícil", disse Zuckerberg. "Em 2018, estamos focados em garantir que o Facebook não seja apenas divertido de usar, mas também bom para o bem-estar das pessoas e para a sociedade. Estamos fazendo isso encorajando conexões significativas entre as pessoas e não o consumo passivo de conteúdo", ressaltou. "Ao focar em conexões significativas, nossa comunidade e negócios irão crescer mais fortes a longo prazo", completou um Zuckerberg otimista.

Alguns investidores reagiram rápido ao anúncio e venderam seus papéis. Na recente negociação no pós-hora, a ação da empresa recuou 4,8% a US$ 177,91.

Mas o declínio no uso não foi a única má notícia para a companhia que também relatou queda nos usuários diários ativos nos Estados Unidos e no Canadá. Caiu de 185 milhões para 184 milhões. Apesar disso, o total de usuários diários ativos da empresa em todo o mundo aumentou para 1,4 bilhões de 1,37 bilhões no terceiro trimestre.

Em todo o ano de 2017, a receita da companhia cresceu 47% e fechou em US$ 39,94 bilhões.
 
 
Via: idgnow

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Instagram vai notificar você quando tirar captura de tela das stories

Quando o Instagram copiou descaradamente o Snapchat, eles felizmente se esqueceram de imitar uma coisa: o aviso ao usuário quando alguém captura a tela das stories. Bem, parece que alguém lembrou.

Segundo o WABetaInfo, o Instagram está testando um recurso que notifica o usuário quando alguém tira uma captura de tela da sua história.

Instagram

Quando você tira screenshot pela primeira vez, o app avisa: “da próxima vez que você capturar a tela de uma história, a pessoa que a postou será notificada”.

É compreensível que o Instagram esteja desincentivando capturas de tela, já que as histórias foram feitas para durar apenas 24 horas. Inclusive, o app já envia notificações para capturas de tela nas mensagens diretas. Desta vez, nem as histórias vão escapar.


Além disso, segundo o The Next Web, o Instagram está testando stories apenas com texto. É algo semelhante ao que vimos no WhatsApp Status, outro clone do Snapchat.

Você pode digitar o que quiser e alterar entre estilos predefinidos, com determinadas fontes e planos de fundo. Também é possível enviar sua própria imagem, que receberá um filtro para destacar o texto.

O recurso “Type” aparece na parte inferior, ao lado de opções como “Ao vivo”, “Normal” e “Boomerang”. Ele esteve em testes no Japão desde dezembro, e começou a aparecer para usuários na Europa.


Via: tecnoblog

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Vírus que exibe anúncios pornô é encontrado em app para crianças

Cerca de 60 aplicativos da Google Play Store foram infectados com um novo tipo de malware, chamado AdultSwine. A descoberta foi feita pela CheckPoint, empresa especializada em segurança digital com sede em Israel. Os apps, que na maioria eram voltados para crianças, continham o código malicioso que mostrava propagandas pornográficas. Após a divulgação do problema, na última semana, o Google removeu os programas de sua loja oficial. 
 
Além das imagens inapropriadas, o AdultSwine também usava os aplicativos para mostrar assinaturas de serviços falsos e encorajar a instalação de softwares, como antivírus, para aumentar o desempenho do celular. A companhia de segurança estima que os apps foram baixado entre três e sete milhões de vezes. 

 AdultSwine faz com que anúncios inapropriados apareçam em jogos para crianças na Play Store (Foto: Reprodução/CheckPoint)



O malware tinha como alvo as crianças, visto que grande parte dos aplicativos onde estava inserido eram jogos para o público infantil. O curioso é que alguns desses softwares utilizavam nomes de personagens e games famosos, como Minecraft, Bob Esponja, Angry Birds, Star Wars ou Lego. 

Ao instalar o app com o código do AdultSwine, o celular passava a mostrar anúncios dentro da própria ferramenta ou no navegador. As propagandas eram divididas em três tipos: de cunho pornográfico, de alertas de vírus e com proposta de assinatura de serviços premium. Um dos anúncios exibidos dizia que o celular estava infectado por um vírus. Ao clicar no aviso, o usuário era direcionado para a página de download do app Goldness Browser. Assim, uma criança que estivesse jogando era exposta a este tipo de conteúdo.
 
Além disso, é curioso o fato de que o malware trabalha de forma "inteligente", evitando suspeitas ao não mostrar as propagandas em redes sociais. O Google já retirou todos os aplicativos infectados da Play Store, mas vale ficar atento. Se você tem alguns dos apps abaixo instalado no aparelho, a recomendação é excluí-los por completo.

Aplicativos infectados pelo AdultSwine:

  • Five Nights Survival Craft
  • Mcqueen Car Racing Game
  • Addon Pixelmon for MCPE
  • CoolCraft PE
  • Exploration Pro WorldCraft
  • Draw Kawaii
  • San Andreas City Craft
  • Subway Banana Run Surf
  • Exploration Lite : Wintercraft
  • Addon GTA for Minecraft PE
  • Addon Sponge Bob for MCPE
  • Drawing Lessons Angry Birds
  • Temple Crash Jungle Bandicoot
  • Drawing Lessons Lego Star Wars
  • Drawing Lessons Chibi
  • Girls Exploration Lite
  • Drawing Lessons Subway Surfers
  • Paw Puppy Run Subway Surf
  • Flash Slither Skin IO
  • Invisible Slither Skin IO
  • Drawing Lessons Lego Ninjago
  • Drawing Lessons Lego Chima
  • Temple Bandicoot Jungle Run
  • Blockcraft 3D
  • Jungle Survival Craft 1.0
  • Easy Draw Octonauts
  • halloweenskinsforminecraft
  • skinsyoutubersmineworld
  • youtubersskins
  • DiadelosMuertos
  • Draw X-Men
  • Moviesskinsforminecraft
  • Virtual Family – Baby Craft
  • Mine Craft Slither Skin IO
  • Guide Clash IO
  • Invisible Skin for Slither IO app
  • Zombie Island Craft Survival
  • HalloweenMakeUp
  • ThanksgivingDay
  • ThanksgivingDay2
  • Jurassic Survival Craft Game
  • Players Unknown Battle Ground
  • Subway Bendy Ink Machine Game
  • Shin Hero Boy Adventure Game
  • Temple Runner Castle Rush
  • Dragon Shell for Super Slither
  • Flash Skin for Slither IO app
  • AnimePictures
  • Pixel Survival – Zombie Apocalypse
  • Fire Skin for Slither IO app
  • San Andreas Gangster Crime
  • fidgetspinnerforminecraft
  • Stickman Fighter 2018
  • Subway Run Surf
  • Guide Vikings Hunters
  • Woody Pecker
  • Pack of Super Skins for Slither
  • Spinner Toy for Slither
  • How to Draw Coco and The Land of the Dead
  • How to Draw Dangerous Snakes and Lizards Species
  • How to Draw Real Monster Trucks and Cars
  • How to Draw Animal World of The Nut Job 2
  • How to Draw Batman Legends in Lego Style
 

 Via: techtudo

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Instagram testa função de integração com o WhatsApp

Foto de Silas Elias.
Instagram testa integração com o WhatsApp por: Rodrigo Matoso


O Instagram está testando uma integração com o WhatsApp. Funciona assim: quando você publicar uma foto ou vídeo no Stories, ele também será compartilhado na área correspondente do WhatsApp, que se chama Status. A informação foi divulgada nesta semana, em uma reportagem do site americano TechCrunch.

No final do ano passado, o Instagram permitiu que as pessoas compartilhassem os conteúdos do Instagram Stories também no Facebook, que tem uma área semelhante no seu aplicativo para smartphones. Agora, o WhatsApp pode entrar no jogo. Se deu branco, vale lembrar que Instagram e WhatsApp são empresas do Facebook.
Ainda não se sabe quando ou se a novidade estará realmente disponível aos usuários do Instagram. “Estamos sempre testando novas formas de melhorar a experiência no Instagram para facilitar o compartilhamento de qualquer momento com as pessoas que importam para você”, disse um porta-voz da empresa ao TechCrunch.
Se você tem um smartphone com sistema Android, pode participar do programa de testes do Instagram gratuitamente e receber novidades (a também alguns bugs) antes dos demais usuários.

Exame

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Sarahah, o polêmico app saudita de mensagens anônimas que já tem 300 milhões de usuários e só 3 funcionários

Aplicativo ficou entre os mais baixados em mais de 30 países. (Foto: Divulgação/Sarahah)

"Sarahah" quer dizer "honestidade" em árabe mas, nos últimos dias, ganhou um novo significado no universo das redes sociais: dá nome a um aplicativo que viralizou com a premissa de permitir enviar mensagens anônimas a terceiros. 

Em julho, o Sarahah ficou no topo do ranking de aplicativos mais baixados na App Store, loja de aplicativos da Apple, em mais de 30 países. Hoje, a rede já tem mais de 300 milhões de usuários - enquanto é gerenciado por uma equipe de apenas três pessoas. 

No Brasil, a plataforma App Annie mostra que o aplicativo é o nono mais baixado entre aqueles que são gratuitos na App Store. 

Qualquer um que tenha o link do perfil de uma determinada pessoa pode enviar mensagens anônimas a ela - ou seja, não é preciso se cadastrar no aplicativo. 

"Eu era bem otimista, mas determinei como meta no começo conquistar 1 mil mensagens. Mas agora, temos mais de 300 milhões de mensagens", comemora o fundador do aplicativo, o saudita Zain al-Abidin Tawfiq, de 29 anos. 

A viralização dos recados repletos de honestidade foi facilitada por uma mudança no aplicativo Snapchat, que passou a permitir o envio de links. Assim, usuários do aplicativo de mensagens instantâneas passaram a compartilhar seus perfis no Sarahah. 

Embora o convite para uso do aplicativo diga "Você está pronto para a honestidade? Receba críticas construtivas dos seus amigos e colegas, em anonimato total", Tawfiq reconhece que há usos "equivocados" da ferramenta. 

Em meio a declarações de amor e revelações de homossexualidade, foram registrados também episódios de bullying e discursos de ódio. 

"O uso equivocado é um desafio para todas as redes sociais. No Sarahah, acreditamos que um caso já é muito", afirma o programador. 

"Nós tomamos diversas providências. Eu não quero dar detalhes dessas medidas porque não quero facilitar a atividade de usuários que têm este tipo de conduta. Mas nós temos ferramentas como filtros e bloqueio, e muitas outras técnicas." 

Experiências turbulentas

Por outro lado, o site institucional do aplicativo estimula o uso do Sarahah até no trabalho, enumerando uma série de benefícios: "Melhore seus pontos fortes"; "Fortaleça pontos que devem ser melhorados". 

O site garante que nunca revelará sem consentimento a identidade daqueles que enviaram as mensagens. 

Nos últimos anos, outros aplicativos já usaram do anonimato como um atrativo para a troca de mensagens - mas acabaram tendo um desfecho mal sucedido. 

No Secret, por exemplo, os internautas podiam compartilhar segredos pública e anonimamente. O aplicativo foi encerrado em 2015, após uma série de problemas como a proliferação de bullying e até suspensões judiciais, como no Brasil. 

"Eu acredito na comunicação honesta e aberta e na expressão criativa, e o anonimato é uma grande ferramenta para conquistar isso. Mas é também uma faca de dois gumes, que deve ser manejada com grande respeito e cuidado", escreveu o fundador do Secret, David Byttow. 

O Lulu, que permitia que mulheres avaliassem os homens com notas e caracterizações como "Sai bem na foto" e "Dá sono", bombou, mas logo enfrentou uma série de problemas, inclusive na Justiça. O aplicativo foi suspenso e depois relançado, mas hoje não existe mais. 

Via: G1

terça-feira, 13 de junho de 2017

WhatsApp vai parar de funcionar em alguns smartphones. Veja quais

mensagens-de-voz-no-whatsapp

O aplicativo de troca de mensagens WhatsApp deixará de funcionar em alguns modelos de smartphones no final deste mês. O anúncio não é novidade, uma vez que havia sido feito ainda em 2016. A empresa até prorrogou por mais um semestre, já que boa parte deveria ter deixado de funcionar na virada do ano passado para 2017.

Vale dizer que os modelos são bastante antigos e englobam aparelhos com Android, Windows Phone e até mesmo alguns modelos de iPhone.

Os modelos são produtos que, em grande parte, caíram em desuso nos últimos anos.

Eles são:

  • BlackBerry OS e BlackBerry 10
  • Nokia S40
  • Nokia Symbian S60
  • Android 2.1 e Android 2.2
  • Windows Phone 7
  • iPhone 3GS/iOS 6


“Por mais que estes aparelhos celulares tenham feito uma importante parte em nossa história, eles não possuem a capacidade requerida para que possamos expandir os recursos de nosso aplicativo no futuro”, explica o WhatsApp em uma publicação em seu blog.


Via: Exame

sexta-feira, 2 de junho de 2017

STF inicia discussões sobre bloqueios ao WhatsApp no Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta melhores-dicas-para-o-whatsapp_0sexta-feira (2) a discussão de ações para averiguar se os pedidos de bloqueio ao WhatsApp no Brasil violam princípios garantidos na Constituição Federal. Desde 2015, o aplicativo que pertence ao Facebook foi alvo de quatro pedidos de suspensão com base no Marco Civil da Internet –três foram executados.
Todas as medidas eram represálias porque o WhatsApp descumpriu ordens judiciais para fornecer conversas trocadas em seu serviço. A empresa, que pertence ao Facebook, afirma não poder fornecer dados que não possui, já que usa um modelo de criptografia (técnica para codificar arquivos digitais a fim de driblar interceptações) que a impede de acessar os conteúdos trocados em sua plataforma.

terça-feira, 30 de maio de 2017

PCs com o novo Windows 10 S não rodarão Linux

Se o novo Windows 10 S vai permitir apenas aplicativos que podem ser baixados a partir da Microsoft Store, então poderá rodar os novos apps Linux baixáveis, certo? Errado!
A razão para isso é que a Microsoft está bloqueando ativamente apps de “linha de comando” que rodam fora do ambiente seguro do Windows 10, revelou o gerente sênior de programas da Microsoft, Rich Turner, em um post no blog da empresa.
A Microsoft disse que criou o Windows 10 S como uma maneira para estudantes e até mesmo usuários finais adicionarem um pouco mais de segurança a sua experiência Windows 10.
Por isso, o Windows 10 S roda apenas aplicativos que foram autorizados pela Microsoft e aparecem na loja da empresa. Apesar de a Microsoft não ter dito isso explicitamente na época do anúncio, esses aplicativos não rodam em um nível baixo do PC, como debuggers ou aqueles aplicativos que gravam explicitamente no hardware ou modificam o registro do sistema. 
No entanto, o Linux faz isso. E, nas palavras de Turner, esses apps não rodarão em um sistema operacional que foi “deliberadamente limitado para evitar exatamente esses tipos de apps e tarefas”. Apesar de esses apps Linux instalarem como um aplicativo Windows 10 UWP padrão, eles se comportam como ferramentas de linha de comando que rodam fora da sandbox UWP e da infraestrutura de segurança, aponta Turner.
E não é apenas o Linux. Exemplos de outros apps de nível baixo que não rodarão no Windows 10 incluem Windows Console, Cmd/PowerShell, ou Linux/Bash/WSL. 
Felizmente, há uma solução: o Windows 10 possui um caminho embutido de upgrade para o Windows 10 Pro, e há uma maneira de fazer isso. 


Via: idgnow

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Instagram Stories ganha novos adesivos em homenagem ao Dia das Mães

Instagram Stories ganhou novos stickers para celebrar o próximo Dia das Mães — data comemorada no segundo domingo do mês de maio. São seis novos adesivos para personalizar fotos e vídeos e mostrar todo o seu amor por meio da rede social. A novidade já está disponível para quem tem o aplicativo da plataforma instalado em celulares com Android e iPhone (iOS).
Corações não faltam nas figurinhas e mensagens — disponíveis em inglês — também aparecem nos adesivos. A frase "Happy Mothers Day'' (Feliz Dia das Mães) é destacada num fundo branco ou cercada de pequenos corações vermelhos. ''I Love Mom'' (Eu amo a mamãe) tem as letras brancas e apenas "Mom" sobressai no coração de cor diferente. Os outros adesivos trazem somente a palavra ''Mom'', com fontes desenhadas de vários estilos.
Stickers do Instagram para o Dia das Mães (Foto: Gabrielle Lancellotti/TechTudo)

Florzinha e Gratidão no Facebook

Outras plataformas, como o Facebook, estão adicionando recursos ou ativando funções já conhecidas e que fizeram sucesso para celebrar a data. O botão de flor, que conquistou os usuários da rede social de Mark Zuckerberg no ano passado, vai voltar a fazer parte da lista de Reactions — além das tradicionais Curtir, Amei, Haha, Uau, Triste e Grr — por um período de tempo. A reação que simboliza a gratidão e exibe uma ''chuva'' de margaridas roxas estará disponível em breve.

 Instagram Stories ganha adesivos de Dia das Mães (Foto: Gabrielle Lancellotti/TechTudo)




Via: techtudo

sexta-feira, 5 de maio de 2017

App de táxi para mulheres FemiTaxi vê chamadas dispararem em SP

O aplicativo de táxis exclusivo para mulheres, motoristas e passageiras, FemiTaxi registrou crescimento de 45% nas chamadas em São Paulo durante o mês de abril em comparação com março.
Lançado originalmente em dezembro com versões para iOS e Android, o FemiTaxi já possui cerca de 250 motoristas e 10 mil usuárias na capital paulista.
Segundo a empresa, que também opera em BH e pretende chegar ao RJ até o fim de maio, a cobertura de diversos casos de assédio na imprensa teria contribuído para esse aumento de chamadas em abril.
O FemiTaxi destaca ainda que suas clientes mais fiéis utilizam o serviço entre 40 e 60 vezes por mês.
Além da exclusividade para mulheres passageiras e motoristas, o FemiTaxi lançou em fevereiro um recurso que permite aos pais acompanharem as viagens dos filhos desacompanhados por vídeo.



Via: idgnow

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Golpe no WhatsApp usa vale-presente da Kopenhagen para enganar usuários

Após o falso vale-presente das lojas O Boticário, um novo golpe está circulando no WhatsApp no Brasil. Desta vez, criminosos usam um falso vale-presente da Kopenhagen prometendo um ovo de Páscoa de graça. De acordo com a startup brasileira de segurança PSafe, o golpe começou a ser propagado no app de mensagens há 24 horas e já afetou mais de 300 mil brasileiros que acreditaram na mensagem divulgada.
O golpe funciona de maneira similar ao das lojas O Boticário, propagado na última semana na internet: o usuário recebe, pelo aplicativo de mensagens, um convite para participar da promoção da Kopenhagen. Ao clicar no link, a vítima é direcionada para uma página na qual deve responder a três perguntas sobre a marca, como, por exemplo, “você fez compras na Kopenhagen no ano passado?”. Em seguida, ela é incentivada a compartilhar o link da promoção com 10 amigos via WhatsApp. Se fizer isso, a falsa promoção diz que o usuário poderá retirar um ovo Língua de Gato em lojas Kopenhagen.
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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Como uma lei aprovada ontem pode acabar com Uber e Cabify no Brasil

Existe um risco concreto de que empresas que oferecem serviços de transporte privado, como é o caso de Uber, Cabify, 99 POP e EasyGo, tenham seus serviços inviabilizados no Brasil em questão de semanas devido ao tratamento dado ao setor pela Câmara dos Deputados.
Na última terça-feira, 4, os parlamentares aprovaram o Projeto de Lei 5587/16, de autoria do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que praticamente transformava esses serviços em táxis. Só que o texto foi modificado antes da votação, tendo sido aplicado um substitutivo apresentado por Daniel Coelho (PSDB-PE) que dava aos municípios e ao Distrito Federal o poder de regulamentar o setor. Um respiro para as empresas.
Só que, passada essa etapa, os deputados aprovaram, por 226 votos a 182, um destaque que retira do projeto o trecho que definia o serviço como sendo privado. Na prática, isso transforma a "carona remunerada" em oferta pública, mais uma vez igualando o serviço aos táxis. Neste caso, cidades como São Paulo, que já contam com regulamentação específica, teriam de refazer o processo de legalização, já que tratam o serviço como sendo privado.
"Se a intenção é que as prefeituras regulem este serviço, nós não podemos concordar que se coloque no texto que é uma atividade de natureza privada", comentou Zarattini, que é líder do PT na Câmara. "Atividade de transporte individual de passageiro, para ser controlada pelas prefeituras, tem de ter caráter público."
Mas não é só isso. Outro destaque defendido pela bancada petista (este aprovado por 215 votos a 163) especifica uma série de exigências que não constavam no projeto aprovado. Os carros terão de respeitar uma idade máxima, contar com autorização específica do poder público em nome do motorista e possuir placa de aluguel — aquela vermelha, que é aplicada a táxis e carros de transporte de produtos.
“Até que o município regulamente, o sistema de aplicativos está inviabilizado. É transformar o sistema de aplicativo privado em táxi, que é tudo o que ninguém quer, porque cria tumulto”, protestou o tucano Daniel Coelho, que foi relator da matéria.
O projeto ainda não é lei, porque terá de passar pelo crivo do Senado. Se passar direto pela Casa, vai parar nas mãos do presidente Michel Temer (PMDB), que poderá vetá-lo ou sancioná-lo. O Senado terá um tempo para analisar o texto, porém. Lá, ele poderá inclusive sofrer modificações. Se isso acontecer, o projeto volta para a Câmara dos Deputados, onde os parlamentares podem discutir as alterações propostas e escolher entre aplicá-las (integral ou parcialmente) ou ignorá-las.
Depois desse trâmite, o texto finalmente cai no colo de Temer, que terá a palavra final. Se optar pela aprovação, o presidente fará com que os serviços prestados por empresas como Uber e Cabify seja inviabilizado em seu formato atual, e regulamentações municipais deixarão de valer, já que leis federais se sobrepõem às estaduais e municipais.
Então, será preciso que as cidades se organizem para discutir novas regulamentações, seja por iniciativa de vereadores ou das próprias prefeituras. Onde o lobby dos taxistas for forte, como ocorre nas grandes capitais, o processo deve gerar mais um período de desgaste e protestos, como já aconteceu em vários municípios do país que hoje contam com normas específicas para esses serviços. E pode levar meses (senão anos) até que Uber e Cabify voltem às ruas.

Via: olhardigital

sexta-feira, 31 de março de 2017

A obsessão do Facebook com o 'Stories' é uma ameaça ao Snapchat?

No passar de cinco semanas, o Facebook copiou um formato inaugurado pelo Snapchat e o introduziu em todos os seus três aplicativos mais usados: WhatsApp, Messenger e o aplicativo móvel do Facebook.
“Stories”, uma ferramenta que permite compartilhar fotos e vídeos em um feed que “desaparece” após 24 horas, chegou ao Instagram em agosto e agora é lançado no Facebook.
Com o recurso promovido e distribuído em toda a família de apps da companhia, a "Snapficação" do Facebook agora está completa. 
A empreitada da companhia de Mark Zuckerberg foi claramente encorajada pelo sucesso do Instagram Stories, que conquistou cerca de 150 milhões de usuários diários - batendo o número total do Snap quando este abriu sua oferta pública no início deste mês. 
O Facebook agora está tentando replicar esse sucesso com um alcance que não tem precedente. O app móvel do Facebook possui 1,74 bilhão de usuários ativos mensais e 1,15 bilhão de pessoas acessam o Facebook via dispositivos móveis todos os dias, de acordo com a própria companhia. O WhatsApp possui mais de 1,2 bilhão de usuários mensais ativos e o Messenger ultrapassou 1 bilhão de usuários mensais em julho e o Instagram alcançou 600 milhões de usuários ativos mensais em dezembro. 
O Facebook se sente confortável com copycatting (se funcionar) 
A companhia não é nenhuma estranha a copiar seus concorrentes. Vale lembrar que a rede social também “se inspirou” em recursos que ficaram populares pelo Twitter, Periscope e outros. Mas o Snapchat conseguiu a atenção suficiente ao ter sido o mais agressivamente copiado pela companhia que tentou e não conseguiu comprá-lo por US$ 3 bilhões há quatro anos.
“Como um usuário eu penso que é ruim e eu penso que é uma estratégia ruim de negócios quando você está literalmente copiando recursos como um mecanismo de defesa, mas por outro lado há uma propensão crescente de que pessoas gostam de se comunicar desta forma”, disse Adam Kleinberg, CEO da agência de publicidade Traction. 
O Facebook tem concentrado esforços, particularmente nos últimos dois anos, em direção a vídeos, algo que reforça que vídeos se tornarão uma forma cada vez mais dominante de comunicação, de acordo com Kleinberg.   
O Stories está se tornando uma extensão natural dos vídeos em um ambiente social.
“Um dos grandes atrativos dos vídeos no Snapchat é que eles desaparecem. Eles não precisam parecer bons, eu não preciso estar bem. Eu posso ser eu mesmo”, e isso resolve muitas das preocupações dos usuários ao compartilhar muito sobre suas vidas pessoais, reflete Kleinberg.
“Eu penso que isso abre uma porta para as pessoas transmitirem momentos de sua vida de uma forma mais aberta. Eu acredito que é uma ótima ferramenta social para pessoas descobrirem e gostar de usarem”.
Para ele, o Facebook pode até atrair um grande volume de usuários mais velhos do Snapchat, mas a companhia ainda não fez muito para atrair o público mais jovem que tem dedicado horas no Snapchat. 
Kleinberg diz que a onipresença do Stories vai se tornar um grande atrativo para o Facebook, mas há um retorno significativo para os usuários que não têm uma grande rede de seguidores em cada aplicativo. 
Embora o Facebook tenha jogado luz ao Stories em um método aparentemente idêntico em todas as quatro das suas principais plataformas, a publicação cross do recurso entre esses aplicativos não é possível. 
"Até certo ponto isso está prejudicando os usuários", diz Kleinberg. "É meio irritante que eu tenha que olhar em volta de todos esses aplicativos se eu quiser consumir os feeds de vídeo da minha rede."
De várias formas, a lógica do Facebook ao fazer do recurso praticamente igual em todos os quatro aplicativos é menos importante do que o resultado. 
A companhia está simplesmente fazendo de tudo para conter o crescimento do Snapchat e remover os pontos mais óbvios de diferenciação entre o Snapchat e a família de aplicativos do Facebook.
“Quando você olha o crescimento massivo de anúncios que o Facebook está experimentando, eu penso que é difícil descrever isso como desespero. Eles estão claramente vencendo”, diz Kleinberg. “Eu penso que a ambição deles é insaciável. Orgulho e invenção não é necessariamente um valor central aqui. Eles veem que o valor inerente é o gráfico social… É parte de uma jogada típica do Facebook a essa altura”. 

Via: IDGNow