Mostrando postagens com marcador BANDA LARGA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BANDA LARGA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Anatel diz que não pretende reabrir debate sobre limite na banda larga fixa

Nove meses depois de proibir as operadoras de limitarem o acesso de seus clientes ao sinal de banda larga fixa, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) diz não ter intenção de reabrir o debate sobre a chamada franquia nos planos de internet. A afirmação foi feita nesta sexta-feira (13) ao G1 pelo presidente da agência, Juarez Quadros.

“Não há por parte do Ministério e também da Anatel nenhuma intenção de reabrir a questão”, disse Quadros.

Ele destacou que a decisão cautelar que impediu o limite de acesso à banda larga fixa, tomada em abril e que continua em vigor, não tem prazo de validade. O presidente disse ainda que a agência reguladora não pensa em alterá-la.

Quadros fez as afirmações um dia depois de o site "Poder 360" publicar uma entrevista com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab. Na entrevista, Kassab afirmou que a Anatel e o governo deveriam tomar uma decisão sobre a franquia nos planos de internet até o segundo semestre de 2017 e que os pacotes de acesso limitado voltariam a ser liberados.

Após a decisão de impedir o limite da banda larga fixa, a Anatel abriu uma consulta pública para tratar do assunto. A partir dela, deve definir uma regulamentação para a prestação do serviço.

Equívoco
O presidente da Anatel disse que Kassab afirmou a ele ter cometido um "equívoco" na declaração feita ao site.

Ainda na quinta-feira (12), o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações divulgou nota em que afirma que “o governo federal vai atuar para que o direito do consumidor seja respeitado e para que não haja essa alteração em observância do Código de Defesa do Consumidor.”

“O MCTIC aproveita para esclarecer também que os estudos, quando finalizados, podem indicar que o melhor modelo é o ilimitado, com isso governo federal deverá mantê-lo”, informou o ministério.

Polêmica
Quadros enfatizou que, apesar da discussão sobre limite para banda larga fixa ser tema de uma pré-consulta pública da Anatel, não há nenhuma previsão ou plano para que a agência volte a discutir o assunto.

No início de 2016, o anúncio da VIVO de que adotaria um limite para download no serviço de banda larga fixa deu início à polêmica. O ex-presidente da Anatel João Rezende chegou a anunciar que a era da banda larga sem limite estaria no fim, mas, após repercussão negativa, a agência mudou de atitude e decidiu proibir as empresas de determinarem limites para o serviço.

Atualmente, esse serviço é cobrado de acordo com a velocidade de navegação contratada, sem teto de uso da internet. O sistema que limita a quantidade de dados baixados, ou seja, que fixa uma franquia, já funciona na internet móvel, dos celulares.



Via: G1

Anonymous ameaça operadoras que se atreverem a aplicar limite de dados na internet fixa

No ano passado durante o primeiro ciclo da repercussão da polêmica da aplicação da franquia de dados na internet fixa, o grupo hacktivista Anonymous tomou algumas medidas em forma de protesto, como a divulgação de dados da diretoria da Anatel e até o "sequestro" de computadores da agência reguladora.
E agora parece que o grupo hacker entrará novamente nesse assunto, já que o Ministro Gilberto Kassab confirmou que a limitação de dados na internet fixa será aplicada no segundo semestre de 2017. Através da sua página no Facebook a vertente brasileira do Anonymous colocou uma imagem com a seguinte legenda: operadoras não se atrevam.
A mensagem encerra dizendo que que "chegou a hora da internet dizer aos nosso governantes quem é que manda nessa porra, com amor, o povo"

Via: Hardware

Ministro confirma: limite de dados na banda larga fixa vai começar em 2017



Sabe aquela história de limite de dados na banda larga fixa? Pois é, a novela voltou e a cobrança de planos baseados em franquias deve mesmo acontecer em 2017. E, mesmo que a Anatel tenha dito o contrário no final do ano passado, a confirmação agora veio do próprio ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.


Em entrevista ao Poder360, Gilberto Kassab garantiu a regulamentação da venda de pacote de dados e o fim da internet ilimitada na banda larga fixa para o segundo semestre de 2017. Ele argumentou que a prática será benéfica para o setor. "O nosso objetivo é beneficiar o usuário. O Ministério trabalha pra que o usuário seja cada vez melhor beneficiado com melhores serviços", explica.


Segundo Kassab, haverá um período de adaptação em que os assinantes já terão um limite no pacote de consumo, já que o choque inicial com a alteração na cobrança pode ser grande. Para ele, a ideia é que "esse serviço seja o mais elástico possível, mas tenha um ponto de equilíbrio, porque as empresas têm seus limites".


Confira a resposta completa:

Ponto de equilíbrio

Questionado sobre os problemas que seriam originados por essa imposição de limite na conexão dos brasileiros, o ministro esquivou. "O governo vai estar sempre ao lado do usuário, vai ficar muito claro isso. O problema não é a redução, o problema é ponto de equilíbrio", conclui.

Via: Tecmundo


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Anatel dá um basta: as operadoras estão proibidas de limitar a internet fixa… pelos próximos 90 dias

Laguna_Anatel_building_peq
Laguna_Anatel_building_peq
Finalmente alguém está do lado mais fraco neste país: a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu que os usuários de internet banda larga fixa merecem mais. Mais tempo para decidirem mudar de operadora e/ou repensaremos hábitos de consumo de internet.
Após receber ofício do Ministério das Comunicações (MiniCom), a Anatel determinou uma medida cautelar: as operadoras deverão deixar de restringir o acesso à conexão banda larga mesmo após o fim da franquia de internet. Por 90 dias. E nenhum mais, sob pena de multa diária de R$ 150 mil.
Laguna_GVT_modem
Chega de internet ilimitada. Que luxo é esse de consumirmos Netflix, Spotify e YouTube sem pagar para a operadora? O povo foi mal acostumado com essa liberdade toda de usar a internet o dia e a hora que quiser em casa.
A tríplice aliança Claro, Oi e Vivo possui serviços de TV por assinatura. Devemos pagar a mais, não por franquia adicional de internet e sim para esses serviços de TV por assinatura, com grades fixas e um monte de canais que nem utilizamos. A economia do país vai bem, bem o suficiente para esbanjarmos nosso dinheiro com o entretenimento que as operadoras de telefonia querem nos empurrar.
Devemos compreender o lado das pobres operadoras de internet fixa: precisam recuperar o dinheiro gasto com essa infraestrutura maravilhosa que nunca nos deixa na mão. Para que fazer videoconferência com a família no interior se um simples e-mail faz o mesmo efeito? Para que enviar o vídeo de casamento para aqueles parentes distantes se podemos enviar um pendrive pelos Correios? SarcMark
Por que 90 dias?
Os 90 dias da Anatel servirão para as operadoras Claro (NET), Oi (Velox) e Vivo (GVT) ensinarem seus usuários a se reeducarem num mundo cada vez mais offline: elas deverão fornecer ferramentas para os clientes acompanharem o consumo limitado de internet e receber notificações quando o limite estiver próximo de ser atingido.
A NET, por exemplo, já fornece aplicativos que informam o consumo da franquia. A Oi logo vai fazer o mesmo, experiência mobile ela tem.
Quanto a Vivo (GVT)… digamos que graças à péssima repercussão ela fará a transição de forma mais branda: a internet fixa continuará a ser ilimitada de forma promocional, depois a espanhola estabelecerá planos ilimitados(obviamente mais caros) e aí em 2017 a ex-Telefônica cortará a internet após o fim da franquia, de todos os clientes dos planos mais simples, sem dó nem piedade.
“É injusto que pessoas que usam menos dados paguem pelos mesmos pacotes daquelas que tenham fluxo elevado na internet.” —Amos Genish, fundador da GVT e atual presidente da Telefônica Vivo
O tio Laguna concorda: pela qualidade dos serviços, deveriam cobrar menos.
Sim, entendo que empresas precisam lucrar, não fazem caridade. Também entendo que ao fornecer internet ilimitada para todos temos uma situação técnica onde aqueles que consomem menos mereceriam pagar menos pois o que não usam serve para os usuários com maior tráfego, mas toda essa conversa resume-se a forçar os usuários a pagarem por serviços de televisão por assinatura das mesmas empresas que limitarão a banda larga em franquias limitadas de internet. E estas são baixas mesmo para velocidades menores: nem vai adiantar muito contratar uma velocidade menor para que a franquia mensal dure mais: usar modem 56 kb/s (7 kB/s) por trinta dias daria franquia de 18 GB, em condições ideais de conexão.
Laguna_3com_US_Robotics_56K_external_data_faxmodem
Laguna_3com_US_Robotics_56K_external_data_faxmodem
Trinta dias de internet a 56 kb/s = 18 GB
No caso da Vivo (GVT), o plano limitado mais caro oferecerá 130 GB a 25 Mb/s. Tinha que ser no mínimo o triplo e olhe lá: maiores velocidades de conexão exigem franquias bem maiores. Mesmo o plano logo acima do popular, 50 GB a 4 Mb/s, só permitiria baixar um único jogo de PlayStation 4 ou Xbox One. As franquias adicionais são no mínimo um insulto: na NET, 20 GB adicionais saem a R$ 39,90.
Todos os contratos já assinados preveem esse tipo de mudança, ela veio para ficar: após os 90 dias, a Anatel permitirá sim que as operadoras de internet limitem o tráfego dos usuários desde que tais clientes sejam avisados com pelo menos 30 dias de antecedência. Elas avisam e depois o fazem sem a menor cerimônia.
Azar de quem quer assistir a Netflix todo dia, escutar músicas aleatórias no Spotify ou mesmo acompanhar as YouTubers favoritas em alta definição. Pr0n? Pague, Playboy.
Solução?
Mude de operadora: veja esta lista atualizada de pequenos provedores que prometem não limitar o tráfego de internet dos usuários, por enquanto. Caso não seja possível procure o PROCON mais próximo, PROTESTEmesmo, faça algo!

Via: Meiobit

Anatel vai analisar pedido do Ministério das Comunicações sobre banda larga

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, disse nesta quinta-feira, 14, que vai analisar o teor do ofício do Ministério das Comunicações, que cobra da agência medidas para que as empresas respeitem os direitos dos consumidores de banda larga fixa. "Vamos analisar o ofício e tomar uma decisão", afirmou Rezende.

No documento divulgado pela pasta, o ministro André Figueiredo diz acompanhar com preocupação as notícias de que as teles pretendem acabar com os planos ilimitados na banda larga fixa e estabelecer limites de uso mensal, como ocorre no serviço de internet móvel 3G e 4G. Ao exceder a franquia, a operadora poderá reduzir a velocidade ou até mesmo bloquear a conexão. "Pelos dados que temos, ainda não há uma prática desse processo (de interromper o serviço)", afirmou Rezende.


De acordo com Rezende, não há viés político na questão. "Trata-se de uma questão técnica. É uma preocupação que o ministério está externando à Anatel para que olhe todos os impactos de futuras decisões a respeito desse assunto, muito embora as empresas não estejam praticando esta questão", afirmou "Estamos agora fazendo um trabalho na superintendência de relação com consumidores para que haja um olhar sobre isso."

A polêmica começou em fevereiro, quando a Telefônica Vivo anunciou o limite para os novos clientes a partir de janeiro de 2017. A NET e a Oi já preveem a franquia nos contratos, mas ainda não restringem o serviço. A TIM é a única que não adota o limite de dados para banda larga fixa.

Além das reclamações de usuários nas redes sociais que propõem até mesmo o boicote às teles, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) lançou ontem uma petição online contrária à decisão das empresas. A campanha, que é feita dentro do site da entidade, busca assinaturas de usuários do serviço para fortalecer uma ação judicial contra as operadoras movida em maio de 2015.

De acordo com o regulamento que rege o serviço de banda larga fixa, o estabelecimento de franquias é possível e a redução da velocidade é uma alternativa para a continuidade do serviço, caso o usuário não deseje efetuar pagamento adicional pelo consumo excedente.




terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Anibal Diniz relata que serão necessários R$ 6 bi para levar a internet banda larga a todo o país

O senador Anibal Diniz (PT-AC) disse que governo precisa investir pelo menos R$ 6 bilhões por ano, durante oito anos, para garantir internet banda larga a todos os municípios e a todas as famílias brasileiras. 
Essa é uma das conclusões da avaliação do Programa Nacional de Banda Larga, preparado e lido nesta terça-feira pelo parlamentar. Anibal Diniz in formou que o relatório, de 58 páginas, contém várias recomendações ao governo. Uma delas, a efetiva aplicação do dinheiro destinado à execução do programa, que foi prejudicada pelos poucos recursos liberados para a Telebrás. 
Segundo a Agência Senado, o senador explicou que, apesar disso, o que já foi executado ajudou a aumentar em cerca de 80% o número de residências conectadas nos últimos quatro anos e garantiu internet banda larga móvel para muitas áreas rurais a partir deste ano, incluindo o atendimento gratuito a escolas públicas rurais. 
 — Não obstante os resultados já obtidos, os desafios para a universalização da banda larga no Brasil são ainda maiores. De acordo com avaliação apresentada neste relatório, existem ainda 38 milhões e 400 mil famílias brasileiras sem acesso ao serviço ou com acesso inadequado. Para solucionar a questão, é necessário uma parceria entre o setor público e o setor privado — afirmou o senador. 

O relatório de avaliação do Programa Nacional de Banda L pode ser acessado na página do Senado na internet. O endereço é www.senado.leg.br. Depois, clique em “Atividade legislativa”, “Comissões” e “Comissão de Ciência e Tecnologia”.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Quatro empresas concentram 90% do acesso em banda larga no país

 

De acordo com registros da Anatel, há no Brasil 4.291 empresas autorizadas a ofertar acesso à Internet naquilo que a agência chama de Serviço de Comunicação Multimídia, ou seja, ISPs. A imensa maioria dos internautas, porém, está concentrada em apenas quatro provedores de acesso.

Juntas, Embratel/Net, Oi, Telefônica e GVT detém 89,31% do mercado de banda larga. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 28/7, pela agência e representam o retrato do serviço ao fim do primeiro semestre deste 2014. No total, são 23,2 milhões de acessos. As quatro grandes ficam com 20,7 milhões.

Sem surpresas, os três primeiros são os grupos econômicos das concessionárias de telecomunicações. O desempenho dos mexicanos, que lideram o mercado (7 milhões de clientes, 30,3%), está associado à combinação de serviços que oferece banda larga pelo cabo coaxial, por sinal tecnologia de 30,4% das conexões.

O xDSL mantém reinado absoluto, com 57,3% das conexões. E aí faz a diferença a rede de acesso da Oi e da Telefônica, 28,2% e 18,8% do mercado. Tanto que, de acordo com o estudo da Anatel que embasou medidas pró-competição, em suas áreas de concessão as fatias são maiores, nunca inferiores a 50%.

A fatia do xDSL vem caindo. Há dois anos, era um pouco superior a 60%. Paralelamente, outras tecnologias aparecem. Notadamente, o acesso à Internet com uso de fibras ópticas até o domicílio do usuário, relativamente recente, reúne 3,44% do total de conexões.

Via: CD

quarta-feira, 21 de maio de 2014

TIM lança banda larga fixa mais rápida do país, com 1 Giga

A TIM lançou no fim de semana seu serviço de banda larga fixa com 1 Giga para download e 500 Mega para upload, anunciado como a conexão mais rápida do país. Segundo a empresa, os usuários da Live Tim Extreme podem baixar um filme HD em apenas sete segundos.

A banda larga ultrarrápida será ofertada por meio de fibra óptica. Mas o privilégio é para poucos: o plano está disponível apenas em São Paulo, Rio de Janeiro e Duque de Caxias (RJ) por R$ 1,5 mil mensais, além da taxa de instalação de R$ 3 mil. Os interessados podem contratá-lo neste site.

Velocidade
O novo serviço leva a velocidade da internet fixa no Brasil para um novo patamar, o mesmo alcançado nos Estados Unidos pelo Google, com o Fiber. Se comparada à média da conexão brasileira de 2,7 Mbps, aferida pela empresa Akamai, o banda larga da TIM é 350 vezes mais veloz.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Brasil alcança 117,8 milhões de acessos banda larga em setembro

O número de acessos em banda larga chegou a 117,8 milhões em setembro deste ano, com um índice de 42% de crescimento frente a setembro de 2012. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), 34,8 milhões de novas conexões foram ativadas nos últimos 12 meses. Desde o início do ano, 31,8 milhões de acessos já foram adicionadas. 

Na banda larga fixa, os acessos somaram 21,5 milhões em setembro. Desse total, 2,1 milhões de conexões foram ativadas nos últimos 12 meses, com crescimento de 11% no período. 

A infraestrutura de banda larga fixa está presente em todos os municípios brasileiros. É por meio dessas redes que as concessionárias atendem com banda larga gratuita a mais de 66 mil instituições públicas de ensino fundamental e médio, pelo programa Banda Larga nas Escolas.

A internet rápida pela rede móvel em 3G e 4G alcançou um total 96,3 milhões de acessos em setembro, com 51,3% de crescimento em relação a setembro de 2012. Na banda larga móvel, 81,2 milhões são de conexões de celulares, incluindo os smartphones, e 15,1 milhões são terminais de dados, entre eles modems de acesso à internet e chips de conexão máquina-máquina (M2M). 

A expansão também se deu na cobertura das redes de banda larga móvel, que cresceu 13%, com a ativação de 397 novos municípios nos últimos 12 meses. Ao todo, as redes de terceira geração estão instaladas em 3.463 municípios, onde moram 90% dos brasileiros. 

Esse total de municípios supera em mais de três vezes as obrigações de cobertura previstas no edital, que são de conectar 928 municípios até abril de 2013. Só neste ano, 178 municípios receberam as redes de 3G.

O 4G, que permite velocidade de conexão à internet até dez vezes mais rápida que a 3G, já conta com mais de 553 mil acessos. O serviço chega a 66 cidades, que concentram 29% da população. 

Esse número de municípios é 11 vezes maior que a exigência definida pelo edital de licitação, que era a de cobrir apenas as seis cidades sede da Copa das Confederações, atendidas em abril.

Via: IDGNow

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Banda larga puxa investimentos em telecom no Brasil, diz ministro interino



Durante abertura de Futurecom 2013, Genildo Lins, que está substituindo Paulo Bernardo, no Ministério das Comunicações, disse que regime especial do PNBL,já recebeu propostas de investimentos no valor de R$ 13 bilhões.
  
Em seu discurso na da 15ª edição do Futurecom, ontem à noite, no Rio de Janeiro, o ministro interino das Comunicações, Genildo Lins, destacou três fatos positivos do setor. Além da implantação do 4G no Brasil, que, segundo ele, ganhará um novo impulso com o andamento do cronograma do leilão da faixa de 700 Mhz, citou o estímulo à produção de conteúdos nacionais, e o regime especial do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), que já recebeu propostas de investimentos no valor de R$ 13 bilhões.
 cerimônia de abertura
De acordo com Lins, há previsão de investimentos de mais R$ 22 bilhões ainda este ano, o que representa pelo menos R$ 3,5 bilhões de renúncia de receita federal para ser diretamente investido pelo setor.  “Diante desse cenário, o governo tem certeza de que o setor estará bastante aquecido para fazer jus aos investimentos que a sociedade brasileira necessita para que ela esteja mais digitalmente incluída”, afirmou.
 cada vez
Lins ressaltou também o que foi imposto pelas recentes denúncias de espionagem americana contra órgãos e autoridades brasileiras. “Precisamos dar uma resposta para isso e o governo brasileiro o está fazendo”, afirmou.


Via: computerworld grande desafio

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Faixa de 700 MHz para 4G deverá ser licitada até junho de 2014


Até o fim do primeiro semestre de 2014, o ministro das Comunicações (Minicom), Paulo Bernardo, espera fazer o leilão de concessão da frequência de 700 megahertz (Mhz). “Nós estamos falando em abril. Mas sempre pode ter uma demora por causa da consulta pública”, disse o ministro hoje (30/09), durante evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Bernardo admitiu que o governo pretende antecipar as metas da internet banda larga 3G e 4G. “A nossa ideia é, no [no edital do] leilão de 700 Mhz, colocar mais uma série de metas, inclusive a antecipação do 3G”. 

Isso deverá ocorrer nos municípios do interior que ainda não tenham esse serviço. Além disso, o ministério quer aproveitar para conectar todas as cidades com linhas de fibra óptica. A meta de universalização da internet 3G é 2017. 

“Mas nós podemos antecipar um ano, um ano e meio”, declarou o ministro das Comunicações. Para 4G, a meta permanece sendo 2019. Nessa, disse que “não vamos mexer”.

A frequência de 700 Mhz está sendo trabalhada com mais cuidado porque, hoje, ela é usada por televisão, setor de grande penetração e força política, presente em 97% dos domicílios brasileiros, disse o ministro. “Mais uma vez, o foco vai ser voltado para a implantação de infraestrutura”.

Com a obrigação de antecipação do 3G, o atendimento será feito no Brasil inteiro em 2014 ou 2015. Pelos cálculos do ministro, cerca de 1,5 mil municípios não contam com rede de fibra óptica e em 200, localizados em plena Floresta Amazônica e em outros locais de difícil acesso, o serviço não deverá chegar nunca. Terão de ser cobertos por satélite.
Lembrou ainda que quando foi feita a licitação para a internet de banda larga 4G, as empresas vencedoras levaram a obrigação de fazer telefonia e internet na área rural.

O ministro admitiu que poderão vir a ser incluídas metas exclusivas para empresas nos serviços de banda larga, em atendimento a pleito formulado pela Firjan. Embora isso não tenha sido o foco do ministério, ele disse que está aberto a discutir e examinar a questão. “Combinamos de ter uma conversa lá em Brasília para entender melhor e ajudar. Não temos problema algum com isso”.

Segundo o ministro, o serviço de telecomunicações, englobando telefonia e internet de banda larga, é hoje “absolutamente imprescindível”. Reconheceu que o Brasil ainda precisa avançar muito nesse campo e frisou que a meta principal no país, no momento, é garantir o acesso domiciliar. A meta é atingir, até o final de 2014, 70% dos domicílios brasileiros, o que representa cerca de 42 milhões ou 44 milhões de casas.

O ministro destacou outra questão importante, que se refere à chamada “guerra dos postes”, ou seja, a disputa pela ocupação, no espaço urbano, para usar a infraestrutura disponível. “As empresas passam um cabo novo, desativam o cabo anterior, mas deixam ali para guardar lugar, para inibir a competição e o direito de passagem”. 

Empresas pagam menos pela banda larga, mas velocidade freia a competitividade

As empresas brasileiras estão pagando menos pela banda larga, segundo estudo apresentado nesta segunda-feira, 30/9, pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), durante o seminário “Os serviços de telecom e a competitividade empresarial”. O preço médio para contratar 1Mbps é hoje de R$ 48,55, contra R$ 70,85 em 2011. Já o pacote de 10 Mbps caiu de 105,23 em 2011 para R$ 88,87. Não deixa de ser uma boa notícia. Porém, o custo do serviço pode ser considerado muito alto quando se leva em conta as limitações da infraestrutura existente, que fazem com que a minoria expressiva das empresas brasileiras possua acesso internet a velocidades superiores a 10Mbps, contribuindo para a perda de competitividade do país.

"Embora o governo e as operadoras venham fazendo investimentos importantes na universalização da banda larga, o atendimento ao setor empresarial tem tido muito pouca atenção, comparado com outros países. O que nos coloca claramente em uma situação incompatível com o  tamanho e importância do país", afirma Cristiano Prado, gerente de competitividade industrial e investimentos do Sistema Firjan.

Para reverter este quadro, a Firjan está pleiteando uma série de medidas. Entre elas, a inclusão de metas para a universalização da banda larga para o segmento empresarial na revisão do Plano Nacional de Banda Larga.

O grande problema, segundo Prado, é o Brasil não ter um plano de banda larga dedicado para o setor empresarial, que assegure acesso rápido, estável e barato, essencial para o aumento da competitividade e o desenvolvimento do país. "O Plano Nacional de Banda Larga, com metas só até 2014,  contempla apenas a universalização de acesso para as micro e pequenas empresas, e com velocidade de 1Mbps, muito baixa comparativamente aos nossos concorrentes”, critica Prado. “A Argentina, por exemplo, tem uma plano com maior visão de futuro que o nosso e metas mais ambiciosas, com universalização de acesso para o setor industrial até 2016, à velocidade de 50Mbps", explica Prado.

Firjan3

Outros pedidos encaminhados pela Firjam ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, presente ao Seminário, são a oportunidade da entidade representar o setor empresarial no conselho da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e reversão de parte dos tributos pagos pelas operadoras em investimento para atender o mercado corporativo, não apenas o mercado de consumo.

"Precisamos enxergar a banda larga como um insumo indispensável ao desenvolvimento econômico do país", diz Prado.

Considerando apenas a meta de 1Mbps do PNBL perdemos para vizinhos e todos os Brics, segundo o estudo da Firjan. Para exemplificar, Prado recorreu a metáforas. "Nosso plano de universalização empresarial levaria uma empresa no Brasil a gastar 9 horas e meia para baixar os documentos que vão embasar o leilão do trem bala (3,8Gb). Já uma empresa na Alemanha levaria 11 minutos e na Coréia do Sul, 34 segundos. Quer dizer, tomando como base o horário comercial, a empresa brasileira levaria um dia para começar a trabalhar, enquanto a coreano estaria trabalhando nos documentos após alguns segundos.

Firjan1
firjan2

“Um caramujo anda 38 metros por hora. O Usain Bolt corre 38 quilômetros por hora. Essa é a diferença. O Brasil é o caramujo, e a Coreia do Sul é o Usain Bolt”, exemplifica Prado.
Com 1 Mbps o Brasil mostra que tem a menor ambição em comparação aos demais países, assinala o estudo.

Além da velocidade, outro fator que precisa ser revisto no PNBL é a cobertura. Segundo o levantamento da Firjan com associados de todos os estados brasileiros, há localizadas no país onde um lado da rua tem cobertura de banda larga e o outro lado não. "Essa é uma realidade que precisamos trabalhar para mudar", afirma Prado. Segundo ele, esse é um fator de competitividade tão importante hoje como é a energia elétrica e o gás para as empresas. Significa que uma empresa com um acesso melhor à internet consegue fazer mais coisas, mais rápido e em menos tempo.

Considerando a rápida evolução tecnológica e seus impactos sobre os negócios nos próximos anos, as questões relacionadas à velocidade, qualidade e disponibilidade do acesso tornam-se essenciais, além do custo. Nesse sentido, é importante avaliar como o País se coloca frente aos demais países do mundo também sob essas óticas.

Segundo a assessoria de imprensa da Firjan, Paulo Bernardo frisou que, recentemente, a Anatel se voltou para o mercado de atacado, lançando uma bolsa de negociação. “Se a empresa tem oferta de serviços, é obrigada a se cadastrar neste sistema, de maneira que todos podem saber quais são seus valores”, disse.
O ministro também lembrou que o governo está trabalhando para aprovar a lei nacional de antenas, que poderá contribuir para a melhoria dos serviços ofertados, além de ter um projeto de implantação de banda larga em locais onde, hoje, ela é inexistente. “O Brasil ainda é muito carente de infraestrutura. Por isso mesmo, é importante trabalharmos conjuntamente em busca de soluções”, admitiu.


Via: CIO

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Japão poderá ter rede de internet móvel com velocidade de 220 Mbps

O Japão já é um dos países com a internet mais rápida do mundo e em breve poderá se consolidar ainda mais na posição. O país deve ganhar em breve, por meio da empresa KDDI, uma alternativa de serviço de banda larga móvel para oferecer até 220 Mbps de velocidade.

Segundo o periódio Nikkei, o serviço deverá começar a disponibilizado a partir da metade do ano que vem e utilizaria uma nova tecnologia sem fio. Ele também deverá ser lançado com um smartphone com o sistema Android.

Como nota o Engadget, não se sabe ainda se se trata de uma variante do LTE Advanced, a versão mais rápida e recente do 4G, ou se é uma tecnologia completamente nova.

A KDDI, no entanto, ainda não confirma o rumor, mas redes móveis super-avançadas não são novidade na Ásia. A Coreia do Sul tem uma versão exclusiva do Galaxy S4, criada especialmente para suportar a conexão LTE-A de 150 Mbps do país, oferecida pela SK Telecom.

E aí, leitores, têm esperanças de que o 4G brasileiro chegue a esta velocidade? Deixe sua opinião nos comentários!

GVT começa a operar na cidade de SP com banda larga de até 150 Mbps

A GVT começa atender oficialmente o mercado residencial da cidade de São Paulo, maior mercado consumidor do País com aproximadamente 11 milhões de habitantes, onde prestava serviços exclusivamente para clientes empresariais desde 2004. 
A partir de pesquisas sobre o comportamento do mercado paulistano e uma análise criteriosa dos processos de vendas, instalação, manutenção e atendimento ao cliente, a empresa dá início a ações de vendas e comunicação na capital paulista. 
“A GVT está trazendo a São Paulo o melhor em tecnologia e inovação em banda larga e TV por assinatura. Nossa expectativa é contribuir para tornar São Paulo uma referência em atendimento e serviços de telecomunicação com a qualidade que se vê nos mercados mais avançados neste setor”, afirma o presidente da empresa, Amos Genish. 
Em São Paulo, a GVT oferecerá planos de banda larga a partir da velocidade real de 25Mbps até 150Mbps, TV por assinatura com canais HD desde o pacote básico, integração às redes sociais como YouTube, Facebook e InstaGVT, conteúdo sob demanda e interatividade além de plano de telefonia fixa que inclui opções para falar ilimitado.
Bairros atendidos
Os primeiros trechos com cobertura da empresa estão em regiões das zonas Norte, Leste e Sul com atendimento em endereços de Santana, Tatuapé e Santo Amaro. A atuação na zona Oeste, a partir de Pinheiros, está prevista para o início de 2014. 
As obras para construir a rede começaram em dezembro de 2012 e a ampliação será contínua. O modelo de expansão gradativa assegura o alto padrão de qualidade da rede, baseada em fibra óptica, e minimiza impactos à população devido às obras de implantação.
Para que a comunicação seja dirigida às áreas onde o serviço está disponível, a empresa fará ações promocionais nos bairros, degustação em shopping centers e campanhas online associadas à localização geográfica do usuário de internet. A campanha de lançamento inclui também jornais e revistas de grande circulação, mídia exterior e portal específico para São Paulo.
Via: IDGNow

sábado, 3 de agosto de 2013

Brasil tem a banda larga móvel mais cara da América Latina

 
O Brasil é dono da banda larga móvel mais cara da América Latina, superando com folga os “vizinhos” Chile e Argentina, que seguiram a tendência local de queda nos preços, aponta estudo recente publicado pela GSMA (Associação Mundial de Telefonia Móvel).

O levantamento, chamado de A Banda Larga Móvel na Base da Pirâmide da América Latina, foca nos planos mais acessíveis para a população local e aponta que, enquanto na maioria dos países latino-americanos os preços caíram ou ficaram estáveis durante o período, por aqui os valores subiram de forma significativa nos últimos três anos. 

Em duas das três categorias analisadas pela GSMA, o Brasil registrou aumento de preços entre 2010 e 2013, além de valores maiores do que a média cobrada nos outros 17 países analisados, tendo como base mais recente os números referentes ao segundo trimestre deste ano.

Na categoria de Plano de Banda Larga Móvel Mais Econômico para Computadores com pelo menos 1GB para Download, o Brasil viu o preço médio subir de pouco menos de 20 dólares, em 2010, para mais de 30 dólares no trimestre encerrado no último dia 30/6, ficando com o título de mais caro da região. Enquanto isso, países como Chile e Argentina registraram quedas inversamente proporcionais, com preços atuais entre 15 e 20 dólares. Em outros locais, como Uruguai e Panamá, os valores cobrados são ainda menores, ficando entre 10 e 15 dólares.

A outra categoria em que o Brasil aparece como o mais caro é em Plano de Banda Larga Móvel Mais Econômico para Smartphones com Pelo Menos 1GB para Download. Nessa faixa, o país viu o valor médio subir de pouco menos de 20 dólares, em 2010, para quase 25 dólares em junho de 2013, preço mais alto entre todos os 17 países analisados na região. A Costa Rica, com média de 5 dólares, tem o menor valor. Uruguai, com 10 dólares, Argentina, com pouco mais de 15 dólares, e Chile, com média de 20 dólares, aparecem todos abaixo do Brasil.

A única categoria em que o Brasil não apresentou aumento de valor ou o maior preço é Plano de Banda Larga Móvel Mais Econômico para Smartphones com Mínimo de 250MB para download. Nessa faixa, o Brasil registrou queda significativa, indo de quase 20 dólares, em 2010, para cerca de 5 dólares no segundo trimestre de 2013, um dos valores mais baixos do ranking. Por outro lado, a Venezuela destoou do restante e viu os preços médios dos planos subirem de cerca de 9 dólares para quase 15 dólares em três anos.

Base da pirâmide

O estudo também diz que a base da pirâmide sócio-ecônomica de Brasil, Argentina, Colômbia, Equador e México, representada por cerca de 33 milhões de casas e 149 milhões de pessoas com uma renda apertada, em torno de 114 dólares por mês, pode ser beneficiada por planos mais baratos, fato que vem se acentuando desde 2010, com exceção do Brasil.

A GSMA também cita como pontos positivos os planos pré-pagos de acesso à banda larga, em que os usuários pagam apenas pelo dia que utilizam os serviços das operadoras. Para muitas pessoas, essa é a única maneira de acessar a Internet.

Via: IDGNow