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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Wi-Fi ruim? Veja roteadores dual band com melhor custo-benefício no Brasil

Se você mora em lugar com aglomeração de pessoas – como em condomínios, por exemplo – pode estar sofrendo com interferência na sua rede Wi-Fi. Isso acontece basicamente por conta de ter muitos roteadores ligados ao mesmo tempo e operando na mesma frequência e canal. Uma das consequências é a diminuição de velocidade de transferência de dados dentro da rede.

archer-c2-roteador-review1 (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Lista mostra as principais opções para você (Foto: Luciana Maline/TechTudo)
Para evitar esse tipo de problema, hoje existe no mercado roteadores do tipo dual band. Eles operam tanto na frequência 2.4GHz quanto na faixa de 5GHz. As principais diferenças entre eles estão em uma maior quantidade de canais e taxa de transferência de dados. Roteadores que operam em 5GHz, apesar de terem um alcance menor, tem uma melhor qualidade de sinal e possui até 23 canais distintos.
Listamos alguns roteadores dual band com melhor custo-benefício do Brasil. Mas lembre-se: antes de comprar um, é preciso certificar que seus dispositivos são compatíveis com roteadores de 5GHz. Outra dica antes de colocar a mão no bolso é verificar a incidência das redes Wireless com o aplicativo Wi-Fi Analyser. Confira.
D-Link DIR-816L
 DIR-816L tem tecnologia exclusiva da D-Link (Foto: Divulgação/D-Link) DIR-816L tem tecnologia exclusiva da D-Link (Foto: Divulgação/D-Link)
Custando em torno de R$ 180, o D-Link Dir-816 já é um roteador dual band preparado para o futuro. É compatível com o novo padrão AC, possui duas antenas externas de 5dbi e tem a função mydlink Cloud que permite, por exemplo, a visualização de uma câmera de segurança remotamente.
TP-Link Archer C20i
C20i faz parte da linha Archer da TP-Link (Foto: Divulgação/TP-Link)C20i faz parte da linha Archer da TP-Link (Foto: Divulgação/TP-Link)
Outro modelo com design pouco comum é o Archer C20i, da TP-Link. O roteador opera simultanemante nas frequências 2.4GHz e 5GHz, é compatível com protocolo AC, tem porta USB, e possui três antes internas. Seu preço gira em torno de R$ 200. 
Belkin N600
Traseira do Belkin-N600 (Foto: Divulgação/Belkin)Traseira do Belkin-N600 (Foto: Divulgação/Belkin)
Com design diferenciado, o Belkin N600 é um roteador dual band pouco conhecido, mas com um ótimo custo-benefício. Operando sob protocolo N com até 300Mbps de transferência de arquivos na rede, ele conta com quatro antenas internas, permite bloqueio de sites direto pelo setup e entrada USB. Seu preço gira em torno de R$ 120.
Multilaser RE075
Modelo da Multilaser pode ser encontrado por cerca de R$ 190 (Foto: Divulgação/Multilaser)Modelo da Multilaser pode ser encontrado por cerca de R$ 190 (Foto: Divulgação/Multilaser)
Com duas antenas externas de 5dbi e uma taxa de transferência de até 300Mbps, o Multilaser RE075 é outra opção pouco conhecida entre roteadores. Ele é dual band, tem controle de largura de banda e WPS. Pode ser encontrado por  cerca de R$ 190.
TP-Link N600 WDR3500
TL-WDR3500 tem entrada USB e permite servidor FTP (Foto: Divulgação/TP-Link)TL-WDR3500 tem entrada USB e permite servidor FTP (Foto: Divulgação/TP-Link)
O N600 WDR3500 é outra opção da TP-Link para roteadores dual band. Com até 300Mbps de transferência de dados na rede, ele conta com porta USB, duas antenas externas de 5dbi, suporte para servidor FTP e gerenciamento remoto. Pode ser encontrado por cerca de R$ 200.
D-Link DIR-803
DIR-803 custa cerca de R$ 170 (Foto: Divulgação/D-Link)DIR-803 custa cerca de R$ 170 (Foto: Divulgação/D-Link)
Outro modelo da D-link compatível com o novo protocolo AC e com custo-benefício é o DIR-803. Custando cerca de R$ 170, ele suporta até 750Mbps de transferência na rede (300Mbps em 2.4GHz e 450Mbps em 5GHz), duas antenas externas, e também é compatível com IPV6.
Linksys E2500
E2500 da Linksys é um dos mais conhecidos da lista (Foto: Divulgação/Linksys)E2500 da Linksys é um dos mais conhecidos da lista (Foto: Divulgação/Linksys)
Custando cerca de R$ 320, o Linksys E2500 é um dos roteadores dual band mais robustos para essa faixa de preço. Ele conta com 4 antenas internas, gerenciamento de banda e até 600Mbps de transferência.

Via: Techtudo

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

São Paulo tem 71 pontos de internet gratuita


A cidade de São Paulo já conta com 71 pontos de internet gratuita via Wi-Fi. A meta da Prefeitura é ampliar esse número a 120 locais até o final do ano.

Na última quarta-feira, 15, foram inaugurados sete pontos: Largo da Concórdia, Parque Santa Amélia, Praça Oslei Francisco Borges, Praça São Luís do Curu, Praça do 65, Praça Cecilia Marques de Araújo e Praça Ciro Pontes, todos na zola leste.

"O custo da internet paga no Brasil não é barato. O poder público está oferecendo internet grátis. Todos os 96 distritos da cidade darão a garantia para que os jovens e os trabalhadores possam vir a uma praça como essa, fazer o download de seus e-mails e dos conteúdos que querem ter acesso e aí vão manusear, sem custo, o que a internet grátis propiciou", afirmou o prefeito Fernando Haddad (PT), ao inaugurar a internet do Largo da Concórdia.

O projeto Wi-Fi Livre SP oferece internet à velocidade de 512 Kbps por usuário, tanto para download quanto para upload. Os endereços onde o serviço está disponível podem ser conferidos aqui.

Via: olhardigital

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Veja 7 dicas para configurar seu roteador e manter sua rede Wi-Fi segura



O roteador passou a ser uma necessidade nas casas modernas. Com tantos smartphones, tablets e laptops, ter uma rede Wi-Fi em casa se tornou praticamente obrigatório. O problema com isso é que muitas vezes as pessoas não tomam os cuidados necessários para manter a rede segura.

Abaixo estão algumas dicas elaboradas pela empresa de segurança ESET, que devem ajudar a manter a rede longe de ataques virtuais.

Trocar o login e senha do roteador: ao instalar o aparelho em casa, é obrigatório mudar imediatamente o nome do usuário e a senha de acesso do roteador. Sem isso, o equipamento usará um nome padrão de fábrica, que facilita a descoberta do modelo por um possível cibercriminoso. Com esta informação, ele pode explorar as vulnerabilidades que já são conhecidas.

Atualização de firmware: Fazer isso deve solucionar erros de segurança críticos e amplamente conhecidos. Na indústria da tecnologia, de um modo geral, um software desatualizado significa mais brechas, então a dica vale para absolutamente todos os seus dispositivos.

Criptografia WPA/WPA2: Como dito antes, o mínimo que você deve fazer é colocar uma senha (de preferência bem forte). Depois disso, outro passo importantíssimo é definir o padrão de segurança. O WPA ou o WPA2 são protocolos muito mais seguros que o WEP, que pode ser quebrado com facilidade.

Desativar WPS (WiFi Protected Setup): O recurso pode gerenciar a segurança com mais simplicidade, mas é vulnerável. Em algumas horas, o PIN de 8 números pode ser quebrado por um ataque de força-bruta, deixando a rede exposta.

Ativar filtro de MAC: Com a utilização desta ferramenta, apenas os aparelhos autorizados poderão se conectar à rede. Cada dispositivo possui uma placa de rede própria, identificada por um endereço. Ao cadastrar esta informação no roteador, apenas os endereços cadastrados na lista de acesso poderão ter conexão.

Desativar exibição do nome da rede: Ao fazer isso, sua rede fica “invisível” para outras pessoas, dificultando o direcionamento dos ataques. O problema é que será necessário digitar o nome da rede manualmente para cada novo dispositivo que se conecta.

Definir senha para modificar configurações: Além da senha de acesso à rede, é importante criar outra para mexer no roteador em si. Normalmente o equipamento vem com uma senha padrão ou, até mesmo, sem senha, criando uma brecha grave. No caso de algum cibercriminoso conseguir entrar na sua rede, ele poderá modificar o roteador para direcionar o usuário para sites maliciosos que imitam páginas legítimas, entre inúmeras outras alternativas.





sexta-feira, 8 de agosto de 2014

G1 testa wi-fi de primeira cidade do País com internet em todos os ônibus

Todos os ônibus de Santos, no litoral de São Paulo, contam com internet grátis (Foto: Guilherme Lucio/G1)
Todos os ônibus de Santos, no litoral de São Paulo, contam com internet grátis (Foto: Guilherme Lucio/G1)
 
O município de Santos, no litoral de São Paulo, é o primeiro do País a contar com internet wi-fi gratuita em toda sua frota de ônibus. A Viação Piracicabana, responsável pelo transporte coletivo na cidade, afirmou, por meio de nota, que não divulgará o custo do serviço.

Prefeitura de Santos fez o anúncio oficial no dia 28 de julho, mas os usuários desfrutam do benefício há cerca de um mês. O G1 conferiu três linhas de ônibus e fez diversos itinerários para avaliar a qualidade do serviço. Em duas das linhas não houve dificuldades para acessar a internet em nenhum ponto da cidade. Com relação à ocupação do coletivo, também não foi registrada nenhuma interferência ou variação de sinal.
 
Em geral, os usuários ouvidos pelo G1 gostaram e elogiaram o serviço. No entanto, algumas pessoas relataram certa dificuldade para se conectar à rede wi-fi.

G1 testou a qualidade do serviço oferecido nos ônibus (Foto: Guilherme Lucio/G1)
O G1 testou a qualidade do serviço oferecido nos
ônibus (Foto: Guilherme Lucio/G1)
 
Com relação a esse problema, o gerente de tecnologia da Viação Piracicabana, Orlando da Silva Fontoura, explica que são ocorrências pontuais. “Conforme a movimentação do ônibus, o sinal vai trocando de antena e isso pode causar certa oscilação. Mas não é nada que interfira muito na qualidade do serviço”, afirma.

Sobre a área de cobertura, o gerente diz que os usuários não precisam se preocupar. “A operadora que fornece o serviço garante que 100% da cidade têm cobertura, no mínimo, da rede 3G”, afirma.

No total, são 305 veículos contemplados com o serviço, que está disponível em todo o município. Não haverá custos para a Prefeitura de Santos ou para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) da cidade. Além disso, não está previsto repasse para o preço da tarifa, que hoje é de R$ 2,90. Segundo a prefeitura, esse valor estará congelado até fevereiro de 2015.

De acordo com Fontoura, a tecnologia oferecida é a melhor possível. “Os usuários poderão utilizar um serviço de 4G com uma velocidade de 5MB ou 3G com velocidade de 1MB”, explica.


Via: G1

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Entenda o padrão Wi-Fi 802.11 ax, a próxima evolução da rede sem fio

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A WiFi Alliance, uma organização sem fins lucrativos, está trabalhando no desenvolvimento da conexão Wi-Fi 802.11 ax, que pode ser o novo padrão da internet sem fio até 2019, ou quando for concluída pela iniciativa. A WiFi Alliance conta com cerca de 600 integrantes que buscam implementar tecnologias sem fio e existe desde 1999 quando popularizou o sistema 802.11 a.

O objetivo da Wi-Fi 802.11 ax é oferecer uma conexão com velocidade quatro vezes superior do que o sistema 802.11 ac, o mais difundido atualmente. Ela é ideal para ser utilizada em larga escala, como em locais públicos onde o acesso por várias pessoas ao mesmo tempo é comum.

O padrão 802.11 a foi determinado em 1999 pelo Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE). Desde então, vários padrões surgiram: o 802.11 b em 1999, junto com o 802.11 a; o g em 2003; o n em 2009; e o padrão mais recente 802.11 ac em 2013. Outros padrões menos utilizados são: 802.11 s, 802.11 ad e 802.11 aj.

A primeira conexão, 802.11 a, pode alcançar uma velocidade máxima de 54 Mbps, enquanto a mais recente, 802.11 ac, atinge uma velocidade de 866,7 Mbps, mas pode chegar a até 1,3 Gbps em uma banda de 5 GHz. Em 2015 uma nova versão da conexão 802.11 ac, focada na banda 5 GHz, será disponibilizada com uma tecnologia que irá permitir o multi-acesso de entrada e saída de dados, com um número maior de usuários simultâneos. Com essa tecnologia, unida a um canal de 160 MHz, será possível ter picos de 7 Gbps.

O novo padrão desenvolvido pela WiFi Alliance só estará disponível posteriormente, com o nome 802.11 ax e o objetivo de quadruplicar a velocidade da conexão sem fio individual, atingindo picos de 10,53 Gbps na banda de 5 GHz de frequência.

Até o momento, quem saiu à frente na tecnologia do roteador usando ax é a chinesa Huawei, que promete o primeiro equipamento com o padrão em 2018. No entanto, o padrão ainda precisa ser consolidado como plataforma Wi-Fi para que isso seja confirmado. A expectativa é que este padrão só chegue ao público geral em 2019. Mas o investimento da Huawei não será perdido caso o padrão ax não seja adotado. Neste caso ele funcionará com a versão atualizada do 802.11 ac, previsto para 2015.

Com o 802.11 ax espera-se ter uma melhor conectividade em locais públicos, como os hotspots de comércios e outros locais. Dessa forma o usuário terá acesso a uma boa conexão sem fio mesmo com outras pessoas conectadas. O modelo também permitirá uma qualidade melhor mesmo através de paredes.

Ainda que a conexão não fique em 10 Gbps sempre, será possível baixar conteúdo da internet com uma maior velocidade. No entanto, os roteadores ainda podem ser um problema. A internet via Google Fiber nos Estados Unidos, por exemplo, promete uma velocidade de 1 Gbps, no entanto, na prática, atinge 200 Mbps em grande parte por causa dos roteadores.

No Brasil, as operadoras de serviços de internet banda larga oferecem uma velocidade média de 2 Mbps, então, mesmo com o padrão 802.11 ax, ainda há muito o que ser feito por aqui para atingir a velocidade prometida pelo novo padrão.


quinta-feira, 29 de maio de 2014

Wi-Fi de 622 Mbps na Lua


A velocidade que a conexão de internet tem no mundo, especialmente no Brasil, é cheia de instabilidades. Até mesmo o Primeiro Mundo apresenta isso, é fato. A solução encontrada por alguns seletos pesquisadores da NASA foi instalar WiFi num lugar um tanto remoto: a lua. E na ausência de população por lá, a conexão deve ser esplêndida.

A conexão sem fio na lua não é um discurso recente e tem sido debatida há algum tempo, mas os pesquisadores da NASA e da MIT tornaram a prática uma realidade. Quatro telescópios de seis polegadas de diâmetro cada, localizados no Novo México, enviam pulsos de luz infravermelha a um satélite circundante que gira em órbita da lua. Por meio disso, os cientistas estabeleceram uma sólida conexão de 19 Mbps. Essa velocidade, acreditem vocês ou não, é mais rápida do que a média dos Estados Unidos (e muito mais sólida, já que a lua não é populada).

É claro que hoje há conexões mais rápidas a valores razoavelmente acessíveis – inclusive no Brasil –, mas a instabilidade e a queda de sinal são constantes que perturbam os assinantes. A estabilidade de sinal na lua é, até agora, a mais sólida existente.
Agora é só chegar lá e pedir a senha da rede. Fui.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Seis estádios impedem instalação de Wi-Fi, dizem teles

Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, é citado como referência pelo sindicato das operadoras
Foto: Paulinho Menezes/Portal da Copa / Divulgação

Representantes das operadoras de telefonia móvel aproveitaram audiência pública do Senado para reiterar críticas a administradoras de seis estádios que têm colocado dificuldades para a instalação de equipamentos. Isso, nas opiniões manifestadas por representante do setor, poderá comprometer a prestação dos serviços nos estádios durante a Copa do Mundo. A maior dificuldade tem sido a autorização para a instalação de rede Wi-Fi, equipamento que aliviaria a demanda por serviços móveis em grandes aglomerações, por possibilitar conexões sem fio a partir da rede de telefonia fixa.
 
Segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), devido à falta de autorizações, ainda não foi possível instalar as estruturas nos estádios de São Paulo, Curitiba, Recife, Fortaleza, Natal e Belo Horizonte. De acordo com a entidade, os clientes das operadoras de celular terão acesso gratuito às redes Wi-Fi instaladas por elas nos estádios.

"Para ampliar a capacidade das redes em locais de alta concentração, pode-se usar o Wi-Fi. Mas, no caso dos 12 estádios existentes, seis optaram por ter rede própria de Wi-Fi para, provavelmente, usá-la em rede comercial", disse o presidente do SindiTelebrasil, Eduardo Levy.

O representante das operadoras citou o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, como referência, já que as autorizações e disponibilização de espaço foram feitas com antecedência. "Nele, todas as empresas se uniram para implantar uma rede única, a exemplo do que foi feito em Londres (durante as Olimpíadas de 2012)". Ele explica que cada estádio precisa de cerca de 300 antenas para dar conta da demanda. "Mas além disso, precisamos também de uma área com cerca de 200 metros quadrados para instalação de equipamentos".

De acordo com o presidente da Claro, Carlos Zenteno, a situação "mais urgente" são as dos estádios entregues por último - em especial, o de Porto Alegre, entregue em março, e o de Curitiba, entregue em abril. "Temos poucas semanas para instalar toda uma complexidade de equipamentos. O tempo está contra nós, mas (caso as empresas recebam as autorizações) vamos correr e fazer de todo o necessário para garantir qualidade (do sinal) nos estádios".

Presidente da Vivo e ex-presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), Antonio Carlos Valente disse que os atrasos na entrega de infraestrutura em alguns estádios já comprometeram a realização de testes. "No Paraná e em São Paulo, não será possível fazer testes de desempenho do sistema antes dos jogos", disse ele.

Sobre o sinal em aeroportos, Valente disse que a telefonia móvel de quarta geração (4G) já instalou "soluções paliativas" nos aeroportos Santos Dumont e do Galeão (ambos no Rio de Janeiro), e nos de Congonhas (São Paulo), Salvador, Fortaleza, do Recife e de Brasília. "Estão em andamento as negociações para os aeroportos de Confins (em Minas Gerais), Porto Alegre, Curitiba, Natal, Manaus e Cuiabá, além de Viracopos e Guarulhos (ambos em São Paulo). Em todos esses ainda dependemos de espaço, de negociações ou de ambos", disse ele.


Via: terra

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Qual é o roteador Wi-Fi ideal para sua casa? Veja dicas e descubra

Em uma casa diversos dispositivos podem se conectar à Internet simultaneamente, desde notebooks, smartphones, video games, TVs e, em alguns casos, até geladeiras. O grande responsável pelo bom funcionamento da rede wireless é o roteador Wi-Fi. Além de fazer com que todos esses aparelhos possam ‘conversar’ entre si, ele distribui o sinal de Internet sem precisar de fios.
Há uma infinidade de modelos no mercado, com diferentes especificações e preços. Com a ajuda de especialistas, o TechTudo preparou dicas para que você escolha o melhor roteador Wi-Fi para sua casa.
Roteador Airport Express, da Apple, pode ser usado em computadores com Windows  (Foto: Divulgação) (Foto: Roteador Airport Express, da Apple, pode ser usado em computadores com Windows  (Foto: Divulgação))AirPort da Apple é compatível com os dispositivos mais comuns do mercado (Foto: Reprodução/Apple)

Padrões
A primeira pergunta a se fazer ao pensar em montar uma rede sem fio, é que tipo de dispositivos vão se conectar a ela e a velocidade da Internet contratada pelo provedor.
Roteadores atuais são compatíveis com os padrões G, N e em alguns caso até com o AC, este mais recente com capacidade de transmitir dados até 1.300 Mbps. Modelos mais antigos utilizam os padrões A e B, com uma taxa de transferência menor.
Para saber qual roteador escolher é preciso saber qual são os padrões usados pelos dispositivos que vão se conectar a rede sem fio. Para saber qual o padrão de conexão do seu dispositivo, é preciso consultar o manual do fabricante.
Uma confusão comum de acontecer na hora de comprar o roteador, é pensar que a velocidade, muitas vezes estampadas na caixa com destaque, é a banda de conexão com a Internet. Essa velocidade é a de transmissão de troca de arquivos dentro da própria rede. A conexão de Internet depende da velocidade contratada junto ao provedor.
Quantos equipamentos vão usar a rede sem fio?
Esta é uma demanda que a maior parte dos roteadores encontrado nas lojas consegue atender. A maioria dos roteadores wireless atuais suporta um número satisfatório de dispositivos conectados simultaneamente. A não ser que você dê uma festa e chame muitos convidados, este é um item com o qual não deve se preocupar.
e2500 (Foto: Reprodução/Linksys)E2500, da Linksys/Cisco, tem duas antenas internas e trabalha simultaneamente em 2.4GHz e 5GHz (Foto:Reprodução/Linksys)


Tamanho da casa
Outro item determinado pelos padrões de conexão A, B, G e N é o alcance do sinal propagado pelo roteador. A maioria dos aparelhos têm o limite de mais de 100 metros,  porém paredes e outros obstáculos diminuem o alcance.
Se sua casa for muito grande ou possuir mais de um andar é aconselhável usar um repetidor de sinal Wi-Fi.
Outra questão é o melhor lugar para colocar o roteador. Para maximizar a eficiência, é aconselhável que instale o aparelho em um ponto alto onde esteja mais próximo a todos os cômodos da casa, como em um corredor que dá acesso à sala e aos quartos, por exemplo.
Quantidade de Antenas 
Gadgets e smartphones mais novos, como o iPhone 5S e o Galaxy S5, vem com uma tecnologia que amplia a capacidade de recepção dos sinal Wi-Fi. O MIMO, do inglês Multiple Input/Multiple Output, é o responsável por captar o sinal de múltiplas antenas de uma mesma rede para garantir uma transferência de dados mais ‘limpa’.
Se você possui dispositivos com essa tecnologia, pode ser uma vantagem comprar um roteador sem fio com mais de um antena. Vale lembrar que todos os roteadores possuem pelo menos uma antena, mesmo nos quais elas não estejam à mostra.
Também com antenas externas, TP-Link TL-WR941ND é opção econômica e eficiente (Foto: Divulgação/TP-Link) (Foto: Também com antenas externas, TP-Link TL-WR941ND é opção econômica e eficiente (Foto: Divulgação/TP-Link))Também com antenas externas, TP-Link TL-WR941ND é opção econômica e eficiente (Foto: Divulgação/TP-Link)








Potência
A grande maioria dos roteadores encontrados nas lojas trabalham com a potência de 2.4 GHz. Isso pode ser um problema para as pessoas que moram em prédios que possuam muitas redes Wi-Fi. Em média cada roteador pode trabalhar em 16 canais diferentes mas, se vários roteadores trabalharem no mesmo canal, pode ocorrer interferência e o sinal da rede ser prejudicado.
Para que isso não ocorra é recomendável escolher roteadores que trabalham em duas frequências: 2.4GHz e 5GHz. Apesar de serem um pouco mais caros eles evitam que o sinal perca eficiência e seja prejudicado por interferências de outros roteadores ou aparelhos domésticos, como o microondas e telefones sem fio.
Outra dica é rodar um software, como o Wireless Wizard, que faz uma varredura em todas as redes Wi-Fi disponíveis. Com ele é possível saber a frequência e qual canal cada rede detectada está trabalhando. Sabendo essas informações é só configurar o roteador para trabalhar no canal que possui menos roteadores em funcionamento, para reduzir as interferências externas.
Segurança
Modelos mais antigos de roteadores possui uma tecnologia de segurança defasada. O WEP, lançado junto com os primeiros padrões de redes sem fio, nos anos 90, está em desuso por ser mais vulnerável a uma invasão. Na hora de escolher  o roteador Wi-Fi, dê preferência para aparelhos que sejam compatíveis com as encriptações WPA e WPA2.

Via: Techtudo

terça-feira, 29 de abril de 2014

Canadá diz sim para 'wi-fi' na natureza

Wi-Fi
Para aqueles que não conseguem resistir ao exílio das mídias sociais quando viajam para o campo, a agência de parques canadenses, Parks Canada, anunciou que vai oferecer internet 'wi-fi' em alguns de seus espetaculares espaços.
A agência federal, que gerencia 44 parques nacionais e 160 locais históricos - da Baía de Fundy, no Atlântico, às Rochosas canadenses e à Ilha de Baffin, no Ártico - quer apelar para aqueles incapazes de desfrutar do silêncio e do sossego sem postar algo sobre sua viagem em tempo real.
Por enquanto, a Parks Canada equipará 15 a 20 destes locais, em um tipo de fase de testes para ver como vai funcionar, explicou François Duclos.
A meta é levar a internet 'wi-fi' a 75 destes locais nos próximos três anos, acrescentou.
"O Canadá é um país muito grande e se urbanizou muito. E para os jovens das cidades, as coisas são diferentes", disse Duclos.
Ele observou que algumas pessoas também precisam permanecer em contato constante com seus locais de trabalho, enquanto fazem caminhadas ou observam baleias.

Via: INFO

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Vem aí o roteador Wi-Fi de 10 Gbps


Os roteadores que oferecem internet na maioria das casas chegam, em geral, à velocidade de 54 Mbps no Wi-Fi. Alguns são mais rápidos e conseguem atingir (em teoria) 150 Mbps. Mas, no ano que vem, a conexão pode alcançar um novo patamar a partir do roteador que promete 10 Gbps.

A promessa é da fabricante americana Quantenna, que não revelou quanto pretende cobrar pelo aparelho. Isso não muda muita coisa para os usuários brasileiros, na verdade, já que os planos de internet por aqui vão até, no máximo 500 Mbps, enquanto muitos locais não têm mais do que 50 Mbps a oferecer.

Mesmo assim o futuro roteador deixaria a rede local mais eficiente porque, independentemente da velocidade da internet, uma conexão mais rápida ajudaria no compartilhamento de arquivos entre computadores no mesmo ambiente. Isso facilitaria, por exemplo, o streaming de vídeos e melhoraria o desempenho de jogos em LAN.


sexta-feira, 28 de março de 2014

O que fazer quando roteador Wi-Fi deixa a Internet lenta

Os roteadores wireless são peças importantes do dia a dia de quem usa a Internet. Por não necessitarem de manutenção constante, é comum serem confiáveis ao ponto de esquecermos que eles também podem apresentar defeitos. Entretanto, muito tempo ligado, assim como outros fatores, podem influenciar no desempenho desses aparelhos. Confira dicas do que fazer quando seu roteador deixar a sua Internet lenta.
O que fazer quando o roteador deixa a Internet lenta (Foto: Reprodução/D-Link)O que fazer quando o roteador deixa a Internet lenta (Foto: Divulgação/D-Link)

- Identifique que o problema é o roteador
Antes de culpar o roteador wireless pela lentidão na rede, é preciso identificar que o problema é ele mesmo. Isole a questão limitando a conexão de aparelhos. Caso esteja em sua residência, desligue todos os aparelhos que possam utilizar a Internet, e então, teste a velocidade da mesma. Você pode usar o teste de velocidade do TechTudo. Caso a Internet seja compartilhada pelo roteador a partir de um modem, conecte um computador ou notebook no modem para realizar o teste.
Muitas vezes, uma queda de velocidade na internet pode ser atribuída a muitos equipamentos fazendo uso da mesma. No uso doméstico, smartphones e tablets com muitos aplicativos podem ser vilões em potencial. O motivo são configurações que permitem atualização automática de aplicativos. O mesmo acontece com computadores com muitos programas marcados para iniciar junto com Windows. Programas de compartilhamento de arquivos são os grandes vilões.
Outro motivo pode ser um computador com problemas. Por isso, é importante verificar se o motivo da lentidão não é o computador estar infectado com algum vírus ou problemas mais graves, como um disco rígido defeituoso. Caso você tenha certeza que não é nada disso, passamos para o passo seguinte.
- Reinicie o roteador
O próximo passo lógico é reiniciar o roteador wireless. Procure pelo botão de ligar/desligar do aparelho. Alguns deles não possuem tal botão, então será necessário remover o plug da energia elétrica.
Caso não saiba como acessar o painel de configuração, apenas retire e coloque o plug de energia (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)Caso não saiba como acessar o painel de configuração, apenas retire e coloque o plug de energia (Foto: Reprodução/Dario Coutinho)
O motivo de tal medida é o fato de alguns roteadores mais modestos não suportarem algumas rotinas de gerenciamento de rede por muito tempo. Ao deixar o roteador ligado por dias seguidos, o cache para logs do sistema e outras atividades podem começar a fazer o roteador sobrecarregar-se.
O processo de reboot do roteador pode ser feito também direto da página de configuração do mesmo. O processo varia de acordo com o modelo e marca do roteador.
É possível reiniciar o roteador direto da página de configuração do mesmo (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)É possível reiniciar o roteador direto da página de configuração do mesmo (Foto: Reprodução/Dario Coutinho)
Alguns modelos costumam reiniciar-se sozinhos de tempos em tempos, mas quando a Internet está muito lenta, não custa tentar realizar o procedimento para ver se o roteador volta a distribuí-la de maneira normal. Então, deslize o roteador por alguns minutos, para então religá-lo. Esse procedimento pode resolver alguns problemas complexos rapidamente.
- Mudar de posição e melhorar a intensidade do sinal
Outro problema que pode resultar em uma Internet lenta é o posicionamento do roteador na residência. Além da distância, a interferência causada por obstáculos, e até outros eletrodomésticos, podem diminuir a intensidade do sinal.
Evite que o roteador fique próximo a aparelhos que utilizam a mesma frequência de transmissão como telefones sem fio e fornos de micro-ondas. Esses aparelhos emitem frequência na mesma banda dos roteadores wireless mais comuns (2.4Ghz) e podem causar interferência e até cancelar o sinal de rede por alguns instantes.
Há duas soluções nestes casos. A primeira, é mudar o roteador de posição, deixando-o em um local mais próximo dos equipamentos que utilizam a Internet. A outra solução é colocar o roteador distante de aparelhos que causam interferência.
Repetidores wireless aumentam o sinal da rede Wi-Fi (Foto: Divulgação)Repetidores wireless aumentam o sinal da rede Wi-Fi (Foto: Divulgação/Netgear)
Para os casos em que a distância está causando a queda de sinal ou lentidão, o usuário pode trocar a antena do roteador por uma de maior intensidade. A troca não exige conhecimentos técnicos, basta retirar a antena antiga e encaixar a nova. Obviamente esse procedimento só pode ser realizado em roteadores com antenas externas.
Outro modo de aumentar a intensidade de sinal é instalar repetidores wireless. Tais repetidores permitem aumentar e até dobrar a distância do sinal da rede. Outra solução engenhosa, e digna do professor pardal, é utilizar uma lata vazia de refrigerante ou cerveja para canalizar o sinal. O procedimento é simples, basta cortar a lata e “abri-la” para então encaixar na antena.
- Reconfigure o roteador para melhorar a segurança e evitar interferências
Uma possibilidade para a lentidão da Internet é que a sua rede esteja comprometida. Ou alguém está utilizando sua rede, roubando o seu sinal, ou redes sem fio vizinhas estão causando interferência.
Nos casos em que você suspeita que estão utilizando a sua rede Wi-Fi sem a sua autorização, reconfigure o roteador alterando não apenas a senha de acesso, mas também a senha para a página de configuração do roteador. Não apenas isso. Caso utilize um sistema de criptografia antigo, como WEP, altere para WP2.
Senhas WEP podem ser hackeadas em menos de cinco minutos (Foto: Reprodução/thew0rd.com)Senhas WEP podem ser hackeadas em menos de cinco minutos (Foto: Reprodução/thew0rd.com)




















Já nos casos em que a rede está sofrendo alguma interferência das redes vizinhas. Entre nas configurações do roteador e mude o canal. Utilize programas como oXirrus Wi-Fi Inspector no PC ou aplicativos para Androidcomo o Wifi Analyzer. Com eles, você consegue descobrir em que canal a rede dos seus vizinhos está operando e pode configurar o seu roteador para trabalhar em um canal que não é utilizado.

Enfim, se nada der certo e o problema não for no provedor da Internet, pode ser que seu roteador esteja com problemas. Nesse caso, o recomendado será levar em uma assistência técnica, ou comprar um novo, já que muitos roteadores de qualidade encontram-se na faixa de preço do conserto de um roteador usado.




Via: Techtudo

quarta-feira, 26 de março de 2014

O mundo sem fios. E viva o wi-fi!

wi-fi

Vamos falar hoje sobre as conexões wi-fi ou conexões sem fio, como é mais conhecida, vamos ver onde são aplicadas e como ajudam a manter o ambiente livre dos emaranhados de fios.

A expressão Wi-Fi surgiu como uma alusão à expressão High Fidelity (Hi-Fi), utilizada pela indústria fonográfica na década de 50. Assim, o termo Wi-Fi nada mais é do que a contração das palavras Wireless Fidelity, algo que se traduzido não representa muito bem a tecnologia em questão.

As redes Wi-Fi funcionam por meio de ondas de rádio. Elas são transmitidas por meio de um adaptador, o chamado “roteador”, que recebe os sinais, decodifica e os emite a partir de uma antena. Para que um computador ou dispositivo tenha acesso a esses sinais, é preciso que ele esteja dentro um determinado raio de ação, conhecido como hotspot.

Hoje cada vez mais ouvimos as pessoas pedirem a senha da rede wi-fi quando adentram um estabelecimento, empresa ou até na casa de amigos e familiares, essa tecnologia de transferência de dados ajudou e muito na popularização da internet em nosso meio.

Cada vez mais os produtos, aparelhos e até veículos adotam esse tipo de conexão para a comunicação de dados. O mais comuns de encontrarmos são as redes locais de wi-fi que distribuem conexão de dados (internet) em um ambiente fechado ou livre.

Os celulares tiveram que adotar essa tecnologia para atender a demanda dos consumidores por aparelhos que tivessem acesso a dados via wi-fi. Mas cada vez mais vemos outros aparelhos como TVs, geladeiras, impressoras, aparelhos de som, micro-ondas, teclados, mouses e até veículos utilizando dessa tecnologia para melhorar a experiência de interação com os consumidores.

Junto com o benefício vêm também seus perigos, as redes wi-fi possibilitam a captura de dados através de sua conexão, usado por hackers para invadirem ou roubarem dados de empresas através dessas redes. Daí a necessidade de chamar um bom profissional quando você quiser montar uma rede wi-fi na sua empresa ou residência.

Mas com tudo isso, a tecnologia wi-fi veio para ficar e facilitar nossas vidas diárias, seja no trabalho, escola ou em casa, cada vez mais os incômodos fios estão deixando de existirem em nosso cotidiano.

Me passa ai sua senha do wi-fi!!

Até a próxima.