Alguns usuários relataram problemas para acessar conteúdos no Facebook na manhã desta sexta-feira (22).
Entre as instabilidades estão lentidão e até impossibilidade de ver conteúdos do feed de notícias. Os problemas foram reportados por volta das 11h30.
O site DownDetector, que informa o status de um site, afirma que há problemas no Facebook. Outro serviço de detecção, o “Is it Down Ridght Now?”, aponta que a rede social está “sofrendo disrupção no serviço.”
O WhatsApp está tomando medidas contra empresas que atuam com envio em massa de mensagens com conteúdos falsos ou enganosos. A informação foi repassada hoje (19) à Agência Brasil pela assessoria da empresa.
Nessa quinta-feita, o jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem segundo a qual empresas de marketing digital custeadas por empresários estariam disseminando conteúdo em milhares de grupos do aplicativo.
De acordo com a nota da empresa, o WhatsApp está “tomando medidas legais imediatas para impedir empresas de enviar mensagens em massa via WhatsApp”. A companhia também informou que baniu contas associadas a estas empresas.
No comunicado, a assessoria da empresa informou que foram canceladas também “centenas de milhares de contas durante o período das eleições no Brasil”. “Temos tecnologia de ponta para detecção de spam que identifica contas com comportamento anormal para que não possam ser usadas para espalhar spam ou desinformação”, acrescentou a nota.
A reportagem da Folha de S. Paulo apontou uma rede de empresas de marketing digital contratadas para efetuar os disparos em massa. Os contratos, que chegariam até R$ 12 milhões, seriam bancados por empresários próximos ao candidato, como Luciano Hang, da rede de varejo catarinense Havan.
Ações
Ontem (18), o PT entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cobrando apuração do ocorrido. Além de investigação dos empresários e de seu vínculo com a candidatura Bolsonaro, o partido requereu que a Justiça Eleitoral dê ao WhatsApp 24 horas para promover um plano de contingência que bloqueie o envio das mensagens em massa pelas firmas de comunicação digital citadas na reportagem.
Pelo Twitter, Jair Bolsonaro afirmou que não tem controle sobre apoios voluntários e afirmou que o PT não está sendo prejudicado por “fake news”, mas pela “verdade”. Em seu perfil no Facebook, Luciano Hang disse que vai processar a Folha de S. Paulo e desafiou o jornal a mostrar os contratos de envio de mensagens em massa.
Preocupação
O fenômeno das notícias falsas vem marcando as eleições deste ano. A missão internacional da Organização dos Estados Americanos (OEA) manifestou preocupação com o fenômeno da desinformação durante o 1º turno.
No balanço da votação do 1º turno, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, também alertou para o problema, em especial vídeos e mensagens colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral.
A rede social WhatsApp tem sido o foco de maior preocupação. Estudo de professores da USP e UFMG e Agência Lupa em 347 grupos na plataforma encontrou entre as imagens mais compartilhadas um índice de apenas 8% de caráter verdadeiro.
Um erro na rede social Facebook fez com que 14 milhões de usuários que publicaram textos, fotos e vídeos de modo privado ou apenas para amigos compartilhassem as informações publicamente na rede social. A falha aconteceu durante cinco dias em maio. A empresa disse, por meio de nota, que irá notificar imediatamente as pessoas afetadas.
As postagens foram divulgadas publicamente sem nenhum tipo de alerta aos usuários. A empresa disse que não sabe quantos desses 14 milhões de usuários expuseram dados que não queriam que fossem públicos ou quantos perceberam o erro antes de publicar algo no Facebook. Em 27 de maio, a empresa mudou as configurações das postagens afetadas para privadas — mas não avisou os usuários do ocorrido.
Em um comunicado enviado a imprensa, Erin Egan, diretora de privacidade do Facebook, assumiu a falha. “Gostaríamos de nos desculpar por esse erro”, disse. Após a divulgação da falha, as ações do Facebook fecharam o mercado em baixa de 1,65%, negociadas em US$ 188 — após o fechamento do mercado, as ações da rede social seguiram apresentando baixa de 0,18%, negociadas em US$ 187.
Pesadelo
A revelação da falha de privacidade torna ainda mais dramática a situação do Facebook, que vem sendo cada vez mais criticado nos últimos meses por seu papel em fenômenos como a disseminação de notícias falsas e tentativas de interferência em eleições. O auge da polêmica aconteceu em março, quando os jornais The New York Times e The Observer, de Londres, revelaram que a consultoria britânica Cambridge Analytica e o pesquisador da Universidade de Cambridge, Aleksandr Kogan, usaram de forma ilícita dados pessoais de mais de 87 milhões de usuários do Facebook.
Desde então, o Facebook tem sofrido forte pressão da mídia, de órgãos reguladores e governos em todo o mundo. O próprio presidente executivo da rede social, Mark Zuckerberg, teve de comparecer ao Congresso Americano e ao Parlamento Europeu para dar explicações sobre como a rede social trata os dados pessoais dos usuários. Na mais recente aparição, no Parlamento Europeu, o executivo foi fortemente criticado por responder de forma genérica a poucas perguntas feitas durante a audiência.
Ainda não está claro se a rede social poderá ser punida por só revelar a falha de segurança agora, uma vez que a nova legislação de proteção de dados pessoais da União Europeia (GDPR, na sigla em inglês) obriga as empresas a comunicar os consumidores imediatamente. Pela lei europeia, a empresa pode estar sujeita a sanções que podem chegar a 4% da receita anual global da companhia, em caso de descumprimento das novas regras, que entraram em vigor em 25 de maio. O Facebook ainda não detalhou a localização dos usuários afetados pela brecha de segurança.
Nem só de folia vive o carnaval. Sempre associada ao ócio, a festa cresce como um bom período para o empreendedorismo. Impulsionado pelo crescimento dos blocos e pela “montagem” de seus frequentadores, um mercado informal de marcas de adereços surgiu principalmente em grupos de Facebook e páginas do Instagram.
No início do ano, a arquiteta Karen Prado e a publicitária Natalia Brito criaram “quase que na brincadeira” a MonyloPhyta (instagram.com/monilo.phyta/). Fãs de blocos, as duas amigas pensaram, durante uma viagem de ano-novo, primeiramente em fazer adereços de cabeça e brincos para si mesmas. “Depois que fizemos algumas peças, divulgamos em um grupo de Facebook de moradores de Santa Cecília (região central de São Paulo) e vimos que logo muita gente ficou interessada”, explica Karen.
O Facebook reportou nesta quarta-feira (31) os resultados financeiros do último trimestre. E apesar da companhia ter registrado lucro líquido de US$ 4,27 bilhões,
um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando
registrou US$ 3,57 bilhões, Mark Zuckerberg e os acionistas têm uma
métrica de franzir a testa. Os usuários da rede social estão passando
menos tempo nela.
Segundo Zuckerberg, as pessoas passaram 50 milhões de horas a menos
por dia no Facebook. As mudanças anunciadas pelo executivo no início de
janeiro, que visam priorizar a publicação de amigos e não de marcas e
empresas de mídia, são uma resposta a drástica queda do engajamento com a
plataforma.
"2017 foi um ano forte para o Facebook, mas também difícil", disse
Zuckerberg. "Em 2018, estamos focados em garantir que o Facebook não
seja apenas divertido de usar, mas também bom para o bem-estar das
pessoas e para a sociedade. Estamos fazendo isso encorajando conexões
significativas entre as pessoas e não o consumo passivo de conteúdo",
ressaltou. "Ao focar em conexões significativas, nossa comunidade e
negócios irão crescer mais fortes a longo prazo", completou um
Zuckerberg otimista.
Alguns investidores reagiram rápido ao anúncio e venderam seus
papéis. Na recente negociação no pós-hora, a ação da empresa recuou 4,8%
a US$ 177,91.
Mas o declínio no uso não foi a única má notícia para a companhia que
também relatou queda nos usuários diários ativos nos Estados Unidos e
no Canadá. Caiu de 185 milhões para 184 milhões. Apesar disso, o total
de usuários diários ativos da empresa em todo o mundo aumentou para 1,4
bilhões de 1,37 bilhões no terceiro trimestre.
Em todo o ano de 2017, a receita da companhia cresceu 47% e fechou em US$ 39,94 bilhões.
O Equador
confirmou nesta quinta-feira (11) que concedeu a naturalização ao
fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, em dezembro
passado. A informação foi dada à imprensa pela chanceler do país
latino-americano, María Fernanda Espinosa.
"A naturalizaação foi concedida no dia 12 de dezembro de 2017", disse
Espinosa, acrescentando que Quito pediu a Londres o reconhecimento de
Assange como "agente diplomático equatoriano", o que foi negado.
Mais cedo, um porta-voz do Escritório de Relações Exteriores do governo
britânico havia informado que o Reino Unido rejeitou o pedido de status
diplomático a Assange.
O fundador do WikiLeaks mora há mais de cinco anos na embaixada
equatoriana em Londres, sem poder sair do edifício. Ele obteve asilo em
2012 para evitar ser extraditado para a Suécia por acusações de estupro.
"O governo do Equador recentemente solicitou status diplomático para o
sr. Assange aqui no Reino Unido", disse o porta-voz. "O Reino Unido não
atendeu ao pedido, nem estamos em conversações com o Equador sobre essa
questão."
"O Equador sabe que a maneira de resolver essa questão é que Julian
Assange deixe a embaixada para encarar a Justiça", disse o porta-voz.
Assange, que nega as acusações de estupro, teme ser deportado para os
Estados Unidos para enfrentar acusações pela publicação pelo WikiLeaks
de milhares de documentos militares e diplomáticos secretos dos EUA, em
um dos maiores vazamentos de informações da história do país.
Neste ano, o documento da empresa de segurança se concentra na transição do ransomware dos aplicativos tradicionais para novos aplicativos, as implicações dos aplicativos sem servidor para a segurança cibernética e no surgimento de uma corrida de inovação em aprendizado de máquina entre defensores e adversários, entre outras coisas.
De acordo com a McAfee, o seu mais novo relatório reflete a opinião de dezenas de líderes em inovação de diferentes setores da empresa ao examinar as tendências atuais no crime cibernético e a evolução da TI.
Confira abaixo as cinco principais tendências de segurança para 2018 segundo a McAfee.
1.Uma "corrida armamentista" na esfera do aprendizado de máquina se travará entre defensores e atacantes.
O aprendizado de máquina pode processar quantidades imensas de dados e executar operações em grande escala para detectar e corrigir vulnerabilidades conhecidas, comportamentos suspeitos e ataques de dia zero. No entanto, os adversários certamente também empregarão o aprendizado de máquina em seus ataques, aprendendo com as respostas de defesa, buscando modelos de detecção de interrupção e explorando vulnerabilidades recém-descobertas mais rápido do que os defensores podem corrigi-las.
Para vencer essa corrida armamentista, as organizações devem ampliar o raciocínio de máquina e a velocidade das respostas orquestradas de forma eficaz usando o pensamento estratégico humano. Só assim as organizações poderão entender e prever os padrões de execução dos ataques, mesmo que eles jamais tenham ocorrido antes.
2.O ransomware passará por uma transição da extorsão convencional para novos alvos, tecnologias e objetivos.
A lucratividade das campanhas de ransomware tradicionais continuará diminuindo à medida que as defesas dos fornecedores, a conscientização dos usuários e estratégias do setor melhoram para combatê-las. Os atacantes se adaptarão para atacar alvos de ransomware menos convencionais e mais lucrativos, incluindo pessoas importantes, dispositivos conectados e empresas.
Com essa transição dos alvos convencionais, tecnologias de ransomware serão aplicadas com objetivos que vão além da extorsão de pessoas, incluindo sabotagem cibernética e interrupção de organizações. Esse objetivo dos adversários de causar mais danos, interrupção e a ameaça de maiores prejuízos financeiros não só gerará novas variações dos "modelos de negócios" de crime cibernético, mas também desencadeará uma expansão significativa do mercado de seguros cibernéticos.
"Embora muito sobre os motivos por trás do WannaCry e do NotPetya ainda são debatidos, é provável que o uso de pseudo ransomware continue, em parte devido à facilidade com que os provedores de serviços podem disponibilizar tais técnicas a qualquer pessoa com os meios para pagar, "Disse Raj Samani, cientista-chefe e chefe da McAfee Advanced Threat Research. "Tais ataques poderiam ser vendidos para partes que procuram paralisar os rivais nacionais, políticos e empresariais, o que levanta talvez a maior e inevitável questão de resgate de 2017: WannaCry e NotPetya realmente foram campanhas de ransomware que falharam em seus objetivos para fazer receitas significativas? Ou talvez incrivelmente bem sucedidas campanhas wiper? "
3.Os aplicativos sem servidor economizarão tempo e reduzirão os custos, mas também aumentarão as superfícies de ataque das organizações que os implementarem.
Os aplicativos sem servidor permitirão maior granularidade, como faturamento mais rápido de serviços. Porém, eles são vulneráveis a ataques que exploram a hierarquização de privilégios e dependências de aplicativos. Eles também são vulneráveis a ataques a dados em trânsito em redes e possivelmente a ataques de negação de serviço de força bruta, em que a arquitetura sem servidor não pode escalonar a capacidade e isso gera interrupções de serviço com altos prejuízos.
Processos de implantação e desenvolvimento de funções devem incluir os procedimentos de segurança necessários, recursos de escalabilidade devem ser disponibilizados e o tráfego deve ser adequadamente protegido por criptografia ou VPNs.
4. Prestadores de serviços e fabricantes de dispositivos domésticos conectados tentarão solucionar as baixas margens de lucro através da coleta de mais dados pessoais dos usuários — com ou sem o seu consentimento — transformando a casa das pessoas em uma vitrine corporativa.
Os profissionais de marketing corporativos terão sólidos incentivos para observar o comportamento do consumidor a fim de compreender as necessidades de compra e preferências dos proprietários dos dispositivos. Como os clientes raramente leem contratos de privacidade, as empresas serão tentadas a frequentemente alterá-los depois que os dispositivos e serviços forem instalados para capturar mais informações e lucros.
A McAfee acredita que haverá consequências regulamentares para as empresas que fizerem cálculos para infringir as leis existentes, pagar as multas e continuar tais práticas pensando que podem fazê-lo de forma rentável.
5.As empresas que coletam conteúdo digital infantil apresentarão riscos de longo prazo à reputação.
Buscando popularizar seus aplicativos, as empresas farão o possível para ativar e coletar o conteúdo gerado por crianças. Em 2018, os pais tomarão consciência de notáveis abusos corporativos do conteúdo digital gerado por crianças e considerarão as possíveis implicações de longo prazo dessas práticas para seus próprios filhos.
A McAfee acredita que muitos futuros adultos sofrerão com "bagagem digital" negativa, conteúdo do usuário desenvolvido em um ambiente de aplicativo do usuário em que orientações socialmente adequadas não são bem definidas ou aplicadas e em que a interface do usuário é tão atraente que as crianças e seus pais não consideram as consequências da criação de conteúdos que as empresas podem usar indevidamente no futuro.
Em um mercado competitivo de aplicativos onde a popularidade pode ser perdida facilmente, os serviços e aplicativos mais empreendedores e inovadores reconhecerão o valor, em termos de construção da marca, de fazer uma parceria com os pais nessa iniciativa de conscientização.
No mundo corporativo, a McAfee prevê que a implementação de maio de 2018 do Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR) poderia desempenhar um papel importante na definição de regras básicas sobre o tratamento de dados do consumidor e conteúdo gerado pelos usuários nos próximos anos. O novo regime regulatório impacta as empresas que possuem presença comercial nos países da UE ou processam os dados pessoais dos residentes da UE, o que significa que as empresas de todo o mundo serão obrigadas a ajustar a maneira como eles processam, armazenam e protegem os dados pessoais dos clientes. As empresas podem usar isso para definir melhores práticas que beneficiem os clientes que usam dispositivos de consumo, plataformas de aplicativos geradores de conteúdo e os serviços on-line baseados na nuvem por trás deles.
"O ano de 2018 pode muito bem ser lembrado sobre como finalmente começamos a abordar a proteção de dados e por se os consumidores realmente têm o direito de ser esquecidos", disse Vincent Weafer, vice-presidente da McAfee Labs. "A coleta em grande escala de informações pessoais e conteúdo gerado pelo usuário expõe os consumidores ao risco de uso indevido de dados, abuso e até mesmo compromisso. Os prestadores de serviços irresponsáveis podem superar a coleta e monetização, permitindo que a privacidade do usuário seja levada pelas forças do mercado, dados serem comprometidos e a reputação dos usuários ameaçada no futuro. O GDPR faz 2018 um ano crítico para estabelecer como as empresas responsáveis podem antecipar essas questões, respeitando a privacidade dos usuários, usando de forma responsável os dados e o conteúdo do consumidor para melhorar os serviços e estabelecer limites sobre quanto tempo eles podem conter os dados ".
A decisão tomada pela Comissão Federal de Comunicações dos Estados
Unidos (FCC, sigla em inglês) que acabou com a neutralidade de rede –
regra que garantia internet livre e aberta para todos os usuários nos
EUA – colocou os provedores de serviço de internet e as companhias que
controlam redes sociais e serviços de conteúdo em lados opostos.
Facebook, Amazon e Netflix prometeram acionar o Congresso para reverter a
medida.
Por outro lado, a revogação teve amplo apoio entre as companhias
americanas Comcast, Verizon e AT&Tm que atuaram junto ao governo de
Donald Trump a favor do fim da neutralidade da rede. A medida só entrará
em vigor no próximo ano e até lá as empresas contrárias prometem se
aliar a entidades de proteção civil para tentar barrar a mudança na
Justiça e provocar o Congresso para votar uma medida que devolva o
acesso igualitário à rede mundial de computadores.
O YouTube anunciou nesta terça-feira (29) novos recursos que chegarão nos próximos meses para usuários da versão aplicativo e desktop. Segundo Neal Mohan, Chief Product Officer, "quando tudo estiver pronto", a plataforma oferecerá "um novo nível de funcionalidade e um visual mais consistente" nas experiências para computadores e dispositivos móveis.
Entre os recursos, que serão entregues na versão aplicativo, está a inclusão de gestos. Desde o início do ano, usuários que quiserem avançar ou retroceder 10 segundos um vídeo na plataforma podem fazê-lo ao tocar duas vezes no lado esquerdo ou direito de um vídeo. Nos próximos meses, será testado um recurso que permite alternar entre os vídeos apenas deslizando para a esquerda para assistir o vídeo anterior ou deslizar para a direita para assistir o próximo.
Outro recurso que o YouTube trabalha visa melhorar a exibição dos vídeos. Em breve, o formato do player mudará automaticamente com base no formato do vídeo que você assistir, seja vertical, quadrado ou horizontal. "Isso significa que você terá sempre a melhor experiência de visualização, incluindo vídeos verticais sem faixas pretas nas laterais", ressalta Mohan.
A partir de agora, usuários também conseguirão ver uma série de vídeos sugeridos enquanto assiste outro vídeo em tela cheia. Da mesma forma, é possível acelerar e desacelerar a velocidade de reprodução dos vídeos no aplicativo, assim como já era possível fazê-lo no computador.
Quanto ao design, um novo cabeçalho branco dá mais destaque ao conteúdo e as guias de navegação aparecem na parte inferior do aplicativo, ficando assim mais próximas dos polegares. Novas guias "Biblioteca" e "Conta", que oferecem um acesso mais rápido ao que você procura, foram adicionadas.
O logotipo e o ícone do YouTube também foram atualizados, agora o ícone vermelho do player aparece em frente ao nome da marca.
Um racha entre os desenvolvedores do Bitcoin criou uma fissura na rede
da moeda virtual, que foi dividida em duas no dia 1º de agosto. A
estrutura tradicional segue sendo chamada de Bitcoin, enquanto a nova
recebeu o nome de "Bitcoin Cash".
Chamada de "hard fork", a
medida não divide os Bitcoins existentes entre as duas moedas. Em vez
disso, todo mundo que possuía Bitcoins imediatamente passa a possuir
também o Bitcoin Cash. Quem tinha 3 Bitcoins (BTC) no dia 31 de julho,
passou a ter também 3 Bitcoin Cash (BCH) no dia 1º de agosto, podendo
gastar suas moedas em ambas as redes.
O Bitcoin Cash flexibiliza o
tamanho dos chamados "blocos", um pilar do Bitcoin: criptomoedas não
armazenam "saldos" ou "balanços", mas sim um histórico de transações. É a
partir desse histórico de transações, agrupadas em blocos sequenciais,
que os saldos são calculados. Um bloco deve ser gerado a cada dez
minutos, e a totalidade dos blocos e as transações neles contidas formam
o "banco de dados" da moeda virtual.
Como
o tamanho do bloco do Bitcoin é fixo, ele pode armazenar um número
limitado de transações. Esse limite passou a tornar as transferências de
Bitcoin mais caras, exigindo que quem tivesse pressa para ter sua
transferência confirmada em um bloco pagasse uma tarifa para incentivar
os chamados "mineradores" da moeda a preferir a inclusão de sua
transferência em detrimento de outras. Em outras palavras, era preciso
pagar para "furar a fila" ou aguardar até dias para ter uma
transferência confirmada, já que não havia espaço suficiente nos blocos
para todas as transações.
Os desenvolvedores do Bitcoin não
chegaram a um consenso sobre como resolver o impasse. Com isso, foi
criado o Bitcoin Cash, que usa um tamanho de bloco maior, permitindo que
mais transferências sejam confirmadas em um único bloco.
O
Bitcoin Cash, porém, não é uma moeda inteiramente nova. Isso porque ele
leva em conta todo o histórico do Bitcoin até a data da divisão. Por
isso, quem detinha Bitcoins também é dono de Bitcoin Cash. A diferença,
porém, é o valor de mercado da moeda. Enquanto o Bitcoin tradicional
vale cerca de US$ 3,3 mil, o Bitcoin Cash está cotado a US$ 300
flutuando bastante (a moeda chegou a passar dos US$ 700).
Com a
criação do "fork", existem duas linhas de blocos vindas de uma mesma
origem e que, a partir de agora, seguirão independentes. Normalmente,
blocos "concorrentes" são ignorados pela rede, cedo ou tarde, para que
apenas uma cadeia continue a receber novos blocos. O "fork" garante a
manutenção das duas linhas (confira a imagem).
(Foto: Andy Clark/Reuters)
Tarifa menor pode ser risco Com
um bloco até oito vezes maior que o Bitcoin tradicional, o Bitcoin Cash
pode confirmar mais transações em menos tempo. Isso, porém, reduz a
necessidade de tarifas maiores.
Como as tarifas são parte do
incentivo para o trabalho dos chamados "mineradores", é provável que
menos mineradores tenham interesse no Bitcoin Cash. Com menos
mineradores atuando, a rede fica mais vulnerável a um ataque de
"controle", em que um único indivíduo ou grupo assume 51% do poder de
processamento da moeda. Com isso, esse indivíduo ou grupo passaria a
poder determinar quais transferência são ou não aprovadas pela rede.
Quando
há mais mineradores envolvidos em uma moeda, esse tipo de ataque é mais
difícil, pois é necessário um poder de processamento muito maior para
atingir os 51% exigidos pelo ataque.
Ethereum também teve 'divisão' A
criptomoeda Ethereum também teve um "fork" em setembro de 2016. As duas
moedas são hoje chamadas de Ethereum (cotada em US$ 280) e Ethereum
Classic (cotada em US$ 15).
Além de questões técnicas, o Ethereum
teve seu "fork" para ignorar uma série de blocos já computados na rede e
que colocaram milhões de dólares na mão de um golpista. A divisão
partiu de um bloco mais antigo da rede, antes das transferências
fraudulentas, o que na prática desfez essas transferências e devolveu as
moedas aos seus donos.
Sem esse tipo de "divisão", não é tecnicamente possível que alguém obrigue a devolução de criptomoedas.
Troco “likes”, compartilho e sigo de volta. Expressões que se tornaram bem populares para uma galera que descobriu o prazer de massagear o ego nas redes sociais com novos seguidores e muitas curtidas em suas publicações. Isso sem contar a chance de se tornar um influenciador digital – hoje virou profissão. Diversas marcas descobriram nessas pessoas com muitos seguidores e, consequentemente, um bom alcance nas redes, uma forma eficiente de divulgar suas campanhas sem gastar tanto dinheiro como nas mídias tradicionais.
Mas ninguém vira influenciador digital do dia para a noite. Não é tão simples conquistar milhares de seguidores e ainda ter um bom engajamento em todas suas publicações. Muitos tentam; poucos conseguem. Mas essa busca incansável pela aprovação aparente através de números despertou interesse de oportunistas que oferecem – como em um passe de mágica – a venda de milhares de curtidas, seguidores e até comentários automatizados no Instagram, Facebook e Twitter. Pagou, levou!
Não é segredo. Na internet é fácil encontrar diversos sites que oferecem o serviço. Este desenvolvedor que prefere não se identificar vende curtidas e seguidores e conta que muita gente se tornou famosa nas redes graças a ele...
A diferença do serviço, segundo ele, é que a sua ferramenta não usa perfis falsos para curtir ou seguir outros como faz a maioria. Sem explicar como (por motivos óbvios) ele faz com que sua base de mais de 100 mil usuários reais siga e curta as publicações de quem paga pelo serviço. No Instagram, ele vende até 40 mil seguidores instantâneos por 1200 reais; no YouTube, o número máximo de visualizações em um vídeo vale quase 7 mil reais.
Sem apelar para os perfis falsos, ele passou noites em claro para desenvolver uma plataforma totalmente automatizada para seus clientes.
A história é outra quando a compra e venda de likes e seguidores envolve perfis falsos criados nas redes – seja ela qual for. Neste caso, algumas práticas podem, sim, configurar atividades ilícitas e passíveis de ação judicial.
Recentemente, em uma ação inesperada, o Instagram limpou a plataforma e excluiu milhares de perfis falsos da sua rede. O Facebook já dificultou bastante a vida de quem ainda tenta vender influência para a rede de Mark Zuckerberg. Mas ainda assim, a compra e venda continua funcionando: egos massageados, pessoas felizes e aprovadas no mundo digital e... marcas pagando uma boa grana para influenciadores divulgarem seus produtos e serviços.
Se tem gente se animando aí do seu lado, calma! Algumas empresas mais ingênuas ignoram o fenômeno. Afinal, vários indícios ajudam a perceber quando um perfil está inflado e automatizado de alguma forma. Fora isso, existem plataformas digitais inteligentes que já fazem isso também. Agora já tem muita marca esperta que aprendeu a olhar menos os números e mais os resultados.
Claro, muita gente vai continuar comprando seguidores e curtidas; a maioria por ego. É cada vez mais difícil se tornar um influenciador digital desejado pelas marcas. Se esta for a sua ideia, guarde três dicas importantes e comece a trabalhar desde já: seja original, cópias não se sustentam; produza conteúdo sobre algo que tenha a ver com você – faça algo único; e, por fim, tenha um trabalho consistente e muita paciência: seus seguidores virão com o tempo de um crescimento orgânico se você se dedicar com carinho e qualidade.
O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nestasexta-feira (2) a discussão de ações para averiguar se os pedidos de bloqueio ao WhatsApp no Brasil violam princípios garantidos na Constituição Federal. Desde 2015, o aplicativo que pertence ao Facebook foi alvo de quatro pedidos de suspensão com base no Marco Civil da Internet –três foram executados.
Todas as medidas eram represálias porque o WhatsApp descumpriu ordens judiciais para fornecer conversas trocadas em seu serviço. A empresa, que pertence ao Facebook, afirma não poder fornecer dados que não possui, já que usa um modelo de criptografia (técnica para codificar arquivos digitais a fim de driblar interceptações) que a impede de acessar os conteúdos trocados em sua plataforma.
Ter acesso à documentação de sua linguagem, framework ou sistema favorito é um requisito para qualquer desenvolvedor, desde os iniciantes até os profissionais. Hoje em dia, isso é muito simples: basta acessar o site da linguagem e, em poucos cliques, você já terá acesso à documentação desejada.
Infelizmente, no Brasil, algo tão trivial como isso ainda não é óbvio, pois muitos desenvolvedores não possuem um acesso à internet decente, que lhes permita acessar a documentação necessária quando preciso. Estamos falando de desenvolvedores reféns de conexões com limites de dados ou com conexões lentas ou instáveis ou, ainda, que não têm conexão em casa!
Em uma situação como essa, o desenvolvedor precisa se adaptar e, procurando por uma solução, acabei encontrando o Zeal.
Este programa é um leitor de documentação offline para desenvolvedores. Ele permite ao desenvolvedor não apenas acessar a documentação necessária localmente, como também navegar por ela de forma fácil e intuitiva, de forma mais prática do que se ele apenas baixasse as páginas dos sites manualmente.
Para instalar o programa, siga as instruções desta página. Há versões para Windows (incluindo uma portátil) e para as principais distribuições de Linux e sistemas BSD. Após instalar, acesse o programa e você verá esta tela:
No Zeal. as documentações são organizadas em Docsets. Assim, a primeira coisa a fazer é ir no menu Tools – Docsets e clicar na aba Available, para escolher as documentações a serem instaladas.
Nesta tela, já é possível ver a quantidade abundante de documentações disponíveis. Praticamente todas as linguagens e tecnologias atuais estão listadas aí.
Para instalar uma documentação, basta selecioná-la na lista, clicar no botão Download e aguardar. Ao final do processo, a mesma vai aparecer na tela inicial do programa e você poderá navegar localmente pelo seu conteúdo, de forma fácil e intuitiva:
Vantagens
A maior vantagem do Zeal é permitir que os desenvolvedores consultem a documentação necessária sem precisar estarem conectados constantemente à Internet, o que garante mais agilidade e economia de dados. Além disso, os conteúdos são obtidos ou das páginas oficiais ou da MDN (Mozilla Developer Network), garantindo sua exatidão. Isso sem falar que é possível atualizar os docsets já baixados.
O Zeal também pode ser utilizado em empresas. É possível criar o seu próprio docset, com a documentação de um framework ou de um produto interno, por exemplo, bem como escolher a pasta em que os mesmos serão armazenados. Assim, os funcionários podem ter apenas o programa instalado em seus computadores e a documentação pode residir em um servidor central. Com isso, a empresa pode reduzir custos de conexão.
Talvez a maior desvantagem do Zeal é que os docsets ocupam um espaço em disco considerável após instalados. Eu baixei os docsets de HTML, CSS, JQuery e JavaScript e os mesmos ocupam cerca de 1 GB. Para quem tem um HD grande, ou está interessado em apenas uma linguagem ou tecnologia, isso não é um grande problema; mas para quem tem um SSD, que em geral tem uma capacidade bem reduzida, e desenvolve em várias linguagens, o espaço pode ser algo preocupante.
Outra desvantagem – que muitos não considerarão como tal – é o fato de que as documentações estão disponíveis apenas em Inglês. Embora saibamos que o domínio deste idioma é algo básico para qualquer desenvolvedor sério, iniciantes podem encontrar, nele, alguma dificuldade.
Conclusão
Em tempos nos quais nosso direito de ficar on line está cada dia mais ameaçado, ter ferramentas como o Zeal é algo fundamental, pois o desenvolvedor poderá consultar seu material mesmo em condições adversas e navegar por ele de forma fácil e intuitiva.
A ESET – fornecedora de soluções para segurança da informação e pioneira em proteção proativa – identificou um novo tipo de golpe que usa como chamariz a consulta a contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Na ação, os cibercriminosos enviam um falso e-mail sugerindo que vítima consulte o saldo de sua conta inativa do FGTS por de um link, o qual na realidade direciona o internauta para um site voltado a roubar dados pessoais.
Entre as informações solicitadas para preenchimento no falso site do FGTS estão CPF, data de nascimento, Número de Identificação Social (NIS), credenciais de acesso ao sistema do governo, telefone, além de informações bancárias. O objetivo dos cibercriminosos é vender os dados pessoais, realizar fraudes ou mesmo direcionar outros ataques para levantar ainda mais informações das vítimas.
Para aplicar o golpe, os cibercriminosos usaram uma falha de segurança e incluíram scripts PHP no servidor. Dessa forma, quando a vítima acessa determinadas URLs especificas, consegue visualizar uma página de internet com conteúdo legítimo.
“Esse caso é um exemplo de como um servidor, hospedando um conteúdo legítimo, teve suas vulnerabilidades exploradas e foi utilizado pelo cibercrime para a propagação de phishing. Isso vale de alerta para aqueles que administram servidores, principalmente, com conteúdos acessados pela Internet, para que atualizem seus sistemas e aplicações, apliquem sempre patch e os protejam antes da ocorrência de um incidente”, afirma Camillo Di Jorge, Presidente da ESET Brasil. “No caso dos usuários, vemos novamente como assuntos de temas amplamente noticiados são utilizados para realizar ciberataques. Cibercriminosos estão sempre explorando assuntos com maior probabilidade de conseguir cliques por parte das pessoas”, reforça o executivo.
Para evitar cair em golpes com esse, a ESET alerta sobre a importância de saber identificar uma ameaça digital, evitando clicar em e-mails desconhecidos, que solicitem informações pessoais ou a realização de downloads. Além disso, os internautas devem contar com soluções de segurança proativas instaladas e atualizadas em todos os equipamentos que acessam a internet.
O Facebook domina completamente a lista dos aplicativos Android mais baixados da história pelos brasileiros na loja Play Store, do Google, que acaba de completar 5 anos de existência.
O top 5 dos apps mais baixados na Play Store traz o WhatsApp em primeiro lugar, seguido por outros três apps da rede social de Mark Zuckerberg: Facebook, Facebook Messenger e Instagram. Em quinto lugar, aparece o Palco MP3.
Já entre os games, o topo do pódio ficou com Pou, com Subway Surfers em segundo e My Talking Tom em terceiro. Fecham o top 5 Meu Malvado Favorito e Zombie Tsunami.
Os Racionais MCs lideram entre os discos mais vendidos na loja online, com o álbum Cores e Valores, deixando para trás nomes como Adele e Luan Santana. Entre os filmes, a medalha de ouro ficou com 50 Tons de Cinza, seguido por A Culpa é das Estrelas.
Assange: "Considerando o que pensamos ser a melhor maneira de proceder e ouvindo os pedidos de alguns dos fabricantes, decidimos trabalhar com eles para lhes dar acesso exclusivo a detalhes técnicos adicionais", disse (David Paul Morris/Bloomberg)
Washington/Frankfurt – O WikiLeaks irá oferecer a empresas de tecnologia um acesso exclusivo a ferramentas de ciberespionagem da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) que possui para permitir que estas consertem falhas de programas, disse seu fundador, Julian Assange, nesta quinta-feira.
Na terça-feira, o grupo antissegredos publicou documentos que descrevem as ferramentas de invasão cibernética da CIA e trechos de códigos de computação.
O site não publicou a íntegra dos programas que seriam necessários para explorar celulares, computadores e televisões com acesso à internet.
“Considerando o que pensamos ser a melhor maneira de proceder e ouvindo os pedidos de alguns dos fabricantes, decidimos trabalhar com eles para lhes dar acesso exclusivo a detalhes técnicos adicionais que temos para que os consertos possam ser desenvolvidos e implantados, de forma que as pessoas possam ficar protegidas”, disse Assange durante uma coletiva de imprensa transmitida via Facebook Live.
Respondendo a seus comentários, o porta-voz da CIA, Jonathan Liu, afirmou em um comunicado: “Como dissemos anteriormente, Julian Assange não é exatamente um bastião de verdade e integridade”.
“Apesar dos esforços de Assange e sua laia, a CIA continua a coletar inteligência estrangeira no exterior agressivamente para proteger a América de terroristas, Estados-nação hostis e outros adversários”.
Não ficou claro como o WikiLeaks pretende cooperar com as empresas de tecnologia ou se elas irão aceitar a oferta.
Porta-vozes de Google, Apple, Microsoft Corp e Cisco Systems Inc, todos eles fabricantes de aparelhos sujeitos a ataques descritos nos documentos, não responderam de imediato a pedidos de comentário.
Mas várias companhias já disseram estar confiantes de que suas atualizações de segurança recentes já cobriram as supostas falhas detalhadas nos documentos da CIA.
Ainda na terça-feira, a Apple afirmou em um comunicado que “muitas das questões” vazadas já foram sanadas na versão mais atual de seu sistema operacional.
A publicação dos documentos no WikiLeaks reacendeu um debate que questiona se agências de inteligência deveriam ocultar vulnerabilidades de cibersegurança graves ao invés de compartilhá-las com o público.
Um processo interagências criado no governo do ex-presidente norte-americano Barack Obama opinou que é preferível errar pelo excesso de divulgação.
Duas autoridades da lei e da inteligência dos EUA afirmaram à Reuters na quarta-feira que as agências de inteligência estão cientes desde o final do ano passado de uma invasão na CIA, que permitiu que o WikiLeaks divulgasse milhares de páginas de informações em seu site.
Os funcionários, que falaram sob condição de anonimato, disseram que prestadores de serviço provavelmente violaram a segurança e entregaram os documentos ao WikiLeaks.
Assange disse possuir “muito mais informações” sobre o ciberarsenal da CIA que serão divulgadas em breve e criticou a “incompetência devastadora” da agência por não ser capaz de controlar o acesso a um material tão sigiloso.
Atualmente, é comum encontrarmos, nos fóruns da internet, várias questões relacionadas a equipamentos de rede, em geral fornecidos pelas operadoras. Uma das perguntas mais comuns é “como colocar o modem tal em modo bridge“. Quem faz essas perguntas, no entanto, em geral desconhece alguns conceitos básicos de redes de computadores.
O fato é que, hoje, são comuns, no mercado doméstico, equipamentos chamados de all in one, que concentram, em um único dispositivo, as funções de modem, de roteador, de switch e de ponto de acesso wireless, entre outras. No entanto, para tirar o máximo proveito de sua rede, é necessário entender para que cada coisa serve e como elas atuam.
O hub é, talvez, o dispositivo mais antigo ainda em utilização. Seu nome significa concentrador e esta é a sua função: ele centraliza as conexões de todos os equipamentos de rede. Estes dispositivos operam na camada física do modelo OSI, ou seja, ao receber uma sequência de dados de um computador, ele a transmite para todos os outros que estejam conectados a ele. Em redes pequenas, isso não chega a ser um problema, mas em ambientes com vários computadores, pode se traduzir em lentidão.
Os hubs podem ser passivos, caso em que eles apenas retransmitem o sinal que recebem para todas as estações, ou ativos, que realizam as mesmas funções, mas conseguem amplificar o sinal de rede. No caso de se utilizar um hub passivo, há de se atentar para os limites físicos dos cabos de rede, que passam a perder o sinal após 100 metros.
O switch, por sua vez, é também chamado de hub inteligente, pois realiza as mesmas funções de um hub, mas com o diferencial de que ele consegue “aprender” para onde deve enviar as informações.
Funciona assim: se um computador A quer enviar informação para o computador B, um hub comum vai enviar essa informação para todos os computadores da rede; com isso, nenhum computador vai conseguir se comunicar com o outro enquanto B não receber a informação de A. Já um switch, da primeira vez que precisar enviar essa informação, agirá da mesma forma que um hub comum, mas uma vez que consiga entregar a informação de A para B, vai gravar em uma lista interna em quais portas estão conectados A e B, abrindo um canal de comunicação exclusivo entre esses dois equipamentos quando os mesmos quiserem trocar novas informações. Desta forma, mais equipamentos poderão transmitir dados ao mesmo tempo, tornando a rede mais rápida.
Uma bridge é um equipamento que segmenta a rede em duas partes, com os objetivos de melhorar a segurança ou o tráfego de rede. Em relação à segurança, a bridge pode permitir que as informações vindas de determinados equipamentos trafeguem apenas de um lado da “ponte”, restringindo acesso a dados desconhecidos. Já em relação ao tráfego de rede, a bridge pode verificar os endereços de origem e de destino, comparando-os com uma tabela interna, e repassar os dados destinados à outra parte da rede.
Já os roteadores permitem que os dados possam trafegar entre duas redes distintas. Por exemplo: ele poderia interligar, em uma empresa, a rede do setor de contabilidade com a rede da gerência. Além disso, ele também pode controlar o caminho mais curto ou de melhor desempenho entre os equipamentos, baseado no número de roteadores em cada caminho, a fim de garantir que a informação trafegue da forma mais rápida possível.
Então a diferença entre modo router e modo bridge nos equipamentos das operadoras se baseia na definição desses equipamentos. Quando alguém configura a sua rede em modo router, o equipamento da operadora faz a ligação entre duas redes distintas: a rede de equipamentos da sua casa (que, em geral, possui ip 192.168, 172.16 ou 10) e a Internet, que é a rede mundial de computadores. Já quando o usuário configura seu equipamento em modo bridge, seu equipamento fica conectado diretamente à Internet, recebendo inclusive um IP válido. Em outras palavras, há uma rede só.
Embora usuários avançados e especialistas em rede prefiram o modo bridge, o mesmo exige mais equipamentos do usuário. Geralmente, estas pessoas colocam o modem da operadora em bridge e o conectam a um roteador, que terá a função de separar as duas redes e de fornecer endereços IP aos equipamentos. Também é possível conectar um computador diretamente ao equipamento em bridge, nele fazendo a autenticação e instalando serviços necessários, como um servidor DHCP.
Fonte: VASCONCELOS, Leandro. Fundamentos de redes. Editora Terra, 1ª edição, 2003. Págs: 90-103.