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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Nova versão do Firefox consome 30% menos RAM que o Chrome


A próxima versão do Firefox representa uma mudança tão drástica que a Mozilla decidiu ignorar sua numeração — que é 57 — e chamá-la de Firefox Quantum.

O navegador foi todo redesenhado, tanto em termos de comportamento quanto no que se refere a design, e a Mozilla garante que ele é mais eficiente do que o que se encontra pelo mercado. O próprio Firefox ficou lento perto do Quantum, já que a nova versão é duas vezes mais veloz que a que estava disponível há um ano.

Há mais de um truque por trás dessas afirmações, mas o principal é que a Mozilla desenvolveu um método que faz o Quantum rodar em vários núcleos de uma CPU em vez de confiar no desenrolar de uma única e morosa sequência, como acontece atualmente. Há um novo motor CSS, escrito em Rust, que tira proveito disso, operando paralelamente em núcleos diferentes.

Além disso, também mudou o comportamento das abas. A que estiver ativa tem total atenção em termos de carregamento, e o navegador prioriza abas por ordem de importância, prestando atenção àquelas que estiverem sendo usadas mais frequentemente.

Esses são recursos que vêm sendo testado há meses. Com o apoio da sua comunidade de desenvolvedores, a Mozilla conseguiu eliminar nada menos do que 468 problemas que contribuíam para tornar o navegador lento.

Outra questão que chama atenção no Quantum é o seu visual. A fundação aplicou o conceito do projeto Photon, garantindo que sua equipe "gastou tempo entendendo como os usuários enxergam navegadores".

O browser respeita a nova tendência de telas com altas taxas de pixels por polegada. Também conta com animações mais suaves e uma biblioteca que reúne favoritos, histórico, downloads, abas, capturas de tela e Pocket — aliás, este último, que foi comprado pela Mozilla no ano passado, está integrado ao Quantum, funcionando como parte do navegador.

 A versão estável do Firefox Quantum será liberada em 14 de novembro, mas já é possível baixar o beta para Windows, Mac, Android e iOS.

Via:Olhardigital


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Firefox Send: saiba como usar o serviço que permite compartilhar arquivos criptografados de até 1 GB

A possibilidade de compartilhar arquivos com outros usuários na internet não é novidade, mas agora ficou mais fácil e seguro realizar essa tarefa. A equipe de desenvolvimento da Mozilla disponibilizou um serviço gratuito que permite armazenar temporariamente arquivos de até 1 GB (gigabytes) para serem compartilhados. A hospedagem oferece criptografia dos arquivos enquanto estiverem em seus servidores, e a descriptografia automática no momento em que eles forem baixados. 

O Firefox Send tem como vantagem em relação aos seus concorrentes a simplicidade de envio de qualquer arquivo dispensando a necessidade e criação de uma conta de usuário no site, a instalação de um programa para a realização do upload. Mas vale salientar que esse serviço não serve para salvar cópias de segurança dos arquivos pessoais, pois todo o conteúdo é apagado em 24 horas. Para usar o Firefox Send, siga os passos descritos abaixo: 

1 - Acesse o site do Firefox Send. 

2 - Arraste o arquivo selecionado para a tela de envio. 


 3 - Aguarde enquanto o upload é realizado.


 4 - Copie o link do arquivo e compartilhe-o com os seus contatos. 


 Se houver a necessidade, é possível apagar o arquivo antes do término do prazo estipulado pelo serviço.


Imagens: Reprodução/G1

quarta-feira, 15 de março de 2017

Chrome 57 vem com recurso que reduz consumo de energia por abas em segundo plano

Chrome

Quem usa o Chrome sabe que às vezes o navegador pode ser um verdadeiro exterminador de desempenho, consumindo não só a memória do notebook como também drenando sua bateria. Ciente desse problema, que há tempos vem sendo fonte de queixas, o Google liberou nesta terça-feira (14) o Chrome 57 com um recurso que reduz o consumo de energia por abas em segundo plano.

Em uma publicação no blog do Chromium, a empresa admitiu que abas rodando em segundo plano são responsáveis pelo consumo de pelo menos um terço da energia de um computador. Por causa disso, foi decidido que algo deveria ser feito para reduzir o impacto delas no desempenho do computador e do browser.

A novidade funciona assim: a API de visibilidade de página do Chrome verificará as abas abertas a cada 10 segundos e, caso identifique que elas estão entulhadas, descarregará o conteúdo armazenado em memória. Abas que estão tocando algum áudio ou vídeo ou mantêm conexões WebSocket ou WebRTC ativas não serão afetadas.

O objetivo da equipe de desenvolvimento do Chrome é que esse novo mecanismo reduza em pelo menos 25% os recursos consumidos pelas abas que rodam em segundo plano. Daqui em diante eles devem trabalhar em mais novidades nesse sentido para que o Chrome volte aos seus tempos áureos, quando era incontestável.

O Chrome 57 já está disponível para download. Se você já usa o navegador, deve ter recebido a atualização para a nova versão automaticamente.



Via: Canaltech

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Navegador Chrome avisará usuários sobre sites não seguros

Resultado de imagem para chromeA partir do final deste mês (janeiro) o Google através do seu navegador Chrome começará a marcar sites não seguros que coletam informações confidenciais, como senhas, informações de cartão de crédito ou outros dados.

O navegador passará a exigir que sites com esse tipo de interação utilizem HTTPS, do contrário uma mensagem será mostrada ao usuário, apresentando tais sites como ‘não seguros’. Conteúdos oficiais dão mais detalhes sobre a novidade (em inglês).

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Como acessar o Google americano em inglês

Via: Techtudo

Quem está precisando buscar por páginas estrangeiras pode ficar decepcionado ao ser redirecionado para o Google brasileiro — que oferece conteúdo localizado — mesmo colocando o endereço americano “.com” no navegador. Isso acontece porque o buscador identifica o seu IP e dados de navegação, indicando automaticamente o Google sobre o seu país. Para acessar o Google dos Estados Unidos é necessário usar alguns truques com uma URL específica e uma aba privada. A dica vale para quem está fazendo pesquisas de produtos estrangeiros ou até deseja buscar por artigos ou notícias em inglês. Entretanto, não precisa se preocupar em instalar nada extra, nem baixar programas complicados como uma VPN. Curioso para saber como usar? Então confira todos os passos neste tutorial para PC.
Veja como acessar o Google americano dos Estados Unidos pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Veja como acessar o Google americano dos Estados Unidos pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 1. A primeira etapa é abrir uma janela anônima no seu navegador. Neste exemplo vamos usar o Chrome mas há opções de janela privada em diversos navegadores para desktop. Essa função “oculta” parte de seus dados pessoais, como histórico, e evita o registro de cookies ou arquivos temporários, permitindo acessar o Google americano sem ser redirecionado para seu país — no caso o Brasil. No Chrome , clique no ícone de menu no topo direito (três pontos) e selecione “Nova janela anônima”;
Acesse uma aba privada no seu navegador pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Acesse uma aba privada no seu navegador pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 2. Em seguida, na janela privada do navegador, digite o endereço “www.google.com/ncr” (sem aspas). O “NCR” quer dizer No Country Redirect (sem redirecionamento de país, em português). Isso vai te levar diretamente para o Google americano (Estados Unidos);
Digite o site do Google sem redirecionamento de país (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Digite o site do Google sem redirecionamento de país (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 3. Pronto. Será aberto o Google US e todas as suas buscas serão indicadas de sites americanos, em inglês. É possível nesse mesmo padrão estrangeiro a busca por imagens, notícias e vídeos.
Faça suas buscas no Google dos Estados Unidos pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Faça suas buscas no Google dos Estados Unidos pelo PC (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Veja como o autocompletar do navegador pode vazar suas informações

Foto: Reprodução
Algo que veio para tornar a experiência de navegação na internet mais ágil e menos maçante, o recurso de autocompletar informações dos navegadores pode ser facilmente usado em golpes de phishing, segundo alerta o hacker finlandês Viljami Kuosmanen.
O autocompletar funciona da seguinte maneira: quando topa com um formulário (numa loja virtual, por exemplo), o usuário precisa digitar apenas o seu nome que o navegador se encarrega de fornecer o restante das informações, incluindo endereço, e-mail, telefone, número do cartão de crédito etc.
A questão, conforme descoberto por Kuosmanen, é que o recurso funciona até com campos que não se pode ver. Assim, um cibercriminoso poderia criar uma página com um campo de texto visível e vários outros invisíveis; se conseguisse fazer com que o internauta digitasse seu nome no primeiro, todo o restante seria preenchido automaticamente sem que a pessoa percebesse.
Como ressalta o jornal The Guardian, o problema afeta praticamente todos os grandes navegadores do mercado. O Firefox, por enquanto, está a salvo, já que usa um sistema que preenche cada campo por vez — só que um engenheiro de segurança da Mozilla chamado Daniel Veditz informou, pelo Twitter, que a fundação está desenvolvendo um autocompletar com preenchimento múltiplo.
@bcrypt @fabricedesre no, programmatic focus doesn't trigger autocomplete in Firefox. User must type, down arrow, or double-click.
@bcrypt @fabricedesre currently field by field. Apparently we want to do a multi-field autofill (bug 990176) which could cause probs

Os internautas devem evitar escrever em qualquer caixa de texto que lhes aparecer pela frente, mas, dado o nível de sofisticação dos ataques virtuais de hoje, é de se esperar que um cibercriminoso obstinado consiga desenvolver páginas capazes de fazer qualquer um acreditar em sua legitimidade. Assim, a forma mais prática de se proteger de um golpe que explore tal vulnerabilidade é desabilitando o autocompletar do navegador.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Google prepara versão do Chrome que consome até 50% menos RAM



O Google vem preparando uma atualização para o Chrome que fará com que o navegador “coma” uma quantidade menor de memória dos dispositivos.
Programada para ser entregue em dezembro, a edição 55 do browser inclui uma versão modificada do motor responsável por JavaScript que faz com que o consumo de RAM caia drasticamente. Em alguns casos, segundo a empresa, a redução em comparação com o Chrome 53 chega a 50%.
O Engadget explica, porém, que nem todo mundo sentirá os efeitos dessa mudança. Apenas quem usa máquinas com pouca memória RAM ou quem costuma deixar muitas abas abertas no navegador perceberá que algo está diferente.
A parte boa é que as melhorias também estarão na versão móvel do navegador, portanto, donos de smartphones de entrada serão beneficiados.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Chrome "espião": navegador ouvia tudo ao redor do usuário

 
 
Um recurso inserido na atualização do Google Chrome para a versão 43 permitia que o navegador deixasse permanentemente ligado o microfone dos dispositivos na qual ela era instalada, captando todo o áudio ao seu redor.

De acordo com um usuário do Debian, após ser atualizado para a versão 43, o chrome automaticamente baixava (sem avisar ao usuário) a extensão "Chrome Hotword Shared Module", que continha código fechado.

O recurso tinha, inicialmente, a função de permitir que o navegador reconhecesse a frase "Ok, Google", usada por usuários para, em seguida, dar comandos de voz. No entanto, ele foi inserido no código do navegador como uma "caixa preta": um pedaço de código proprietário em um programa de código aberto. Com isso, o navegador passava a captar todo o áudio ao seu redor, sem que o usuário ficasse sabendo.

Isso fez com que alguns usuários reclamassem pelo fórum do Chromium, já que, em princípio, o código deveria ser completamente aberto para que outros usuários pudessem acessá-lo e verificar se estavam de acordo com ele. Um dos desenvolvedores comentou que era necessário ativar o comando de captação de áudio para que ele se iniciasse, o que, segundo outros usuários, não era verdade.

Após as críticas, no entanto, a empresa recuou e removeu totalmente esse componente do navegador. Segundo um dos desenvolvedores, "se não é código-aberto, não petence no navegador de código-aberto". 


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Microsoft corrige 20 falhas críticas do Internet Explorer

O Internet Explorer, sempre um alvo de criminosos online, recebeu mais uma vez uma grande quantidade de patches na Patch Tuesday desta semana da Microsoft.
Em junho, a empresa emitiu 8 boletins, que contém um total de 45 patches. O boletim apenas para o IE, o MS15-06, contém 24 patches, incluindo 20 que cobrem falhas críticas, o que significa que as soluções devem aplicadas o mais rápido possível.
Outros boletins solucionam problemas no Windows, no pacote Office, no Windows Media Player, no Active Diretory e no Exchange Server.
Em média, a Microsoft publica cerca de 20 patches por mês para o IE, segundo o CTO da empresa de tecnologia Qualys, Wolfgang Kandek.
Vale notar que o navegador será aposentado pela Microsoft no novo Windows 10, dando lugar ao browser Microsoft Edge.

Via: PCWorld

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Windows 10 pode travar computador que tem placa da AMD


A versão do Windows 10 que a Microsoft liberou na última terça-feira, 20, para testes apresenta problemas para quem tem computador com placa da AMD.

A própria companhia divulgou essa informação, que foi repercutida pela PCWorld. Gabriel Aul, chefe de engenharia da Microsoft, usou o Twitter para informar que há certa incompatibilidade entre a GPU da AMD e o novo navegador da empresa, que acaba travando.

Aul adiantou que Microsoft e AMD trabalham juntos na criação de drivers que evitem problemas. Quando isso acontecer, uma atualização será liberada.


terça-feira, 12 de maio de 2015

Saiba o que esperar do Edge, o novo navegador do Windows 10

A Microsoft ainda tem muito a fazer no Edge (antes conhecido como Project Spartan), o navegador totalmente renovado que vai chegar com o Windows 10. Nesta última semana, a empresa revelou mais detalhes sobre o novo browser, incluindo recursos  que planeja adicionar após o Windows 10 ser lançado no próximo trimestre.
Um dos principais recursos ausentes no lançamento será o suporte para extensões. A Microsoft espera ter um ecossistema vibrante de extensões ao permitir que os desenvolvedores importem versões dos seus trabalhos para o Chrome e o Firefox. O site especializado. Neowin aponta que o recurso pode chegar no final do terceiro trimestre ou começo do quarto. A Microsoft também quer suportar extensões em smartphones, mas esse é um objetivo de longo prazo por conta de limitações em tamanho de tela e memória, entre outras.
A habilidade de sincronizar senhas, favoritos, abas, e históricos em todos os aparelhos Windows 10 também está a caminho, de acordo com o Neowin. Mas ainda não há uma previsão de quando esse recurso pode chegar. Seria estranho se não estivesse disponível no lançamento do sistema, no entanto, e como a Microsoft não anunciou versões para iOS ou Android do novo browser, a sincronização não será tão útil para pessoas que não estiverem realmente dentro do mundo “universo Windows”.
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O assistente virtual Cortana será parte do navegador desde o primeiro dia, mas não é nenhuma surpresa que a Microsoft queira melhorar as habilidades do Cortana com o tempo. Por exemplo, o assistente pode exibir a previsão do tempo quando parece que você está pedindo essa informação na barra de buscas, e vai incluir mais “respostas sobre celebridade” para coisas como a altura ou o peso de uma estrela de cinema.
A Microsoft também revelou mais detalhes sobre como está se livrando de várias tecnologias web antigas, cmo ActiveX, Browser Help Objects, e VBScript – e trabalhando para adicionar novas capacidades. 
Por que isso importa 
Mesmo no lançamento, o Edge deverá ser um grande passo em relação ao Internet Explorer, com um design mais simples e recursos úteis como um modo de visualização para leitura e um recurso de anotações embutido. Mas para usuários mais avançados, a ausência inicial de extensões e sincronização de dados pode ser um ponto bastante negativo. Tomara que os usuários não tenham de esperar muito antes que o Edge possa se tornar uma alternativa viável ao Chrome e ao Firefox.

Via: IDGNow

terça-feira, 14 de outubro de 2014

O Navegador Netscape completa 20 anos

Esta segunda-feira marca o aniversário de 20 anos do Netscape. O primeiro navegador comercial da história foi lançado no dia 13 de outubro de 1994.

Ele foi desenvolvido pela Mosaic Communication Corporation, empresa do Vale do Silício comandada por Jim Clark e Marc Andreessen. Naquele dia saía a versão beta do navegador, que logo se tornou um dos principais no mercado.

No anuncio de lançamento, divulgado hoje pelo The Next Web, é possível ver que a empresa se vangloriava pelo fato de que o Netscape permitia streaming de documentos de forma contínua, possibilitando que os usuários interagissem com eles enquanto carregassem, e oferecia suporte nativo a imagens em formato JPEG.

Isso não é pouco. Para se ter uma ideia, recentemente a Microsoft republicou seu primeiro site, que também é de 1994, e nele havia um aviso informando de que estava disponível um menu em texto, caso o navegador do internauta não suportasse imagens.

Foi graças à Microsoft, aliás, que o Netscape deixou de ser relevante, porque com o tempo a companhia conseguiu popularizar o Internet Explorer distribuindo-o junto com o Windows. Mas foi só em 2007 que a AOL, então dona do navegador, decidiu parar de investir em seu desenvolvimento.


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Internet Explorer ainda é o navegador mais popular; IE 8 cresce nos PCs

O Internet Explorer, famoso navegador da Microsoft, ainda é o mais usado nos computadores do mundo todo. De acordo com a Net Applications, o browser dominou 60% do mercado em setembro de 2014. Nesta conta, o obsoleto IE 8, presente no Windows 7, ainda mantém uma grande fatia, sendo responsável por 22% na preferência do público. Vale lembrar que o IE da Microsoft está na versão 11.

Internet Explorer 12 (Foto: divulgação/ facebook/ Internet Explorer)
Internet Explorer 12 (Foto: divulgação/ facebook/ Internet Explorer)

Esse número é explicado pelo fato de que um bom contingente de usuários estarem finalmente abandonando o Windows XP e migrando para o Windows 7, que hoje possui 52% do mercado. Como o Windows 8 não se tornou muito popular, e sua adoção foi pequena no mundo inteiro, a utilização do browser IE11, o mais recente da companhia, não passa dos 17%.

Qual é o melhor navegador para Windows 8.1? Comente no Fórum do TechTudo.
O principal rival do IE em setembro foi o Google Chrome , que atingiu 21% de participação, contra os 19% do mês anterior. Por outro lado, o Mozilla Firefox continua em queda, chegando agora aos 14%, somando todas as suas versões. Sem oscilar quase nada, o Safari, da Apple, é usado por 5%.
Market share dos navegadores em setembro de 2014
Market share dos navegadores em setembro de 2014

Alerta

Usar sempre um browser recente e atualizado é importante por dois motivos: manter a navegação na Internet segura e ter acesso aos mecanismos e mídias mais atuais, implementados pelos sites. 

Algumas empresas costumam abandonar o suporte aos navegadores mais antigos, pensando na estabilidade e economia de recursos, como é o caso do Google que “desistiu” do IE8 em 2013.
Participação dos browsers populares por cada versão
Participação dos browsers populares por cada versão
 
 
 
Via: Techtudo

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Opera 24 adota novo sistema de visualização de aba; encontre tudo fácil

O Opera 24 reformulou seu sistema de visualização de guias. Agora, basta passar o cursor do mouse sobre um aba para que seja mostrada a pré-visualização do conteúdo correspondente em algo como uma "tela cheia". Assim, é possível saber o que está em cada guia sem precisar abrir a aba em questão.

Opera 24 exibe pré-visualização grande das guias (Foto: Divulgação/Opera)
Opera 24 exibe pré-visualização grande das guias (Foto: Divulgação/Opera)


A atualização também implementou melhorias na interface Windows, que ganhou suporte a HiDPI e ficou mais parecida com a do Opera para Mac OS X em telas Retina. O resultado é uma exibição menos condensada, que se traduz em mais nitidez e limpeza para o usuário do navegador.

Além disso, o navegador recriou seu ecossistema de extensões desde o início, contando agora com mais de mil plugins. Para baixar, acesse (addons.opera.com/en/extensions). Isso foi conseguido graças à mudança para o mecanismo Chromium, do Google, que proporciona melhor compatibilidade com sites, facilitando a navegação.
 
 
Via: techtudo

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Teste mostra qual navegador consome menos bateria do seu notebook


Um estudo feito pelo site AnandTech com diferentes navegadores mostra quais são os que mais gastam a bateria do notebook. O teste analisou os browsers mais populares em um modelo Dell XPS 9530 de 15 polegadas.

As configurações relevantes do notebook são as seguintes:

Processador: Intel Core i7 4702 MQ (Quad Core 2,2-3,2 Ghz)
RAM: 16 GB (2x8GB) DDR3 1600 Mhz
Vídeo Dedicado: GeForce GT 750M 2GB DDR5
Vídeo Onboard: Intel HD Graphics 4000
Tela: 15,6 polegadas, 3200x1800 pixels
Armazenamento: SSD 512 GB (Samsung SM841)
Sistema Operacional: Windows 8.1 64 Bit

Os navegadores testados foram: Internet Explorer 11 para desktop e versão Metro, Firefox 31, Chrome 36 e Chrome 37 Beta.

O Chrome 37 Beta foi escolhido por ser o primeiro navegador da empresa a fazer uso de processadores 64 bits, além de trazer mudanças significativas no código. Também havia a intenção de fazer um teste com o Safari, mas a versão mais atual para Windows já tem dois anos e teve problemas com o sistema de teste automático. Outra ressalva é o fato de o Chrome 36 não possuir uma versão para densidades altas de pixels, o que fez com que simplesmente rodasse em sua versão comum de 1600x900 pixels, com a interface escalonada.

A AnandTech desenvolveu um software que simula a ação comum de um usuário no PC, abrindo e fechando o browser, carregando páginas e rolando a página por artigos mais longos, todos salvos nos próprios servidores locais, para que a velocidade da internet não influísse nos números finais.

Os resultados, em minutos levados para a bateria cair de 100% a 7%, foram os seguintes:

Reprodução

O Chrome 36 foi o primeiro lugar, com 8:32 horas de navegação ininterrupta, mesmo contando com um bug que faz com que o gasto de bateria seja desnecessariamente maior (leia mais aqui), enquanto a versão Beta ficou em último lugar, com 5:55 horas, possivelmente por problemas de otimização. Foi surpreendente o fato de o desempenho da versão Metro do Internet Explorer 11 ter sido melhor do que o da versão para desktop, tomando segundo e terceiro lugares, respectivamente. O Firefox 31 ficou em penúltimo, com apenas 2 minutos de navegação acima do Chrome 37 Beta.

Nem só de economia de energia são feitos os navegadores, no entanto. Seja por design, velocidade, add-ons ou outras funções, há mais fatores a se considerarem ao se escolher o seu. Por sorte, são todos gratuitos e não custa nada testar até decidir qual o melhor.


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Microsoft vai encerrar suporte a versões mais antigas do Internet Explorer

Continuando seu plano de fazer com que os usuários atualizem seus sistemas e softwares, a Microsoft anunciou que não vai mais dar suporte técnico de versões antigas do seu navegador Internet Explorer. As mudanças estão programadas para ocorrer a partir do dia 12 de janeiro de 2016.
 
Versões antigas do navegador vão deixar de receber suporte (foto: Reprodução/Microsoft)Versões antigas do navegador vão deixar de receber suporte (foto: Reprodução/Microsoft)
 
Depois desta data, os usuários de diferentes versões do Windows vão receber atualizações de segurança apenas as versões mais recentes do Internet Explorer disponível para seu sistema operacional.
 
Quem usa o Vista SP2, por exemplo, deve migrar para o IE 9, enquanto usuários do Windows 8.1 vão precisar do IE 11. As versões mais antigas do software, como o IE 8, devem ser abandonadas por completo.

Usar versões antigas de um software é um problema tanto para os usuários quanto para desenvolvedores, lembra a Microsoft. “Navegadores antigos não suportam padrões atuais da web, o que é um problema para desenvolvedores. Eles também podem trabalhar de forma mais eficiente, criando produtos melhores se seus clientes estiverem usando programas atualizados”, aponta a empresa.

Confira a lista de quais versões do Internet Explorer estarão disponíveis para as diferentes edições do Windows:

- Windows Vista SP2: Internet Explorer 9
- Windows Server 2008 SP2: Internet Explorer 9
- Windows 7 SP1: Internet Explorer 11
- Windows Server 2008 R2 SP1: Internet Explorer 11
- Windows 8.1: Internet Explorer 11
- Windows Server 2012: Internet Explorer 10
- Windows Server 2012 R2: Internet Explorer 11
 
 
Via: Techtudo 

Android supera iOS na navegação móvel pela primeira vez

Em Julho, pela primeira vez os dispositivos Android responderam por um tráfego de Internet móvel maior do que o gerado a partir de   dispositivos iOS, afirma a NetMarketShare. A empresa usa dados dos seus clientes para medir que sistemas operacionais e browsers mais usados para acessar os sites nos quais atua.

Juntos, os dispositivos Android e iOS representam 89%  do tráfego de Internet móvel no mês de Julho. Desse total, a quota dos dispositivos Android  foi de 44,62%, enquanto os iOS foram responsáveis por 44,19%.

A julgar pelo vertiginoso aumento de vendas de dispositivos Android no mundo, podemos estar no início de um longo período de domínio dos equipamentos com o sistema da Google na internet móvel.

Os equipamentos Android representaram mais de 78% de todos os smartphones vendidos no varejo em 2013, de acordo com estatísticas da Gartner. Mas até hoje, os iPhone eram responsáveis por mais tráfego Internet do que os smartphones Android. Em Setembro de 2013, a quota dos Android era de 29%, face a 54% dos dispositivos iOS.

Os equipamentos com Java ME ‒ usados em feature phones ‒ representaram 4,19% do tráfego, seguidos doe equipamentos com Symbian (2,57%), Windows Phone (2,49%) e BlackBerry (1,21%), de acordo com números da NetMarketShare.

Apesar de tudo, o browser Safari continua a ser o mais usado.


Via: IDGNow

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Google vai corrigir problema que faz Chrome sugar a bateria de laptops


O Google pretende liberar uma atualização para o Chrome encerrando um bug que, por anos, drena a bateria de laptops com Windows. A resolução deve aparecer na versão 37, que sairá para testes em breve.

O problema existe desde 2010, segundo noticiado recentemente pela Forbes. O que acontece é que, ao contrário de outros navegadores, o Chrome não retorna o processador a um estado inativo quando não está em uso e permanece em atividade, sugando a bateria do computador.

Essa situação vinha se arrastando dentro do Google há anos, tanto que um relatório de bugs que trata sobre isso recebe comentários desde novembro de 2012.

Agora, segundo a PCWorld, a empresa finalmente decidiu resolver o problema. Enquanto isso, foi lançada a versão 36 do Chrome, com várias correções e um ícone novo para o modo de navegação anônima, além de suporte ao Chromecast.


sexta-feira, 4 de julho de 2014

Extensão de navegador permite recriar experimento secreto do Facebook


O estudo que o Facebook e as universidades de Cornell e da Califórnia fizeram para avaliar a influência emocional que os usuários da rede sofrem uns dos outros agora pode ser feito por qualquer um.

Uma programadora e artista norte-americana recriou a experiência com um plugin do Chrome, com o qual é possível ter uma ideia do que foi feito.

Lauren McCarthy explica que sua extensão, chamada Facebook Mood Manipulator, foi desenvolvida com o Linguistic Inquiry World Count (LIWC), mesma base usada pelo Facebook para cuidar da análise linguística - e que só capta expressões em inglês.

Só que, ao invés de ficar no escuro, como ocorreu com os 700 mil envolvidos no estudo, o usuário pode escolher se prefere se sentir mais positivo, emocional, agressivo ou aberto através de um controle que surge no topo à direita da rede social.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

IE é o navegador mais popular no mundo



O Internet Explorer, da Microsoft, é o navegador mais utilizado no mundo, com 58,3% dos usuários, segundo pesquisa do rastreadorWeb Net Aplications. Em segundo lugar vem o Google Chrome, com 19,3%, deixando o Mozilla Firefox em terceiro, com 15,5%. Outros browsers somam 22,4%.

O navegador do Google vem ganhando espaço em relação ao Firefox há algum tempo. Entre maio e junho, tirou cerca de 1% de diferença. Já o IE segue na frente com folga. Entre suas versões, a 8 aparece na liderança, com 21,2%, seguida da 11, com 17%.
Confira abaixo o gráfico que mostra a utilização dos navegadores:

Reprodução
 

 Via CNET