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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Como aprender a programar sozinho e de graça

Muita gente tem vontade de começar a programar sozinho mas não sabe quais os caminhos que devem seguir, eu mesmo já passei por isso. Então resolvi dar 5 dicas de como aprender a programar sozinho, você vai precisar apenas de um computador!
1 – Entenda lógica de programação.
Para ter uma boa base de conhecimento na programação, é importante que antes de tudo você saiba o que é lógica e como usa-la, assim você terá mais facilidade para programar em todas as outras linguagens já que elas usam a mesma lógica, só mudam os comandos.
2 – Saiba o que você quer desenvolver.
Depois de aprender lógica, você terá uma infinidade de linguagens de programação para escolher, algumas delas são mais recomendadas para certas funções do que outras, por isso é importante saber o que você quer desenvolver.
Ex:
  • Se você quer fazer aplicativos para android ou sistemas em geral foque em Java.
  • Para jogos recomendo C++.
  • Para sites é Html ( que não é linguagem de programação mas sim de marcação) e CSS (folhas de estilo), junto com PHP.
3 – Baixe material PDF disponível no Google.
Existem vários livros de programação pdf disponíveis para baixar de graça no Google, principalmente nas linguagens mais populares, então se você não pode gastar dinheiro com livros, procure alguns gratuitos na internet.
4 – YouTube.
Na minha opinião essa é a dica mais valiosa. Quando eu comecei a programar 80% do meu conhecimento veio das vídeo aulas do YouTube. Lá você vai encontrar um material de aprendizagem extenso, com vários tipos de didática. E o melhor de tudo é que pode ir aprendendo no seu tempo.
5 – Exercite bastante.
Não fique só na teoria assistindo as aulas e lendo os livros, baixe o programa que for necessário e escreva as suas próprias linhas de códigos, faça seus primeiros programas, verifique se funciona, se não funcionar tente até dá certo e continue praticando! Isso é super importante para ajudar a fixar o conhecimento e para você sentir na prática o que é programar.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Chamada pública destina R$ 10 milhões para desenvolver games

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A Agência Nacional de Cinema (Ancine), por meio do Fundo Setorial do Audiovisual, vai repassar R$ 10 milhões para o desenvolvimento de 24 jogos eletrônicos. Os recursos serão liberados aos selecionados pelo Programa Brasil de Todas as Telas.
Para esclarecer as dúvidas dos interessados, a agência realizou um fórum virtual sobre a chamada pública. Os recursos a serem captados serão distribuídos em três categorias: dois projetos receberão R$ 1 milhão; outros dez recebem R$ 500 mil; e 12 vão receber R$ 250 mil. Além disso, a distribuição deve respeitar aspectos regionais: 30% para Norte, Nordeste e Centro-Oeste; e 10% para Sul, Minas Gerais e Espírito Santo.
Via: nominuto

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Chrome colabora um pouco mais para o fim do Flash

Desde o primeiro semestre deste ano, o Google vem investindo no padrão HTML5, o principal rival do Flash. Tanto é que, na última atualização do Chrome, a empresa praticamente concluiu a transição dos formatos. Agora, a empresa norte-americana se prepara para dar o golpe final no Flash
Isso pelo motivo que o navegador agora vai passar a utilizar o HTML5 em todos os sites, com exceção nos que rodam somente em Flash. Tal mudança vai permitir que os sites carreguem de forma mais rápida e ofereçam mais segurança ao internauta.
Além disso, a atualização mais recente do Chrome, a 55, inclui hifenização automática para otimizar a aparência de blocos de textos.
Por enquanto, a atualização está disponível para usuários Windows, Mac e Linux.

Via Engadget

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Google libera SDK de realidade virtual para desenvolvedores


Google está tentando atrair desenvolvedores para a sua plataforma de realidade virtual, Google Cardboard, oferecendo SDKs e documentação atualizada e tornando o aplicativo do Cardboard disponível em 39 idiomas.

O Google Developers Blog revelou nesta segunda-feira, 12/10, a disponibilidade do app em mais de 100 países para as plataformas Android e iOS. Aplicativos Google Unity 3D pode ser adaptados para a realidade virtual também.

Até agora, foram 15 milhões de instalações do app  do Cardboard  a partir do Google Play, disse o engenheiro de software Brandon Wuest no blog. Feito em papelão, o Cardboard é montado para dar suporte à um smartphone com tela de 6 polagas  inserido no seu interior. Através das lentes e focando na tela do aparelho, os usuários podem experimentar uma realidade virtual. Basta girar o rosto para navegar pelo conteúdo. O Google oferece projetos para download, e terceiros, como a Mattel estão oferecendo seus próprios conteúdos.

"O SDK do Cardboard para o Android e o  Unity  foram atualizados para resolver os seus dois primeiros pedidos: correção de projeto e de desempenho no Unity", disse Wuest. "Esta atualização inclui uma grande revisão dos algoritmos de fusão de sensores que integram o giroscópio e o acelerômetro." O Google também está permitindo o acesso ao aplicativo Google Street View no Cardboard. Já o Cardboard SDK for Unity melhora o desempenho, evitando o uso de plug-ins, disse Wuest.

Embora a realidade virtual tenha sido percebida como mais de um jogo- ou tecnologia relacionada ao entretenimento ao longo dos anos, espera-se que comece a ter impacto nos negócios empresariais. Além do Google, empresas como HTC e Samsung estão oferecendo soluções de VR. Aplicações de negócio incluem passeios virtuais por imóveis ou carros, bem como simulações.

Não por acaso, o Cadboard ganhou o Grand Prix de Mobile no Cannes Lions 2015. No Brasil, a primeira aparição foi em uma experiência imersiva promovida pela Renner, no lançamento da sua nova coleção Outono-Inverno 2015. A criação do projeto da Renner foi feita pela 3yz em parceria com o Google.



Via: IDGNow

sábado, 15 de agosto de 2015

8 sites gratuitos para aprender programação por conta própria

Saber uma (ou mais) linguagens de programação pode ser fundamental para seu futuro profissional. Caso queira aprender a codificar, há boas ferramentas online para se aventurar por conta própria e sem gastar nada. Compilamos oito sites com cursos infalíveis para quem busca ampliar horizontes tecnológicos.
Criado em 2011, o foco principal do serviço é ensinar a codificar de forma que isso transforme sua carreira. O site contabiliza diversas histórias de sucesso, convertendo pessoas que sabiam pouco ou quase nada sobre programação e alcançaram uma carreira frutífera em TI. Graças a isso, tornou-se bastante conhecido e respeitado. A ferramenta cobre um amplo espectro de linguagens em aulas interativas: Rails, Angularjs, Rails Auth, The Command Line, HTML & CSS, JavaScript, iQuery, PHP, Python e Ruby. Novos programas são adicionados constantemente, o que vale manter o Code Academy sempre no radar. Inicie criando uma conta gratuita e navegando pelos tutoriais, fóruns e sandboxes, onde é possível testar seus códigos.
A Kahn Academy oferece mais do que apenas a programação, afinal, seu slogan é: “você pode aprender qualquer coisa”. Além de matemática, ciências, história, arte e economia (para citar algumas disciplinas), os interessados também podem acessar cursos sobre codificação. O serviço é levado bastante a sério no mundo da educação, mantendo parcerias com instituições como a Nasa e MIT.
Depois de selecionar um dos cursos, o serviço orienta o usuário através de uma série de exercícios, vídeos, jogos e muitos outros recursos que ajudam o participante a dominar as habilidades nas disciplinas.
Entre os cursos focados em programação há possibilidades em SQL, HTML / CSS, JavaScript e muito mais. É um serviço totalmente gratuito, com cursos em cerca de 40 idiomas. Os criadores afirmam que ele será sempre aberto, livre de anúncios, e sem fins lucrativos.
O site pode ser mais indicado para aqueles que têm pelo menos um conhecimento básico de codificação, mas oferece opções únicas para quem quer aprender HTML5, CSS3 e JavaScript. Você pode fazer login e ver pessoas desenvolvendo sistemas a partir do zero, e ver como eles funcionam através de processos próprios. O serviço oferece uma tática diferente em comparação com sites de mesmo propósito que oferecem cursos em moldes mais tradicionais com tutoriais, exercícios e vídeos.
Depois de escolher um passo a passo, você pode alternar as configurações para tornar seus avanços mais rápidos ou mais lentos, dependendo de suas necessidades. Também é possível pausar os tutoriais, bem como alternar entre HTML5, CSS e JavaScript. A maioria dos tutoriais são gratuitos, e se você se inscrever com seu e-mail, pode desbloquear mais orientações e tutoriais sobre o site.
A ferramenta quer ensinar programação na prática. Em outras palavras: os interessados colocarão a mão na massa para dominar a arte do desenvolvimento de software. O método é ótimo para quem gosta de aprender com erros e acertos ao invés de acessar uma bagagem conceitual antes de ir para a prática. Existem diferentes “caminhos” disponíveis e os interessados podem escolher o que segue por Ruby, JavaScript, HTML/CSS, iOS e Git. Há também um caminho “Electives”, que se concentra mais em estratégias de desenvolvimento.
Os cursos tem a intenção de serem divertidos e são projetados de maneira semelhante a um jogo - com um enredo - para ajudar a mantê-lo interessado no curso. Os módulos introdutórios são tipicamente livre, mas quem quiser se aprofundar, precisará assinar o serviço.
O HTML5 Rocks é um projeto do Google, por isso, se você quer aprender HTML5 a partir da visão de uma das maiores empresas de tecnologia, eis sua oportunidade. O novo padrão de desenvolvimento Web (HTML5, no caso) é uma linguagem valiosa para adicionar ao seu repertório de codificação. Se seu foco o universo móvel, jogos ou negócios, há um curso que irá atender as suas necessidades na ferramenta.
Você pode pesquisar através de tutoriais, conferir as oportunidades e módulos mais recentes e navegar através de uma série de recursos, que lhe ajudarão a começar. A seção de recursos inclui livros, demonstrações, tutoriais, vídeos e muito mais para melhorar a sua experiência de aprendizagem. O site é gratuito, o que significa que não há taxas de assinatura ou conteúdo bloqueado, para que possa começar imediatamente.
Programmr é outro grande recurso para aprender fazendo. Enquanto os novatos podem se dirigir ao site para dar os primeiros passos, quem for mais experiente pode usar a ferramenta para praticar habilidades e participar de competições. O site oferece simuladores, que permitem escrever códigos e rodar testes em ambientes móveis, bancos de dados, web e apps.
Os cursos levam os participantes através de um passo a passo no estilo “mão na massa” de maneira gratuita. Trata-se de uma ótima opção para aqueles que têm um conhecimento básico de diferentes linguagens de programação e que quer aprimorar suas habilidades ou pegar um novo idioma. É possível até obter a certificação como especialista em Java, C ++, C #, Python e PHP através de seu progresso em cursos da plataforma.
Caso queria construir páginas da web, aplicativos ou jogos, o Code Avengers é uma ótima ferramenta para desenvolver suas habilidades. Projetado para iniciantes, cada curso leva apenas 12 horas para ser concluído. A medida que aprende, pode criar app, games e até sites, avançando para além de simples leituras e testando seus conhecimentos na prática. Os cursos de introdução são todos gratuitos, mas obter certo aprofundamento, será preciso pagar uma taxa.
Quer um carimbo do MIT no currículo? É possível chegar bem perto disso com o curso no Open Courseware, serviço educacional gratuito da universidade com sede em Massachusetts. A instituição decidiu recentemente disponibilizar alguns materiais de seus cursos em plataforma online, permitindo que qualquer pessoa participe de algumas aulas. Há materiais de 2.260 cursos acessíveis.
É possível pesquisar cursos por tópico, e descobrir classes sobre linguagens de programação em níveis de graduação e pós-graduação. As ofertas incluem C++, Java, graphics, animação, fundamentos em ciências da computação e muito mais.
Esse é um dos sites mais populares para os desenvolvedores web, recebendo nada menos que 40 milhões de visitas por mês. O serviço também oferecem um canal no YouTube onde é possível ver diferentes vídeos sobre linguagens de programação – sendo que alguns desses programas permitem interação com professores por meio dos comentários.
W3 Schools se concentra no ensino de HTML / CSS, JavaScript, HTML Graphics, servidores, desenvolvimento web e tutoriais XML. Tudo o que se quer aprender sobre a codificação reunido em um site. De fato, trata-se de um grande recurso para iniciantes, bem como veteranos olhando para as possibilidades de elevar conhecimentos.
Dentro de tutoriais, é possível encontrar exemplos de códigos que podem ser manipulados e testados em navegadores para ver se tem os comandos no lugar certo. A ferramenta é gratuita e é fácil de navegar para encontrar o conteúdo que se está procurando.
Há também um Programa de Certificação que permite estudar em seu próprio tempo, permitindo que o programa seja concluído em poucas semanas. Os certificados incluem HTML, HTML5, CSS, JavaScript, jQuery, PHP, XML e Bootstrap. Cada certificado custa US$ 95.

Via: IDGNow

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Algoritmo pode detectar pedófilos na web



Um sistema criado por um grupo de estudantes em São Bernardo do Campo, Grande São Paulo, identifica possíveis pedófilos analisando textos de conversas trocadas na web. Mecanismo inédito nos motores de pesquisa da web, o sistema tem taxa de 85% de acerto, informou o jornal Folha de S. Paulo. 

O algoritimo do sistema analisa as conversas em tempo real, o que o difere de outros sistemas de varredura de dados, usando como base 5 mil conversas de diversos conteúdos, inclusive conversas sensuais entre adultos. 

Em tempo real, o algoritimo  mapeia a conversa e compara os termos utilizados nela, após identificar um padrão que se repete nessas abordagens, acusa a possível ação criminosa.

Apesar do projeto ainda estar em fase de testes, o grupo de estudantes almeja disponibilizar o mecanismo para PC e smartphones.


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Desenvolvimento Web com Software Livre… é possível?

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Muita gente não sabe, mas a internet como temos hoje só foi possível graças as filosofias de liberdade de software. Quando um dos pesquisadores do MIT, Tim Berners-Lee em 1994, idealizou o que poderia chegar a ser a internet mundial, fundou o W3C (World Wide Web Consortium) para garantir que os padrões da web seriam sempre abertos e baseados em tecnologias livres de royalites, a fim de que pudessem ser adotados por qualquer um, em qualquer lugar e para qualquer finalidade.

E foi justamente por esta e outras iniciativas baseadas nos primórdios do que seria o Software Livre, como a fundação da FSF (Free Software Foundation) por outro funcionário do MIT, que propiciaram o mundo globalizado e o vasto compartilhamento de conteúdo que nossa era tem experimentado.

Porém o mundo não é a maravilha que parece ser. Como as gigantes da computação não conseguiram ganhar dinheiro com royalites de linguagens fechadas (se bem que algumas delas até tentaram, como foi o caso da Adobe, que “forçou” o uso do Flash na web durante muito tempo), decidiram criar um verdadeiro paradoxo, desenvolvendo softwares proprietários para se programar em linguagens abertas, para uma web totalmente aberta.

Primeiro servidor web da história de internet
Primeiro servidor web da história de internet

Mas o que são os Softwares Livres?

O conceito de software livre foi desenvolvido em 1983 por Richard Stallman, fundador da FSF, após ter tido um problema com um driver de uma impressora Xerox e não ter conseguido acesso ao seu código fonte para corrigí-lo. Já o conceito de Open Source foi concebido posteriormente com a criação da OSI (Open Source Initiative).

Eles são nada mais que uma forma de manifestação de um software em que, resumidamente, permite-se adaptações ou modificações em seu código de forma espontânea, ou seja, sem que haja a necessidade de solicitar permissão ao seu proprietário para modificá-lo. Os softwares livres se diferem dos softwares abertos (open source) pois estes, apesar de também serem abertos e permitido o estudo de seu código fonte, estão sob licenças que não respeitam as 4 liberdades do software livre, as quais veremos à seguir:
  • Liberdade 0:liberdade para executar o programa, para qualquer propósito;
  • Liberdade 1: liberdade de estudar o software;
  • Liberdade 2: liberdade de redistribuir cópias do programa de modo que você possa ajudar ao seu próximo;
  • Liberdade 3: liberdade de modificar o programa e distribuir estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie.
As filosofias de liberdade de software surgiram início da década de 80, onde o conceito de web e internet também estavam no início do seu desenvolvimento, com a “abertura” da ARPA para se tornar o que temos hoje como a Rede Mundial de Computadores (saiba mais sobre a história de internet aqui). Como comentamos antes, as ideologias de liberdade no campo da tecnologia influenciaram amplamente à concepção do que viria ser a internet, seja na liberdade das linguagens e protocolos até na liberdade de acesso, uma vez que durante os primórdios do seu desenvolvimento se entendeu que uma rede global de computadores não poderia ficar somente nas mãos dos órgãos de defesa dos EUA ou ainda de instituições de ensino e pesquisa.

Software Livre vs. Software Proprietário

Muita gente acha que ao se defender o uso dos softwares livres não se reconhece a qualidade e/ou importância dos softwares proprietários, e isso não é verdade. Existem softwares proprietários que são incríveis e excelentemente funcionais, apesar de serem fechados. A grande temática do software livre (e aqui também podemos incluir os softwares open source) é a colaboração e o compartilhamento. No caso de softwares proprietários, o usuário só consegue utilizá-lo da forma como foi liberado. Não existe a possibilidade de se melhorar nada na aplicação, reportar um bug ou ainda estudar o código do software.

Outro ponto que devemos levar em consideração são o preço das licenças. Uma micro empresa de desenvolvimento web que quer andar na lei (muita gente ignora isso mas pirataria é crime!) gasta anualmente em média 20.000 reais em licenças de software, sendo que a grande maioria das demandas (e por que não dizer todas?) poderiam muito bem serem feitas utilizando softwares livres.

Até aqui tudo bem, mas quais as opções de software livre que eu tenho?

Abaixo vou apresentar à vocês alguns softwares livres e open source para desenvolvimento web. Todos eles estão disponíveis para Windows, Linux e OS X. Vamos lá:

NetBeans

O NetBeans é um ambiente de desenvolvimento integrado (IDE) gratuito e open source desenvolvido pela Oracle para desenvolvedores de software nas linguagens Java, C, C++, PHP, Groovy, Ruby, entre outras. Ele oferece aos desenvolvedores ferramentas necessárias para criação de aplicativos multiplataforma profissionais para Web, Desktop e Mobile.

Interface da IDE NetBEans

Interface da IDE NetBEans

Eclipse

O Eclipse é um IDE open source para desenvolvimento Java, porém suporta várias outras linguagens a partir de plugins como C/C++, PHP, ColdFusion, Python, Scala e plataforma Android. Atualmente faz parte do kit de desenvolvimento de software recomendado para desenvolvedores Android.

Interface da IDE Eclipse rodando no Ubuntu

Interface da IDE Eclipse rodando no Ubuntu

Zend Framework

O Zend Framework é um framework para aplicações Web, orientado a objetos, implementado em PHP 5 e licenciado sob a New BSD License. Zend Framework—freqüentemente referido como ZF—é desenvolvido com o objetivo de simplificar o desenvolvimento web enquanto promove as melhores práticas na comunidade de desenvolvedores PHP.

Zend Framework 2
Zend Framework 2

Blue Griffon

O BlueGriffon é um software livre WYSIWYG, multiplataforma, destinado a edição HTML. Ele está em conformidade com os padrões web estabelecidos pela W3C e pode ser usado para criar e editar páginas em HTML 4, XHTML 1.0, HTML 5 e XHTML 5. Ele suporta CSS 2.1 e todas as especificações do CSS 3 já implementadas pelo Gecko. O BlueGriffon também inclui editor SVG, um editor XUL baseado em SVG, que era originalmente distribuído como um add-on para Firefox e foi adaptado para BlueGriffon.

Editor WYSIWYG Blue Griffon, conhecido como o "Dream Weaver do Linux"

Editor WYSIWYG Blue Griffon, conhecido como o “Dream Weaver do Linux”

Brackets

O Brackets é um editor open source para HTML, CSS e Javascript com um foco primário em Desenvolvimento Web. Ele foi criado  pela Adobe Systems, licenciado sob a licença MIT, e é atualmente mantido no GitHub.

Apesar de um projeto novo, o Brackets já tem demonstrado que "veio pra ficar"

Apesar de um projeto novo, o Brackets já tem demonstrado que “veio pra ficar”

Bom pessoal por hoje vamos parar por aqui. No nosso próximo post iremos comentar sobre os poderosos CMS e as as incríveis coisas que podemos fazer com ele na web.


Via: SejaLivre

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Microsoft lista 5 benefícios de aprender a programar

A Microsoft lança oficialmente nesta terça-feira, 7, a campanha #EuPossoProgramar no Brasil, iniciativa gratuita para estimular o aprendizado de linguagem de programação entre jovens de 12 a 25 anos da América Latina.

No site Eu Posso Programar, o público tem acesso a um curso de programação dividido em dois módulos com conceitos básicos e complexos. Segundo Hernán Rincón, presidente da Microsoft para América Latina, a linguagem de código será algo cada vez mais necessário no mercado de trabalho, independentemente da área em que deseja trabalhar.

Para impulsionar o projeto, a empresa lista cinco capacidades que podem ser aprimoradas com o aprendizado de programação. Confira:

1. Desenvolve a habilidade de resolver problemas lógicos
 
2. Estimula a criatividade e o pensamento crítico
 
3. Aumenta as oportunidades de emprego
 
4. Amplia a capacidade de adaptação ao estilo de vida atual e a familiarização com a tecnologia
 
5. Torna o empreendedorismo uma opção concreta

Para acessar os cursos, clique aqui.
 
 
 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Crianças inglesas passam a ter aulas de programação a partir dos 5 anos

Max sabe programar desde os seis anos de idade e gosta de pensar em ideias para 'ajudar o mundo' (Foto: BBC/Reprodução)Max sabe programar desde os seis anos de idade e gosta de pensar em ideias para 'ajudar o mundo' (Foto: BBC/Reprodução)
Max, de 10 anos, tem uma rotina diferente da maioria dos garotos de sua idade.
"Chego em casa da escola, como e depois começo a programar. Depois durmo e começo tudo de novo no dia seguinte", diz.
Max aprendeu a criar programas de computador e sites há quatro anos, depois de ganhar um computador de sua mãe e diz que isso hoje é uma parte muito importante de sua vida.
"Você pode fazer muita coisa com a programação. Programar te ajuda a pensar fora da caixa. Gosto de pensar em ideias que podem ajudar o mundo."
Vida moderna
Em breve, as escolas inglesas poderão ter muitos mais meninos e meninas como Max.

Desde segunda-feira, crianças a partir de cinco anos de idade têm aulas de programação nas mais de 160 mil escolas primárias do país.
A mudança faz parte de uma série de alterações no currículo escolar que acabam de ser colocadas em prática na Inglaterra.
Segundo o Departamento de Educação, o objetivo é preparar as crianças para a vida moderna.
"Elas precisam aprender o básico de áreas chave, que são as mais valorizadas por universidades e empresas", disse uma porta-voz do governo.
'Rigoroso e envolvente'
Voltado para alunos de até 14 anos de idade, o novo currículo foi descrito pelo primeiro-ministro Gordon Brown como "rigoroso, envolvente e difícil".

O ex-secretário de Educação, Michael Gove, disse que estas alterações eram necessárias para que a Inglaterra estivesse à altura dos mais bem-sucedidos sistemas educacionais do mundo.
O novo currículo dá mais importância a habilidades como "redação de teses, resolução de problemas, modelagem matemática e programação".
<imgthumb alt="Gordon Brown Foto: PA" height="170" src="http://ichef.bbci.co.uk/wsimagechef/ic/226x170_crop/amz/worldservice/live/assets/images/2013/10/27/131027173813_gordon_brown_304x171_pa_nocredit.jpg" width="226"></imgthumb>
Russell Hobby, secretário-geral da Associação Nacional de Professores, diz que os mestres se prepararam ao longo do último ano para ensinar o novo currículo, mas que pode haver certa dificuldade em áreas como matemática, na qual os tópicos mais avançados podem ser de difícil compreensão para os alunos mais novos.
"Um dos erros do novo currículo é que ele está sendo implementado todo de uma vez", diz Hobby.
"Em matemática, é preciso aprender um conceito básico antes de ir para os mais avançados. Agora, há crianças que não terão aprendido o básico antes de terem que aprender os conceitos avançados."
Também haverá, por exemplo, mudanças nas aulas de inglês. Alunos de até 14 anos terão de ter estudado ao menos duas peças de Shakespeare. Em ciências, haverá aulas sobre mudanças climáticas.
Inovação
O novo currículo ainda traz duas grandes novidades. Os estudantes passarão a ter aulas de tecnologia e design, em que aprenderão sobre inovação e indústrias digitais, com aulas de impressão 3D e robótica.

E também haverá, é claro, as novas aulas de programação. Os alunos com idades entre cinco e sete anos aprenderão a escrever códigos de programação, a entender o que são algoritimos e a criar programas de computador simples.
Aos 11 anos, eles deverão ser capazes de "elaborar, usar e avaliar abstrações computacionais que modelam o comportamento de problemas do mundo real e físico".
Max está animado com a mudança, porque considera as aulas de computação atuais nada estimulantes.
"Hoje, numa escola normal, se aprende a usar o Word. Isso é besteira. Você nunca vai usar o Word uma profissão. Quem fez o Word sabe programar", diz Max.
"Se várias outras crianças começarem a programar, a competição pelo trabalho de programador vai aumentar, mas isso é uma coisa boa, porque significa que mais gente estará trabalhando nessa área."

Via: G1

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Competição reúne desenvolvedores para criar jogos em 48 horas


Nesta sexta-feira, 29, irá acontecer a SPJam, uma maratona de desenvolvimento de games que reunirá 250 pessoas. Os estudantes, profissionais da área e entusiastas deverão se virar para conseguir criar o melhor jogo que for possível em um tempo limitado: 48 horas.

As equipes participantes concorrerão a licenças, dispositivos e até uma mesmo vaga de emprego em uma empresa de desenvolvimento de jogos, oportunidade importante visto que há uma concorrência muito grande no mercado.

GameJams são eventos bastante comuns entre desenvolvedores principiantes e entusiastas, já que é uma oportunidade de criar contatos, conhecer pessoas da indústria e entrar no mercado, além de ser um desafio interessante.

No entanto, os participantes precisarão lidar com um grande stress em uma prova que leva ao limite a criatividade e a resistência física e psicológica. Não há espaço para “bloqueios criativos”, já que o tempo é limitado; além disso, também não é possível dormir ou comer adequadamente já que é muito trabalho a ser completado em um prazo restrito.

O evento começa nesta sexta-feira, à partir das 18h na PUC-SP no campus da Consolação. A competição se encerra às 20h do dia 31, no domingo. Uma exposição que reunirá os jogos resultantes será realizada posteriormente, ainda sem data nem local marcados.


quarta-feira, 30 de julho de 2014

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Google ensina a desenvolver apps para Android

O Google vai mostrar o "caminho das pedras" aos interessados em criar aplicativos para Android. O curso, feito em parceria com a organização educacional on-line Udacity, é destinado a novos desenvolvedores do sistema operacional que já possuem noções de programação.

Entre os temas abordados estão os passos básicos da construção de um aplicativo e as melhores práticas de desenvolvimento móvel, não só do Android. As aulas serão realizadas pela internet e todo o material necessário está disponível aqui para download gratuito. Todo o conteúdo está em inglês.

Há uma alternativa paga, e quem optar por ela ganhará certificado do curso, acompanhamento de treinadores e feedback contínuo sobre os estudos. Para tal, é preciso desembolsar US$ 150 mensais.

O vídeo abaixo, em inglês, explica a ideia:





quarta-feira, 11 de junho de 2014

Google fará eventos para desenvolvedores no Brasil


O Google vai disponibilizar atividades no Brasil sintonizadas com a sua conferência anual voltada aos desenvolvedores, a Google I/O, que neste ano acontece entre 25 e 26 de junho, em San Francisco, nos EUA.

São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e outras cidades vão sediar nos dias dias uma Google I/O Extended, nome dado às versões ampliadas da conferência. Além de assistir às palestras do evento principal, transmitidas ao vivo pelo YouTube, será possível participar de atividades focadas no ecossistema local de desenvolvedores das cidades.

Em São Paulo, a experiência será semelhante à versão americana com palestras sobre Android Wear, Glass, plataforma Google Cloud e outros temas relacionados aos produtos e ferramentas do Google. Também será uma oportunidade para conhecer o escritório da gigante das buscas em São Paulo e fazer relacionamento com outros desenvolvedores.

Para participar da edição paulistana, é preciso se inscrever entre os dias 9 e 18 de junho por meio deste evento aberto no Google+. A inscrição precisa ter perfil técnico, por isso, não se esqueça de incluir no formulário seu perfil profissional no LinkedIn ou Github. Os participantes serão escolhidos por sorteio e os ganhadores, revelados em 20 de junho.

Caso você não seja sorteado ou não possa vir a SP, mas esteja interessado em acompanhar o evento, fique ligado: sete localidades já confirmaram iniciativas semelhantes: João Pessoa, Aracaju, Belo Horizonte, Jaraguá do Sul, Vale do Paraíba, Florianópolis e Porto Alegre. Para obter mais detalhes sobre as versões pelo país, acompanhe a página Desenvolvedores Google no Google+.  

terça-feira, 10 de junho de 2014

"Programação não é para todos", diz criador do Linux.




Linus Torvalds é um dos nomes mais importantes da tecnologia, embora não seja tão reconhecido pelo grande público. Ele é responsável pelo kernel do sistema operacional que carrega a bandeira do software livre, o Linux. Nesta posição, ele tem algumas opiniões interessantes sobre a indústria, e algumas delas foram reveladas em entrevista com o Business Insider.

Você pode conferir abaixo as principais declarações de Torvalds:

Programação não é para todos: Contrariando a indústria de tecnologia como um todo, que quer cada vez mais que jovens aprendam a programar ainda na escola, ele diz: “Acho que é algo especializado, e ninguém espera que a maioria das pessoas façam isso. Não é como aprender a ler e escrever ou fazer contas básicas de matemática”. No entanto, ele faz a ressalva que é bom que as pessoas sejam expostas a este tipo de conhecimento, para ter mais intimidade com os computadores.

Ele está satisfeito com o andamento do Linux: “Eu acho que programar é divertido, e a comunidade em torno do kernel é incrível, mas o projeto também deve ser relevante”.

Não há arrependimento sobre a abertura do código do Linux: “Se eu tentasse criar um negócio sobre o Linux, seria um desastre total. Seria impossível ter a comunidade que nós temos e isso foi essencial para transformar o Linux no que ele é hoje”.

Surpresa! Todos os seus computadores usam Linux: “Nós vivemos em uma casa com Linux. Os computadores que eu tenho podem ter sido vendidos originalmente com Windows ou Mac OS X, mas por alguma razão estranha, todos eles acabam rodando Linux no fim das contas”.

Ele critica o sistema de patentes: “Há toneladas de pessoas que tentam fazer seu melhor pelo que elas realmente pensam estar certo, e nem todas as patentes são ruins. Mas os incentivos sistêmicos não funcionam, tanto do lado solicitação e recebimento de patentes quanto no lado do litígio sobre elas”


Via: Guiadohacker

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Programas de apoio a start-ups dão até R$ 200 mil para desenvolver negócio

Empresas de tecnologia iniciantes que precisam de ajuda financeira e treinamento para desenvolverem seus negócios podem se inscrever em programas de aceleração como o Start-Up Brasil, do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação), e o Start-Ed Lab, da Fundação Lemann, com foco em start-ups de educação.

As inscrições para o programa Start-Up Brasil, que apoia empresas nascentes de tecnologia com aceleração e recursos que podem chegar a R$ 200 mil, vão até 14 de julho. Para o Start-Ed Lab –que oferece R$ 20 mil, além de  workshops e mentores– o prazo é 9 de junho.

Start-Up Brasil

Serão selecionadas cem empresas, em duas etapas. Em cada uma, serão contempladas 50 start-ups, sendo 75% das vagas destinadas a empresas brasileiras e 25% a internacionais. A segunda fase terá início no próximo semestre, em data a ser definida.

O programa Start-Up Brasil repassará até R$ 200 mil para cada start-up desenvolver os projetos apresentados. Esse valor pode ser complementado pelas aceleradoras, sem intermediação do MCTI.

Podem se inscrever no Start-Up Brasil empresas com até quatro anos de constituição (emissão de CNPJ). As inscrições serão realizadas até o dia 14 de julho pelo site do programa. Para ser selecionada, a empresa precisa desenvolver um produto ou serviço que seja viável financeiramente.

O público-alvo foi ampliado em relação ao edital lançado em 2013. "Pela primeira vez, empresas que adotam soluções inovadoras em hardware terão a possibilidade de participar do programa. Até então, apenas as soluções em software eram contempladas", diz o secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida.

Cada start-up deverá indicar seis aceleradoras de interesse, entre 12 opções disponíveis. Empresas que já receberam investimentos de uma das aceleradoras que compõem a iniciativa não podem participar.

Brasileiros residentes fora do país há mais de três anos podem apresentar seus projetos para avaliação, classificando-os como start-up internacional. Empresas estrangeiras não têm necessidade de apresentar o CNPJ para participar do programa.

Os projetos inscritos serão avaliados por uma banca composta por representantes de universidades, pesquisadores, integrantes do MCTI e representantes do setor privado.

Start-Ed Lab

O programa, financiado pela Fundação Lemann, do empresário Jorge Paulo Lemann, busca projetos inovadores que pretendem melhorar o sistema educacional brasileiro por meio de iniciativas tecnológicas. As inscrições são grátis e estão abertas no site do programa até 9 de junho.

Além do apoio financeiro de R$ 20 mil, serão oferecidos workshops sobre empreendedorismo e desenvolvimento de novos negócios, programa de mentores para validação do produto, visita a escolas e start-ups, participação em evento do setor e espaço para interação, troca de experiências e feedback junto aos especialistas. 

Podem se inscrever pessoas com diferentes perfis empreendedores em educação, desde professores com um projeto inovador de ensino em sala de aula até soluções em tecnologia, com ideias para jogos e aplicativos de ensino e gestão escolar.

Não é necessário ter empresa aberta, mas os participantes precisam ter uma estratégia e um time formado para colocá-la em prática. Caso a ideia já tenha virado um produto, ele só pode estar no mercado há, no máximo, um ano e meio. Serão selecionados até dez projetos.

O Start-Ed Lab terá duração de seis meses, com seis encontros mensais de dois dias consecutivos de duração, de julho a dezembro deste ano.


Via:UOL