A Samsung não vai apresentar o Galaxy S8 durante a MWC 2017, interrompendo uma sequência de quatro anos. A decisão foi revelada pelo chefe da divisão mobile da companhia DJ Koh, enquanto finalmente vinha a público explicar o que causou a morte prematura do Galaxy Note7.
Comecemos pelo foblet explosivo, que foi a sensação de 2016 pelos motivos errados. Através de uma página dedicada a companhia da Pior Coreia divulgou o resultado de suas investigações internas, revelando sem muita surpresa que as baterias causavam as explosões dos dispositivos. No entanto o modelo original e o de reposição possuíam bugs distintos: o primeiro possuía uma bateria (produzida pela subsidiária Samsung SDI) muito grande para o slot em que seria comportada (outra forma de dizer que a folga interna foi reduzida), o que fazia com que seus eletrodos negativos ficassem dobrados. Não obstante uma falha de fabricação colocou as pontas dos mesmos em um local inadequado, o que causava contatos inesperados com o anodo (o que causava o curto).
Já a bateria presente nas unidades de reposição, as que deveriam substituir as originais que deram chabu apresentavam rebarbas de soldagem que furavam o componente e faziam o contato entre os eletrodos. Em alguns casos inclusive a fita isolante não estava presente, resultado de uma medida apressada ao encomendar baterias com um fornecedor terceirizado.
Em suma, a Samsung fez tudo errado com o Note7 e promete que isso não vai acontecer de novo. O que nos leva ao atraso do S8.
Koh afirma que a Samsung passará a priorizar a qualidade, tendo melhorado os processos de fabricação e montagem e observando um novo protocolo de checagem da bateria em oito pontos, novos padrões de segurança e a instauração de um conselho, com um time de especialistas para ficar de olho no componente. Tudo isso para garantir que seus próximos produtos não voltarão a apresentar o mesmo problema e por conta disso, o lançamento do Galaxy S8 foi postergado.
Só que esse não é o único motivo. Fontes afirmam que o S8 trará diversas novidades e para garantir que tudo esteja funcionando de acordo no lançamento sem fazer KABUM!, a Samsung decidiu adiar o lançamento. Koh não deu datas mas especula-se que ele vá aparecer em abril, com o tradicional evento Unpacked sendo realizado em Nova Iorque.
Entre as novidades estariam a abolição dos botões físicos, Force Touch a lá iPhone, a adoção de fones de ouvido wireless (não se sabe se o conector P2 será eliminado, mas há fortes indícios de que sim) e a maior de todas, seu próprio assistente virtual. Ele inclusive já teria nome: Bixby.
O Bixby, que seria um forte concorrente da Samsung à Siri, Cortana e Alexa é resultado da aquisição da Viv Labs, uma plataforma de inteligência artifical. O auxiliar seria a grande força por trás do S8, contando com recursos como utilizar a câmera para busca visual e outras perfumarias. Resta saber se ele terá bala na agulha para enfrentar seus principais adversários.
De qualquer forma, a ausência de um novo Galaxy S na MWC 2017 abre caminho para a LG, que não terá que dividir a atenção quando apresentar o G6; este por sua vez será o primeiro Android não-Pixel a contar com o Google Assistant, a secretária impessoal de Mountain View. Aguardemos os próximos capítulos.
No próximo domingo (22), a Samsung fará um
anúncio oficial para comentar as razões das explosões das baterias do
Galaxy Note 7, o que ocasionou o recall e suspensão da fabricação e
venda de um de seus principais produtos em 2016.
Entretanto, fontes
adiantaram que o problema se deu em função de tamanhos irregulares de
bateria e erros de fabricação.
A informação foi divulgada pelo Wall Street Journal, que teve acesso a
fontes ligadas à Samsung.
De acordo com o jornal, a empresa sul-coreana
constratou três consultorias independentes para fiscalizar as práticas
de controle de qualidade e fabricação do Note 7.
Conforme as fontes revelaram, as consultorias detectaram duas falhas no
processo de fabricação do Note 7 que determinaram os problemas sofridos
pelos compradores do dispositivo.
A primeira falha é referente aos aparelhos que usaram as baterias
fornecidas pela subsidiária Samsung SDI. De acordo com as investigações,
elas não encaixaram devidamente no smartphone, o que ocasionou
superaqucimentos e, em alguns casos, exploões. Esta possibilidade já
tinha sido levantada por especialistas da área na época em que os
problemas ocorreram.
Segundo as consultorias, a primeira falha é diretamente ligada à
segunda. Por conta destes problemas e a primeira onda de recalls, a
Samsung apressou a produção de novos aparelhos com a empresa Amperex
Technology, de Hong Kong. Isso teria ocasionado falhas de fabricação
ainda desconhecidas, por conta da pressa em ter novos smartphones no
mercado.
O Note 7 teve cerca de 4,5 milhões de aparelhos recolhidos no ano
passado, e cerca de 2 milhões foram vendidos. Em termos financeiros,
analistas estimaram que a Samsung teve prejuízos de até US$ 17 bilhões
com o incidente.
O aguardado smartphone Galaxy S7, da Samsung, deve chegar em março com um recurso de tela sensível à pressão, de acordo com informações do Wall Street Journal.
Segundo o jornal, a funcionalidade seria parecida com o 3D Touch disponível no rival iPhone 6S, da Apple.
Além disso, o Galaxy S7 deve seguir os passos do Galaxy S6 e ter uma versão Edge, com as bordas curvas.
As fontes do WSJ, que não são identificadas, também apontam que o Galaxy S7 deverá ter um visual bastante parecido com o seu antecessor.
Outra possível novidade é uma conexão USB-C com capacidade de recarga mais rápida de bateria.
A expectativa do mercado é que o novo Galaxy S7 seja anunciado oficialmente pela Samsung no final de fevereiro durante o Mobile World Congress, em Barcelona.
O mais recente rumor sobre o novo Samsung Galaxy S7 veio do blog italiano HDblog.it. O site afirma que o aparelho, que ainda não tem data para ser lançado, poderá trazer de volta o slot para cartões de memória MicroSD, que havia sido eliminado no S6 e continuou sem dar as caras nos modelos seguintes (S6 Edge, S6 Edge Plus e Note 5).
Além desta aposta, o blog acredita que o processador pode ser o Exynos 8890 ou o recém-lançado Snapdragon 820, que entre outras façanhas, oferece suporte a conteúdo em 4K, seja a 60 quadros por segundo (via HDMI 2.0), ou a 30 fps (sem fios).
A câmera provavelmente seria equipada com a nova tecnologia BRITECELL, cujo sensor promete melhor desempenho em situações com pouca luz, além de sensores mais finos. Na conectividade, adotaria o novo padrão de USB, o Type-C. E assim como aconteceu com o Galaxy S6, o S7 teria duas versões: uma “flat'', de 5,2 polegadas, e outra “Edge'' com bordas curvadas, com 5,7 polegadas. Esse último teria as tais curvas não apenas nas bordas laterais, mas também nas partes superior e inferior.
A Samsung deverá antecipar o lançamento do S7 para o final de fevereiro de 2016, na época do Mobile World Congress, em Barcelona.
A Samsung vem
se esforçando para recuperar sua boa imagem e acelerar o processo de
atualização do sistema operacional de seus smartphones. Ainda assim, o
fato é que os donos de um dos aparelhos mais poderosos da companhia, o Galaxy Note 4, continuam esperando a chegada do Android 5.0 Lollipop. Agora, a fabricante coreana traz boas notícias para alguns desses usuários insatisfeitos.
A empresa começou a liberar o update da sua versão da nova plataforma
da Google para os modelos desbloqueados do Note 4 dos Emirados Árabes
Unidos, países da região báltica e, para a alegria geral da nação, o Brasil.
Os donos de aparelhos comprados sem relações com operadoras devem
começar a receber gradualmente a notificação de atualização a partir
desta quinta-feira (2).
Pesando nada singelos 999,34 MB, a nova versão do Android vem via
OTA, de forma que é altamente recomendado estar conectado a uma rede
WiFi de alta velocidade para garantir um download sem grandes problemas.
Se você não quiser esperar a notificação, pode conferir se a novidade
já está disponível para o seu aparelho indo para suas “Configurações” e
clicando em “Sobre o dispositivo”, “Atualização de Software” e
“Verificar agora”.
Ansiedade incontrolável
Caso o seu Galaxy Note 4 seja desbloqueado, a atualização ainda não
esteja disponível e você não aguente esperar até que ela chegue
normalmente, é possível fazer o download do firmware e instalá-lo
manualmente. Mas ATENÇÃO: fazer isso pode invalidar a
garantia do seu smartphone e possivelmente acabar causando problemas
graves no aparelho, de forma que não é recomendado para usuários que não
entendam do assunto.
Aqueles que estiverem cientes dos perigos citados acima e dispostos a seguir por conta e risco podem clicar aqui para fazer o download do firmware – cortesia do SamMobile. Confira a seguir alguns detalhes sobre o arquivo:
Modelo de smartphone: SM-N910C;
Nome do modelo: Galaxy Note 4;
País: Brasil;
Versão: Android 5.0.1 Lollipop;
Lista de mudanças: 4456638;
Data da build: Sexta-feira, 13 de março de 2015, 06:46:53 +0000;
O novo Galaxy S (provavelmente S6) será revelado pela Samsung no início de março, e os rumores começam a ficar mais fortes, indicando que haverá duas variações do aparelho. Ambas serão metálicas, uma nova tendência da empresa, mas o destaque é que uma delas deverá ter as duas laterais curvas.
A Samsung já experimenta o conceito de uma lateral curva há algum tempo, como é o caso do Galaxy Note Edge. No entanto, a empresa estaria preparada para ampliar a ideia para os dois lados, formando uma espécie de “U” com o display de 5,1 polegadas do smartphone.
Até hoje, a LG foi a única a apresentar algo parecido. Durante a CES, a divisão de displays apresentou um conceito de celular com dois cantos curvos, como também deve ser o “Galaxy S6 Edge”. Você pode ver abaixo como ficou a ideia do celular da LG:
O novo modelo utilizará um modelo próprio de processador, apostando na linha Exynos e abandonando o tradicional processador Qualcomm devido a problemas de superaquecimento. Os novos Galaxy S6 devem ser mostrados no dia 1 de março.
Se você tem um Galaxy S5, boas notícias: a Samsung começou a liberar o
Android 5.0 (Lollipop) para o aparelho. Os brasileiros, no entanto,
ainda devem demorar um pouco para receber a atualização, já que ela está
circulando oficialmente apenas na Europa, por enquanto. É a primeira
vez que a empresa libera a atualização em tão pouco tempo, apenas um mês
após o lançamento.
Segundo o blog SamMobile,
especializado na cobertura dos smartphones da empresa coreana, a
atualização começou a ser distribuída inicialmente na Polônia, mas deve
atingir outros países europeus em pouco tempo. Não há previsão para
Estados Unidos ou outros lugares do mundo, já que o processo de
certificação é diferente. Contudo, as notícias são boas mesmo assim,
porque significa que o update não está muito distante.
Como a Samsung utiliza a TouchWiz, muito do que o Google planeja
visualmente para o Android e o Material Design acaba se perdendo. No
entanto, é possível perceber que houve um cuidado da coreana em manter
as animações que são um dos principais destaques da versão Lollipop do
sistema operacional.
Há vários outros recursos também que chegam com o update, como as
notificações na tela de bloqueio, o Smart Lock, que permite que o
usuário configure lugares seguros para que seu aparelho se mantenha
destravado,e vários outros.
Novamente: isso não vale para os aparelhos brasileiros por enquanto,
mas significa que as novidades se aproximam e que a espera não deve ser
muito longa.
Se quiser ver como ficará o Android 5.0 no Galaxy S5, basta conferir no vídeo abaixo, produzido pelo SamMobile:
Depois de passar anos ouvindo alguns críticos dizerem que seus smartphones têm jeito de plástico barato, a Samsung apresentou um aparelho com laterais metálicas, o Galaxy Alpha.
Com bordas retas e arestas chanfradas, o Galaxy Alpha lembra o iPhone quando visto de frente. Ele tem tela de 4,7 polegadas, mesmo tamanho de um dos modelos esperados do iPhone 6.
Já a traseira do Galaxy Alpha traz o design característico da Samsung. É feita de plástico com textura. Esse é um dos modelos mais fininhos da linha Galaxy até agora, com apenas 6,7 milímetros de espessura. Mas, diferentemente do Galaxy S5, o Alpha não parece ser resistente à água.
Apesar de o nome sugerir um aparelho de topo de linha, o Alpha é um smartphone intermediário, sem a tela full HD encontrada no S5 e no Galaxy Note 3. No Alpha, a tela tem resolução HD básica (720p). O smartphone tem câmera traseira de 12 megapixels e frontal de 2,1 megapixels.
Como o Galaxy S5, o Alpha tem leitor de impressões digitais embutido no botão Home. É aquele tipo de sensor que exige que a pessoa deslize o dedo para que a leitura seja feita. Não é tão prático como o Touch ID da Apple, que requer apenas que o dedo seja apoiado no botão.
O Alpha tem capacidade de 32 gigabytes e, diferentemente do Galaxy S5, não permite que ela seja expandida com um cartão microSD. A Samsung não diz qual é o processador desse smartphone, mas diz que é um chip de oito núcleos.
O sistema operacional é o Android 4.4.4 (KitKat) com as modificações e acréscimos habituais da Samsung.
O Galaxy Alpha deve começar a ser vendido na Europa e em outras regiões no início de setembro. Rumores indicam que a chegada ao Brasil será em outubro, mas a assessoria de imprensa da Samsung, consultada por EXAME.com, não confirmou a data.
O preço não foi divulgado, mas esperamos que o Alpha custe um pouco menos que o Galaxy S5.
É interessante observar que o novo design que a Samsung está estreando no Alpha poderá ser usado também em outros produtos, começando pelo Galaxy Note 4, que será apresentado em 3 de setembro.
Fotos descritas como sendo do Note 4 mostram um smartphone que parece ser uma versão ampliada do Galaxy Alpha (o Note 4 deve ter tela de 5,7 polegadas). Este é um vídeo da Samsung sobre o Galaxy Alpha:
É a evolução natural: conforme as câmeras dos smartphones ficam cada vez melhores (a do Lumia 1020 é um despropósito),
era evidente que suas capacidades de capturar vídeos acompanhassem a
qualidade das fotos. De HD fomos para Full HD, e consequente chegamos ao
4K, que é o presente. Resta apenas o preço dos monitores e TVs
reduzirem.
Entretanto, nem tudo é perfeito: o processamento do vídeo em 4K exige
muito do hardware, portanto os fabricantes estão colocando limites nas
filmagens para evitar que os smartphones sejam comprometidos.
Do lado da Samsung, tanto o Galaxy S5 quanto o Note 3 são capazes de
filmar em 4K a 30 frames por segundo, e como era de se esperar processar
o vídeo em um dispositivo tão diminuto não é moleza. Ambos aparelhos
dão conta do recado, mas para evitar superaquecimento a Sammy limitou a
filmagem contínua a apenas cinco minutos. O Xperia Z2 da Sony possui as
mesmas capacidades, entretanto ele não limita o tempo de filmagem: ao
invés disso, ele avisa o usuário que não aguenta o calor e pede para ele
sair da cozinha (imagem que abre o post).
Medições feitas com os três smartphones pelo pessoal do Phone Arena
constataram o seguinte: em uma sala com ar condicionado e temperatura
constante de 25º C, o Z2 esquentou terrivelmente durante a filmagem e o
app da câmera foi desligado à força depois da mensagem ter sido
ignorada. A temperatura da tela chegou a 44 º C; religado o app logo
após o fechamento forçado, ele aguentou mais dois minutos. O S5 e o Note
3 não esquentaram tanto quanto o Z2, provavelmente por contarem com um
sistema de dissipação de calor melhor que o presente no aparelho da
Sony.
Claro, isso não é uma novidade para quem possui câmeras 4K como a GoPro Hero 3+, que também esquenta bastante. O LG G3, anunciado recentemente também será capaz de filmar em 4K, mas o G Pro 2,
já disponível foi o primeiro aparelho da LG com o recurso. Entretanto
até o momento não há queixas de que ele sofre de superaquecimento e pode
ser que o G3 não sofra disso, o que não boto muita fé.
Após diversos relatos, a Samsung disse saber sobre o problema que afeta a câmera do novo modelo do seu principal smartphone, o Galaxy S5.
Como aponta o The Verge, um porta-voz da fabricante sul-coreana confirmou a informação junto ao site. “Nós ficamos sabendo que um número limitado de aparelhos Galaxy S5 podem ter um problema que causa o surgimento da mensagem de erro ‘Camera Failure’”.
A falha em questão inutiliza a câmera do Galaxy S5, segundo reclamações de usuários em fóruns na Internet.
De acordo com a Samsung, os usuários afetados pelo bug podem entrar em contato com a empresa ou procurar diretamente as suas operadoras.
Lançado no Brasil no último dia 12, o Samsung Galaxy S5 tem preço sugerido de 2.600 reais por aqui. Confira nosso review completo do aparelho nesse link.
A Samsung pode lançar novos produtos da linha Galaxy totalmente flexíveis e controlados por apertões do usuário. É o que mostra uma patente da empresa sul-coreana registrada nos Estados Unidos na última semana. A novidade não serviria somente para dar comandos no próprio smartphone e tablet, mas também para interagir com smart TV e outros dispositivos.
Próximo Galaxy pode ser controlado por apertos do usuário (Fotos: Allan Melo/TechTudo)
O conjunto de patentes registradas abrange diversos dispositivos móveis da empresa. Entre eles, destacam-se os smartphones, que poderiam disparar ações como a rolagem de tela ou reproduzir músicas e vídeos com apertões. Já os donos de uma smart TV, por exemplo, poderiam usar o seu Galaxy para aumentar e diminuir volume, trocar de canal ou navegar pela Web. Esses dispositivos reconheceriam o passar de dedos do usuário em seu corpo para executar algo.
Outro registro da Samsung diz respeito ao uso do corpo de seus gadgets para controlar jogos. Neste caso, o Galaxy flexível poderia executar comandos no game como andar para esquerda ou direita através de puxões em suas laterais. Ou seja, bastaria esticar a borda do seu smartphone ou tablet na direção que deseja movimentar seu personagem ou tela.
Galaxy pode reconhecer apertos do usuário para executar comandos ou interagir com outros aparelhos (Foto: Divulgação/Samsung)
Por fim, as ideias da sul-coreana abrangem também seus smartwatches. A última patente mostra ainda um bracelete, que pode ser tanto um relógio como uma pulseira inteligente, cuja o corpo é revestido por uma tela totalmente flexível. Neste caso, o usuário poderia interagir com notificações, por exemplo, empurrando a janela de alerta, esmagando o dispositivo ou através de toques.
Apesar dos registros da Samsung, é preciso destacar que uma patente não significa que o produto já está pronto para chegar às lojas. No entanto, como o pedido foi feito no último trimestre de 2012, é possível que o desenvolvimento de um Galaxy flexível já esteja em fases mais avançadas. A expectativa é que a novidade possa chegar em smartphones, tablets, players de música, PDAs ou até mesmo em um GPS.
Pouco depois de lançar o Galaxy S5, que chegou ao Brasil
neste final de semana, a Samsung já está preparando para lançar outro
aparelho móvel. Nesta segunda-feira, 14/4, a fabricante sul-coreana
anunciou um evento especial que acontece no fim deste mês em Cingapura,
mais especificamente no próximo dia 29.
"Kapture the moment. April 29. Mark you calendars!", afirmou a empresa por meio de sua conta no Twitter.
Apesar de parecer um tanto misteriosa, a mensagem em
questão faz sentido em meio aos vários rumores das últimas semanas sobre
o sucessor do Galaxy S4 Zoom.
Já chamado de Galaxy S5 Zoom, o novo aparelho teria o nome
de Galaxy K Zoom e recursos como uma tela de 4,8 polegadas, chip
quad-core de 1.6GHz e 2GB de RAM, além do foco em recusos de
fotografias, que incluiriam um sensor de 20MP, zoom óptico de 10x, e
flash Xenon.
As críticas dos que afirmam que oSamsungGalaxy S5 inovou pouco em relação a seu antecessor não se confirmaram nas prateleiras. De acordo com números não confirmados e relatados peloZDNet Korea, as vendas do novo smartphone chegaram a dobrar as do S4 em alguns territórios, constituindo um lançamento extremamente bem-sucedido para a fabricante asiática.
A reportagem não fala em números e territórios específicos, mas conta que o novo aparelho apresentou resultados superiores em todas as regiões avaliadas. O crescimento teria sido de, no mínimo, 30%, enquanto em outros casos, as vendas teriam mais do que ultrapassado o dobro do que foi registrado no ano passado. O Galaxy S5 foi lançado na última sexta (11) em 150 países e estaria inclusive esgotado em muitos deles.
Tais resultados colocariam a Samsung em um bom caminho para superar os recordes doSamsungGalaxy S4. Ele se tornou o aparelho vendido mais rapidamente na história da marca ao atingir 10 milhões de unidades em apenas um mês. Os números do S5, de acordo com as fontes ouvidas pelo ZDNet, já estariam na casa dos milhões.
OSamsungGalaxy S5 tem como seus grandes destaques o sensor biométrico, que pode ser usado para validação de logins e transações financeiras, e a resistência a água e poeira. O aparelho tem telaFull HDde 5,1 polegadas e roda oAndroid4.4.2 KitKat. Por enquanto, os números de vendagens de sua estreia nas lojas não foi revelado oficialmente.
A partir de hoje, 4 de abril, as operadoras de telefonia móvel Claro e TIM anunciaram que darão início às pré-vendas do novo smartphone da Samsung, o Galaxy S5.
O Samsung Galaxy S5 será comercializado por R$ 999,00 no plano Claro Online 5GB + 400 min + Torpedos + DDD. Já o aparelho será vendido pela TIM pelo preço de R$ 1.999 para clientes novos e atuais com planos pós-pagos. A operadora permite o parcelamento de até 12 vezes sem juros no cartão de crédito.
Aqueles que preferirem adquirir o smartphone em um plano pré-pago pagarão R$ 2.599.
As duas empresas darão a quem aproveitar a pré-venda na loja online a capa protetora do smartphone, a S-View, resistente à água.
Sobre o smartphone
O Galaxy S5 chegará às lojas no Brasil a partir de 12 de abril, nas cores branca, preta, azul e dourada, com preço sugerido de R$ 2.599.
O aparelho possui tela touch de 5.1 polegadas, processador Qualcomm Snapdragon 801 Quad-Core rodando a 2.5 GHz e câmera aprimorada, com sensor de 16 MP e capacidade de gravar vídeos em 4K.
O Galaxy S5 chegará às lojas brasileiras no próximo dia 11 por R$ 2.599, na versão de 16 GB. Apresentado à imprensa pelo "embaixador" da marca Dan Stulbach, em evento realizado pela empresa sul-coreana em São Paulo nesta quarta-feira (26), o novo top de linha será fabricado no Brasil e vendido nas cores preto, branco, azul e dourado. Junto ao smart, chegarão os novos relógios inteligentes Gear 2 e Gear Fit.
Samsung marcou evento em São Paulo para anunciar as novidades do Galaxy S5 (Foto: Renato Bazan / TechTudo)
Comparado a outros smarts, o preço do Galaxy S5 é apenas R$ 100 mais caro que o Galaxy S4 (quando ele chegou ao Brasil), mas ainda mais barato que seus maiores concorrentes, o iPhone 5S e o LG G Flex, cujas versões de 16 GB custam R$ 2.799 e R$ 2.699, respectivamente.
O Galaxy S5 será fabricado no Brasil e com o seu já conhecido hardware avançado: tela de 5,1 polegadas Full HD (1080p) Super AMOLED, Android 4.4.2 (KitKat), câmera traseira de 16 megapixels com tecnologia ISOCELL e função HDR para vídeos, processador quad-core Snapdragon 801 rodando a 2,5 GHZ, 2 GB de RAM e opções de 16 ou 32 GB de armazenamento interno e compatível com cartões microSD de até 128 GB.
Dan Stulbach apresenta o Galaxy S5 no Brasil (Foto: Renato Bazan / TechTudo)
Ele ainda possui alguns diferenciais interessantes, como o corpo com proteção IP67 (resistente à água e poeira), leitor de impressões digitais (para desbloquear o smartphone e autenticar pagamentos) e um sensor de batimentos cardíacos, voltado para a prática de exercícios.
Galaxy S5 chegará no início de abril (Foto: Isadora Dias / TechTudo)
Para quem é interessado em fotografia, a câmera trouxe novas funcionalidades, como foco seletivo, junção de fotos, disparos contínuos e o HDR+ - isso tudo combinado a um foto automático capaz de se ajustar em 3 milisegundos e um sensor capaz de produzir filmagens em 4K.
Além de todos os atrativos em termos de hardware, o Galaxy S5, assim como S3 e S4, também dá aos usuários uma série de benefícios em softwares. Na conectividade, o Galaxy S5 é um dos primeiros eletrônicos do mercado a combinar o uso de dados do 4G e do Wi-Fi para aumentar a velocidade de download. Além disso, ele possui a nova interface TouchWiz e vários programas da Samsung pré-instalados, como o monitor de saúde S Health e vários conteúdos bônus e descontos em outros serviços.
O aguardado smartphone da Samsung foi lançado durante o MWC 2014, realizado em fevereiro, em Barcelona. Nos últimos dias, ele recebeu a homologação da Anatel para começar a ser comercializado no Brasil e, nesta quarta-feira (26), foi apresentado à imprensa nacional e ao público, oficialmente.
Tabela comparatibe de Galaxy S5 e iPhone 5S (Foto: Arte/TechTudo)
Nesta segunda-feira, durante o Mobile World Congress em Barcelona, a Samsung anunciou o Galaxy S5, novo carro-chefe em sua linha de smartphones Android. O evento foi transmitido simultâneamente para o Galaxy Studio, um espaço da Samsung no SoHo, em Manhattan, e foi lá que acompanhei o lançamento e tive meu primeiro encontro com o aparelho.
Passei cerca de 15 minutos experimentando o smartphone, e embora seja difícil testar pra valer alguns dos recursos com ele amarrado a uma mesa em um pequeno espaço para demonstração, foi o suficiente para que eu pudesse formar minhas impressões iniciais.
O hardware
A primeira coisa que você nota sobre o Galaxy S5 (S5, pra encurtar) é que de frente ele é quase idêntico ao Galaxy S4 (S4). Uma diferença notável é a borda ao redor do aparelho, que é “ondulada” como no Galaxy Note 3 em vez de lida como no S4 e S3. É quase imperceptível à primeira vista, mas acredito que seja uma melhoria, pelo menos do ponto de vista funcional, já que a ondulação melhora a “pegada”.
A capa traseira é texturizada, com uma série de pequenos pontos em baixo relevo e feita de um material macio ao toque (como no primeiro Nexus 7, da Google) que ainda assim parece barato e “plástico”, o que é uma decepção. No topo da minha lista de desejos para o Galaxy S5 estava a esperança de que a Samsung usasse alguns materiais mais sofisticados em sua construção, em vez do plástico liso e frágil da tampa de bateria do S4. O S5 estará disponível em quatro cores: preta, branca, azul e dourado (que ganhou o infame apelido de “band-aid”).
O S5 é mais comprido e mais pesado do que o S4, mas na prática a diferença é nula. Ele mede 14,2 x 7,2 cm, com 8,1 mm de espessura e pesa 145 gramas, contra os 13,6 x 7 cm e 7,9 mm de espessura, além de 130 gramas de peso, do S4. A diferença de 15 gramas no peso é notável para quem está acostumado com o S4, e provavelmente tem a ver com a maior capacidade da bateria, que agora tem 2800 mAh em vez de 2600 mAh. Assim como nos modelos anteriores, a bateria é removível, um dos poucos aparelhos “top” com este recurso.
A tela do S5 é “um tiquinho” maior do que a do S4, com 5.1”. Isso mesmo, uma diferença de .1 polegada, ou 2,5 mm na diagonal. Ambos usam telas Super AMOLED Full HD (1920 x 1080 pixels) mas a tela do S5 me pareceu mais brilhante quando ambos foram colocados no brilho máximo.
O aparelho estará disponível em versões com 16 ou 32 GB de memória interna (o S4 tinha uma versão com 64 GB) e há um slot para cartões micro SD de até 64 GB. O processador quad-core Qualcomm Snapdragon 801 de 2.5 GHz é significativamente mais poderoso que o processador quad-core Snapdragon 600 de 1.6 GHz usado no S4.
O sensor de frequência cardíaca do Galaxy S5 fica na traseira, ao lado do flash da câmera
As câmeras no Galaxy S5 foram notavelmente melhoradas. A câmera traseira agora tem 16 MP, em vez dos 13 MP do S4, e um sistema de foco automático que segundo a Samsung é o mais rápido em qualquer smartphone. Também há um recurso interessante que permite focar em uma parte da imagem e “borrar” o resto, de forma similar ao Instagram. As melhorias me parecem boas, mas foi difícil testá-las no Galaxy Studio.
Assim como o Galaxy S4 Active, o Galaxy S5 é resistente à água e poeira de acordo com a norma IP67, que entre outras coisas basicamente diz que o aparelho irá sobreviver se derrubado em uma piscina, ou no vaso sanitário, por até 30 minutos.
O Galaxy S5 tem um sensor de impressão digital que conceitualmente é similar ao “TouchID” no iPhone 5S, mas você precisa deslizar o dedo sobre o sensor para registrar a impressão, em vez de simplesmente tocá-lo como no TouchID. E assim como no iPhone, o sensor é integrado dentro do botão home. Eu não quis registrar minhas impressões digitais em um aparelho de testes, mesmo que a Samsung diga que elas são criptografadas e nunca compartilhadas, então não posso dizer como a experiência se compara com o TouchID.
A pulseira Gear Fit se integra aos recursos de fitness do Galaxy S5
Há um outro novo sensor integrado ao smartphone, um sensor de frequência cardíaca, na parte traseira, perto da lente da câmera. Basta tocá-lo por alguns segundos para fazer uma medição, e os resultados são mostrados no app S Health ou em acessórios como a nova pulseira Gear Fit. É um recurso que parece legal, mas não sei quão útil seria para mim no dia-a-dia.
O software
Há dois outros recursos notáveis que não pude testar no ambiente da Samsung. O “Ultra Power Saving Mode” é um modo extremo de economia de energia que desabilita todos os recursos “não essenciais” quando a carga da bateria está criticamente baixa, para prolongar a autonomia. E o “Download Booster” combina as conexões Wi-Fi e LTE (às custas de maior consumo de energia) para aumentar a velocidade de seus downloads.
A Samsung fez algumas mudanças notáveis no design de sua interface TouchWiz, mais notavelmente as elegantes transições quando você alterna entre oa painéis da tela inicial e os menus de ajustes. Alternar entre os painéis da tela inicial é quase como mudar páginas de um livro, e eu realmente gostei do efeito.
Não mergulhei muito a fundo no software (o sistema operacional é o Android 4.4.2 “KitKat”), mas a interação com a interface TouchWiz me pareceu a mesma ou muito similar. Você ainda move e posiciona widgets da mesma forma, e a navegação ainda usa os conceitos básicos de deslizar entre as telas iniciais, interagir com o painel de notificações no topo da tela e usar o botão Home para abrir a gaveta de aplicativos ou voltar à tela inicial.
O S5 roda uma versão mais recente do sistema operacional Android (4.4.2 “KitKat”) que o S4, mas a “skin” que a Samsung ainda é muito similar, embora mais refinada.
Conclusão
No geral estou um pouco desapontado com o aparelho da Samsung. O fato de é que a maioria dos novos smartphones são pequenas evoluções em relação aos modelos anteriores, e a essa altura do campeonato eu não deveria mais esperar uma revolução a cada modelo. Mas eu ainda espero, e o S5 não me impressionou.
O sensor de impressões digitais pode ser um recurso importante, se funcionar tão bem quanto o TouchID no iPhone 5S, e o sensor de frequência cardíaca é interessante. Imagino que usuários interessados em substituir uma pulseira de fitness (como a FitBit) por apps em um smartphone ficarão interessados, mas ainda estamos longe do ponto onde um smartphone sozinho pode fazer tudo o que uma pulseira dedicada faz (mas combinando o Galaxy S5 com a pulseira Gear Fit, da Samsung, a história muda).
Os novos recursos de câmera, o acelerador de downloads e o modo de economia de energia são bem vindos, bem como a versão mais recente do Android. Mas honestamente não fiquei tentado a correr e comprar o Galaxy S5 (que chega à várias partes do mundo, incluindo o Brasil, em 11 de Abril) assim que possível, ainda mais considerando que o hardware é muito similar ao do Galaxy S4. E a interface TouchWiz ainda é um pouco demais pra mim, embora esteja melhor no S5 do que nos modelos anteriores.