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segunda-feira, 13 de março de 2017

Foxconn para Trump: “quer um iPhone Made in USA? Então abra a carteira”

Desde a campanha eleitoral Donald Trump bate na tecla que não admitirá que a Apple continuasse a manufaturar seus dispositivos (com exceção do Mac Pro) na China. Mais de uma vez circularam notícias que o atual presidente dos EUA teria sido bem incisivo com o CEO Tim Cook sobre o estabelecimento de uma linha de montagem de iPhones, iPads e Macs em casa e abrisse mão de terceirização, permitindo a geração de empregos internamente (preferencialmente para americanos e não para imigrantes).
Problem is, Cook não é besta. Montar o iPhone nos Estados Unidos elevariam os custos de fabricação desnecessariamente e a única maneira de fazer isso funcionar é continuar contando com sua velha parceira, a Foxconn. O problema é que ela não possui nenhuma fábrica no país.
Modus Operandi da manufatura chinesa é bem simples e o mesmo empregado na China: exigir incentivos fiscais e abatimento de impostos, de modo a viabilizar a abertura de novas unidades e cortar os custos de importação. Foi assim que ela veio para o Brasil, obviamente não mudando em nada o cenário do varejo: o preço do iPhone, mesmo passando a ser fabricado aqui não foi reduzido em um centavo sequer (e pobre de quem acreditou, a gente cantou essa pedra desde o início).
O CEO da Foxconn Terry Gou já deixou claro que se Trump pretende mesmo que o iPhone seja montado nos Estados Unidos, sua administração terá que abrir a carteira e oferecer incentivos:
“Os Estados Unidos oferecem programas para investidores estrangeiros? Eles terão que aprovar leis em primeiro lugar, e nós precisaremos esperar que as autoridades americanas tomem uma decisão primeiro.”
Gou demonstra preocupação sobre a possibilidade da administração Trump tomar tais decisões em alguns meses; caso aceitem as exigências a Foxconn negociará com estados interessados nas fábricas. O executivo lembrou planos sobre uma unidade avaliada em US$ 7 bilhões, capaz de gerar cerca de 50.000 empregos que se tornaria real caso o governo de fato decida tirar o escorpião do bolso e aceite abrir mão de uma série de impostos e ofereça inúmeras vantagens à companhia chinesa, como ela fez em outros mercados. Do contrário nada feito, e as chances da Apple montar ela mesma uma manufatura tendem a zero dados os custos.
O problema é que Gou não acredita que os cidadãos americanos sejam tão especializados (o termo correto seria mais facilmente controláveis) quanto seus colaboradores chineses (o caso brasileiro é uma exceção; quando a Foxconn tentou importar sua filosofia de trabalho as coisas não deram muito certo), uma afirmação que Steve Jobs já havia utilizado ao convencer o então presidente Barack Obama de que não era possível montar o iPhone nos EUA.
No entanto Trump não parece disposto a ceder; conhecendo a figura não é provável que sua administração aceite as condições da Foxconn e insista para que a Apple abra ela mesma uma linha de montagem no país, algo que Cook já deu a entender que não pretende fazer. Resumindo, esse cabo-de-guerra não acaba tão cedo.

Fonte: Meiobit

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Dez anos do iPhone: veja o que mudou do original até o 7

Há exatos 10 anos Steve Jobs anunciava o primeiro iPhone. A apresentação, feita em 9 de janeiro de 2007, na MacWorld, mostrava um celular completamente diferente do que já tinha sido visto até então. Abandonando o teclado físico, o aparelho da Apple introduziu a tela sensível ao toque ao mundo, incorporou um sistema operacional sofisticado e mudou para sempre a maneira como interagimos com os smartphones.

O iPhone original só chegou às prateleiras no dia 29 de junho daquele ano, quase seis meses após o evento de apresentação. De lá para cá, a Apple já lançou mais 14 modelos, incluindo os atuais iPhone 7 e 7 Plus, além de inúmeras versões do iOS. Relembre o primeiro smartphone e veja o que mudou para o iPhone 7.

steve-jobs-apresenta-iphone (Foto: Divulgação)
Steve Jobs anuncia primeiro iPhone na MacWorld 2007 (Foto: Divulgação/Apple)

Sem dúvida um dos aspectos mais marcantes que o iPhone trouxe foi a eliminação do teclado físico. O componente foi retirado porque, segundo Steve Jobs, impedia o desenvolvimento de uma interface de usuário realmente inteligente. Para mostrar como os smartphones da época não eram tão smart assim, o então CEO colocou holofotes sobre o Motorola Q, BlackBerry, Palm Treo e Nokia E62, destacando o teclado como um ponto fraco desses dispositivos.
“Todos eles têm esses botões de controle que são fixos em plástico e são os mesmos para cada aplicação. Bem, cada aplicativo quer uma interface de usuário ligeiramente diferente, um conjunto de botões ligeiramente otimizado, apenas para ele. E o que acontece se você pensar em uma grande ideia daqui a seis meses? Você não pode adicionar um botão a essas coisas. Eles já foram enviados”, disse Jobs.
A solução, como sabemos hoje, foi o desenvolvimento de um display de 3,5 polegadas – enorme para 2007 – com capacidade touch. Já existiam telas sensíveis ao toque, mas o salto da Apple foi projetar a interação pelo dedo, e não com uma caneta stylus. “Quem quer uma stylus? Você tem que pegá-la e colocá-la de lado, e você perde ela. Ninguém quer uma stylus. Então vamos não usar uma stylus”, ironizou o co-fundador da Apple.
Apple desconsiderou introduzir caneta stylus (Foto: Reprodução/YouTube)Apple desconsiderou introduzir caneta stylus (Foto: Reprodução/YouTube)
Tudo isso foi feito para permitir a interação do usuário com um software sofisticado e fácil de usar. O sistema operacional que cumpria esse objetivo foi apresentado como OS X, que chegaria ao mercado já como iOS. A primeira versão do sistema trazia a mesma home screen usada até hoje pela companhia, com os aplicativos organizados em páginas. “Aplicativos do nível do desktop, não as coisas estropiadas que você encontra na maioria dos telefones”, usando as palavras do CEO.
Mas não pense que em 2007 havia uma variedade de aplicações. O primeiro iPhone trazia apenas 15 aplicativos pré-instalados, incluindo calculadora, player de vídeo, previsão de tempo e o app de mapas, alimentado pelo Google. A App Store só surgiria um ano depois,  em 2008.
Tela do primeiro iOS, apresentado como OS X (Foto: Reprodução/YouTube)Tela do primeiro iOS, apresentado como OS X (Foto: Reprodução/YouTube)
O iPhone aprendeu com o iPod e também permitiu sincronizar mídia com o PC ou Mac via iTunes. O conteúdo não ficou restrito às músicas: contatos, calendários, fotos, anotações, favoritos de seu navegador web, contas de e-mail, tudo podia ser enviado do computador direto para o iPhone.
A câmera de 2 megapixels na traseira – a única do aparelho – foi exibida com grande entusiasmo, embora para os padrões atuais ela seja desanimadora. Além da baixa resolução, o componente não gravava vídeo ou tinha qualquer recurso extra.
O armazenamento interno podia ser de 4, 8 ou 16 GB. Não havia entrada para cartão de memória, linha seguida pela Apple até os dias atuais. O primeiro iPhone era equipado com o processador ARM 11, de 412 MHz, e se conectava à Internet pelas redes 2G e Wi-Fi. Além disso, ele tinha conectividade Bluetooth 2.0, USB 2.0 e um conector para iPod de 30 pinos. O topo exibia a saída de áudio 3,5 mm, que foi retirada no iPhone 7 e causou polêmica.
Design mudou o mercado de smartphones
Além das inovações funcionais trazidas, o iPhone se consolidou como um enorme sucesso, em grande parte, pelo seu apelo visual. O corpo elegante e finíssimo para a época, com 11,6 mm de espessura, fizeram do aparelho um objeto de desejo. Os cantos arredondados, o acabamento em metal, o revestimento da tela com Gorilla Glass, tudo fez com que ele rompesse com padrões estéticos e inaugurasse uma nova era em termos de design de smartphones.
Design do primeiro iPhone mudou estética dos smartphones (Foto: Divulgação/Apple)Design do primeiro iPhone mudou os padrões estéticos dos smartphones (Foto: Divulgação/Apple)
O primeiro iPhone foi descontinuado em 2013, ano de lançamento do iPhone 5C e 5S, e sequer chegou a ser vendido no Brasil. Nos Estados Unidos, a versão de 4 GB de memória teve preço inicial de US$ 499 (cerca de R$ 1.600 em conversão direta).
Dez anos depois: iPhone 7
Lançar um produto revolucionário por ano é uma tarefa bastante difícil, para não dizer impossível. Dez anos após o primeiro iPhone, a Apple tem sido frequentemente criticada por não trazer inovações que realmente rompam paradigmas, mas a verdade é que nenhuma outra fabricante tem cumprido esse papel.
Os iPhones 7 e 7 Plus podem ser entendidos como um reflexo disso: aparelhos poderosos, bonitos e com recursos novos, mas que não mudam a abordagem tal como o primeiro celular da maçã.
Os atuais modelos foram anunciados no dia 7 de setembro de 2016 e chegaram ao Brasil no dia 11 de novembro. Os preços de lançamento do iPhone 7 foram de R$ 3.499 para a versão de 32 GB, de R$ 3.899 para a de 128 GB e R$ 4.299 para o modelo de 256 GB. Já o iPhone 7 Plus chegou por R$ 4.099 (32 GB), R$ 4.499 (128 GB) e R$ 4.899 (256 GB).
A controversa retirada da saída de áudio para fones de ouvido tradicionais acabou marcando o lançamento dos novos modelos. No iPhone 7 só existe a conexão Lightning, o que torna impossível recarregar o aparelho e ouvir música simultaneamente. A solução é a compra de acessórios, como fones de ouvido Bluetooth e adaptadores, o que implica em gastos extras.
iPhone 7 não tem entrada analógica para fone de ouvido (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)iPhone 7 não tem entrada analógica para fone de ouvido (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Novidades bem-vindas
É claro que a geração atual trouxe características que agradaram. Os iPhones 7 e 7 Plus são os primeiros da Apple com certificação IP67, o que os torna resistente à água. Ambos podem ser mergulhados até 1 metro, por até 30 minutos, além de terem proteção contra poeira.
iPhones 7, atual smartphone da Apple (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)iPhones 7 é o último smartphone lançado pela Apple (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

Outro aspecto positivo é a presença de uma câmera dupla na traseira do 7 Plus. As duas têm 12 megapixels, sendo que uma traz lente grande-angular e outra vem com uma teleobjetiva. O par de câmeras permite zoom óptico de 2x, além de zoom digital de 10x.
Para efeito comparativo, a câmera simples do iPhone 7, que também tem 12 megapixels, consegue apenas zoom digital de 5x. Recursos como gravação de vídeo 4K, fotos panorâmicas, HDR, controle de exposição, flash LED nem sonhavam em estar na câmera do iPhone original.
Câmera dupla no iPhone 7 Plus (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)Câmera dupla no iPhone 7 Plus (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
A câmera frontal, que na atual geração tira fotos de 7 megapixels e grava em Full HD (1080p), é uma das características que diferem bastante o iPhone 7 do original, mas que não chegaram agora. A primeira vez que a câmera 'de selfie' apareceu nos aparelhos da Apple foi no iPhone 4, que também marcou uma mudança drástica, mas imperceptível aos olhos: o processador.
Desde o modelo de 2010 que a maçã coloca nos seus celulares chip de fabricação própria. O dos 7 e 7 Plus é o A10 Fusion, um processador quad-core de 2,34 GHz com arquitetura de 64 bits. Ele opera em conjunto com uma RAM de 2 GB no iPhone 7 e de 3 GB no irmão maior.
iPhone 6S ou iPhone 7: qual o melhor? Comente no Fórum do TechTudo.
A própria existência de duas versões – uma “normal” de 4,7 polegadas e uma Plus, com tela de 5,5 polegadas – faz parte do pacote de diferenças do iPhone 7 trazidas com modelos anteriores. Aqui ainda pode ser englobado o botão home com sensor de impressão digital integrado, estreado em 2013 com o iPhone 5S.
Botão home do iPhone 7 com sensor de impressão digital (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)Botão home do iPhone 7 com sensor de impressão digital (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Comparar as especificações de aparelhos de quase 10 anos de diferença é injusto com o iPhone original. A maneira como ele mudou a relação do usuário com o celular tem poucos precedentes, o que explica que o iPhone tenha se tornado o produto de maior sucesso da história da Apple



Via: Techtudo

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Aos 6: menina desbloqueia iPhone da mãe e gasta US$ 250 em Pokémon

Embora ganhar presentes dos outros seja algo muito bacana – principalmente nesta época de Natal –, ninguém conhece nossos gostos como nós mesmos, não é? Desse modo, há poucas coisas melhores do que você mesmo se presentar, já sabendo de antemão que sua satisfação com o agradinho será 100% – ou bem próxima disso. Enquanto alguns aprendem essa lição só quando ficam mais velhos, outros descobrem esse prazer bem cedo. É o caso de uma garotinha nos EUA que aproveitou o fácil acesso ao iPhone da mãe para comprar US$ 250 (R$ 818) em badulaques da franquia Pokémon.
Tudo isso aconteceu pouco antes das festividades de final de ano e deixou Bethany Howell, mãe da pequena Ashlynd, de apenas 6 anos, espantada – além de com uma bela fatura para pagar. Ok, neste momento você deve estar pensando em como uma criança dessa idade desbloqueou o celular para enfiar o pé na jaca nas compras, certo? A resposta, acredite, é simples. Ela utilizou uma boa dose de inteligência e uma das tecnologias mais avançadas de segurança para burlar as defesas do dispositivo: esperou a mãe dormir e encostou seu dedo no leitor de digitais integrado ao botão Home.
O sistema não garante proteção contra sonecas
A partir daí e sem a supervisão adequada, a menina passeou pelo aplicativo da Amazon e fez a festa – muito provavelmente graças ao amado/odiado recurso de comprar com apenas um clique. Quando acordou, Bethany percebeu que havia em sua Caixa de Entrada nada menos que 13 confirmações de pedidos na loja virtual. Inicialmente, a moça achou que tinha sido hackeada, mas bastou verificar o conteúdo das compras – entre acessórios, brinquedos e roupas baseados em Pokémon – para que as suspeitas recaíssem sobre a filhota.
Há uma infinidade de produtos com a marca Pokémon
Não, mamãe, eu estava comprando mesmo
Incrédula, a mãe ainda perguntou se os pedidos tinham sido feitos por engano, mas a garota foi sincera: “Não, mamãe, eu estava comprando mesmo. Mas não se preocupe, tudo que eu pedi vai ser entregue diretamente aqui em casa”. Depois de algumas trocas de email com o e-commerce, Bethany conseguiu cancelar quatro dos 13 itens, reduzindo um pouco a dívida. O que ela fez com o resto? Guardou tudo e deu para Ashlynd no Natal, alegando que o Papai Noel tinha descoberto exatamente o que ela queria de presente.

Via: Tecmundo

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Bully, o jogo polêmico, ganha versão para Android e iPhone

Bully, jogo polêmico conhecido como de "GTA na escola", recebeu versão repaginada. Desta vez a Rockstar lançou uma versão do game para celulares e tablets com Android e iOS em homenagem aos dez anos do jogo. O título chega aos dispositivos por R$ 24,99 e U$ 6,99 (aproximadamente R$23,74), respectivamente, com controles customizados, criados especialmente para as telas sensíveis ao toque, e gráficos repaginados, melhorados em relação ao lançamento original do game para o PlayStation 2.

Além de todo o conteúdo lançado para o título, incluindo as novas missões e itens da Scholarship Edition, lançados posteriormente, a versão de Bully para celulares traz, ainda, um modo multiplayer inédito. Bastante simples, ele consiste em uma série de minigames baseados em jogos clássicos de arcade, que contam com painéis de pontos para que os jogadores possam comparar sua performance.
Bully chegou a ser proibido no Brasil por causa de seu conteúdo abusivo e violento (Foto: Divulgação/Rockstar)
Bully chegou a ser proibido no Brasil por causa de seu conteúdo abusivo e violento (Foto: Divulgação/Rockstar





















No restante, a versão desenvolvida pela Rockstar em parceria com a War Drum Studios traz o mesmo que os jogadores já experimentaram nos consoles e PC. Na história, controlamos Jimmy, um aluno problema que acaba na Bullworth Academy, uma das escolas mais prestigiosas, mas também cheia de segredos, dos Estados Unidos.
Ao longo do game, o jogador deve trabalhar para se enturmar com os diferentes grupos de alunos, participar de aulas, praticar esportes e, claro, pregar peças e agir como a rebeldia do protagonista exige. . Além do iOS e Android, Bully também está disponível para PlayStation2, PS4Xbox 360 e Nintendo Wii.

Via: Techtudo

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Documento mostra que a Apple tem interesse em criar um iPhone dobrável

A Apple obteve o registro de uma patente para o desenvolvimento de um iPhone dobrável. A companhia deu entrada no documento em 2014 e só agora conseguiu finalizar o processo.
Esta não é a primeira patente relacionada a dispositivos dobráveis que a Apple registra, uma demonstração de que a marca tem mantido interesse no assunto.
Duas coisas chamam a atenção neste documento, que foi revelado pelo Patently Apple e repercutido pelo PhoneArena. Primeiro o fato de que pela primeira vez a Apple especificou que o dispositivo em questão é um iPhone, e não algo genérico.
Além disso, embora cite que tal iPhone pode ser feito com uma combinação de materiais como cerâmica, vidro, fibra, alumínio e plástico, a Apple deixa claro que a característica dobrável será possível graças a nanotubos de carbono. Eles podem, segundo explica a patente, “formar passagens de sinal que são flexíveis e resistentes a rachaduras”.
É importante ressaltar que a obtenção de uma patente não significa que o próximo iPhone será dobrável, apenas evidencia que a Apple tem interesse em explorar essa possibilidade.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Novidades Tecnologicas: Novo SSD da Samsung tem 16 TB e preço de quatro iPhones 6S Plus

Samsung lançou o maior SSD do mundo, com 16 TB de armazenamento. Batizado de PM1633a, o dispositivo com tecnologia que pode substituir o HD ainda não teve o preço oficial divulgado, mas não deve custar menos de US$ 5 mil (R$ 20 mil). Com tanta capacidade de armazenamento, a velocidade de transferência e de leitura também surpreende, chegando a marca de 1,2 GB/s.
Apresentado pela primeira vez em agosto de 2015, o preço do novo SSD de 2,5 polegadas pode ser usado para comprar quatro iPhones 6S Plus ou oito Oculus Rift. Para chegar ao valor, a fabricante coreana reduziu custos e aumentou a densidade do disco, cujo limite no mercado era do gadget de 8 TB da Seagate e do modelo de 10 TB da Western Digital.
SSD de 16 TB da Samsung será vendido por não menos que US$ 5 mil (Foto: Divulgação)SSD de 16 TB da Samsung será vendido por não menos que US$ 5 mil (Foto: Divulgação/ Samsung)

O SSD de 16 TB da Samsung foi construído com uma nova tecnologia NAND que usa verticais de 48 camadas, com módulos de 259 gigabits. O gadget é destinado a clientes empresariais, que geralmente necessitam de discos grandes e rápidos. 
Para consumidores finais, a marca continuará vendendo versões mais modestas, que vão desde 8 TB até 120 GB. No Brasil, o modelo com menos espaço custa a partir de R$ 500 e pode chegar a mais de R$ 3 mil com o EVO 850 de 1 TB.
Notebook gamer poderoso
Melhor notebook gamer da Avel custa menos que SSD de 16 GB da Samsung (Foto: Divulgação)Melhor notebook gamer da Avel custa menos que SSD de 16 GB da Samsung (Foto: Divulgação/ Avell)
Com o mesmo valor do SSD de 16 TB, é possível comprar o melhor notebook gamer da Avel e ainda ficar com um troco de cerca de R$ 200. Custando pouco mais de R$ 19 mil, Fullrange G1743 Fire V3X é o melhor que a Avel disponibiliza no Brasil, trazendo processador Intel Core i7 de sexta geração rodando a 4 GHz, 16 GB de RAM e duas placas Nvidia GeForce de 8 GB. O armazenamento é híbrido, com um SSD de 1 TB só para programas, e outro de 240 GB para rodar jogos.
Uma das melhores TVs do mercado
TV LED 4K com tela curva de 78 polegadas custa o mesmo que um SSD (Foto: Divulgação)TV LED 4K com tela curva de 78 polegadas custa o mesmo que um SSD (Foto: Divulgação/ Samsung)
Se você investir o valor em uma TV, é possível adquirir uma das melhores disponíveis no mercado. Uma delas é a Smart TV LED Série 9 da Samsung, com uma tela 4K curva de 78 polegadas que transforma qualquer sala em um cinema. Com todas as portas HDMI que você possa precisar, áudio de alta qualidade e sistema inteligente com conexão à internet, o modelo é um dos mais novos no Brasil, algo que também garante longevidade.
23 HDs de 4 TB
HD Barracuda de 4 TB da Seagate custa pouco mais de R$ 800 (Foto: Divulgação)HD Barracuda de 4 TB da Seagate custa pouco mais de R$ 800 (Foto: Divulgação/Seagate)
Se a intenção for somente guardar arquivos, é possível investir em um conjunto de 23 HDDs Seagate com 4 TB de armazenamento cada. Abrindo mão do desempenho de um SSD, é possível conseguir muito mais espaço em uma rede de computadores gastando o mesmo valor – ou, conseguir o mesmo armazenamento economizando dinheiro. Esse conjunto, por exemplo, garante 92 TB, cinco vezes mais que o novo SSD da Samsung.
8 Oculus Rifts
Com 5 mil dólares, é possível comprar oito Oculus Rifts, que é vendido nos EUA por 600 dólares (Foto: Divulgação)Com 5 mil dólares, é possível comprar oito Oculus Rifts, que é vendido nos EUA por 600 dólares (Foto: Divulgação/ Oculus VR)
O Oculus Rift ainda não chegou no Brasil, mas se você tiver US$ 5 mil para gastar, poderá comprar oito unidades do dispositivo de realidade virtual mais famoso e aguardado do mundo. O headset é equipado com uma tela de 7 polegadas, três giroscópios, três acelerômetros e três magnetômetros. A promessa é de revolucionar o mundo dos games e do consumo de conteúdo. Com alguns milhares de dólares sobrando, você pode ser um dos primeiros a experimentar o futuro e ainda presentar com um membros de sua família ou amigos.
4 iPhone 6S Plus de 128 GB
Com R$ 19 mil, você poderia comprar quatro iPhones do modelo mais caro, com 128 GB (Foto: Divulgação)Com R$ 19 mil, você poderia comprar quatro iPhones 6s Plus do modelo mais caro, com 128 GB (Foto: Divulgação/ Apple) 
O iPhone brasileiro é o mais caro do mundo, mas, mesmo assim, é possível comprar vários deles com o preço do SSD de 16 TB da Samsung. O modelo mais caro disponível na loja da Apple é o iPhone 6S Plus de 128 GB. Com tela de 5,5 polegadas e espaço de sobra na memória, você poderia guardar todos os arquivos que precisar, e, ainda ter outras três unidades de reserva.

Via: Techtudo

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Entenda por que o WhatsApp Web não funciona com iPhone


O WhatsApp fez duas revelações surpreendentes ontem: a existência de um aplicativo para PCs e a informação de que ele não pode ser usado por quem tem iPhone. Mas a empresa explicou o porquê.

Em conversa com o GigaOM, um porta-voz disse que o problema do iOS é que ele não oferece sistema multitarefas e nem uma tecnologia push adequados. Vale ressaltar que a falta de um multitarefas decente é reclamação antiga dos usuários da plataforma.

A questão, como detalha o Gizmodo, é que a API do multitarefas do iOS só permite que se efetue algumas funções específicas quando o aplicativo está em segundo plano, e o WhatsApp precisa manter uma conexão aberta com o servidor independentemente de estar em primeiro ou segundo plano.

Outra curiosidade é que o WhatsApp Web só funciona no Chrome. A empresa justifica que o sistema de notificações do programa é o ideal, e parece que o problema está no WebRTC, padrão que permite usar os navegadores para fazer chamadas por voz, vídeo e comunicação em tempo real.

Atualmente, o navegador que suporta melhor essas funções é o Chrome, enquanto Opera e Firefox também poderiam ser enquadrados. Internet Explorer e Safari estão longe de atingir as exigências necessárias.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Edward Snowden diz que iPhone tem spyware Apple secreto

A segurança tem sido um tema recorrente nas notícias de tecnologia e são vários os escândalos, mais ou menos declarados, que envolvem as grandes marcas deste mercado.
Um das marcas no alvo das criticas é Apple, que ao longo destes 7 anos e meio, tem vindo a ser acusada por várias vezes de estar a espiar os seus utilizadores através de um software secreto escondido no seu sistema operativo iOS.
Agora, o advogado de Edward Snowden vem afirmar que o seu cliente não usa iPhone porque este tem spywaresecreto Apple.
Edward Snowden
O caso saiu a público depois do advogado de Snowden, Anatoly Kucherena, ter dado uma entrevista à agência de notícias russa RIA Novosti.
Nesta entrevista foram abordados diversos temas sensíveis relacionados com Snowden e com todos os documentos publicados pelo mesmo, onde um dos temas abordados foi também o iPhone e o porquê do seu cliente não utilizar o dispositivo da Apple.
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O ex-funcionário da NSA que tornou público detalhes de vários programas que constituem o sistema de vigilância da Agência de Segurança Nacional Americana, revelou também que os dispositivos comercializados pela Apple, os bem conhecidos iPhones, são capazes de espiar os seus utilizadores sem que os mesmos tenham conhecimento. Sendo as informações pessoais recolhidas através de um software secreto instalado por trás do sistema operativo iOS.
“Edward nunca usa um iPhone, ele tem um telefone simples. O iPhone tem um software especial que pode activar-se sem o proprietário ter que pressionar um botão, passando o dispositivo a reunir informações sobre ele. É por isso, por razões de segurança, ele se recusou a utilizar este telefone.”
Anatoly Kucherena, em entrevista à agência de notícias russa RIA Novosti
Snowden poderá ter feito estas acusações munido de informação existente nos documentos a que teve acesso de forma privilegiada, dada a sua actividade na NSA. Um desses documentos revela por exemplo, que a agência britânica GCHQ utiliza o sistema Apple iPhone UDID para localizar os seus utilizadores.
Contudo, nos documentos publicados por Snowden anteriormente, não existe nenhuma referência implícita a qualquer tipo de software secreto presente nos dispositivos da Apple, pelo que será interessante ver se Snowden ou até mesmo o seu advogado irão fazer qualquer comentário a estas alegações nos próximos dias.


Via: pplware