Mostrando postagens com marcador PROGRAMAÇÃO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PROGRAMAÇÃO. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de maio de 2017

Zeal permite ler documentação de sua linguagem favorita offline

Ter acesso à documentação de sua linguagem, framework ou sistema favorito é um requisito para qualquer desenvolvedor, desde os iniciantes até os profissionais. Hoje em dia, isso é muito simples: basta acessar o site da linguagem e, em poucos cliques, você já terá acesso à documentação desejada.
Infelizmente, no Brasil, algo tão trivial como isso ainda não é óbvio, pois muitos desenvolvedores não possuem um acesso à internet decente, que lhes permita acessar a documentação necessária quando preciso. Estamos falando de desenvolvedores reféns de conexões com limites de dados ou com conexões lentas ou instáveis ou, ainda, que não têm conexão em casa!
Em uma situação como essa, o desenvolvedor precisa se adaptar e, procurando por uma solução, acabei encontrando o Zeal.
Este programa é um leitor de documentação offline para desenvolvedores. Ele permite ao desenvolvedor não apenas acessar a documentação necessária localmente, como também navegar por ela de forma fácil e intuitiva, de forma mais prática do que se ele apenas baixasse as páginas dos sites manualmente.
Para instalar o programa, siga as instruções desta página. Há versões para Windows (incluindo uma portátil) e para as principais distribuições de Linux e sistemas BSD. Após instalar, acesse o programa e você verá esta tela:
Tela inicial do Zeal.
No Zeal. as documentações são organizadas em Docsets. Assim, a primeira coisa a fazer é ir no menu Tools – Docsets e clicar na aba Available, para escolher as documentações a serem instaladas.
Docsets
Nesta tela, já é possível ver a quantidade abundante de documentações disponíveis. Praticamente todas as linguagens e tecnologias atuais estão listadas aí.
Para instalar uma documentação, basta selecioná-la na lista, clicar no botão Download e aguardar. Ao final do processo, a mesma vai aparecer na tela inicial do programa e você poderá navegar localmente pelo seu conteúdo, de forma fácil e intuitiva:
Lendo a documentação do JQuery.

Vantagens

A maior vantagem do Zeal é permitir que os desenvolvedores consultem a documentação necessária sem precisar estarem conectados constantemente à Internet, o que garante mais agilidade e economia de dados. Além disso, os conteúdos são obtidos ou das páginas oficiais ou da MDN (Mozilla Developer Network), garantindo sua exatidão. Isso sem falar que é possível atualizar os docsets já baixados.
O Zeal também pode ser utilizado em empresas. É possível criar o seu próprio docset, com a documentação de um framework ou de um produto interno, por exemplo, bem como escolher a pasta em que os mesmos serão armazenados. Assim, os funcionários podem ter apenas o programa instalado em seus computadores e a documentação pode residir em um servidor central. Com isso, a empresa pode reduzir custos de conexão.
Como se não bastasse tudo isso, o programa ainda tem plugins para os principais editores e IDEs, incluindo o Vim.

Desvantagem

Talvez a maior desvantagem do Zeal é que os docsets ocupam um espaço em disco considerável após instalados. Eu baixei os docsets de HTML, CSS, JQuery e JavaScript e os mesmos ocupam cerca de 1 GB. Para quem tem um HD grande, ou está interessado em apenas uma linguagem ou tecnologia, isso não é um grande problema; mas para quem tem um SSD, que em geral tem uma capacidade bem reduzida, e desenvolve em várias linguagens, o espaço pode ser algo preocupante.
Outra desvantagem – que muitos não considerarão como tal – é o fato de que as documentações estão disponíveis apenas em Inglês. Embora saibamos que o domínio deste idioma é algo básico para qualquer desenvolvedor sério, iniciantes podem encontrar, nele, alguma dificuldade.

Conclusão

Em tempos nos quais nosso direito de ficar on line está cada dia mais ameaçado, ter ferramentas como o Zeal é algo fundamental, pois o desenvolvedor poderá consultar seu material mesmo em condições adversas e navegar por ele de forma fácil e intuitiva.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Como aprender a programar sozinho e de graça

Muita gente tem vontade de começar a programar sozinho mas não sabe quais os caminhos que devem seguir, eu mesmo já passei por isso. Então resolvi dar 5 dicas de como aprender a programar sozinho, você vai precisar apenas de um computador!
1 – Entenda lógica de programação.
Para ter uma boa base de conhecimento na programação, é importante que antes de tudo você saiba o que é lógica e como usa-la, assim você terá mais facilidade para programar em todas as outras linguagens já que elas usam a mesma lógica, só mudam os comandos.
2 – Saiba o que você quer desenvolver.
Depois de aprender lógica, você terá uma infinidade de linguagens de programação para escolher, algumas delas são mais recomendadas para certas funções do que outras, por isso é importante saber o que você quer desenvolver.
Ex:
  • Se você quer fazer aplicativos para android ou sistemas em geral foque em Java.
  • Para jogos recomendo C++.
  • Para sites é Html ( que não é linguagem de programação mas sim de marcação) e CSS (folhas de estilo), junto com PHP.
3 – Baixe material PDF disponível no Google.
Existem vários livros de programação pdf disponíveis para baixar de graça no Google, principalmente nas linguagens mais populares, então se você não pode gastar dinheiro com livros, procure alguns gratuitos na internet.
4 – YouTube.
Na minha opinião essa é a dica mais valiosa. Quando eu comecei a programar 80% do meu conhecimento veio das vídeo aulas do YouTube. Lá você vai encontrar um material de aprendizagem extenso, com vários tipos de didática. E o melhor de tudo é que pode ir aprendendo no seu tempo.
5 – Exercite bastante.
Não fique só na teoria assistindo as aulas e lendo os livros, baixe o programa que for necessário e escreva as suas próprias linhas de códigos, faça seus primeiros programas, verifique se funciona, se não funcionar tente até dá certo e continue praticando! Isso é super importante para ajudar a fixar o conhecimento e para você sentir na prática o que é programar.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Microsoft lista 5 benefícios de aprender a programar

A Microsoft lança oficialmente nesta terça-feira, 7, a campanha #EuPossoProgramar no Brasil, iniciativa gratuita para estimular o aprendizado de linguagem de programação entre jovens de 12 a 25 anos da América Latina.

No site Eu Posso Programar, o público tem acesso a um curso de programação dividido em dois módulos com conceitos básicos e complexos. Segundo Hernán Rincón, presidente da Microsoft para América Latina, a linguagem de código será algo cada vez mais necessário no mercado de trabalho, independentemente da área em que deseja trabalhar.

Para impulsionar o projeto, a empresa lista cinco capacidades que podem ser aprimoradas com o aprendizado de programação. Confira:

1. Desenvolve a habilidade de resolver problemas lógicos
 
2. Estimula a criatividade e o pensamento crítico
 
3. Aumenta as oportunidades de emprego
 
4. Amplia a capacidade de adaptação ao estilo de vida atual e a familiarização com a tecnologia
 
5. Torna o empreendedorismo uma opção concreta

Para acessar os cursos, clique aqui.
 
 
 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Crianças inglesas passam a ter aulas de programação a partir dos 5 anos

Max sabe programar desde os seis anos de idade e gosta de pensar em ideias para 'ajudar o mundo' (Foto: BBC/Reprodução)Max sabe programar desde os seis anos de idade e gosta de pensar em ideias para 'ajudar o mundo' (Foto: BBC/Reprodução)
Max, de 10 anos, tem uma rotina diferente da maioria dos garotos de sua idade.
"Chego em casa da escola, como e depois começo a programar. Depois durmo e começo tudo de novo no dia seguinte", diz.
Max aprendeu a criar programas de computador e sites há quatro anos, depois de ganhar um computador de sua mãe e diz que isso hoje é uma parte muito importante de sua vida.
"Você pode fazer muita coisa com a programação. Programar te ajuda a pensar fora da caixa. Gosto de pensar em ideias que podem ajudar o mundo."
Vida moderna
Em breve, as escolas inglesas poderão ter muitos mais meninos e meninas como Max.

Desde segunda-feira, crianças a partir de cinco anos de idade têm aulas de programação nas mais de 160 mil escolas primárias do país.
A mudança faz parte de uma série de alterações no currículo escolar que acabam de ser colocadas em prática na Inglaterra.
Segundo o Departamento de Educação, o objetivo é preparar as crianças para a vida moderna.
"Elas precisam aprender o básico de áreas chave, que são as mais valorizadas por universidades e empresas", disse uma porta-voz do governo.
'Rigoroso e envolvente'
Voltado para alunos de até 14 anos de idade, o novo currículo foi descrito pelo primeiro-ministro Gordon Brown como "rigoroso, envolvente e difícil".

O ex-secretário de Educação, Michael Gove, disse que estas alterações eram necessárias para que a Inglaterra estivesse à altura dos mais bem-sucedidos sistemas educacionais do mundo.
O novo currículo dá mais importância a habilidades como "redação de teses, resolução de problemas, modelagem matemática e programação".
<imgthumb alt="Gordon Brown Foto: PA" height="170" src="http://ichef.bbci.co.uk/wsimagechef/ic/226x170_crop/amz/worldservice/live/assets/images/2013/10/27/131027173813_gordon_brown_304x171_pa_nocredit.jpg" width="226"></imgthumb>
Russell Hobby, secretário-geral da Associação Nacional de Professores, diz que os mestres se prepararam ao longo do último ano para ensinar o novo currículo, mas que pode haver certa dificuldade em áreas como matemática, na qual os tópicos mais avançados podem ser de difícil compreensão para os alunos mais novos.
"Um dos erros do novo currículo é que ele está sendo implementado todo de uma vez", diz Hobby.
"Em matemática, é preciso aprender um conceito básico antes de ir para os mais avançados. Agora, há crianças que não terão aprendido o básico antes de terem que aprender os conceitos avançados."
Também haverá, por exemplo, mudanças nas aulas de inglês. Alunos de até 14 anos terão de ter estudado ao menos duas peças de Shakespeare. Em ciências, haverá aulas sobre mudanças climáticas.
Inovação
O novo currículo ainda traz duas grandes novidades. Os estudantes passarão a ter aulas de tecnologia e design, em que aprenderão sobre inovação e indústrias digitais, com aulas de impressão 3D e robótica.

E também haverá, é claro, as novas aulas de programação. Os alunos com idades entre cinco e sete anos aprenderão a escrever códigos de programação, a entender o que são algoritimos e a criar programas de computador simples.
Aos 11 anos, eles deverão ser capazes de "elaborar, usar e avaliar abstrações computacionais que modelam o comportamento de problemas do mundo real e físico".
Max está animado com a mudança, porque considera as aulas de computação atuais nada estimulantes.
"Hoje, numa escola normal, se aprende a usar o Word. Isso é besteira. Você nunca vai usar o Word uma profissão. Quem fez o Word sabe programar", diz Max.
"Se várias outras crianças começarem a programar, a competição pelo trabalho de programador vai aumentar, mas isso é uma coisa boa, porque significa que mais gente estará trabalhando nessa área."

Via: G1

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Google fará eventos para desenvolvedores no Brasil


O Google vai disponibilizar atividades no Brasil sintonizadas com a sua conferência anual voltada aos desenvolvedores, a Google I/O, que neste ano acontece entre 25 e 26 de junho, em San Francisco, nos EUA.

São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e outras cidades vão sediar nos dias dias uma Google I/O Extended, nome dado às versões ampliadas da conferência. Além de assistir às palestras do evento principal, transmitidas ao vivo pelo YouTube, será possível participar de atividades focadas no ecossistema local de desenvolvedores das cidades.

Em São Paulo, a experiência será semelhante à versão americana com palestras sobre Android Wear, Glass, plataforma Google Cloud e outros temas relacionados aos produtos e ferramentas do Google. Também será uma oportunidade para conhecer o escritório da gigante das buscas em São Paulo e fazer relacionamento com outros desenvolvedores.

Para participar da edição paulistana, é preciso se inscrever entre os dias 9 e 18 de junho por meio deste evento aberto no Google+. A inscrição precisa ter perfil técnico, por isso, não se esqueça de incluir no formulário seu perfil profissional no LinkedIn ou Github. Os participantes serão escolhidos por sorteio e os ganhadores, revelados em 20 de junho.

Caso você não seja sorteado ou não possa vir a SP, mas esteja interessado em acompanhar o evento, fique ligado: sete localidades já confirmaram iniciativas semelhantes: João Pessoa, Aracaju, Belo Horizonte, Jaraguá do Sul, Vale do Paraíba, Florianópolis e Porto Alegre. Para obter mais detalhes sobre as versões pelo país, acompanhe a página Desenvolvedores Google no Google+.  

terça-feira, 10 de junho de 2014

Brasileiros chegam à final do mundial de programação


Nesta terça-feira, 10, acontece a final do primeiro campeonato mundial de programação, o Hello World Open, que será realizado na Finlândia. E o Brasil tem duas equipes entre as oito finalistas.

Organizado pela companhia de tecnologia criativa Reaktor e pela desenvolvedora de jogos móveis Supercell, o evento contou com cerca de 2,5 mil equipes divididas por regiões. No caso dos brasileiros, eles deixaram para trás mais de 500 times para chegar à final e, caso ganhem, levarão € 10 mil em prêmios.

O desafio consiste em criar um sistema de inteligência artificial para guiar um carrinho de autorama em corridas sem controladores. O sistema teria de ser bom o suficiente para antever curvas e condições da pista, programando de forma certeira os momentos de aceleração e frenagem.

Os sistemas desenvolvidos para a competição ficarão disponíveis para a comunidade de desenvolvedores após o evento, o que significa que poderão ser utilizados em um produto real. "Isso poderia ser usado num jogo de corrida, em certas questões de tomada de decisões", comenta Thiago Garcia, da equipe Working Minds. "É uma boa ideia, mas a gente não tem um projeto que possa fazer isso."

Seu time conta também com Caetano D’Araújo e Pedro Jesus. Junto com a dupla Luca Mattos Möller e Diogo Holanda, da equipe Itarama, são os cinco que representam o Brasil na reta final. Caetano e Thiago conversaram com o Olhar Digital e ambos concordam que o país está carente desse tipo de iniciativa.

"No Brasil não há tantos investimentos. O foco é muito no meio acadêmico ou profissional voltado a soluções empresariais. Não tem muito entretenimento", avalia Caetano, que conhece gente que se lançou no mercado de entretenimento mas teve de fechar a empresa por falta de interesse dos investidores.

As empresas também precisam de uma mentalidade mais aberta, segundo eles. O local onde trabalham, que dá nome à equipe, incentivou a participação, mas não cedeu espaço no horário de trabalho. "Eles deram o apoio, o incentivo, mas a gente desenvolveu tudo nas horas vagas, porque é uma empresa pequena e a demanda está grande, a gente não consegue tirar muito tempo da hora de trabalho."