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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Get Things Done - Aumente sua produtividade


Imagine que você está voltando do trabalho e lembra aquela conta que você tem que pagar vence hoje, e decide pagar logo que chegar em casa. Quando chega em casa, você se perde em todos os outros afazeres que devem ser feitos. No dia seguinte, você acorda e lembra que não pagou a conta. Tudo isso tem uma explicação. Segundo David Allen:
Sua mente foi feita para ter ideias, não guardá-las.

No livro “Get Things Done”, de David Allen, o autor cria um sistema para evitar que isso ocorra, e aumentar a produtividade. Esse sistema dividido em 5 etapas: coletar, processar, organizar, revisar, fazer.

A primeira etapa tem o objetivo de coletar as informações da sua cabeça e armazená-las em algum lugar. Seja um bloco de notas ou agenda ou um aplicativo de celular.

A segunda etapa é a fase de processar, que consiste e decidir o que deve ser feito com a informação. Caso você deva tomar alguma ação em relação à ela, como responder um email ou fazer uma ligação, você deve pensar se pode concluir a tarefa em menos de 2 minutos. Caso sim, faça. Caso não, guarde para depois. 

A fase de organizar tem o objetivo de colocar cada informação no local certo, seja separado por prioridade, assunto, data, etc.

A próxima etapa é a fase de revisão. Esta é algo que pode ser feito semanalmente e/ou mensalmente, verificando se foram concluídos ou se estão no caminho certo.

Por fim, temos a etapa de fazer, que consiste apenas em executar.

Todas estas etapas devem ser realizadas para todas as informações do seu dia a dia. Desta forma, você terá todas suas idéias/tarefas e objetivos organizados.


Via: Lnk

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Como aprender a programar sozinho e de graça

Muita gente tem vontade de começar a programar sozinho mas não sabe quais os caminhos que devem seguir, eu mesmo já passei por isso. Então resolvi dar 5 dicas de como aprender a programar sozinho, você vai precisar apenas de um computador!
1 – Entenda lógica de programação.
Para ter uma boa base de conhecimento na programação, é importante que antes de tudo você saiba o que é lógica e como usa-la, assim você terá mais facilidade para programar em todas as outras linguagens já que elas usam a mesma lógica, só mudam os comandos.
2 – Saiba o que você quer desenvolver.
Depois de aprender lógica, você terá uma infinidade de linguagens de programação para escolher, algumas delas são mais recomendadas para certas funções do que outras, por isso é importante saber o que você quer desenvolver.
Ex:
  • Se você quer fazer aplicativos para android ou sistemas em geral foque em Java.
  • Para jogos recomendo C++.
  • Para sites é Html ( que não é linguagem de programação mas sim de marcação) e CSS (folhas de estilo), junto com PHP.
3 – Baixe material PDF disponível no Google.
Existem vários livros de programação pdf disponíveis para baixar de graça no Google, principalmente nas linguagens mais populares, então se você não pode gastar dinheiro com livros, procure alguns gratuitos na internet.
4 – YouTube.
Na minha opinião essa é a dica mais valiosa. Quando eu comecei a programar 80% do meu conhecimento veio das vídeo aulas do YouTube. Lá você vai encontrar um material de aprendizagem extenso, com vários tipos de didática. E o melhor de tudo é que pode ir aprendendo no seu tempo.
5 – Exercite bastante.
Não fique só na teoria assistindo as aulas e lendo os livros, baixe o programa que for necessário e escreva as suas próprias linhas de códigos, faça seus primeiros programas, verifique se funciona, se não funcionar tente até dá certo e continue praticando! Isso é super importante para ajudar a fixar o conhecimento e para você sentir na prática o que é programar.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Escola espanhola migra de Windows para Ubuntu

Eu acho muito importante mostrar casos de sucesso para, quem sabe, desta forma inspirar que outras pessoas procurem fazer o mesmo. Reduzindo gastos, aumentando a segurança e mantendo a qualidade.

Ubuntu em escolas






Uma escola espanhola chamada "Colegio Agostiniano de León" está completando os seu processo de migração para o Ubuntu. Um dos líderes da iniciativa concedeu uma entrevista para o site Muy Linux,comentando a migração. Eu achei a entrevista muito bacana e quero destacar alguns pontos que eu considerei mais importantes.
Quem explicou como a migração foi feita foi Fernando Lanero, professor de ciências da computação, que foi um dos líderes do projeto de migração.

Ele destacou os procedimentos  graduais que foram feitos para concluir uma migração deste tipo. Segundo ele, os computadores da escola ainda rodavam Windows XP, então ao longo de três anos as mudanças foram sendo feitas diretamente no Windows, inserindo programas para os usuários que seriam utilizados futuramente, como o Firefox e o LibreOffice, até chegar o ponto de mudar de sistema operacional também. Segundo Lanero, essa iniciativa fez uma grande diferença depois da migração, pois a maior parte dos usuários já estava completamente habituada com a forma com que estes programas funcionam.

Fernando Lanero

O líder do projeto também comentou sobre as suas maiores dificuldades. Um fato interessante dentro delas é que, segundo ele, os alunos não se mostraram contra uma mudança como esta, o maior problema foram as pessoas que estavam acostumadas com o Windows, especialmente os professores, que mostravam uma certa rejeição à mudança, mesmo nunca tendo usado Linux antes. "Os alunos são como esponjas que absorvem qualquer novo conteúdo sem problemas", comentou.
As escolha deles foi o Ubuntu 14.04 LTS com o Unity para rodar em máquinas Core 2 Duo, 2 GB de RAM e placa de vídeo dedicada. Eles se mostraram completamente satisfeitos com os desempenho das máquinas, mas Lanero reiterou, "caso não tivéssemos placas de vídeo o Xubuntu seria o escolhido". Atualmente todos estão adaptados ao Unity.

Outra dificuldade apontada foi a compatibilidade com as lousas eletrônicas Hitachi que são utilizadas na escola, o problema foi contornado com uma versão especial do Kernel Linux na versão 3.14, foi necessário atualizar a base do Ubuntu 14.04 para isso, mas depois desta modificação, tudo está funcionando corretamente.

Todo este processo, deste a inserção dos programas no Windows, até a migração completa, levou cerca de 3 anos e está completada, hoje são cerca de 120 computadores com Ubuntu instalado.

Depois de 3 anos, Lanero afirma ter dados consistentes para compartilhar que mostram algumas informações importantes. Segundo ele foram cerca de 35 mil Euros economizados entre 2014 e 2016 somente em licenças Microsoft e outros programas que eram necessários anteriormente, como antivírus, outro fator que ele destaca é a diminuição grandiosa na necessidade de fazer manutenção nos computadores da escola por conta de vírus, perda de desempenho ou qualquer coisa relacionada, os dados que ele coletou apontam uma diminuição de 63% nos chamados de manutenção nos computadores dos professores e secretarias e 90% dos computadores de sala de aula, algo que alegra qualquer equipe técnica.

Que isto sirva de exemplo para as nossas escolas também, não é?


Via: Diolinux

terça-feira, 26 de novembro de 2013

MEC distribuirá tablets para professores de escolas públicas em 2014

MEC distribuirá tablets para professores de escolas públicas em 2014
Foto: Profsezimar/ Reprodução
O Ministério da Educação (MEC) vai começar a distribuir tablets a professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas em 2014. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (25) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Segundo o titular da pasta, os professores deverão ser capacitados para usar o equipamento também no ano que vem. A intenção da pasta é que todos os professores da rede pública tenham o próprio tablet.
 
 A distribuição começou com profissionais do ensino médio. O educador tem acesso pelo dispositivo a conteúdos específicos, com o objetivo de tornar as aulas mais atraentes. De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), foram comprados mais de 460 mil equipamentos para professores do ensino médio. Conforme a Agência Brasil, ainda não há previsão de quantos professores do ensino fundamental serão contemplados em 2014. De acordo com dados do Censo de 2012, são mais de 800 mil professores na etapa. 
 
 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Criança precisa aprender a programar

Educação programação
O editor e designer gráfico americano Chip Kidd, autor de uma das capas de livros mais famosas do mundo, escreveu um manual para ensinar os fundamentos do design gráfico a crianças. Segundo Kidd, nossos pequenos e pequenas podem aprender qualidades importantes, como conceitos e metáforas, criando desenhos. Chip Kidd é considerado um pioneiro por usar o design gráfico de maneira educativa, mas ele não está sozinho quando se trata de aplicar maneiras diferentes para educar crianças. Encontrar formas alternativas de aprendizagem é um movimento que está ganhando muita força ao redor do mundo, principalmente por causa da tecnologia.
Tenho acompanhado vários artigos de educadores que acreditam que a coisa mais importante para ensinar a uma criança de 5 anos hoje é programação de dados. Mas, se você está pensando na parte mais matemática da disciplina, como C++ e Java, está errado.
A estratégia por trás da educação infantil baseada nos princípios da programação e da tecnologia é fazer com que as crianças entendam e resolvam problemas simples por meio dos sistemas usados em programação, como variantes e sequência de comandos.
Atualmente, smartphones e tablets estão transbordando de aplicativos que prometem criar futuros gênios. Até mesmo as escolas estão entrando na dança. Na Holanda, sete escolas, batizadas de SteveJobsSchools, já aboliram os cadernos e os livros. Todo o currículo está no iPad. Em Nova York, o empreendedor Eric Vreeken inventou um aplicativo chamado StudyLock, que trava o celular e a única maneira de acessar o menu do aparelho é respondendo a perguntas sobre história, biologia, ciências ou, ainda, resolvendo problemas de matemática.
Mas todos esses exemplos usam tecnologia para educar crianças de maneira passiva. Ou seja, eles são aplicativos feitos para as crianças, mas a melhor maneira de aprender está em aplicativos feitos pelas crianças.
O professor e pesquisador J. Paul Gibson, da Irlanda, desenvolveu um sistema para ensinar crianças de 5 anos a criar um jogo da velha. Já o professor Mitch Resnick, do americano Massachusetts Institute of Technology (MIT), desenvolveu uma plataforma online chamada Scratch. Ela permite que crianças aprendam sistemas de comando para programar qualquer jogo que inventarem. O professor Resnick acredita que o mais importante não é aprender a programar, mas programar para aprender. Segundo ele, o modo de pensar do programador tem mais afinidade com a maneira de aprender das crianças, pois elas comparam variantes e múltiplas respostas, no lugar de memorizar “o fato correto”, como fazem os adultos.
Tanto Paul Gibson como Mitch Resnick concordam que, ao aprender a programar, os jovens adquirem lições importantes para a vida, com caminhos diferentes que levam a um mesmo lugar. Eles se aperfeiçoam na resolução de problemas e erros e na colaboração com os colegas.
É muito interessante pensar em um mundo onde a educação é baseada nos fundamentos da programação. Um mundo que, por meio da tecnologia, possibilite pensar e desenvolver jogos e aplicativos de uma maneira diferente, pois jogar é menos importante do que aprender a criar o jogo.

Via: infoabril

terça-feira, 23 de julho de 2013

Tecnologia para crianças


As ferramentas tecnológicas fazem parte da nossa vida, hoje não temos mais como nos desvincular delas. As crianças precisam, sim, ter acesso às possibilidades oferecidas pela tecnologia, mas de uma forma organizada e orientada para que possa levar a um efetivo aprendizado. O uso descontrolado da tecnologia, tanto no ambiente escolar, como em casa, às vezes atrapalha o aprendizado da criança. Tudo em excesso faz mal. 

A tecnologia não pode substituir as relações pessoais como o convívio com os colegas de sala de aula e familiares, isso faz parte do aprendizado e não pode ser esquecido. Ao observar essas questões, a tecnologia é, sem sombra de dúvida, uma grande ferramenta pedagógica, pois coloca à disposição do aluno um universo de possibilidades impossíveis com o tradicional 'giz e quadro-negro'. 

Não há uma idade pré-estabelecida para o início do contado com a tecnologia. Hoje em dia, já se nasce imerso numa sociedade que não vive sem tecnologia. O que deve existir é a atenção dos pais com relação ao "como" as crianças estão usando esses equipamentos tecnológicos deixando de lado outros tipos de brincadeiras sadias, que são necessárias ao seu desenvolvimento. A nova geração precisa ter um crescimento intelectual e físico combinados, não é possível substituir todos os tipos de diversão pelo videogame ou o laptop. 

Não existem "regras" para um uso pedagógico das tecnologias. Entretanto, é importante seguirmos algumas orientações que contribuem para o uso pedagógico das tecnologias.

O bom senso é imperativo, nesse caso. Portanto não deixar o computador no quarto das crianças é um bom artifício para afastá-las da obsessão por ver, a todo momento, e-mails, games e sites de relacionamento (orkut). Estipular um horário para que a criança fique na frente do computador também é um bom mecanismo. É bom ter um tempo pra divertimento na frente da máquina e uso dela pra fins pedagógicos, como pesquisa para um trabalho, etc. Mostrar para os filhos outras possibilidades que a Internet pode oferecer como pesquisas, visitas a museus, bibliotecas, pode fazer com que eles descubram um universo novo e inexplorado da web. Conversar sobre os perigos que podemos encontrar na rede, como sites perigosos ou pessoas mal intencionadas, vírus e outras formas de lixo eletrônico, lembrar que a criança nunca pode dar seu endereço ou número de telefone para quem não conhece etc. A tecnologia também pode ser um mecanismo de aproximação entre pais e filhos. Os pequenos são muito ligados em instrumentos como, por exemplo, MSN, orkut, etc., se você pai ainda não está integrado nestas mídias, peça ajuda a seu filho para criar e participar. Não esqueça que nada substitui um abraço.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Bill Gates: tablets não ajudam na educação

Fundador da Microsoft disse que esses aparelhos nunca funcionarão na educação por não possuírem teclado, além de defender uma política especial para acesso à internet

 Co-fundador da Microsoft, Bill Gates acha que os tablets não atendem às necessidades da educação. Em vez disso, ele sugere que um PC de baixo custo seria uma solução melhor, pois permitiria que os alunos fossem "altamente interativos".

Gates foi perguntado sobre quais mudanças seriam necessárias para os tablets fazerem a diferença na educação por um entrevistador do Chronicle of Higher Education. Em sua resposta, Gates disse: “apenas dê dispositivos às pessoas, isso tem um histórico terrível." A dificuldade com tablets é que "você realmente tem que mudar o currículo e o professor."

Ele acrescenta: “isso nunca vai funcionar em um dispositivo onde você não tem uma entrada para teclado. Quero dizer, os alunos não estão lá apenas para ler as coisas - eles deveriam realmente ser capazes de escrever e comunicar”.

Esse argumento faz mais sentido quando se discute um Kindle ou um leitor de e-book similar, mas não parece levar em consideração a disponibilidade de aplicativos para tablets que oferecem ao usuário muito mais do que a oportunidade de ler.

Mas Gates acredita que o PC é o melhor exemplo de uma ferramenta interativa. Ele diz: "Isto é muito mais do reino do PC, e que será um PC de baixo custo que lhes permite ser altamente interativos".
No entanto, o fator limitante não é tanto o dispositivo quanto o preço do acesso à internet, Gates diz. Ele sugere: "seria interessante ter políticas especiais que permitissem às pessoas ter acesso a isso."

Via: IDG Now