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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Após Mega Filmes HD, PF derruba mais três sites de pirataria no Brasil

A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira, 13/10, a segunda fase da sua Operação Barba Negra, que ficou conhecida no fim de 2015 ao tirar do ar o site de pirataria Mega Filmes HD, que oferecia mais de 150 mil conteúdos.
Nesta segunda fase da Operação, a PF cumpriu um total de 12 mandados de busca e apreensão e outros 6 de prisão nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraíba e Pernambuco - até o momento, cinco pessoas já foram presas e outra está foragida.
A Operação Barba Negra contou com cooperação de agências internacionais como a Interpol, que permitiu que fossem retirados do ar os sites armagedomfilmes.bizfilmesonlinegratis.net e megafilmeshd20.org. 
Como fica claro pela URL, essa terceira página era basicamente o Mega Filmes HD realocado em um novo endereço após ter saído do ar em novembro de 2015.
No total, esses três sites possui mais de 11 mil títulos para streaming e recebem uma média de 768 milhões de visitas por ano.
De acordo com a PF, os acusados responderão pelos crimes de constituição de organização criminosa, com pena 3 a 8 anos de prisão e multa, e de violação de direitos autorais, que prevê pena de 2 a 4 anos de prisão e multa.

Via: IDG

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Popcorn Time anuncia retorno oficial

O controverso serviço de streaming de filmes e séries de TV via torrent Popcorn Time está de volta oficialmente. O grupo de desenvolvedores remanescente confirmou através de seu blog que o app do serviço está novamente disponível no velho endereço e, dessa vez, não deve sofrer mais tantos “ataques legais”.
Uma associação norte-americana de produtores de filmes tinha entrado com um processo judicial contra o serviço e, por isso, o Popcorn Time esteve fora do ar nos últimos meses. Nesse meio tempo, vários impostores surgiram na web para disfarçar vários tipos de ameaças, isso sem contar alguns clones.
A postagem oficial no blog ainda comenta que alguns integrantes do grupo original de desenvolvedores estão agora trabalhando em uma “versão legal” do Popcorn Time chamada Butter.
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Foi informado ainda que o modelo de desenvolvimento da plataforma vai mudar de foco: em vez de concentrar os esforços em inovação, o grupo dará mais atenção para a questão da “resiliência”, para evitar que outros problemas tirem a plataforma do ar novamente. Contudo, não se sabe até quando isso deve durar.
Via: Tecmundo

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

CPI dos Crimes Cibernéticos: relator quer impedir publicidade em sites piratas


CPI dos Crimes Cibernéticos concluirá seus trabalhos em março. O colegiado deverá propor nova tipificação de crimes na internet e sugerir medidas que ampliem a capacidade do Estado no combate a esses delitos.

O relator, deputado Esperidião Amin (PP-SC), afirmou que o desafio é elaborar uma legislação que resista à rápida evolução da tecnologia. Ele defende, por exemplo, mecanismos que impeçam o financiamento de sites ilegais por meio de publicidade. Leia mais, aqui!

“Governo e empresas sérias anunciam em sites pornográficos e piratas. São culpados? Não podemos dizer isso, porque o critério de prestigiar uma página é muito baseado no número de acessos. Hoje, na distribuição de verbas publicitárias, o aspecto ético não entra, o que é uma falha”, declarou.

sábado, 19 de setembro de 2015

Facebook vai reprimir vídeos piratas

O Facebook está melhorando a tecnologia de identificação dos vídeos carregados na rede social sem a permissão dos detentores dos direitos autorais.
O movimento é feito em meio a uma explosão na quantidade de vídeos vistos no Facebook, postados por usuários regulares, editores e anunciantes.
Junto com o aumento no conteúdo de vídeo cresceram também as queixas detentores de direitos autorais sobre vídeos publicados sem a sua permissão. 
Um relatório recente da consultoria Tubular and Social@Ogilvy estimou que a maioria dos vídeos mais populares no Facebook são piratas.
A rede social vai implantar uma nova tecnologia de vídeo, inicialmente disponível para um pequeno grupo de parceiros, que permitirá que essas empresas de mídia, redes multicanais e criadores de vídeo individuais possam identificar correspondências entre vídeos de sua propriedade e aqueles postados em páginas, perfis, grupos e regiões geográficas no site.
A ferramenta irá avaliar milhões de uploads de vídeo rapidamente. E os editores serão capazes de comunicar violações de direitos ao Facebook para remoção dos conteúdos piratas, disse a empresa em um post publicado em seu blog oficial.
O Facebook já tem utilizado um sistema chamado Audible Magic, que utiliza tecnologia de impressão digital de áudio para identificar e impedir que vídeos não autorizados sejam publicados no site. Mas a ferramenta de matching de vídeo, atualmente em beta, é um novo passo para estabelecer um sistema de identificação de conteúdo parecido com o que o YouTube usa para identificar rapidamente violações de direitos autorais.
No YouTube, os proprietários têm a opção de publicar anúncios contra os vídeos que o site de compartilhamento identifica como piratas.

Via: IDGNow

terça-feira, 12 de maio de 2015

A pirataria chega ao PlayStation 4

Laguna_PS4_pirata
O capitalismo é assim mesmo: se há demanda forte por algo, não tardará muito para que apareça gente ofertando tal serviço ou produto. E se parece funcionar, não vai faltar quem compre.
O PlayStation 4 é de longe o console mais bem sucedido da História, quando falamos nas vendas de hardware em seus primeiros 18 meses de vida. Tamanho sucesso torna o console alvo de muitos golpes, alterações e modificações. A modificação mais procurada, de longe, é a que torne possível rodar os jogos de graça. Pura pirataria. Aqui no Brasil, os defensores da Lei de Gérson e dos jogos piratas chamam isso de “desbloqueio” ou “destrava”.
Pois bem, aparentemente hackers russos conseguiram “destravar” o PlayStation 4 com o Raspberry Pi e tal técnica foi importada por alguns estabelecimentos brasileiros que oferecem assistência técnica duvidosa para o console da Sony.
Laguna_PS4_expansao_de_HD_da_Nyko
Em 500 GB cabem poucos jogos, então esse acessório da Nyko pode utilizar um HD comum maior que isso (crédito:Tom’s Guide)
Segundo o apurado pelo UOL Jogos, há estabelecimentos na Rua 25 de Março (centro de São Paulo) que cobram de 300 a 400 reais para “desbloquear” o PS4 e rodar jogos a preços muito inferiores aos cobrados nas lojas. Aproveitando-se do recurso nativo de compartilhar jogos entre contas legítimas da PSN, e através de modificações no hardware e software, tais estabelecimentos podem colocar até 10 lançamentos no HD do console.
A loja no caso clona um console com os tais jogos, comprados de forma legítima, para outro console. E tal destrava permite inclusive que o PS4 fruto de clonagem possa atualizar as cópias piratas dos jogos instalados no HD, inclusive rodando jogos multiplayer online sem ninguém da PSN incomodar.
Enjoado dos jogos? Sem problema: basta pagar mais 50 reais por cada novo jogo clonado, embora tenha de sacrificar algum já existente no HD pois o espaço de armazenamento de ambos os consoles (o original e o clone) na modificação por enquanto é limitado ao HD original de 500 GB.
Como cada jogo lançado no Brasil pode chegar a R$ 199 logo no respectivo lançamento, pode parecer bem tentador para os entusiastas da cultura da pirataria submeter um console de até 4 mil reais a esse tipo de intervenção.
Faz sentido comprar jogo pirata hoje?
Olha, o tio Laguna entende muito bem o quanto os preços dos produtos originais estão elevados no país por causa da alta do dólar (e Lucro Brasil de alguns varejistas), mas desde o PlayStation 2 que meus consoles não passam por qualquer modificação desse tipo. Aliás, sou um dos poucos donos de PS2 e PS3 cujos consoles não passaram por esse tipo de coisa: a maioria dos meus amigos offline não vêem sentido em pagar por jogo e modificaram tais consoles para não pagar pelos games.
A situação nos PCs melhorou um pouco com o Steam e no PS3/360 com as assinaturas dando jogos gratuitos todo mês, mas a cultura da pirataria é forte. Ninguém parece disposto a esperar para que o preço na civilização baixe ou mesmo considerar a compra de jogos usados, o negócio aqui é jogar no lançamento pelo preço mais baixo possível independentemente das questões éticas envolvidas.
Uma solução para a Sony seria ela “introduzir verificação de conta periódica cruzando dados da BIOS, IP e endereço MAC”, ou seja: a mamata pode desaparecer numa próxima atualização da PlayStation Network. Só que, como no caso do PS3, outra “solução” hacker poderia vir em breve. Mesmo assim, será divertido acompanhar essa briga e espero que os entusiastas da Lei de Gérson se deem mal.
E, por favor, que isso não chegue ao Xbox One.
Fonte: MeioBit

quarta-feira, 18 de março de 2015

Windows 10 será gratuito no mundo todo até para piratas



O diretor executivo da Microsoft, Satya Nadella, apresentou as novidades do Windows 10
Foto: Elaine Thompson / AP

O Windows 10 será uma atualização gratuita para usuários das versões 7 e 8, mas a Microsoft também está ampliando sua oferta até para os piratas de software.


“Estamos muito animados para o lançamento do Windows 10 neste ano. Qualquer pessoa com um dispositivo qualificado pode atualizar para o Windows 10, incluindo aqueles com cópias piratas do Windows. Acreditamos que os clientes perceberão, ao longo do tempo, o valor do licenciamento correto do Windows e iremos facilitar a passagem dos usuários para cópias legítimas”, disse a Microsoft por meio de sua assessoria em resposta a uma indagação do GLOBO.

Na mesma resposta, a empresa ressalta que já havia anunciado em 21 de janeiro que o Windows 10 estará disponível como uma atualização gratuita durante o primeiro ano para dispositivos novos ou já existentes que tenham, atualmente, o Windows 7, Windows 8 ou Windows 8.1. Dispositivos novos e já existentes do Windows Phone 8.1 também serão contemplados, e assim que o Windows qualificado de um dispositivo é atualizado para o Windows 10, a empresa continuará a mantê-lo atualizado durante a vida do dispositivo, mantendo-o mais seguro, e introduzindo novos recursos e funcionalidades ao longo do tempo.

PIRATAS SEMPRE DERROTARAM ATIVAÇÃO DO WINDOWS

A Microsoft tem uma longa história de tentativas de frustrar a pirataria de software.
O Windows XP foi o primeiro sistema operacional da empresa a introduzir ativação do software para verificar as chaves de licença, mas tal expediente foi rapidamente derrotado usando uma chave de licença corporativa que muitos piratas compartilharam via internet em 2001.

A ativação de software tem evoluído ao longo de várias versões do Windows, mas os piratas já em grande parte conseguiram contorná-las a cada nova tentativa da companhia.
Apesar do plano da Microsoft aparentemente beneficiar os piratas de software, estudos descobriram que em vários casos licenças piratas do Windows são instaladas em máquinas novas, sem que os clientes que compram essas máquinas sequer fiquem sabendo que têm uma cópia ilegal do sistema operacional.

A empresa tem tentado vários métodos para incentivar os clientes a devolver seus computadores recém-adquiridos nessa situação ou mesmo a procurar uma cópia legal para instalar. Mas em algumas regiões esse processo acabaria sendo totalmente frustrante.

O ex-CEO da Microsoft Steve Ballmer revelou em 2011 que apenas um usuário em cada dez tinha uma versão oficial do Windows na China. A Microsoft também vem continuamente destacando o impacto financeiro da pirataria de software, mas tal prática continua a ser um problema em países como Brasil, Rússia, Índia e China.

— Essa oferta da Microsoft é brilhante, mesmo que tardia. Mas parece ser uma esmola grande demais, o mendigo desconfia — comenta um analista de sistemas usuário do Windows — É uma jogada de gênio da empresa: instalar o Windows 10 nas máquinas de milhões de ex-piratas, faturar com a loja de aplicativos e, de quebra, capturar legalmente das máquinas de todos esses incautos uma riqueza notável de informações, já que a esmagadora maioria deles não lê a EULA (End-user license agreement).


Via: Oglobo

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Netflix aponta serviço pirata Popcorn Time como uma séria ameaça

O Netflix diz que tem mais para se preocupar além da HBO e da Amazon. A empresa afirmou que também está competindo contra plataformas piratas como o Popcorn Time. O comentário do serviço de streaming foi feito em uma carta para acionistas liberada nesta semana.
Para quem não sabe, o Popcorn Time é um aplicativo que tem como diferencial o fato de facilitar a vida do usuário na hora de assistir a um filme, quase como um “Netflix para pirataria”.
Em vez do streaming típico de vídeos, o Popcorn Time é baseado em torrente. O software baixa temporariamente os filmes para o computador do usuários, e então você acaba compartilhando seus trechos baixados com outros usuários. No entanto, para os usuários o Popcorn Time funciona de modo como se estivessem apenas fazendo streaming dos conteúdos, de forma parecida com o Netflix ou o Hulu, com uma interface atraente e resposta quase instantânea. 
O Popcorn Time surgiu há cerca de um ano, em março de 2014. Desde então, o grupo originalmente por trás do app se desbandou e coletivos diferentes distribuem variações do software.
Ameaça
Para provar seu ponto de que o Popcorn Time é uma preocupação, o Netflix cita dados do Google Trends comparando termos de buscas por Netflix, HBO e Popcorn Time na Holanda. O levantamento mostra que o interesse no Popcorn Time subiu significativamente nos últimos meses. O interesse médio também mostra que o Popcorn Time é tão popular quanto a HBO nas buscas pelo Google naquele país.
No entanto, esses dados dizem respeito a apenas um país, Se você olhar as buscas com os mesmos termos nos EUA, o interesse pelo Popcorn Time é relativamente estável, e o Netflix lidera com folga como o termo de busca mais popular. Os mesmos dados em escala global geram resultados parecidos com os norte-americanos.

Via: IDGNow

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Prepare seu tapa-olho, pois o Pirate Bay está voltando


Seja você um fã ou não dos torrents, não há como negar que o caso da quedado Pirate Bay foi uma surpresa e tanto. Felizmente, o site não deve permanecer assim por muito mais tempo – afinal, já faz um tempo que tivemos a volta da páginacom uma bela bandeira tremulante.
E se isso já era uma ótima notícia para os órfãos do famoso site, a mudança na página deve deixar o público ainda mais esperançoso. A tão conhecida interface de pesquisa está de volta, mesmo que ainda desabilitada; as diferenças aqui ficam apenas para a bandeira pirata que se mantém no lugar do famoso navio, e da imagem de um barco a navegar em direção a uma ilha, na parte inferior da tela.
É claro que, apesar de tudo, nada disso é evidência completa de que o site está realmente voltando. Mesmo assim, tudo indica que o Pirate Bay está quase de volta; terminando de ser remontado após o ataque. Resta esperar até o dia 1º de fevereiro, quando o contador finalmente terminar, para descobrirmos.
FONTE(S) 
IMAGENS 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Homem pega mais de 2 anos de cadeia por gravar filme em cinema


Um inglês de 25 anos foi sentenciado a 33 meses de cadeia por gravar ilegalmente o filme Velozes e Furiosos 6 do cinema.

Phillip Danks fez a filmagem na cidade de Walsall e possibilitou que a obra fosse baixada mais de 700 mil vezes. Além disso, ele ainda usava seu perfil no Facebook para vender cópias físicas, segundo a BBC.

Outro rapaz, Michael Bell, ex-namorado da irmã de Danks, foi sentenciado a uma pena bem mais branda. Bell pegou 120 horas de trabalho não remunerado, porque apenas baixou conteúdo ilegal.

Danks era reincidente, pois já havia sido preso em maio do ano passado, mas continuou a distribuir filmes ilegalmente. A polícia conseguiu rastreá-lo porque ele usou o mesmo apelido em sites de pirataria e num site de namoro.


quinta-feira, 20 de março de 2014

Brasileiros gastarão R$1,6 bi por infecções com softwares piratas em 2014

Os usuários brasileiros irão gastar em 2014 cerca de 700 milhões de dólares (cerca de 1,6 bilhão de reais) e 44,2 milhões de horas para resolver problemas causados por infecções de vírus devido à adoção de softwares piratas. No mundo todo, essa cifra poderá chegar a 25 bilhões de dólares e 1,2 bilhões de horas no mesmo período.
Os dados foram levantados pela consultoria IDC em parceria com a Universidade Nacional de Singapura para um estudo encomendado pela Microsoft. A pesquisa foi divulgada hoje como parte da iniciativa global Play It Safe. 
Já para as empresas, o gasto total decorrente de questões como recuperação de dados e resolução de roubos de identidade causados por infecções em softwares ilegais será de 4,6 bilhões de dólares, estima a pesquisa. Globalmente, o custo para empresas será de 491 bilhões de dólares, sendo 364 bilhões de dólares para lidar com a perda de dados e outros 127 bilhões de dólares por conta de questões de segurança.
A perda de dados; o uso de informações para transações não autorizadas e fraudes; e a invasão de e-mails, redes sociais e contas bancárias figuram no topo da lista de maiores receios dos consumidores, mencionados por 60%, 51% e 50% dos entrevistados, respectivamente. 
Apesar disso, 43% dos mesmos entrevistados não instalam atualizações de segurança, deixando computadores mais vulneráveis a ataques. 
A pesquisa também mapeou os principais receios de governos em relação à atividade de organizações hackers. Mencionada por 59% dos entrevistados, a "violação de segredos comerciais" está no topo do ranking de preocupações, seguida por "acesso a informações confidenciais" (55%) e "ataques cibernéticos a infraestruturas críticas" (55%).
Já entre as empresas, o fenômeno do “traga seu próprio equipamento” (BYOD, na sigla em inglês) tem se mostrado mais um desafio em relação à infecção de sistemas pirateados. De acordo com a pesquisa, 27% dos funcionários instalam seus próprios softwares nos computadores do trabalho, sendo responsáveis por quase 20% do total de softwares piratas presentes em companhias. 
A América Latina tem o maior índice, com 38% dos colaboradores instalando sistemas pirateados em dispositivos corporativos.
Por conta dos altos índices de uso de softwares piratas, a região Ásia-Pacífico será responsável pela maior parte dos gastos tanto de empresas, quanto de consumidores. Nos países dessa região, os valores gastos em decorrência de infecções em sistemas ilegais serão de 59 bilhões de dólares para empresas e 10,8 bilhões de dólares para consumidores.
"As gangues digitais estão tirando proveito de toda e qualquer brecha que encontram pela frente, provocando prejuízos financeiros e à reputação devastadores para consumidores, empresas e governos. Nesse contexto, o uso de software ilegal surge como mais uma oportunidadepara atuação dessas organizações criminosas”, afirma Vanessa Fonseca, gerente de propriedade intelectual e antipirataria da Microsoft Brasil.
O estudo intitulado “A relação entre o uso de softwares piratas e brechas de segurança digital” ouviu 1,7 mil consumidores, profissionais de TI, executivos-chefe de tecnologia e oficiais de governo em 14 países, incluindo: Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Japão, México, Polônia, Rússia, Cingapura, Ucrânia, Reino Unido e Estados Unidos. 
“Usar software pirateado é como andar em um campo minado: nunca se sabe quando se irá encontrar algo desagradável, mas se encontrar, o resultado pode sem bastante destrutivo”, disse John Gantz, chefe de pesquisas da IDC. “Os riscos financeiros são consideráveis, e as potenciais perdas podem levar uma empresa rentável para o buraco. Comprar software legítimo é mais barato no longo prazo - ao menos você sabe que não vai ganhar nenhum brinde em forma de malware”. 
Com base na perícia realizada em 203 máquinas com software pirata embarcado, a pesquisa identificou um dado curioso: 61% dos equipamentos estavam pré-infectados com malwares, incluindo Cavalos de Troia e outros vírus. 
Esses computadores, comprados em revendas e lojas de PC em 11 países, incluíam mais de 100 ameaças discretas. No Brasil, o índice de computadores pré-infectados detectado pelo estudo foi de 47% - taxa maior que a de países como Estados Unidos e Turquia, porém menor que a de nações como China e Tailândia.
“É altamente preocupante que novas marcas de computadores estejam pré-infectadas com malwares perigosos devido aos softwares piratas, deixando usuários e empresas vulneráveis a brechas de segurança”, disse o professor Biplab Sikdar, do departamento de Engenharia Elétrica e Computacional da Universidade Nacional de Singapura. “Os testes periciais realizados pela universidade indicam claramente como criminosos virtuais estão usando a cadeia de suprimentos da pirataria para espalhar malwares e comprometer a segurança de PCs de maneira crítica”, afirmou o especialista.

Via: IDGNow

segunda-feira, 17 de março de 2014

Anatel impedirá operação de celulares piratas

Celular
Homem falando pelo celular: identificação do aparelho será feita pelas operadoras de telefonia no ato de ativação do acesso do usuário


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começou hoje (17) a fazer um diagnóstico dos celulares piratas - sem homologação - que operam no país. 

A ideia é que, após a análise, sejam anunciadas medidas para que só permaneçam os celulares regulamentados, bem como o cronograma para retirada dos aparelhos irregulares.
Não há prazo definido para que a Anatel conclua o levantamento dos aparelhos piratas. Futuramente, os aparelhos sem a certificação do órgão regulador deixarão de ser habilitados pelas operadores do serviço.

Em um primeiro momento, a medida valerá para novas habilitações e a expectativa é que os celulares em funcionamento, mas sem homologação, passem por um processo natural de substituição.

A identificação do aparelho será feita pelas operadoras de telefonia no ato de ativação do acesso do usuário, quando é inserido um chip de celular para a utilização do telefone. 

Nesse momento, a prestadora faz a leitura de um número de série do terminal, conhecido como Imei. Se o aparelho não é homologado, não será habilitado.

A Anatel recomenda que os usuários só comprem aparelho com selo da agência, uma garantia de que o telefone segue as normas de segurança e de qualidade da regulamentação brasileira.


Via: Exame

Operadoras começam a testar sistema para bloquear celular pirata no Brasil

Celulares sem homologação serão bloqueados; sistema deve começar a funcionar no 2º semestre
As operadoras de telefonia com operação no Brasil começam a testar, nesta segunda-feira (17), um sistema para bloquear telefones celulares piratas – esses aparelhos não são homologados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).  O objetivo inicial é fazer um diagnóstico e, segundo a agência, o processo de bloqueio só deve ter início a partir do segundo semestre de 2014.

A Anatel afirma que o objetivo não é prejudicar os usuários, mas sim garantir que os telefones celulares em uso no Brasil sigam as determinações estabelecidas pela agência. Sem o selo de homologação, não há como saber se o aparelho atende aos requisitos para funcionar com qualidade (para "conversar" com a rede de telefonia, por exemplo) e segurança (caso da bateria, que pode apresentar problemas no carregamento).

Ainda não está definido o que acontecerá com aparelhos originais comprados no exterior, que também são vendidos no Brasil (como o iPhone, por exemplo). No ano passado, a Sinditelebrasil (sindicato que representa as operadoras de telefonia brasileiras) afirmou que os produtos importados, mas não homologados pela Anatel, não seriam bloqueados como os piratas. A organização disse ainda que um sistema seria criado para impedir que esses produtos fossem travados.

O sistema de bloqueio baseia-se no IMEI (International Mobile Equipment Identity): um número único de identidade do telefone celular. O cadastro nacional desse dado será cruzado com o dos chips (IMSI), permitindo que as operadoras identifiquem se o aparelho é "legítimo" (homologado). 

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Com nomes bizarros ou cópias fiéis, pirataria de eletrônicos é prática comum; veja "clones"34 fotos

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Com nome trocado ou copiando fielmente os dispositivos originais, a pirataria é uma prática comum na área da tecnologia. Na imagem, uma réplica do Galaxy SIII com TV, recurso que não está disponível no modelo original Leia mais Flávio Carneiro/UOL

Saiba como identificar celular pirata 

Como ver se um celular é pirata

- Checar selo e numeração da Anatel
- Testar recursos e sistema operacional
- Verificar personalização da embalagem
- Observar qualidade do acabamento

A Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) aponta que o primeiro passo para identificar um smartphone falso é checar o selo ou código da Anatel: todos os aparelhos legais possuem o selo da agência reguladora, logotipo ou número de certificação. Com a numeração em mãos, o usuário pode pesquisar o código no próprio site da Anatel, verificando assim sua legalidade.

Uma visita da reportagem em maio do ano passado, a um centro comercial de São Paulo famoso por vender celulares piratas, não encontrou nenhum smartphone falso com as informações da Anatel. 
  • Selo da Anatel aparece na bateria (dir.), e código está na parte branca do interior do aparelho original 
Caso ainda reste alguma dúvida ou não seja possível verificar o selo, o usuário deve prestar atenção nas características físicas. Até as embalagens servem como alerta, pois os celulares ilegais geralmente usam caixas genéricas, que servem para qualquer aparelho.

Durante a visita da reportagem, diversos aparelhos foram oferecidos em uma caixa completamente branca, sem nenhuma informação. Em outros casos, a película do aparelho exibia diversas características inexistentes no produto, como câmera de 12 megapixels, sistema Android e TV digital. Questionada sobre os itens divulgados, a vendedora confirmou que nem sempre o produto oferece as funções estampadas.  

Com o smartphone na mão, é possível ver detalhes que desmascaram a cópia: nomes errados, acabamento ruim, acessórios genéricos ou de outras marcas, como a bateria ou o carregador. A reportagem encontrou, por exemplo, um Samsung Galaxy S III falso com uma bateria da marca Nokia.

Além dos acessórios, a equipe se deparou com "modelos" que não existem, como o G-S-Y SIII, que é produzido como se fosse da marca Samsung.

A falta de manual ou texto em outra língua também pode ser um indício de que o produto é irregular. Se o comerciante não oferecer garantia ou se recusar a emitir nota fiscal, o usuário deve ficar atento. Nenhuma loja visitada pela reportagem ofereceu garantia ou nota. Quando uma vendedora foi questionada sobre o que o usuário deveria fazer se o gadget desse problema, a resposta foi "jogar fora".

  • Na foto, feita em uma feira de "produtos alternativos", o smartphone pirata da Samsung possui uma bateria da marca Nokia. Além disso, o modelo "G-Y SIII" não existe na Samsung
Se o aparelho for idêntico ao original, outra possibilidade de avaliação é testar os recursos do gadget. Geralmente, eles não cumprem o que prometem. Uma cópia do Nokia Lumia 920, encontrado pela reportagem durante a visita, por exemplo, funcionava com Android e não com o Windows Phone, presente no aparelho original.
  • À esquerda, uma cópia pirata do Lumia 920 encontrada em uma feira de itens alternativos -  o gadget vem com Android, enquanto o original possui Windows Phone. À direita, o produto original

sexta-feira, 14 de março de 2014

Sistema para bloquear celular pirata começa a funcionar segunda-feira

Começa a funcionar na segunda-feira (17) o sistema desenvolvido pelas operadoras brasileiras para bloquear no país aparelhos como celulares e tablets, piratas ou mesmo originais, que não possuem certificação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Porém, esses eletrônicos vão continuar a funcionar normalmente pelo menos até setembro, quando as desativações devem efetivamente começar. Até lá, o sistema vai apenas montar um banco de dados com informações sobre os equipamentos em uso no Brasil.
A medida vai atingir todos os aparelhos que usam chip e acessam a rede móvel das operadoras, incluindo tablets e até maquinas de cartão de crédito, desde que não sejam homologados. O site da Anatel permite a consulta dos aparelhos homologados e certificados (veja aqui).
Também podem deixar de funcionar eletrônicos originais, importados ou comprados no exterior, cujo modelo não seja certificado no Brasil. Para estes casos, a recomendação da agência é que os consumidores, antes de comprarem equipamento fora do país, confirmem antes se o modelo já foi homologado aqui.
Bancado por operadoras
A criação do Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos (Siga), que vai permitir o bloqueio, atende a lei do setor de telecomunicações que diz que só podem funcionar aqui aparelhos homologados pela Anatel, ou seja, que comprovam o cumprimento de algumas exigências técnicas e, por isso, recebem um selo da agência.

Este selo pode ser encontrado nas embalagens ou nos próprios aparelhos e a Anatel orienta os consumidores a confirmar a presença dele antes da compra.

O desenvolvimento desse sistema foi revelado pelo G1 em novembro de 2012. Na época, a previsão era que entraria em funcionamento no primeiro trimestre de 2013. Ele é bancado por Oi, Claro, TIM e Vivo a um custo estimado de cerca de R$ 10 milhões.

Cerco ao 'xing ling'
O principal objetivo da Anatel e das empresas é retirar do mercado equipamentos de baixa qualidade, conhecidos como “xing ling”, e que normalmente entram no país via contrabando. Segundo a agência, eles podem prejudicar a saúde dos usuários, pois não se sabe o nível de radiação que emitem e nem os componentes que usam, o que leva a risco até de explosão. Além disso, podem provocar ruídos na rede das operadoras e atrapalhar o uso do serviço de voz ou internet móvel por outros clientes. E, no caso dos contrabandeados, o governo ainda deixa de arrecadar impostos.

Entretanto, a Anatel e as operadoras não têm ideia de quantos aparelhos não homologados estão em funcionamento hoje no país. Com a entrada em operação do Siga, vai ser possível conhecer esse número.

Sem surpresas
O superintendente de Controle de Obrigações da Anatel, Roberto Pinto Martins, diz que os bloqueios só devem começar daqui a seis meses e que os usuários que usam aparelho irregular serão avisados antes de terem o serviço cortado.

“Provavelmente teremos uma campanha [para orientar os usuários], mensagens com avisos. Ninguém vai ter o aparelho desabilitado de um dia para o outro”, disse Martins. Porém, ele orienta os consumidores a desde já evitar a compra de não certificados. “As pessoas têm que tomar cuidado para não fazer investimento em um telefone que pode depois não funcionar.”

De acordo com o superintendente, passado esse período de seis meses, o Siga deve, primeiramente, passar a impedir a entrada de novos aparelhos irregulares na rede das operadoras. Isso quer dizer que o bloqueio vai ocorrer no momento em que a pessoa fizer a habilitação de um novo chip usando equipamento não certificado.

O segundo passo, que ainda não está confirmado, seria o bloqueio dos telefones que já estão em funcionamento. Segundo Martins, porém, a Anatel pode optar por não adotar essa medida. “A tendência é que esses aparelhos não certificados que estão em operação desapareçam com o tempo. Eles terão que ser substituídos eventualmente e, quando a pessoa fizer isso, não vai mais poder dar entrada na rede com celular irregular.”

Como vai funcionar
A Anatel não dá muitos detalhes do funcionamento do Siga, pois alega que isso pode facilitar a ação de fraudadores que tenham a intenção de driblá-lo para continuar usando aparelhos irregulares. O sistema será operado pela ABR Telecom, que já é responsável pela administração da portabilidade numérica e pelo sistema que bloqueia celulares roubados.

A partir de segunda (17), portanto, o Siga vai montar um banco de dados dos telefones e outros aparelhos como tablets em uso no Brasil e que estejam ligados à rede de Oi, Vivo, TIM e Claro. Quando o usuário faz uma chamada de voz ou acessa a internet móvel, acontece uma troca de informações entre o aparelho que ele usa e a rede da operadora. É assim que o sistema vai conseguir identificar se aquele equipamento é ou não homologado.

Esse reconhecimento será feito por meio do código de identificação dos aparelhos, o chamado IMEI, captado pela central das operadoras. A Anatel possui uma relação dos IMEI de todos os modelos homologados no país. O que o sistema vai fazer é comparar o código do telefone com essa relação mantida pela agência e, se o número não estiver na lista, vai impedir que ele seja usado para fazer chamadas ou acessar a internet usando a rede móvel.

A Anatel nega que o Siga terá acesso a outras informações contidas nos aparelhos, como a relação das chamadas feitas pelos usuários, sites acessados com o celular ou o tablet e a agenda de contatos.
Do blog: Uma medida importante as pessoas estão muito mau acostumadas, em querem tudo fácil e barato! acho essa uma concorrência muito desleal, embora há quem alegue falta de $$$ pra comprar um aparelho moderno! Mas na minha opinião cada um vive de acordo com o que ganha.
Via: G1

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Dica: Saiba como ver se o seu aparelho celular o tablet são piratas

Como descobrir quando um celular, tablet ou outro produto é pirata

Vigaristas e pessoas mal-intencionadas existem aos montes por aí, e eles não ficariam de fora do mundo da tecnologia — um mercado constantemente em crescimento e que movimenta quantias enormes de dinheiro.

Por isso, é extremamente importante estar bem atento na hora de adquirir um equipamento eletrônico, um programa para o seu computador, os jogos do seu smartphone e os mais variados acessórios, como fones de ouvido e cartuchos de impressoras.

Mais do que comprar um produto desqualificado e que pode jogar o seu investimento no lixo, gadgets e aplicativos piratas podem colocar em risco as suas informações pessoais — podendo trazer grandes prejuízos financeiros — e até mesmo a sua saúde. Para ajudar você a não cair em golpes, nós selecionamos algumas dicas e alguns recursos capazes de facilitar a identificação de aparelhos e softwares falsificados.

Smartphones e tablets


Os eletrônicos “queridinhos” da atualidade são os smartphones e os tablets. Exatamente por tal motivo, eles são alvos em grande escala dos falsificadores. Aqui, além de geralmente envolver valores mais altos, há o perigo de os equipamentos fornecerem cabos que dão choques e baterias mal vedadas (com alta probabilidade de causar doenças).

Preços milagrosos


A primeira coisa a ser observada ao se comprar um gadget portátil novo é o preço. É possível encontrar algumas ofertas abaixo dos valores sugeridos pelas fabricantes, mas as lojas e distribuidoras não fazem milagres. Portanto, um aparelho que custa R$ 2 mil dificilmente (para não dizer jamais) será comercializado por R$ 150.

O visual entrega


Como descobrir quando um celular, tablet ou outro produto é pirata
Samsung Galaxy S3, à esquerda, lado a lado com o seu clone: o HDC Galaxy S3. (Fonte da imagem: Divulgação/HDC Mobile)

Outra dica relevante é ficar de olho na aparência do gadget. Geralmente, os produtos piratas possuem acabamentos malfeitos, como rebarbas em suas bordas, encaixes com frestas e manchas em sua carcaça. Além disso, modelos menos qualificados apresentam a ausência de logos e do nome das fabricantes (ou possuem serigrafias que saem com facilidade), não oferecem o manual do usuário e são entregues em caixas genéricas sem as devidas identificações.

Na prática


Ainda está em dúvida se o celular ou tablet que pretende adquirir é original? Então não se acanhe e teste as suas funcionalidades. Repare bem nos ícones, confira a definição da fonte de textos e procure por apps nativos conhecidos do sistema operacional. Até mesmo as diversas variações do Android desenvolvidas pelas fabricantes possuem programas específicos.

Pode ser importante também executar alguns programas, rodar determinados jogos e tirar fotos para averiguar se o potencial de processamento e a qualidade de imagem correspondem às notícias e matérias veiculadas por meios de comunicação sobre o modelo em vista. Observe ainda a resposta tátil da tela, algo que apresenta enorme diferença de qualidade entre um produto original e um pirata.

Como descobrir quando um celular, tablet ou outro produto é pirata
(Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)


Desconfie de recursos “estranhos”, como TV Digital e suporte para dois chips. Em suma, modelos top de linha das marcas mais respeitadas não disponibilizam esse tipo de funcionalidade. Por fim, mas não menos importante: não existe iPhone com Android, e nem vice-versa.

Respaldo da Anatel


Com a intenção de facilitar essa identificação de produtos piratas, a Agência Nacional de Telecomunicações criou há vários anos um selo oficial que certifica que aquele modelo foi analisado e testado pelo órgão. Geralmente, esse indicador fica dentro do dispositivo, sendo visualizado quando a bateria é removida (para dispositivos não selados, obviamente).

Além disso, você pode utilizar o IMEI do aparelho, um número de registro que funciona como o nosso RG. Para descobrir esse código, existem duas maneiras: a primeira é olhar a etiqueta colada na parte interna do gadget ou na caixa do produto. A segunda alternativa é digitar *#06#. Esse número segue o seguinte padrão de quatro grupos: nnnnn-nn-nnnnnn-n.
Como descobrir quando um celular, tablet ou outro produto é pirata
(Fonte da imagem: Reprodução/Anatel)


E isso não é tudo. A Anatel possui um Sistema de Gestão de Certificação e Homologação acessível por qualquer internauta. Clique aqui para ser redirecionado até ele. Você pode usar o código de identificação da etiqueta de homologação da instituição presente na caixa ou dentro do gadget e pesquisar por ele através dessa ferramenta. Dúvidas? Leia este artigo.

Software


Mídias físicas


Embora estejam caindo em desuso, os softwares comercializados por meio de mídias ópticas físicas ainda sofrem bastante com a pirataria, principalmente aqueles que possuem alto valor agregado. De maneira geral, a dica aqui é, antes de sair às compras, pesquisar quais mecanismos de segurança o produto desejado possui.

O Windows, por exemplo, que é um dos softwares que mais luta contra cópias falsificadas, tem vários recursos que identifica se um DVD é genuíno ou não. Basicamente, o disco do SO é acompanhado de duas etiquetas.

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(Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)

Uma delas traz a logo do sistema operacional com holografia que muda de cor, enquanto na outra, chamada de Etiqueta de Certificado de Autenticidade (COA), constam o nome do produto e uma sequência de segurança trançada e incorporada às fibras do papel. Ambas sofrem avarias facilmente identificadas quando removidas, ou seja, elas não podem ser transferidas de caixa sem que seja perceptível.

Tem mais: as mídias ainda contam com uma inscrição holográfica. Nas bordas do CD ou DVD, existe a palavra “Microsoft”, que se transforma em “Genuine” quando alterada a angulação de visualização. Erros de ortografia e logos distorcidas existentes nas caixas são outros indícios de falsificação.

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Holografia "Microsoft" que vira "Genuine" no disco do Windows. (Fonte da imagem: Reprodução/Microsoft)

Para conferir as imagens dessas etiquetas e hologramas presentes nos produtos da Microsoft, você pode acessar esta página mantida pela própria empresa. O ideal seria pesquisar por revendedores autorizados no site da desenvolvedora do programa que você deseja.

Digital


Quando pulamos para o mundo completamente virtual, as coisas ficam um pouco mais complicadas. Aqui, o esquema de etiquetas e selos holográficos ou impressões em alto relevo não funciona. Um agravante nesse cenário é que os softwares falsificados e maliciosos, aqueles que têm o objetivo de roubar dados e usar o seu PC ou gadget como propulsor de malwares e golpes, copiam aplicativos gratuitos. Com isso, eles passam mais despercebidos na hora da instalação.

Então como saber se uma versão digital de um determinado programa, um jogo para o seu tablet ou um app essencial no seu smartphone é “original”? Antes de pressionar o botão “Download”, você deve primeiramente conferir se o título do software está correto — letra por letra e inclusive possíveis pontuações.

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O app oficial da Netflix, à esquerda, em contraste com uma cópia encontrada pela empresa de segurança Symantec. (Fonte da imagem: Divulgação/Symantec)

Além disso, confirme o nome do desenvolvedor. Não hesite em realizar buscas na web e acessar os sites tanto do aplicativo quanto da empresa responsável por ele. Uma forma de reduzir os riscos de implementar um app ou game falso é baixar conteúdos apenas das lojas virtuais oficiais de cada plataforma, como Google PlayiTunes StoreAmazon App Store e a loja da Microsoft.

Porém, nem mesmo esses distribuidores estão livres de terem ameaças infiltradas. Portanto, é indicado que você verifique a quantidade de downloads (um programa confiável e popular geralmente tem milhares de transferências), as notas e as opiniões (programas maliciosos quase sempre recebem avaliações ruins).

Componentes de hardware


Além de produtos “completos”, as peças que os compõem também são pirateadas. Não é difícil encontrar processadores, placas de vídeo, pentes de memória RAM, entre outros componentes de hardware, camuflados, ou seja, dispositivos de pior qualidade ou já com a sua vida útil comprometida se passando por modelos novos e mais potentes.
Como descobrir quando um celular, tablet ou outro produto é pirata
(Fonte da imagem: Divulgação/Intel)


A principal orientação é pegar o número de série impresso no componente ou em sua caixa e entrar em contato com a fabricante para assegurar a procedência dele. Algumas fabricantes possuem seções em seus sites para isso, e várias delas inclusive disponibilizam setores dos seus suportes técnicos para validar a legitimidade do código. Se nem o número de série o equipamento tiver, não pense duas vezes em cair fora.

Outra forma de tentar verificar isso é procurar por imagens em alta resolução do componente na internet e compará-las com o produto em suas mãos na loja. Quando possível, compare a posição de cada componente, a coloração de pinos, marcações gráficas, rótulos e qualquer outra coisa que represente um diferencial para aquele modelo.

Consoles


Mudando de ares, vamos tratar agora da falsificação de video games. Esse tipo de pirataria pode não ser tão comum quanto os outros, mas caso você caia em um golpe do gênero o prejuízo com certeza será grande.

No caso dos consoles da Microsoft, como o Xbox 360, há uma logo da companhia gravada em relevo na superfície, e não simplesmente impressa no dispositivo, e um pequeno rótulo holográfico oval (que mudam de cor e posição conforme ele é inclinado) na parte interna da sua carcaça.

Como descobrir quando um celular, tablet ou outro produto é pirata
Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução/Evan-Amos via Wikimedia Commons)

Acessórios entregues com o video game também podem denunciar uma falsificação. Por exemplo, dispositivos com cabos possuem uma gravação com o nome da fabricante na parte metálica do conector.

Existe ainda uma etiqueta com informações do modelo na parte traseira do console, como data de fabricação, número de série, ID do produto e mais. Novamente: erros de ortografia e fotos incorretas na embalagem podem ajudar a identificar um hardware pirata.

Fones de ouvido


Como descobrir quando um celular, tablet ou outro produto é pirata
(Fonte da imagem: Shutterstock)



A lista de itens amplamente falsificados ainda não acabou. Os fones de ouvido sejam talvez os acessórios mais visados pelos falsificadores. Bom, a essa altura não precisamos repetir que prestar atenção na embalagem, na qualidade do material e na aparência do equipamento é primordial, com especial destaque para imagens apagadas ou borradas e a falta de um plástico que a envolva.

Fora isso, infelizmente, não há muito que ser feito além de evitar produtos com preços muito abaixo dos encontrados em lojas confiáveis ou promoções com reduções consideráveis no valor na compra de duas ou mais unidades. O peso do produto também pode ser um parâmetro de comparação bastante palpável, principalmente para modelos que cobrem as orelhas.

Cartuchos de impressora


Por fim, é preciso ficar esperto na hora de adquirir cartuchos de tinta para a sua impressora. Usar um dispositivo de alimentação desqualificado pode fazer com que a impressão de um simples documento seja o motivo da inutilização do equipamento e, o que é pior, a perda da garantia.

O principal indicador de um cartucho pirata, assim como em outros produtos, é o preço muito inferior à média praticada no mercado. Outro sinal de falsificação bastante evidente é a entrega em embalagens sem marca. As fabricantes não distribuem seus produtos em caixas de papelão totalmente brancas ou marrons.

Como descobrir quando um celular, tablet ou outro produto é pirata
Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução/Google Play)

Observe ainda a presença de selos com relevo ou holografia. Etiquetas apáticas, muito simples e “estáticas” podem ser um sinal de pirataria. A HP, por exemplo, oferece ainda um QR Code de segurança, o qual pode ser conferido através de um aplicativo (SureSupply) para celulares.
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Com essas dicas, esperamos ajudar você a estar melhor preparado na hora de comprar seus equipamentos eletrônicos e acessórios, evitando gastar seu dinheiro indevidamente. Conhece outra forma de averiguar se um produto é genuíno? Então compartilhe seu conhecimento deixando um comentário.


Via: Tecmundo