Mostrando postagens com marcador STREAMING. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador STREAMING. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Universitários agora podem pagar meia no Deezer

O Deezer anunciou nesta terça-feira (16) um plano para estudantes universitários que oferece a modalidade Premium+ com 50% de desconto no Brasil, ou seja, com valor de R$ 8,45 por mês em vez de R$ 16,90. Com isso, o serviço acirra a competição com Spotify e Apple Music, que oferecem assinaturas para estudantes há algum tempo.
 
Há condições, é claro. Começa com o fato de que a “meia assinatura” só está disponível para universitários com idade entre 18 e 25 anos. Além disso, é necessário comprovar vínculo com a instituição de ensino por meio de cópia digital de carteira de identidade estudantil, atestado de matrícula ou comprovante de mensalidade, por exemplo. Os dados são enviados ao serviço SheerID para validação.

Deezer

Se a assinatura for aprovada, o usuário terá acesso aos mesmos recursos do plano Premium+ atual, como acervo com mais de 43 milhões de músicas, download de faixas e não reprodução de anúncios.

Na verdade, o novo plano está sendo ofertado como uma promoção válida por 12 meses e que pode ser renovada até três vezes (com novo envio de comprovação). Usuários que já têm plano Premium+ poderão usufruir do desconto, mas terão que cancelar a assinatura atual e fazer uma nova.



Via: tecnoblog

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Popcorn Time anuncia retorno oficial

O controverso serviço de streaming de filmes e séries de TV via torrent Popcorn Time está de volta oficialmente. O grupo de desenvolvedores remanescente confirmou através de seu blog que o app do serviço está novamente disponível no velho endereço e, dessa vez, não deve sofrer mais tantos “ataques legais”.
Uma associação norte-americana de produtores de filmes tinha entrado com um processo judicial contra o serviço e, por isso, o Popcorn Time esteve fora do ar nos últimos meses. Nesse meio tempo, vários impostores surgiram na web para disfarçar vários tipos de ameaças, isso sem contar alguns clones.
A postagem oficial no blog ainda comenta que alguns integrantes do grupo original de desenvolvedores estão agora trabalhando em uma “versão legal” do Popcorn Time chamada Butter.
Publicidade
Foi informado ainda que o modelo de desenvolvimento da plataforma vai mudar de foco: em vez de concentrar os esforços em inovação, o grupo dará mais atenção para a questão da “resiliência”, para evitar que outros problemas tirem a plataforma do ar novamente. Contudo, não se sabe até quando isso deve durar.
Via: Tecmundo

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Netflix não se preocupa em perder assinantes por bloqueio de VPN

Motivo de reclamações entre muitos usuários, a decisão do Netflix de apertar o cerco contra o uso de VPNs para assistir a conteúdos de outros países não é algo que tira o sono do serviço de streaming.
Durante um evento nesta semana para revelar o resultado financeiro do Netflix em 2015, o CEO Reed Hastings descartou qualquer impacto negativo para a empresa por conta da iniciativa.
“Acho que não veremos nenhum impacto. Sempre reforçamos o bloqueio de proxy com uma lista negra. Agora temos uma blacklist ampliada e melhorada. Por isso, não acho que veremos nenhuma grande mudança”, afirmou o executivo sobre uma possível perda de assinantes em consequência da novidade.
Além disso, Hastings defendeu que o pedido dos detentores dos conteúdos por restrições mais duras contra o acesso baseado em uso de VPN e outros “truques” é algo bastante razoável.
Por fim, o executivo destacou que a empresa trabalha para disponibilizar todo o seu conteúdo original de forma igual pelo mundo. Os assinantes da Índia, por exemplo, não podem assistir ao seriado House of Cards, com Kevin Spacey, por restrições da Sony Pictures.
Vale lembrar que o Netflix realizou uma expansão global agressiva no início de janeiro, lançando o serviço em mais 130 novos países. Com isso, a plataforma agora está disponível basicamente no mundo todo, em cerca de 190 países, com exceções pontuais como a China. 
A companhia revelou nesta semana que iniciou 2016 com mais de 75 milhões de assinantes pelo mundo.

Via: IDGNow

terça-feira, 30 de junho de 2015

Google lança rádio e entra no mercado de streaming gratuito

O Google lançou nesta terça-feira, através de sua plataforma de música em streaming Google Play, uma estação de rádio gratuita com publicidade, somando-se à disputa do mercado de música em streaming.
Cerca de um ano depois de ter comprado o site de música on-line Songza, a Google concebeu sua rádio em streaming seguindo o mesmo modelo: escutar música em função dos gostos, dos estados de ânimo ou da atividade do momento.
A Google lançou duas ofertas para este serviço que por enquanto só está disponível nos Estados Unidos.
A primeira, sem publicidade, se reservado aos assinantes do Google Play, que pagam 9,99 dólares por mês, sem ter que pagar nada a mais por esse serviço.
Os usuários que não assinam Google Play terão acesso gratuito à mesma rádio, mas com publicidade.
O serviço está disponível nas plataformas Android e iOS.
O novo serviço de rádio on-line chega para competir diretamente com outras rádios na internet, como Pandora e Sirius XM, além de serviços de música em streaming como Spotify e Apple Music, apresentado no início desse mês pela fabricante do iPhone.
No contexto do recente conflito entre a Apple e a cantora Taylor Swift sobre as condições de remuneração dos artistas em seu novo serviço de streaming, a Google deixou claro que os artistas cuja música seja transmitida em sua nova rádio on-line serão remunerados.
Esta rádio propõe uma nova maneira de encontrar música que lhes corresponda – e (dá) aos artistas outra oportunidade de receber uma remuneração”, afirmou a Google em seu blog oficial.
Vários atores disputam o ultracompetitivo mercado da música em streaming, como Deezer, Rhapsody, Rdio e Tidal.

Fonte Abert/Exame

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Deezer oferece 3 meses de assinatura Premium por R$3

Coincidência ou não, a Deezer anunciou uma promoção e tanto para a assinatura do seu pacote Premium no dia seguinte do anúncio do mais novo serviço de streaming do mercado, o Apple Music.
Até o final de junho, quem assinar o pacote Premium da Deezer vai pagar apenas 2,97 reais por três do serviço mais completo da empresa, que dá direito inclusive a ouvir músicas offline no celular.
Normalmente, o pacote Premium do Deezer custa 14,90 reais por mês, por isso o desconto especial é mais do que bem-vindo.
Vale notar que a promoção é válida apenas para novos assinantes do serviço. Para acessar a promoção, é preciso visitar essa página: http://try.deezer.com/winter-br/

Via: IDGNow

quinta-feira, 21 de maio de 2015

YouTube mira streaming de games ao vivo com novas mudança


As novas mudanças implementadas pelo YouTube podem estar relacionadas com o fracasso do negócio de aquisição do Twitch.tv. Analistas davam como certo a compra do serviço de streaming de jogo online pelo Google. Entretanto, o site de vídeos anunciou que agora suporta streaming ao vivo em 60 quadros por segundo, com resoluções de 1080 e 720p - detalhes que agora colocam o YouTube em pé de igualdade com o Twitch.tv.

Alguns rumores já indicavam que o Google pretendia imergir no ramo de transmissões ao vivo de jogos online, e esse é o indicador mais forte de que o Google pretende mesmo invadir o nicho onde o Twitch.tv ganhou projeção.


Fontes ligadas ao site Ars Technica também dizem que o Google está trabalhando em parceria com empresas de desenvolvimento de jogos online, como Elgato e XSplit. Usando as palavras do próprio Google ao se referir aos melhoramentos que ainda virão na plataforma de vídeo: "Fique atento para mais novidades do YouTube em breve."

Há ainda alguns problemas antes que o YouTube possa de fato tomar o posto do Twitch. O principal deles é o controle de conteúdo protegido por direitos autorais mais rígido, que pode fazer com que uma transmissão online seja derrubada automatica e imediatamente ao perceber que se trata de material protegido.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Spotify oferece 3 meses de assinatura premium por R$2 para brasileiros

O serviço de streaming Spotify anunciou uma promoção agressiva para comemorar o seu primeiro ano no mercado brasileiro. Basta acessar o site oficial da empresa para visualizar uma mensagem com o desconto.
Pela iniciativa, é possível assinar três meses do Spotify Premium, que não traz anúncios e permite baixar músicas no smartphone, por apenas 2 reais – normalmente, a mensalidade do pacote sai por 15 reais.
Vale notar que o valor promocional só é válido para usuários que nunca usaram e/ou testaram a versão premium da plataforma.
O Spotify concorre com empresas como Deezer, Napster e Rdio no mercado brasileiro de streaming de músicas.

Via: IDGNow

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Serviço de streaming de músicas do Google chega ao Brasil

Google Play Music: serviço rodando em um Galaxy S5

Nesta segunda-feira o Google lança o seu serviço de streaming de músicas no Brasil. O Google Play Music chega por aqui com uma parceria com a Samsung. Compradores de novos dispositivos da fabricante sul-coreana serão os primeiros a poder utilizar o Play Music.

A partir de hoje, quem comprar um dos aparelhos selecionados da Samsung (são eles o Galaxy S4, qualquer aparelho da família Galaxy S5 ou o Galaxy Tab S) ganhará seis meses de acesso grátis ao serviço.

A partir do dia primeiro de novembro, clientes mais antigos da Samsung também serão agraciados com três meses de uso grátis. Vale ressaltar que os clientes, no entanto, não ficarão presos aos seus dispositivos, é possível usar o Play Music no navegador do computador, nesta página.

Com o lançamento, o Brasil é o 44º país do mundo a receber o serviço (hoje, o Uruguai também passa a ter acesso — completando 45 países com o Google Play Music).
De acordo com uma pesquisa da Samsung, 96% dos donos de smartphone usam o aparelho para ouvir músicas. O Music, portanto, vem como complemento para o ecossistema da Samsung.

Recentemente a Samsung lançou o Milk, seu próprio sistema de streaming de músicas, no exterior. De acordo com a Samsung, não existem planos para que o Milk seja lançado no Brasil.

O Google Play Music
No anúncio do lançamento do serviço no Brasil para a imprensa, um executivo do Google afirmou que o serviço eventualmente estará disponível a todos os usuários de Android. “Ainda não temos uma data, nem o preço da assinatura, mas ele deve chegar a todos os usuários até o final do ano”, disse Ady Harley, diretor de parcerias musicais da Google Play.
O Google Play Music entrará em um campo disputado. Recentemente, o Spotify começou a atuar aqui no Brasil. O mercado brasileiro ainda conta com outras empresas como o Rdio e o Deezer — entre muitas outras.

O serviço do Google, no entanto, apresenta algumas diferenças. Após o pagamento da assinatura, o usuário pode armazenar músicas próprias no serviço.

“O Google Play Music não tem The Beatles, mas eu tenho todos os CDs. Depois de ripar um disco e mandar para a sua nuvem, aquelas músicas estarão disponíveis na sua conta do Google Play Music”, explicou Harley.

Cada usuário pode armazenar 20 mil músicas. Elas podem ser de qualquer tamanho — uma faixa em FLAC, sem perda de qualidade, conta como um MP3 de baixa qualidade. O serviço também é capaz de reconhecer músicas e listas da iTunes, por exemplo.

A integração com a conta do Google ainda traz outros benefícios. O serviço aprende o gosto do usuário não apenas com as músicas ouvidas no sistema, mas também com vídeos vistos no YouTube.

"Estamos trabalhando nesse lançamento desde novembro de 2012. Precisamos de tempo para garantir que a oferta de música local estivesse à altura da música brasileira", afirou Harley.

O fato de ser um produto do Google já faz com que ele saia na frente de serviços de outras empresas, como o Spotify (que não era tão conhecido no Brasil). Até o final do ano ele estará largamente disponível por aqui. Com o preço final divulgado, será possível saber se ele será um sério competidor desse mercado.


Via: Exame

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Netflix culpa Verizon por lentidão no carregamento de vídeos

Netflix
O Netflix está avisando os consumidores norte-americanos que a Verizon e outras operadoras são culpadas pela lentidão no carregamento de vídeos de seu serviço, enquanto a companhia pressiona para evitar ter de pagar por uma entrega mais rápida de seus filmes e séries de TV.
O Netflix tem pressionado a Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos para acabar com os acordos nos quais as operadoras recebem recursos das provedoras de conteúdo de Internet para oferecer velocidade mais rápida.
A FCC planeja autorizar esse tipo de acordo, e a regra sobre o tema, que trata do princípio denominado "neutralidade de rede", está em processo de consulta pública e sugere que as empresas de conteúdo devem ser autorizadas a fechar acordos "comercialmente razoáveis" com as provedoras de banda larga para priorizar seu tráfego.
"A rede da Verizon está lotada neste momento", disse o Netflix em comunicado enviado a alguns clientes quando o vídeo está carregando.
A empresa está enviando mensagens semelhantes a clientes norte-americanos de outras provedoras de banda larga quando as redes estão congestionadas, disse o porta-voz do Netflix, Jonathan Friedland, nesta quarta-feira. O teste começou em meados de maio e está atingindo algumas centenas de assinantes.
O porta-voz da Verizon, Robert Elek, disse que os alertas são uma "artimanha de Relações Públicas".
"Estamos investigando essa alegação, mas parece incorreta e pode confundir as pessoas", disse Elek.
Em abril, o Netflix fechou um acordo financeiro com a Verizon por entrega de banda larga mais rápida para seus filmes e séries de TV, mas o plano não foi totalmente implementado. A Verizon está trabalhando em sua arquitetura e espera melhoras em 2014, disse uma fonte com conhecimento do acordo.

Via: INFO

domingo, 10 de novembro de 2013

R.I.P videolocadora: Blockbuster fecha todas as suas lojas nos EUA

O velho logotipo azul e amarelo da Blockbuster, que há nove anos ocupava a fachada de mais de 9 mil lojas de aluguel de vídeo por todo os Estados Unidos, não resistiu ao tsunami da internet. A Dish Network, grupo que comprou a Blockbuster em 2011 em um leilão de falência, anunciou nesta quarta-feira que está fechando as 300 locadoras que sobraram.
Quando comprou a empresa, em 2011, a Dish anunciou que ainda acreditava no valor da marca e que iria usá-la de várias maneiras, mas uma delas certamente não será feita de tijolos e cimento. Além das locadoras, os centros de distribuição de DVDs por correio também serão desmantelados.
É a rendição final à guerra travada contra a internet, nesse caso representada pelo envelope vermelho da sua mais feroz concorrente, a Netflix. Em declaração oficial, o CEO da Dish, Joseph P. Clayton, comenta que "não foi uma decisão fácil, mesmo sabendo que a demanda dos consumidores está se movendo para a distribuição do vídeo em formato digital". Segundo ele, "apesar de fecharmos as lojas físicas, continuamos a ver valor na marca e esperamos usá-la para elevar nossa oferta de produtos digitais".
A Dish ainda oferece um serviço de streaming de filmes chamado Blockbuster @Home, oferecido para seus assinantes de TV via satélite; e um serviço online chamado Blockbuster On Demand que concorre com a iTunes Store e diz que vai manter ambos.
Quando comprou a Blockbuster em 2011, a empresa ainda encontrou cerca de 1,7 mil locadoras em funcionamento, mas muitas foram fechadas logo depois. Segundo a empresa, cerca de 50 locadoras com o logotipo da Blockbuster ainda estarão em operação por conta de uma rede de franchise.
Via: IDGNow

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Brasileiros consomem cada vez mais vídeo em dispositivos móveis

Os hábitos mudaram e as pessoas querem consumir conteúdo onde, como e quando quiserem. Os maiores responsáveis são as tecnologias móveis - somando o crescimento do uso de tablets e smartphones com a disponibilidade de conexões de banda larga móvel. As vendas de smartphones cresceram 46,5% no segundo trimestre de 2013 no Brasil, ultrapassando pela primeira vez o número de celulares analógicos vendidos.

Que conteúdos são consumidos? Como são consumidos? E que importância tem o vídeo nesse contexto? Confira o infográfico com dados de mercado compilado pelo blog da Samba Tech. 




Via: IDGNow

domingo, 18 de março de 2012

Crackle, site de streamings gratuitos da Sony, chega ao Brasil

A Sony lançou no Brasil o Crackle, serviço de streaming de filmes e séries. Ele não concorre com a Netflix, Netmovies nem TVs por assinatura: a proposta é outra.

Crackle

O Crackle é totalmente gratuito. Ou melhor, indiretamente: ele ganha com publicidade. Isso significa ter que assistir a comerciais antes e durante os vídeos. E os títulos... Bem, os títulos são antigos, não dá para esperar muita coisa.

Para quem quer rever algo sem compromisso pode valer a pena, já que não é preciso desembolsar dinheiro algum.

De acordo com a Veja ele deve ter cerca de 150 obras, contando atualmente com 100. Elas poderão ser trocadas de tempos em tempos, atualizando o menu provavelmente a ritmo semanal (excluindo os vídeos mais velhos). Entre os títulos disponíveis por aqui estão Men in Black, Bad Boys, Hellboy, Stealing Havard, In the Line of Fire e Hollow Man.

O Crackle já existe nos Estados Unidos há um bom tempo mas não é muito diferente do apresentado aqui. No nacional alguns materiais estão dublados e outros com legenda. A qualidade dá conta para PCs mas decepciona em TVs, afinal são oferecidas apenas opções de 360 e 480p.

Se quiser conferir, veja em www.crackle.com.br

Via: Hardware