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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Snapchat dá pista de novos investimentos em tecnologia 3D

A abertura de novos postos de trabalho no Snapchat dá indícios de que o aplicativo pode estar se preparando para lançar novos recursos em 3D para o Spectacles . As vagas são para diversas ocupações relacionadas à tecnologia, como animação e captura de performance em vídeo.

A ação da Snap, desenvolvedora da rede social, vai ao encontro de outras movimentações no mesmo sentido ocorridas em 2016, que incluem a compra de outras empresas e startups com produtos voltados à criação de objetos tridimensionais, além do lançamento dos óculos.
Óculos do Snapchat não transmite em HD por Bluetooth (Foto: Divulgação/Snap) (Foto: Óculos do Snapchat não transmite em HD por Bluetooth (Foto: Divulgação/Snap))
Óculos do Snapchat Spectacles (Foto: Divulgação/Snap)
Os postos de trabalho abertos pela Snap, a princípio, seriam para pesquisas, embora também haja vagas para trabalho em 3D em produtos como o Lenses. O recurso específico que estaria sendo criado ainda não foi revelado, mas as descrição das vagas aponta que a pessoa contratada terá um “papel importante em como o Snapchat vai contar histórias visuais”.
O objetivo do Snapchat, a longo prazo, seria o de se tornar líder do mercado nos campos de visão de computadores e realidade aumentada, as tecnologias que tornam possível produtos como o Lenses e os emojis móveis.
Uma das possibilidades é que o novo recurso do aplicativo esteja relacionado à captura de movimentos, uma técnica usada para que as ações de atores possam ser transmitidas para modelos tridimensionais — comum em filmes de animação. O que incluiria a modelagem para roupas, acessórios e objetos.
Novos recursos do Snapchat podem incluir tecnologias em 3D (Foto: Divulgação/Snapchat)
Novos recursos do Snapchat podem incluir tecnologias em 3D (Foto: Divulgação/Snapchat)
 
O interesse do Snapchat em criar personagens virtuais surgiu no início de 2016, quando a desenvolvedora comprou a Bitstrip, uma startup canadense responsável pelo app BitMoji e a equipe responsável pelo Seene, um programa que permite a criação de selfies tridimensionais.
O movimento é similar ao que ocorreu antes do lançamento do Spectacles, quando o Snapchat contratou diversos profissionais que já trabalharam em projetos de realidade aumentada e em produtos como o Google Glass.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

GE usa impressoras 3D para mudar futuro da criação de eletrodomésticos



A empresa americana GE assinou uma parceria com a fabricante de impressoras 3D Stratasys para modificar o futuro da criação e comercialização de eletrodomésticos e acessórios. Com a ajuda da empresa de design Local Motors, a GE Appliances criou a FirstBuild, uma empresa afiliada ao grupo que vai desenvolver um novo modelo de prototipagem de dispositivos.
 
O plano é usar estratégias de crowdsourcing para coletar idéias (design e conceitos) e então utilizar estudantes de engenharia da Universidade de Louisville que, trabalhando com impressoras Stratasys 3D na "micro fábrica" da FirstBuild vão criar protótipos rapidamente e testar conceitos.
 
A FirstBuild criou uma comunidade global online na qual qualquer pessoa pode se registrar e apresentar idéias, . A FirstBuild já anunciou alguns "desafios" para obter da comunidade idéias para melhorar produtos atuais ou criar novos, como por exemplo o desafio da churrasqueira indoor, que teve três projetos escolhidos (na foto, o segundo lugar).
 
A FirstBuild vai então fabricar e vender essa nova geração de "potenciais produtos" por meio do seu website ou através de uma loja de varejo da região. "Se o produto decolar, ele pode entrar no processo de produção em massa nas fábricas da GE", diz a porta-voz da GE, Kim Freeman. "A FirstBuild foi criada para fazer centenas de diferentes produtos, e não centenas de milhares de produtos."
 
"Há idéias que as pessoas simplesmente publicam e que crescem organicamente na comunidade", diz Freeman.
 
Natarajan Venkatakrishnan, diretor da FirstBuild e Advanced Technologies para a GE Appliances, diz que o programa de prototipagem em 3D também dará aos estudantes de engenharia da Universidade de Louisville e outros profissionais envolvidos com o uso dos equipamentos "uma vantagem significativa no campo da tecnologia."
 
Gilad Gans, presidente da Stratasys North America, declarou que a possibilidade de entrar no cenário da inovação em equipamentos por meio do modelo da FirstBuild "é muito promissor".
"Essa é uma oportunidade sensacional de ajudar a revolucionar o jeito como as coisas são criadas e fabricadas. Trata-se de um ambiente de inovação aberta onde os usuários da FirstBuild serão capazes de usar tecnologia de ponta para acelerar as fases de desenvolvimento de produtos e criar produtos reais", diz o executivo.
 
 
Via: IDGNow

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Amazon cria loja online para vender produtos impressos em 3D

A Amazon (NASDAQ: AMZN) anuncia hoje o lançamento de uma loja online especializada em produtos impressos em 3D, a 3D Printed Products store. O espaço é um marketplace que dá aos consumidores acesso a mais de 200 produtos únicos que podem ser impressos em 3D sob demanda.

Os produtos podem ser personalizados e o consumidor pode escolher material, tamanho, estilo e variações de cor e personalizar incluindo texto ou imagens. A nova loja é um dos maiores espaços para descobrir produtos 3D e oferece ferramentas de busca, funcionalidade de preview em 3D e um widget para personalização dos produtos.

A lista inicial de produtos inclui acessórios de moda, brinquedos, objetos de decoração e bijuterias. "O lançamento da nossa loja 3D aponta para uma mudança no varejo online, na qual a fabricação poder envolver uma nova experiência imersiva para o consumidor, um estoque dinâmico e a oportunidade de realmente personalizar o produto", diz Petra Schindler-Carter, diretora de vendas da Amazon Marketplace Sales.

A nova loja vai oferecer modelos fáceis de customizar e recursos para avaliar o resultado antes de fazer a encomenda final. O recurso de preview em 3D permite ver um modelo virtual do produto personalizado e rotacionar em 360 graus para conferir todos os ângulos.

Depois de aprovado pelo comprador, o produto é impresso por demanda pelo fornecedor e enviado diretamente ao seu dono. "A compra online será redefinida pela impressão em 3D. Quando levamos em consideração o investimento necessário para fabricar produtos, a impressão 3D oferece uma alternativa de custo com opções ilimitadas de customização", diz Clément Moreau, CEO e co-fundador da Sculpteo, empresa que tem escritórios em São Francisco e Paris.

A loja também oferece oportunidade para que designers vendam seus produtos no modelo de impressão por demanda. Nesse caso, designers e fabricantes interessados podem visitar uma página específica da Amazon para se cadastrar.


Via: IDGNow

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Serviço online cria miniatura de pessoas com impressão 3D

Link permanente da imagem incorporada

Uma empresa no Brasil criou um serviço online para quem quiser miniaturas que reproduzem o rosto de qualquer indivíduo. Os bonecos encomendados no site Petit.Me são feitos com impressoras 3D a partir de fotos da pessoa desejada -- até o jogador Neymar pode servir de modelo. Veja outros objetos feitos com impressoras 3D


Via: uol


















segunda-feira, 7 de abril de 2014

Peças de smartphone modular do Google chegam em 2015 via impressoras 3D

Partes no estilo peças de Lego que vão formar os blocos do Project Ara, do Google, serão produzidos por meio de impressoras 3D e serão enviadas a tempo do lançamento de smartphones personalizáveis no começo de 2015.
Com o Project Ara, herança da Motorola, o Google está tentando fornecer um smartphone configurável em que os usuários podem adicionar os recursos de hardware desejados ao anexar partes modulares. Os consumidores terão um case de telefone vazio e vão inserir componentes na parte traseira dele. Por exemplo, eles podem trocar uma câmera por uma bateria extra para usar o aparelho por mais tempo.
A 3D Systems vai fabricar as partes plásticas, incluindo o circuito interno, segundo o presidente e CEO da empresa, Avi Reichental, que falou sobre o assunto nesta semana durante a conferência Inside 3D Printing em Nova York. A companhia também poderá imprimir designs customizados nas superfícies dos blocos para dar aos usuários o visual que eles querem, afirmou o executivo.
O Google está trabalhando com outra empresa em um aplicativo que os consumidores poderão usar para criar a arte do seu telefone, segundo uma apresentação do Google durante a keynote de Reichental. 
A videoconferência em questão também mostrou o Google experimentando com uma versão do Android para o telefone Ara. A equipe do projeto estava testando apps e drivers Android para o telefone, que estava conectado a uma placa de desenvolvimento que tinha um processador de aplicações.
As impressoras 3D vem sendo usadas para criar produtos tão simples como brinquedos e tão complexos como partes usadas em motores de aeronaves. Mas adicionar finas camadas de metal, que seriam necessárias para produzir as partes eletrônicas internas de um telefone, tem sido um desafio. Apenas algumas poucas impressoras 3D caras podem combinar plástico e metais de tamanho pequeno no processo.
Reichental afirmou que o trabalho da sua empresa com o Google vai ajudar a superar os desafios desse tipo de impressão.
O Project Ara não sera um substituto para os smartphones atuais, mas representa uma boa oportunidade para a impressão 3D, afirma o analista principal da Tirias Research, Jim McGregor.
O smartphone “faça você mesmo” será bom para o desenvolvimento e criação de protótipos de futuros aparelhos móveis, e para demonstrar as capacidades da impressão 3D, afirmou. “Para a comunidade de fabricantes, para a comunidade de aritstas, para os aplicativos de nicho, será algo enorme”, afirmou McGregor.

Via: IDGNow

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Homem tem rosto reconstruído com impressora 3D após quebrar ossos da face

  • Antes e depois de John Felton, que teve o rosto reconstruído com elementos feitos em impressora 3D
    Antes e depois de John Felton, que teve o rosto reconstruído com elementos feitos em impressora 3D
O britânico John Felton, 27, estava de férias em Barcelona (Espanha), quando caiu de cabeça da varanda do hotel onde estava. Felton quebrou quase todos os ossos do seu rosto. Ele está passando por um processo de reconstrução de face que usa "peças" confeccionadas em impressoras 3D. As informações são do tabloide britânico "Daily Mail".
Após o acidente, Felton voltou para o Reino Unido e foi levado para o hospital Queens Medical Centre de Notthingham. Lá, ele foi submetido a uma cirurgia que durou 14 horas. Durante o procedimento, os médicos precisaram redefinir quase todos os seus ossos para a posição devida.
Segundo o "Daily Mail", nessa semana Felton deixou o hospital e pôde voltar para sua casa em Beechdale, em Nottingham.
"Eu não me recordo exatamente da queda, apenas que caí de uma cadeira. Estava tentando ter uma boa visão da cidade [Barcelona] e eu devo ter tropeçado em algo, que me levou até a varanda. Tudo que lembro é que caí de uns quatro andares em uma garagem de concreto", disse Felton.
Daren Forward, que trabalha no hospital Queens Medical Centre, disse que Fenton quebrou quase todo o seu rosto. "A face parecia uma zona deformada da cabeça dele. No entanto, cérebro, peito e o abdômen dele não foram gravemente feridos", afirmou.
Fenton tem feito fisioterapia semanalmente para ajudá-lo a voltar a caminhar e a ter os movimentos da face.


Via: uol

sexta-feira, 21 de março de 2014

Impressora 3D da HP será lançada em junho

HP informou, que vai anunciar sua primeira impressora 3D em junho de 2014. A empresa vai usar estratégias como preço, velocidade e qualidade para conquistar uma fatia desse mercado.
Meg Whitman, CEO da HP, anuncia que a empresa está investindo pesado na impressão 3D e vai anunciar sua primeira impressora em junho (Foto: Reprodução/Pocket-lint)Meg Whitman anuncia que a HP está investindo pesado na impressão 3D (Foto: Reprodução/Pocket-lint)


























De acordo com a CEO  da empresa, Meg Whitman, as fabricantes de impressoras 3D enfrentam dois desafios. Um deles diz respeito à lentidão das impressões: “É como assistir derretimento do gelo”, disse ela. O outro seria sobre a qualidade do produto.
“Acreditamos ter resolvido esses dois problemas e vamos fazer um grande anúncio de tecnologia em junho sobre como vamos abordar isso “, disse Whitman em uma conferência de acionistas da HP. Nesse mês, a empresa deve anunciar o produto, mas não necessariamente irá lançá-lo.
O público-alvo da impressora desenvolvida pela HP são as empresas, por acreditar que há uma maior demanda por sistemas capazes de imprimir protótipos e produtos acabados. Para os consumidores, o plano inicial da fabricante é de lançar uma experiência de impressão 3D feita a partir de um serviço de provedor, através do qual seria possível enviar os trabalhos para serem impressos.


Via: Techtudo

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Agora vai: impressão 3D de doces

De vez em quando me acusam de implicar com determinadas tecnologias. É injusto. Eu amo tecnologia, mas como não tenho pretensões clericais, espero a tecnologia atingir um mínimo de amadurecimento antes de colocar as mãos nela.
Carros elétricos por exemplo, ainda são extremamente caros, e não resolvem o problema principal, que é de onde vem a energia. Impressoras 3D no futuro tornar-se-ão algo essencial, mas no momento servem pra dar dinheiro a lojas que vendem armários e prateleiras, onde aquele monte de quinquilharias de prástico ficarão guardadas.
Ah, mas dá pra fazer peças de avião em 3D” sim, numa CNC de US$ 250 mil.
Agora surgiu um nicho BEM legal, que mistura arte, gula impressões 3D. É o pessoal do Sugar Lab, que criou a ChefJet, uma impressora 3D que utiliza açúcar e água para produzir coisas lindas como esse sei lá o quê aí de cima.
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A ChefJetPro imprime inclusive com corantes, e tem resolução pra fazer, como você vê na foto acima, uma esfera dentro de um cubo.
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Não é lindo? E ela faz formas complexas também.
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É como comer uma equação!
Agora, a paulada. A ChefJet custa US$ 5.000 e a ChefJetPro, sairá por uns US$ 10 mil. Se quiser experimentar, um pacote com 12 (DOZE, DOUZE, DO-ZE) cubinhos custa… US$ 36,00. Provavelmente é feito com açúcar colombiano.

Via: Meiobit

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Impressora da 3D Systems é capaz de criar objetos em açúcar e chocolate

A 3D Systems, primeira empresa a apresentar uma impressora 3D para o consumidor doméstico, anunciou durante a CES 2014 uma nova família de máquinas composta por seis modelos que começarão a chegar às lojas a partir do segundo trimestre deste ano. 
A Cube3 custará US$ 1.000 e pode imprimir em 25 cores diferentes usando filamentos de plástico ABS ou de PLA, um material biodegradável à base de milho. Cada camada no objeto impresso pode ter de 75 a 200 microns de espessura, e os objetos podem medir até 15 cm.
Já a nova CubePro custa menos de US$ 5.000 e também imprime em ABS e PLA, mas pode produzir objetos medindo até 27,4 x 26,4 x 24,1 cm. A impressora também tem um “modo rápido” que imprime camadas com espessura de 350 microns mas é 75% mais rápido do que no modo normal, com camadas de 200 microns.
A  empresa também anunciou a CubeJet, que também custará menos de US$ 5.000 e imprime em qualquer cor e com alta resolução. É voltada a pequenas empresas, profissionais e educadores, e usa o sistema ColorJet Printing (CJP), proprietário da 3D Systems. A CJP é uma tecnologia de manufatura aditiva que usa um material em pó espalhado em finas camadas sobre a bandeja de impressão com um rolo. Depois que cada camada é espalhada, uma cabeça de impressão deposita precisamente um adesivo colorido sobre o pó, fazendo com que ele se solidifique. O processo é repetido, camada por camada, até o objeto estar pronto.
A 3D Systems também lançou a CeraJet, que usa pó cerâmico em cartuchos, como nas impressoras jato de tinta, que é combinado com um adesivo durante a impressão. O resultado são peças que “tem a mesma resistência de qualquer outra cerâmica e irão durar 30 mil anos”, diz Andrew Jeffery, um diretor na 3D Systems.
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Um bule de cerâmica impresso na CeraJet

A impressora é pouco maior que uma máquina de lavar, será vendida por menos de US$ 10 mil e foi projetada para pequenos fabricantes e outras empresas que querem criar protótipos ou produtos em pequena escala. Um bule de cerâmica como o da foto acima pode ser impresso na CeraJet em cinco horas.
Além das novas impressoras a 3D Systems tem um novo scanner 3D chamado iSense, que custará US$ 499. Conectado a um iPad, ele permite que os usuários capturem objetos em 3D e transfiram os resultados imediatamente para um computador. Os modelos resultantes podem ser compartilhados em um site da empresa na internet, o Cubify.com.
É de comer?
Mas a impressora 3D mais interessante da empresa é a ChefJet, que pode imprimir doces. Há duas versões, a ChefJet, que custará menos de US$ 5.000 e pode produzir objetos de até 20,3 x 20,3 x 15,2 cm, e a ChefJet Pro, que custará menos de US$ 10.000, é do tamanho de uma máquina de lavar e pode produzir objetos de até 25,4 x 35,5 x 20,3 cm.
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Balas de açúcar colorido impressas na ChefJet

Ambas as impressoras usam um material à base de açúcar com sabores como baunilha, menta, maçã verde, cereja e melancia. Também há um material que é como chocolate. Com elas é possível produzir decorações de bolos e doces personalizados.

Via: IDGNow

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Tcheco inventa caneta 3D capaz de desenhar no ar



David Paskevic, estudante de eletrônica da República Tcheca, criou uma caneta 3D capaz de escreve no ar, afirma a agência estatal de notícias da Alemanha, Deutsche Welle (DW). Batizada de 3Dsimo, ela é a terceira caneta 3D desenvolvida no mundo, mostrando que o setor das cópias tridimensionais, do qual as impressoras 3D são hoje o maior expoente, segue na infância.
"Se você quer diversão, desenhar um modelo por prazer, para isso serve a 3Dsimo", afirma David Paskevic, estudante de eletrônica da República Tcheca à equipe da DW. "A imaginação é o limite", diz o jovem cientista.
A caneta derrete o plástico, formando uma espécie de "tinta" que seca ao entrar em contato com o ar. Assim é possível desenhar modelos de plástico em uma superfície plana, mas também no próprio ar.
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Segundo Paskevic,a primeira caneta 3D que se tem notícia, chamada de 3Doodler, foi criada em Boston, e a segunda foi desenvolvida na China. As duas trabalham com plásticos ABS e funcionam com temperatura e velocidade fixas.
"O grande avanço da nossa caneta é que ela escreve no ar com bioplásticos, como ácido poliláctico (PLA), e também com termoplásticos, como acrilonitrila butadieno estireno (ABS), além de poder ser abastecida com qualquer outro material plástico", afirma o pesquisador.
Isso é possível porque a 3Dsimo permite o ajuste da temperatura entre 0 e 260 graus Celsius. Assim pode ser abastecida por materiais plásticos que tenham pontos de fusão diferente.
As canetas ainda não estão disponíveis em larga escala no mercado, mas já é possível comprá-las pela internet. A americana 3Doodler, por exemplo, está sendo vendida no site de crowdfunding Kickstarter, enquanto a 3Dsimo pode ser achada no site Indiegogo. Em ambos os casos, o período de espera para receber o produto é de quatro meses.






Via: IDGNow

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Pesquisadores dos EUA fabricam alto-falantes com impressora 3D

Pesquisadores da Universidade de Cornell, em Nova York (EUA), fabricaram com sucesso um alto-falante usando uma impressora 3D. O trabalho deles representa uma das primeiras tentativas que um dispositivo eletrônico completo pode ser impresso do zero para um produto realmente funcional.
Como o seu nome sugere, uma impressora 3D é capaz de imprimir em três dimensões, colocando uma camada além da impressão plana bidimensional a qual estamos acostumados. Ao invés de tinta, o equipamento utiliza materiais como o plástico. Os desenvolvedores acreditam que, um dia, ela poderia permitir que as pessoas imprimissem pequenos produtos, componentes e dispositivos em casa. 
O corpo de plástico do alto-falante, a bobina condutiva, e o ímã foram todos impressos por uma "Fab@Homes" na universidade.
A Fab@Home é uma impressora de pesquisa que foi desenvolvida por dois estudantes da Cornell para ajudar os pesquisadores a realizarem experimentos com a impressão 3D.
Um dos desenvolvedores, Apoorva Kiran, um estudante de pós-graduação em engenharia mecânica, trabalhou com seu colega Robert MacCurdy no alto-falante.
A capacidade de imprimir componentes como alto-falantes usando uma impressora em casa é uma das promessas do futuro da tecnologia da impressão 3D, mas ainda não está disponível.
As impressoras convencionais não são adequadas para esse tipo de impressão e muitas impressoras 3D que estão apenas começando a chegar ao mercado não tem a capacidade de imprimir usando materiais diferentes. 
A fabricação de um único dispositivo também requer a seleção de materiais que funcionam bem em conjunto, de acordo com a Cornell. A bobina condutiva, cobre, e plástico que saem da mesma impressora exigem diferentes temperaturas e tempos de secagem, ele disse.
As descobertas sobre a impressão 3D ainda estão em seus estágios iniciais.
Um relatório recente da Gartner previa que o mercado de impressoras 3D de até 100 mil dólares vai crescer 49% este ano, chegando a 56.507 unidades. Para 2014, a empresa de análises espera que o mercado salte cerca de 75%, alcançando pouco mais de 98 mil unidades e que as vendas quase dobrarão de novo em 2015.

Via: IDGNow

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Armas feitas com impressora 3D explodem em teste feito nos EUA


A Agência de Alcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF) liberou nesta semana vídeos de testes com armas de plástico feitas com impressoras 3D que mostra algumas delas explodindo no primeiro tiro. As explosões podem machucar os usuários, de acordo com os testes.
Um vídeo em câmera lenta captura uma arma feita via impressoras 3D explodindo na hora de disparar o primeiro tiro.

A ATF vem testando armas feitas com materiais plásticos comuns via impressoras 3D no último para determinar o nível de segurança delas.
Os especialistas em armas de fogo da ATF testaram uma arma 3D criada por polímeros da VisiJet. A arma explodiu de forma contínua no primeiro tiro.
As armas feitas com um dos dois termoplásticos testados, um polímero da VisiJet, nunca duravam mais do que um tiro antes de explodirem. O outro material, ABS, podia produzir uma arma que disparasse oito tiros sem nenhum incidente.
Os agentes interromperam os disparos após oito balas, de acordo com um porta-voz da ATF.
“Depende do material assim como da qualidade da impressora. As duas variáveis contam”, explica o porta-voz.
No entanto, o porta-voz não identificou quais as impressoras 3D usadas nos testes nem quais os arquicos CAD que foram baixados para criar essas armas citadas acima.
Vale notar que uma das armas testadas se parece com a The Liberator, que é a primeira arma feita via impressora 3D (veja vídeo abaixo) . Ela foi criada por Cody Wilson, da Defense Distributed, que defende a liberação desses tipos de armamentos para a população em geral.





Via: IDGNow

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Impressoras 3D futuristas são configuradas para "imprimir" alimentos

Já imaginou se você pudesse imprimir a sua própria comida? O criativo Pablos Holman já. O cientista trabalha na empresa Intellectual Ventures Laboratory, em Washington D.C., onde ele e outros especialistas da área estudam formas de "imprimirem" seus próprios alimentos. 

O inventor acredita que, em um futuro não muito distante, poderemos adaptar a nossa dieta com alimentos próprios para o nosso metabolismo - e imprimi-los poderia ser uma baita ajuda para nos mantermos na linha. 

A chamada "comida de impressão" foi um tema abordado por Holman durante a conferência Inside 3D Printing Conference, que aconteceu na semana passada. A ideia do inventor lembra bastante aquelas pílulas que vemos em desenho animado, que se tranformam em um belo hambúrguer quando adicionada uma gotinha de água - só que um pouco mais elaborada.

As impressoras seriam equipadas com cartuchos de toners preenchidos com alimentos liofilizados em pó - o que daria a possibilidade de incluir todos os tipos de produtos nutritivos em uma única refeição e em quantidades suficientes. 

Um pouco de água, então, é adicionada durante o processo de impressão e o alimento pode ser produzido do modo que o consumidor mais gostar (incluindo os formatos atualmente conhecidos, como pedaços de brócolis ou mesmo um belo cachorro-quente).

Dependendo do cliente, os pixels de comida utilizados para imprimir a refeição poderiam conter até mesmo doses de medicamentos diários. Além disso, o equipamento poderia programar a quatidade de comida que o indivíduo consome com precisão - o que evitaria o desperdício.

"A refeição é personalizada para você. Ela evita alérgenos e injeta seus remédios", disse Holman. "Ela sabe o que você comeu antes. Nós correlacionamos os efeitos sobre a saúde de sua dieta pela primeira vez na história. Ela faz uma refeição que entende quem você é."

Outros futuristas também apostam na ideia de imprimir alimentos. O CEO da empresa de impressão 3D Systems, Avi Reichentall, já desenvolveu um método para agradar olhos e paladar com suas impressões digitais. As impressoras de Reichentall podem ser configuradas para produzir produtos derivados do açúcar - de bolos a doces em geral.

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Exemplos de torrões de açúcar e bolos impressos em 3D
E as ideias não param por aí. "Estamos trabalhando em uma impressora de chocolate. Quero uma impressora de chocolate na minha cozinha. Quero que seja tão legal quanto uma máquina de café", disse Reichentall. "Nós já temos açúcar impresso em 3D. Vamos trazer para chefs e confeitos e padeiros toda uma gama de novos recursos de impressão de açúcar."

Via: IDGNow

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Arma feita com impressora 3D vira obra de arte em Londres


 
Apesar de muita gente (principalmente governistas) ter encarado o surgimento de armas criadas com impressoras 3D como uma ameaça, tem quem veja beleza nelas. Tanto que o museu Victoria & Albert, de Londres, anunciou no domingo, 15, ter comprado alguns dos primeiros modelos da Liberator para exibir em uma exposição.

As armas foram adquiridas por um valor não revelado junto ao texano Cody Wilson, que chamou a atenção em maio quando apresentou a Liberator - projeto de sua empresa, a Defense Distributed.

Em nota, o V&A declarou que as peças ficarão em exibição durante o Festival de Design de Londres, que ocorre entre 14 e 22 de setembro. São dois protótipos, um modelo desmontado e uma série de itens de arquivo.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Estúdio usa 60 câmeras e impressora 3D para criar réplicas de pessoas

Se você é ridiculamente fotogênico, está passando por Fort Worth (Texas), tem 30 minutos e alguns dólares para gastar, então talvez você deva visitar o estúdio Captured Dimensions para ter uma estatueta 3D de si mesmo.

O Captured Dimensions visa captar a sua melhor pose e criar uma réplica altamente detalhada de 15 a 30 centímetros de altura feita com uma impressora 3D. 

Com o objetivo de fazer esses incríveis mini-eus, o estúdio tira uma foto sua usando nada menos que 60 câmeras DSLR - e os equipamentos capturam tudo, desde o seu perfil até os dedos dos pés. 

A empresa utiliza um software de renderização para "costurar" as fotos e criar um arquivo de modelo 3D que pode, então, ser enviado para uma impressora 3D.

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Réplica do busto de cliente feita pelo Captured Dimensions (Foto: Captured Dimensions)



Por até 2.295 dólares (preço mínimo é de 425 dólares), você pode ter bonequinhos de bolo de casamento muito legais, um moderno busto, ou, se você fizer um número de poses suficientes, alguns brinquedos novos muito estranhos para presentear os seus filhos (hey, quem disse que  a vaidade é barata?).

Claro que não é a primeira vez que vemos essa tendência de estatuetas em 3D - a Omote 3D e a Twinkind oferecem um serviço semelhante -, mas este é, provavelmente, o trabalho mais complexo que vimos até agora.

Via: IDGNow

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Saraiva vende impressora 3D por R$ 6,7 mil

 
A livraria Saraiva agora vende impressoras 3D. O modelo, desenvolvido pela 3D Systems e distribuído no Brasil pela Robtec, será comercializado por salgados R$ 6.700. O equipamento já está em pré-venda mas deverá ser lançado oficialmente no próximo 16 de agosto. No site internacional da 3D Systems, a impressora é comercializada por US$ 1.400, o equivalente a R$ 3.187 – menos de metade do preço no Brasil. 

As impressões são feitas em dois tipos de plástico: ABS (recicláveis e mais resistentes) e PLA (mais brilhantes). Cada cartucho com 1 kg de plástico será vendido por R$ 280. A 3D Cube possui conectividade Wi-Fi e vem com alguns designs prontos para você já sair imprimindo objetos com dimensões de 140 x 140 x 140 mm. As impressões podem ser realizadas em 16 cores. 

A impressora vem acompanhada de um software compatível com Windows e Mac OS, para que o usuário faça desenhos e outras produções. A 3D Cube já estava à venda no Brasil desde o início deste ano, no entanto, para adquiri-la era necessário comprar direto da Robtec – em sua sede em São Paulo ou pela internet.


Via: OlharDigital

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Primeiro rifle feito com impressora 3D dispara 14 tiros, segundo criador

Um atirador canadense conhecido como Matthew afirma ter criado e testado o primeiro rifle feito com impressora 3D. Segundo ele, a arma seria capaz de disparar um total e 14 tiros antes de ficar inutilizável. As informaçõe são do Mashable.
 
De acordo com Matthew, na primeira vez que disparou o rifle de calibre 22 feito com uma impressora 3D, o produto quebrou após o primeiro tiro. Mas, após colocar uma barra mais grossa na arma, ele diz que o rifle está pronto.

Como aponta o Mashable, nos primeiros testes, o atirador não estava confiante o bastante para apertar o gatilho com a mão, o que faz atualmente após a pequena “reforma” no armamento.

Matthew segue os passos do defensor das armas Cody Wilson, que disparou a primeira arma feita com uma impressora 3D em maio deste ano. Wilson, que também possui uma organização pró-armas chamada Defense Distributed, é a favor que os projetos desses armamentos sejam disponibilizados para todos os usuários na Internet.

E você, é a favor da liberação dos projetos de armas 3D para todos? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.


Via: IDGNow