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sábado, 29 de abril de 2017

Amazon comemora três Oscars e crescimento de 23% na receita do 1T2017


A gigante global do varejo online, Amazon.com, fechou o primeiro trimestre de 2017 com receita líquida de US$ 35,7 bilhões, o que representou um crescimento de 23% sobre o mesmo período de 2016. O lucro da companhia ficou em US$ 724 milhões, bem acima dos US$ 513 milhões do ano passado e superior às expectativas do mercado.

O anúncio dos resultados financeiros do trimestre, feito nesta quinta-feira (27/04), incluiu, entre os destaques do período, os três Oscars que a Amazon Studios levou - de Melhor Ator para Casey Affleck (Manchester by the Sea); Melhor Roteiro Original, para Kenneth Lonergan (Manchester by the Sea); e Melhor Filme Estrangeiro, para The Salesman.

A presença no mercado indiano foi comemorada por Jeff Bezos, CEO da Amazon. "A oferta de itens Prime cresceu 75% desde que lançamos o programa há 9 meses. Anunciamos 18 séries indianas originais de TV e na semana passada lançamos o Fire TV Stick otimizado para os clientes indianos com busca por voz integrada em inglês e hindi", disse Bezos. Segundo ele, o site Amazon.in é o marketplace mais visitado e de mais rápido crescimento da Índia.

No mercado de cloud computing, o crescimento continua, mas em percentuais menores que há um ano. A receita da Amazon Web Services (AWS) no primeiro trimestre de 2017 foi de US$ 3,66 bilhões, 43% maior que no primeiro trimestre de 2016. No ano passado, o crescimento da receita da AWS do primeiro trimestre de 2016 sobre o ano anterior foi de 64%. Sinal de que a concorrência em nuvem começa a pesar para a empresa de Jeff Bezos.

O lucro líquido da AWS foi de US$ 890 milhões, maior que o lucro total líquido de toda a companhia. Criada em 2006, a AWS se mantém no topo do ranking das empresas provedoras de cloud computing pública, disputando mercado com Microsoft Azure e Google Cloud Platform. 

No primeiro trimestre de 2017, a AWS lançou o serviço de videoconferência Amazon Chime; comprou a empresa de renderização de mídia Thinkbox Software, e incluiu na lista de seus grandes clientes a Snap, a empresa por trás do Snapchat, que divulgou um contrato com a AWS para gastar US$ 1 bilhão em infraestrutura de nuvem (lembrando que a mesma Snap vai gastar o dobro, US$ 2bi, no mesmo período, com a nuvem pública da concorrente Google.

Depois do anúncio dos números, as ações da Amazon.com tiveram salto de 4% na negociações de pós fechamento do pregão.


Via: idgnow

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Comissão Europeia abre investigação contra loja de e-books da Amazon



A Comissão Europeia, órgão responsável pelas regras de competição econômica na União Europeia, abriu uma investigação de práticas antitruste contra os acordos da Amazon com editoras de e-books. 

A Comissão teme que a empresa esteja forçando as editoras de e-books com quem negocia a divulgar os termos de acordos que elas possuem com outras lojas (como a Apple e a Barnes & Noble)que sejam mais favoráveis que os termos de seus contratos com a Amazon.

Uma atitude desse tipo representaria uma violação contra as leis de competitividade da União Europeia. Isso porque receber essas informações daria uma vantagem estratégica à Amazon que dificultaria a atuação de outros vendedores no mercado de livros digitais, prejudicando os consumidores. 

Inicialmente, a comissão analisará apenas os e-nooks vendidos em inglês e alemão. Dependendo do resultado das investigações, contratos com editoras de e-books em outras línguas também poderão ser verificados.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Amazon começa a vender livros no Brasil com catálogo de 150 mil títulos

'Nosso passo agora é atender quem não quer ler no digital', diz Alexandre Szapiro, direitor-geral da Amazon, que começa a vender livros no Brasil. (Foto: Divulgação/Amazon)
'Nosso passo agora é atender quem não quer ler no digital', diz Alexandre Szapiro, direitor-geral da Amazon, que começa a vender livros no Brasil. (Foto: Divulgação/Amazon)
Pouco mais de seis meses após ter entrado para valer no comércio pela internet de bens físicos no Brasil, a Amazon começa nesta quinta-feira (21) a vender livros e vai estrear no país em um segmento que ajudou a revolucionar ao redor do mundo.
Quando chegou ao país, em dezembro de 2012, a Amazon vendia 13 mil livros digitais em português. Hoje, já são 35 mil – considerando outros idiomas, chegam a mais de 2 milhões. Esses títulos terão que dividir agora espaço na prateleira da Amazon com os mais de 150 mil títulos físicos que a empresa começará a vender.
Vice-presidente da Amazon no Brasil, Alexandre Szapiro, segura um Kindle Paperwhite, aparelho que a empresa começa a vender e, assim, inaugura sua operação comercial de produtos físicos no país. (Foto: Divulgação/Amazon)
Diretor-geral da Amazon no Brasil, Alexandre
Szapiro, segura um Kindle Paperwhite, aparelho
que a empresa começa a vender e, assim,
inaugura sua operação comercial de produtos
físicos no país.  (Foto: Divulgação/Amazon)
"A gente já vendeu milhões de livros desde que começou nossa história aqui 20 meses atrás", disse Alexandre Szapiro, vice-presidente da Amazon no Brasil. "Há dois anos, o mercado de livros digitais representava menos de 1% do total. Hoje, o segmento de livros digitais, segundo o que as editoras acreditam, deve fechar o ano de 2014 entre 4% e 5%", diz o executivo.
A entrada da Amazon no comércio on-line de itens físicos ocorreu em fevereiro, quando a empresa passou a vender o leitor eletrônico Kindle. "Quando eu vendo um Kindle, estou atendendo entre 4% e 5% dos leitores. Agora, a gente passa a atender os outros 95% que não têm interesse no digital", afirmou ao G1. Ficam para depois, no entanto, as estreias no Brasil de outros serviços da empresa, como o pacote de assinatura mensal de livros digitais, o Kindle Unlimited, e as vendas on-line de outros itens.
No catálogo, que o executivo alega ser o maior do Brasil, estarão presentes títulos de 2,1 mil editoras, como Record e Companhia das Letras. O país é o primeiro na América Latina em que a Amazon começa a vender livros. A companhia chegou apenas em agosto de 2013 ao México, o outro latino onde está presente. Além dele, a Amazon não vende livros apenas na Austrália.

Recomendação
 
Na prática, o que muda para o leitor é que a loja começará a mostrar, quando houver essa opção, os formatos impresso e virtual dos títulos. O preço de um formato para outro também é diferente.

Segundo Szapiro, ter trazido ao Brasil os livros digitais antes dos físicos ajudou a Amazon a conhecer o leitor brasileiro antes da briga para valer. "Isso ajuda muito no algoritmo e nas questões que a gente tem de recomendação", diz.

Já o início da operação no varejo on-line com o Kindle, apesar de não ser correlata à de livros, criou algumas práticas que serão replicadas para as publicações: as devoluções poderão ser feitas em até 30 dias – o Código de Defesa do Consumidor obriga empresas a aceitarem produtos de volta em até 7 dias – e os prazos de entrega, segundo o executivo, serão mais realistas. "Se eu acho que posso entregar em oito dias em Cuiabá, mas em 20% ou 30% das vezes acontece em 10, eu vou falar que o prazo de entrega é de 10 dias".

Kindle Fire tem tela de 7 polegadas e conexão Wi-Fi (Foto: Shannon Stapleton/Reuters)
Kindle Fire tem tela de 7 polegadas e conexão
Wi-Fi (Foto: Shannon Stapleton/Reuters)
Leia enquanto enviamos
 
Para ganhar o coração dos leitores amantes do papel, a Amazon apresentará algumas novidades. A primeira delas, o recurso "Leia enquanto enviamos", permite que o comprador de um livro físico possa começar a leitura antes mesmo de a publicação chegar à casa dele. Após fazer o pedido, ele pode ler no navegador. Como o título será adicionado à conta do cliente, a leitura também poderá ser feita em tablets e smartphones por meio do aplicativo Kindle.


A segunda delas é promocional: não há custo de entrega para qualquer lugar do país em compras a partir de R$ 69. A terceira também, mas vale apenas para a cidade de São Paulo: para alguns CEPs, compras até as 11h são entregues no dia seguinte.

Mercado
 
Com a chegada da Amazon de vez ao mercado editorial brasileiro, a norte-americana transporta para o país a expectativa em relação à sua agressiva política de preços. O mais novo lance do embate entre escritores e editoras, de um lado, e a Amazon, do outro, foi a carta que 909 escritores publicaram no jornal "The New York Times" na semana passada. Nela, pediam para a empresa deixar de prejudicar a vida dos escritores.


O novo capítulo da disputa foi aberto há três meses quando a editora Hachette não concordou com a política da Amazon de sempre comprar livros pelo menor preço. A Amazon diz que apenas luta por "preços razoáveis". No Brasil, Szapiro prefere não entrar na arenga, mas comenta: "Até onde eu entendo, eu não tenho conhecimento de consumidores reclamando da Amazon".


Via: G1

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Amazon cria loja online para vender produtos impressos em 3D

A Amazon (NASDAQ: AMZN) anuncia hoje o lançamento de uma loja online especializada em produtos impressos em 3D, a 3D Printed Products store. O espaço é um marketplace que dá aos consumidores acesso a mais de 200 produtos únicos que podem ser impressos em 3D sob demanda.

Os produtos podem ser personalizados e o consumidor pode escolher material, tamanho, estilo e variações de cor e personalizar incluindo texto ou imagens. A nova loja é um dos maiores espaços para descobrir produtos 3D e oferece ferramentas de busca, funcionalidade de preview em 3D e um widget para personalização dos produtos.

A lista inicial de produtos inclui acessórios de moda, brinquedos, objetos de decoração e bijuterias. "O lançamento da nossa loja 3D aponta para uma mudança no varejo online, na qual a fabricação poder envolver uma nova experiência imersiva para o consumidor, um estoque dinâmico e a oportunidade de realmente personalizar o produto", diz Petra Schindler-Carter, diretora de vendas da Amazon Marketplace Sales.

A nova loja vai oferecer modelos fáceis de customizar e recursos para avaliar o resultado antes de fazer a encomenda final. O recurso de preview em 3D permite ver um modelo virtual do produto personalizado e rotacionar em 360 graus para conferir todos os ângulos.

Depois de aprovado pelo comprador, o produto é impresso por demanda pelo fornecedor e enviado diretamente ao seu dono. "A compra online será redefinida pela impressão em 3D. Quando levamos em consideração o investimento necessário para fabricar produtos, a impressão 3D oferece uma alternativa de custo com opções ilimitadas de customização", diz Clément Moreau, CEO e co-fundador da Sculpteo, empresa que tem escritórios em São Francisco e Paris.

A loja também oferece oportunidade para que designers vendam seus produtos no modelo de impressão por demanda. Nesse caso, designers e fabricantes interessados podem visitar uma página específica da Amazon para se cadastrar.


Via: IDGNow

segunda-feira, 14 de julho de 2014

O homem por trás do Google Glass agora trabalha para a Amazon

babak parviz
Babak Parviz é um dos três engenheiros responsáveis por criar o Google Glass; entre seus projetos, também está a criação de lentes de contato inteligentes, que medem o nível de glicose no sangue. Mas seu trabalho no Google X acabou: sem alarde, ele anunciou que agora está na Amazon.
No Google+, ele publicou esta mensagem, dizendo “status: super animado!”.
No campo “Sobre” de seu perfil, ele confirma que está trabalhando na Amazon:
Eu criei e liderei alguns esforços no Google (deles, o Google Glass e Google Contact Lens são públicos :) antes de me mudar para a Amazon e trabalhar em algumas outras coisas…
Como nota o VentureBeat, especula-se que o Google está se preparando para um lançamento mais amplo do Glass, reduzindo a necessidade de especialistas como Parviz. Na verdade, ele era líder da equipe de desenvolvimento do Google Glass, mas foi substituído em maio por Ivy Ross, que trabalhou como designer e chefe de marketing em empresas como Art.com, Gap e Calvin Klein.
E o que Parviz está fazendo na Amazon? Parece que é segredo – assim como era o Google Glass,até ser revelado por ele em 2012. Mas, da mesma forma que o Google tem o laboratório X para projetos malucos, a Amazon tem o Lab126, que criou todos os tablets Kindle Fire, todos os modelos do Kindle, a Fire TV e o Fire Phone, entre outros.

Parviz tem experiência em tecnologia ocular - como uma lente de contato que projeta informações nos olhos do usuário - então quem sabe vejamos um produto nesse sentido. Um “Amazon Eye” para concorrer com o Google Glass? Uma lente de contato que ajuda a vender produtos da Amazon? O que será? [Babak Parviz via GigaOm e VentureBeat]

Via: Gizmodo

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Amazon lança Fire Phone de olho no m-commerce


A Amazon apresentou, nesta quarta-feira, em evento em Seattle, nos Estados Unidos, seu primeiro smartphone. Batizado de Fire Phone, o aparelho tem características de hardware de smartphones topo de linha e um módulo de software direcionado ao mobile commerce, chamado Firefly.

O Fire Phone roda o Fire OS 3.5.0 e tem 2GB de memória interna, processador 2.2GHz, processador gráfico Adreno 330, tela Gorilla Glass de 4,7 polegadas com resolução HD, câmera de 13 megapixels, alto-falantes surround Dolby Digital Plus e tecnologia 3D chamada Dynamic Perspective, que modifica a perspectiva da imagem conforme o olhar do usuário, graças ao uso de quatro câmeras frontais. A Dynamic Perspective atualiza a imagem exibida 60 vezes por segundo.

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Como todos os dispositivos da Amazon, a duração da bateria é um dos recursos de hardware que mais chama a atenção: 22 horas em uso e  285 horas em modo standby.

Jeff Bezos posicionou o aparelho entre os topo de linha, como o iPhone 5S e o Samsung Galaxy S5. As especificações básicas de hardware se assemelham às do Moto X, da Motorola.

Além de dar acesso à Kindle Store,o aparelho vem pré-carregado com uma série de aplicações, incluindo o "botão de emergência" para suporte MayDay, serviço que permite obter respostas rapidamente para qualquer problema que o usuário venha a ter com o seu aparelho. Entre essas aplicações pré-instaladas estão toda a linha de aplicativos da Amazon, como Kinddle (para leitura de publicações), o Audible, o Amazon Prime (serviço de streaming de música) e Amazon Prime Video (serviço de streaming de vídeo, concorrente do Netflix)., o Kindle Newstand e o Comixology.

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Como recurso de software exclusivo, o Fire Phone apresenta o Firefly, programa de reconhecimento de texto, som e imagem capaz de identificar objetos, códigos de barras, endereços de email, códigos QR, faixas de áudio (como música) e de programas de televisão. Ao pressionar e segurar um botão dedicado, o Fire Phone pode reconhecer um número de telefone, livro, DVD, CD, etc.
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Um kit para programadores pretemde facilitar o desenvolvimento de aplicativos usando as suas funcionalidades do Firefly. A MyFitnessPal, por exemplo, criou uma aplicação que informa sobre as características nutricionais da comida que o usuário fotografar.

Entre os objetivos claros do  Fire Phone está o de incentivar a compra por impulso na própria Amazon.

A AT&T será a primeira a vender o telefone da Amazon, que vai custar 199,99 dólares na versão de 32GB e 299,99 dólares na versão de 64GB.





Via: IDGNow

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Amazon Appstore libera download grátis de apps de fotografia na sexta, 16/5

Nessa sexta-feira (16/5), a Amazon Appstore irá oferecer o download gratuito de oito aplicativos de fotografia populares como parte do Programa App Grátis do Dia. 

Os usuários de smartphones e tablets Android que quiserem aproveitar a oferta precisarão baixar a Amazon Appstore em seus dispositivos, seguindo as instruções da página www.amazon.com.br/baixeappstore. Os aplicativos podem ser encontrados no endereço www.amazon.com.br/fotografia

Abaixo a lista dos apps que estarão disponíveis: 
- Perfectly Clear (R$ 7,02)
- Camera ZOOM FX (R$ 7)
- FireFrame - Digital Picture Frame (R$ 1,99)
- Rhonna Designs (R$ 4,61)
- TouchRetouch (R$ 1,99)
- PicShop - Photo Editor (R$ 6,99)
- PicFrame (R$ 2,32)
- Paper Camera (R$ 4,46)

A Amazon Appstore oferece mais de 180 mil apps a venda em reais, aceita cartão de crédito nacional e, como o pagamento é em moeda nacional, não há incidência de taxas de câmbio ou IOF sobre o valor dos aplicativos. 

Além disso, oferece todos os dias um aplicativo pago de graça, no programa App Grátis do Dia. Para receber as ofertas do programa, o usuário pode se inscrever no Boletim Appstore.


Via: IDGNow

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Amazon estreia operação de varejo online no Brasil

Lionel Bonaventure/AFP
Logomarca da Amazon
Amazon: companhia faturou mais de 75 bilhões de dólares em 2013
São Paulo – A varejista americana Amazon anunciou que estreará a sua operação devarejo online no Brasil. A empresa começará a vender duas versões do leitor de livros digitais Kindle diretamente para o consumidor, com preços que variam entre 299 e 699 reais.
Quem quiser comprar outros tipos de produtos, como eletrodomésticos e brinquedos – como já ocorre em diversos países do mundo – terá de esperar mais um pouco. De acordo Alex Szapiro, presidente da Amazon no Brasil, o início da venda do Kindle não significa, necessariamente, um primeiro passo para a chegada do restante da operação do varejo, principal responsável pelo faturamento de mais de 75 bilhões de dólares em 2013.
“Só abrimos uma nova frente de negócios quando nos sentimos preparados para oferecer um serviço de qualidade ao consumidor”, afirma Szapiro. “No fim de 2012, sentimos que era a hora de vender os livros digitais. Agora, chegou a vez do Kindle.”
A loja online entrará em operação a partir das 9 horas da manhã desta sexta-feira (7). Os consumidores que adquirirem o Kindle pelo site da Amazon no Brasil e tiverem um histórico de compras de livros em aparelhos antigos, receberão o novo leitor já com toda a sua biblioteca disponível. Será o diferencial em relação a outros varejistas que comercializam o Kindle, como Livraria da Vila, Extra e Ponto Frio.
“A principal vantagem é a possibilidade comprar livros digitais e aplicativos com um cartão de crédito nacional, com preços em Reais e sem incidência do IOF”, afirma Szapiro, referindo-se ao Imposto sobre operações financeiras, que incide sobre compra de conteúdo em lojas como a App Store, da Apple e a Google Play.
Apesar de não estar vendendo outros tipos de produtos, algumas ferramentas do site americano da Amazon, como a lista de desejos, já estarão incorporadas ao site brasileiro. Nessa lista, o usuário da Amazon salva o nome de produtos que, em algum momento, pretendem comprar – um indício de que o Kindle poderia, sim, ganhar a companhia de outros itens num futuro próximo.
A expectativa quanto ao desembarque da operação completa da maior varejista online do mundo permanece. De acordo com analistas que acompanham o setor, se repetir a estratégia de outros mercados que entrou, como Europa e China, a Amazon deverá fazer uma grande aquisição no Brasil. Em 2014, outra grande varejista americana deverá chegar ao Brasil. O eBay estreou um aplicativo de moda em setembro do ano passado e deverá iniciar o market place, uma espécie de shopping virtual, até o final do ano.

Via: Exame

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Drones entregarão encomendas da Amazon em até meia hora

drone carteiro

A Amazon pretende fazer a entrega de suas mercadorias em até meia hora com ajuda de drones. No futuro, o Prime Air deixará as encomendas na porta da casa do cliente de forma segura e veloz.

A declaração sobre o investimento em drones, veículos aéreos não-tripulados, foi feita no domingo (1) pelo presidente-executivo, Jeff Bezos, durante entrevista ao programa de televisão "60 Minutes", da CBS. O sistema poderá ser usado em 86% dos pacotes que a Amazon entrega.

A empresa pretende usar octocópteros. O aparelho tem base circular e voa auxiliado por oito hélices, o que garante estabilidade no ar. Por ser elétrica, a frota de drones também será mais ecológica.

Bezos disse que os drones poderão entregar pacotes com peso de até 5 libras (2,3 kg), como livros e Blu-rays. A distância máxima do percurso será de um raio de 16 km entre o centro de distribuição e a residência do cliente. As encomendas seguirão coordenadas de GPS obtidas durante a compra.

Mas o projeto ainda está no começo. Os drones, que coletarão itens nos centros de distribuição da Amazon e os levarão voando às casas dos consumidores, provavelmente não serão colocados em uso ainda por quatro ou cinco anos, disse Bezos. Isso porque vários testes ainda precisam ser feitos. Também é preciso que FAA (agência americana de aviação) regularize os drones para que voem legalmente.

A empresa fez um vídeo que apresenta o sistema a partir de uma entrega bem sucedida. Veja abaixo:






Via: INFO

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Amazon lança loja de aplicativos Android no Brasil para concorrer com Google

A Amazon anunciou nesta quinta-feira, 21/11, o lançamento da sua loja de aplicativos no Brasil. Agora, os clientes brasileiros poderão comprar apps Android pela Amazon Appstore pagando em reais. A chegada da loja significa um rival de peso para a Google Play, da gigante de buscas.
Com aplicativos para smartphones e tablets Android, a Amazon Appstore  pode ser acessada diretamente pelo dispositivo móvel com sistema do Google ou por meio do site oficial em computadores (www.amazon.com.br/appstore). Segundo a empresa, a maioria dos aplicativos disponíveis na loja podem ser usados em mais de um aparelho Android.
Entre as opções oferecidas neste lançamento estão aplicativos conhecidos como Facebook e Twitter, games consagrados como Candy Crush Saga e Angry Birds, e ainda apps brasileiros, a exemplo do Banco do Brasil e jogos da Coquetel. A lista ainda inclui app do Netflix e títulos da produtora Gameloft.
Além disso, uma sessão chamada App Grátis do Dia permite que os usuários baixem gratuitamente um aplicativo chamado premium (que é pago normalmente). Nesta primeira semana de lançamento, a relação de apps disponíveis de graça inclui os games Angry Birds Seasons, Cut the Rope e o app de rádios TuneIn Radio Pro.
Para baixar os aplicativos da loja, os usuários precisam primeiramente acessar o site oficial da Amazon Appstore e então baixar o seu aplicativo oficial.

Via: IDGNow

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Amazon lança Appstore no Brasil e oferece gratuitamente um app pago por dia

Começou a funcionar nesta quinta-feira (21) a versão brasileira da Amazon Appstore, loja de aplicativos concorrente do Google Play que ficou conhecida lá fora não só por pertencer ao maior site de comércio eletrônico do mundo, como também por disponibilizar gratuitamente um app pago por dia.

Nesta semana de estreia, estarão disponíveis gratuitamente jogos como Angry Birds Seasons(escolha de hoje), Cut the Rope e Age of Zombies, além do aplicativo TuneIn Radio Pro (para rádios online). Mas o “App Grátis do Dia” está longe de ser a única atração da loja.
Amazon Appstore brasileira
Uma das características que contribuíram para o sucesso da Amazon, a recomendação personalizada de produtos, também está presente, assim como as tradicionais avaliações dos consumidores. Outros recursos incluem a compra com apenas um clique, possibilidade de uso de vale-presentes e uma série de ferramentas para os desenvolvedores que quiserem disponibilizar seus aplicativos no serviço.

Para os brasileiros, há ainda mais uma vantagem em relação ao Google Play: como a Amazon tem operações comerciais no Brasil, os consumidores podem adquirir aplicativos pagando em reais e, assim, se livrar da cobrança de IOF existente na conversão do dólar.

Também há a possibilidade de fazer compras com cartão de crédito nacional. Até então, os usuários brasileiros até conseguiam utilizar a versão norte-americana do serviço, mas tinham que fazer pagamento em dólar via cartão internacional.

Para acessar a novidade, é necessário já ter conta na Amazon e acessar esta página para baixar o app da loja. Como o programa está disponível somente via arquivo .apk, é necessário acessar as opções de configuração do Android, ir em “Segurança” ou “Aplicativos” (varia conforme a versão do seu sistema) e habilitar o item “Fontes desconhecidas”.

É válido frisar que a Amazon Store norte-americana tem, atualmente, cerca de 100 mil apps, mas, segundo a Folha de S.Paulo, nem todos estarão disponíveis na versão brasileira. “O Brasil terá acesso à grande maioria deles”, explicou Alex Szapiro, diretor de operações da empresa no país.´

Via: tecnoblog

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Dois livros contam as histórias secretas da Amazon e do Twitter

Duas novas biografias sobre empreendedores e suas empresas famosas vão ser leitura obrigatória nesses próximos meses. A primeira, programada para ser lançada em 22 de outubro, conta a "verdadeira" história da criação da Amazon e sua transformação na maior "Everthing Store" (loja de todas as coisas) da história.

O livro chama-se THE EVERYTHING STORE: Jeff Bezos and the Age of Amazon (editora Little, Brown and Company) e foi escrito por Brad Stone, jornalista sênior da Bloomberg Businessweek. Ele é o tema da capa da revista da próxima semana, que vai para as bancas dos EUA em formato impresso nesta sexta-feira (11/10) mas que pode ser comprada em formato digital na iTunes store hoje à noite.

bezos capa businessweekStone entrevistou centenas de amigos, ex-amigos e pessoas que de alguma forma se relacionaram com o fundador da Amazon, Jeff Bezos, ao longo desses anos. E o resultado, segundo o autor, é um relato surpreendente de como Bezos construiu uma empresa que hoje vale US$ 75 bilhões e briga com a Wal-Mart como loja, com a Apple como fabricante de dispositivos móveis e com as grandes empresas de TI na área de datacenters e big data.

Para quem gosta do estilo Bezos há muito combustível. Uma das histórias é sobre o temido email com um ponto de interrogação que Bezos envia para os responsáveis sobre uma área da empresa que tenha sido objeto de um email enviado por um consumidor diretamente para ele (seu endereço de email é público e ele realmente abre as mensagens, segundo o livro. Se quiser fazer o teste: jeff@amazon.com). Segundo Stone, receber tal email é motivo de pânico e correria para descobrir o que aconteceu, preparar um relatório detalhado sobre o problema e rezar para que a explicação convença o chefe.

O segundo livro, programado para lançamento em 5 de novembro chama-se Hatching Twitter: A True Story of Money, Power, Friendship, and Betrayal (que pode ser traduzido como Chocando o Twitter: Uma história real sobre dinheiro, poder, amizade e traição). O livro foi escrito pelo jornalista do The New York Times, Nick Bilton, e o título do artigo publicado ontem pelo jornal com o resumo da história dá o tom da narrativa "No amor e no Twitter, vale tudo".
 
Bilton é ácido ao contar como nasceu afinal o Twitter e como foi alimentado e cuidado até chegar à fase atual, de bater asas e lançar seu IPO. Como a data da oferta pública de ações do Twitter está possivelmente marcada para meados de novembro, Bilton e sua editora não escolheram momento mais feliz para lançar a biografia.

Ambos os livros são relatos jornalísticos e resultado de um intenso trabalho de reportagem e entrevistas, portanto nenhum deles pode ser considerado "biografia autorizada". Certamente não no caso do livro de Bilton, que transforma o nascimento do Twitter uma quase novela das oito, com direito a lances de traição, vaidade e puxadas de tapete que não combinam com o jeito "cool" de ser das startups que nascem no vale do silício.

Segundo Bilton, embora a lenda urbana diga que Jack Dorsey, ex-CEO e atual chairman da empresa, foi quem teve a idéia original do microblog (história essa confirmada com detalhes intesos pelo próprio Dorsey), a verdadeira história aponta para Noah Glass, um jovem executivo da Odeo (a startup fundeada por Evan Williams da qual o Twitter nasceu), que teria não só pensado em transformar updates do Twitter em uma conversa entre amigos como também seria o autor do nome.

Os dois livros já estão em pré-venda na Amazon (achou que seria diferente?) e um bom trecho de cada um deles, escrito pelos próprios autores, pode ser lido na Bloomberg Businesweek e no The New York Times.

SERVIÇo: Para encomendar seu livro, em formato impresso ou kindle, clique nos nomes a seguir - Hatching Twitter: A True Story of Money, Power, Friendship, and Betrayal e THE EVERYTHING STORE: Jeff Bezos and the Age of Amazon

Via: IDGNow

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Amazon vai "além do HD" com nova linha de tablets Kindle Fire HDX

A Amazon anunciou nesta quarta-feira, 25/9, o novo tablet Kindle Fire HDX e uma atualização do Kindle Fire HD.
Como o nome sugere, o Kindle Fire HDX é o novo tablet top de linha da Amazon. O aparelho estará disponível em modelos com telas de 7 e 8,9 polegadas com alta resolução. Ambos tem resolução de 1920x1200 pixels, com o  modelo maior, de 8,9”, registrango 339 pixels por polegadas, enquanto que a versão de 7” terá 323 ppi.
Além disso, o novo gadget traz processador Snapdragon 800 de 2.2GHz, bateria com cerca de 11 horas de duração para uso variado.
O Kindle Fire HDX de 7 polegadas começa a ser vendido nos EUA em 18/10 com preço sugerido de 230 dólares. Já a versão maior, com tela de 8,9 polegadas, chega naquele país em 7/11 e vai custar 380 dólares – por enquanto não se falou nada sobre um possível lançamento no Brasil.
Novo Kindle Fire HD
Já a versão atualizada do Kindle Fire HD traz tela de 7 polegadas, com 1280x800 pixels de resolução (216 ppi), processador dual-core de 1.5GHz, e o novo sistema Fire OS 3.0 “Mojito”, software da Amazon baseado no Android.
O gadget chega em 7/10, com preço sugerido de 140 dólares, cerca de 60 dólares a menos do que seu antecessor.
Via: IDGNow

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Amazon lança coleção Harry Potter em português para Kindle

A série de livros com as aventuras do jovem bruxo Harry Potter, escrita pela inglesa J.K. Rowling, estão disponíveis em português, a partir de hoje, na versão ebook para compra na Loja Kindle Brasil da Amazon.com. A empresa anuncia a oferta dos sete volumes da série e também três livros adicionais que foram escritos para reverter parte da renda a uma instituição de caridade no Reino Unido.
harry potter books
Também estarão disponíveis as versões em inglês de todos os livros, bem como as edições em alemão, francês, espanhol, italiano e japonês para os clientes na Loja Kindle Brasil. No site da Amazon.com.br foi criada uma página especial com todas as versões dos livros digitais, mas ao clicar em um dos livros o consumidor é levado para uma versão em português da loja especial PotterMore Shop, onde pode ver os preços em dólar e finalizar a compra. Os livros podem ser lidos em dispositivos Kindle ou por meio dos aplicativos Kindle gratuitos para smartphones, tablets e computadores pessoais.

“A série Harry Potter é muito popular no Brasil e, desde o dia que lançamos a Loja Kindle Brasil, clientes nos perguntam quando poderiam ler seus títulos em português no Kindle” disse Alex Szapiro, Vice-Presidente de Kindle, Amazon.com.br. Assim como todos os livros Kindle, a série Harry Potter é “Compre uma vez, leia em qualquer lugar” – clientes da Amazon podem ler seus livros no maior número de dispositivos e plataformas, incluindo qualquer Kindle e também em iPads, iPhones, iPod touches, PCs, Macs, dispositivos Android, BlackBerrys e Windows Phones.
Os livros digitais podem ser comprados, em alguns casos, por valores entre 40% a 50% menores que suas versões em papel em português disponíveis nas lojas online. Se optar por comprar a coleção completa, o usuário brasileiro vai gastar R$ 129,00 e os volumes separados custam entre R$ 17,22 e R$ 22,40.
Via: IDGNow

Amazon nega rumores de que lançaria um smartphone gratuito ainda em 2013

Amazon.com 
Há algum tempo, rumores dizem que a Amazon está desenvolvendo seu próprio smartphone. Agora, um novo relatório do The Wall Street Journal alegou que a gigante do varejo estava pensando em oferecer seus novos telefones sem nenhum custo para o consumidor. Mas não demorou para que a Amazon negasse essa história.

O motivo alegado pelo jornal para que o aparelho fosse gratuito seria o fato de a empresa manter um vínculo entre o smartphone e seus outros serviços, como o programa de fidelidade da Amazon. Pouco depois de sua publicação, na última sexta-feira (06), a notícia do celular gratuito da fabricante do Kindle começou a se espalhar, e já no domingo (08) um porta-voz da Amazon veio a público dizer que: "Nós não temos planos de lançar um telefone este ano, e se tivermos que lançar um telefone no futuro, ele não seria gratuito".

Mesmo sem oferecer um smartphone sem custos para os consumidores, é possível que a Amazon ainda possa agrupar os seus serviços para oferecer o dispositivo de uma forma relativamente mais barata, sem recorrer ao tradicional método de contrato de dois anos com uma operadora, o que incentivaria os clientes a inclinar-se em direção ao próprio ecossistema da Amazon para comprar aplicativos e conteúdos.

Recentemente, o The Wall Street Journal também divulgou que a empresa estaria trabalhando em um novo smarrtphone 3D, e que a varejista deve usar algum tipo de tecnologia de rastreamento de retina para apresentar uma espécie de imagem holográfica que se torna visível sem óculos, e que parece saltar da tela. Enquanto não temos confirmações sobre o lançamento do esperado smartphone da Amazon, continuamos de olho para saber os próximos movimentos da companhia no mercado de hardware

Via: Canaltech

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Amazon dará descontos em e-books para quem comprou livros de papel

A Amazon lançou uma promoção para estimular a leitura de e-books entre seus consumidores. Quem já comprou uma versão em papel de um livro no site agora poderá adquirir a edição digital para Kindle com um desconto enorme, podendo sair de graça ou custando no máximo 3 dólares.

Chamado de Kindle MatchBook, o programa foi anunciado pela Amazon nesta terça-feira, 3/9, e inclui livros comprados desde a abertura da maior loja virtual do mundo, em 1995.
Com lançamento previsto para outubro, a iniciativa vai contar inicialmente com 10 mil livros disponíveis no programa. Enquanto isso, a Amazon está conversando com editoras e autores para que incluam suas obras no MatchBook, o que poderia aumentar receitas para a plataforma e para os escritores.

“Além de ser um ótimo novo benefício para os consumidores, essa é uma escolha fácil para os escritores e editoras que agora poderão ganhar mais com cada livro que publicam”, afirma o vice-presidente de conteúdo para Kindle, Russ Grandinetti.

Segundo a empresa, o conceito para o MatchBook surgiu a partir de pedidos dos consumidores por pacotes que incluíssem as versões em papel e digital dos livros.

Via: IDGNow

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Amazon baixa preços do Kindle e Paperwhite no Brasil até Dia dos Pais

A Amazon anunciou nesta semana uma redução de preços para seus e-readers vendidos no Brasil em razão do Dia dos Pais, comemorado no segundo domingo de agosto.

Assim, até o dia 11 de agosto, os consumidores poderão encontrar o modelo básico do Kindle, com botões físicos e tela e-ink, com desconto de 50 reais, custando, assim, 250 reais.

Além disso, o modelo mais completo do Kindle Paperwhite, com tela iluminada e 3G, está saindo por 600 reais em vez dos costumeiros 700 reais. No entanto, a versão básica desse e-reader, apenas com Wi-Fi, não teve recebeu desconto e continua custando os mesmos 480 reais.

Acesse o site da Amazon no Brasil para ver onde comprar os e-readers da empresa de Jeff Bezos.

Via: IDG Now

sexta-feira, 23 de março de 2012

Segundo jornal, Amazon chegará ao Brasil em setembro

O Brasil Econômico divulgou hoje que a Amazon.com começará a vender oficialmente no Brasil em primeiro de setembro. O jornal teve acesso a um documento da empresa que dizia isso.

Home page da Amazon.com, destacando seu leitor de ebooks Kindle

De início a versão brasileira da Amazon venderia apenas objetos de pequeno porte, como o leitor Kindle, CDs, DVDs, livros, vídeo-games e programas.

De acordo com o noticiado, o grupo procura centros de distribuição em São Paulo para começar. É provável que depois de mais alguns meses a loja comece a vender produtos maiores, competindo com as outras de e-commerce por aqui.

Um executivo ligado à empresa comentou ao Brasil Econômico: "Mas nada impede que a Amazon passe a comercializar mercadorias de maior porte a partir do ano que vem. Tudo vai depender do resultado alcançado nestes três primeiros meses".

A versão brasileira da loja teria facilidades óbvias, como evitar a importação no momento da entrega dos produtos vendidos, além de pagamento em reais usando cartões nacionais e provavelmente outras formas populares por aqui.

Via: Hardware