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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Opinião: Tecnologia vs Pessoas

Hoje é incontestável falar que vivemos sem tecnologia! pelo menos essa é minha opinião. Se olharmos em nossa volta tudo está conectado em rede e o instrumento que rege tudo isso é a tecnologia. Seja nas máquinas do campo, nos carros, nos escritórios, indústrias  enfim… onde há pessoas trabalhando, estudando se comunicando, há sempre um pivô tecnológico fazendo parte daquele momento.

Mas para muitos isso não é importante, há pessoas que não dão o devido valor, as maravilhas tecnológicas que surgem nos tempos atuais em que vivemos, vamos ser mais robustos, há pessoas que acham que os anos 90 “época marcante pra tecnologia” não serviu para que as novas tecnologias pudessem ganhar o espaço que vem ganhando hoje!

Temos que reconhecer que os anos 90, praticamente foi onde tudo começou onde tivemos os primeiros contatos com o computador, internet, celulares entre outros, e isso faz parte da globalização ou vamos chamar de revolução tecnológica, dali foi onde surgiu muitas das tecnologias usadas nos dias de hoje. Onde pessoas começaram a ter uma visão diferente da vida profissional e pessoal, hoje temos um campo fértil para novas tecnologias e ideias. Mas principalmente em cidades menores as pessoas ainda colocam muitas barreiras para que a tecnologia chegue no seu comércio, casa e digo mais até cidades!

Hoje o nosso mundo não vive mais sem tecnologia empresas param por falta internet, luz, computadores, smartphone, mesmo as pessoas não aceitando tem que viverem rodeados por essa maravilha, que complementou muito nossas vidas, chamada tecnologia, hoje somos bem informados graças a velocidade da informação e pela propagação da notícia pela rede, seja ela via pc ou smartphone (celular).

O futuro dos filmes em que pessoas e máquinas convivem em sociedade, está por vir… =)

Esse é um texto que resolvi escrever para mostrar que as pessoas, tem que ser mais positivas e ver o mundo com outros olhos, aproveitar o que a tecnologia oferece de bom, mesmo nosso país não sendo, uma potência, mais vamos aproveitar as tecnologias que temos ao nosso alcance e vamos contribuir para as melhorias e aperfeiçoar nossa, forma de usá-la.

domingo, 27 de novembro de 2011

Linux Mint: Para insatisfeitos com o Ubuntu?

“Fiquei curioso para saber porque o Linux Mint estava sendo mais visitado no site DistroWatch do que o Ubuntu. Acabei ficando surpreso com a qualidade do trabalho que a equipe anda fazendo. Agora ela criou uma interface Gnome 3 totalmente customizada.


O visual combina Faenza, ícones GNOME, o tema padrão ‘Adwaita’ do GNOME 3 e o tradicional wallpaper verde. Ficou muito bonito. O interessante é que vem por padrão a barra inferior, trazendo a aparência da antiga versão do Gnome, com direito a menu e gerenciador de tarefas. O visual ficou lindo e a adaptação feita torna atrativo aos usuários tradicionais e aos que gostam de novidades.”

Fonte: http://br-linux.org/

[referência: omgubuntu.co.uk]

sábado, 12 de novembro de 2011

Adobe demitirá 750 funcionários em reestruturação, e pode abandonar o Flash mobile

A Adobe está reestruturando seus negócios, focando 2012 na área de mídia digital e marketing. A empresa irá demitir cerca de 750 funcionários na América e Europa, sendo esta uma das ações da reestruturação.
Ela fará uma reunião hoje de onde deverá sair mais detalhes, mas algumas coisas superficiais foram postadas no press release.

Apesar de não dar tantos detalhes, o anúncio destaca a participação da empresa na área de publicidade e mídia digital, além de um maior comprometimento no desenvolvimento de ferramentas para HTML 5. Nesse ramo ela tem o Dreamweaver, Edge e PhoneGap, este uma aquisição recente da Nitobi. Além da Nitobi recentemente várias empresas foram adquiridas por ela, como a Auditude e TypeKit.
Fontes da ZDNet informaram o fim do desenvolvimento do Flash para dispositivos mobile, o que inclui a versão para Android. Isto precisa ser confirmado publicamente, de qualquer forma o rumor da ZDNet ganha força com o anúncio da reestruturação da empresa.

Pelo que a ZDNet obteve, a Adobe continuaria mantendo as versões atuais com correções críticas, mas não faria novas versões do Flash para smartphones e tablets. Em vez disso ela incentivaria os desevolvedores a migrarem suas soluções para formas de "aplicativos" (por exemplo, com o Adobe Air) ou HTML 5.

No ramo mobile o sistema de maior destaque para Flash é o Android, embora seu desempenho deixe a desejar em muitos dispositivos. Por muito tempo a Adobe tentou convencer a Apple a liberar o plugin para o Safari no iOS, mas nunca conseguiu. De forma geral, para atingir todo o mercado mobile os desenvolvedores não podem usar o Flash, o que acaba afetando o desenvolvimento do projeto - as versões para Android e outros dispositivos servem mais para rodar o conteúdo atual, herdado dos desktops, sem necessariamente estimular a criação de novos.

É provável que a confirmação ou negação desse boato seja feita ainda hoje, durante ou depois da reunião financeira da Adobe, em que ela deverá anunciar melhor seus planos para o ano que vem.

Fonte: www.hardware.com.br

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Mercado precisa adquirir cultura da usabilidade, dizem analistas

Na esquerda, Renato Rosa, CEO da RED, e Fabio Palamedi, professor e pesquisador. Foto: Divulgação Na esquerda, Renato Rosa, CEO da RED, e Fabio Palamedi, professor e pesquisador
Foto: Divulgação


Emily Canto Nunes
Mesmo estando atrelado, no Brasil, à internet e aos softwares, o conceito de usabilidade extrapola as fronteiras do campo da tecnologia e está em todos os lugares: dos carros aos utensílios domésticos. E é pela tamanha importância da usabilidade que Renato Rosa, CEO da RED - empresa que criou para atuar com experiência de usuários -, acredita que ela já é uma commodity, uma característica básica de um produto, não um diferencial. Mesmo assim, o empresário diz que o Dia Mundial da Usabilidade, celebrado nesta quinta-feira, permanece sendo um bom motivo para reunir interessados no assunto por tudo que a usabilidade carrega consigo e pela necessidade de aculturar o mercado, isto é, re-educá-lo para que assimile o conceito de outra forma.

"A usabilidade não é mais um diferencial, mesmo. É o mínimo. Tu entrar em um site e ele ser acessível, fácil de usar, com uma boa usabilidade, uma boa arquitetura de informação, é o mínimo. Daí sim eu vou partir para uma briga que é: qual o benefício que eu vou entregar para enfrentar meus concorrentes?", acredita Renato Rosa. Há 15 anos no mercado e nome frequente em palestras e cursos sobre usabilidade, arquitetura de informação e design de interação - conceitos que estão ligados à melhor forma de criar um produto pensando na necessidade do usuário - Renato brinca e diz, citando um colega de profissão, que usabilidade é um prato limpo em um restaurante.

Mais voltado para a área acadêmica, o professor e mestrando pela Universidade Metodista de São Paulo, bolsista do CNPQ, Fabio Palamedi, concorda que o conceito de usabilidade é mais amplo do que aquilo que é aplicado à tecnologia e está mais presente na vida das pessoas do que elas imaginam. Ainda assim, ele não acredita que o termo usabilidade possa fazer parte do vocabulário popular, mas a ideia do que é usabilidade certamente já faz parte do dia a dia da população. "As pessoas querem um celular mais simples, os usuários demandam dispositivos multitarefas que sejam fáceis de operar", exemplificou.

A capacidade das empresas de facilitar a vida do usuário, do cliente, no entanto, ainda está em desenvolvimento segundo eles. Conceito relativamente novo no Brasil, do início dos anos 2000, a usabilidade, a experiência do usuário (user experience, em inglês), ainda não faz parte dos processos de produção das indústrias e empresas em geral. Para Fabio, esse é um dos principais obstáculos do campo hoje, pois muitas vezes a usabilidade só aparece no final da concepção e, ao fazer um teste de usabilidade, descobre-se que não era nada daquilo que o cliente esperava.

Rosa também acredita que ainda há atraso em relação ao papel e ao lugar da usabilidade na criação de novos produtos. Em sua opinião, a usabilidade, atribuição de um arquiteto da informação na maioria das vezes, permeia todo o processo. Citando um colega de profissão, ele diz que o arquiteto da informação é o "guardião da experiência". E por isso, explica o empresário, ele devia estar lá no início da produção, ao lado do analista de negócio, pois ele vai ser importante para a confecção dos códigos, no caso dos sites, do design.

Segundo Rosa, o arquiteto de informação, o designer de interação, tem que validar as etapas posteriores ao seu trabalho de pesquisa, de fechar escopo de projeto. "Ele defende a proposta junto do atendimento para o futuro cliente, ele acompanha etapa de direção de arte, ele é o guardião de uma experiência em que qualquer fator que é inerente ao seu trabalho, que pode estar em outras etapas, que for mal projetado, impacta no que ele havia pensando. Hoje ele tem uma importância muito mais estratégica do que pragmática", conta.

"Existe uma regra, do 1:10:100. Se tu investe em usabilidade, tu investe R$ 1 antes de começar o projeto, R$ 10 no meio, na mesma coisa, ou R$ 100 depois de concluído." O erro das marcas, segundo ele, é que elas se posicionam na internet como elas se enxergam, e não como o consumidor as vê. "A internet não é mais proprietária e corporativa, mas social e colaborativa", explica o CEO da RED.

Educação e aculturação

Em consonância com o tema do Dia Mundial da Usabilidade (WUD, na sigla em inglês), a Educação, ambos os profissionais acreditam que a distância entre o mercado e a academia atrapalha essa incorporação e um melhor entendimento da importância da usabilidade por parte das empresas e até mesmo das agências digitais, em se tratando de sites, softwares e etc.

Para Palamedi, os dois se beneficiariam com uma maior interação, mais proximidade. "A academia ganharia cases reais para suas pesquisas, testes de usabilidade, e a indústria teria acesso às pesquisas mais em conta."
"Hoje observo que as pesquisas acadêmicas são conduzidas com fortes bases teóricas e pouca prática laboratorial, enquanto o mercado 'bate cabeça' tentando encontrar formas de tornar os produtos mais competitivos. O maior desafio é que o mercado possa oferecer insumos de pesquisa de caráter prático e experimental, e a academia por sua vez, possa se beneficiar com o crescimento dos seus pesquisadores com estudos de caráter inovador e investigativo", afirma o pesquisador.


Renato Rosa, que atua no mercado, mas frequenta a academia e se considera bastante acadêmico, diz que não existe um buraco, mas um cânion entre academia e mercado. "Sendo bem agressivo com o mercado, vão estudar, né? Falta muito essa capacidade do mercado de parar e falar que vai estudar um pouco, vou pegar um livro e ler um livro. E quando eu chego mostrando para o meu cliente o resultado, um 'calinho' nas vendas dele, ele fala 'nossa, que legal, que bacana, mas como tu conseguiu isso?' Desta forma aqui, eu digo. 'Nossa, como tu é acadêmico', diz ele. E às vezes quando ele diz 'como tu é acadêmico', soa de forma pejorativa, quando deveria ser um elogio. Essa é uma questão do brasileiro, cultural, de achar que a gente não precisa aprender", exemplificou Renato Rosa.

O CEO da RED vai além, na mesma direção de Fabio Palamedi, ao dizer que o problema, neste caso, não é só da usabilidade, mas do Brasil, da falta de educação que fomenta a cultura do improviso. Para Renato Rosa, os insights não existem, uma ideia genial não brota do nada, é preciso pesquisa. Um exemplo citado por ele é o do Twitter, que nasceu pelas mãos de Jack Dorsey, entre outros, depois deste ter passado dois anos observando sua lista de MSN para que finalmente ele pensasse em algo em que as pessoas pudessem falar o que estavam fazendo, como faziam com a frase ao lado do nome no comunicador instantâneo. A ideia de seguir alguém vem da tecnologia RSS, de assinar feeds, e os 140 caracteres dos SMS que só podem ter 160 caracteres.

Com a ausência de uma graduação em arquiteto de informação, ou de design de interação, a área da usabilidade sofre ainda com a dependência, às vezes em excesso, do conhecimento do profissional que aplica um teste de usabilidade. Essa é a opinião de Palamedi, que aponta a necessidade de trabalhar melhor a formação dos novos profissionais. "A usabilidade é uma pesquisa qualitativa dada através da observação. E essa habilidade demanda certo tempo de prática para acontecer", ressalta o pesquisador.

Rosa concorda com o colega, e acrescenta que o que falta hoje é uma entrega premium, séria, de qualidade. "Eu não vi, até hoje, um sitemap (mapa do site) gerado no Rio Grande do Sul nos formatos reconhecidos internacionalmente, do IAI ( Information Architecture Institute). E por quê? Porque as pessoas não precisam fazer na melhor forma possível, fazem como o cliente vai aprovar".

Steve Jobs e a usabilidade

Neste ano, Steve Jobs é o grande homenageado do Dia Mundial da Usabilidade. Conhecido por uma declaração que parece não estar ligada à usabilidade, de que o "cliente não sabe o que quer", ele era, para Renato Rosa, um grande conhecedor do usuário.

"Ele ia à ponta correta. O que existe é um investimento em pesquisa e desenvolvimento nas grandes empresas que parte do aprimoramento de produtos que já existem. Steve Jobs quebrava o que chamamos de modelos mentais. Ele não parte do princípio de uma solução que já existe para aprimorar essa solução, ele esquece isso, vai lá atrás, na necessidade do público. Ele reinventou algumas coisas com base em pessoas, não com base em produtos que já existem. Ele esqueceu regra, plataformas, paradigmas que já existiam e foi lá falar com pessoas", acredita Rosa, que cita o iPhone como o resultado desse processo de Jobs, responsável por uma Era iPhone, de smartphones que seguem o caminho do smartphone da Apple.

No entanto, de acordo com ele, não existe cópia, é normal que os concorrentes corram atrás daquele que se destaca. E cada vez que os produtos são nivelados, alguém novamente investe e se sobressai. "O legal do Steve Jobs é que ele era sempre a crista da onda. O Kindle já existe há muito tempo. A Apple fez o iPad e a Amazon pensou: tenho que fazer uma versão do iPad do Kindle", explicou Renato Rosa.

"Ele tinha a humildade de entender que ele não era usuário, que ele não sabe das coisas, nem a Apple, nem ninguém. Quem sabe das coisas é quem vai usar. Então o que ele fazia? Ele levantava sonhos, aspirações, necessidades, e inventava plataformas que as pessoas não sabiam que podiam existir, mas que facilitavam a vida delas".

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Sete dicas para lidar com funcionários brilhantes

Uma premissa básica da gerência em relação aos funcionários é: quanto mais inteligentes eles são, maior a dificuldade de gerenciá-los.

Funcionários com alto grau de inteligência do lado esquerdo do cérebro, fato comum entre os profissionais de TI, às vezes são exigentes e avessos a opiniões alheias. Ficam entediados com facilidade e empenham em ser “corretos”, de acordo com quem os gerencia.

Pessoas extremamente inteligentes, extremamente técnicas, habitam uma subcultura onde conhecimento significa status social e poder. E correção é fundamental. Isso pode gerar descontentamento quando discordâncias inevitáveis ocorrem, principalmente entre o funcionário e o chefe.
Talvez você sonhe em supervisionar uma equipe brilhante, mas tome cuidado com o que você deseja – ou, pelo menos, aprenda a melhor maneira de gerenciar pessoas ultra-inteligentes.
Veja sete dicas de quem está por dentro do assunto.

1 - Gerencie resultados, não o processo

É perfeitamente cabível o chefe dizer ao funcionário o que fazer, mas, quando se trata de como fazer, um ambiente controlador pode ser frustrante.
Você não pode pegar pessoas que têm paixão por alguma coisa e começar a criar muros ao redor delas.
Uma equipe composta destes tipos de pessoas precisa de estrutura, mas esta estrutura deve ser voltada mais para resultados do que para processo.
 Segundo os especialistas, o melhor a fazer é formatar as coisas em termos dos resultados que você está buscando, em vez de condenar o modo como elas precisam ser feitas para se alcançar estes resultados.

2 - Adote uma abordagem socrática

Raramente pessoas muito inteligentes gostam de se sentir comandadas. Isso não significa, contudo, que elas não precisem ser controladas.
Para conseguir este truque, faça perguntas que levem estes funcionários a perceberem seu ponto de vista, de maneira próxima ao método filosófico proposto por Sócrates. Se eles não querem que as coisas lhes sejam ditadas, você tem que gerenciá-los de uma forma mais socrática.
Isso demanda tempo e paciência, principalmente quando você acha que já sabe a decisão que, no fim das contas, precisa ser tomada.
Você tem que examinar as ideias deles e deixar que eles saiam com a recomendação de que você as rejeita ou concorda com elas. Mesmo que você só queira tomar a decisão, tem que lhes dar uma oportunidade de tomar parte nela.

3 - Seja aberto a aprender coisas novas

Seria um desperdício não permitir que algumas das ideias de uma equipe extremamente inteligente se concretizassem. Esteja aberto a explorar aonde a experimentação pode levar.
Se você for aberto às ideias que emanam de profissionais brilhantes, pode e deve aprender muito com eles.
Para isso, você tem que estar disposto a ser testado. Mas precisa fazer seus profissionais brilhantes justificarem as respectivas posições de modo equilibrado e convincente. Isso não significa que você possa  abdicar de suas responsabilidades gerenciais.

4- Não finja saber mais do que sabe 


A pior reação é se sentir inseguro e ameaçado ao reconhecer que um subordinado direto é mais brilhante do que você. Alguns chefes se vêm compelidos a tomar decisões sobre assuntos sobre os quais eles são totalmente incompetentes para decidir, o que acaba por afligir todo mundo.
É melhor aceitar que seu papel não é ter as melhores ideias, mas ser capaz de determinar quais são as melhores ideias.
Na realidade, você ganha o respeito das pessoas extremamente inteligentes quando permite a concretização das ideias. Mesmo que as pessoas não estejam felizes, vão respeitar que você esteja sustentando sua decisão. As pessoas realmente inteligentes querem ver ação e resultados, não importa como.
“é muito importante que cada gerente técnico se conscientize de que é um guia, não um chefe. Pode conduzir a expedição e sabe onde quer chegar, mas tem que confiar em seu caçador para caçar e no seu cocheiro para tomar conta dos cavalos.

5 - Encontre maneiras de extrair mais deles

Sofisticação intelectual é a perdição dos profissionais extremamente inteligentes, que gostam de ser desafiados – às vezes até demais.
A tendência é ir atrás da coisa mais nova e atrativa e priorizá-la em relação ao trabalho passível de cobrança.  Para contrabalançar isso, os funcionários podem se oferecer para participar de uma equipe de ideias especiais, que se reúne a cada dois meses para explorar preocupações ou oportunidades importantes. Isso ajuda a manter o pique durante períodos mais lentos. Ajuda muito o moral.
E Cuidado para não subutilizar pessoas brilhantes, alertam os especialistas.

6 - Não se deixe cegar pelo brilho

Só porque alguém é brilhante não significa que deva dirigir o espetáculo. Ficar fora do caminho dos indivíduos brilhantes não é abdicar da autoridade gerencial. Em vez disso, equilibre quando deve lhes dar espaço para conduzir suas próprias ideias, quando monitorá-los e quando intervir. Afinal, existem muitos tipos de inteligência. Um codificador brilhante, por exemplo, nem sempre é capaz de ver a estratégia geral.
Outro erro comum é delegar todas as decisões à pessoa ultrabrilhante do grupo. Presumir que a pessoa é brilhante em todos os aspectos da vida é condená-la ao fracasso.

7 - Mantenha a humildade

Na função de CIO, inevitavelmente você trabalhará com pessoas mais brilhantes do que você. Se não for assim, é porque você está contratando muito mal.
Dito isso, experimente começar cada novo dia com humildade. Você tem a sorte de contar com sua equipe e ela o levará ao seu destino.
Procure não se sentir ameaçado por não ser o mais brilhante da sala.

Fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/

sexta-feira, 22 de julho de 2011



Mercado de Trabalho

A informática está presente, hoje, em praticamente todas as áreas existentes no mercado. É impossível se pensar em uma empresa moderna, independentemente da área de atuação, que não utilize a Informática pelo menos como ferramenta de trabalho. Pelo fato de ser uma área tecnológica e extremamente dinâmica, a cada ano surgem novas subáreas nesse mercado de trabalho e fica muito difícil fazer uma previsão do que essas áreas exigirão desses profissionais daqui a dois ou três anos. Um exemplo disso é o mercado existente relacionado com a Internet, onde o trabalho vai desde projetos de páginas dinâmicas, integração com banco de dados até a criação de programas utilitários e Intranets.

Esse mercado existe no Brasil há menos de quatro anos e está em plena expansão. Outro exemplo é o recente uso da biologia computacional, que une genética e informática ou o desenvolvimento de aplicativos que integrem as telecomunicações (TV, telefone) com o computador. Atualmente, é cada vez maior o número de empresas comerciais de pequeno e médio porte que utilizam a informática no dia-a-dia e que necessitam de pessoal qualificado para desenvolvimento de aplicativos e consultoria.

Os campos de atuação mais evidentes na estrutura atual de mercado de trabalho são as empresas usuárias de sistemas informatizados, as empresas produtoras de softwares (software-houses), grupos administrativos, financeiros, comerciais, as empresas de consultoria e os centros de processamento de dados. É um mercado que está em plena expansão.


Com a sociedade da informação e seu mundo virtual, pode-se aumentar a atividade econômica sem a necessidade de grande volume de capital. A economia virtual é abundante, portanto, é natural que todos os setores da economia procurem automatizar seus processos e torná-los mais baratos e eficientes, fornecendo ganhos maiores, como precisão, qualidade e lucro.

Assim, é natural que todos os setores da economia necessitem e demandem sistemas computacionais, seja um banco, comércio, hospitais, indústrias, empresas de telecomunicações entre outros. E essa demanda gera a forte demanda por profissionais de computação em praticamente todos os segmentos de mercado.

Esses profissionais podem atuar em empresas públicas, privadas ou como autônomos, e em diferentes setores econômicos, incluindo os setores próprios da Ciência da Computação, como o de desenvolvimento de softwares, o mercado de games e o de publicadores de sites na Internet

Além disso, surgem continuamente novas empresas e produtos associados à Informática. E, para cada novo dispositivo/software,  surge uma nova demanda por profissionais qualificados.

As principais linhas de atuação dentro da área são: → Projetista de grandes sistemas de Informação;
 → Projetista de sistemas de apoio à decisão;
 → Projetista de sistemas de multimídia;
 → Consultor de empresas;
 → Assessor privado e político de assuntos ligados à Informação.


As oportunidades profissionais na área de Ciência da Computação são vastas: → Projetista de sistemas de aplicações comerciais;
 → Projetista de sistemas de aplicações científicas;
 → Projetista de sistemas inteligentes;
 → Analista de sistemas em empresas públicas ou privadas, de telecomunicações, computação, controles e na indústria eletro-eletrônica;
 → Gerente de grandes bancos de dados;
 → Gestor de aplicações na Internet, com sistemas de vendas eletrônicas;
 → Gestor de aplicações em computação gráfica e multimídia;
 → Consultor de empresas públicas e privadas ou de consumidores, para temas ligados a sistemas de informação.

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