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domingo, 10 de novembro de 2013

Mega, de Kim Dotcom, sai da versão beta e ganha novas funcionalidades

Quase um ano depois de sua estreia, o Mega.co.nz ainda está de pé. O serviço de compartilhamento e armazenamento de arquivos de Kim Dotcom anunciou recentemente que estava fora de sua fase beta, e para comemorar, o site ganhou uma "nova camada de tinta". Dotcom também está prometendo algumas grandes novidades nos próximos meses para a página.
A estrutura básica do Mega ainda é a mesma. Você encontra um painel de navegação à esquerda, uma área principal para visualização de arquivos e botões acima dessa área de visualização para as tarefas comuns, como upload de arquivos e novas pastas.
Na parte superior do painel de navegação, no entanto, agora você tem links rápidos para a pasta de lixo, contatos e sua caixa de entrada para receber novos arquivos de outros usuários do Mega.
A empresa diz que a experiência geral do usuário é mais rápida, e os avatares estão agora no menu, permitindo que você adicione uma imagem ao seu perfil de conta.
Há também uma nova extensão para o Firefox que o Mega diz que irá melhorar a sua segurança e desempenho de download por meio da gravação de dados em seu disco rígido em vez de depender do browser. Este recurso permite que você baixe pastas inteiras de uma só vez.
Em meus testes, no entanto, a extensão do Firefox só pode manter uma única estrutura de diretório intacta. Em outras palavras, se você tem uma pasta de documentos que contém três pastas diferentes, todas as pastas e seu conteúdo serão baixados separadamente. Então, em vez de Documentos >> Pasta1, Pasta2, Pasta3, você acaba com Documentos, Pasta1, Pasta2, Pasta3.
A extensão para o browser da Mozilla é parecida com um aplicativo para o Chrome, lançado em julho. 
Até o presente momento, o add-on do Firefox não estava disponível diretamente do catálogo da Mozilla. Em vez disso, você tem que acessar a sua conta no Mega e selecione o ícone do menu no canto superior direito do painel. Em seguida, selecione Aplicativos >> Firefox App para instalar.
Desktop sync e app iOS
Baseado na Nova Zelândia, o compartilhador de arquivos criptografados também tem planos para a implantação de um aplicativo para iOS e um cliente de sincronização de desktop até o final de novembro. 
O cliente de sincronização de desktop permitirá ao usuário ficar conectado ao Mega sem a necessidade de abrir uma janela do navegador.
Não está claro se e empresa vai usar uma pasta no estilo Dropbox, que necessita apenas arrastar-e-soltar itens nela, ou se vai agir como um drive - semelhante ao Wuala.
Início de 2014: tudo criptografado
O Mega também tem planos de lançar dois recursos prometidos para os primeiros meses de 2014: envio de mensagem de e-mail e de mensagens em tempo real - ambos criptografados.
Dotcom já disse várias vezes que ele quer transformar o Mega em um serviço de nuvem criptografada completo. Em agosto, o fundador do site prometeu mensagens e bate-papo estariam chegando à plataforma, depois das revelações sobre a Agência de Segurança Nacional pelo ex-funcionário Edward Snowden.
Há pouca informação sobre como poderão ser os novos dois novos serviços. Baseado em mock-ups divulgados, parece que o serviço de mensagens criptografadas serão um serviço interno embutido na versão atual do Mega. Por enquanto, você só pode enviar arquivos para usuários do serviço e envio de mensagens não é suportado.
O recurso de bate-papo, novamente com base em mock-ups, será construído para a versão web do Mega e terá suporte de texto e chats de vídeo. Não parece ser um serviço apenas de voz, no estilo Skype - mas isso pode mudar, o produto sair do concept ao produto real.
Enquanto Dotcom está ocupado com a construção do Mega, o caso de extradição contra ele está atualmente em espera. O julgamento está previsto para ter início em abril. 
Os EUA estão pedindo à Nova Zelândia para extraditar Dotcom ao país, onde ele enfrentaria acusações de violação de direitos autorais por conta do Megaupload.

Via: IDGNow

terça-feira, 11 de junho de 2013

Fundador do Megaupload tem julgamento para extradição adiado

O empresário Kim Dotcom, fundador dos serviços de armazanemento em nuvem Megaupload, já fechado, e Mega, obteve mais uma vitória na batalha que trava contra a extradição para os Estados Unidos. Ele conseguiu adiar seu julgamento em mais três meses meses.

O julgamento seria realizado em agosto e foi reagendado para 21 de novembro, com uma data reserva de 14 de abril de 2014 para caso este prazo também não seja cumprido.

Trata-se do terceiro adiamento do julgamento durante o processo, desde que a invasão policial à mansão de Dotcom, em janeiro de 2012, na ocasião do fechamento do Megaupload.

"A data da audição sobre extradição foi alteradapara permitir que apelações entrem em vigor e para dar mais transparência às evidências do governo e outros assuntos pendentes que poderiam impactar a integridade do processo", diz o advogado de Dotcom, Ira Rothken.

O julgamento, a ser realizado na Nova Zelândia, definirá se o fundador doMegaupload será mandado para os EUA, onde ele é acusado por infringir direitos autorais e lavagem de dinheiro.

Atualmente, no entanto, Dotcom está passando por uma maré de notícias positivas. Além de recuperar o acesso aos dados que a polícia confiscou em janeiro de 2012, a corte neozelandesa ainda está para decidir se o empresário poderá ter acesso a evidências coletadas por autoridades americanas.

Anteriormente, já havia sido constatado que a espionagem realizada pelas autoridades sobre ele era ilegal, o que gerou até um pedido desculpa oficial do governo da Nova Zelândia.


Via: OlharDigital

terça-feira, 12 de março de 2013

Fechamento do Megaupload melhorou vendas de filmes digitais, diz estudo


A derrubada do site de compartilhamento de arquivos Megaupload causou um aumento nas vendas digitais e aluguel de filmes, de acordo com um estudo feito por dois pesquisadores dos EUA.
O fim do site levou ao aumento de 7 a 10% nas vendas digitais, e de 4 a 7% em alugueis digitais por unidade - tudo isso durante o um ano e meio depois do encerramento (em comparação com o período em que o site ainda estava em funcionamento), para ambos os estúdios analisados, segundo o relatório.
Os ganhos em vendas e alugueis após o fechamento foram maiores em países que tiveram uma maior penetração dos serviços do Megaupload. "Grande parte da correlação positiva entre a variação das vendas pós e pré-fechamento do Megaupload é impulsionada pela França, Espanha, Bélgica e México", escreveram os pesquisadores.
"Assim, nossos resultados mostram que o fechamento de um grande site de pirataria pode aumentar as vendas de mídia digital, por extensão, nós conseguimos evidências de que a pirataria de filmes na Internet atinge diretamente as vendas de filmes digitais", escreveram os pesquisadores Brett Danaher, professor assistente de economia da Universidade de Wellesley, e Michael D. Smith, professor de tecnologia da informação e marketing na Universidade Carnegie Mellon.
No entanto, os pesquisadores alertaram que o aumento nas vendas legais podem não ter relação direta com o fechamento do Megaupload, mas sim com as medidas tomadas por serviços de armazenamento e outros por conta da repercussão que foi gerada com o caso.
Kim Dotcom e outros três diretores do Megaupload foram acusados em 2012 por pirataria,violação de direitos autorais e lavagem de dinheiro.
Via: IDG Now

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Sucessor do Megaupload, entra no ar o Mega, novo serviço de Kim Dotcom


im Dotcom anunciou em sua conta no Twitter, a estreia do serviço Mega. A plataforma de armazenamento e compartilhamento de dados online entra no ar um ano após o fechamento do Megaupload, criado pelo polêmico empresário e fechado após uma ação do governo dos EUA, que acusa o serviço de violação de direitos autorais. Dotcom ainda enfrenta uma batalha judicial.
twkim
Segundo ele, em apenas 10 minutos, o sistema já teve picos de tráfego de 10 Gbbps (gigabits por segundo), e está recebendo "dezenas de milhares" de inscrições por minuto. No domingo (21), ele disse que o Mega já tem mais de 1 milhão de assinantes.
No entanto, o Mega ainda enfrenta instabilidades para registro de novos usuários e transferência de dados. A reportagem do IDG Now! conseguiu confirmar a conta, mas o upload de arquivos está lento.
mega_ptbr
Homepage em Português do serviço , que entrou no ar neste sábado
De acordo com análise do site Ars Technica, o Mega é simples e funciona de maneira parecida com os concorrentes Dropbox, Google Drive, RapidShare e outros. Para usá-lo, no entanto, é preciso usar uma interface web (disponível inclusive em português brasileiro), em vez de um software desktop ou app móvel. O serviço também recomenda o uso do navegador Chrome.
As velocidades de upload e download também são compatíveis com os concorrentes. No entanto, o Mega criptografa (codifica) os dados com uma chave de segurança muito forte (2048-bit RSA). Em tese, isso oferece total privacidade.
Outra recurso é um sistema de chat para usuários. Também haverá aplicativos de calendário, processamento de texto e de planilha.
megaptt
Serviço tem recurso avançado de criptografia, para proteção dos dados
Usuários gratuitos terão generosos 50GB para subir arquivos. Contas pagas poderão chegar aos 4TB (terabytes) de espaço, ao custo de 30 euros por mês.
O empresário também divulgou um vídeo de lançamento, com críticas aos grandes nomes da Internet, como Facebook e Google, e, claro, à Justiça dos EUA:


Via: IDG Now

[Hands-on] Mega, de Kim Dotcom, pode desmantelar o copyright para sempre



mega
Pouco antes do lançamento oficial previsto para amanhã, o Mega de Kim Dotcom está no ar para alguns poucos membros da imprensa. A página mega.co.nz agora redireciona para kim.com/mega (no Safari) e mostra uma mensagem de erro para quem usa o Chrome. Aqui está tudo o que nós sabemos até agora sobre o novo Megaupload:
Antes de mais nada, ele está incompleto – e de acordo com o TechCrunch, o site vai mostrar um mapa do que vem aí. Isso inclui algumas coisas ambiciosas como um SDK com API e recursos colaborativos como mensagens entre usuários.
Ele parece um Dropbox simplificado que oferece 50GB de armazenamento gratuitamente e três possibilidades de assinatura: Pro 1, €10 (500GB), Pro 2 por €20(2TB), e Pro 3 €30 (4TB).
Em um primeiro momento o Mega parece só mais um serviço de armazenamento online como o Dropbox ou o Google Drive, mas ele é muito mais do que isso. O Mega é uma arma mirada direto nos detentores de direitos autorais. É possivelmente o mais privado e invencível serviço de compartilhamento de arquivos de todos os tempos.
Quando você entra, encontra uma ferramenta de drag & drop. É a ferramenta de upload do Mega.
original (14)
A partir daí, você imediatamente é perguntado se concorda com termos e condições. Nosso advogado nos disse que ele não é bem escrito, mas absolve o Mega de qualquer coisa que você faça com o serviço. Bem inteligente, Kim.
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Após concordar, você chega ao Cloud Drive – o gerenciador de arquivos onde aparece tudo o que você tem. Quando você seleciona um dos seus arquivos ou pastas para enviar você percebe quão rápido isso é. Eu enviei o disco Kill Em All do Metallica em alguns minutos.
Com um único clique no botão direito, eu posso gerar um link de download para o álbum. E então eu posso enviar para quem eu quiser. É um Megaupload com um gerenciador de arquivos.
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Então o que impede o Mega de seguir no mesmo caminho do Megaupload? A privacidade, que é uma medida de gênio. Todos os seus arquivos são criptografados localmente antes de serem enviados, então o Mega não tem ideia do que eles são. Podem ser fotos de família, documentos de trabalho ou a discografia completa da sua banda preferida. Pronto: online e fácil para compartilhar. E o mais importante, o Mega não tem a chave necessária para descriptografar. Entendeu? É um golpe de mestre da subversão dos direitos autorais.
original (1)
Para explicar melhor, os termos do Mega dizem que ninguém pode acessar as suas coisas sem a sua chave pessoal de descriptografia. E eles não tem ela. Só você. A empresa, no entanto, estipula na política de privacidade que pode cooperar com a lei. Mas grande coisa; o que eles podem fazer? Quando o Twitter e o Facebook cooperam com autoridades, eles têm acesso aos seus dados. Tudo o que o Mega tem é um arquivo criptografado.
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Então por que é um matador de copyright? Bem, na verdade, é muito mais do que isso: permite as trocas de dados mais privadas de qualquer serviço online disponível atualmente. Autoridades vão ter dificuldade para pegá-los.
Isso é importante porque a troca de dados privada sempre foi um problema com serviços online. Veja o Google: algumas vezes eles recebem pedidos para liberar seus dados – aqueles que você acha que são privados. O Google faz isso porque pedem para ele fazer, e porque ele pode fazer. Se autoridades pedirem para Kim Dotcom e a sua empresa divulgarem seus dados, eles não vão conseguir. E tirar as informações do Mega – como detalhes técnicos de como as chaves funcionam – é legalmente problemático.
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Então agora duas grandes questões continuam, e nós não podemos responder simplesmente ao observar o site. A primeira, o quão seguro é o Mega? Hackers podem invadir? E o FBI?
A segunda questão é, quais são os planos de Kim Dotcom para o serviço? Ele mostrou um mapa vago do que vem aí, mas não podemos ter certeza de nada. Estamos ansiosos para ouvir o que ele vai dizer na conferência de lançamento que será feita no domingo. [TechCrunch]
Via: Gizmodo

sábado, 19 de janeiro de 2013

Fundador do Megaupload diz que seu novo serviço está dentro da lei


O fundador do Megaupload, Kim Dotcom, disse que seu novo site, chamado Mega, não é uma maneira de se vingar das autoridades americanas que o acusam de pirataria on-line. Caso ele seja condenado, Dotcom terá que enfrentar anos de prisão. Mesmo esperando sua extradição da Nova Zelândia para os EUA, Dotcom disse que seu novo serviço, que será lançado neste sábado (19), está dentro da lei.
Neste sábado (19) já era possível acessar o site do Mega (veja aqui), que mostrava o seguinte link: “Em 19 de janeiro esse botão irá mudar o mundo”. Conforme o “Techcrunch”, o pacote básico do serviço vai oferecer 50 GB de armazenamento gratuito. O Mega também terá pacotes básicos mensais de 10 euros (500 GB), 20 euros (2 TB) e 30 euros (4 TB). Ainda de acordo com o “Techcrunch”, o serviço terá acesso móvel, processamento de texto, funções para escritório e mensagens instantâneas.
Mega, novo site de Kim Dotcom (Foto: Reprodução)Mega, novo site de Kim Dotcom (Foto: Reprodução)
Conforme Dotcom, o Mega é diferente do Megaupload, pois o novo serviço permite controlar exatamente quem acessa seus arquivos armazenados no site, diferente de seu antecessor, que permitia pesquisar pelos arquivos de outros usuários, mesmo quando eram protegidos pelos direitos autorais e usados sem permissão.
Um sistema sofisticado de criptografia vai permitir aos usuários codificar seus arquivos antes de enviá-los aos servidores do site, que estão localizados na Nova Zelândia e no exterior, segundo Dotcom. Ele se recusou a especificar onde. Cada arquivo terá uma única e sofisticada chave de decodificação que apenas o titular poderá controlar, permitindo compartilhar o arquivo com quem quiser.
Como resultado, os operadores do site não terão acesso aos arquivos, o que lhe tira a responsabilidade de saber que seus usuários estão distribuindo conteúdos que infringem os direitos autorais. "Mesmo se quiséssemos, não podemos entrar no seu arquivo, bisbilhotar e ver o que tem lá dentro", disse Dotcom.
"Uma coisa precisa ficar claro: isso não é um tipo de provocação ao governo dos EUA ou a Hollywood", disse à Reuters Dotcom em sua casa em Coatesville, perto de Auckland. "Legalmente, não há nada lá que pudesse ser usado para nos calar. Este site é tão legítimo e tem o direito de existir quanto Dropbox, Boxnet e outros concorrentes", disse ele, se referindo a outros serviços populares de armazenamento na nuvem.

Seu advogado, Ira Rothken, acrescentou que o lançamento do site é compatível com os termos de condições de Dotcom na fiança. Promotores americanos afirmam que, em um comunicado relacionado ao processo de fiança em 2012, Dotcom disse que não tinha intenção de começar um novo negócio na internet até que sua extradição fosse resolvida.

Dotcom vai comemorar o lançamento do site com uma festa em sua casa, uma mansão no valor aproximado de US$ 25 milhões. Há um ano, as forças especiais da Nova Zelândia invadiram a casa de Dotcom em um ataque para prendê-lo e confiscar as evidências relacionadas ao Megaupload, a pedido do FBI.
Via: G1


6 concorrentes diretos do novo Mega


O Mega terá uma forte concorrência pela frente, algo que seu antecessor, o Megaupload, não enfrentou.
Confira na galeria seis rivais do novo serviço e suas características. E saiba se eles podem fazer frente ao novo serviço criado por Kim Dotcom.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Kim Dotcom ganha batalha jurídica e pode processar espiões

Kim Dotcom

O criador do Megaupload, Kim Dotcom, venceu uma importante batalha jurídica. Um tribunal neozelandês decidiu que as autoridades do país deverão divulgar informações sobre a a espionagem ilegal que o empresário teria sofrido.

Com este veredito, Dotcom ganha um grande trunfo nesta 'guerra', informa o The Guardian. Ele poderá entrar na justiça pedindo reparação pelos danos sofridos após o Agência de Segurança de Comunicações do Governo (GCSB em inglês) da Nova Zelândia pela invasão em sua casa em janeiro deste ano.

Com a decisão, os advogados de Dotcom podem acessar os arquivos de vigilância em sua casa registrados pelo GCSB. O juiz afirma que o monitoramento das atividades do empresário foram irregulares porque ignoraram o fato de, apesar de ele ter nascido na Alemanha, ele estava instalado legalmente na Nova Zelândia.

A operação contra Dotcom foi orquestrada em parceria com o FBI, dos Estados Unidos. O país, inclusive, luta para que o alemão seja extraditado para seu território para ser julgado pelas acusações de fraude, lavagem de dinheiro e quebra de direitos autorais com o Megaupload.

Dotcom se pronunciou no Twitter sobre a vitória e promete levar o caso à justiça. "Vamos ver o envolvimento dos Estados Unidos na espionagem ilegal do GCSB sobre residentes da Nova Zelândia. A verdade aparecerá na justiça",disse em seu perfil.

O primeiro-ministro da Nova Zelândia Joh Key já havia sido forçado a pedir desculpas públicas pela espionagem ilegal e pedido a divulgação dos documentos.

Via: Olhar Digital

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Kim Dotcom promete Internet grátis com dinheiro que ganhar em processos

Kim Dotcom, o magnata do Megaupload, quer dar início a mais um projeto ousado. Desta vez, a intenção do empresário é fazer com que todas as pessoas da Nova Zelândia, onde ele vive atualmente, tenham acesso à Internet banda larga sem gastar um centavo. O mais curioso é a forma como ele pretende que os custos para uma operação deste tamanho sejam pagos: utilizando dinheiro de processos contra os estúdios de Hollywood e o governo norte-americano.


Dotcom, que tem uma fortuna avaliada em mais de R$ 400 milhões, mora na Nova Zelândia há dois anos em uma mansão na cidade de Auckland. Próximo de ser julgado pelos supostos crimes virtuais cometidos pelo Megaupload - como compartilhamento ilegal de arquivos com direitos autorais -, ele está se engajando em uma luta para tentar ganhar a simpatia do povo local, segundo jornal o “The New Zealand Herald”. A ideia do investidor é de virar o jogo que disputa contra os Estados Unidos a seu favor, e usar isso para oferecer benefícios à população da Nova Zelândia.
Em janeiro deste ano, o FBI ordenou que a polícia neozelandeza fizesse batidas e apreendesse bens de Dotcom em seus endereços no país. No entanto, seis meses depois, a operação foi classificada como ilegal, e é justamente disso que ele pretende se aproveitar. A ideia do magnata, que ainda vai ser julgado e pode ser extraditado em março de 2013, é processar as instituições norte-americanas por terem causado a ele e ao Megaupload uma “destruição política e sem lei”.
Certo de que irá ganhar a batalha judicial, ele planeja receber uma indenização bem gorda para, então, se associar a uma empresa de telecomunicações da Nova Zelândia, e dar início ao projeto da banda larga para todos no país. Segundo Dotcom, com a energia barata do local e investimento no cabeamento de fibra óptica, é possível tornar o território neozelandês um grande atrativo para investidores da Internet.
Especialistas em tecnologia da Nova Zelândia concordam com a ideia e acreditam que ela seja interessante, mas o difícil é fazê-la sair do papel. De qualquer forma, esta é mais uma ação polêmica de Dotcom e que, certamente, vai dar o que falar nos próximos dias. No entanto, até março, quando ele será julgado, muita coisa pode acontecer.
Via: Techtudo 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Fundador do Megaupload teria sido investigado ilegalmente, diz site



Dotcom não poderia ser espionado por morar no país
Reprodução/Instagram
O departamento de combate ao crime organizado da Nova Zelândia (New Zealand Organised and Financial Crime Agency) teria cometido um erro ao ignorar ou esquecer que o fundador do Megaupload, Kim Dotcom, possui visto de moradia permanente no país.
Essa informação seria muito importante para as investigações, pois as leis locais não permitem que os órgãos públicos espionem os moradores do país, apenas os que não são regularizados. As informações são do site inglês “The Register”
De acordo com a página inglesa, a informação teria sido obtida em um documento da justiça da Nova Zelândia. No entanto, o site não garante a autenticidade do arquivo.
A justificava para o erro, que aparece no suposto registro, é de que o departamento de combate ao crime organizado teria questionado o setor que cuida da segurança de estrangeiros no país (New Zealand Government Communications Security Bureau) se Dotcom poderia ser investigado, e a resposta teria sido positiva, pois o fundador do Megaupload não seria morador permanente na Nova Zelândia.

sábado, 27 de outubro de 2012

Dotcom pode ter problemas judiciais caso decida reativar o Megaupload

O fundador do Megaupload, Kim Dotcom, poderia violar os termos de sua fiança, ou enfrentar novas acusações criminais, caso lance um novo serviço  de compartilhamento de arquivos e armazenamento como planejado, disse o Departamento de Justiça dos EUA em uma apresentação ao tribunal nesta semana.

Dotcom disse no fim do mês passado que planeja lançar um serviço chamado Mega. Ele estaria renegando as garantias que fez a um tribunal da Nova Zelândia antes de ser concedida a fiança do DOJ no caso de violação de direitos autorais contra ele e o Megaupload, disse o Departamento de Justiça.

"A reivindicação do advogado de defesa de que o réu corporativo pode e deve ser autorizado a operar prejudica os depoimentos de Dotcom, onde ele diz não ter planos ou capacidade de continuar a operar ou financiar os negócios durante a pendência do processo de extradição".  O trecho é parte do que os advogados do DOJ escreveram em uma ação judicial opondo-se a um movimento dos advogados de Dotcom para julgar o caso contra o Megaupload. "Se o réu Dotcom intencionalmente enganou o tribunal na Nova Zelândia sobre suas intenções e capacidades a fim de obter a libertação da extradição de pré-confinamento, parece que a representação do advogado de defesa pode colocar em perigo a situação de sua fiança ou mesmo submetê-lo a um custo adicional”.

Dotcom, em um depoimento dado em janeiro na Nova Zelândia, disse que não tinha planos de relançar o Megaupload ou um serviço semelhante até que o caso do Departamento de Justiça contra ele fosse resolvido.

"Não há perspectiva realista ou possibilidade de restaurar ou recomeçar o negócio tendo em conta tanto a apreensão dos servidores necessários quanto dos equipamentos de armazenamento de dados e a apreensão de todos os fundos e valores mantidos pelo Megaupload e por mim pessoalmente", disse ele. "Além disso, é provável que os usuários considerassem qualquer ‘cópia’ do Megaupload como inerentemente incerta, já que poderia estar sujeitos a outro incidente no qual o governo dos EUA entraria em ação para tirar o site do ar, impedindo que tivessem acesso legítimo aos seus dados. "

Ira Rothken, um advogado que representa Dotcom e o Megaupload, rejeitou as afirmações do DOJ. “Dotcom tem uma equipe legal ‘de primeira linha’ na Nova Zelândia trabalhando com o tribunal de  lá para garantir que ele esteja em conformidade com os termos de sua liberdade sob fiança”, Rothken disse
A sugestão do DOJ de que Dotcom poderia enfrentar novas acusações criminais carece de mérito, acrescentou. "Parece que os Estados Unidos estão atacando totalmente uma tecnologia antes de investigá-la", disse Rothken. "Esta parece ser a segunda vez que eles fazem isso. Kim Dotcom é inocente, e tem o direito de estar envolvido com tecnologia e negócios”.

Via: IDG Now

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Megaupload está preste a voltar, diz Fundador



São Paulo – O novo Megaupload está quase concluído. De acordo com tuítes do fundador do serviço de compartilhamento de arquivos, Kim DotCom, o código do site já está 90% concluído.
Além disso, advogados, investidores e parceiros já estariam definidos. Mas ainda faltam detalhes como o servidor para hospedagem. “Ele está vindo” diz o fundador. Kim DotCom vem atualizando asinformações sobre seu site no Twitter. Recentemente, ele disse que o Megaupload voltaria indestrutível.
Em janeiro, o neozelandês foi preso junto com sete integrantes do site, acusados por participar de lucrativo esquema de compartilhamento na internet sem compensar os detentores dos direitos autorais. O FBI fechou o Megaupload no mesmo dia e, desde então, permanece fora do ar. Após um mês na cadeia, DotCom foi liberado e atualmente responde o processo no seu país.
Além do grande site de compartilhamentos, foi descoberto um projeto para desenvolver e compartilhar músicas na web, chamado Megabox. O plano de Kim DotCom era fidelizar artistas, devolvendo 90% dos lucros das músicas.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Kim Dotcom promete um novo Megaupload revolucionário

Sempre polêmico, Kim Dotcom, o criador do Megaupload, vive dando declarações bombásticas através da sua conta no Twitter sobre o possível retorno do serviço de armazenamento de arquivos. Nos últimos meses, Dotcom havia falado sobre o lançamento do Megabox, serviço de download de músicas, que deve acontecer até o final de 2012. Agora, ele resolveu se pronunciar sobre o novo Megaupload.

Em uma série de mensagens no Twitter, Dotcom disse para os desenvolvedores se prepararem, já que, em breve, devem ser liberadas ferramentas e a API do novo site e, com elas em mãos, eles poderiam mudar o mundo.

Em seguida, ele comentou que está construindo uma rede mundial e que todos os provedores fora dos Estados Unidos poderão se conectar ao serviço, que contará com criptografia para todos os arquivos enviados, proporcionando total privacidade para seus usuários.

Kim Dotcom fechou falando que eles mexeram com a pessoa errada e usando frases como “Poder para o povo” e “Bye Bye Echelon”, em referência ao projeto que, supostamente, serviria para interceptar qualquer tipo de telecomunicação feita no mundo.

Para quem achou a ideia interessante e desenvolve aplicativos e serviços que possam utilizar o novo Megaupload, Dotcom deixou um email para que seja analisada a liberação da API.
E aí, o que você achou? Kim Dotcom pode mesmo revolucionar a maneira como vemos a internet ou tudo isso é só uma jogada de marketing do criador do Megaupload?

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Dotcom reforça que Megaupload pode voltar ainda este ano

O fundador do site de compartilhamento de arquivos Megaupload, retirado do ar em janeiro deste ano devido a acusações de pirataria, escreveu uma mensagem em seu perfil no Twitter que poderia indicar que o serviço vá retornar junto com o serviço de download de músicas chamado Megabox

"Sei o que todos vocês estão esperando. Está chegando.Este ano", escreveu Kim Dotcom  em seu perfil nesta segunda-feira (13). "Promessa. Maior, melhor, mais rápido, 100% seguro e não será parado". A mensagem de Dotcom pode fazer referência à revolta dos usuários que perderam o acesso a seus dados pessoais quando o site e alguns serviços afiliados, incluindo o Megavideo, foram interrompidos pelas autoridades norte-americana e neozelandesa. Kim foi preso juntamente com outros executivos devido ao que o FBI chamou de "um dos maiores casos de infração de copyright dos EUA".   
O Megaupload permitia aos usuários enviarem qualquer tipo de arquivo e depois compartilhar o link para download com outros usuários; os utilizadores do site protestaram que a derrubada do site impediu que eles tivese acesso a arquivos pessoais, documentos de trabalho e outros dados. O destino dos dados do Megaupload ainda é incerto, porém esses problemas parecem servir como inspiração por trás das referências de Dotcom sobre um serviço maior, mais seguro e que não poderá ser impedido.  

Megabox

O site The Next Web, o primeiro a escrever sobre a declaração de Dotcom, interpretou que o tweet pode ser apenas sobre o Megabox, serviço de música desenvolvido para que os artistas possam vender músicas diretamente para seus usuários. A resposta de Kim veio logo em seguida, em outro tweet: "Sim, o Megabox também chegará este ano", escreveu. Em junho, o executivo publicou uma foto do site no Instagram.

Desde sua prisão, Dotcom disse repetidamente que o Megaupload agiu dentro da lei e cumpriu todas as ordens de retirada de conteúdo ilegal que recebeu. Dotcom atuamente está na justiça enfrentando um pedido de extradição para os EUA, para que possa responder às acusações no país, e também está brigando para reaver o controle sobre seu negócio novamente.

Via: IDG Now

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Com sede fora do país, Megaupload diz não poder ser punido nos EUA


Os advogados do Megaupload apresentaram outra proposta pedindo que um tribunal federal julgue seu caso criminal, continuando com seu argumento de que a empresa não pode ser convocada à uma intimação, já que sua sede fica fora dos EUA.
O Megaupload quer que o Tribunal do Distrito Leste da Virgínia ouça os argumentos orais sobre seu pedido de destituição das acusações, aos quais o Departamento de Justiça (DOJ) se opõe. O horário para a argumentação no tribunal está marcado para 27 de julho.
Os advogados do DOJ disseram em uma resposta na terça-feira (17) que era "sem precedentes e injusto" a empresa não poder se apresentar, uma vez que "propositadamente evitou estabelecer um escritório nos Estados Unidos”. O site de compartilhamento de arquivos é acusado de incentivar os usuários a fazer download de material protegido por direitos autorais, ganhando mais de 175 milhões de dólares em taxas de publicidade e assinatura, alega o DOJ. O fundador Kim Dotcom e seis outros foram indiciados em janeiro por criminosas violações de direitos autorais e fraudes, juntamente com duas empresas, Megaupload e Vestor Limited.
Indivíduos localizados fora dos EUA podem ser convocados a intimações criminais, mas os advogados da companhia continuam afirmando que uma empresa não pode. 
Via: IDG Now

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Google terá que bloquear termos 'torrent', 'RapidShare' e 'Megaupload'


Pirataria na web
Google pode ser obrigado a aplicar medidas mais extremas de combate a pirataria depois de perder uma ação judicial para o grupo SNEP, ligado à indústria da música. 

Um juiz francês decidiu que o mecanismo de busca da empresa norte-americana terá que bloquear os termos 'torrent', 'RapidShare' e 'Megaupload' e retirá-los das suas ferramentas de autocompletar palavras-chave e do sistema Instant.   A corte alegou que a 'ajuda' que o Google dá aos piratas pode ser encarada como um incentivo ao desrespeito dos direitos autorais de músicas, filmes e outras obras culturais.

O grupo SNAP moveu o processo em 2010 e, depois de perder em duas cortes menores, conseguiu uma vitória importante na semana passada. A justiça decidiu que, embora o Google não possa ser responsabilizado pelas ações de pirataria, o buscador é obrigado judicialmente a dificultar o processo de descoberta de conteúdo ilegal.

Apesar da decisão parcial em favor da indústria, o Google ainda pode apelar para a Suprema Corte francesa, que terá a palavra final sobre o assunto.


Via: Olhar Digital

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Kim Dotcom diz que o MEGA voltará

Muito se discute se o Megaupload conseguirá liberar acesso aos arquivos hospedados ou não. O serviço foi interrompido no começo do ano com uma grande ação do governo dos Estados Unidos. Pelo Twitter, seu fundador comentou que o serviço voltará:
Dono do MEGA diz que o serviço voltará
"SOPA está morto. PIPA está morto. ACTA está morto. MEGA irá voltar. Maior. Melhor. Mais rápido. Livre de taxas e preparado contra ataques. Evolução!"

Ele não deu detalhes nem respondeu diretamente às perguntas enviadas. Aparentemente o site volta, mas não há certeza se virá com todos os arquivos e links antigos mesmo. O MEGA era um conjunto de serviços, não tinha apenas o site de hospedagem de arquivos Megaupload.

Um pouco antes Kim Dotcom comentou que ficou sabendo de fontes confiáveis quem teria ordenado todos os ataques contra sua empresa: Joe Bidden, vice-presidente dos EUA. Ele é um grande amigo do ex-senador e atual chefe da MPAA, Chris Dodd, que teria dado ordens ao procurador Neil MacBride para acabar com os negócios.

Teorias da conspiração (que até fazem sentido, mas não podem ser provadas) indicam que o ataque final veio com o anúncio do MegaBox, um serviço de distribuição de músicas digitais que negociaria diretamente com artistas, dispensando as gravadoras e distribuidores da jogada. Os preços poderiam ficar bem mais baixos ao mesmo tempo em que os artistas seriam beneficiados com um lucro maior. O MegaBox já estava em desenvolvimento há um tempo antes da polêmica de acabar com a empresa do Dotcom. Ele ainda pretende lançar o serviço:

MegaBox

Antes disso os sites da empresa continuavam funcionando normalmente, incluindo o famigerado Megaupload, que estava entre os sites mais acessados do mundo (citado na 13ª posição).

Por mais pirata que fosse o serviço, ainda que indiretamente, ele não tinha assim uma grande repulsa por diversos artistas. Alguns chegaram até a gravar um comercial para o Megaupload, pouco antes do fechamento do site:


Via: Hardware

Megaupload vai voltar maior, melhor e mais rápido

(Fonte da imagem: Reprodução/Twitter/KimDotcom)

Kim Dotcom, o fundador do site Megaupload, afirmou ontem (4), em seu perfil pessoal no Twitter, que o site voltará ao ar em breve. Além disso, Kim comemorou a morte do SOPA, do PIPA e do ACTA, projetos de lei que visavam ampliar o controle sobre o tráfego de dados na internet.

“SOPA está morto. PIPA está morto. ACTA está morto. MEGA vai voltar. Maior. Melhor. Mais rápido. Livre de taxas e preparado contra ataques. Evolução!”, comentou Dotcom em sua mensagem. Entretanto, apesar de não informar quando isso de fato vai acontecer, alguns rumores ganharam força na rede, afirmando que o retorno aconteceria no próximo dia 9.

Questionado por alguns dos seus seguidores no Twitter sobre o assunto, Dotcom não respondeu às perguntas. Será que esse foi mais um desabafo e uma comemoração do criador do Megaupload ou foi um anúncio disfarçado do que está por vir?

sábado, 23 de junho de 2012

O megacirco de Kim Dotcom, o fundador do Megaupload [infográfico]




Por vários anos, o site Megaupload foi um dos líderes de audiência em todo o mundo. E no tempo em que ele esteve no ar, pouca gente sabia quem era a grande figura que estava por trás de todo o império do compartilhamento de arquivos. Mas desde que o Megaupload foi fechado e o homem em questão foi preso, seu nome esteve presente em muitas manchetes.

Estamos falando de Kim Schmitz – ou Kim Dotcom, como é conhecido. O homem que fundou o Megaupload e lucrou mais de 175 milhões de dólares em sete anos. Mas esse dinheiro não é nada perto dos mais de 500 milhões de dólares que o site gerou de prejuízos para gravadoras e produtoras detentoras de direitos autorais de músicas, filmes, jogos e outros materiais.

Onde gastar tanto dinheiro?

Se você tivesse milhões de dólares, em que gastaria? Kim Dotcom nunca foi um homem muito econômico e certamente fez coisas que você não faria com seu dinheiro. Para começar, ele alugava uma enorme mansão na Nova Zelândia, avaliada em US$ 30 milhões. E por mês, eram pouco mais de US$ 24 mil no aluguel. Achou pouco?

(Fonte da imagem: Reprodução/Telegraph)


Uma das maiores extravagâncias de Dotcom aconteceu em 2006. Em apenas um final de semana, ele conseguiu gastar a quantia de US$ 10 milhões. Em meio às contas, estão o aluguel de um iate, a contratação de modelos famosas, convites de celebridades e comidas e bebidas caras para todo mundo. Tudo isso em Mônaco, em um fim de semana de Fórmula 1.

Outro gasto que poucos teriam: no Réveillon de 2011, ele fez uma doação de US$ 500 mil para que a cidade de Auckland (Nova Zelândia) pudesse fazer um show de fogos de artifício incrível. Isso sem falar nas extravagâncias automotivas. Quando Dotcom foi preso, cerca de 6 milhões de dólares em carros de luxo foram confiscados (todos com placas personalizadas, como “Evil”, “Mafia” e “God”).

Gostos bizarros de Dotcom

Basta olhar para as fotos do fundador do Megaupload para perceber que ele não é o homem mais sério do mundo. Sempre extrovertido, Dotcom também não é do tipo que possui gostos muito comuns. Em diversas imagens publicadas nos últimos meses, ele aparece dentro de banheiras com seu tradicional terno preto – exatamente, uma banheira cheia de água e ele de terno.

(Fonte da imagem: Reprodução/Buzzfeed)

Acha que isso é pouco? Pois saiba que ele tem um gosto bastante exótico. Em muitas fotografias de sua casa, é possível perceber que Dotcom possui uma coleção de estátuas de girafas em tamanho real – e até mesmo um tanque de guerra inflável. Além de tudo isso, há outros hábitos do empresário que pouca gente conhecia, mas que passaram a ser comentados.

O primeiro deles está em Call of Duty Modern Warfare 3. No game, Dotcom conseguiu chegar à primeira colocação global, graças aos seus ótimos índices de aproveitamento (muito mais pontos positivos do que negativos). O outro talento oculto dele está no rap. Isso mesmo, Dotcom já até gravou um disco em que desfere alguns “golpes musicais” para políticos da Nova Zelândia.
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Como ficou bem claro, Kim Dotcom não é a figura mais comum do mundo. Excêntrico e com gostos únicos, o empresário possui o dom de gastar dinheiro e o utiliza sem pestanejar – isso que não citamos os altos gastos que ele tem com advogados. E se você fosse um multimilionário como ele, faria o mesmo?

Fontes: Daily Mail, MSNBC, BuzzFeed, Huffington Post, Interest.NZ e Time Magazine

sábado, 16 de junho de 2012

Caso Megaupload: FBI vai copiar 150 TBs de arquivos de Kim Dotcom

(Fonte da imagem: Divulgação/Megaupload)

O julgamento de Kim Dotcom, o criador do site Megaupload, ainda está longe de terminar: cada vez mais, novos capítulos deixam ainda mais enrolado o processo de acusação contra o empresário. A novidade da vez partiu de uma corte da Nova Zelândia, que decidiu obrigar o FBI a emitir uma cópia dos arquivos pessoais do réu e entregá-los a ele, acatando um pedido feito recentemente pelo rapaz.

Nos 150 terabytes de dados apreendidos na cada de Kim Dotcom estariam documentos valiosos para o caso, como emails e recibos que serviriam como prova contra o criador do Megaupload. Vale lembrar que eles não têm nada a ver com os arquivos hospedados nos servidores do site – também apreendidos, porém intocados e em segurança.
A instituição norte-americana afirmou que seriam necessários dois meses e meio para que todos os dados sejam copiados – e a eficiência não é comprovada, já que muitos arquivos se encontram codificados.