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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Rede Bitcoin é dividida em duas para criar o 'Bitcoin Cash'

Um racha entre os desenvolvedores do Bitcoin criou uma fissura na rede da moeda virtual, que foi dividida em duas no dia 1º de agosto. A estrutura tradicional segue sendo chamada de Bitcoin, enquanto a nova recebeu o nome de "Bitcoin Cash".

Chamada de "hard fork", a medida não divide os Bitcoins existentes entre as duas moedas. Em vez disso, todo mundo que possuía Bitcoins imediatamente passa a possuir também o Bitcoin Cash. Quem tinha 3 Bitcoins (BTC) no dia 31 de julho, passou a ter também 3 Bitcoin Cash (BCH) no dia 1º de agosto, podendo gastar suas moedas em ambas as redes.

O Bitcoin Cash flexibiliza o tamanho dos chamados "blocos", um pilar do Bitcoin: criptomoedas não armazenam "saldos" ou "balanços", mas sim um histórico de transações. É a partir desse histórico de transações, agrupadas em blocos sequenciais, que os saldos são calculados. Um bloco deve ser gerado a cada dez minutos, e a totalidade dos blocos e as transações neles contidas formam o "banco de dados" da moeda virtual.

Como o tamanho do bloco do Bitcoin é fixo, ele pode armazenar um número limitado de transações. Esse limite passou a tornar as transferências de Bitcoin mais caras, exigindo que quem tivesse pressa para ter sua transferência confirmada em um bloco pagasse uma tarifa para incentivar os chamados "mineradores" da moeda a preferir a inclusão de sua transferência em detrimento de outras. Em outras palavras, era preciso pagar para "furar a fila" ou aguardar até dias para ter uma transferência confirmada, já que não havia espaço suficiente nos blocos para todas as transações.

Os desenvolvedores do Bitcoin não chegaram a um consenso sobre como resolver o impasse. Com isso, foi criado o Bitcoin Cash, que usa um tamanho de bloco maior, permitindo que mais transferências sejam confirmadas em um único bloco.

O Bitcoin Cash, porém, não é uma moeda inteiramente nova. Isso porque ele leva em conta todo o histórico do Bitcoin até a data da divisão. Por isso, quem detinha Bitcoins também é dono de Bitcoin Cash. A diferença, porém, é o valor de mercado da moeda. Enquanto o Bitcoin tradicional vale cerca de US$ 3,3 mil, o Bitcoin Cash está cotado a US$ 300 flutuando bastante (a moeda chegou a passar dos US$ 700).

Com a criação do "fork", existem duas linhas de blocos vindas de uma mesma origem e que, a partir de agora, seguirão independentes. Normalmente, blocos "concorrentes" são ignorados pela rede, cedo ou tarde, para que apenas uma cadeia continue a receber novos blocos. O "fork" garante a manutenção das duas linhas (confira a imagem).

(Foto: Andy Clark/Reuters)

Tarifa menor pode ser risco
Com um bloco até oito vezes maior que o Bitcoin tradicional, o Bitcoin Cash pode confirmar mais transações em menos tempo. Isso, porém, reduz a necessidade de tarifas maiores.

Como as tarifas são parte do incentivo para o trabalho dos chamados "mineradores", é provável que menos mineradores tenham interesse no Bitcoin Cash. Com menos mineradores atuando, a rede fica mais vulnerável a um ataque de "controle", em que um único indivíduo ou grupo assume 51% do poder de processamento da moeda. Com isso, esse indivíduo ou grupo passaria a poder determinar quais transferência são ou não aprovadas pela rede.

Quando há mais mineradores envolvidos em uma moeda, esse tipo de ataque é mais difícil, pois é necessário um poder de processamento muito maior para atingir os 51% exigidos pelo ataque.

Ethereum também teve 'divisão'
A criptomoeda Ethereum também teve um "fork" em setembro de 2016. As duas moedas são hoje chamadas de Ethereum (cotada em US$ 280) e Ethereum Classic (cotada em US$ 15).

Além de questões técnicas, o Ethereum teve seu "fork" para ignorar uma série de blocos já computados na rede e que colocaram milhões de dólares na mão de um golpista. A divisão partiu de um bloco mais antigo da rede, antes das transferências fraudulentas, o que na prática desfez essas transferências e devolveu as moedas aos seus donos.

Sem esse tipo de "divisão", não é tecnicamente possível que alguém obrigue a devolução de criptomoedas.


Via: G1

sábado, 29 de abril de 2017

Saiba como declarar bitcoins no Imposto de Renda


A Receita Federal inclui neste ano instruções para declarar a moeda virtual Bitcoin em seu manual de perguntas e respostas da receita, conhecido como perguntão. O manual traz dois tópicos específicos para a declaração.

Rodrigo Batista, CEO do Mercado Bitcoin, site para intermediação de compras e vendas de moedas digitais, resume um passo a passo para negociantes ficarem em dia com o leão.

1 - A apuração e recolhimento dos rendimentos com Bitcoin deve ser feita em todos os meses nos quais a soma das vendas exceder 35 mil reais, utilizando-se o Programa de Apuração dos Ganhos de Capital que pode ser baixado no site da Receita Federal;

2 - Na declaração anual do imposto de renda de 2017, deve-se apontar os ganhos de 2016 e o saldo em bitcoins do dia 31 de dezembro no software de declaração anual.

3 - Até final de dezembro de 2016, quem obteve ganhos de capital na venda de bitcoins pagou 15% de Imposto de Renda independentemente do valor do lucro. A partir de Janeiro de 2017, somente os ganhos de capital de até R$ 5 milhões serão tributadas em 15%. A alíquota sobe para 17,5% nos ganhos entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões, para 20% nos ganhos entre R$ 10 milhões e R$ 30 milhões e para 22,5% nos lucros acima de R$ 30 milhões.

4 - Quem possui mil reais ou mais em bitcoins, deve incluí-los na seção “outros bens” da declaração de imposto de renda, usando o valor de aquisição.

5 - Caso você não tenha declarado os ganhos com Bitcoin nos últimos cinco anos, precisa pagar o imposto com multa e juros.


Via idg

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Bitcoin atinge pico em 3 anos e se aproxima de máxima recorde por conversas sobre aprovação de ETF nos EUA

Resultado de imagem para bitcoinLONDRES (Reuters) - A moeda digital bitcoin atingiu seus níveis mais altos em mais de três anos nesta quinta-feira e ficou a 3 dólares de alcançar o pico histórico, com a especulação de que o primeiro fundo indexado (ETF) a bitcoin receba aprovação do regulador financeiro dos EUA.
Agentes financeiros tradicionais em grande parte têm evitado a "cripto-moeda" baseada na web, vendo-a como muito volátil, complicada e arriscada, e duvidado de seu valor inerente.
A bitcoin já avançou cerca de 17 por cento este ano e subiu mais 3 por cento nesta sessão, batendo 1.160 dólares por bitcoin na bolsa europeia Bitstamp, apenas um pouco abaixo da máxima histórica de 1.163 dólares alcançada em novembro de 2013.
Alguns analistas dizem que a aprovação regulatória de um ETF de bitcoin tornaria a moeda relativamente atraente para o mercado de investidores institucionais, muitas vezes mais cauteloso.
Três ETFs lastreadas no valor de bitcoin tiveram pedido registrado para aprovação da Securities and Exchange Commission (SEC), o órgão regulador do mercado financeiro dos EUA.
A SEC decidirá até 11 de março se aprova um pedido apresentado há quase quatro anos pelos empresários Cameron e Tyler Winklevoss. Se aprovado, seria o primeiro ETF de bitcoin emitido e regulado por uma entidade dos EUA.
Durante o ano passado, os maiores movimentos diários da Bitcoin foram em torno de 10 por cento - muito voláteis em comparação com as moedas tradicionais, mas muito menores do que as oscilações diárias de até 40 por cento observadas em 2013.

Via: uol

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

O que esperar do Bitcoin em 2017

 
 A moeda digital bitcoin teve grandes conquistas em 2016, tendo atingido o valor de  R$3.699 no dia 28 de Dezembro, o maior preço da história, segundo o MercadoBitcoin.com.br, empresa que opera moedas digitais no Brasil.

No fim do ano passado, o valor de todos os Bitcoins somados chegou a 16 bilhões de dólares. Existem hoje 16 milhões de moedas em circulação no mercado, e elas chegarão a um total emitido de 21 milhões em 2033, avalia a casa de câmbio. 

A principal característica que gera valor ao Bitcoin é sua escassez. Assim, a vontade das pessoas de comprar ou vender Bitcoins é o que determina seu preço.

O CEO da companhia, Rodrigo Batista, avalia algumas das principais variáveis que podem afetar a procura e, por consequência, o preço da moeda em 2017. Confira a seguir:

1 – Donald Trump na presidência dos EUA
Em dezembro, quando o Bitcoin estava na casa dos 700 dólares o banco de investimento Saxos publicou um artigo em que diz que as medidas econômicas sinalizadas por Donald Trump podem aumentar o déficit e a inflação nos EUA. Como o Bitcoin é imune a políticas monetárias de países, ele seria visto como uma alternativa de proteção. Segundo o banco, este fator poderia elevar o Bitcoin para 2100 dólares até o fim de 2017. No início deste ano ele já está sendo negociado a mais de 1000 dólares.

2 – Avanços técnicos na tecnologia do Bitcoin
No dia 3 de janeiro, os programas que formam o bitcoin completaram oito anos. Ou seja, ele é uma tecnologia ainda bem nova e em evolução. Pela novidade, ele ainda enfrenta diversos desafios técnicos, sendo que o principal deles é a capacidade limitada de processamento de pagamentos. Hoje a tecnologia consegue processar sete transações por segundo na melhor das hipóteses. A título de comparação a Visa pode processar mais de 50 mil transações por segundo.

Neste ano são esperados dois avanços técnicos no bitcoin. Um chamado SegWit, que visa diminuir o tamanho das informações trocadas nos pagamentos e, por consequência, aumentar o número de pagamentos possíveis por segundo. O outro é chamado Lightning Network, que é mais ambicioso e pretende remover o limite de transações.

3 – Índia, China e Venezuela
Populações de países cujas políticas econômicas e monetárias afetaram a moeda em circulação, estão tendo uma alta demanda na procura por bitcoins. Em novembro último a Índia proibiu e retirou do mercado as suas cédulas de valores mais altos, a China vem impondo nos últimos anos regras mais rígidas de controles de capitais e a Venezuela despedaçou sua economia. Nos três casos houve uma corrida intensa por bitcoins que pode se intensificar em 2017.

4 – Bitcoin negociado em Bolsa de Valores
Os irmãos Winklevoss, que ficaram famosos por terem processado o criador do Facebook, Mark Zuckeberg em briga pela paternidade da rede social, são dois dos maiores entusiastas de bitcoin. Ao ponto de há dois anos terem solicitado a criação de um produto de investimento para ser negociado em bolsas de valores, o chamado Bitcoin ETF. Espera-se que a CVM dos EUA dê sua resposta neste ano de 2017. Caso aprovado, o resultado prático deste produto é que será possível investir em bitcoins via Bolsa de valores nos EUA. O impacto potencial da aprovação deste produto sobre o preço do bitcoin e sobre a legitimidade da moeda é visto como enorme.


Via: IDGNow

terça-feira, 3 de maio de 2016

Empresário australiano diz ser misterioso criador do Bitcoin


O empresário australiano Craig Wright alega ser o criador do bitcoin Satoshi Nakamoto, segundo afirmações feitas no seu blog e em entrevistas para a imprensa.
Wright foi apontado como o desenvolvedor da moeda virtual em dezembro de 2015 pela revista Wired, mas não confirmou as alegações da publicação na época. 
Mas agora Wright afirmou que realmente é Satoshi, em entrevistas para a BBC, The Economist e GQ - mas não para a Wired.
“Algumas pessoas vão acreditar, outras não, e para dizer a verdade, realmente não me importo”, afirmou Wright em entrevista em vídeo para a BBC.
A identidade de Satoshi está envolvida em mistério desde o desenvolvimento do Bitcoin. Seu reaparecimento agora poderia influenciar o futuro da moeda virtual, incluindo um debate chave sobre o tamanho dos blocos no blockchain.
Em seu blog pessoal, Wright publicou o que acredita ser prova de que é o inventor da tecnologia: uma mensagem assinada digitalmente com uma assinatura que é igual à chave de criptografia privada usada para assinar o nono bloco da blockchain do Bitcoin.
Esse bloco é significativo porque contém uma transação transferindo Bitcoins de Satoshi para Hal Finney, um criptógrafo e um dos primeiros entusiastas da moeda digital.

Via: idgnow

sábado, 11 de abril de 2015

Fundação Bitcoin está falida, diz membro do conselho administrativo



A Fundação Bitcoin, organização que promove o desenvolvimento da moeda virtual, está “efetivamente falida” e demitiu grande parte de sua equipe, afirmou Olivier Janssens, membro da conselho administrativo da Fundação.
Outros dois membros, entretanto, disseram que a instituição não se encontra falida, apesar de afirmarem que a organização precisa passar por uma reestruturação.
A revelação de Janssens, que foi eleito para o conselho no mês pasado, é uma das mais recentes controvérsias acerca da fundação constituída nos Estados Unidos em 2012 como uma entidade sem fins lucrativos.
"A fundação quase não tem mais dinheiro e acabou de demitir 90% de sua equipe. Alguns dos funcionários vão trabalhar como voluntários", escreveu Janssens em um post no forum da Bitcoin Foundation. E acrescentou: "A Fundação Bitcoin odeia transparência. Se eles tivessem sido transparentes, então todos saberiam que não há mais dinheiro."
Janssens atribuiu os problemas financeiros aos dois anos de “gastos ridículos e tomadas de decisões impensadas”, acrescentando que o conselho tentou remediar a situação ao achar um novo diretor executivo. 
Descrito como um milionário em bitcoins, Janssens escreveu que vai doar uma série de milhares de dólares para um fundo especializado em destinar seus esforços no desenvolvimento do núcleo da moeda digital e ainda será complementado por contribuições em crowdfunding.
Até o fechamento desta matéria, a fundação não retornou o pedido de mais informações sobre o post de Janssens. Mas Patrick Murck, diretor executivo, escreveu: “A fundação não está falida, mas a reestruturação é necessária. Olivier basicamente atropelou nossos anúncios e nosso relatório anual de 2014 está para ser lançado na semana que vem”.
Enquanto ele diz que “o dinheiro praticamente acabou”, Gavin Adresen, outro membro do conselho, escreveu em outra resposta que a “Fundação não está falida, mas o conselho precisa decidir se a decisão mais responsável é continuar com a organização em um tamanho reduzido ou dissolvê-lo".
Esta não é a primeira controvérsia da Fundação. Entre os seus membros fundadores está Charlie Shrem, que se declarou culpado da transferência de dinheiro ligado a Silk Road e Mark Karpeles, que presidiu o colapso do MtGox, até então a maior casa de troca de bitcoin.
Em maio de 2014, alguns membros da Fundação se desligaram da organização alegando frustração relacionada a eleição do então novo conselho.
Via: IDGNow

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Agora é possível comprar seu apartamento no Brasil pagando em Bitcoin

Que tal realizar o sonho da casa própria pagando em bitcoins? Pois saiba que a partir dos próximos dias isso será possível. A Tecnisa revelou que pretende aceitar o equivalente a até R$ 100 mil para o pagamento da parcela de entrada da compra de um imóvel.

Nessa primeira fase do projeto, a construtora oferece, ainda, um bônus de 5% para quem usar o dinheiro virtual. Isso significa que a cada R$ 10 mil pagos em bitcoins, o comprador mais R$ 500 como desconto no saldo devedor do mesmo imóvel.

A companhia afirmou que, futuramente, qualquer pagamento à empresa poderá ser feito usando dinheiro virtual. “Ao aceitar a moeda digital, a empresa dá mais uma opção de recurso que o cliente pode utilizar para fazer seu pagamento”, comunicou, no site da iniciativa. 

De fato, a Tecnisa vem puxando a adoção de conceitos tecnológicos emergentes. A empresa, por exemplo, utiliza drones em alguns de seus canteiros de obra e Google Glass em estandes de vendas. 

Na página dedicada ao projeto de há um simulador de câmbio da moeda digital. Pela última cotação (21h, do dia 06/10), um bitcoin valia R$ 900 reais. Quem quiser utilizar a modalidade precisa comunicar tal interesse ao corretor. A transação em será realizada exclusivamente pela Bitinvest, empresa especializada na compra, venda e armazenamento de moedas digitais.

O bitcoin é uma moeda digital, baseada em protocolos de código aberto de criptografia, independente de qualquer autoridade central ou entidade financeira. Aos poucos, iniciativas envolvendo essa nova modalidade de dinheiro começam a surgir. PayPal e Dell já revelaram projetos de aceitação. 

Há, contudo, algumas reticências e desafios envolvendo o tema. Uma dessas questões reside no “lastro”, garantias implícitas que garantem o preço e lhe atribuam valor tangível, como ponderou Daniel Cohen, líder de pagamentos emergentes da MasterCard para América Latina e Caribe, há alguns dias. 


Via: IDGNow

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Bitcoin deve ser mais disseminado, regulado e menos volátil em 2015

Com um público de mil pessoas de todos os lugares do mundo, a Bitcoin Conference 2014, realizada em Amsterdã, apontou tendências importantes para o futuro do bitcoin. O evento, promovido pela Bitcoin Foundation, destacou que a moeda digital deve ser mais disseminada, regulada e menos volátil em 2015.
O encontro também debateu temas centrais como as carteiras multi-sign, a relação entre o bitcoin e os aplicativos de mensagens instantâneas e também a maior penetração da moeda nos países com inflação em alta - caso do Brasil atualmente.
Para Flavio Pripas, CEO da exchange brasileira Bitinvest, uma das tendências que justificam o cenário de consolidação do bitcoin é a proliferação dos serviços que deixam a parte técnica de lado e permitem ao usuário de uma carteira de Bitcoins conectar-se diretamente com sua conta bancária e fazer transferências instantâneas entre dólares e a moeda digital com uma taxa próxima de zero. "Tudo isso de forma muito segura", afirma o executivo.
Pripas conta que alguns paineis abordaram 2014 como o ano em que estão em alta as chamadas carteiras multi-sign (múltiplas assinaturas). Com elas é possível adicionar diferentes usuários (endereços de destino para as transações) em uma mesma carteira, possibilitando agrupar pessoas envolvidas em um mesmo negócio e tornando mais seguras movimentações cotidianas nas empresas, por exemplo. "Em uma carteira do tipo multi-sign é possível que dois de três sócios de uma empresa aprovem uma transferência", explicou o CEO, acrescentando que esta modalidade, ele acredita, é um importante instrumento para a intensificação do uso do bitcoin em 2015.
Porém, quais mercados estão “no alvo” para ter a moeda digital tão inserida no dia a dia de empresas e pessoas? Pripas responde: "Economias com maior inflação (tais como o Brasil, atualmente) têm grande potencial, já que o bitcoin como moeda proporciona o ambiente propício para menores taxas, tornando transações mais viáveis”, afirma Pripas.

Via: IDGNow

terça-feira, 27 de maio de 2014

Torrent de Watch Dogs para PC tem vírus de mineração de bitcoins


Watch Dogs, jogo da Ubisoft que tem hackear como a principal atividade, será lançado oficiamente apenas nesta terça-feira (27), mas já é possível baixar o game completo para PC pela internet — não faltam torrents contendo o jogo completo em uma versão pirata.

Mas não pense que é só baixar e aproveitar sem custos o título: os "espertinhos" que tentam burlar a lei podem acabar sofrendo, ironicamente, uma ação de hackers. Isso porque o site GameCrastinate descobriu que vários desses torrents (incluindo o mais popular em seeds na maior parte dos sites especializados) contêm um vírus que instala um minerador de bitcoins no PC dos piratas.

O vírus supostamente instala o minerador e coloca o programa para funcionar sob o nome de Winlogin.exe (quase o termo de um serviço que existe de verdade na máquina, o Winlogon.exe). Cerca de 25% do processamento do PC é então dedicado à mineração sem que você desconfie — talvez uma lição de um "hacker do bem" que deseja ensinar aos piratas que o crime não compensa.

Aparentemente, vários sites de torrent já descobriram os releases com arquivos maliciosos e retiraram os links da lista de downloads.

Via: tecmundo

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Membros da Bitcoin Foundation renunciam após eleição de novo diretor

Ao menos 10 membros da entidade sem fins lucrativos Bitcoin Foundation saíram devido à eleição, na semana passada, da ex-estrela mirim da Disney e atual empresário e financista de Bitcoin Brock Pierce como novo diretor, disseram representantes do grupo. 

Alguns dos membros citaram o passado atribulado de Pierce. Isso inclui alegações de três funcionários da primeira companhia de Pierce, o falido negócio de vídeo via web Digital Entertainment Network, de que ele oferecia drogas e os assediava sexualmente quando eram menores de idade.

Pierce negou as acusações, que vieram à tona pela primeira vez em 2000.
 
Enquanto que representantes da Bitcoin Foundation minimizaram as deserções, vários membros que deixaram a fundação atacaram seu histórico de governança.

"O histórico de membros proeminentes da Bitcoin Foundation tem sido abismal", disse Patrick Alexander, um membro da Foundation que renunciou, em uma publicação nas páginas de discussão da Foundation. "Não quero mais ser associado a estas pessoas". Tentativas de contatá-lo para mais comentários não foram frutíferas.

Outros membros que renunciaram pediram ao Conselho que avalie mais cuidadosamente os futuros candidatos e que remova Pierce do Conselho.
 
 
Via: UOL

terça-feira, 13 de maio de 2014

Bitcoin precisa de estrutura regulatória para mudar imagem de risco

Bitcoin

Reguladores devem criar uma estrutura regulatória para ajudar a tornar moedas virtuais como a bitcoin mais atraentes para consumidores comuns, disse um advogado da Bitcoin Foundation nesta terça-feira.

A bitcoin chamou muita atenção no começo deste ano quando a bolsa de valores de bitcoins sediada em Tóquio, a Mt. Gox, entrou com pedido de proteção contra falência após anunciar a perda de cerca de 750 mil bitcoins em uma invasão de hackers.

Patrick Murck, conselheiro-geral da Bitcoin Foundation, disse que é necessária uma cooperação entre as autoridades para que sejam criadas regras que apoiem usuários responsáveis da moeda digital.

"Há uma oportunidade de trabalhar junto para impedir que as pessoas digam que (a moeda) é assustadora e arriscada", disse ele. "O desafio é só conseguir lançar uma estrutura que faça sentido para as pessoas", afirmou Murck, falando em um evento sobre o estado da economia digital.

Lançada em 2009, a bitcoin oferece um modo para que pessoas façam transações na Internet. Apoiadores dizem que o anonimato oferecido pela bitcoin reduz o risco de fraude, enquanto críticos dizem que o mesmo anonimato e a falta de supervisão central facilitam crimes.

A Bitcoin Foundation busca padronizar a moeda e protegê-la de roubo ou falsificação.


Via: INFO

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Você usaria? Califórnia ganha o primeiro caixa eletrônico de Bitcoin



O processo da criação de Bitcoins passou de 4 dias para incríveis 4 minutos graças à Bitcoin ATM desenvolvida pela empresa Robocoin, de Las Vegas. No vídeo a seguir, Cary Peters, presidente da Coinage, mostra como o primeiro caixa eletrônico de Bitcoin funciona.

O caixa eletrônico, operado pela Coinage, permite que o usuário compre Bitcoins usando dinheiro ou mesmo os venda por meio de uma carteira digital e saque o dinheiro correspondente.
O preço do Bitcoin na ATM do vídeo é baseado na casa de câmbio Bitstamp. E o processo é um pouco mais complexo do que você provavelmente está acostumado em caixas eletrônicos comuns - para cumprir com regulamentos relacionados à lavagem de dinheiro, usuários precisam digitalizar uma identificação emitida pelo governo.
Ainda assim, o processo inteiro - cerca de quatro a seis minutos para completar - pretende facilitar a compra e venda de Bitcoins. A Robocoin entregou cerca de 25 caixas eletrônicos de Bitcoin no mundo todo.
Quanto à ATM apresentada no vídeo, a operadora Coinage quer que as pessoas compreendam a natureza da moeda digital. "Queremos garantir que os usuários das nossas ATMs Robocoin entendam que o Bitcoin é um grande risco", afirmou Peters. "Não há garantias. Ele pode chegar ao valor zero ou ao valor de 500 mil dólares ou um valor intermediário. Não sabemos."

Via: IDGNow

segunda-feira, 17 de março de 2014

Dorian Satoshi Nakamoto contrata advogado e nega ser criador do Bitcoin em carta

A reportagem da Newsweek sobre o suposto criador do Bitcoin tomou proporções maiores. Em carta oficial, Dorian Prentice Satoshi Nakamoto, um imigrante japonês de 64 anos que mora na Califórnia e foi apontado pela revista como o homem por trás da invenção da moeda virtual, negou todas as acusações, agradeceu o apoio de todos e afirmou ter contratado um advogado para solucionar o caso.

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Na carta, Nakamoto repete parte da entrevista que deu para a Associated Press. Ele nega mais uma vez que não inventou nem trabalhou com Bitcoin e que ouviu o termo pela primeira vez em meados de fevereiro deste ano. A falsa reportagem da Newsweek, nas palavras de Nakamoto, teria prejudicado suas perspectivas de encontrar emprego.

A declaração oficial de Nakamoto foi publicada inicialmente por Felix Salmon, da agência de notícias Reuters, no Twitter. Abaixo você confere nossa tradução livre:
Meu nome é Dorian Satoshi Nakamoto. Eu sou a pessoa citada na reportagem da Newsweek sobre Bitcoin. Estou escrevendo esta declaração para limpar meu nome.
Não criei, inventei nem trabalhei com Bitcoin. Eu nego incondicionalmente o relato da Newsweek.
A primeira vez que ouvi o termo “bitcoin” foi através do meu filho em meados de fevereiro de 2014. Após ser contatado por uma repórter, meu filho me chamou e usou a palavra, que eu nunca havia ouvido anteriormente. Logo depois, a repórter me encontrou em minha casa. Chamei a polícia. Nunca concordei em falar com a repórter. Em uma conversa que se seguiu com um repórter da Associated Press, chamei a tecnologia de “bitcom”. Eu ainda não estava familiarizado com o termo.
Minha formação é em engenharia. Eu também sei programar. Meu trabalho mais recente foi como engenheiro eletricista solucionando problemas de equipamentos de controle aéreo de tráfego para a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês). Não tenho conhecimento de que trabalhei com criptografia, sistemas peer-to-peer ou moedas alternativas.
Não consegui encontrar emprego estável como engenheiro ou programador por dez anos. Eu tenho trabalhado como operário, pesquisador e professor substituto. Cancelei meu serviço de internet em 2013 devido a graves dificuldades financeiras. Estou tentando me recuperar da minha cirurgia na próstata feita em outubro de 2012 e de um acidente vascular cerebral que sofri em outubro de 2013. Minhas perspectivas de trabalho remunerado foram prejudicadas devido ao artigo da Newsweek.
A falsa matéria da Newsweek tem sido a fonte de uma grande confusão e estresse para mim, minha mãe de 93 anos, meus irmãos e suas famílias. Ofereço meus sinceros agradecimentos às pessoas nos Estados Unidos e ao redor do mundo que me ofereceram ajuda. Eu contratei um advogado. Esta será nossa última declaração pública sobre este assunto. Agora, solicito que respeitem nossa privacidade.
A carta é um indicativo de que teremos mais informações sobre o caso em breve, como um processo contra a Newsweek e uma possível retratação da revista, que ainda mantém a história, afirmando que a reportagem foi realizada “sob os mesmos rigorosos padrões editoriais e éticos que nortearam a Newsweek por mais de 80 anos”. Não deixe de acompanhar os próximos capítulos.

Via: tecnoblog

domingo, 9 de março de 2014

Criador do Bitcoin tem 64 anos e vive na Califórnia, segundo revista

O maior mistério do Bitcoin foi solucionado: o criador da moeda virtual, Satoshi Nakamoto, finalmente foi revelado. Bem, talvez.

Ao longo da curta e problemática história do Bitcoin (olá Mt. Gox), as pessoas se perguntaram se Nakamoto era um disfarce para um gênio, ou talvez um pseudônimo para um grupo de hackers libertários com medo de represálias do governo por suas ações, ou talvez um nickname para um grupo obscuro de programadores de Wall Street.

E então nesta semana a Newsweek disse o contrário disso tudo. A revista publicou que Nakamoto, na verdade, é um japonês de 64 anos que vive nos EUA, mais especificamente, na cidade de Temple City, California, e que seu nome oficial é Dorian Satoshi Nakamoto.
De acordo com a publicação, a figura mais misteriosa do Bitcoin nunca teve uma identidade secreta e estava usando seu nome oficial durante todo esse tempo.

Mas se o Nakamoto da Newsweek é realmente o Nakamoto do Bitcoin é outra história. O maior problema é que Dorian Nakamoto se recusa a reconhecer seu papel na criação do Bitcoin.

O mais perto que a reportagem chega disso é quando Dorian Nakamoto diz que “não está mais envolvido” com o projeto – uma implicação que é bastante convincente, mas está longe de ser uma confissão direta.

O artigo então traz evidências circunstanciais, como usos estranhos do inglês e formatos estranhos na hora de escrever que os dois Nakamotos parecem compartilhar.

Um bom pedaço da reportagem também mergulha no passado de Dorian Nakamoto, que certamente é sugestivo de alguém capaz de criar o Bitcoin. Ele é descrito pela revista como uma mente brilhante que tem um diploma em física e passou a maior parte da carreira como um engenheiro em projetos secreetos de grandes empresas e do exército dos EUA.

Atualização
Em um vídeo publicado nesta sexta-feira, 7/3, por um funcionário do Buzzfeed, Nakamoto aparece negando envolvimento com o Bitcoin - veja aqui.


Via: IDGNow

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Após golpe, maior câmbio de Bitcoin vai à falência


Poucos dias após desaparecer da internet, o MtGox, principal site de câmbio de Bitcoin, declarou falência alegando ter sido roubado. O pedido foi feito no Japão, nesta sexta-feira, 28, conforme noticiado pela AFP.

Depois de ter sumido por vários dias, Mark Karpeles, executivo da empresa, voltou à cena para comparecer a uma conferência com a imprensa no país asiático. Ele disse que havia deficiências no sistema da MtGox que permitiram um saque de valor equivalente a quase meio bilhão de dólares.

Segundo Karpeles, foram levadas 750 mil Bitcoins dos clientes e mais 100 mil que pertenciam à MtGox. A soma, convertida para dólar, dá um total de US$ 477 mil.
Na terça-feira, 25, quando o problema começou a ser descortinado, circulava a informação de um rombo de 750 mil Bitcoins, que valeriam US$ 300 milhões. Um documento interno vazado revelava que a MtGox temia que se o público descobrisse o problema “isso poderia ser o fim da Bitcoin” (veja mais).

Opinião! Será que agora o mercado de Bitcoin estar com os dias contados! até o momento pelo que pode ver ainda existem muitos entusiastas que descartam o fim da era Bitcoin, mas eles já não falam com tanta firmeza como antes. O que resta agora é esperarmos pra ver o desfecho dessa história... 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Crackers roubaram US$ 40.000 do maior serviço de carteira de Bitcoin do mundo

bitcoin-broken
Se você pensa em mergulhar no maravilhoso mundo do Bitcoin, é bem provável que você comece pelo Coinbase, um dos serviços de carteira digital com melhor reputação por aí e que é responsável por cerca de US$ 15 milhões em transações de Bitcoins todos os meses. Como um editor do TechCrunch disse, “é aquele que eu recomendaria para a minha mãe usar.” Mas mesmo o melhor do Bitcoin pode ser alvo de ladrões, e, como o descobriu o The Verge, isso custou aos seus usuários até US$ 40.000.

Um usuário chamado Jeff confirmou ao The Verge que crackers conseguiram coletar 10.6 Bitcoins (cerca de US$ 10.000) da sua carteira do Coinbase em dezembro passado. Ele conseguiu recuperar o dinheiro, mas, quase um mês depois, foi vítima de outro ataque, e desta vez perdeu mais US$ 7.000 além dos outros US$ 10.000. Desta vez, conseguiu recuperar os US$ 7.000 adicionais, usados pelo hacker para fazer uma nova compra de Bitcoins, mas os 10.6 Bitcoins originais foram perdidos. O Coinbase se recusou a devolver o dinheiro pela segunda vez.

E Jeff não é o único. Pelo menos outros dois roubos aconteceram no Coinbase recentemente totalizando mais US$ 21.000. A questão é, não é que o Conbase é necessariamente um serviço vulnerável; é a sua API, o código que garante a programadores direitos de acesso. Parte do apelo do Coinbase é que, de acordo com oThe Verge, “a chave API correta permite a qualquer programa mover Bitcoins entre determinadas contas.” Então assim que a chave for comprometida, crackers ganham acesso e podem fazer o que quiserem com a sua conta.

Mais do que apenas a API do Coinbase, no entanto, a natureza anônima do Bitcoin em si faz com que as transações reversas sejam impossíveis e lavagem de dinheiro seja muito simples. Então mesmo que o apelo do Bitcoin esteja em uma forma anônima e não-rastreável de pagamentos, tenha em mente que isso pode não ser uma solução infalível.
O Coinbase explicou o acontecido:
Há algumas semanas, ficamos sabendo que uma pequena quantidade de usuários do Coinbase foi vítima de ataques de phishing, que resultaram em bitcoins sendo retirados de suas contas. Phishing infelizmente é uma ocorrência comum na internet – de instituições financeiras a processadores de pagamentos e varejistas.
Mesmo que tenhamos medidas de segurança ainda mais restritas do que alguns sites de online banking, ainda existem alguns passos que nós como empresa podemos tomar para as contas do Coinbase ficarem ainda mais seguras do que a média. Implementamos diversas medidas para aumentar a segurança, incluindo autenticação em dois passos ampliada, medidas feitas para ajudar a diminuir a possibilidade de incidentes bem sucedidos de phishing no futuro. Também adicionamos um passo de verificação de por email para ações de chaves, como quando uma chave API é ativada.
Vamos continuar a trabalhar para garantir que consumidores consigam se sentir seguros usando o Bitcoin. O Bitcoin oferece inúmeras oportunidades em segurança para pagamentos online. Também encorajamos consumidores e agirem com cautela quando clicarem em links para instituições financeiras ou serviços de pagamento online. Evitarem, em particular, clicar em links suspeitos, e atualizarem sempre o navegador. Esses passos vão ajudar a evitar a maioria dos ataques de phishing.


Via: Revistaespiritolivre 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Bitcoin já é aceito como pagamento por advogados da Austrália

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A comunidade legal fez sua primeira investida no uso de Bitcoin como pagamentos por serviços prestados. A empresa de advocacia australiana LegalVision foi a primeira a permitir que os clientes paguem seus serviços jurídicos com a moeda virtual.

O Bitcoin é uma moeda digital descentralizada e permite aos usuários transferir dinheiro na Internet sem o uso de um banco. Ela também permite aos usuários realizar transações uns com os outros sem a necessidade de um intermediário. A LegalVision instalou seu suporte ao Bitcoin em 21 de janeiro.

O chefe executivo da LegalVision, Lachlan McKnight, disse que estava interessado no uso da moeda, porque o conceito dela vai de acordo com a linha de pensamento online da empresa de eficiência e inovação.

“A LegalVision é um negócio progressivo e inovador. Apelamos para uma nova geração de empresários que enxergam os custo-benefício de obter todo o seu trabalho legal feito online”, disse. “O Bitcoin é apenas a evolução natural desse pensamento e a moeda pode ser o futuro dos sistemas de pagamento online.”

McKnight disse que sua empresa usou a mais recente tecnologia para tornar os seus serviços mais baratos e mais fáceis de usar.

“Fornecemos aconselhamento jurídico online e documentos – de modo que faz sentido para nós começar a usar a moeda digital”, disse McKnight.

Aceitação

O Bitcoin vem ganhando destaque internacional nos últimos seis meses. A moeda foi bem-recebida por alguns dos principais bancos e com cautela por alguns órgãos governamentais.

O banco central da China proibiu os credores de usar o dinheiro virtual, enquanto as autoridades bancárias da Finlândia disseram que o Bitcoin não é uma moeda real. No entanto, parte do setor privado adotou a moeda.

Um porta-voz do banco Citigroup disse que a moeda poderia melhorar a sociedade em geral, tornando as transacções mais fáceis.

O eBay do Reino Unido começará a permitir que seus usuários comprem e vendam por meio de Bitcoin a partir do dia 10 de fevereiro. Em janeiro, o Canadá teve seus primeiros ATMs de Bitcoin instalados – o que permite às pessoas trocar câmbio com a moeda digital.

Em 16 de janeiro, a Sacramento Kings, da NBA, se tornou o primeiro time de futebol profissional a nível internacional a aceitar pagamentos via Bitcoin.

McKnight disse que a LegalVision foi consistente em sua abordagem à tecnologia. “Nossos clientes sabem a conveniência e a eficiência de custos de fazer o máximo com novas tecnologias”, disse.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Problema de conexão afeta venda em máquina de bictoin na Campus Party

Quem pretendia trocar cédulas de real por bitcoin nesta quarta-feira (29), na Campus Party, encontrou o estande da Mercado Bitcoin parado durante toda a tarde. Apenas por volta das 19h, a máquina de compra da moeda virtual voltou a funcionar. Problemas de conexão no Startup & Makers Camp, área reservada para as startups, atrapalharam uma série de atividades incluindo a compra de bitcoins online no primeiro caixa eletrônico da América Latina.
Marcos Carvalho, um dos sócios que levou a máquina de bitcoin para a Campus Party (Foto: TechTudo/Melissa Cruz)Marcos Carvalho, um dos sócios que levou a máquina de bitcoin para a Campus Party (Foto: TechTudo/Melissa Cruz)


Marcos Carvalho, um dos sócios da empresa na Campus Party, explica que a máquina precisa de conexão com a Internet para funcionar. Durante todo o dia, a rede por cabo não funcionou no estande. Como medida alternativa, Carvalho trouxe um modem 4G para o evento e ficou na dependência da bateria do celular. No dia anterior, menos de dez pessoas conseguiram fazer transações: a rede de Internet e o caixa eletrônico apresentaram problemas.
"(A ausência de rede) está prejudicando imensamente. A maioria das startups aqui só funciona com Internet", lamenta. 
Quem visitou o estande após às 19h, conseguiu fazer testes e realizar a compra de bitcoins, como Leonardo Sanches, de 21 anos. O jovem fez uma transação de R$ 50 em bitcoins após fazer um teste ao lado de Carvalho.
Leonardo usa com sucesso a máquina de Bitcoin na Campus Party (Foto: TechTudo/Melissa Cruz)Leonardo usa com sucesso a máquina de Bitcoin na Campus Party (Foto: TechTudo/Melissa Cruz)

"Quem possuir bitcoins no futuro vai se dar bem, (a moeda virtual) pode render muito", disse, se referindo ao alto valor da criptomoeda. Entretanto, sentiu falta de um extrato impresso para ter a confirmação da transação no caixa.
"Isso passa mais confiança, é imediato. Acho que poderia ter", completa.
O caixa eletrônico de bitcoin, o primeiro em operação na América Latina, está exposto na Campus Party e segue para um local de grande movimentação financeira em São Paulo, após o evento. Na parte interna, um tablet, um leitor de QR Code, uma caixa forte para as cédulas e um computador trabalham para processar os dados e enviar os valores para a carteira de bitcoin de quem acessa o serviço. Atualmente, segundo cotacão no site do Mercado Bitcoin, o valor de um bitcoin é de R$ 1.980.
Máquina de bitcoin é aberta para reparo durante a Campus Party (Foto: TechTudo/Melissa Cruz)Máquina de bitcoin é aberta para reparo durante a Campus Party (Foto: TechTudo/Melissa Cruz)

Carvalho conta que o processo de compra do bitcoin no inédito caixa eletrônico é muito rápido, de menos um minuto, e que pode ficar mais demorado dependendo da quantidade de notas que foram inseridas.  
O equipamento aceita apenas cédulas de real para a compra de bitcoins. A operação contrária, ou seja, a compra de reais com bitcoins, não será realizada. Quem comprar a criptomoeda dessa forma pagará o preço do bitcoin, somado a uma comissão de 2,5% do valor para a Mercado Bitcoin.

Via: Techtudo

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Bitcoin valerá mais de US$ 100 mil, prevê analista


Entre novembro e dezembro do ano passado o mercado financeiro testemunhou a explosão da Bitcoin, em termos de valorização. Só no Brasil a moeda virtual chegou a custar mais de R$ 2 mil, enquanto os gêmeos Winklevoss - cofundadores do Facebook - apostavam alto, dizendo que uma única peça ainda valeria mais de US$ 40 mil (R$ 93,8 mil).

Achou muito? Pois tem gente fazendo previsões ainda mais otimistas. Para o investidor do Vale do Silício Chris Dixon, uma única Bitcoin custará "facilmente" mais de US$ 100 mil (R$ 234,6 mil). Um belo salto, visto que há um ano ela podia ser comprada por US$ 13 (R$ 30,50).

Dixon trabalha com a Andressen Horowitz e tem motivos de sobra para espalhar otimismo em relação à Bitcoin, afinal, ele tem colocado dinheiro da empresa num caminho que possa convergir com o da moeda.

Além disso, embora as apostas soem ridiculamente altas, Dixon apresenta pontos que reforçam seu pensamento: "Nomes de domínio são uma analogia", disse ele, em entrevista àWired. "Seria absurdo dizer em 1993 que nomes de domínio valeriam US$ 10 milhões cada." E hoje um dos mercados mais lucrativos da internet é justamente o comércio de URLs.