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sexta-feira, 4 de março de 2016

Novidades Tecnologicas: Novo SSD da Samsung tem 16 TB e preço de quatro iPhones 6S Plus

Samsung lançou o maior SSD do mundo, com 16 TB de armazenamento. Batizado de PM1633a, o dispositivo com tecnologia que pode substituir o HD ainda não teve o preço oficial divulgado, mas não deve custar menos de US$ 5 mil (R$ 20 mil). Com tanta capacidade de armazenamento, a velocidade de transferência e de leitura também surpreende, chegando a marca de 1,2 GB/s.
Apresentado pela primeira vez em agosto de 2015, o preço do novo SSD de 2,5 polegadas pode ser usado para comprar quatro iPhones 6S Plus ou oito Oculus Rift. Para chegar ao valor, a fabricante coreana reduziu custos e aumentou a densidade do disco, cujo limite no mercado era do gadget de 8 TB da Seagate e do modelo de 10 TB da Western Digital.
SSD de 16 TB da Samsung será vendido por não menos que US$ 5 mil (Foto: Divulgação)SSD de 16 TB da Samsung será vendido por não menos que US$ 5 mil (Foto: Divulgação/ Samsung)

O SSD de 16 TB da Samsung foi construído com uma nova tecnologia NAND que usa verticais de 48 camadas, com módulos de 259 gigabits. O gadget é destinado a clientes empresariais, que geralmente necessitam de discos grandes e rápidos. 
Para consumidores finais, a marca continuará vendendo versões mais modestas, que vão desde 8 TB até 120 GB. No Brasil, o modelo com menos espaço custa a partir de R$ 500 e pode chegar a mais de R$ 3 mil com o EVO 850 de 1 TB.
Notebook gamer poderoso
Melhor notebook gamer da Avel custa menos que SSD de 16 GB da Samsung (Foto: Divulgação)Melhor notebook gamer da Avel custa menos que SSD de 16 GB da Samsung (Foto: Divulgação/ Avell)
Com o mesmo valor do SSD de 16 TB, é possível comprar o melhor notebook gamer da Avel e ainda ficar com um troco de cerca de R$ 200. Custando pouco mais de R$ 19 mil, Fullrange G1743 Fire V3X é o melhor que a Avel disponibiliza no Brasil, trazendo processador Intel Core i7 de sexta geração rodando a 4 GHz, 16 GB de RAM e duas placas Nvidia GeForce de 8 GB. O armazenamento é híbrido, com um SSD de 1 TB só para programas, e outro de 240 GB para rodar jogos.
Uma das melhores TVs do mercado
TV LED 4K com tela curva de 78 polegadas custa o mesmo que um SSD (Foto: Divulgação)TV LED 4K com tela curva de 78 polegadas custa o mesmo que um SSD (Foto: Divulgação/ Samsung)
Se você investir o valor em uma TV, é possível adquirir uma das melhores disponíveis no mercado. Uma delas é a Smart TV LED Série 9 da Samsung, com uma tela 4K curva de 78 polegadas que transforma qualquer sala em um cinema. Com todas as portas HDMI que você possa precisar, áudio de alta qualidade e sistema inteligente com conexão à internet, o modelo é um dos mais novos no Brasil, algo que também garante longevidade.
23 HDs de 4 TB
HD Barracuda de 4 TB da Seagate custa pouco mais de R$ 800 (Foto: Divulgação)HD Barracuda de 4 TB da Seagate custa pouco mais de R$ 800 (Foto: Divulgação/Seagate)
Se a intenção for somente guardar arquivos, é possível investir em um conjunto de 23 HDDs Seagate com 4 TB de armazenamento cada. Abrindo mão do desempenho de um SSD, é possível conseguir muito mais espaço em uma rede de computadores gastando o mesmo valor – ou, conseguir o mesmo armazenamento economizando dinheiro. Esse conjunto, por exemplo, garante 92 TB, cinco vezes mais que o novo SSD da Samsung.
8 Oculus Rifts
Com 5 mil dólares, é possível comprar oito Oculus Rifts, que é vendido nos EUA por 600 dólares (Foto: Divulgação)Com 5 mil dólares, é possível comprar oito Oculus Rifts, que é vendido nos EUA por 600 dólares (Foto: Divulgação/ Oculus VR)
O Oculus Rift ainda não chegou no Brasil, mas se você tiver US$ 5 mil para gastar, poderá comprar oito unidades do dispositivo de realidade virtual mais famoso e aguardado do mundo. O headset é equipado com uma tela de 7 polegadas, três giroscópios, três acelerômetros e três magnetômetros. A promessa é de revolucionar o mundo dos games e do consumo de conteúdo. Com alguns milhares de dólares sobrando, você pode ser um dos primeiros a experimentar o futuro e ainda presentar com um membros de sua família ou amigos.
4 iPhone 6S Plus de 128 GB
Com R$ 19 mil, você poderia comprar quatro iPhones do modelo mais caro, com 128 GB (Foto: Divulgação)Com R$ 19 mil, você poderia comprar quatro iPhones 6s Plus do modelo mais caro, com 128 GB (Foto: Divulgação/ Apple) 
O iPhone brasileiro é o mais caro do mundo, mas, mesmo assim, é possível comprar vários deles com o preço do SSD de 16 TB da Samsung. O modelo mais caro disponível na loja da Apple é o iPhone 6S Plus de 128 GB. Com tela de 5,5 polegadas e espaço de sobra na memória, você poderia guardar todos os arquivos que precisar, e, ainda ter outras três unidades de reserva.

Via: Techtudo

sábado, 19 de setembro de 2015

Dica: saiba como proteger seus arquivos em um pendrive ou HD extern

Pendrives são fáceis de perder. E qualquer coisa perdida pode cair em mãos erradas. Por isso, se você carrega informações sensíveis no seu bolso, é preciso ter certeza que esses arquivos estão criptografados.
Pensando nisso, selecionamos três maneiras para você manter seus dados criptografados no pendrive ou HD externo. Veja abaixo.
Compre um pendrive criptografado
É possível comprar um pendrive com criptografia embutida, como o DataTraveler Locker+ G3, da Kingston. Quando você conecta o acessório, ele aparece como um drive de 13MB apenas para leitura. Mas uma vez que abrir o arquivo de programa no pendrive e digitar a senha que configurou antes, outro drive será aberto com todo o espaço para armazenamento pelo qual você pagou. Esse pendrive, obviamente, não pode ser acessado sem a senha. O software é rodado diretamente no acessório, e o gadget pode ser usado em diversos computadores e sistemas operacionais.
No entanto, não recomendamos usar o recurso opcional de backup na nuvem desse pendrive. Ele usa o Dropbox, OneDrive, ou qualquer outro serviço na nuvem que você escolher, o que à primeira vista parece uma conveniência legal. Mas esse recurso faz upload dos arquivos sem criptografá-los. Isso significa que você está confiando seus arquivos sensíveis às habilidades de criptografia do Dropbox e outros serviços parecidos, e eles não são lá muito seguros. Encontre outra maneira de fazer backup desses arquivos – de preferência uma que te permita controlar a criptografia deles.
Instale software especializado no seu drive
Se você já possui um drive que quer usar, considere instalar o EncryptStick, da ENC Security Systems. É preciso instalar o software no seu PC principal, mas ele roda como um app portátil em qualquer outro computador.
O EncrypStick não te permite acessar seus arquivos criptografados diretamente pelo Windows/FileExplorer. É preciso usar o programa para acessá-los. A partir daí, você pode arrastar e soltar os arquivos dentro e fora do contêiner, abrir arquivos em seus respectivos programas, editar e apagá-los.
Um toque legal: os arquivos criptografados ocupam apenas o espaço que precisam. Você pode usar o restante do pendrive para arquivos que não necessitam dessa proteção. 
Após o trial gratuito de duas semanas, o EncrypStick custa 14 dólares.
encryptstick.jpg
Use software gratuito que não é assim tão portátil
Meus leitores mais antigos sabem que sou fã da VeraCrypt, uma ferramenta open-source de criptografia. Existem várias maneiras de usar essa solução, mas recomendo criar um contêiner criptografado (também chamado de volume ou vault).
Você pode instalar o VeraCrypt como um programa portátil. Conecte seu HD externo, e abra o programa de instalação baixado. Na página imediatamente a seguir da EULA, selecione Extract.
Isso colocará uma versão portátil do VeraCrypt no seu HD externo. Você pode criar um contêiner de qualquer tamanho no HD.
 
veracrypt.jpg
Mas há um problema. A versão portátil do VeraCrypt só funciona se você estiver usando uma conta de administrador ou tenha a senha para ela. Ou, obviamente, se a versão não portátil do programa estiver instalada na máquina. Isso limita seriamente em quais computadores você pode usar o programa.

Via: IDGNow

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

HDs podem estar sendo espionados

A empresa de segurança na web Kaspersky divulgou hoje um dos métodos que a NSA, a Agência de Segurança Nacional dos EUA, pode estar usando para espionar computadores no mundo todo: ocultos dentro dos firmwares de HD feitos pelas marcas Seagate, Toshiba, IBM, Micron Technology, Samsung e Western Digital existem spywares que podem registrar e enviar dados do proprietário desses dispositivos, além de monitorar outras atividades.

Após estudar a atividade de um grupo hacker, a empresa russa descobriu sete falhas incorrigíveis nos firmwares dos produtos, e é através dessas brechas que o usuário pode ser monitorado. Segundo a Kasperky, é como se o erro viesse de fábrica, permitindo que os spywares possam se reinstalar automaticamente mesmo após a formatação do HD e podem, inclusive quebrar criptografias que protegem dados essenciais do usuário.

Um dos programas que operam através dessas brechas de sistema é o GrayFish, uma espécie de trojan que começa a funcionar a partir do momento em que o sistema é ligado e pode capturar e enviar senhas sem que o usuário note. A Kaspersky classificou os sistema de ataque como "profissional". Além das marcas citadas a cima, dispositivos Samsung, Hitachi e Maxtor apresentam a mesma vulnerabilidade.

Fonte: The Next Web 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Fim do HD? Samsung anuncia SSD com tecnologia de alta eficiência

A Samsung anunciou nesta quarta-feira (08) seu primeiro SSD baseado na tecnologia “TLC V-Nand”, capaz de criar discos com mais de 3 TB de capacidade. Esse tipo de aparelho proporciona velocidade de execução de computadores muito maior do que a oferecida por discos rígidos comuns. A expectativa é de que, em breve, esse novos produtos sejam o principal tipo de armazenamento disponível no mercado.



Novo SSD da Samsung supera 3 TB com desempenho três vezes melhor do que HD Sata III (Foto: Divulgação)
Novo SSD da Samsung supera 3 TB com desempenho três vezes melhor que HD Sata III (Foto: Divulgação)
O SSD da fabricante coreana bate os HDs Sata III em todos os testes de desempenho. Em velocidade de leitura e gravação, ele supera os melhores discos rígidos em até três vezes. O aparelho ainda oferece durabilidade consideravelmente maior: a promessa é de suportar entre 1,6 TB e 3,2 TB de gravação de dados dez vezes por dia, dependendo do modelo, por até cinco anos. Em uso comum, o tempo pode se estender pelo menos o dobro.

Os valores dos novos SSDs da Samsung ainda não foram anunciados, mas são esperados preços menores do que os de modelos anteriores. Como esse quesito é essencial para que a nova tecnologia substitua de vez os discos rígidos, fica a expectativa para que seja atrativo o suficiente para encorajar o mercado a adotar a nova tecnologia em larga escala. Vale lembrar que os discos de estado sólido são também menos propensos a falhas decorrentes de quedas, já que não dispõem de partes mecânicas como os HDs convencionais.



quarta-feira, 11 de junho de 2014

#Dica 7 maneiras de aumentar o espaço do seu HD

Os discos rígidos estão ficando cada vez maiores, com muito espaço. Mas por conta do uso cada vez mais frequente das máquinas, o HD parece estar sempre cheio. Além de ter de comprar diversos HDs externos para poder salvar tudo o que você quiser, existe uma alternativa gratuita: liberar espaço no seu disco, removendo lixo virtual que não tem importância. Siga abaixo as dicas que oSuperdownloads separou para você e aproveite ao máximo a capacidade de seu HD.

Use a ferramenta do Windows

O Windows tem uma ferramenta interna que apaga arquivos temporários e outros dados sem importância.
1. Para acessá-lo, vá em "Computador".


2. Clique em um HD e selecione "Propriedades".


3. Clique no botão "Limpeza de Disco" na janela de propriedades do disco. Depois de feito, clique em "OK". Assim, você estará apagando arquivos temporários, de log, em sua lixeira e diversos outros sem importância.

Desinstale aplicativos desnecessários

Diversos aplicativos consomem pouco espaço se sozinhos, mas juntos podem ser um problema. Por isso, vá até o Painel de Controle e desinstale um programa.

1. Basta entrar no painel de controle...


2. ...e clicar em "Desinstalar um programa".


3. Depois, clique duas vezes no programa que deseja excluir. Retire todos aqueles que você não utiliza no seu computador.

Use programas auxiliares

Para saber exatamente o que você está usando no seu dísco rígido, você pode usar algum programa que faça uma análise completa da máquina para lhe mostrar quais arquivos e pastas estão ocupando mais memória. Existem diversos deles, todos grátis. Veja alguns deles a seguir.

Glary Utilities Em português: Com apenas um botão, é possível fazer uma manutenção completa do seu PC. Ele também permite recuperar o espaço desperdiçado por arquivos sem utilidade, ajuda na recuperação da velocidade e evita que programas mal intencionados acessem seu histórico do computador. Só tome cuidado, pois ele tenta instalar toolbars em sua máquina.


Wise Disk Cleaner Free: Ele é capaz de varrer o HD de seu computador procurando por arquivos desnecessários de forma rápida e prática. Quando encontra um arquivo assim, ele oferece a opção de apagá-lo e liberar espaço no seu disco rígido. E se você quiser, pode baixar o Wise Disk Cleaner Language Pack Em português, que deixa o Wise Disk em português do Brasil.


Clean Temporary Places: Oferece as mesmas opções dos programas anteriores. Além de deletar arquivos temporários de outras pastas definidas pelo usuário, ele também cria filtros baseados em usos por pasta e atualiza atomaticamente.

Apague arquivos temporários

A ferramenta de limpeza do Windows é útil, mas não deleta arquivos temporários de outros programas. Por exemplo, o seu Google Chrome 24 Em português Ouro No ranking semanal ou Mozilla Firefox 19 Em português Ouro No ranking semanal não serão limpos e, com o tempo, podem ocupar vários GB no seu HD. Para uma limpeza mais agressiva, você pode usar o CCleaner Em português Ouro No ranking semanal, que limpa todo o tipo de lixo dos arquivos. Para usar esse programa, basta seguir os passos abaixo.

1. Abra o programa e selecione tudo o que deseja apagar na aba "Windows".


2. Vá agora para a aba "Programas" e faça a mesma coisa. Depois, clique em "Executar limpeza".


Obs. É importante lembrar que o CCleaner funcionará melhor se todos os programas e navegadores estiverem fechados durante a limpeza. Caso você não feche um navegador, ele poderá apagar qualquer senha que tenha sido inserida e deslogar você de sites e outras ferramentas que exigem identificação.

Encontre e delete arquivos duplicados

Outro problema comum que acaba ocupando memória de um HD é a quantidade de arquivos duplicados. Eles são desnecessários, por isso você pode encontrar cópias de arquivos e apagá-las, deixando somente uma intacta.

Para fazer isso, você pode usar o NoDupe. Ele é uma ferramenta que busca arquivos duplicados (músicas, vídeos, fotos etc.) e apaga as repetidas, organizando também o seu sistema.


A interface dele é simples, basta clicar em "Search" para iniciar a busca. Depois os resultados são exibidos seguindo um parâmetro pré-determinado. Depois basta clicar na aba "Results" e marcar os arquivos que você deseja apagar, clicando em "Delete".


Reduza a quantidade de espaço utilizado com a Restauração do Sistema

A Restauração do sistema muitas vezes ocupa muito espaço no HD, criando pontos de restauração. Você pode, então, reduzir essa quantidade. O lado ruim é que você terá menos pontos de restauração do sistema e cópias muito antigas podem se perder. Mas se esses recursos não forem tão importantes, vale a pena recuperar alguns GB de memória.

1. Vá em "Computador" e clique com o botão direito do mouse. Escolha "Propriedades".


2. Na nova janela que vai abrir, clique em "Configurações avançadas do sistema".


3. Na nova janela, clique na aba "Proteção do Sistema".


4. Clique no botão "Configurar..."


5. Altere a seleção da área "Restaurar Configurações" para "Restaurar apenas versões anteriores dos arquivos". Você também pode diminuir o espaço em disco usado para os pontos de restauração, diminuindo a barra. Perceba na imagem abaixo que 5% correspondem a 4,88 GB. Ou seja, se você diminuir mais, ganhará um bom espaço. Depois, clique em "Aplicar" e "OK".


Obs. Se você tiver interesse em saber como criar pontos de restauração no seu sistema operacional, veja a matéria que o Superdownloads preparou sobre o assunto em nossa página Hub.

Opções de alto risco

Existem ao menos duas maneiras que definitivamente liberarão espaço na HD, mas em ambos os casos é importante ressaltar que elas podem comprometer o seu sistema. Não é aconselhavel usá-las, mas, caso você sinta que pode fazer isso sem problemas, pode tentar.

Desativar a hibernação


Quando você deixa seu sistema operacional hibernando, ele salva conteúdos da memória RAM para o seu disco rígido. Isso permite que o sistema salve o conteúdo todo e assim, quando você sair do modo de hibernação com a máquina, poderá recomeçar de onde havia parado. Se você desabilitar essa função, ganhará mais espaço, porém não poderá hibernar nunca sua máquina, ou ela vai apagar tudo o que não foi salvado diretamente na HD. Se quiser fazer isso, siga os passos abaixo:
1. Abra o menu do Windows e digite no campo de buscas "cmd".


2. Clique com o botão direito do mouse em "cmd.exe" e escolha a opção "Executar como administrador".


3. Na janela que abrir, digite "powercfg /hibernate off". Se quiser recuperar essa capacidade do modo de hibernação, digite "powercfg /hibernate on".


Desativar a restauração do sistema

Se você não se importa de correr esse risco, é possível desabilitar todos os pontos de restauração criados pelo sistema. Mas lembre-se que, caso ocorra um erro no seu computador, você não poderá restaurá-lo assim. Se quiser arriscar, siga os passos 1 a 4 do tutorial "Reduza a quantidade de espaço utilizado com a Restauração do Sistema" logo acima.

Depois, altere a seleção para "Desativar a proteção do Sistema", clique em "Excluir logo abaixo e role a barra do "Uso Máx" para 0%. Depois clique em "Aplicar" e "OK".




quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Seu HD de backup precisa de um backup: três formas de proteger seus dados

Você faz backup regular das informações em seu PC? Parabéns! Mas você não está tão seguro quanto imagina. Os arquivos em seu disco de backup podem ser tão vulneráveis a um desastre quanto os que estão em seu computador.

O recente caso do CryptoLocker, um malware que codifica os arquivos do usuário e exige o pagamento de um “resgate” para restaurá-los, mostra que um disco externo conectado a um PC pode se tornar vítima dos malfeitores com a mesma facilidade que o computador na outra ponta do cabo.

“Muitas pessoas foram prejudicadas pelo CryptoLocker porque seus discos de backup também foram criptografados”, diz Dwayne Melancon, CTO da empresa de segurança corporativa Tripwire. “O CryptoLocker criptografa os arquivos locais, mas também procura aqueles armazenados em discos externos, drives de rede, pastas compartilhadas e outras formas de armazenamento conectadas ao computador”.

Não deixe que uma catástrofe com o CryptoLocker aconteça com você. Veja três opções para proteger seus discos de backup destes ataques.

Desconecte o backup

Marc Maiffret, CTO da empresa de segurança BeyondTrust, resume uma solução que remonta ao bom senso: “faça backup em mídia que possa ser removida fisicamente de seu computador e armazenada offline”. Ou, como dizia a vovó, “não coloque todos os ovos na mesma cesta”.

Claro que esta é uma abordagem menos conveniente, mas é um bom hábito por alguns motivos: o primeiro é que seus dados estarão a salvo se malware como o CryptoLocker infectar seu PC. Em segundo, se seu backup estiver em um cofre, ou em um local distante de seu PC, ele irá sobreviver caso desastres com um incêncio ou inundação destruam os dados originais.

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Discos ópticos podem parecer "antiquados", mas são uma boa forma de proteger seus dados


Uma opção é fazer o backup em mídia menos volátil como CDs, DVDs e Blu-ray graváveis. Depois que o disco for “finalizado”, os dados estarão a salvo de malware mesmo que ele continue no drive. A desvantagem da mídia óptica é a menor capacidade em relação aos HDs modernos, o que significa que um backup completo pode exigir múltiplos discos.

Faça o backup na nuvem

Em vez de fazer um backup local, considere usar um serviço “na nuvem”. Aplicativos do gênero geralmente rodam como um serviço em segundo plano que não é visto pelo sistema como um disco externo ou de rede. Como resultado, é improvável que o malware se espalhe diretamente para o backup na nuvem.

Além disso muitos sistemas modernos de backup usam um formato proprietário para o armazenamento dos dados, o que oferece proteção extra. “Isto torna os arquivos ilegíveis para o malware típico”, diz Paul Lipman, CEO da Total Defense, que vende um serviço de backup online além de software antivírus e de segurança. “Não significa que a contaminação é impossível, apenas que é bastante improvável. Malware geralmente se espalha infectando arquivos já existentes no sistema, e no caso de formatos de armazenamento proprietários, ele não conseguirá infectar o backup diretamente”.

Note, entretanto, que a maioria dos serviços de backup na nuvem sincroniza e atualiza arquivos automaticamente sempre que são modificados. Isso significa que arquivos locais infectados podem ser copiados para o backup, substituindo versões anteriores. Ao primeiro sinal de infecção de um PC, o melhor a fazer é desativar a sincronização para impedir que arquivos corrompidos substituam os dados “saudáveis”.

Faça backup em múltiplas versões

A forma mais eficaz de proteger seus backups é ter mais de uma cópia de seus dados. Há duas maneiras de fazer isso. A primeira é seguir a recomendação da maioria dos especialistas em segurança, que sugerem fazer o backup de suas informações mais importantes em mais de um local. Por exemplo, faça o backup em um HD externo que fica desconectado quando não está em uso, e também use um serviço de backup na nuvem. Desta forma, se malware ou um desastre físico comprometerem um dos backups, você ainda terá uma cópia íntegra dos dados.

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Um serviço como o CrashPlan facilita o backup em múltiplos locais


A segunda é manter um histórico de versões de seus arquivos. Salve múltiplos backups de diferentes pontos no tempo, e escolha um serviço de backup na nuvem que armazene mais do que apenas os dados mais recentes. Desta forma você pode “voltar no tempo” para um ponto antes de uma infecção ou ataque.

“Eu vou um passo além e também crio várias gerações de imagens de disco (cópias de todo o conteúdo de um HD em um único arquivo) de meu sistema, armazenadas local e remotamente, para que possa rapidamente restaurar uma delas se meu PC for perdido, atacado ou de alguma forma se tornar inútil”, diz Melancon.

Ou seja, você precisa de um plano de backup para seu HD de backup. Sem um, você não está muito mais protegido do que se nunca tivesse feito um backup. Siga um dos métodos acima para se certificar de que seus dados estarão à disposição, de forma legível, quando você precisar.


Via: IDGNow

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Saiba qual é o HD mais confiável do mercado


Os discos rígidos menos confiáveis do mercado são os vendidos pela Seagate, de acordo com a Backblaze, que divulgou ontem os resultados de um teste comparativo da empresa especializada em backups.

Para chegar a tal conclusão, a Backblaze usou dados obtidos com base em seu próprio uso, que não foi pouco. Afinal, só da Seagate a empresa comprou 12,7 mil HDs, fora outros 12,9 mil da Hitachi, 2,8 mil da Western Digital (WD), 58 da Toshiba e 18 da Samsung. Como as duas últimas não tinham números expressivos, ficaram fora da comparação.

Quem obteve os melhores resultados de confiabilidade foi a Hitachi, com seus HDs de 3 TB, 2 TB e 4 TB na frente, pois o total de falhas dos três não bate 2% do total de discos usados. Na sequência vêm os de 1 TB (2%) e 3 TB (4%) da WD.

Então aparece a Seagate. O HD de 4 TB da empresa apresentou falhas em pouco menos de 4%, algo em linha com os da WD, enquanto o de 3 TB foi para 8% e o de 1,5 TB a 14%. O modelo Barracuda Green, de 1,5 TB, alcançou a incrível taxa de 120% de falhas.

Reprodução



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

SSD x HD: saiba como deixar o computador mais rápido



"A probabilidade de falha é uma das principais vantagens. Muitas pessoas perdem informações caso o HD caia no chão, esta probabilidade de perder dados é muito grande. Já com o SSD, sem nada mecânico, isso não existe, porque as informações são armazenas em microchips", diz Gerardo Rocha, dir. executivo da Kingston Technology.

"Quando você avalia o desempenho do computador pelo processador e pela memória, temos evoluído. A frequência da velocidade atende a necessidade do processador. O HD se mantém igual. Quando você olha todos os componetentes do computador, aquele que não tem evoluído quanto à velocidade é o HD. É o mais devagar. e, portanto, se torna um gargalo no desempenho", completa Gerardo Rocha, dir. executivo da Kingston Technology.


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Clonando HDs c/ o DD - Nunca foi tão fácil...


Bom pessoal, essa dica é uma mão na roda pra quem precisa migrar seu sistema, qualquer que seja ele, para um HD maior ou mais rápido, ou quem sabe até as duas coisas =) 

Primeiramente é bom salientar que este sistema de clonagem funcionará com qualquer tipo de sistema de arquivos, FAT, NTFS, HPFS, EXT2 e por ai vai, pois a cópia é feita bit a bit, e por esse motivo a clonagem é perfeita, não importando o conteudo dos HDs. 

Em segundo lugar, o HD de origem, deverá ser do mesmo tamanho, ou menor que o HD de destino, senão não será possível fazer a clonagem. 

NOTA: Digamos que se tenha um HD de 20 GB e queremos cloná-lo para um de 15GB, neste caso o HD de destino seria menor que o de origem, mais se houver 5 gigas de espaço livre no HD de origem a clonagem poderá ser feita; a grosso modo, usando essa lógica você poderá usar o DD sem problemas, mais fique atento ao tamanho exato dos HDs ;) 

Bom, vamos ao que interessa...
Coloque o HD de origem como primary master e o HD de destino como primary slave. 

Neste exemplo eu estou usando um CD do Linux KNOPPIX! para fazer o servićo mais você pode usar um HD, com qualquer outra disto de Linux que rola na boa, só que nesse caso o HD de origem teria que estar como primary slave e o destino como secondary master por exemplo. 

A posićão dos HDs não é importante, só procure manter o origem antes do destino pra você não se atrapalhar... 

Bom, agora vamos a clonagem, com o linux startado, abra o shell e faça isso como root. No shell digite: 

dd if=/dev/hda of=/dev/hdb 

Em seguida de enter e aguarde...
O processo é demorado, só para se ter uma base, eu clonei um HD de 20GB/5400rpm pra um HD de 80GB/7200, o tempo da clonagem foi de 57 minutos. 

Ao termino do processo, o dd lhe informara os dados referentes a clonagem e pronto, agora você tem um clone de seu HD. 

O processo é seguro, desde que feito com atenção, e em determinados casos é uma mão na roda mesmo! 


Via: VivaoLinux

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Disco Rigído HD-E2 lançamento da Sony no Brasil


A Sony lançou no Brasil, o disco rígido externo HD-E2, com capacidade de 2 TB de armazenamento. O HD-E2 pesa 392g e usa conexão USB 3.0, compatível com portas USB 2.0.

Um diferencial do dispositivo é a segurança, no armazenamento de dados, pois possui um gerenciador de proteção por senhas e software, inteligente de backup, no qual os dados podem ser copiados automaticamente, de acordo com as informações do usuário e com suas configurações. O HD-E2 vem pré formatado em FAT 32, para que possa ser compatível com PlayStation 3 (que não reconhece partições NTFS).

O HD-E2 possui três anos de garantia, e está disponível nas cores "Preto e Prata", pelo valor R$ 799,00. 

Pelo que eu pode ler, é um dos melhores discos externo atualmente no mercado e a SONY acerto no hardware apesar de não ter testado mais o potencial do HD-E2 parece ser muito grande. 

 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Especial: relembre a impressionante evolução dos discos rígidos

De monstros que ocupavam uma sala inteira e custavam pequenas fortunas aos diminutos modelos atuais que custam algumas poucas centenas de reais, a evolução dos HDs é a história de uma indústria que continuamente entrega mais por menos. Em apenas 30 anos, o custo do armazenamento de um gigabyte de dados despencou de US$ 100.000 para apenas alguns centavos. Permita-nos apresentar maravilhosa e fascinante história dos discos rígidos.

IBM 305 RAMAC Disk System

O 305 RAMAC Disk System é um ancestral distante do HD que conhecemos hoje. Ele foi lançado em 1956 como parte do IBM 305 RAMAC, um computador desenvolvido pela IBM para o mercado corporativo, e podia armazenar impressionantes 5 MB em 50 discos com 24 polegadas (60 cm) de diâmetro.

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O IBM 305 RAMAC Disk System usava 50 discos para armazenar 5 MB


Por si só a unidade de disco tinha o tamanho de uma geladeira, e o conjunto completo pesava mais de uma tonelada. O sistema custava US$ 10.000 por megabyte, mas na época o preço era justificado pela capacidade de recuperar dados do disco em apenas 600 millisegundos. Ao longo de cinco anos de mercado a IBM vendeu cerca de mil unidades deste sistema de disco.

A IBM produziu um curto vídeo promocional sobre a pesquisa e desenvolvimento do RAMAC, que está disponível no YouTube.

IBM 1301 Disk Storage Unit

Lançada em 1961, a “Model 1301 Disk Storage Unit” (algo como “Unidade de armazenamento em disco modelo 1301”) foi a sucessora do RAMAC. Ela usava uma cabeça de leitura e gravação diferente para cada disco, eliminando a necessidade de retrair e reposicionar a cabeça sempre que era necessário acessar dados em outro disco.

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Sucessor do 305 RAMAC Disk System, o modelo 1301 tinha quase seis vezes a capacidade


A capacidade de armazenamento era de 28 MB, e o 1301 foi o primeiro “HD” a usar cabeças aerodinamicamente projetadas, que “voam” sobre a superfície do disco sustentadas por uma fina camada de ar, o que reduziu o atrito e o tempo de acesso aos dados, que era de apenas 180 millisegundos.

Na época era possível comprar um 1301 por apenas US$ 115 mil, ou alugar por US$ 2.100 mensais. 

IBM 1311 Disk Storage Drive

A IBM foi pioneira em muitos avanços e inovações nos discos rígidos, incluindo o primeiro conjunto de discos (“disk pack”, no jargão da época) removível. Lançado em 1962, o IBM 1311 Disk Storage Drive era capaz de armazenar até 2.6 MB de dados em seis pratos de 14 polegadas (cerca de 35 cm) cada. Cada um destes conjuntos pesava 4,5 Kg. O modelo 1311 foi tão bem sucedido que foi redesenhado várias vezes, e ficou no mercado até 1975.

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O modelo 1311 foi o primeiro com conjuntos de discos removíveis


IBM 3340 Direct Access Storage Facility (ou "Winchester")

O IBM 3340 introduziu várias inovações no design de discos rígidos que estão em uso até hoje, incluindo cabeças de leitura e gravação leves e discos lubrificados instalados em um compartimento a vácuo. 

O apelido “Winchester” surgiu com os engenheiros responsáveis por seu desenvolvimento, que o chamavam de “30-30” porque inicialmente havia dois conjuntos de discos com capacidade de 30 MB cada. O famoso rifle de caça “Winchester”, de 1894, usava um cartucho também chamado .30-30 (calibre .30 com 30 grãos de pólvora em cada um), e a associação foi imediata.

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O apelido "Winchester" do IBM 3340 acabou virando sinônimo de HD em muitos países


Novas tecnologias permitiram que a IBM reduzisse o tamanho da máquina e o preço, “apenas” US$ 87.600 em 1973. Ele foi tão bem sucedido que em vários países, inclusive o Brasil, “Winchester” se tornou durante muitos anos um sinônimo para disco rígido.

IBM 3380 Direct Access Storage Device

Em 1980 a IBM rompeu a barreira do Gogabyte com o lançamento do IBM 3380 Direct Access Storage device. Ele tinha capacidade de 2.52 GB e velocidade de transferência de dados de 3 MB por segundo. Dependendo dos recursos desejados um 3380 DASD Modelo A poderia custar entre US$ 97.650 e US$ 142.200.

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IBM 3380: o primeiro a romper a barreira do Gigabyte


Seagate ST-506

Enquanto a IBM continuava a desenvolver sistemas de armazenamento do tamanho de geladeiras para seus computadores, a Seagate surgiu para reduzir o tamanho dos dispositivos e fazê-los caber dentro de computadores pessoais.

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O Seagte ST-506 acabou estabelecendo um padrão nos HDs para os primeiros PCs


Em 1980 quem estivesse disposto a gastar US$ 1.500 poderia trocar um drive de disquete de 5.25” por um ST-506, e armazenar até 5 MB de dados num PC. O disco tinha de ser conectado a uma placa controladora instalada no PC, mas eliminava a necessidade de ficar trocando disquetes para rodar o sistema operacional, aplicativos e acessar seus arquivos salvos. 

Toshiba Tanba-1 2.5”

Os primeiros PCs portáteis se pareciam mais com bagagem de mão do que com computadores, e a introdução de um HD de 2.5” em 1988 pela PrairieTek foi um marco no caminho para as máquinas esbeltas e “sexy” que temos hoje. Batizado de Model 220 o disco ocupava 30% menos espaço que os HDs de 3.5 polegadas da época e tinha capacidade total de 20 MB, divididos em 2 pratos de 10 MB cada.

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Toshiba Tanba-1: 63 MB em tamanho portátil


Em 1991 a Toshiba aumentou as apostas com o lançamento do Tanba-1, uma unidade de 2.5” com capacidade de 63 MB. Discos com o formato de 2.5” (o popular “HD de notebook”) são presença comum nos notebooks modernos, embora os modelos mais sofisticados e Ultrabooks estejam começando a substituí-los por unidades de estado sólido, ou SSD.

IBM Microdrive

O primeiro Microdrive, com pratos com apenas 2,5 cm de diâmetro, tinha capacidade de 170 MB e foi lançado pela IBM em 1999. O conjunto era tão pequeno que podia ser colocado em um slot Compact Flash Tipo II, com apenas 5 mm de espessura.

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IBM Microdrive: tão pequeno que cabia em um cartão de memória Compact Flash


A IBM adquiriu a divisão de discos rígidos da IBM em 2002 e outros fabricantes, incluindo a Seagate, começaram a construir drives usando as mesmas dimensões e interface. Em 2006 a capacidade chegou a 8 GB por disco, mas a tecnologia logo foi superada pela memória flash.

Um dos usuários mais famosos do Microdrive foi a Apple, que utilizava modelos com capacidade de 4 ou 6 GB no iPod Mini.

Seagate Barracuda Serial ATA V

Esse é familiar. Lançado em 2003 o Barracuda Serial ATA V foi um dos primeiros discos rígidos baseados na nova interface Serial ATA (SATA), que prometia maior simplicidade na instalação e desempenho no acesso aos dados que a interface Parallel ATA (PATA ou “interface IDE” no jargão de alguns) usada anteriormente.

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Este Seagate Barracuda foi um dos primeiros modelos com interface SATA


O novo disco da Seagate tinha dois pratos de 60 GB e a impressionante (para a época) capacidade de 120 GB, custando apenas US$ 170.

Western Digital Raptor

A Western Digital originalmente desenvolveu o Raptor em 2003 para uso em servidores corporativos, mas os gamers rapidamente adotaram o disco, que usa pratos que giram a 10 mil rotações por minuto em vez das 7.200 ou até mesmo 5.400 dos discos mais populares. Com isso o acesso aos dados é mais rápido, e o Raptor (atualmente conhecido como Velociraptor) ainda é um dos discos eletromecânicos mais rápidos no mercado.

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Até hoje o Raptor é um dos HDs tradicionais mais rápidos no mercado


Embora a maioria dos gamers atualmente tenha uma unidade SSD como objeto de desejo, o disco da Western Digital continua sendo um componente popular entre quem precisa de grande capacidade de armazenamento e alta velocidade de acesso, como editores de vídeo e profissionais de modelagem em 3D.

Toshiba MK2001MTN

Ele é tão pequeno que chega a ser fofo: o MK2001MTN entrou para o livro dos recordes em 2005 como o “menor HD do mundo”, com capacidade de 2 GB e discos de 0.85 polegadas, ou pouco mais de 2 cm, de diâmetro.

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O primeiro SSD da Samsung tinha capacidade de 32 GB

Este HD da Toshiba é tão pequeno que entrou para o livro dos recordes

O produto só chegou ao mercado em 2006, e quando a Toshiba conseguiu produzí-lo em grande volume a capacidade já havia dobrado para 4 GB. O disco chegou a ser usado em smartphones, câmeras e media players.

Unidades de estado sólido

A primeira unidade de estado sólido foi desenvolvida em 1976, mas foram necessários 35 anos para que elas começassem a se popularizar. Tecnicamente elas não são “discos rígidos”, já que usam um método completamente diferente para armazenar dados, mas desempenham a mesma função e, aos olhos dos consumidores, são descendentes diretas.

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O primeiro SSD da Samsung tinha capacidade de 32 GB

A Samsung lançou sua primeira unidade SSD de 2.5 polegadas, com capacidade de 32 GB que podia substituir diretamente um HD em um notebook, em 2006. A Sandisk lançou um produto semelhante um ano depois. Rápidas e silenciosas, elas eram muito atraentes para quem pudesse pagar US$ 699 (na época).

O familiar ciclo de capacidade cada vez maior e preço cada vez menor entre os HDs também se aplica aos SSDs, que estão cada vez mais acessíveis. 

O que vem por aí?

Todos gostamos da nuvem, mas a melhor forma de manter seus dados a salvo de bisbilhoteiros é armazená-los localmente. Portanto, é um alívio saber que a capacidade dos discos rígidos continua a aumentar.

A Seagate recentemente anunciou a intenção de lançar um gigantesco disco de 5 Terabytes em 2014, e planeja um modelo de 20 TB para 2020. E quem vai precisar de tanto espaço assim? Até lá, todo mundo!

Via: IDGNow