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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Usuários estão destruindo iPhones em Apple Stores para saber se eles entortam

iPhone 6
Um dos assuntos mais comentados na semana passada em sites de tecnologia foi o "entortamento"  do iPhone 6 Plus, que ganhou o nome de "Bendgate". A Apple insiste que o defeito tem atingido apenas alguns usuários - nove, especificamente -, mas tudo indica que o problema é mais sério do que parece e pode acontecer com qualquer consumidor. Basta aplicar um pouco de força para conseguir "curvar" o aparelho.

Foi isso o que dois adolescentes fizeram em um vídeo postado no YouTube nesta segunda-feira (29). Para provar a gravidade da falha, os jovens britânicos Kylie e Danny foram até uma Apple Store (não se sabe em qual) e gravaram o momento em que conseguem entortar diversas unidades do dispositivo. Embora tenham causado prejuízos de milhares de dólares em propriedade privada, os garotos dizem que precisam ser honestos e fazem um alerta para que a Apple conserte o produto.

Pouco mais da metade do vídeo, os adolescentes conversam sobre o iPhone 6 Plus com um funcionário da loja. Questionado sobre o fato de que o aparelho pode entortar, o empregado reconheceu que o smartphone é feito de alumínio, mas que essa característica de se dobrar é apenas um "rumor de internet". Assista:



Além do jovens, alguns adultos também estão indo em lojas físicas da Apple para testar a teoria de que o iPhone 6 Plus pode ser entortado. Um deles é o analista Walter Piecyk, do Wall Street Journal. No último dia 26 de setembro, ele disse em sua conta pessoal no Twitter que foi até uma loja da operadora AT&T tentar entortar o aparelho e que não conseguiu. "Isto [o iPhone] não é dobrável", comentou em um tuíte.

Carmine Pirone, do site Cramer's Shirt, também resolveu descobrir se os rumores de entortamento são verdadeiros. Ao contrário de Piecyk, Pirone conta que precisou apenas de um pouco de força nos dedos para conseguir entorar o aparelho. Uma garota que estava perto dele no momento chegou a exclamar que, de fato, ele havia conseguido entortar o dispositivo.
Na semana passada, o canal Unbox Therapy fez o teste do entortamento do iPhone 6 Plus que gerou repercussão em todo o mundo. Segundo o especialista Lewis Hilsenteger, o problema é bem simples de ser explicado: como há pouca sustentação para o corpo do aparelho e, como ele é mais fino e comprido, sua resistência acaba sendo reduzida. Dessa forma, o único apoio para a carcaça é o corpo de alumínio, que é maleável e está presente tanto nas laterais quanto na parte traseira do gadget. Contudo, é importante destacar que isso não significa que o produto foi mal construído.
Apesar de parecer engraçado assistir um monte de gente entortando iPhones em vídeos e nas lojas oficiais da Apple, é sempre bom lembrar: não repita esse processo se você passar por alguma Apple Store - no caso, a única aqui no Brasil é a do Shopping VillageMall, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Via: Canaltech

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Secret é retirado de loja de aplicativos da Apple no Brasil

O aplicativo Secret, que permite a postagem e o compartilhamento de mensagens de forma anônima, não podia mais ser baixado da loja brasileira de aplicativos da Apple na tarde desta quinta-feira (21). O app continua listado e aparece nas buscas da App Store, mas ao tentar fazer o download, o usuário recebe uma mensagem que diz que "o item que você tentou comprar não está mais disponível".

A remoção acontece após a Justiça do Espírito Santo determinar, em decisão liminar, na terça-feira (19), a retirada do Secret das lojas de aplicativos do Google e da Apple, e do Cryptix, de funcionamento similar, da loja da Microsoft. A Justiça acolhe o pedido do Ministério Público do Espírito Santo, que protocolou uma ação civil pública na sexta-feira (15).

O G1 verificou, no entanto, que contas de outros países ainda conseguem instalar o aplicativo em seus iPhones e iPads. Na Google Play, loja de apps do sistema operacional Android, o Secret ainda podia ser baixado normalmente pelos usuários brasileiros nesta quinta (21).

Além de determinar a suspensão do aplicativo, a Justiça decidiu ainda que as empresas devem também remover remotamente os aplicativos dos smartphones das pessoas que já os instalaram. Esse também era um pedido do MP-ES, em ação assinada pelo promotor Marcelo Zenkner. A Justiça fixou multa de R$ 20 mil para cada dia de descumprimento.

Usuários compartilham segredos anonimamente pelo app 'Secret' (Foto: Reprodução/Secret)
Usuários compartilham segredos anonimamente
pelo app 'Secret' (Foto: Reprodução/Secret)
 

O Google informou que ainda não foi notificado, mas que não comenta casos específicos. "Qualquer pessoa pode denunciar um aplicativo se julgar que o mesmo viola os termos de uso e políticas da Google Play ou a lei brasileira. O Google analisará a denúncia e poderá remover o aplicativo, se detectar alguma violação." A Microsoft também disse ainda não ter sido notificada: "A Microsoft não recebeu qualquer notificação, portanto, não pode comentar o caso". A Apple não respondeu até a publicação deste texto.

Como o nome diz, o Secret permite que segredos sejam contados, sem que a identidade do autor da mensagem seja revelada. O caráter anônimo do app abre uma brecha para que não só segredos, mas também mentiras sejam espalhadas pela rede.

Para o juiz Paulo Cesar de Carvalho, da 5ª Vara Cívil de Vitória, o Secret infringe princípios constitucionais, por permitir que seus usuários usufruam do direito à liberdade de expressão sob a condição de anonimato. "A liberdade de expressão não constitui um direito absoluto, sendo inúmeras as hipóteses em que o seu exercício entra em conflito com outros direitos fundamentais ou bens jurídicos coletivos constitucionalmente tutelados, que serão equacionados mediante uma ponderação de interesses, de modo a garantir o direito à honra, privacidade, igualdade e dignidade humana e, até mesmo, proteção da infância e adolescência, já que não há qualquer restrição à utilização dos aplicativos indicados na inicial", escreveu o juiz na decisão.

Bullying Virtual
 
"O anonimato mostra-se absolutamente incompatível com tais premissas balizadoras de nosso sistema, assim como o aviltamento, in casu gratuito, despropositado e desmedido, à honra e à imagem de qualquer pessoa", afirmou o promotor Zenkner. "O aplicativo 'Secret' fornece o instrumento apto ao cometimento daquilo que, corriqueiramente, tem sido chamado de 'bullying virtual'".

Para o promotor, "as exigências constitucionais o direito à imagem, à privacidade, à intimidade, à honra e, principalmente à dignidade da pessoa humana, estão sendo acintosamente violadas" por Google e Apple "ao disponibilizarem aos usuários o aplicativo Secret".

Direito difuso
 
O pedido do promotor é similar ao feito pelo consultor de marketing Bruno Machado, que entrou na Justiça de São Paulo. O rapaz se sentiu ofendido por ser citado em postagens que considerou ofensivas no aplicativo. No caso dele, porém, a Justiça de São Paulo entendeu que o pedido dele, para suspender o Secret, interferia no direito de outras pessoas.

Em decisão da semana passada, o juiz Roberto Luiz Corcioli Filho, no entanto, considerou pertinente a argumentação da advogada de Machado, Gisele Arantes, do escritório Mendes e Assis. Além do citado apelo ao anonimato apontado inconstitucional pelo MP-ES, Gisele apontou que o app infringe o Código de Defesa do Consumidor (por não ter termos em português) e o Marco Civil (por não ter representação no Brasil e não estar em consonância com a legislação brasileira apesar de ter usuários do país).

O promotor do Ministério Público do Espírito Santo afirma que a ação civil pública, por outro lado, tem efeito coletivo.


Via: G1

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Justiça determina exclusão do Secret do Google Play e da App Store


A justiça determinou nesta terça-feira, 19, que o aplicativo Secret não deverá mais ser disponibilizado no Google Play e na App Store. O Cryptic, com funcionalidade semelhante para o Windows Phone, também deverá ser excluído pela Microsoft. A decisão veio por meio de liminar após ação civil pública movida pelo Ministério Público do Espírito Santo.

A solicitação, feita na última sexta-feira, 15 demanda também que os apps sejam desinstalados dos celulares de quem já baixou o aplicativo. Apple, Google e Microsoft terão 10 dias para acatar a ordem, com previsão de multa de R$ 20 mil por dia após o fim do prazo em caso de descumprimento.

A base jurídica utilizada pela MP é apoiada em dois fundamentos jurídicos. O primeiro deles é que a Constituição garante a liberdade de manifestação de pensamento, mas veta o anonimato. O segundo ponto é que a intimidade e privacidade das pessoas são invioláveis.

O documento, no entanto, leva em consideração o fato de que o app não é realmente anônimo, já que os dados dos usuários são armazenados pela empresa para uso em necessidade jurídica. Mesmo assim, a premissa do app de não exibir a origem da mensagem entre os usuários e prometer “anonimato total” foi considerada irregular.

Desde sua chegada ao Brasil, o Secret tem causado problemas. O aplicativo, que propõe a publicação de segredos sem revelar a identidade do usuário, tem sido usado para ciberbullying, divulgação de fotos e informações privadas, difamação ou simplesmente difusão de mentiras sobre algumas pessoas, gerando instatisfação. Alguns grupos já se uniram contra o app no Brasil, que já chegou a virar caso de polícia.

Marco Civil
 
Do outro lado, há de se observar, no entanto, a responsabilidade do próprio Secret na situação. Segundo o Marco Civil, o serviço não pode ser penalizado civilmente por conteúdo publicado por terceiros a menos que desobedeça ordem jurídica para sua remoção, como observado por José Milagre, colunista do Olhar Digital. Aparentemente isso não foi o bastante para impedir a aprovação da liminar.


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Apple é eleita empresa mais admirada do mundo pelo 7º ano seguido



O ranking anual da revista Fortune ganhou sua mais recente edição nesta quinta-feira, 27, premiando a empresa "mais admirada do mundo". Entretanto, não houve surpresas ao revelar que o posto de campeã ficava com a Apple, já que a empresa ocupa a posição há sete anos.

A constatação vem de uma pesquisa com o mercado corporativo, questionando analistas de diversas indústrias, até mesmo executivo. A pesquisa leva em consideração inovação, aspectos sociais, o gerenciamento dos funcionários, entre outros aspectos.

A Apple é listada no topo, segundo a publicação, por ter a marca mais valiosa do mundo, pela geração de incríveis US$ 171 bilhões no ano de 2013, além da expectativa do mercado e dos fãs pelos próximos produtos. Há a expectativa por um relógio inteligente, uma TV com a marca da maçã, além da atenção aos carros e dispositivos médicos.

A indústria de tecnologia merece destaque, já que o top 3 foi formado exclusivamente por empresas da área. Na segunda posição aparece a Amazon, enquanto o terceiro lugar fica com o Google.

Outras empresas de tecnologia que preenchem o top 50 são a IBM (18º), Samsung (21º), Microsoft (24º), Facebook (38º), Intel (47º) e Cisco (49º).

Via: olhardigital

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Sem extravagâncias, 1ª loja da Apple no Brasil segue o padrão americano



Está chegando a hora. A inauguração da Apple Store no Rio de Janeiro - a primeira na América Latina - acontece no sábado, no shopping Village Mall, e rumores sugerem que o evento pode contar inclusive com a presença de Tim Cook, CEO da companhia. A convite da Apple, o Olhar Digital viajou à cidade maravilhosa para o pré-lançamento do espaço que pretende ser a Meca dos fãs da maçã.

A loja segue à risca o padrão das americanas. É quase idêntica à loja do Fashion Show Mall de Las Vegas, que recentemente foi reformada e ganhou desenho mais sóbrio. Não há extravagâncias arquitetônicas como as escadas de vidro ou as grandes estruturas da loja da Quinta Avenida em Nova York, por exemplo. A exemplo do que se vê lá fora, aqui há Wi-Fi gratuito, com 10 Mbps de velocidade.

A divisão dos departamentos à feita ao estilo pavilhão: metade para vendas, metade para serviços. A vitrine tem aproximadamente 30 metros, o que a transforma em uma das maiores entre as lojas em shoppings em nível mundial. Assim como as outras, a Apple Store brasileira vai oferecer workshops e ainda prepara uma promoção especial para o lançamento: os primeiros clientes a visitarem a loja no sábado ganharão 1.500 camisetas estilizadas.

Para a inauguração, a Apple contratou 45 funcionários e destinou a profissionais estrangeiros a maioria dos postos de comandos. Alguns dos brasileiros que compõem a equipe foram a Cupertino, na sede da empresa, para um treinamento específico, mas o assunto não é bem-vindo tanto para a Apple quanto para os funcionários, que evitam comentar o processo de seleção.

Como já falamos na semana passada, a chegada da primeira Apple Store da América Latina tem tem mais efeito de marketing do que qualquer outra coisa. Acontece que os preços cobrados pelos 140 produtos - iPhone, iPad, iPod, Mac etc. - que estarão disponíveis na unidade serão os mesmos vistos nas varejistas espalhadas pelo país. O Mac Pro, por exemplo, é vendido na loja a partir de R$ 13.000. Nos EUA, o mesmo produto pode ser comprado por US$ 3.000.




Loja da Apple no Brasil









quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Apple Store brasileira será inaugurada no dia 15/02 no Rio de Janeiro

apple

A primeira loja física da Apple do Brasil – e também da América Latina – finalmente ganhou uma data oficial de abertura: será no próximo sábado, dia 15 de fevereiro, às 11h. A informação já pode ser vista na página oficial da Apple Store brasileira e confirma a inauguração do espaço no shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

Em entrevista ao jornal O Globo, Peter Oppenheimer, vice-presidente sênior e diretor financeiro da companhia, disse que o Brasil é um mercado cada vez mais importante para a empresa. "Lançamos nossa loja online em outubro de 2009 e ficamos muito orgulhosos de fazer negócios no país há mais de 20 anos", revelou. O executivo afirma que a Apple escolheu o Rio e não São Paulo porque quer que a loja esteja funcionando a tempo da realização da Copa do Mundo da FIFA, entre junho e julho deste ano, e dos Jogos Olímpicos em 2016.

A loja brasileira será no estilo "pavillion", expressão dada pela própria empresa, com apenas um andar e uma longa fachada curva com 30 metros de comprimento, toda feita de vidro. Serão 140 produtos para os visitantes experimentarem, incluindo Macs, iPads, iPhones e iPods. Haverá ainda o Genius Bar, um balcão de 7,6 metros onde os clientes receberão dicas, conselhos e instruções de configurações, serviços e reparos nos aparelhos da Apple.

Além disso, a Apple Store oferece workshops gratuitos sobre os produtos da marca, e o site oficial já lista cursos relacionados ao iPhone, iPad, Mac e às suítes iWork e iLife. Cada módulo tem uma hora de duração e é feito na própria loja. Os interessados precisam reservar um horário usando sua Apple ID. Até o fechamento desta matéria, o workshop sobre iPhone já está lotado e o do iPhoto está com lista de espera.

Apple Store Brasil

Outra novidade é o One to One. Ao comprar um novo computador, o consumidor tem direito a receber um treinamento (individual ou em grupo) quando desejar, logo após fazer um agendamento. Por ano, o serviço custa R$ 249 e pode ser um bom começo para quem ainda não é familiarizado com as máquinas pessoais da companhia.

Haverá também o Apple Camp para crianças, uma sessão gratuita de três dias que reúne crianças de 8 a 12 anos para ensiná-las a editar vídeos no iMovie. Ao final das sessões, os pequenos exibem suas criações no Festival de Cinema do AppleCamp. As inscrições ainda não começaram, mas para mais informações, visite o site da campanha. Escolas interessadas poderão fazer excursões para alunos e professores.

"Estamos muito empolgados em trazer nossa primeira loja física ao Brasil, de modo que os brasileiros possam experimentar nossos produtos em suas mãos e desfrutar dos serviços que nossas Apple Stores oferecem, incluindo o Genius Bar, o suporte técnico, os workshops e os treinamentos pessoais que promovemos", disse  Oppenheimer.

O vice-presidente ainda comentou que a Apple já tem definida a próxima cidade que receberá a próxima loja física da empresa, mas não revelou nada. Também não foi divulgada a estimativa de faturamento anual da loja carioca, assim como quanto a corporação gastou para montar a primeira Apple Store brasileira.


Via: Canaltech

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Amazon lança Appstore no Brasil e oferece gratuitamente um app pago por dia

Começou a funcionar nesta quinta-feira (21) a versão brasileira da Amazon Appstore, loja de aplicativos concorrente do Google Play que ficou conhecida lá fora não só por pertencer ao maior site de comércio eletrônico do mundo, como também por disponibilizar gratuitamente um app pago por dia.

Nesta semana de estreia, estarão disponíveis gratuitamente jogos como Angry Birds Seasons(escolha de hoje), Cut the Rope e Age of Zombies, além do aplicativo TuneIn Radio Pro (para rádios online). Mas o “App Grátis do Dia” está longe de ser a única atração da loja.
Amazon Appstore brasileira
Uma das características que contribuíram para o sucesso da Amazon, a recomendação personalizada de produtos, também está presente, assim como as tradicionais avaliações dos consumidores. Outros recursos incluem a compra com apenas um clique, possibilidade de uso de vale-presentes e uma série de ferramentas para os desenvolvedores que quiserem disponibilizar seus aplicativos no serviço.

Para os brasileiros, há ainda mais uma vantagem em relação ao Google Play: como a Amazon tem operações comerciais no Brasil, os consumidores podem adquirir aplicativos pagando em reais e, assim, se livrar da cobrança de IOF existente na conversão do dólar.

Também há a possibilidade de fazer compras com cartão de crédito nacional. Até então, os usuários brasileiros até conseguiam utilizar a versão norte-americana do serviço, mas tinham que fazer pagamento em dólar via cartão internacional.

Para acessar a novidade, é necessário já ter conta na Amazon e acessar esta página para baixar o app da loja. Como o programa está disponível somente via arquivo .apk, é necessário acessar as opções de configuração do Android, ir em “Segurança” ou “Aplicativos” (varia conforme a versão do seu sistema) e habilitar o item “Fontes desconhecidas”.

É válido frisar que a Amazon Store norte-americana tem, atualmente, cerca de 100 mil apps, mas, segundo a Folha de S.Paulo, nem todos estarão disponíveis na versão brasileira. “O Brasil terá acesso à grande maioria deles”, explicou Alex Szapiro, diretor de operações da empresa no país.´

Via: tecnoblog

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Dica: como tocar músicas diretamente a partir de uma pasta no Dropbox

O Dropbox é um ótimo lugar para armazenar sua coleção de músicas, mas os recursos para reprodução delas são, para dizer o mínimo, limitados: se você quer ouvir uma música armazenada no serviço tem primeiro que baixá-la para o PC, o que elimina a principal vantagem de armazená-las na nuvem: acesá-las a qualquer hora, de qualquer aparelho, sem ocupar espaço no armazenamento local.

É aqui que entra o DropTunes. Este app gratuito roda na web e funciona como um player para as músicas armazenadas em sua conta no Dropbox. Basta visitar o site droptun.es e dar ao app permissão para acessar sua conta no Dropbox. Ele automaticamente irá encontrar as músicas armazenadas lá, e permite a reprodução sem que você tenha de fazer o download antes, usando um player básico porém eficaz.

droptunes-580px.jpg
A interface do DropTunes. Simples, porém funcional


O DropTunes mostra as suas pastas no Dropbox em uma coluna no lado esquerdo da tela. Clique nas pastas e as músicas nelas armazenadas irão aparecer no painel à direita. Basta clicar uma música para começar a tocar ela e todas as músicas subsequentes em ordem. 

Infelizmente o DropTunes não tem quase nenhum outro recurso: não é possível criar playlists ou mudar a ordem de reprodução das músicas. Mas para o streaming básico, funciona bem. Além da versão na web também há um app para o iOS, que custa cerca de R$ 2,00 na App Store.

Via: IDGNow

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Apple tem o pior app de Podcasts da AppStore, dizem usuários


Os produtos da Apple costumam ser muito bem recebidos pelo público, mas o aplicativoPodcasts, criado pela própria empresa, tem recebido críticas sérias. O app tem a pior avaliação dentre todos os programas do segmento disponíveis na AppStore, tendo recebido dos usuários a nota 1,5 de 5.
Aplicativo Podcast da Apple não faz muito sucesso (Divulgação) (Foto: Aplicativo Podcast da Apple não faz muito sucesso (Divulgação))
Aplicativo Podcast, da Apple, tem sido criticado
pelos usuários (Foto: Divulgação)

Além da nota baixa, o Podcasts também vem recebendo muitos comentários negativos. “Ele é horrível de todas as formas”, diz um dos usuários do aplicativo na loja virtual da Apple. Um outro ainda afirma que o app é ainda pior que o Apple Maps, outro programa criado pela companhia que vem sendo muito criticado. “Nós poderíamos ver o títulos dos episódios baixados? É pedir demais?”, reclama.
Os problemas do Podcasts são de longa data. Lançado junho de 2012, o aplicativo recebeu críticas pesadas do site Business Insider, que afirmava ser urgente o lançamento de uma correção de erros para o app. Programas concorrentes, como o Downcast, se beneficiaram do fracasso do Podcasts, que não teve seus problemas corrigidos nem depois das avaliações ruins. O aplicativo rival custa US$ 1,99 (cerca de R$ 4), mas tem muito mais fãs que o criado pela Apple.
A Apple, porém, não parece muito interessada em fazer melhorias no app, já que mesmo recebendo avaliações ruins frequentemente, ele não é atualizado desde novembro do ano passado. O programa, por outro lado, está disponível gratuitamente para download.
Via: Techtudo

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Falso 'God of War' na iTunes App Store engana e irrita usuários


God of War

Ao acessar a iTunes App Store brasileira, os usuários de dispositivos equipados com iOS podem visualizar o ranking com os aplicativos mais baixados. Na vigésima colocação do ranking geral de apps pagos, encontra-se uma suposta versão do jogo 'God of War', desenvolvido para PlayStation. No entanto, depois de instalar o jogo, os usuários se deparam com uma desagradável surpresa: um game de dardos nada vibrante. As informações são do jornal A Folha de S. Paulo.

O falso jogo, que está no ar há dois meses, não chega nem perto de mostrar o herói Kratos enfrentando seres da mitologia grega. Os usuários são presenteados com um jogo de dardos onde um personagem está localizado no centro do alvo giratório, e você deve evitar acertá-lo. 

Falso God of War iTunes App Store
Imagem: Folha de S. Paulo
Na página do jogo, centenas de usuários publicaram suas reclamações e muitos afirmaram que querem seu dinheiro de volta — o aplicativo custa US$ 0,99 (R$ 2). "Como é possível a Apple permitir a venda desse lixo? Caso de polícia", afirmou um cliente indignado.

Falso God of War iTunes App Store
Imagem: Folha de S. Paulo

Além do Brasil, o game falso também está disponível nas lojas de aplicativos da Apple em países como México, Inglaterra e Alemanha, e ainda se encontra em décimo lugar no ranking dos jogos mais comprados por usuários de iPhone, iPad e iPod touch.

Por enquanto, a Apple não se pronunciou publicamente sobre o caso do jogo falso de 'God of War'.


Via: Canal Tech


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Segurança que prejudica: MPlayerX deixará a Mac App Store

As restrições da Mac App Store começam a afastar alguns desenvolvedores: o mantenedor do MPlayerX desistiu de publicar o software por lá, pois muitos recursos importantes precisariam ser removidos.

A partir de junho deste ano todos os apps submetidos ou atualizados na App Store devem usar o sandbox, uma espécie de "caixa de areia" que isola o que o programa pode fazer. Isso traz mais segurança aos apps do OS X, claro, mas tira a liberdade que os desenvolvedores tinham até então. O MPlayerX atualizado foi recusado por seis vezes na análise da Apple, então seu desenvolvedor decidiu abandonar o serviço de distribuição oficial do Mac. O programa continuará liberado para download, ao menos enquanto a restrição de instalação exclusivamente via App Store não aparecer (como há no iOS)...

Adotando o sandbox o MplayerX precisaria parar de carregar legendas automaticamente, ficaria impedido de tocar o próximo episódio ao acabar o atual, não poderia salvar snapshots nos locais desejados, etc. Algumas coisas poderiam ser corrigidas via programação sem muita dificuldade, mas outras aparentemente não. Sem estes recursos ele seria apenas mais um simples player entre muitos, coisa que o produtor não quer.

Pelo visto os programas que operam dentro desta camada protegida não podem acessar livremente os recursos do sistema, como arquivos em outros diretórios, caso o usuário ainda não tenha permitido tal ação. A permissão poderia ser por uma janela nativa de abrir/salvar ou de seleção de pasta, mas isso comprometeria o uso conhecido do programa, já que os arquivos de vídeo - e as legendas - poderiam estar nos mais diversos locais.

Ainda assim foi prometida uma versão sem os recursos restritos, a 1.0.15, a ser disponibilizada em breve na App Store. Queira ou não a loja oficial de apps oferece uma excelente vitrine para novos usuários que nunca ouviram falar de tal aplicativo. É triste ver que as restrições por "segurança" acabam levando a este ponto, gerando muitas críticas e forçando uma mudança de hábitos tradicionais aos quais tanto desenvolvedores como usuários estavam acostumados por décadas.

Enquanto isso, a versão 1.0.16 dele foi lançada no dia 14, com suporte ao Mountain Lion e ao Retina MacBook Pro. A nota do produtor está no site do projeto.

Via: Hardware

sábado, 7 de abril de 2012

Categoria de jogos da App Store está chegando ao Brasil

Para nossa alegria finalmente a App Store da maçã liberou jogos no Brasil: tudo indica que agora vai. Diferente da venda de músicas e filmes, que teve um grande atraso em ser lançada por aqui por questões comerciais ou internas da empresa, a categoria de jogos para o iOS não existia por um motivo mais tosco.

Na tarde desta quinta-feira a categoria de jogos misteriosamente "apareceu" na App Store do Brasil, pelo menos na versão web. Muitos usuários estão reportando que já conseguem comprar os jogos.

Página do Angry Birds no iTunes

Brasileiros que queriam aproveitar todo o potencial dos games nos dispositivos com iOS (iPhone, iPad e iPod touch) precisavam fazer gambiarras, usar gift cards ou tentar outras saídas mirabolantes para baixar os apps com conta americana ou argentina - ou de quase qualquer outro país em que a loja funciona. Eu usava uma conta argentina com cartão de crédito internacional emitido no Brasil, mas de uns meses para cá ele passou a ser recusado...

O problema no Brasil é meramente burocrático. A Apple não quis adaptar sua política de classificação de apps para o estilo usado no Brasil. Conforme matéria da Veja isso está mudando: até o final de abril a iTunes Store brasileira passará a vender jogos avaliados pelo Ministério da Justiça. Lauro Jardim, também da Veja, comenta que a iBookstore será lançada por aqui nos próximos 30 dias.

O Google não tem esse problema, alegando que os jogos estão nos servidores dos EUA e são comprados com cartão de crédito internacional, sendo uma espécie de "importação de conteúdo digital". Sendo assim ele fica livre das classificações exigidas pelo Ministério da Justiça. No Windows Phone os jogos precisam ser aprovados pelo MJ, o que dizem levar cerca de 40 dias - segundo o Gizmodo leva 15, um tempo bem mais amigável.

Dadas as fontes, dá para ter certeza que a categoria de jogos da App Store realmente chega ao Brasil. E a Apple já está liberando vários títulos. Veja você mesmo na página do iTunes:

Por enquanto as classificações etárias não parecem ser nacionais. Não dá para saber se a Apple está adotando a mesma postura do Android Market Google Play ou se atualizará as informações posteriormente.
Só fica faltando mesmo o anúncio oficial e a estabilização da categoria nos aparelhos. Peguei um game qualquer gratuito pelo iTunes no computador e deu tudo certo no iPod. Apesar da categoria Jogos não aparecer por aqui no dispositivo, buscando por alguns títulos eles já aparecem e podem ser baixados - mas outros ainda não aparecem, não está totalmente estável.

Como não foi feito anúncio oficial ainda, não reclame se não funcionar para você :)

Jogo na Mac App Store brasileira

Via: Hardware