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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Dell lança Chromebox no Brasil, um mini computador que roda Chrome OS

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A Dell lançou nesta segunda-feira (10) seu primeiro Chromebox, um pequeno computador com sistema operacional Chrome OS e foco em acesso à internet. Este é o primeiro Chromebox a chegar ao Brasil, meses após Acer e Samsung lançarem seus Chromebooks no país. Na versão mais acessível, o Dell Chromebox está sendo vendido por R$ 999.
A versão mais barata do Dell Chromebox tem hardware bem simples: você leva para casa uma máquina com processador dual-core Intel Celeron 2955U de 1,3 GHz, 2 GB de memória e 16 GB de armazenamento em flash. Se quiser um hardware mais parrudo, o preço é salgado: por R$ 1.615, o processador muda para um dual-core Core i3–4030U de 1,7 GHz e a RAM dobra para 4 GB.
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Nesses preços não estão inclusos o teclado, mouse ou monitor, que são vendidos à parte. A máquina possui conexões Wi-Fi e Bluetooth 4.0, além de quatro portas USB 3.0, leitor de cartões de memória, porta Gigabit Ethernet, uma saída de vídeo DisplayPort e outra HDMI. Na versão com processador Core i3, é possível reproduzir vídeos com resolução 4K.
O Dell Chromebox é bem compacto e leve: trata-se de um quadrado com lados de 12,4 cm, altura de 4,2 cm e peso de apenas 530 gramas. Ou seja, além de servir como um desktop básico para quem quer acessar a web, ele também pode funcionar como um media center, especialmente se você costuma usar o Google Drive para guardar seus arquivos — no entanto, o preço é um grande empecilho.
O pequeno computador com Chrome OS já está disponível no site da Dell, custando a partir de R$ 999. Nos Estados Unidos, o modelo básico é vendido por US$ 179.


Via: Tecnoblog

terça-feira, 27 de maio de 2014

Dell lança PC all-in-one com 23 polegadas por R$ 2.900


A Dell anuncia hoje no Brasil o lançamento do computador all-in-one Inspiron 23 Série 5000, rodando Windows 8.1. O equipamento - que dispensa os gabinetes ao unir processador, drives e portas de conexão no monitor - tem tela Full HD de 23 polegadas (1920x1080) - touchscreen opcional - e tecnologia IPS, para ampliar os ângulos de visão.

A versão mais simples custa R$ 2.900 e apresenta processador Intel Core i3, 4GB de memória RAM, 1TB de HD e placa de vídeo integrada, IntelHD. Já a mais completa, por R$ R$ 4.100, vem com Core i7, touchscreen, 8GB de RAM, 1TB de HD e placa de vídeo AMD Radeon R7 A265 2GB DDR3. Ambos os modelos têm portas USB 3.0 e USB 2.0, saída e entrada HDMI, saída de áudio, porta RJ-45, leitor de cartão de memória e entrada para fone de ouvido.

Reprodução

 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Usuários da Dell dizem que ultrabooks cheiram a xixi de gato

Latitude


A Dell confirmou nesta quarta- ter havido um problema na fabricação de seus ultrabooks da linha Latitude 6430u que, segundo os usuários, cheiram a xixi de gato. A companhia disse que o odor não é prejudicial à saúde, rechaça possibilidade de , mas informa ter mudado o . 
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A fabricante pediu desculpas e recomendou aos usuários que a procurem para substituir o produto. Para os primeiros , o suporte da Dell sugeriu que eles limpassem os computadores, principalmente nas , mas a ideia não surtiu efeito e o desagradável odor permaneceu.

Via: Olhardigital clientes insatisfeitossaídas de ar

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Dell torna-se uma empresa privada. Acionistas aceitam proposta de US$ 24,9 bi

A Dell está a caminho de ser novamente uma empresa privada, com capital fechado. Os acionistas da companhia votaram hoje a favor da aprovação da proposta de compra das ações pelo valor de US$ 24,9 bilhões feito pelo fundador e CEo da empresa, Michael Dell, e a firma de investimentos Silver Lake Partners.

Os acionistas vão receber 13,75 dólares por ação, em dinheiro, além de um dividendo adicional também em dinheiro de 13 centavos por ação, totalizando 13,88 por ação, segundo o anúncio divulgado pela empresa nesta quinta-feira.

A transação foi aprovada pelos acionistas que detem a maioria das ações extraordinárias, disse a companhia. Para Michael Dell, a votação marca a vitória após uma longa e cruel briga para tornar sua empresa privada novamente. A briga, alimentada especialmente pela oposição do megainvestidor Carl Icahn, foi vista pelos analistas de mercado como prejudicial à companhia e ao seu valor de mercado, pois gerava incerteza.

"Estou feliz com o resultado final e reenergizado para continuar a construir um futuro para Dell no qual ela possa ser vista como uma líder de mercado provedora de soluções escaláveis de tecnologia de ponta a ponta", declarou o executivo. Dell acredita que tirando a empresa do mercado de ações fará com que ela sofra menos pressão de Wall Street e com isso possa tomar suas decisões de mudança sem os humores e especulações dos investidores.

No entanto, alguns analistas acreditam que agora o problema pode ter se invertido. "Ele levanta um bocado de incertezas por trás da companhia", disse o analista Jeff Kaplan, diretor e fundador da empresa Thinkstrategies. "Incertezas afastam as pessoas", disse Kaplan. "Vimos um declínio dramático na demanda por serviços da Dell. Dada a mudança radical nas preferências dos consumidores de PCs e no comportamento geral de compras, quanto mais cedo eles implementarem a nova estratégia, melhor a possibilidade de serem bem sucedidos."

Um longo caminho

Em 5 de fevereiro a empresa anunciou a primeira proposta de Michael Dell e dos investidores da Silver Lake, que ofereciam 24,4 bilhões de dólares, ou 13,65 dólares por ação, para comprar a companhia. A oferta, sujeita a aprovação dos acionistas, incluia um empréstimo de 2 bilhões da Microsoft e um financiamento do débito apoiado pelo Bank of America, RBC Capital Markets, Merrill Lynch e  Barclays.

Depois da oferta inicial a empresa começou um processo de "ir às compras" durante 45 dias, convidando outros interessados a fazer contraofertas à oferta inicial. Em 25 de março, a Dell anunciou que dois grupos - um liderado pelo Blackstone Group e outro pelo megainvestido Carl Icahn - teriam feito contrapropostas para comprar a Dell. A Blackstone ofereceu 14,25 por ação, enquanto Icahn e seus afiliados ofereceram 15 dólares por ação.

Depois de um tempo, o grupo Blackstone voltou atrás em sua proposta, alegando que o mercado de PCs estava erodindo e argumentando sobre o perfil financeiro da companhia. Icahn e o grupo Southeastern fizeram múltiplas contraofertas de maio até julho, variando as oportunidades para os investidores, mas um comitê especial apontado pelo board da Dell para rever as propostas manteve-se a favor da proposta de Michael Dell e levantou dúvidas sobre a origem do dinheiro que poderia financiar a proposta alta de  Icahn.

Sob pressão de Icahn, no entanto, Dell e seus associados adoçaram a proposta inicial oferecendo 13,75 dólares por ação e um dividendo especial de 13 centavos. Novas regras de votação foram definidas para o encontro final e o comitê aceitou não contabilizar as abstenções como votos contra, que era a prática usual. Nesta segunda-feira, Icahn e seus associados jogaram a toalha e anunciaram que desistiriam de comprar a empresa, o que deixou na mesa apenas a proposta de Michael Dell para ser votada.

Michael Dell fundou a empresa em 1984 e fez sua reputação como um grande fabricante de computadores pessoais. Nos anos recentes, o foco da Dell mudou para o mercado corporativo e a companhia fez várias compras de empresas para complementar sua oferta de hardware, software e serviços. Embora lucrativa, a mudança da companhia do segmento de PCs para o segmento de enterprise ainda precisa ser traduzida em resultados financeiros fortes e os investidores perderam sua paciência.

Ao privatizar a empresa, Michael Dell espera sair dos holofotes de Wall Street e mover a empresa para um caminho de crescimento de longo prazo mesmo que enfrente alguns trimestres mais duros. A Dell tem mantido que as divisões de PC e negócios corporativos vão se manter intactas mesmo após a privatização, mas os analistas argumentam que o negócio de PCs pode ser a primeira pedra do dominó a cair se a companhia for reestruturada na privatização.

A estratégia da Dell é muito parecida com a da IBM, Hewlett-Packard e Oracle, cuja oferta de software, hardware e serviços faz parte de uma estratégia de ofertas integradas. A Dell tem tido sucesso no mercado de médias empresas e está afiando seus pacotes de hardware e software na medida em que as companhias se movem para infraestrutura de TI com virtualização e cloud computing.

Via: IDGNow

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

CEO da Dell concorda em receber menos para fechar capital da empresa

divulgação
dell
Michael Dell, presidente-executivo da terceira maior fabricante de PCs do mundo, aceitou rebaixar o valor de suas ações para facilitar as negociações em torno do fechamento de capital - uma operação de US$ 24,4 bilhões.

Enquanto as ações de acionistas não afiliados foram avaliadas em US$ 13,65, as de Michael - que possui 16% da companhia - ficaram 2% mais baratas, valendo US$ 13,36.

As conversas para que a Dell deixe de ser aberta começaram em outubro com o Silver Lake, que durante o processo elevou o preço pelo menos uma vez. Em documento divulgado pela Reuters, a companhia explica que a desvalorização dos papéis do CEO facilitará o aumento de preço encabeçado pelo grupo de private equity.

Os acionistas votarão o negócio em junho ou julho, quando Michael precisará do apoio da maioria para fechar o capital de sua empresa. Entre os opositores estão a Southeastern Asset Management e a T. Rowe Price, segundo as quais o acordo subvalorizará a Dell.


Via: OlharDigital

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Ao emprestar dinheiro para a Dell, Microsoft quer evitar namoro com Linux


Sua participação no negócio também pode ser uma tentativa de influenciar projetos de hardware no mundo pós-PC dos dispositivos habilitados com toque
O empréstimo de 2 bilhões de dólares da Microsoft para a Dell é um sinal de que a fabricante de software quer influenciar projetos de hardware em um mundo pós-PC, protegendo-se da crescente influência de sistemas operacionais baseados em Linux em dispositivos móveis e servidores, de acordo com analistas.
Michael Dell e a empresa Silver Lake anunciaram na terça-feira (5) um buyout da fabricante de computadores Dell, em um negócio avaliado em cerca de 24 bilhões de dólares. Dell continuará como CEO da empresa, que ele fundou em 1984. A transação inclui o empréstimo da Microsoft, que em comunicado disse que vê o negócio como um compromisso com o "sucesso em longo prazo do ecossistema de PC como um todo”.
A aquisição é financiada principalmente por dinheiro e capital próprios da Dell e dinheiro de investidores filiados à Silver Lake. Além do empréstimo da MS, o financiamento da dívida tem sido cometido pelo Bank of America, Merrill Lynch, Barclays, Credit Suisse e RBC Capital Markets.
Como terceira maior fabricante de PCs do mundo, a Dell é importante para o sucesso do servidor e software para PC da Microsoft. Mesmo que o empréstimo da MS não represente grande parte do valor total da transação, a fabricante de software não joga dinheiro fora, e sua participação no negócio pode ser uma tentativa de influenciar projetos de hardware no mundo pós-PC dos laptops, tablets e smartphones habilitados com toque, segundo analistas.
Também pode ser uma tentativa de assegurar a parceria e parar a fabricante de PCs de olhar em direção a sistemas operacionais alternativos como o Linux, disseram analistas. A Dell já oferece servidores Linux e no final de novembro apresentou um laptop XPS13 fino e leve, com OS Linux Ubuntu, também chamado de “Projeto Sputnik”. Grandes fabricantes de PCs nos últimos meses também apresentaram laptops com o Chrome OS.
"É uma simples relação simbiótica. A Dell é uma plataforma para produtos Microsoft. Assim, ajudar a Dell ajuda a Microsoft a manter um cliente importante", disse Anthony Michael Sabino, professor na St. John's University's Peter J. Tobin College of Business, por e-mail.
O Windows 8, lançado em outubro, até o momento não conseguiu levantar as vendas de PCs, que caíram 6,4% no quarto trimestre de 2012 em comparação com o mesmo trimestre de 2011, de acordo com pesquisa realizada pela IDC. As vendas de PCs da Dell caíram 20,8% durante o mesmo período. Poucos modelos de PCs habilitados com toque estavam disponíveis no quarto trimestre, e os fabricantes de PC não conseguiram comunicar eficazmente os benefícios do Windows 8, motivo que foi, em parte, responsável pela queda nas vendas de PCs, segundo a IDC.
Via: IDG Now

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O que esperar da 'nova' Dell

Reprodução
DellA negociação de fechamento de capital da Dell por US$ 24,4 bilhões é um sinal claro de que o mercado de PCs está em colapso. A empresa está prestes a sofrer uma grande mudança com o aporte de US$ 2 bilhões da Microsoft, a chegada da Silver Lake e de seu fundador Michael Dell como sócios. Mas qual será o impacto desta transformação?

A analista do Gartner Mikako Kitagawa acredita que a empresa pode sofrer abalos caso não reorganize seu modelo de negócio. Segundo ela, agregar aoPC soluções corporativas de TI pode ser um bom caminho. Mas, para conseguir uma ampla gama de clientes empresariais, a companhia precisa desenvolver seu programa de canais e mudar a percepção do mercado.

"Eles têm uma experiência relativamente pequena em canais, pois a empresa foi vendedora direta por muitos anos. Para conseguir bons resultados, os parceiros de vendas serão fundamentais", comentou.

Mikako afirma que a Microsoft terá um importante papel na retomada da companhia. Dell e Microsoft mantêm uma ótima parceria - na área de PCs até data centers - e este novo cenário pode deixar a união mais interessante com as empresas dispostas a desenvolver produtos em conjunto.

Adrian O'Connell, também do Gartner, é mais específico. Ele sustenta que a participação da Microsoft no investimento pode ser um sinal de que as empresas irão se unir no mercado de mobilidade, oferecendo tablets e smartphones.

"Tudo ainda é especulação, mas a área de mobilidade é uma das que tem sido mais fraca para ambas empresas até agora, por isso, faria sentido elas se unirem neste segmento", concluiu.

E os PCs?

Tanto Mikako quanto o analista da FBN Securities Shebly Seyrafi concordam que o fechamento de capital pode tornar a companhia mais ágil, já que MichaelDell terá menos restrições no comando da empresa. Contudo, a Dell terá de lidar com as mesmas condições difíceis de mercado. Sendo assim, o segmento de PCs não seria uma boa aposta.

"É improvável a Dell recuperar o espaço perdido para a Lenovo. O mercado de PCs é de alto volume e baixa margem de negócio. O modelo da Lenovo é projetado para ser sustentável, mas o modelo da Dell não funciona bem neste ambiente", finalizou Mikako.


Via: Olhar Digital

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Em acordo de US$ 24 bilhões, Dell anuncia fechamento de capital. E agora?


Depois de rumores sobre negociações, a Dell enfim chegou oficialmente a um acordo para se tornar uma empresa de capital fechado. Ela será comandada por seu fundador, Michael Dell, com assistência financeira da empresa de private equity Silver Lake, e também da Microsoft. Será o suficiente para tornar a empresa – e seus produtos – relevantes de novo para os consumidores?
Estamos entrando na era pós-PC, na qual smartphones e tablets ganham cada vez mais destaque. E uma das empresas que mais sofreu com essa mudança foi a Dell.
Antes, ela era uma gigante dos PCs: há uma década, a Dell vendeu mais computadores do que qualquer outra empresa no mundo. Mas a participação de mercado da empresa despencou nos últimos anos, ficando atrás de HP e Lenovo, em um momento em que todo o segmento estava entrando em colapso sob o peso dos tablets. A Dell não tem produtos móveis. Sua linha de PCs é competente, mas pouco inspirada. A empresa passou os últimos anos sem um rumo firme.
Então como os US$ 24 bilhões para fechar o capital da Dell podem mudar a empresa? Provavelmente das seguintes formas:

Um pouco de privacidade

Empresas de capital fechado podem pensar no longo prazo de uma forma que as empresas na bolsa de valores não podem. Acionistas exigem melhorias a cada trimestre; investidores experientes podem aguentar algumas perdas no curto prazo para construir algo sustentável para o futuro.
O que isso significa, no caso da Dell? Muita coisa. A empresa poderia, finalmente, apostar em dispositivos móveis competentes. Ele poderia descobrir alguma forma de obter receitas em algo que não envolva PCs, um mercado com muita concorrência e margens baixas. Ela poderia realizar uma reestruturação agressiva (leia: demitir pessoas) sem tanto escrutínio. Acima de tudo, ele poderia respirar fundo e começar a construir um negócio novo, em vez de constantemente tentar alcançar os outros. Só que o acordo financeiro só deve ser concluído em 2014 – até lá, pode ser tarde demais.

Um pouco de ajuda dos seus amigos

A participação financeira da Microsoft – US$ 2 bilhões – corresponde a uma pequena parte do capital da Dell, mas a empresa de Redmond pode ser seu aliado mais poderoso. Eis o comunicado da empresa explicando porque gastou tanto em uma fabricante (ênfase nossa):
A Microsoft forneceu um empréstimo de US$ 2 bilhões para o grupo que propôs tornar a Dell uma empresa de capital privado. A Microsoft está comprometida com o sucesso de longo prazo do ecossistema inteiro de PCs, e investe fortemente de diversas formas para construir esse ecossistema para o futuro.
“Nós estamos numa indústria em constante evolução. Como sempre, vamos continuar a procurar oportunidades para apoiar os parceiros comprometidos em inovar e trazer negócios para seus dispositivos e serviços baseados na plataforma da Microsoft.”
O que isso significa? Primeiro, o dinheiro da Microsoft garante que a Dell não vai correr para infraestrutura de TI, como alguns de seus colegas têm feito. Isso também significa que, se e quando a Dell decidir criar dispositivos móveis de forma séria, será pelo menos em parte usando o Windows Phone e o Windows 8.
Resta ver se isso é uma ajuda ou um estorvo (basta perguntar para a Nokia). Mas, se alguma grande empresa de tecnologia já demonstrou a sua capacidade de olhar para o longo prazo, é a Microsoft. Pode apostar que ela será tão obstinada em seu compromisso com PCs como ela foi com o Xbox, Bing e Windows Phone.

Sem garantias

A Dell ainda tem um caminho complicado pela frente. A Dell agora está sobrecarregada com o que deixou de fazer. Seu fundador, Michael Dell, voltou ao comando da empresa há anos, sem apresentar nenhuma grande visão para melhorar a empresa – por que ele começaria agora? E como aponta a Bloomberg, as empresas de tecnologia que recentemente fecharam seu capital – incluindo Avaya, SDS, e Freescale – sofreram em recuperar sua relevância no mercado. A Dell talvez queira prestar atenção especial aos dois primeiros casos: eles também foram financiados pela Silver Lake Partners, assim como a Dell agora.
A boa notícia é que você provavelmente não vai notar muita diferença na sua vida. Você ainda verá laptops da Dell quando você passar por lojas de informática ou supermercados. Talvez você não se importe com eles. E isso é um problema que requer muito mais do que dinheiro para consertar. 

Via: Gizmodo

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

· Falha pode permitir acesso não autorizado a impressoras da Samsung e Dell


Uma falha de segurança divulgada nesta semana afeta seriamente várias impressoras da Samsung e algumas da Dell, especialmente as que foram produzidas pela Samsung.
Sabe-se lá por qual motivo, o firmware comum a várias impressoras contém um backdoor que permite que um usuário remoto malicioso se conecte ao aparelho, potencialmente roubando informações da impressora e da rede, incluindo credenciais. Se bem explorada a falha pode facilitar a execução de códigos.
O problema se dá com uma string hardcoded (diretamente salva no código) referente ao SNMP, numa prática de desenvolvimento nada encorajada. A conta de administrador do dispositivo pode ser acessada com certa facilidade, o que pode ter resultados drásticos em empresas.
De acordo com a nota da vulnerabilidade no cert.org tanto a Samsung como a Dell confirmaram que a falha não está presente nos modelos lançados a partir de 31 de outubro de 2012, e ambas as empresas estão providenciando uma correção para o firmware que elimina o problema nas demais.
Em resposta à CNet um representante da Samsung comentou que a falha só pode ser aproveitada caso o recurso SNMP esteja ativado. Mas não é isso o que o relatório da falha conta: segundo vários pesquisadores, mesmo com o SNMP desativado no painel de configurações a falha pode ser explorada. Ainda para a CNet a empresa prometeu uma atualização de firmware para os modelos atuais até o dia 30, ou seja, amanhã. Os modelos mais antigos deverão ser atualizados até o final do ano.
Em impressoras conectadas à rede e potencialmente à internet esse risco é bem real: elas se comportam quase como computadores. Se já é razoavelmente fácil deixar brechas por má configuração, imagine então quando a falha está presente diretamente no firmware, algo que os usuários e administradores não têm acesso e nem estariam sabendo.
Felizmente parece que não há casos de desastres ou roubo de dados com o uso desta falha (ou pelo menos não foram divulgados), mas agora divulgada ela acaba se tornando mais temida enquanto a atualização de firmware não for disponibilizada. Infelizmente os relatos da brecha não citam exatamente quais modelos de impressoras são afetados.
Via: Hardware