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domingo, 23 de outubro de 2016

Ex-contratado da NSA roubou 50TB de dados, incluindo documentos secretos

O ex-contratado da NSA (Agência Nacional de Segurança dos EUA) acusado de roubar ferramentas de hack do país, Harold Martin, teria sido encontrado com o equivalente a duas décadas de materiais confidenciais.
Em um documento enviado à Justiça nesta quinta-feira, 20/10, os investigadores federais forneceram novos detalhes sobre o caso contra Martin, de 51 de anos, que foi preso no final de agosto. 
Os investigadores apreenderam 50TB de informações Martin, além de milhares de páginas de documentos. Entre esses conteúdos estavam planos operacionais secretos contra um conhecido inimigo dos EUA que Martin não tinha nenhuma necessidade em saber.
Nesta quarta-feira, 19/10, o New York Times também informou que Martin foi encontrado em posse de ferramentas de hack da NSA que tinham sido colocadas para venda na web recentemente. Um grupo anônimo de hackers que se denominam Shadow Brokers vem tentando vender as ferramentas desde agosto, mas não está claro como eles as conseguiram.
De acordo com o documento na Justiça dos EUA, os investigadores também encontraram um documento com notas feitas a mão descrevendo informações confidenciais da NSA, como a sua infraestrutura computacional e operações técnicas. Essas notas parecem ter sido feitas para um “público fora da Comunidade da Inteligência”, aponta o documento.
Martin antes trabalhava para a Booz Allen Hamilton, uma empresa que mantém a infraestrutura da NSA, onde tinha uma liberação de alta segurança. Inicialmente, o Departamento de Justiça dos EUA afirmou que o acusado possuía seis documentos confidenciais produzidos em 2014. Já o documento desta quinta-feira, 20/10, aponta que Martin possui um número muito maior de documentos, datando de 1996 até 2016, muitos dos quais estavam marcados como “secretos” ou “top secret”.
As autoridades dos EUA ainda estão analisando as informações apreendidas, mas eles afirmam que Martin manteve posse ilegal de documentos que não tinha necessidade de possuir. 
Além disso, Martin fez pouco para armazenar de forma segura os dados que ele supostamente roubou. “Muitos dos documentos marcados como confidenciais estavam abertamente no seu escritório residencial ou armazenados no porta-mala do seu carro”, afirma o documento.
Os investigadores não mencionam ter descoberto nenhuma evidência direta de Martin ter vazado os materiais roubados para hackers ou um governo estrangeiro. 
Os advogados de Martin rejeitaram as acusações de que ele traiu os EUA.
Pessoas que conhecem o acusado afirmam que ele é muito patriótico e não acreditam que ele vazaria informações secretas para outro país, segundo o New York Times. Martin já serviu a Marinha dos EUA.
No entanto, os promotores federais querem que Martin permaneça preso com medo de que ele possa vazar as informações confidenciais.

Via: IDG

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Snowden: Síria ficou sem internet em 2012 por causa da NSA

Wired publicou hoje uma grande reportagem sobre Edward Snowden. Se trata de um longo perfil sobre o rapaz intercalado com novas revelações feitas por ele sobre a NSA e o sistema de vigilância do governo norte-americano tanto nos próprios Estados Unidos como em outros países.
Entre as revelações, há uma que particularmente tem chamado a atenção da mídia por ser gravíssima e a abrangência internacional da NSA. Segundo Snowden, o blackout da internet na Síria em 2012 foi ação da agência americana.
Capa da Wired com Edward Snowden
Capa da Wired com Edward Snowden
Snowden diz que, em 2012, a TAO (sigla para “Tailored Access Operations”, algo como Operações de Acesso Adaptado) tentou instalar um exploit no servidor de um dos maiores provedores de internet da Síria para ter acesso direto a toda a comunicação no país durante a guerra civil. Só que houve algum erro e a NSA acidentalmente deixou-o inoperante, causando a ausência de conexão para praticamente toda a população.
Na NSA, os hackers responsáveis entraram em pânico, segundo Snowden, e tentaram rapidamente consertar o erro, temendo que os sírios descobrissem a infiltração e, consequentemente, a existência de um software capaz de fazer tal estrago. E, no meio da tensão, alguém soltou um “se formos pegos, podemos culpar Israel”.
O delator da agência não trabalhava nessa área nessa época; a história foi contada para ele no ano seguinte, quando foi trabalhar numa empresa de TI contratada pela NSA, por outra pessoa que estava no meio do acontecimento.
A grave revelação faz lembrar do que foi dito na época: o governo sírio foi culpado peloblackout na internet, mas negou veementemente, culpando um ataque terrorista pelo feito. No meio de uma guerra civil, é bem provável que uma das partes seja responsável por isso – a situação perfeita para o governo americano sair ileso.
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Outra polêmica revelação feita na mesma reportagem é de que há um projeto na NSA chamado MonsterMind que seria responsável por encontrar ameaças de ciberataques aos EUA, neutralizá-los e até contra-atacar de maneira autônoma.
Como Snowden conta, um grave problema do MonsterMind é que os ataques podem ser disfarçados: “você pode ter alguém da China, por exemplo, fazendo parecer que um desses ataques está vindo da Rússia. Então, contra-atacamos um hospital russo. O que vem depois?” – não descarte, aqui, a possibilidade de uma guerra iniciada digitalmente por um erro cometido por um robozinho americano.
Outro problema é no que diz respeito, claro, à privacidade: para conseguir analisar todo o tráfego e detectar possíveis ameaças, é preciso interceptar e ter acesso a todo esse tráfego em todo o mundo.
Ou seja: sim, a NSA consegue saber tudo que você faz no seu computador, smartphone ou tablet. Isso vai desde inocentes posts no Twitter a buscas no Google, que traçam um perfil seu que fica lá, guardadinho, e pode ser utilizado contra você. Para quem não vê problemas nisso, recomendo o documentário Terms and Conditions May Apply, que mostra com exemplos como essa vigilância pode afetar o seu dia a dia.
A NSA não comentou nenhuma das acusações até agora.
A longa reportagem da Wired fala de toda a jornada de Snowden e pode ser lida na íntegraaqui. Ele diz, no fim da matéria, que nossa privacidade só está realmente guardada utilizando encriptação: “adotando mudanças como a encriptação em nível universal, em que toda a comunicação é encriptada por padrão, podemos acabar com a vigilância em massa não apenas os EUA, mas em todo o mundo”. E garante: há muito mais páginas da NSA ainda a serem reveladas.

Via: tecnoblog

sexta-feira, 4 de julho de 2014

NSA está de olho em todo mundo que visita ou já visitou o site do Tor


Depois de muitas revelações de Edward Snowden sobre os escândalos de espionagem da NSA, a agência de segurança interna dos EUA, outras fontes começaram a cavar as entranhas sinistras da instituição e conseguiram encontrar algumas informações sobre como a NSA atribui o status de “suspeito” a um usuário da internet. Na verdade, essa atribuição pode ser feita de forma bastante ampla e, dependendo do caso, o seu IP pode ser marcado como o de um potencial terrorista pelo simples fato de visitar um website.

A descoberta mais recente sobre a indiscrição da NSA diz respeito especificamente ao Tor, uma ferramenta que permite ao usuário navegar de forma anônima pela web. Esse navegador que esconde seus passos foi considerado pela agência como uma grande ameaça e ela tenta quebrar sua criptografia há anos sem qualquer sucesso até agora. Por conta disso, foi criado um sistema de vigilância que registra os endereços IP de todo mundo que visita o site e faz o por download do Tor por lá e, caso você deixe um email, ele também será espionado.

Proteção

O objetivo principal do Tor é proteger jornalistas em investigações e suas fontes, que poderiam estar sendo espionadas por interessados ao se comunicarem pela web. Assim, se a NSA conseguir quebrar a criptografia do Tor, novidades como as reveladas por Snowden nunca mais poderão ser publicadas de forma tão massiva.

Além do site do Tor, todo tipo de fórum que comenta coisas relacionadas ao aplicativo ou simplesmente são conhecidas redes de usuários avançados que discutem criptografia também estão “grampeadas” pela NSA, que marca os endereços de todos os visitantes e, em seguida, fica sempre de olho neles.

A agência não comentou absolutamente nada sobre essas novidades que foram publicadas pela rede de comunicação alemã ADR/NDR.


Via: Tecmundo

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Busca por anonimato na web atrai a NSA

Janet Vertesi
Janet Vertesi tentou esconder sua gravidez dos anunciantes
Quando buscam um adjetivo para descrever nosso mundo conectado em rede e amplamente vigiado – marcado pela Agência Nacional de Segurança (NSA) em uma ponta e por Google, Facebook, Yahoo e companhia na outra –, "orwelliano" é a palavra que as pessoas geralmente usam. Mas "kafkiano" parece mais apropriado.

O termo é convencionalmente definido como "ter uma qualidade absurdamente complexa, bizarra ou ilógica", mas Frederick Karl, o mais assíduo biógrafo de Franz Kafka, comentou que isto não vai ao ponto principal. "Kafkiano", ele disse certa vez ao New York Times, "é quando você entra em um mundo surreal em que todos os seus padrões de controle, todos os seus planos, todo o modo como você configurou seu próprio comportamento começam a desmoronar, quando você se vê contra uma força que não se presta à maneira como você percebe o mundo."

Uma descrição vívida disto foi fornecida recentemente pela socióloga Janet Vertesi, da Universidade Princeton. Em uma conferência, ela fez uma palestra na qual descreveu sua experiência de tentar manter sua gravidez em segredo dos marqueteiros. Seu relato é especialmente pertinente porque as grávidas são vistas pelos anunciantes online como uma das entidades mais valiosas da internet. Você e eu valemos em média apenas 0,10 dólar cada. Mas uma mulher grávida é avaliada em 1,50 dólar porque ela está prestes a embarcar em uma série de decisões de compra que prosseguirão durante a vida de seu filho.

A história da professora Vertesi é sobre os grandes dados, mas de baixo para cima. É um relato pessoal impressionante do que é preciso fazer para não ser coletado, rastreado e inserido em bancos de dados. Primeiro – e mais obviamente –, ela determinou que não haveria qualquer menção a seu novo estado na mídia social. Telefonou ou escreveu individualmente a amigos e parentes para lhes dar a boa notícia e lhes pediu para não mencioná-la no Facebook.

No entanto, um tio da Austrália lhe enviou uma mensagem de parabéns pelo Facebook. "Então eu fiz o que qualquer pessoa racional faria", disse ela. "Deletei todas as nossas conversas e o retirei da minha lista de amigos." Ele respondeu queixoso: "Mas eu não coloquei a mensagem na sua linha do tempo" – aparentemente ignorando que as conversas e outras mensagens não são privativas como ele imaginava.

Ao se preparar para o nascimento de seu filho, Vertesi foi absolutamente minuciosa. Em vez de usar um navegador da web do modo normal – isto é, deixando um rastro de cookies e outras pistas digitais, ela usou o serviço online Tor para visitar o site babycenter.com de modo anônimo.

Fez compras fora da rede sempre que pôde e pagou em dinheiro. Nas vezes em que teve de usar a Amazon, Vertesi criou uma nova conta ligada a um endereço de e-mail em um servidor pessoal, mandou entregar todos os pacotes em uma caixa postal e só pagou com cupons de presente da Amazon comprados com dinheiro.

O momento realmente significativo foi quando ela teve de comprar um artigo caro – um carrinho de bebê que equivalia a um veículo esportivo-utilitário. Seu marido tentou comprar 500 dólares em cupons de presentes da Amazon com dinheiro, mas descobriu que isto provocava uma advertência: os comerciantes têm de relatar as pessoas que compram grande número de cupons de presentes com dinheiro porque... bem, você sabe, obviamente elas estão lavando dinheiro.

Nessa altura, alguns outros pensamentos preocupantes começaram a surgir. O primeiro é a observação de Melvin Kranzberg de que "a tecnologia não é boa nem má; também não é neutra". Nossas tecnologias trazem valores embutidos, e é por isso que Vertesi, em sua palestra, cita a observação de alguém de que "o iPod é um instrumento para nos tornar morais" (porque ele incentiva as pessoas a comprar música, em vez de baixá-la de modo ilícito). De fato, filósofos discutem se a vigilância incentiva o comportamento moral, isto é, aprovado socialmente (pense nas câmeras de controle de velocidade).

Ainda mais preocupantes, porém, são as implicações da decisão da professora Vertesi de usar o Tor como maneira de manter o anonimato em sua navegação. Ela teve um motivo perfeitamente razoável para fazê-lo – garantir que, como futura mãe, não seria rastreada e visada por marqueteiros online. Mas sabemos pelas revelações de Snowden e outras fontes que os usuários do Tor são automaticamente vistos com suspeita pela Agência Nacional de Segurança e todos mais, sob a alegação de que as pessoas que não desejam deixar uma pista digital obviamente têm más intenções.

O mesmo vale para as pessoas que criptografam seus e-mails. É por isso que a reação da indústria aos protestos sobre rastreamento é tão inadequada. O mercado vai resolver o problema, dizem as empresas, porque se as pessoas não gostam de ser rastreadas elas podem optar por não o ser. Mas a experiência de Vertesi mostra que, quando você toma medidas para evitar o rastreamento, aumenta a probabilidade de que isso aconteça. O que é realmente kafkiano.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A céu aberto: Dentro do sistema operacional Edward Snowden usados ​​para driblar a NSA

Foto: Josh Valcarcel / WIRED
Foto: Josh Valcarcel / WIRED
Quando NSA delator Edward Snowden primeiro enviado Glenn Greenwald, ele insistiu em usar um software de criptografia de e-mail chamado PGP para todas as comunicações. Mas este mês, aprendemos que Snowden usada outra tecnologia para manter suas comunicações fora dos olhos curiosos da NSA. É chamado de Tails. E, naturalmente, ninguém sabe exatamente o que o criou.
Tails é uma espécie de computador-in-a-box. Você instalá-lo em um DVD ou drive USB, inicializar o computador a partir da unidade e, voilà , você está muito perto de anônimo na internet. Na sua essência, Tails é uma versão do sistema operacional Linux otimizado para o anonimato. Ele vem com várias ferramentas de privacidade e criptografia, mais notavelmente Tor, um aplicativo que torna anônima tráfego de internet de um usuário, encaminhando-o através de uma rede de computadores geridos por voluntários ao redor do mundo.
Snowden, Greenwald e seu colaborador, documentarista Laura Poitras, usou-o porque, pelo projeto, Tails não armazena dados localmente. Isso torna praticamente imune a softwares maliciosos, e impede que alguém realizando forense eficazes no computador após o fato. Isso protege tanto os jornalistas, e, muitas vezes, mais importante, as suas fontes.
"A instalação e verificação tem uma curva de aprendizado para se certificar de que está instalado corretamente", disse Poitras WIRED por e-mail. "Mas uma vez que a configuração é feita, eu acho que é muito fácil de usar."

Um sistema operacional para Anonimato

Originalmente desenvolvido como um projeto de pesquisa pelo Laboratório de Pesquisa Naval dos EUA, Tor tem sido utilizado por uma ampla gama de pessoas que se preocupam com o anonimato online: todos, de traficantes de drogas da Rota da Seda, para ativistas, denunciantes, perseguindo as vítimas e pessoas que simplesmente gostam de sua linha privacidade.
Tails torna muito mais fácil de usar o Tor e outras ferramentas de privacidade. Uma vez que você inicializar o Tails - que não exige nenhuma configuração especial - Tor é executado automaticamente.Quando você terminar de usá-lo, você pode inicializar novamente no sistema normal de funcionamento do seu PC, e sem histórico de sua sessão Tails permanecerá.
"Os mestres da Internet de hoje ... realmente queremos para nossas vidas para ser mais e mais transparente on-line, e isso é apenas para seu próprio benefício."
- A equipe de desenvolvimento Tails
Os desenvolvedores do Tails são, apropriadamente, anônimo.Todas as perguntas de WIREDS eram coletivamente - e de forma anónima - respondida por membros do grupo via e-mail.
Eles estão protegendo suas identidades, em parte, para ajudar a proteger o código de interferência do governo. "A NSA tem pressionado projetos de software livre e desenvolvedores de várias maneiras", o grupo diz, referindo-se a uma conferência no ano passado, em que o criador do Linux Linus Torvalds implícito que a NSA tinha perguntado a ele colocar um backdoor no sistema operacional.
Mas a equipe Tails também está tentando dar um golpe contra a erosão generalizada da privacidade online. "Os mestres da Internet de hoje, ou seja, os gigantes de marketing, como o Google, Facebook e Yahoo, e as agências de espionagem, realmente queremos que nossas vidas sejam mais e mais transparente em linha, e esta é apenas para seu próprio benefício", diz o grupo. "Então, tentando contrabalançar esta tendência parece ser uma posição lógica para pessoas que desenvolvem um sistema operacional que defende a privacidade e anonimato online."
Mas já que não sei quem escreveu Tails, como é que vamos agora ele não é alguma trama governo concebido para enganar os ativistas ou criminosos? Um par de formas, na verdade. Uma das fugas Snowden mostrar a NSA reclamando Tails em um slide Power Point; se é ruim para a NSA, é seguro dizer que é bom para a privacidade. E todo o código Tails é open source, para que possa ser inspecionado por qualquer um preocupado com o jogo sujo. "Alguns de nós simplesmente acreditar que o nosso trabalho, o que fazemos e como o fazemos, deve ser suficiente para confiar Tails, sem a necessidade de nós usando nossos nomes legais", diz o grupo.
Segundo o grupo, Tails começou há cinco anos. "Naquele tempo, alguns de nós já estavam entusiastas Tor e tinha sido envolvido em comunidades de software livre há anos", que diz. "Mas nós sentimos que algo estava faltando para o panorama: uma caixa de ferramentas que traria todas as tecnologias que melhorem a privacidade essenciais juntos e fez-los prontos para usar e acessível a um público maior."
Os desenvolvedores inicialmente chamado de seu projeto Amnesia e basearam-se em um sistema operacional existente chamado Incognito. Logo os projetos de amnésia e Incognito incorporada Tails, que significa The Live Sistema Amnesic Incognito.
E enquanto o grupo Tails núcleo se concentra no desenvolvimento do sistema operacional para laptops e computadores de mesa, um grupo separado é fazer uma versão móvel que pode ser executado em Android e Ubuntu tablets, desde que o usuário tenha acesso root ao dispositivo.

Conheça os seus limites

Além de Tor, Tails inclui ferramentas de privacidade, como o PGP, o sistema de gerenciamento de senhas KeePassX, eo plugin de criptografia de chat Off-the-Record. Mas Tails não só pacote um monte de fora das ferramentas de prateleira em um único pacote. Muitas das aplicações foram modificados para melhorar a privacidade de seus usuários.
Mas nenhum sistema operacional ou ferramenta de privacidade pode garantir uma proteção completa em todas as situações.
Embora Tails inclui aplicativos de produtividade, como o OpenOffice, GIMP e Audacity, ele não faz um ótimo sistema operacional diário. Isso porque ao longo do uso do dia-a-dia, é provável que você usar o serviço ou outro que poderia estar relacionada com a sua identidade, soprando sua cobertura completamente. Em vez disso, Tails só deve ser usado para as atividades específicas que precisam ser mantidos em anonimato, e nada mais.
A lista de desenvolvedores de vários outros avisos de segurança na documentação do site.
É claro que o grupo está trabalhando constantemente para corrigir problemas de segurança, e eles estão sempre à procura de voluntários para ajudar com o projeto. Eles também pediu uma bolsa da Fundação Knight, e está coletando doações através do Freedom of the Foundation Press, o grupo que primeiro revelou o papel das caudas na história Snowden.
Esse dinheiro poderia ir um longo caminho para ajudar os jornalistas - e outros - ficar longe dos bisbilhoteiros. Repórteres, afinal de contas, nem sempre são mais pessoas com experiência em tecnologia. Como Washington Post repórter Barton Gellman disse à Liberdade de Imprensa da Fundação, "Tails coloca as ferramentas essenciais em um só lugar, com um design que o torna difícil de parafuso-los. Eu não poderia ter falado com Edward Snowden sem este tipo de proteção. Eu desejo que eu tinha anos atrás. "

Via: wired

segunda-feira, 24 de março de 2014

Snowden: maiores revelações da NSA ainda estão por vir

Edward Snowden participou da conferência do TED no Canadá Foto: Reprodução/Twitter
Edward Snowden participou da conferência do TED no Canadá Foto: Reprodução/Twitte
Edward Snowden disse nesta terça-feira, durante uma conferência da plataforma TED no Canadá, que as maiores revelações ainda estão por vir. O ex-analista da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) foi quem denunciou as ações de espionagem do governo americano no ano passado.

Estima-se que ele tenha adquirido cerca de 1,7 milhão de documentos confidenciais da NSA. Segundo o Mashable, Snowden fez uma aparição surpresa durante o evento por videoconferência. Ele disse que gostaria de voltar para os Estados Unidos caso tivesse imunidade - atualmente, ele está escondido em algum lugar na Rússia.

O ex-analista disse que ainda há muitas denúncias a serem feitas, inclusive sobre a acusação de que a NSA engana as empresas para construir backdoors em seus sistemas, o que permite que haja falhas e que os dados fiquem vulneráveis a hackers. Snowden manteve seu posicionamento, e disse que seus atos não foram imprudentes e que ele fez tudo isso pelo povo americano. “Sou a prova viva de que um indivíduo pode ir de frente com as agências de inteligência mais poderosas do mundo - e vencer”, declarou.

“Não fiz isso para estar seguro; agi assim para fazer o que é certo. Não vou parar meu trabalho pelo interesse público”, completou. Depois de sua apresentação, o inventor da World Wide Web, Tim Berners-Lee, foi chamado ao palco para entrevistar Snowden e o chamou de “herói”.


Via: Terra


sexta-feira, 14 de março de 2014

Zuckerberg ligou para Obama para reclamar sobre espionagem

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, fez um post nesta quinta-feira, 13/3, sobre a privacidade na web e as recentes acusações contra o governo dos EUA.
“Para manter a Internet forte, precisamos mantê-la segura”, afirma Zuck, como é conhecido o jovem bilionário, nos primeiros parágrafos do texto.
Depois, o chefão da maior rede social do mundo destaca os esforços do Facebook para tornar os seus próprios serviços, assim como a Internet, mais seguros.
Na segunda parte do texto, publicado em seu perfil oficial no Facebook, Zuckerberg volta suas atenções para as recentes acusações de espionagem do governo norte-americano e revela até ter ligado para o presidente Barack Obama com a intenção de reclamar sobre tais práticas.
“O governo dos EUA deveria ser o defensor da Internet, não uma ameaça. Eles precisam ser muito mais transparentes sobre o que estão fazendo, ou de outra forma as pessoas vão acreditar no pior. Liguei para o presidente Obama para expressar minha frustração sobre o dano que o gverno está criando para todo o futuro. Infelizmente, parece que vai demorar um bom tempo para uma verdadeira reforma completa”, afirmou.
No fim, Zuck destaca que essa mudança também está a cargo das pessoas, dos usuários. “Juntos, podemos construir um espaço que seja melhor e uma parte mais importante do mundo do que qualquer outra coisa que temos hoje em dia.”

Via: IDGNow

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

União Europeia tenta acabar com controle americano da internet


Por causa do recente escândalo da espionagem norte-americana, a União Europeia apresentou hoje uma proposta para reduzir o poder dos EUA sobre a rede mundial de computadores. A iniciativa diplomática, segundo noticia o Estadão, será trazida a São Paulo em abril, quando haverá um encontro sobre este tema.

“Recentes revelações sobre a espionagem em larga escala colocaram em questão a liderança dos EUA no que se refere à governança da internet”, escreveu a entidade. “Dado o modelo centrado nos EUA de gestão da web, é necessária uma transição suave a um modelo mais global, mas que ao mesmo tempo proteja os valores de uma governança aberta.”

Dentre as propostas fornalizadas hoje está a descentralização do ICANN, órgão americano responsável pela distribuição de domínios, e a globalização das tomadas de decisão sobre garantias de estabilidade e segurança.

Para evitar que a internet seja usada por alguns governos para restringir liberdades, foi incluída também a intenção de impedir a criação de redes paralelas. Seriam criados novos organismos e fortalecidas as entidades globais.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Hackers processam governo alemão por ajudar NSA

Angela Merkel
Um grupo de hackers e defensores dos direitos humanos anunciaram nesta segunda-feira que abriram um processo contra o governo alemão por supostamente ter violado a lei ao ajudar espiões estrangeiros.
O Chaos Computer Club e a Liga Internacional pelos Direitos Humanos apresentaram uma queixa criminal à promotoria federal afirmando que a chanceler Angela Merkel, seu governo e autoridades da área de segurança toleraram e até mesmo ajudaram membros da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, pela sigla em inglês) e o britânico Quartel General de Comunicação do Governo (GCHQ, na sigla em inglês) a espionar cidadãos alemães.
Os grupos citam documentos divulgados por pelo ex-analista da NSA, Edward Snowden, como evidência de que e-mails, mensagens trocadas em redes sociais e ligações telefônicas de cidadãos comuns são analisados além do que permite a lei alemã.
"Com esta queixa criminal, esperamos finalmente iniciar as investigações da Procuradoria Geral Federal contra o governo alemão", diz o Chaos Computer Club em comunicado. O grupo se auto intitula a maior associação europeia de hackers e frequentemente faz campanha por maiores direitos de privacidade, além de expor falhas em sistemas de segurança eletrônica.
A procuradoria federal estuda há meses a hipótese de abrir uma investigação sobre a supostas atividades da NSA. Agora, eles também terão de estudar se abrirão uma investigação com base na nova queixa criminal.
Embora o governo alemão tenha expressado desconfiança sobre algumas das acusações e tente negociar um acordo de "não espionagem" com os Estados Unidos, a oposição no Legislativo acusa o governo Merkel de não pressionar suficientemente Washington por temer prejudicar as relações diplomáticas e a cooperação na área de inteligência com o país.
O porta-voz de Merkel, Steffen Seibert, lembrou que "qualquer um na Alemanha pode abrir um processo criminal" e recusou-se a comentar o caso.

Via: Info

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Edward Snowden é indicado ao Nobel da Paz


Pela segunda vez, Edward Snowden foi indicado para concorrer ao prêmio Nobel da Paz. No ano passado um professor sueco indicou seu nome, mas ele perdeu para a Organização para Proibição de Armas Químicas.

Desta vez Snowden foi citado por um grupo de parlamentares noruegueses que acreditam que as revelações do ex-colaborador da NSA contribuíram para forçar a agência de segurança nacional dos Estados Unidos a ser mais transparentes com seus programas de espionagem.

A Fundação Nobel permite nomeação de membros de assembleias nacionais, governos e tribunais internacionais, reitores e professores universitários, e diretores de institutos de pesquisas sobre paz ou de política externa.

O prêmio de Paz é o único sob responsabilidade dos noruegueses, o restante dos Nobel é administrado por diversas entidades suecas.

Rovio nega que forneça dados dos jogadores de Angry Birds à NSA

Angry Birds
Ontem, as crianças os jogadores de Angry Birds (tenho algumas versões do joguinho) foram pegos de surpresa com a notícia, divulgada por Edward Snowden, de que a NSA e a GCHQ (agência de inteligência britânicateriam acesso aos dados dos usuários de diversos aplicativos. Entre eles, estaria o AB, um dos mais famosos joguinhos para celulares e tablets disponível atualmente.
Como aconteceu com todos os casos envolvendo empresas de tecnologia e as denúncias de invasão de privacidade e quebra de sigilo por parte de agências de inteligência, a Rovio tratou de negar. Segundo a declaração, a empresa “não compartilha dados, colaborar ou é conivente com quaisquer agências de espionagem do governo”.
Em sua defesa, na tentativa de tirar o seu da reta, a empresa afirma que, se há alguém que possa fornecer os dados pessoais dos usuários às agências, esse alguém seria as empresas que cuidam das redes de publicidade. “A fim de proteger os nossos usuários finais, iremos, como todas as demais empresas que utilizam as redes de anúncios, reavaliar o trabalho com essas redes e verificar se elas estão sendo utilizadas para fins de espionagem”, disse Mikael Hed, CEO da Rovio.
Infelizmente, se deixarmos de utilizar todos os produtos e serviços de todas as empresas envolvidas nas espionagens da NSA, seremos obrigados a abandonar o barco a Internet. Até que se prove o contrário, prefiro acreditar na empresa dos passarinhos zangados.

Via: Meiobit

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

ANGRY BIRDS É USADO PELA NSA PARA ACESSAR DADOS DE USUÁRIOS DE CELULARES




A NSA (Agência de Segurança Nacional) dos Estados Unidos utiliza aplicativos vulneráveis, como o jogo "Angry Birds", para acessar informação pessoal ou dados de localização no mundo todo , revelaram nesta segunda-feira (27) os jornais "New York Times" e "Guardian".

As agências de inteligência dos Estados Unidos e Reino Unido desde 2007 tentam explorar a grande quantidade de informação obtida por aplicativos móveis e as partilhadas em redes sociais, segundo novas revelações do ex-analista externo da NSA, Edward Snowden.

Segundo os jornais, a NSA reconheceu as imensas possibilidades de espionagem que os "smartphones" reúnem pelos aplicativos, e são chamados de "sementes de ouro", revelou uma das páginas do documento, datada de maio de 2010.

A NSA recomenda buscar modos de explorar utilidades como Google Maps e obter dados de posicionamento, contatos, direções e telefones nos metadadosde fotos compartilhadas em redes sociais como Facebook, Flickr, LinkedIn e Twitter.

Os documentos que o "New York Times" mostram que especialmente os aplicativos desenvolvidos no começo da introdução dos smartphones e os que têm anúncios são os mais vulneráveis.

Os documentos revelados por Snowden mostram, por exemplo, que o centro de escutas do Reino Unido, GCHQ, tentou quebrar partes do código de programação do jogo "Angry Birds" para Android para obter dados pessoais.

No entanto, os documentos vazados hoje não falam quantos usuários podem ter sido espionados com estas técnicas ou se espionou também cidadãos americanos, o que violaria a Constituição americana.

Em uma resposta escrita, a NSA disse não buscar "perfis do americano comum nas missões de inteligência estrangeira".

O desenvolvedor de "Angry Birds", Rovio, reconheceu em 2012 que compila informação privada de seus usuários para que as empresas de publicidade online dirijam melhor sua mensagem, uma técnica que outros aplicativos também usam.

Os serviços de inteligência britânicos e americanos poderiam obter essa informação secretamente, e elas vão de raça, orientação sexual e estado civil das pessoas espionadas.


Via: Guia do hacker 

Novos documentos mostram que NSA coletava dados de apps móveis, diz NYT


Agências de espionagem, incluindo a Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA), vem trabalhando juntas para extrair informações pessoais, incluindo dados de localização e contatos, de aplicativos móveis como parte de um esforço global contra planos terroristas, de acordo com recém-descobertos documentos da NSA que foram fornecidos pelo seu ex-funcionário Edward Snowden.

Dezenas de documentos, como informado nesta segunda-feira, 27/1, pelo The New York TimesThe Guardian, e ProPublica, mostram que os aplicativos que as pessoas baixam nos seus smartphones comprometem uma de muitas fontes de informação que as agências de inteligência tem olhado nos últimos anos como partes dos seus esforços de espionagem.

A NSA e o Government Communications Headquarters, espécie de correspondente britânico da agência, estavam trabalhando juntos em como coletar e armazenar dados de dezenas de aplicativos de smartphones em 2007, de acordo com as reportagens desses sites citados acima.

Os aplicativos que foram alvo desses esforços incluem as versões mobile redes sociais e plataformas conhecidas como Facebook, Flickr, LinkedIn e Twitter. Desde 2007, as agências de espionagem tem agido de maneira conjunta para acessar dados como agendas de contatos, listas de amigos, registros de telefones e dados de localização armazenados nestes aplicativos, apontam os veículos. Os dados de localização e planejamento do Google Maps também foram citados como um potencial alvo de vigilância. 

Os esforços faziam parte de uma iniciativa conhecida como “the mobile surge”, de acordo com um documento britânico de 2011, em referência às ondas das tropas no Iraque e Afeganistão.

Até o fechamento da reportagem, representantes do Facebook, Yahoo, LinkedIn, Twitter e Google não puderam ser encontrados para comentar o assunto. 

A quantidade de dados reunidos a partir dos aplicativos mobile, assim como as informações específicas sobre como o processo funciona, não ficaram claras. Mas os documentos mostram que a NSA e sua correspondente britânica obtém informações de determinados aplicativos com frequência, como aqueles introduzidos há mais tempo nos celulares, de acordo com os documentos.

Via: IDGNow

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Para evitar NSA, Microsoft armazenará dados fora dos EUA



Após mais de sete meses dos vazamentos de Edward Snowden que revelaram o esquema de espionagem global da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), a Microsoft decidiu se mexer para tentar acalmar uma parte de seus usuários e clientes. Agora a empresa deverá permitir que seus clientes de fora dos Estados Unidos armazenem seus dados em servidores localizados em outros países.

Em matéria do Financial Times, Brad Smith, gerente geral da empresa confirma a medida, mas não é especificado se os dados referentes a cada país permanecerão dentro de seus territórios ou se alguma outra nação receberá os dados globais.

Segundo Smith, a mudança se fez necessária, principalmente depois dos vazamentos que mostravam que o Brasil e diversos países da União Europeia estavam sendo monitorados, incluindo líderes como a presidenta Dilma Rousseff e cidadãos comuns. Por aqui, um projeto de lei prevê que empresas de tecnologia deveriam guardar todos os dados referentes a usuários brasileiros no país, mas a nova legislação ainda não foi aprovada.

A medida foi encarada de forma positiva por Jeff Chester, um ativista da privacidade nos EUA, ressaltando que o fato de a Microsoft abrir caminho para que outras empresas façam o mesmo.

Há críticas, no entanto, já que a NSA continuaria tendo acesso aos dados dos usuários em outros países, uma vez que as empresas continuam precisando obedecer às demandas de um tribunal secreto que as obriga a entregar dados de usuários específicos, não importando onde eles estão armazenados.

De qualquer forma, Chester acredita que manter a informação fora do território americano evita a interceptação ilícita dos dados. "Se os dados não são transportados, então este tipo de acesso irá acabar", diz ele.

Google, Yahoo, Facebook e Apple são outras empresas envolvidas no escândalo da NSA. As acusações iniciais dizia que estas empresas criavam brechas para espionagem em seus softwares. Todas, no entanto, negam, obviamente. Sabe-se, no entanto, que a agência é capaz de interceptar os dados antes mesmo de eles serem recebidos pelos servidores de cada empresa.

Via: IDGNow

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

EUA teriam usado ondas de rádio para invadir computadores


A NSA, agência de segurança nacional dos Estados Unidos, usou uma técnica de infecção por ondas de rádio para instalar softwares de espionagem em quase 100 mil computadores pelo mundo, de acordo com reportagem do New York Times.

O recurso, diz o jornal, está em uso desde 2008 e possibilita que se comprometa máquinas sem que elas estejam conectadas à internet.

Essa técnica foi citada há pouco tempo por cientistas, conforme noticiado no Olhar Digital (relembre). Ela resolve algo que vinha sendo tratado como problema pela espionagem norte-americana: como acessar computadores que ficam cada vez mais "impermeáveis" a ataques?

Os EUA estariam transmitindo em uma frequência secreta de ondas a partir de placas de circuito minúsculas e cartões USB que são inseridos secretamente nas máquinas. É preciso que alguém - o fabricante, talvez - faça essa inserção.



NSA instalou software "espião" em 100 mil computadores sem Internet


A Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) instalou um software específico em cerca de 100 mil computadores no mundo todo para vigiar essas máquinas, de acordo com reportagem do jornal norte-americano The New York Times.
Como aponta o NYT, que cita documentos do órgão federal como fonte, a instalação desses software também poderia criar uma “estrada digital” para que os EUA realizassem possível ciberataques contra nações inimigas.
Com esse software e uma “tecnologia secreta”, a NSA conseguiria até mesmo acessar esses computadores sem que tenham conexão com a Internet. Para isso, a agência utiliza ondas de rádio, prática adotada desde 2008 pelo órgão.
Nos documentos da NSA citados pelo NYT, a agência descreve tais esforços como uma “defesa ativa” contra possíveis ataques cibernéticos estrangeiros, em vez de uma ferramenta de ofensiva.
Segundo o NYT, não há evidências que a NSA tenha implantado esse software ou usado sua tecnologia de ondas de rádio dentro dos Estados Unidos. 
NSA nega

Procurada pela reportagem do NYT, a NSA negou que utilize tal tecnologia para roubar segretos de empresas de outros países. “As atividades da NSA são focadas e especificamente aplicadas – e apenas contra – alvos estrangeiros de inteligência válidos em resposta a pedidos da inteligência”, afirmou a agência por meio de um porta-voz.

Via: IDGNow

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Snowden trabalhou na embaixada americana em Nova Deli

snowden
O ex-funcionário da inteligência americana, Edward Snowden, trabalhou brevemente na embaixada dos Estados Unidos na Índia, quase três anos antes de revelar o alcance da espionagem americana, segundo a revista "Foreign Policy".
Snowden chegou em Nova Deli em setembro de 2010 para ajudar um técnico na embaixada, afirmou a reportagem.
A revista americana, que não revelou sua fonte, não disse em que Snowden trabalhou na embaixada durante sua curta estada na capital indiana.
A embaixada em Nova Deli não respondeu imediatamente ao pedido da AFP por uma confirmação ou um comentário.
Enquanto estava na cidade, Snowden ainda fez um curso de "ética para hackers e analistas de segurança", segundo um porta-voz da empresa onde ele fez o curso.
Snowden abalou a diplomacia mundial ano passado ao revelar o tamanho dos programas de espionagem de Washington.
Depois de vazar documentos para jornais como "Washington Post" e "The Guardian", o ex-analista de 30 anos fugiu dos Estados Unidos para evitar um processo judicial.
Ele chegou à Rússia em junho de 2013, e passou mais de um mês no aeroporto de Moscou, até conseguir um asilo temporário de 1 ano.
Os promotores federais americanos iniciaram um processo contra ele, acusando-o de espionagem e de roubo de propriedade do governo.

Via: INFO