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quarta-feira, 12 de março de 2014

Crackers que invadiram Target demonstraram ter "intimidade" com a empresa


O ataque que plantou um malware nos terminais de ponto de venda da Target, na violação ocorrida em novembro, se aproveitou de conhecimentos internos da rede da empresa em vez de uma vulnerabilidade em algum software. As afirmação vem de uma pesquisa realizada pela empresa de antivírus McAfee.
Trechos de informações sobre a engenharia do ataque vazaram desde que a Target tornou o incidente público em janeiro - mas esse sugere, se não complexidade, pelo menos um grau de planejamento.
Como já foi amplamente discutido, o ataque à Target implantou o BlackPOS, um kit de exploração genérico e muito popular entre cibercriminosos, usado para coletar dados de computadores de varejo conectados a leitores de cartão de crédito usados por consumidores.
O comportamento do malware dentro da rede da Target foi controlado por scripts que referenciavam a estrutura interna da rede com um certo detalhe. "Os detalhes sobre os nomes de domínio Active Directory, contas de usuários e endereços IP de compartilhamentos SMB foram codificados em scripts que foram entregues por alguns dos componentes de malware", disse a McAfee.
Apesar de não ser um achado extremamente surpreendente, o caso sugere que os crackers são capazes de vencer a segurança, mesmo quando eles não estão familiarizados com o software POS em uso pela empresa-alvo.
Este não foi o caso de escolher aleatoriamente uma empresa que não tinha assegurado seu patrimônio, os criminosos sabiam o que estavam fazendo e reuniram dados suficientes para lançar o ataque com precisão.
O fato de que eles foram capazes de fazer isso ressalta a importância da deficiência na segurança que ocorreu para permitir que crackers roubassem dados pessoais de um número entre 70 e 110 milhões de clientes da loja.
Os dados roubados tinham sido removidos às claras, sem criptografia, utilizando FTP, disse a McAfee. Os ladrões estavam vendendo os detalhes da conta roubadas em lotes de alguns milhões em fóruns arbitrários.
Acreditam-se que os cracker penetraram na rede da varejista por meio da exploração das credenciais de acesso remoto conseguidas a partir de uma empresa de ar condicionado.
De acordo com o FBI, o kit de ferramentas BlackPOS é a obra de um adolescente programador russo de São Petersburgo - embora seja provável que uma gangue tenha realizado o ataque.
Outros varejistas americanos afetados por ataques a POS em 2013 incluem Neiman Marcus, White Lodging, Harbor Freight Tools, Easton-Bell Sports, e Michaels Stores. Apenas alguns dias atrás, o CIO da Target renunciou na sequência da violação.
"Esses roubos online ocorreram em uma época onde a maioria das pessoas estavam concentradas em suas compras de final de ano e quando a indústria queria que as pessoas se sentissem seguras e confiantes com suas compras. O impacto desses incidentes será sentido tanto na mesa da cozinha, quanto nas salas de reuniões", disse o vice-presidente sênior da McAfee Labs, Vincent Weafer.
"Para os profissionais de segurança, a gênese 'off the shelf' de algumas dessas cibercampanhas, a escala de operações, e também a facilidade de monetizar digitalmente os dados dos clientes roubados, tudo isso representa a chegada da era, tanto do Cibercrime-as-a-Service quanto para a 'dark web' em geral."

Via: IDGNow

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Crackers roubaram US$ 40.000 do maior serviço de carteira de Bitcoin do mundo

bitcoin-broken
Se você pensa em mergulhar no maravilhoso mundo do Bitcoin, é bem provável que você comece pelo Coinbase, um dos serviços de carteira digital com melhor reputação por aí e que é responsável por cerca de US$ 15 milhões em transações de Bitcoins todos os meses. Como um editor do TechCrunch disse, “é aquele que eu recomendaria para a minha mãe usar.” Mas mesmo o melhor do Bitcoin pode ser alvo de ladrões, e, como o descobriu o The Verge, isso custou aos seus usuários até US$ 40.000.

Um usuário chamado Jeff confirmou ao The Verge que crackers conseguiram coletar 10.6 Bitcoins (cerca de US$ 10.000) da sua carteira do Coinbase em dezembro passado. Ele conseguiu recuperar o dinheiro, mas, quase um mês depois, foi vítima de outro ataque, e desta vez perdeu mais US$ 7.000 além dos outros US$ 10.000. Desta vez, conseguiu recuperar os US$ 7.000 adicionais, usados pelo hacker para fazer uma nova compra de Bitcoins, mas os 10.6 Bitcoins originais foram perdidos. O Coinbase se recusou a devolver o dinheiro pela segunda vez.

E Jeff não é o único. Pelo menos outros dois roubos aconteceram no Coinbase recentemente totalizando mais US$ 21.000. A questão é, não é que o Conbase é necessariamente um serviço vulnerável; é a sua API, o código que garante a programadores direitos de acesso. Parte do apelo do Coinbase é que, de acordo com oThe Verge, “a chave API correta permite a qualquer programa mover Bitcoins entre determinadas contas.” Então assim que a chave for comprometida, crackers ganham acesso e podem fazer o que quiserem com a sua conta.

Mais do que apenas a API do Coinbase, no entanto, a natureza anônima do Bitcoin em si faz com que as transações reversas sejam impossíveis e lavagem de dinheiro seja muito simples. Então mesmo que o apelo do Bitcoin esteja em uma forma anônima e não-rastreável de pagamentos, tenha em mente que isso pode não ser uma solução infalível.
O Coinbase explicou o acontecido:
Há algumas semanas, ficamos sabendo que uma pequena quantidade de usuários do Coinbase foi vítima de ataques de phishing, que resultaram em bitcoins sendo retirados de suas contas. Phishing infelizmente é uma ocorrência comum na internet – de instituições financeiras a processadores de pagamentos e varejistas.
Mesmo que tenhamos medidas de segurança ainda mais restritas do que alguns sites de online banking, ainda existem alguns passos que nós como empresa podemos tomar para as contas do Coinbase ficarem ainda mais seguras do que a média. Implementamos diversas medidas para aumentar a segurança, incluindo autenticação em dois passos ampliada, medidas feitas para ajudar a diminuir a possibilidade de incidentes bem sucedidos de phishing no futuro. Também adicionamos um passo de verificação de por email para ações de chaves, como quando uma chave API é ativada.
Vamos continuar a trabalhar para garantir que consumidores consigam se sentir seguros usando o Bitcoin. O Bitcoin oferece inúmeras oportunidades em segurança para pagamentos online. Também encorajamos consumidores e agirem com cautela quando clicarem em links para instituições financeiras ou serviços de pagamento online. Evitarem, em particular, clicar em links suspeitos, e atualizarem sempre o navegador. Esses passos vão ajudar a evitar a maioria dos ataques de phishing.


Via: Revistaespiritolivre 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Crackers usam golpe de suporte técnico para enganar usuários móveis


Especialistas em segurança alertam para novas táticas que cibercriminosos criaram para enganar usuários e convencê-los a revelarem informações pessoais, permitir acesso a computadores e pagarem por softwares e serviços de suporte técnico desnecessários.

Pesquisadores da empresa de segurança Malwarebytes recentemente identificaram um "golpe do suporte técnico" que tem como alvo usuários de smartphones e tablets. No início do mês, a Comissão Federal do Comércio dos EUA também alertou consumidores sobre golpes que oferecem reembolso para suporte técnico.

Como o esquema funciona

Golpes de suporte técnico consiste em um cibercriminoso fazer uma chamada não solicitada para os usuários. Eles se apresentam como especialistas de suporte técnico que supostamente identificaram uma infecção por malware ou outros problemas detectados nos computadores das vítimas. 

Este tipo de fraude tornou-se comum nos últimos anos, especialmente em países de língua inglesa, e causou alertas de grupos de defesa do consumidor, agências governamentais e empresas de segurança.

Os golpistas usam linguagem técnica e profissional para ganhar a confiança dos usuários e pedir para que as vítimas baixem e instalem programas de acesso remoto em seus computadores.

Desse modo, os cibercriminosos podem se conectar às máquinas e abrir diversos utilitários do sistema como o visualizador de eventos do Windows ou o editor de registros para mostrar às vítimas erros em uma tentativa de provar que seus computadores realmente estão com problemas.

O objetivo desses scammers é inscrever as vítimas em serviços de suporte técnico desnecessários, convencê-las a comprar softwares de segurança inúteis, instalar malware em suas máquinas ou mesmo roubar informações pessoais e financeiras.

Migrando para o móvel

Golpes de suporte técnico tem atingido usuários do Windows e do Mac OS X, mas agora parece que eles estão expandindo sua atuação para o mercado móvel.

"Empresas envolvidas nesse tipo de golpe podem usar um de dois métodos disponíves (ou até ambos) para atingir as potenciais vítimas: podem ligar e/ou usar propaganda online", disse o pesquisador de segurança sênior da Malwarebytes, Jerome Segura. "Enquanto pagar por publicidade requer um determinado orçamento, a propaganda tem a vantagem de canalizar as perspectivas com mais qualidade, porque as pessoas de fato estão enfrentando um problema."

Segura recentemente pesquisou por "suporte técnico para Android" no Bing a partir do seu tablet e os dois primeiros resultados de anúncios pagos - patrocinados - levavam a sites de empresas que oferecem suporte técnico para tablets e smartphones.

Ele ligou para o número gratuito listado em uma das páginas e, de acordo com ele, o que se seguiu foi claramente um golpe de suporte técnico.

O suposto técnico pediu que Segura conectasse o telefone ao seu computador e, em seguida, instalasse o software de acesso remoto no computador para que pudesse acessar o telefone. Depois de se conectar por meio do software e navegar por entre o armazenamento interno do telefone, o técnico alegou que uma infecção por malware no PC estava causando problemas em toda a rede e afetando o telefone Android quando utilizava o Wi-Fi.

O "técnico", então, afirmou que um arquivo chamado rundll32.exe, que é na verdade um arquivo de sistema do Windows legítimo, era o problema e afirmou que também tinha sido instalado no telefone. 

De um ponto de vista técnico, isso não faz sentido uma vez que arquivos executáveis ​​do Windows não pode ser executados no Android.

"É muito difícil manter a compostura ao ouvir essas mentiras descaradas", disse Segura. "Não é que o técnico é mal informado, mas ele está plenamente consciente do que está faz e ainda assim não tem qualquer problema com isso."

O técnico então excluiu alguns arquivos da pasta Windows Prefetch e depois os restaurou usando um atalho de teclado, afirmando que este era um sinal do reaparecimento da infecção. Ele, então, disse a Segura que ele precisaria comprar uma assinatura de suporte técnico de 12 meses, que custaria 299 dólares.

"O mais assustador é que muitas pessoas que não possuem tanto conhecimento técnico assim acreditam nestas palavras e acabam pagando centenas de dólares para serviços duvidosos de empresas de suporte técnico desonestas", disse Segura.

Embora, neste caso particular os scammers usaram anúncios online para atingir os usuários de smartphones e tablets, Segura acredita que eles certamente vão usar o método de chamadas telefônicas não solicitadas também. Eles podem pedir aos usuários para instalarem o software de acesso remoto diretamente em seus dispositivos móveis no futuro, disse Segura.


Via: IDGNow

sábado, 3 de agosto de 2013

Black Hat: pesquisadores mostram como interceptar ligações em celulares





Pesquisadores demonstraram durante uma apresentação na conferência hacker Black Hat como a tecnologia femtocell, usada por empresas para aumentar a cobertura de telefonia celular, pode ser hackeada com o objetivo de interceptar chamadas, mensagens de texto e outros dados.


Tom Ritter e Doug DePerry, pesquisadores do ISEC Partners, usaram a femtocell da Verizon para demonstrar como crackers podem espionar as conversas telefônicas e ver mensagens de texto e fotos enviadas ou recebidas por usuários de telefones celulares nas proximidades.

As femtocells usadas por outras operadoras de telefonia celular podem ser exploradas da mesma forma, enfatizarão os pesquisadores durante a apresentação.

Femtocells são pequenas estações-base de baixo consumo de energia fornecidos por empresas de telefonia para ampliar a cobertura celular, especialmente no interior de edifícios e instalações com cobertura irregular. Os dispositivos usam serviços de cabo ou DSL para se conectar à rede dos prestadores de serviços.

Telefones celulares próximos se conectam automaticamente a femtocells se ambos são da mesma operadora. O aparelho envia todo o tráfego por meio da femtocell.

Ritter e DePerry conseguiram acesso com privilégios de administrador (root) ao sistema operacional Linux usado na femotcell da Verizon pela interface do dispositivo via porta HDMI na base do sistema. Em seguida, eles usaram o acesso root para ajustar a femtocell com o objetivo de interceptar mensagens de texto e de voz de telefones celulares conectados ao dispositivo.

Como parte da demonstração, os pesquisadores interceptaram mensagens de texto enviadas por alguns dos convidados na plateia e reproduziram o áudio de um telefonema feito por um dos pesquisadores durante a demonstração. Eles também mostraram como o acesso root numa femtocell pode ser usado para clonar celulares ligados ao dispositivo.

Os pesquisadores observaram que a Verizon corrigiu a falha em suas femtocells depois de a empresa ter sido notificada. Mas acrescentou que a tecnologia de outros fornecedores são vulneráveis ​​ao mesmo tipo de exploits.

Alex Watson, diretor de pesquisa de segurança da Websense Inc disse que o estudo feito por Ritter e DePerry mostra como as redes celulares são tão suscetíveis a vulnerabilidades de segurança como as redes sem fio. 

O especialista observou que os prestadores de serviços cada vez mais estão implantando femtocells para expandir sua cobertura, expondo uma grande quantidade de usuários a potenciais hacks.

"Eles mostraram que as redes celulares não são à prova de balas. Mostraram que as tecnologias de celulares têm falhas e não podem ser consideradas como perfeitas", disse.
Gerentes de segurança de TI devem prestar atenção a tais riscos e assegurar que os celulares que se conectam à rede corporativa possuem múltiplas camadas de proteção, incluindo a criptografia de dados em repouso e em transmissão.

Via: IDGNow

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Crackers são indiciados nos EUA por roubarem dados de 160 milhões de cartões


Quatro homens da Rússia e um da Ucrânia foram indiciados em Nova Jersey por conspiração em um esquema de pirataria mundial que tinha como alvo grandes redes corporativas. Os acusados chegaram a comprometer mais de 160 números de cartão de crédito, segundo anunciou o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ).

Os homens supostamente atacaram redes de diversas empresas, incluindo a Nasdaq, 7-Eleven, JCP, Dow Jones e Hannaford. As companhias relataram 300 milhões de dólares em perdas com os ataques, disse o Departamento de Justiça em um comunicado para a imprensa.

Foram acusados formalmente os russos Vladimir Drinkman, 32, de Syktyvkar e Moscou; Alexandr Kalinin, 26, de São Petersburgo; Roman Kotov, 32, de Moscou; Dmitriy Smilianets, 29, de Moscou e o ucraniano Mikhail Rytikov, 26, de Odessa. A acusação formal aberta ocorreu na quinta-feira (25) pelo Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito de Nova Jersey.  

Drinkman e Kalinin supostamente são especializados em penetrar a segurança da rede e obter acesso aos sistemas das vítimas corporativas, enquanto Kotov supostamente é especialista em mineração nas redes comprometidos para roubar dados, disse o DOJ. 

Os acusados ​​encobriram suas atividades usando serviços de hospedagem web anônimos fornecidos por Rytikov, enquanto Smilianets supostamente vendeu as informações roubadas pelos outros do grupo e distribuiu os rendimentos do esquema entre os participantes.

Os cinco comprometeram redes por quase cinco anos, entre meados de 2005 e 2012, de acordo com documentos judiciais.

"Este tipo de crime é avançado", disse Paul Fishman, advogado dos EUA para o Distrito Sul de Nova Jersey, em um comunicado. "Aqueles que têm a experiência e a inclinação para entrar em nossas redes de computadores ameaçam o nosso bem-estar econômico, a nossa privacidade e a segurança nacional. E esse caso mostra que há um custo prático real, porque esses tipos de fraudes aumentam os custos de fazer negócios para todos os consumidores americanos, todos os dias."

Como funcionou o esquema

Os cinco réus teriam conspirado com outros para invadir as redes de computadores de várias grandes empresas de processamento de pagamentos, varejistas e instituições financeiras para roubar dados de identificação pessoal dos indivíduos. Eles supostamente roubaram os nomes de usuário e senhas, outros meios de identificação e números de cartões de crédito e débito, disse o DOJ.

Os criminosos frequentemente conseguiam acesso inicial a uma rede corporativa por meio de um ataque de injeção SQL. Os crackers identificaram vulnerabilidades em bancos de dados SQL e usaram tais brechas para se infiltrar em uma rede de computadores. 

Uma vez dentro, os acusados ​​supostamente entregavam um malware na rede, criando uma backdoor que permitia ainda acesso amplo. Em alguns casos, os acusados ​​perderam o acesso ao sistema devido a esforços de segurança das empresas, mas eles foram capazes de recuperar o acesso por meio de ataques persistentes.

Depois de adquirir os números de cartão e dados relacionados a vítimas, os acusados supostamente venderam as informações para revendedores em todo o mundo. Os compradores, em seguida, teriam vendido os "produtos" em fóruns online ou diretamente para indivíduos e organizações.

Smilianets supostamente foi acusado de ser o responsável pelas vendas, cobrando aproximadamente 10 dólares por cada número do cartão de crédito americano e dados associados roubados, 50 dólares por cada número de cartão de crédito europeu e cerca de 15 dólares por cada número de cartão canadense.

Se condenados, as penas máximas para cada um são: cinco anos de prisão por conspiração para obter acesso não autorizado a computadores, 30 anos de prisão por conspiração para cometer fraude eletrônica, cinco anos de prisão por acesso não autorizado a computadores e 30 anos de prisão por fraude eletrônica.

Acusações adicionais

Kalinin e Drinkman foram anteriormente indiciados em Nova Jersey como sendo os "Hacker 1" e "Hacker 2" em uma acusação de 2009, que ligava o americano Albert Gonzalez, de 32 anos, a cinco violações de dados corporativos - incluindo a de Heartland Payment Systems, que foi o maior ataque já registrado naquela época. Gonzalez está cumprindo 20 anos de prisão federal por esses delitos.

Também na quinta-feira, a Procuradoria dos EUA para o Distrito Sul de Nova York anunciou duas acusações adicionais contra Kalinin. Uma o acusa de participação em invasão a certos servidores de computador usados ​​pela Nasdaq. A segunda indicia Kalinin e outro suposto hacker russo, Nikolay Nasenkov, pelo esquema internacional de roubo de dados bancários ao hackear instituições financeiras norte-americanas.

Rytikov foi anteriormente indiciado no Distrito Leste da Virgínia por um esquema não-relacionado. Kotov e Smilianets não foram anteriormente acusados publicamente os EUA.

Drinkman e Smilianets foram presos a pedido do Departamento de Justiça, enquanto viajavam pela Holanda em 28 de junho 2012. Smilianets foi extraditado em 7 de setembro de 2012, e permanece sob custódia federal. Kalinin, Kotov e Rytikov continuam foragidos.

Via: IDG Now

sábado, 6 de abril de 2013

O Lado Negro

Bem pessoal! como falei antes ouvi alguns comentários aqui onde eu moro de que pra ser "hacker" não precisa de muita coisa não... :P

Então cai de cara nos livros e procurei postar algumas coisas sobre o assunto e pra começar vamos ver os tópicos a seguir:


  • Vírus
  • O que são vírus
  • Como agem os vírus
  • Tipos de vírus
  • Hackers
  • Crackers
  • Programas Maliciosos 
Então vamos ao que interessa.



"Transformação". Talvez não exista palavra melhor para definir o que a informática causou no mundo. Mesmo que muitas vezes a gente não perceba, ela está inserida em praticamente todo nosso dia a dia. Mas nem tudo são flores. O caminho esconde becos e vielas escuras, o lado negro do mundo digital. Hackers, crackers, vírus e programas malintencionados estão à espreita, prontos para pegá-los desprevenido. Para enfrentá-los, você primeiro precisa conhecê-los. Bem vindo às trevas.


Na galeria dos horrores digitais, os vírus ocupam o lugar de destaque. Quem já não ouviu histórias sinistras sobre travamentos inexplicáveis, desaparecimentos misteriosos de dados, apagamentos de HD e outros relatos assustadores envolvendo os vírus? Há muito de lenda nestas histórias, mas os vírus são mesmo uma realidade perigosa. Os primeiros vírus autênticos que se tem notícias foram criados por volta de 1980 para o computador da Apple II. 
Ainda nos primórdios dos anos 80, o escritor norte-americano William Gibson lançou o livro "Neuromancer", que jogou para mídia o submundo digital, glorificando o hackerismo e introduzindo a cultura "Cyberpunk". A partir desta época, a criação de vírus passou a ser considerada uma forma de disputa e conquista de status nos círculos do submundo. E os vírus se multiplicaram.

"Cada vez mais perigosos e complexos. Começava uma legítima história de terror. As vítimas do serial killer: nós pobres usuários de computador"



Para funcionar, um computador não depende apenas da parte física. Tudo que a máquina executa é coordenada pelos programas. Vírus de computador são pequenos programas desenvolvidos para alterar clandestinamente e de forma nociva outros programas instalados no computador Mas por que vírus, afinal? Óbvio. 
Esses nefastos programinhas foram assim batizados porque se comportam como os vírus biológicos: são pequenos, multiplicam-se, precisam de um hospedeiros, esperam o momento certo para o ataque e tentam se esconder para não serem exterminados. Felizmente existem vacinas...


Antes de mais nada, os vírus não brotam dentro dos computadores. Eles precisam chegar através de transmissores que podem ser, Pen Drivers, Cd-rom, Dvd-rom, Sites, Celular, programas, documentos...

Atualmente, a maior disseminadora de vírus é a internet. Mas só o fato de conectar-se não traz risco de contaminação. A única maneira de se contaminar é usando um programa que veio da rede. Uma vez dentro da máquina, o vírus se "atraca" a um outro programa ou aplicativo. Para ativá-lo é preciso rodar o programa infectado. Quando você executa o código do programa "doente", o vírus é rodado junto e tenta infectar outros programas. Começou a destruição.

"Antes de mais nada, os vírus não "brotam" dentro dos computadores
Os efeitos visíveis podem variar, indo desde a exibição de mensagens, alteração de arquivos, diminuição da performance do micro e exclusão de arquivos até perda total do disco rígido. Essas manifestações podem ser frutos do "payload", instruções objetivas dadas pelo criador do vírus, ativadas a partir de eventos ou condições pré-determinadas, pelo criador, como data, números de vezes, que um programa é rodado um comando especifico etc.




Os hackers são basicamente "feras" da informática adoram aprender como os sistemas funcionam externa e internamente. A palavra começou a ser utilizada nos últimos dias da década de 50, no instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT) e servia para designar pessoas capazes de executar proezas técnicas. Com o tempo, a comunidade subterrânea da informática apropriou-se do termo e consagrou-o como sinônimo de programador prodígio. Um hacker é um especialista em sistemas, amante de tecnologia e sedento por aumentar seu saber. Esses conhecimentos permitem que se possuidor quebre senhas, invada sistemas e altere programa. Como consequência, o verdadeiro hacker é um grande conhecedor das falhas dos computadores e programas, capaz de evitar que estas falhas sejam exploradas por pessoas mal-intencionadas.

Se os hackers não são os demônios que pintam por aí, por quer a histeria? O caldo começou a entornar em 1988.
Quando uma reportagem da rede de TV CBS apresentou os hackers como um bando de terroristas prestes a dominar o mundo, conspirando para invadir todos os computadores da terra.

Rapidamente os hackers passaram a ser o bode expiatório de todo o mal que a tecnologia pode causar. Para se defender, a comunidade hacker cunhou um termo "Cracker".






Os perigos do mundo digital não se limitam aos vírus e aos hackers. Uma terceira categoria de ameaças se faz presente, muitas vezes de maneira devastadora. São os programas maliciosos, aparentemente inocentes, instalados se maiores preocupações, mas que escondem comandos e instruções capazes de estragar sua máquina quando ativados. Confira aqui alguns destes... cuidado eles estão à espreita!


 Quiz ser bem claro em tentar explicar que não é bem assim que tipo basta ligar um PC e baixar alguns videos do youtube e pegar alguns programas besta e se achar o "Hacker" 

Espero ter ajudado muito não deixem de avaliar nossa matéria

domingo, 24 de março de 2013

Crackers que atacam nações podem ser assassinados, dizem experts


O uso de força letal contra crackers organizados poderia ser justificado sob lei internacional, de acordo com um documentodivulgado na quinta-feira (21/3) por um painel de especialistas em guerras legais e cibernéticas.
Mas isso somente se um ataque cibernético contra uma nação atendesse a critérios semelhantes aos atualmente aceitos para guerras no mundo real, disse o presidente do Departamento de Direito Internacional da Faculdade de Guerra Naval dos EUA, Michael N. Schmitt.
Schmitt é o editor do Tallinn Manual sobre o Direito Internacional aplicável a guerra cibernética, um livro de 300 páginas elaborado por especialistas a pedido da OTAN e publicado pela Cambridge University Press. "Se você tem um grupo armado organizado - e não indivíduos, poucas pessoas realizando ataques - e os ataques causarem consequências que incluem a destruição física ou lesão ou morte de pessoas físicas, então o Estado que é vítima de tais ataques pode atacar com força própria", disse Schmitt em uma entrevista.
Os danos causados ​​por um ataque virtual teriam que ser tão graves quanto aqueles causados no mundo real. "Se isso acontecer, de acordo com o direito de legítima defesa previsto na Carta da ONU, então o Estado pode responder com força - mesmo que essa resposta envolva ferir as pessoas que o atacaram ou causaram dano a ele", disse Schmitt.
A situação pode ficar sombria durante uma guerra "quente", se hackers civis entrarem na briga. "E porque eles estão fazendo isso", disse Schmitt, "eles podem ser atacados."
"Se você estivesse no campo de batalha e alguém estivesse atirando com uma arma em você, você deveria ser capaz de atirar de volta", disse ele. "É exatamente da mesma maneira no ciberespaço."
No entanto, o uso legal de força letal contra um cracker é muito limitado. "Fico mal quando as pessoas dizem: 'alguém está conduzindo um ataque de hackers, você pode atacá-los de volta", disse ele. "Não, esse não é o caso."
O sincronismo pode ser um elemento-chave para justificar legalmente uma resposta contundente a um ataque cibernético. "Uma vez que um ataque esteja completamente encerrado, não há necessidade de continuar a se defender vigorosamente, então a resposta certa para o ataque é a diplomacia", disse Schmitt.
Sob essas regras, o Irã, que sofreu danos de infraestrutura devido a um ciberataque realizado pelo vírus Stuxnet, não tinha base legal para uma resposta vigorosa para esse ataque - mesmo que soubesse com certeza quem estava por trás da invasão contra o seu programa de desenvolvimento nuclear.
Da mesma forma, os ciberataques que ocorreram nessa semana contra veículos da mídia e da indústria bancária sul-coreana falharam em atender os requisitos mínimos para uma resposta vigorosa. "Sob a lei existente, as consequências não foram graves o suficiente para justificar uma resposta militar contundente ou uma ciberresposta com consequências graves", disse Schmitt.
Em ataques como os de Irã e Coreia do Sul, a parte mais difícil é determinar contra quem deve se lançar uma resposta contundente. "A autenticação é uma parte essencial do direito à autodefesa", disse em entrevista David Bodenheimer, que lidera a prática de segurança interna na empresa de direito internacional Crowell & Moring, em Washington DC. "Você não pode atacar outro país por um ataque cibernético se você não pode identificá-lo com alguma especificidade."
Mesmo no que é considerado um caso clássico de guerra cibernética lançado por um Estado-nação contra outros - como os ciberataques da Rússia contra a República da Geórgia e Estônia- podem faltar evidências sobre quem estava por trás dos ataques. "Houve suporte para o ataque ser ligado a russos ou cidadãos russos, mas no final do dia, as investigações não foram capazes de mostrar que os golpes foram a mando do governo russo", explicou Bodenheimer.
Via: IDG Now

sexta-feira, 22 de março de 2013

Crackers que atacam nações podem ser assassinados, dizem experts


O uso de força letal contra crackers organizados poderia ser justificado sob lei internacional, de acordo com um documentodivulgado na quinta-feira (21/3) por um painel de especialistas em guerras legais e cibernéticas.
Mas isso somente se um ataque cibernético contra uma nação atendesse a critérios semelhantes aos atualmente aceitos para guerras no mundo real, disse o presidente do Departamento de Direito Internacional da Faculdade de Guerra Naval dos EUA, Michael N. Schmitt.
Schmitt é o editor do Tallinn Manual sobre o Direito Internacional aplicável a guerra cibernética, um livro de 300 páginas elaborado por especialistas a pedido da OTAN e publicado pela Cambridge University Press. "Se você tem um grupo armado organizado - e não indivíduos, poucas pessoas realizando ataques - e os ataques causarem consequências que incluem a destruição física ou lesão ou morte de pessoas físicas, então o Estado que é vítima de tais ataques pode atacar com força própria", disse Schmitt em uma entrevista.
Os danos causados ​​por um ataque virtual teriam que ser tão graves quanto aqueles causados no mundo real. "Se isso acontecer, de acordo com o direito de legítima defesa previsto na Carta da ONU, então o Estado pode responder com força - mesmo que essa resposta envolva ferir as pessoas que o atacaram ou causaram dano a ele", disse Schmitt.
A situação pode ficar sombria durante uma guerra "quente", se hackers civis entrarem na briga. "E porque eles estão fazendo isso", disse Schmitt, "eles podem ser atacados."
"Se você estivesse no campo de batalha e alguém estivesse atirando com uma arma em você, você deveria ser capaz de atirar de volta", disse ele. "É exatamente da mesma maneira no ciberespaço."
No entanto, o uso legal de força letal contra um cracker é muito limitado. "Fico mal quando as pessoas dizem: 'alguém está conduzindo um ataque de hackers, você pode atacá-los de volta", disse ele. "Não, esse não é o caso."
O sincronismo pode ser um elemento-chave para justificar legalmente uma resposta contundente a um ataque cibernético. "Uma vez que um ataque esteja completamente encerrado, não há necessidade de continuar a se defender vigorosamente, então a resposta certa para o ataque é a diplomacia", disse Schmitt.
Sob essas regras, o Irã, que sofreu danos de infraestrutura devido a um ciberataque realizado pelo vírus Stuxnet, não tinha base legal para uma resposta vigorosa para esse ataque - mesmo que soubesse com certeza quem estava por trás da invasão contra o seu programa de desenvolvimento nuclear.
Da mesma forma, os ciberataques que ocorreram nessa semana contra veículos da mídia e da indústria bancária sul-coreana falharam em atender os requisitos mínimos para uma resposta vigorosa. "Sob a lei existente, as consequências não foram graves o suficiente para justificar uma resposta militar contundente ou uma ciberresposta com consequências graves", disse Schmitt.
Em ataques como os de Irã e Coreia do Sul, a parte mais difícil é determinar contra quem deve se lançar uma resposta contundente. "A autenticação é uma parte essencial do direito à autodefesa", disse em entrevista David Bodenheimer, que lidera a prática de segurança interna na empresa de direito internacional Crowell & Moring, em Washington DC. "Você não pode atacar outro país por um ataque cibernético se você não pode identificá-lo com alguma especificidade."
Mesmo no que é considerado um caso clássico de guerra cibernética lançado por um Estado-nação contra outros - como os ciberataques da Rússia contra a República da Geórgia e Estônia- podem faltar evidências sobre quem estava por trás dos ataques. "Houve suporte para o ataque ser ligado a russos ou cidadãos russos, mas no final do dia, as investigações não foram capazes de mostrar que os golpes foram a mando do governo russo", explicou Bodenheimer.
Via: IDG Now

quinta-feira, 14 de março de 2013

Criminosos compram acesso a banco de dados de segurança pública do Brasil


Reportagem exibida pelo SBT afirma que existe um esquema de venda de senhas do maior banco de dados de Segurança Pública do Brasil, o Infoseg. A denúncia foi feita ao SBT Brasil por um hacker, que não teve o nome divulgado.
O sistema contém dados de milhões de cidadãos brasileiros, como informações sobre vigilância, mandados de prisão, armas de fogo e registros de veículo, e seu acesso é restrito a agentes nacionais de Segurança Pública, Justiça e Fiscalização.
Segundo a reportagem, um cracker da Bahia invadiu o sistema ao inserir as credenciais de um policial no portal do Ministério da Justiça. Com as credenciais preenchidas, o acesso ao Infoseg é liberado.
Os criminosos interessados no serviço devem pagar 2 mil reais para conseguir esses dados que garantem acesso ao Infoseg durante o período de 30 dias. Ainda de acordo com a reportagem, quem compra o serviço tem como objetivo conseguir dados para fraudar documentos, placas de carros ou aplicar golpes com as informações conseguidas com o sistema.
A reportagem do SBT Brasil comprou uma senha e recebeu os dados de login da soldado Luciana Marques, policial militar em Maceió (AL) - ela negou ter vendido suas informações. O hacker disse que, provavelmente, a PM não saiba do vazamento.
Os dados dos cidadãos são obtidos digitando o CPF da pessoa no sistema.
Em 2008 o SBT também relatou outro esquema de venda de senhas do Infoseg. À época, a polícia prendeu cerca de 50 envolvidos no esquema, em cinco estados.
Via: IDG Now

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Adobe Confirma Violação de Dados de Clientes

Um cracker disse que conseguiu invadir um servidor da Adobe e copiar as credenciais privadas de cerca de 150 mil usuários - incluindo seus nomes, endereços de e-mail e hashes de senha. Para provar o ataque, o intruso, que atende pelo nome de "ViruS_HimA" e afirma ser do Egito, lançou extratos de seu feito no serviço de hospedagem de textos, Pastebin. Os dados incluem informações de usuários que o atacante associou com a Adobe, os militares dos EUA e os círculos do governo dos EUA com base em seus endereços de e-mail.



Cracker admite que invadiu servidor da Adobe, conseguindo acesso à mais de 100 mil credenciais de usuários


Em uma entrevista para a revista especializada em segurança, Dark Reading, o hacker disse que conseguiu explorar um buraco de SQL Injection para realizar o seu ataque. Aparentemente, ele não encontrou quaisquer obstáculos, tais como um Web Application Firewall (WAF) que filtraria as solicitações HTTP potencialmente perigosas. O atacante explicou, que a intrusão foi divulgada para destacar as vulnerabilidades existentes e motivar as empresas como a Adobe a aumentar a sua segurança de um modo geral.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Ucrânia: Refúgio de Cibercriminosos

Qual será o real motivo que faz com que a Ucrânia seja um verdadeiro refúgio para cibercriminosos? Conforme um determinado número de indivíduos muito bem informados, a resposta para essa intrigante questão é uma combinação de legislaçãoinadequada, força policial sem o devido conhecimento e autoridade suficiente no exercício de suas funções. Além disso, ainda existe uma política fortemente influenciada pela corrupção, e pelo crime organizado.


Worm Conficker e o Prejuízo às Contas Bancárias

O temido worm Conficker causou muitos prejuízos financeiros. Cinco crackers ucranianos roubaram mais de 72 milhões de dólares de contas bancárias nos Estados Unidos, e ainda circulam livres por aí. Até mesmo funcionários do Serviço de Segurança da Ucrânia, são forçados a admitir que o país é uma fonte potencial de ameaças virtuais para outros países. O problema maior com a falta de uma legislação adequada referente às sanções penais cibernéticas, pode estar ligado à situação política que a Ucrânia enfrenta na atualidade.


Legislação Ultrapassada e o Governo Ucraniano

De acordo com o analista ucraniano Taras Kuzio, a elite governante ucraniana (que é similar a russa), não está empenhada em atualizar as leis, porque isso não é do interesse dos grupos criminosos organizados que exercem uma influência inadequada sobre o governo e suas decisões. Ele ressaltou que, aqueles que querem fazer a diferença e mudar o rumo das coisas, ficam muitas vezes frustrados.


Falta de Rigor nas Leis Ucranianas Fortalece os Cibercriminosos

De acordo com o Ministro do Interior, Yuryi Letsenko, a pirataria intelectual, a violação de direitos autorais e o plágio são coisas que acontecem livremente todos os dias na Ucrânia. O motivo disso é a falta de uma lei que possa reger o comportamento de tal sanção. E mesmo quando as investigações são montadas contra alguns infratores, a aplicação da lei raramente é capaz de mantê-los fora de circulação ou manter os seus serviços offline, enquanto o inquérito estiver em curso.

Além de todos esses entraves, a situação econômica também faz parte do problema existente. Não é de admirar, então, que em um país onde tudo funciona a favor dos cibercriminosos, a aplicação da lei esteja ficando para trás, de maneira severa. Comparando-se a sofisticação da comunidade cracker com os mecanismos de aplicação da lei, Brian Krebs diz que a diferença é considerada absurda, pois os cibercriminosos ucranianos são considerados alguns dos melhores do mundo.


Existe Solução para este Problema?

Há quem diga que um investimento de alto potencial na economia do país melhoraria bastante a situação. Pessoas que tivessem bom conhecimento, seriam capazes de conseguir um emprego legítimo, que pagasse o suficiente para que elas levassem uma vida normal, e abandonassem o exercício dessas atividades ilegais. Por outro lado, há quem pense sobre uma boa reformulação e um rigoroso cumprimento das leis existentes que recobrasse a esperança no futuro.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Crackers Brasileiros Abrem Escola para Formar Cibercriminosos

Muitos crackers brasileiros, são conhecidos por sua preferência por roubar e abusar de dados bancários e números de cartão de crédito, mas também pela sua propensão para se vangloriar abertamente on-line, sobre a prática de suas atividades ilegais. Esta atitude relaxada em relação à possibilidade de ser pego e julgado por suas ações ilegais, deve-se às leis do país, extremamente inadequadas quando se refere a questões anti-cibercrime, explica Fabio Assolini da Kaspersky Lab, que recentemente percebeu um outro “negócio” de risco iniciado pelos criminosos que atuam na grande rede.

Para ajudar novos “empresários” ou iniciantes interessados ​​em uma vida de crimes cibernéticos, alguns crackers brasileiros começaram a oferecer cursos pagos, revela o especialista. Outros foram ainda mais longe, criando uma escola de Cibercrime, para vender as habilidades necessárias para quem tem interesse em ingressar neste universo ilegal na área tecnológica, mas não tem o know-how técnico.

Um número de diferentes cursos está sendo oferecido, e enquanto alguns parecem ser os legítimos – como se tornar um designer, um designer Web, um hacker, um programador – outras vem na contramão da legalidade, oferecidos para ensinar como se tornar um “banker”, um defacer ou um spammer.


Saiba Mais:

[1] SecureList http://www.securelist.com/en/blog/20…me_a_Black_Hat

Via: sejalivre.org