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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Grupo de designers divulga esboço dos novos ícones do KDE 5

icon_KDE5

O recém formado grupo de designers do KDE apresentou essa semana os primeiros esboços dos novos ícones que virão na próxima versão do ambiente gráfico.

O tema utiliza a nova paleta de cores do projeto e tem um design bastante diferente do atual tema, o Oxygen. Eu não sei se a inspiração é total, mas conforme um usuário apontou o esboço lembra bastante os temasKFaenza e Nitrux.

O tema ainda está começando a ser desenvolvido e não estará pronto antes do feature freeze de Março. A ideia dos designers é que conforme partes do novo pacote de ícones forem ficando prontas, elas vão substituindo as mesmas do tema atual. E não, o processo não será rápido. A previsão é que o trabalho continue até pelo menos o fim desse ano.

Se você não gostou dos ícones não tem problema. Embora vá deixar de ser padrão, o excelente Oxygen Icons, atual padrão, ainda estará disponível como alternativa.


quinta-feira, 7 de março de 2013

Lançado o KDE 4.10.1, que corrige mais de 100 bugs




























Mais de cem correções de bugs e atualizações de tradução foram contemplados na primeira 

estabilização mensal do KDE 4.10, o KDE 4.10.1. O anúncio destaca os bugs corrigidos no Kontact PIM e componentes do KWin window manager do ambiente de desktop KDE 4.10, lançado há um mês.

A atualização de 4.10 para 4.10.1 não deve levar a grandes problemas, uma vez que inclui apenas correções de bugs e atualizações de tradução. Algumas distribuições são propensas a atualizar para novas versões. O projeto Fedora, por exemplo, deve entregarem breve uma atualização para o Fedora 18, lançado com o KDE 4.9.

A partir de agora até julho, o projeto KDE promete entregar atualizações mensais contendo correções de bugs, principalmente em versões menores do KDE 4.10. A programação possui a última atualização, o KDE 4.10.5, a ser lançado em 2 de julho próximo. Neste ponto, o foco será no KDE 4.11, que de acordo com ocalendário está previsto para lançamento em meados de agosto.


Como instalar o KDE 4.10.1





O KDE 4.10.1 já está disponível nos backports (repositórios para as últimas versões do KDE). Por isso se você anteriormente já tinha o KDE4.10 através desse repositório, você já tem acesso a estas novidades.

Ainda não tem o repositório dos Backports adicionado?! Veja este artigo que explica tudo o que precisa de fazer:



sábado, 1 de dezembro de 2012

Vídeo mostra a história do KDE em 1 minuto

15 anos de KDE em um minuto

KDE 15 anos

Desde o lançamento da versão 1.0 em 1998 o KDE sofreu muitas mudanças e aprimoramentos, assim como os seus principais programas, Amarok, K3B, Dolphin, Kwin etc.

O vídeo a seguir mostra a evolução desde a primeira versão do KDE até as ultimas versões que são um primor em beleza, leveza e maleabilidade.
Confiram:

Via: Diolinux

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Calligra 2.6 alpha traz programa para criação de ebooks: Author

Foi lançado ainda na semana passada o alpha do Calligra 2.6, trazendo um novo programa: Author. Ele é um editor de texto voltado à criação de ebooks, desde o conceito inicial até a publicação.

Calligra Author

A vesão inicial é bem parecida com o editor de textos Words do próprio pacote, mas recursos específicos para publicação de ebooks serão adicionados nas atualizações seguintes, mantendo uma linha de software bem diferente do editor geral.

O novo alpha traz atualizações nos filtros de exportação, suportando agora também os formatos EPUB2 e MOBI. Alguns problemas de renderização foram corrigidos nas fórmulas matemáticas, além de diversos aprimoramentos na formatação dos gráficos.

A instalação desta versão é recomendada apenas para entusiastas ou interessados em testar mesmo, além dos próprios desenvolvedores. Há pacotes para Ubuntu no PPA Neon, e no final do anúncio há links para outras distros.

Este alpha também traz várias atualizações no Calligra Active, uma versão mobile do projeto. Ela é usada pelo Plasma Active, por exemplo, o sistema para tablets mantido pelo pessoal do KDE.

Via: Hardware

domingo, 23 de setembro de 2012

Problemas geram atrasos no Vivaldi, tablet do KDE com Plasma Active


O Vivaldi, tablet do KDE que começou com o nome Spark, está enfrentando algumas dificuldades graves. Alguns problemas de licenciamento, negociações e código fechado fizeram com que os produtores buscassem outro fornecedor de hardware, abandonando aquele tablet C71.

Dadas as modificações no kernel e adaptações na distro Mer Project, todo o trabalho de personalização precisará ser refeito. A proposta do Vivaldi é fornecer um tablet com tela de 7 polegadas baseado em Linux, rodando o KDE Plasma Active - variante para tablets do KDE.

Interface do Plasma Active na versão 2

A busca por um novo fornecedor asiático já está em fase de negociação, mas não há detalhes públicos por enquanto. O fornecedor anterior violava a GPL e dificultava algumas atlerações. O novo já deixou bem claro que tem o código-fonte do software de todas as partes necessárias.

O relato está no blog de um dos desenvolvedores do KDE mais ativos no projeto, Aron Seigo.

Aparentemente nenhum grande fabricante teve interesse em apostar na plataforma ainda. Todos os maiores tablets com Linux usam o Android. A disponibilização do Plasma Active num tablet comercial é interessante para desenvolvedores do KDE e entusiastas de distros Linux em geral, já que o sistema se comportaria mais ou menos como um desktop: há elementos planejados para telas de toque, mas sem todas as restrições típicas de sistemas mobile. Outra vantagem é a compatibilidade com aplicativos Linux em geral (não necessariamente todos, mas boa parte dos que podem ser compilados para o processador ARM utilizado).

Via: Hardware

quarta-feira, 11 de julho de 2012

KDE reafirma compromisso em garantir a liberdade do Qt


Com as recentes mudanças de estratégia da Nokia muitos ficaram preocupados com o futuro do Qt, framework de desenvolvimento utilizado por diversos projetos livres, como o KDE. Para animar e reafirmar a continuidade e dependência do Qt, Jos Poortvliet, contribuidor do KDE e membro de gestão de comunidades do OpenSUSE, fez um artigo detalhando a relação entre os projetos.

Apesar de ter um modelo de governança aberto por meio do Qt Project, também há modelos comerciais de negócios envolvendo o Qt, algo que pode assustar alguns.

A Nokia tem um acordo com o KDE, acordo esse firmado ainda na época da Trolltech em 1998. Em caso de venda do produto ou empresa (como ocorreu da Trolltech para a Nokia) a nova que ficar com o projeto assume o compromisso de continuar desenvolvendo a versão gratuita, open source.

O acordo teve algumas atualizações ao longo do tempo, mas a essência permanece. Se a Nokia for vendida ou simplesmente abandonar o Qt, ou revendê-lo a outra empresa que pretenda fechar o projeto, o acordo atual com o KDE garante que pelo menos a última versão em poder da Nokia continuaria aberta. Se isso acontecer um dia o KDE irá receber a última versão do Qt sob a licença BSD, bastante liberal.

O artigo tenta destacar a importância do Qt para o KDE, além de tentar deixar o público despreocupado. Na pior das hipóteses poderiam ser criados forks das versões atuais licenciadas pela GPL ou LGPL, o que fragmentaria o Qt mas possibilitaria o desenvolvimento aberto, independente da Nokia ou da dona da tecnologia. Mesmo que ela não venda, isso não é descartado se ela simplesmente parar de desenvolver novos recursos para o Qt open source.

A quem possa interessar, os termos do acordo (em inglês) podem ser encontrados nesta página.

Via: Hardware

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Amarok 2.6 beta precisa de usuários para testá-lo

Os desenvolvedores do Amarok estão chamando os interessados para testar a versão 2.6 beta deste famoso player para Linux. É recomendável testá-lo exaustivamente e reportar todos os bugs, pois isso ajudará a filtrar melhor os problemas, possibilitando um lançamento o mais estável possível. A versão final 2.6 é esperada para daqui cerca de duas semanas.

Amarok
O Amarok 2.6 traz atualizações importantes, com destaque para:
  • Suporte completamente renovado ao iPod e iPhone (o suporte ao iOS 5 e iPhone 4 ainda é dado como incompleto)
  • Transcodificação dos arquivos ao move-los para dispositivos como iPod e similares, além dos que se apresentam como dispositivo de armazenamento USB genérico
  • O serviço Free Music Chart agora é ativado por padrão
Há várias correções de bugs, como de costume. Por enqunato apenas o código fonte está disponível; não é todo mundo que poderá testá-lo, já que a compilação é vista como complicada por boa parte dos usuários comuns.

A sugestão de compilação e os testes a serem feitos podem ser conferidos neste blog.
Esta versão atualiza o banco de dados dele. Esta operação normalmente só ocorre uma vez de tempos e tempos, mas pode levar vários minutos para ser concluída. Durante a atualização do banco de dados a interface dele fica bloqueada.

Via: Hardware

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Calligra Suite 2.4: a primeira versão estável deste grande projeto do KDE

Foi lançada a primeira versão estável do Calligra Suite, o conjunto de aplicativos de escritório e desenho do KDE. Ele é uma continuação do KOffice. A proposta principal é fornecer um pacote completo de aplicativos para processamento de textos, planilhas e apresentações, com algumas adições interessantes como os editores de imagem.

Apesar de vir de parte do KDE, o Calligra é destinado a qualquer distro ou sistema. No momento ficam devendo compilações estáveis e totalmente funcionais para Windows e Mac, mas ele já tem pacotes para várias distros Linux. A primeira versão estável demorou um bom tempo para surgir. Daqui para frente as coisas devem ficar ainda melhores.

Entre os programas de destaque do pacote estão Words, Sheets e Stage, os clássicos representantes para edição de documentos de textos, planilhas e apresentações, respectivamente. O Sheets era conhecido como Tables antigamente.

Words

Há um gerenciador de projetos chamado Plan, um aplicativo de banco de dados chamado Kexi, e um de diagramas, o Flow. Mas não para por aí: tems ainda o Braindump para anotações de notas, e dois grandes destaques raros de se ver em suítes deste tipo. O Karbon é um editor de desenhos vetoriais, e o Krita é para desenhos bitmap (incluindo fotos). O nível de recursos destes dois últimos impressiona bastante, especialmente para um projeto open source.

Krita

O projeto tem uma versão mobile para o Nokia N900, um pouco limitada perto das edições para desktops mas que dá para alguma coisa. Infelizmente esta versão não será aproveitada tão bem a médio-longo prazo, já que a plataforma em que roda não foi para frente.

O processador de textos tem um motor completamente reescrito e melhorado, com grandes avanços no suporte a ODF e importação de arquivos do MS Office. Embora não possa ter compatibilidade 100% declarada com estes formatos, ele está bem melhor do que as últimas versões do KOffice.

No momento o site do projeto parece estar offline. Fica o link do anúncio e do tour pelos recursos. O Calligra é open source (GPL v2) e logo deverá estar nos repositórios das principais distros Linux. Há links para alguns pacotes compilados nesta página.

A compilação para Windows é mantida separada, ainda está em testes e é dada como experimental, nem corresponde à versão estável lançada agora. Se quiser testá-la mesmo assim, siga este link.

Temos então um concorrente do LibreOffice/OpenOffice também aberto, com uma proposta um pouco mais abrangente e muitas diferenças técnicas e de usabilidade.

O KDE abrange uma série de projetos, muito além de um ambiente gráfico. Se não fossem o kernel Linux e as demais bibliotecas, drivers, etc, o KDE poderia ser comparado aos outros sistemas as nível de sistema operacional, não um mero dekstop. O KOffice, atual Calligra, é um dos projetos mais ambiciosos do grupo.

sábado, 7 de abril de 2012

KDE 4.8.2 corrige vários bugs no Dolphin, e mais

Foi lançado ontem o KDE 4.8.2, uma atualização de rotina que acabou trazendo várias melhorias nos recursos do ambiente.

Além de diversos bugs corrigidos e atualizações nas traduções, como de praxe, esta atualização melhora bastante a experiência com o gerenciador de arquivos Dolphin.

Um trabalho importante foi feito para permitir a criptografia de várias pastas simultaneamente usando GPG. Há bugs corrigidos no XRender do KWin, no novo motor de visualização do Dolphin e aprimoramentos no alternador de janelas do Plasma introduzido com o KDE 4.8.

KDE

O changelog e o bugzilla listam mais alterações posteriores ao 4.8.1 (não todas).

De forma geral esta versão do KDE Software Compilation é segura, sendo recomendável a todos os usuários assim que disponível no gerenciador de atualizações da sua distro. Para instalação manual e código-fonte, confira os links no anúncio.

Via: Hardware

quinta-feira, 22 de março de 2012

KDevelop 4.3 facilita a colaboração com projetos do KDE

Foi lançado o KDevelop 4.3. Quem pretende desenvolver para Linux (normalmente com foco no KDE) pode aproveitar vários recursos dele, destacando a integração para colaboração com projetos do próprio KDE.

Os principais recursos e alterações:
  • Suporte básico a C++11: o KDevelop começa a suportar recursos do novo padrão do C++. Por enquanto falta muita coisa ainda, mas a base para começar está lá e novos recursos serão implementados nas versões seguintes.
  • Restauração no editor: marcações no código, bookmarks e etc serão restaurados no Kate para os últimos 20 arquivos abertos.
  • Melhor integração com VCS: atualizações no sistema de review e oturas melhorias tornam mais prático o uso do sistema de controle de versões no KDevelop.
  • Integração com os projetos do KDE: o KDevelop pode baixar projetos do projects.kde.org e facilitar o desenvolvimento em cima dos mesmos, tornando a colaboração bem mais prática. Quem ajuda um dos projetos participantes com código deverá gostar bastante disso.
  • Formatação de código-fonte: agora há melhorias no sistema, que suporta scripts externos para formatação. Ao menos em teoria fica prático garantir uma formatação visual para projetos grandes, com formatação mista (heterogênea).
Desde o KDevelop 4.2.3 foram corrigidos cerca de 170 bugs. Como de praxe algumas partes foram melhoradas e o projeto como um todo está mais estável. Confira o anúncio e as instruções de download do código-fonte, enquanto ele não aparece nos repositórios da sua distro.

 Via: Hardware

sexta-feira, 9 de março de 2012

Kde vs Gnome vs Unity

1 distro, 3 ambientes gráficos e uma questão, qual a melhor? Nesta comparação de hoje você irá entender qual é a melhor em todos os sentidos, sendo analisado os pontos: Velocidade, Estabilidade, Praticidade, Visual e Personalização.

Como o teste prosseguiu?
Primeiro antes de tudo foi instalado o Ubuntu 11.04 e configurado, foi instalado o ambiente KDE (Kubuntu), tudo se realizou a partir dos comandos.

sudo apt-get update 
sudo apt-get install kubuntu-desktop

Pacotes instalados, o sistema foi reiniciado a cada troca de ambiente para evitar deixar rastros de memória prejudicando o desempenho.

Diferente das analises padrões que encontramos na Web, essa será uma análise diferente, pois o sistema não foi testado do jeito que veio, todos os ambientes foram modificados de acordo com as minhas necessidades e gostos, portanto a análise fica mais precisa em afirmar a praticidade, personalização e visual do sistema.

Sistema testado
Core2Duo E7500 2,94ghz@3,85ghz
2 pentes de memória RAM de 4gb 800@1033
Placa mãe P5QPL-AM da Asus.
Placa de vídeo da nVidia, GTS 450 1gb GDDR5
Sistema Ubuntu 11.04 versão AMD (Sistemas 64-bit).
Placa de áudio on-board Realtek HD Audio.

Você deve estar pesando: Por que esse cara usa Linux? realmente, meu sistema é para Windows, rodo jogos pois também possuo Windows, porem uso o Ubuntu bem antes de possuir este sistema e não abro mão dele.

Ubuntu (Unity)

Ubuntu com Unity personalizado: Tema Ubuntu Sudio
Praticidade: Um ambiente mais bonito que o Ubuntu Clássico, mais prático em buscas de programas e mais chato de se encontrar o que deseja, deixa o usuário perdido nas primeiras horas de uso e a barra lateral esquerda não é personalizável, dentre ela e outros programas como Avant Window Navigator é bem melhor utilizar o programa, tem opções para definir os programas padrões e é fácil de organizar a área de trabalho, a maioria dos aplicativos do Ubuntu é compatível com este ambiente, porem não é possível adicionar ícones no painel. Na questão de atalhos, os que já vem são muito práticos, portanto podemos definir sua nota como 7

Estabilidade: Já ouvi relatos que o Ubuntu Unity roda bem em qualquer sistema, porem não aqui, estou com o driver mais atual da nVidia (Já testei o proprietário e até mesmo o OpenSource da Canonical, mesmo resultado), os menus apresentam algumas falhas ao abrir, é possível ver um atraso da sombra do menu, e quando as sombras aparecem, elas são brancas, depois ficam pretas na forma de sombra, completamente chato e instável.

O menu do Untiy falhou muitas vezes quando fui buscar por "Terminal", as vezes ele nem chegou a aparecer e em outras, ele simplesmente travou, não saiu mais do lugar, alguns aplicativos não iniciavam após tentar pelo menu, sua nota é 4

Velocidade: Não é o ponto forte do Unity, perdeu muita velocidade nesta nova versão, o sistema esta mais lento, na parte de quando se meche nos menus, ou qualquer efeito do sistema, nota 6

Personalização: O Ubuntu já é completamente personalizável, porem a interface Unity deixou um pouco a desejar a acabou por estragando essa personalização, isto fez com que o sistema se torna-se uma especie de Windows, prendendo o usuário, ainda é possível personalizar o Ubuntu com temas GTK 3+, e também usar outros, porem não é o mesmo para quem gostava de Compiz, Emerald, menus transparentes e outras coisas, tem como nota 7 

Visual: Apesar de não personalizável, não quer dizer que é algo feito, pois o Unity para as vistas ao menos é atraente, não é a melhor interface visual, mas ganha nota 9

Reiniciando o sistema e indo para Ubuntu Clássico.

Ubuntu Clássico

Ubuntu Clássico personalizado com Mac Theme.
Praticidade: A melhor que possível, vem se mantendo assim com a mesma praticidade des de suas primeiras versões e é considerado a melhor Interface para Ubuntu em questão de praticidade, falta apenas menus de buscas, por isso nota 9.


Estabilidade: Sistema confiável, não trava, menus são estáveis, é possível forçar um travamento no Ubuntu abrindo tudo muito rápido que o resultado será: Você não irá travar nada, o ambiente gráfico é o mais estável atualmente, nota 10.


Velocidade: Não é o ambiente gráfico mais rápido nem o mais leve, porem é rápido em qualquer parte do sistema, nota 8.


Personalização: O Campeão em personalização, é possível modificar desde ícones, papéis de parede, temas visuais, botões, sons, tela de login, instalar docks, instalar gadgets, instalar screenlets, é o ambiente onde pode se fazer tudo, nota 10.


Visual: É personalizável, portanto é possível deixar o sistema agradável ao seu modo, embora o visual padrão não seja muito bonito, o ambiente gráfico fica com a nota 8.


Kubuntu (KDE)


Praticidade: É realmente muito bom neste quesito pois é possível muita personalização, e sendo assim se torna prático para qualquer um usar o Kubuntu, nota 8

Estabilidade: É muito estável, não há erros nem bugs aparentemente, em uma semana de uso levei o sistema ao extremo, o único ponto fraco é rodar programas de GNOME em KDE, as janelas não ficam decoradas e isso causa um pouco de lentidão, nota 9

Velocidade: Em meu sistema com uma boa aceleração de hardware se saiu completamente bem, porem já testei o Kubuntu antes e posso dizer que precisa mesmo de um bom sistema, ele é mais pesado que o Ubuntu, nada que qualquer computador possa rodar, mas para ter um desempenho mais satisfatório é melhor você ter um sistema legal para rodar, nota 7

Personalização: Esta é a parte incrível do KDE, ele é totalmente personalizável e você pode baixar, temas, telas de login, ícones, papéis de parede, decoradores de janelas, efeitos e plug-ins para o sistema, sem mesmo sair dele! o próprio sistema lhe da essas opções, e tudo é instalado apenas de um botão, o KDE é um ambiente gráfico para quem saiu do Windows para ter liberdade sem perder a transparência que o Windows contia, nota 10.

Como foi possível ver cada um dos sistemas tem uma vantagem, agora basta escolher qual distro você deve usar!
Via: Tecdicas

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Lançado KDE 4.8

Foi lançado nesta semana o KDE 4.8. Como de praxe ele traz atualizações em muitos componentes, já que o projeto é bem grande e dividido em 3 áreas - ambiente de trabalho, aplicações e plataforma (código base compartilhado).

No ambiente de trabalho há otimizações diversas no KWin e uma reformulação no sistema de gerenciamento de energia. Além dos estados clássicos ele tem um otimizado para quando a bateria estiver com pouca carga, ajudando a economizar ainda mais energia e prolongar o tempo de uso.

O alternador de janelas (chamado com Alt + Tab) tem seis layouts para escolha:

Estilos do alternador de janelas para o KDE 4.8

O KSecretService oferece melhorias no armazenamento de senhas, podendo fornecê-las mesmo para aplicativos que não são do KDE.

O Dolphin recebeu aprimoramentos importantes. O novo motor de exibição é bem mais rápido para lidar com pastas grandes (com muitos arquivos), discos lentos e alterações no layout. Isso deve tornar o dia-a-dia de quem tem muitos arquivos e subpastas bem mais agradável.

O Gwenview conta com um quadro translúcido indicando a área da imagem visualizada ao dar zoom:

Visualizador de imagens

O Kate tem um novo plugin de busca e substituição de textos, melhores indicadores quando as linhas são alteradas, além diversas outras alterações menores e correções de cerca de 190 problemas que estavm pendentes.

Kate
Na parte da plataforma, que contém componentes essenciais para os outros aplicativos, há novidades no suporte a interfaces de toque e melhorias de estabilidade e desempenho. A integração com outros gerenciadores de senhas ficou mais fácil.

As demais novidades (algumas com screenshots) podem ser vistas nas páginas específicas: Plasma Workspaces, Aplicativos e Plataforma.

Como de costume, a melhor forma de atualizá-lo é usar o gerenciador de pacotes da sua distro assim que ele estiver disponível. Veja mais detalhes no anúncio.

Via: Hardware

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Versão de testes do Calligra Suite para Windows

á falamos aqui algumas vezes do Calligra Suite, um pacote de aplicativos de escritório mantido pelo pessoal do KDE. Ele já está em desenvolvimento há um bom tempo, mas ainda um pouco longe de atingir o nível ideal na sua missão de ser multiplataforma, mesmo para beta. Todavia o projeto continua bastante ativo: saiu uma compilação para Windows.


A imagem abaixo foi feita no Krita, no Windows:

    Krita rodando no Windows

Entre os aplicativos estão projetos para edição de documentos de texto, apresentações, gerenciamento de projetos, desenho de imagens bitmap (pinturas) e também vetoriais. Vários programas do pacote trabalham com formatos livres, como o ODF (Open Document Format). O instalador (baixe aqui) tem cerca de 150 MB.

Apesar de estar numa versão bastante preliminar, os aplicativos do pacote funcionam bem no Windows e dá para ter uma grande noção do que virá por aí. Os executáveis foram compilados por um grupo parceiro (KO GmbH e NLnet), já que os desenvolvedores oficiais evitam divulgar compilações - eles preferem divulgar o código-fonte, uma vez que praticamente todos eles trabalham com base em Linux.

São esperados erros, travamentos e eventuais diferenças em alguns recursos (comparados ao mesmo programa rodando no Linux). Quem testar poderá reportar os problemas pelo bugs.kde.org, ajudando o projeto a ser aprimorado para o Windows.

O Calligra Suite promete bastante. Apesar da concorrência aberta (com o LibreOffice) o visual do projeto é diferente, vários recursos também. Tende a ser no mínimo um complemento, especialmente nos programas com características únicas ou mais interessantes, como os gráficos.

Fonte: www.hardware.com.br

sábado, 17 de dezembro de 2011

Plasma Active Two, sistema para tablets do KDE

Em outubro foi lançado o Plasma Active One, desenvolvido pela equipe do KDE. Agora saiu o Plasma Active Two, versão com vários aprimoramentos de desempenho e alguns recursos novos.

Plasma Active

O Plasma Active é um sistema para tablets. A interface e as bibliotecas rodam sobre um sistema-base Linux, mas é voltado a tablets e telas de toque, sem carregar o KDE tradicional.

A segunda versão vem com mehorias diversas de desempenho, melhores programas de configuração e um novo recurso: recomendações. Dentro das "atividades", grupos em que o sistema separa programas em execução relacionados a uma mesma tarefa, ele poderá sugerir algumas ações baseando-se nas suas experiências de uso anteriores.

Recomendações

O sistema é totalmente offline, usando processamento e armazenamento local para isso - não é um "serviço na nuvem".

O Plasma Active parece bastante promissor, mas por enquanto roda em uma gama muito limitada de dispositivos. O suporte tende a ser melhorado nos próximos meses. Espera-se que alguns fabricantes anunciem modelos de tablets com o Plasma Active daqui algum tempo, mas não foram detalhados os planos nem quais empresas estariam envolvidas. Instruções de instalação no estado em que o sistema se encontra podem ser conferidas nesta página.

Nas últimas semanas o Plasma Active ganhou suporte em vários dispositivos que podem rodar os sistemas Mer e Open-SLX Balsam. Graças ao Open Build Service ele foi disponibilizado para ExoPC, BeagleBoard, Archos G9 e sistemas com o Tegra 2 da Nvidia. Ele também roda no VirtualBox. Veja mais no anúncio.

Atividades e aplicativos
Atividades e aplicativos


Ferramenta de configuração
Ferramenta de configuração

Navegador
Navegador

Em janeiro o desenvolvimento será concentrado no Plasma Active Three (3). Ele irá demorar um pouco mais para ficar pronto, mas terá melhorias em vários segmentos, como privacidade e segurança, disponibilidade de aplicativos, gerenciamento de documentos e atividades compartilhadas.

Aos poucos o sistema está ficando muito bom, parece ser uma boa alternativa para os tablets - nem que seja para os entusiastas de Linux que querem algo 100% livre. Ele tende a oferecer algo mais próximo da experiência de um PC, onde você simplesmente instala o que quiser no hardware pelo qual você pagou, dando um belo não a serviços integrados na nuvem e ao controle exercido em sistemas proprietários (como iOS ou Windows) ou parcialmente controlados (como o Android).

Fonte: www.hardware.com.br

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Porteus 1.1 RC2, liveCD com o Trinity (fork do KDE 3.x)

Foi publicado o segundo Release Candidate do Porteus 1.1, uma distro "portable" especialmente projetada para rodar como liveCD/USB. Ela é baseada no Slackware. A versão de 32-bit vem com o Trinity, o fork do KDE 3.x. Pode ser uma boa oportunidade para testar o ambiente, especialmente quem não pode rodar ou simplesmente não gostou do KDE 4.x ou da nova moda de interfaces introduzida pelo GNOME e Unity shell.

Porteus: liveCD com o KDE 3.x (Trinity)

Essa versão vem com o kernel 3.1.1 com BFS e o patch ASPM (para reduzir o consumo de energia). Há várias correções nos scripts do sistema, especialmente o copy2ram.

A versão de 64-bit traz o KDE 4.7.3. Para rodar o Trinity pegue a de 32 mesmo. O LXDE também está disponível (nas duas), sendo um ambiente mais leve e direto.

O sistema é um pouco diferente das distros tradicionais, já que tem suas peculiaridades na forma de execução, sendo voltado mais para usar como sistema live. Como consequencia, com otimizações e uma instalação bem enxuta, a imagem ISO é pequena: cerca de apenas 250 MB. Isso vale também para a x86_64, com seus 259 MB.

Veja o anúncio com os detalhes das modificações e pacotes inclusos. Links de download: i486 e x86_64.
Note que a distro pode não agradar se o seu objetivo for instalá-la no HD para uso comum. Nesse caso seria recomendável partir para a distro base, o Slackware, no caso, ou outra de sua preferência.

Fonte: www.hardware.com.br