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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Canonical lança prévia de dual-boot entre Ubuntu e Android


Canonical lançou uma nova opção de dual-boot para os usuários de um Nexus 4. É basicamente um método de acessar o sistema operacional como se fosse um aplicativo normal, e voltar para o Android quando quiser, sem código nem nenhuma complicação Mesmo assim, advertirmos a todos sem prática a não tentar o método, que ainda não está completo.

Para instalar, é necessário usar o Ubuntu em seu computador e saber mexer o básico. Como já advertimos, não tentem fazer sem experiência, pois a versão foi chamada de developer preview, ou seja, uma prévia para os desenvolvedores. Mesmo assim, para quem sabe mexer, é interessante para checar ocasionalmente o sistema, e poder voltar ao Android quando quiser.


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Canonical diz que não está ignorando o Ubuntu Desktop por causa do Ubuntu Touch


Na semana notícia, com a notícia de que foi descartado o plano de lançar o Ubuntu 13.10 usando o XMir como default, mas mantido o plano de usar o Mir no Ubuntu Touch, houve quem ligasse os pontos sobre a situação difícil dos desenvolvedores: a turma do desktop recebeu a instrução de fazer a transição para o XMir, mas o desenvolvimento do Mir aparentemente é guiado pelas demandas do Ubuntufone, e não as do desktop, de modo que quem está desenvolvendo o XMir para o desktop está perseguindo um alvo que no momento simplesmente não está lá, pois está em si perseguindo outro alvo que não fica no desktop. 

Mas a Softpedia informa que um vice-presidente da Canonical veio a público dizer que não é bem assim: chegará a haver uma plataforma Ubuntu unificada em todas as arquiteturas, com meta de convergência total e suporte a tudo isso a partir de uma mesma base de código.

E a ideia de que o desenvolvimento está deixando o desktop de lado por causa do mobile? Não é nada disso, diz o representante: no momento eles estão concentrados em fazer o mobile alcançar o ponto em que querem que ele chegue.

Não quer dizer que eles estão menos comprometidos com os usuários do desktop: é só que eles ainda não chegaram ainda ao ponto em que podem realmente começar a tal integração.

Ah bom.

Via:  brlinux

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O Kubuntu e a “nova Canonical”

O Kubuntu e a “nova Canonical”
De todos os “sabores” do Ubuntu, a variante que mais tem adeptos é o Kubuntu, que nada mais é que o próprio Ubuntu com o ambiente de desktop KDE: praticamente os dois softwares mais usados no mundo Linux.

A algum tempo atrás a Canonical havia anunciado o fim do suporte financeiro à comunidade Kubuntu e logo em seguida a Blue System, uma das empresas que mais patrocina aplicações que usam o KDE, anunciou que iria “adotar” o projeto Kubuntu. Ambas as empresas tomaram estas atitudes, unica e exclusivamente, por questões comerciais: a Canonical por querem ver seu Unity na maioria dos PCs com Ubuntu e a Blue System por acreditar que esse binômio, Ubuntu + KDE, tem potencial pro sucesso.

Estes dias a EmergeOpen, uma empresa britânica sem fins lucrativos de soluções em Software Livre, foi tomada pela mesma visão de negócio da Blue System com o Kubuntu. Ela anunciou um suporte comercial para empresas em todo mundo que usem Kubuntu, com preços bastante competitivos além de um serviço ímpar.

Talvez você pode estar achando legal ou talvez (como eu) você deve ter se perguntado: porque uma empresa sem fins lucrativos ofereceria suporte técnico em TI? Será que realmente existe esse “nível de paixão pelo Software Livre”? Sinceramente eu creio que não…

Do ponto de vista da distribuição o Kubuntu realmente é um incrível Sistema Operacional, que acabou sendo beneficiado ao ganhar novos adeptos devido a evasão de usuários do Ubuntu que vem ocorrendo gradativamente ao longo dos últimos lançamentos da distribuição. É mais do que normal que outras empresas que almejem ser “a próxima Canonical” tenham interesse “comercial” (ainda que não declarado) no Kubuntu.

Se formos voltar no tempo ao ano de 2004, veremos um jovem milionário Sul-africano que, com os mesmos ideais, fundou a Canonical. No começo tudo eram flores… mídias e adesivos eram distribuídos sem custo algum para usuários ao redor do mundo, empresas eram “evangelizadas” com a premissa de usarem um sistema Linux robusto sem pagar nada (ou quase) nada por isso e etc. E com o passar do tempo se tornou uma das empresas mais lucrativas do ramo Open Source.

Sei que é muito prematuro pra tirar estas conclusões (e talvez eu esteja completamente enganado em tudo isso) porém sinceramente não sinto cheiro de coisa boa no futuro…

Via: SejaLivre

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Smartphone com Ubuntu Edge está morto, mas o sonho não acabou

“Estamos aqui reunidos para lamentar a morte do Ubuntu Edge. Este ambicioso projeto tentou eliminar as distinções entre o smartphone e o PC, e embora tenha existido por apenas um breve período, brilhou o suficiente para que seu legado persista no coração de uma futura geração de smartphones”.

A audácia do projeto estava visível desde o começo. Equipado com hardware avançadíssimo e rodando não menos do que três sistemas operacionais diferentes, o Edge certamente era capaz de se destacar quando o assunto eram as especificações técnicas. Mas além de toda a RAM, tela protegida por cristal de safira e trio de sistemas operacionais, o Ubuntu Edge foi um “profeta”, criado para nos levar a uma era onde um único aparelho seria capaz de controlar muitas telas, e ser muitas coisas: um smartphone quando você precisa de portabilidade, e um desktop quando é necessário ser produtivo.
É um conceito atraente. Milhares de pessoas declararam seu apoio, e mais de US$ 12 milhões foram arrecadados, superando todos os recordes anteriores de “crowdfunding”. Mas como muitos outros profetas ao longo dos séculos, o Ubuntu Edge morreu antes de atingir seu objetivo de US$ 32 milhões.

Mas a história não termina aqui.

O Ubuntu Edge sempre foi projetado para ser não mais do que apenas um passo na jornada visionária da Canonical rumo ao futuro. Um passo inspirador e glorioso, sim, mas apenas um passo, e sempre destinado ao fracasso. A visão do Ubuntu Edge já está atraindo operadoras como mariposas são atraídas pela luz, e de acordo com a Canonical, há fabricantes juntando a coragem para levar adiante as idéias do Edge, com os primeiros smartphones Ubuntu projetados para chegar ao mercado em 2014.

Os discípulos do Edge não serão tão inspiradores quanto o próprio, mas não precisarão ser. O Ubuntu Edge era um sonho, mas aparelhos menos sofisticados baseados no Ubuntu Mobile são a realidade à qual a Canonical quer chegar.

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A interface do Ubuntu no modo smartphone

“O Edge é um carro conceito, que só 40% das pessoas poderiam dirigir”, disse Mark Shuttleworth, fundador da Canonical, ao The Guardian. “Mas também estamos trabalhando em um aparelho que é o equivalente a um automóvel para as massas. Gostaria muito de ver o Edge se tornar realidade, mas nunca esperei que a maioria dos usuários do Ubuntu Mobile viesse dele, mas sim através das lojas. Francamente, gostaria de ver fabricantes de aparelhos modificando seus smartphones Android e colocando o Ubuntu Mobile neles”.

Mas o caminho pode ser traiçoeiro. Embora aparelhos Android modificados para rodar o Ubuntu Mobile certamente possam ser capazes de honrar o legado do Edge, os resultados concretos podem variar, fazendo o “super smartphone” da Canonical se revirar no túmulo. Rodar uma versão desktop completa do Ubuntu exige mais poder de processamento que o disponível em um típico aparelho de baixo custo, e modelos que façam isso aos solavancos podem matar o sonho de um “dispositivo único” mais rápido do que o fracasso do Edge poderia fazer.
Uma visão para o futuro
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Conectado a um desktop, o Ubuntu Edge rodaria exatamente a mesma versão do Ubuntu que os PCs


Mas os fiéis não precisam temer. Mesmo que os smartphones atuais não consigam realizar o sonho, os melhores dias do Ubuntu Edge ainda podem estar pela frente. Nas palavras de Ben Bajarin, diretor de tecnologia de consumo da Creative Strategies:

“O Ubuntu Edge tem um paradigma de interface muito centrado no futuro”, me disse ele recentemente, nos últimos dias da campanha. “Não acredito que seja algo que veremos “estourar” logo… acredito que um dia, quando tivermos tanto poder de processamento em nossos smartphones e tablets que não haverá motivo para que eles não possam controlar todas estas outras telas e se tornar todos estes outros PCs. E acredito que o que a Canonical está fazendo com seu software de modo “duplo” é bastante interessante.”

“É um conceito muito intrigante, e podemos argumentar que ao longo dos próximos 5 ou 10 anos, todas a tecnologia necessária estará disponível para oferecer uma experiência tão boa quanto a que você tem hoje em um notebook ou desktop”.

Via: IDGNow

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Smartphone Ubuntu "morre" ao ficar US$19 milhões abaixo do objetivo


A Canonical conseguiu arrecadar apenas 12,8 milhões de dólares dos 32 milhões que queria para a produção de um smartphone Ubuntu.

Cerca de 20 mil pessoas apoiaram o projeto, que esteve no ar entre 22 de julho e 21 de agosto, mas isso não o suficiente para alcançar o objetivo amibicioso. Memso assim, a soma final levantada fez com que essa fosse a maior arrecadação já feita em um projeto de crowdfunding, segundo a Canonical.

Duas semanas antes do prazo, a Canonical chegou a baixar o preço do telefone para 695 dólares, o que ajudou a aumentar o dinheiro arrecadado em cerca de 4 milhões de dólares. Mas mesmo com a campanha falhando, a Canonical pode tirar muitos pontos positivos da experiência, segundo o fundador Mark Shuttleworth.

“Apesar de nós realmente queremos construir o Edge para mostrar o Ubuntu em telefone, o suporte e a atenção recebidos ainda serão um grande ‘gás’ `a medida que outros smartphones com Ubuntu comecem a chegar em 2014. Milhares de pessoas claramente querem ter um telefone com Ubuntu e acreditam em nossa visão de convergência, e fiquem tranquilos que não terão de esperar muito mais por isso”, escreveu em um post na página da campanha no site Indiegogo.

O executivo também disse que a Canonical foi informada pela Paypal que todos os reembolsos serão processos em até cinco dias úteis. Há cerca de uma semana, a empresa afirmou que os três países que mais contribuíram na campanha foram EUA, Reino Unido e Alemanha.

Via: IDGNow

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Preço para obter o Ubuntu Edge é reduzido novamente: US$ 695, agora sem limites na quantidade

A Canonical reduziu mais uma vez o valor para os interessados em obter o Ubuntu Edge, projeto de smartphone topo de linha com Ubuntu e Android.
A meta da empresa é arrecadar US$ 32 milhões dos interessados em ver o aparelho virar realidade. Nos primeiros dias a arrecadação foi bem amistosa, mas deu uma caída: faltam 13 dias e no momento o projeto arrecadou menos de US$ 9 milhões. Falta muito para os 32.
Com a redução (e a promessa de não ter mais reduções) o valor mínimo para colaboração fica em US$ 695 (dando direito a um aparelho assim que o projeto for finalizado). A Canonical promete não reduzir novamente o preço, e agora não há mais limites na quantidade de aparelhos que podem ser solicitados. O preço inicial antes ficava em US$ 830, com os primeiros compradores obtendo um valor promocional de US$ 600. Posteriormente os valores foram reduzidos em pacotes limitados de US$625, 675, 725, e 775. Agora, com a última redução para US$ 695, quem pagou mais do que isso será reembolsado no final da campanha.
Segundo a própria Canonical a redução no valor foi atribuída a grandes negociações com fabricantes e fornecedores de componentes, permitindo baratear os aparelhos finais.
Ontem o Bloomberg fez a maior contribuição individual: US$ 80 mil para um pacote com 100 aparelhos Ubuntu Edge. É provável que alguma grande empresa - ou a própria Canonical - funde o restante ao final da campanha, já que no ritmo atual atingir os US$ 32 milhões parece impossível.
Notas da empresa e detalhes sobre a campanha podem ser vistas na página de arrecadação do Indiegogo.
Via: Hardware

terça-feira, 8 de maio de 2012

Canonical: O Ubuntu em breve estará em 5% dos PCs

Não é segredo para ninguém que a Canonical vem há tempos trabalhando junto aos fabricantes para que o Ubuntu venha pré-instalado em seus PCs. Um bom exemplo é a Dell, que oferece notebooks com o Ubuntu pré-instalado, oferecendo inclusive suporte ao sistema (muito embora com preços bem similares aos das linhas com o Windows, com a justificativa do custo agregado do suporte). O que pode surpreender é o fato de a Canonical ter conseguido colocar no mercado "de oito a dez milhões" de PCs com o Ubuntu pré-instalado em 2011, bem como em um grande volume de servidores, totalizando cerca de US$ 7.5 bilhões em hardware que saiu da fábrica com o sistema pré-instalado. Grande parte destes números foram obtidos na Ásia, onde linhas de baixo custo com o sistema pré-instalado estão se tornando bastante populares, a ponto de a Canonical estar planejando abrir um escritório em Beijing.

"Oito a dez milhões" de PCs vendidos equivalem a cerca de 2% do mercado mundial, o que ja é uma marca bastante respeitável. É bem verdade que muitos destes PCs provavelmente acabam formatados, rodando cópias piratas do Windows, mas por outro lado temos também todos os usuários que baixam o sistema e o instalam em PCs que originalmente rodavam o Windows.

Ontem, no Ubuntu 12.10 Developer Summit, Chris Kenyon, o VP do departamento de vendas da Canonical se gabou sobre estes números, e afirmou que a empresa pretende aumentar em 150% do total de PCs com o sistema pré-instalado ao longo dos próximos anos, chegando a 5% do mercado mundial. Esta é uma meta ambiciosa, mas ainda bem mais comedida que a promessa de Mark Shuttleworth de que o sistema terá 200 milhões de usuários até 2015.


É improvável que a Canical consiga aumentar tanto a base de PCs com o sistema pré-instalado em países como os EUA e Inglaterra, onde a questão do custo do Windows não é um grande problema para os consumidores e a Microsoft tem um lock-in mais forte. Por outro lado, em países mais pobres, especialmente na ásia a fidelidade à Microsoft muito menor e a empresa tem chances reais de continuar a crescer. O Brasil fica no meio do caminho entre os dois extremos, o que significa que podemos ter algum crescimento por aqui também, mas não tão dramático.

Ao que tudo indica, a Microsoft está prestes a entrar em uma época de retração, similar à que tivemos na época do Vista com o Windows 8, que com suas grandes mudanças deve despertar uma certa resistência no grande público. A empresa tem mantido uma tradição de intercalar sistemas problemáticos com sistemas mais estáveis (Windows 95 e 98, ME e XP, Vista e Windows 7) e tudo indica que o Windows 8 apenas marca o início de um novo ciclo. A Canonical por outro lado está na maré oposta, tendo encerrado um ciclo de fortes dificuldades com o Ubuntu 11.04 e 11.10 (que trouxeram versões inacabadas do Unity) e estar agora colhendo os frutos com o lançamento do bem acabado 12.04.

Via: Hardware

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Um PC e smartphone ao mesmo tempo: Ubuntu rodará lado a lado com o Android

Quando a Canonical anunciou que desejava ter 200 milhões de usuários do Ubuntu em 2015, a notícia manteve muita gente numa posição bastante cética, seria uma meta difícil de cumprir. Mas aos poucos novos planos para o Ubuntu foram sendo adicionados, indo além dos desktops. Depois do Ubuntu TV e do anúncio de hoje essa meta poderá ficar bem mais fácil de ser atingida, já que nos desktops mesmo o Linux continua devagar, sendo um sistema de nicho.

Mark Shuttleworth anunciou o Ubuntu para smartphones Android: o Ubuntu completo como conhecemos, compilado para ARM, com basicamente os mesmos recursos da versão desktop - façanha que poucos sistemas para usuários finais conseguem.

A ideia é manter um mesmo dispositivo como um celular e computador. Os smartphones de hoje estão muito poderosos, superando ou sendo comparáveis em poder de processamento aos PCs para usos comuns - navegação na web, edição básica de vídeo, criação e edição de documentos e arquivos diversos, etc. Ao usar o smartphone como já se usa o sistema dominante seria o Android, exatamente como hoje. Mas ao conectá-lo a um monitor e teclado tudo muda: entra em cena o ambiente completo do Ubuntu.

Ubuntu e Android no mesmo smartphone

A parte técnica deve ter dado muito trabalho, mas não intimidou em nenhum momento os desenvolvedores da Canonical. No modo desktop o Ubuntu e Android rodarão lado a lado, compartilhando o mesmo kernel Linux e as mesmas ferramentas de acesso ao hardware. Seria como um sistema com duas interfaces, uma num desktop grande e a outra na telinha do telefone.

O nível de integração é extremo: as fotos da câmera poderão ser exploradas no gerenciador de arquivos do Ubuntu, o acesso ao sistema de arquivos também é compartilhado, e tudo mais o que se poderia imaginar. Mensagens e ligações poderão ser atendidas mesmo no modo desktop:

Atendendo ligação no Ubuntu

Entre os aplicativos padrões são esperados Chromium, Google Calendar, Google Docs, Thunderbird, Gwibber, VLC, PiTiVi, Ubuntu Music Player, Ubuntu Photo Gallery e um discador do Android.
Entre os requisitos de hardware não há nada assustador: mesmo modelos high-end atuais poderiam rodar o sistema:
  • Processador dual-core de 1 GHz (melhor ainda com quad-core, algo que dominará o futuro...)
  • Aceleração de vídeo usando um driver compartilhado com o X; suporte a OpenGL, ES/EGL
  • 2 GB de espaço interno para o sistema
  • Saída de vídeo/áudio HDMI
  • Modo host USB
  • 512 MB de RAM
Apesar dos requisitos comuns ao que temos atualmente, não será fácil rodar o Ubuntu nos Androids em uso. A parte de integração depende da colaboração dos fabricantes, algo que a Canonical está indo atrás. Nenhuma parceria foi divulgada ainda, mas parece que há algo em andamento.

Mais detalhes serão revelados na próxima semana em Barcelona durante o Mobile World Congress. A página do sistema apresenta todos os sonhos possíveis para o mesmo, e tudo indica que falta pouco para vermos algo assim no mercado. Esta outra lista os recursos com mais detalhes.

Via: Hardware

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Canonical não irá mais apoiar o Kubuntu

Nas listas de discussão do Kubuntu, Jonathan Riddell, um dos principais desenvolvedores do projeto, anunciou que, de acordo com a Canonical, o Kubuntu não será mais apoiado pela empresa após a próxima versão 12.04. A Canonical recentemente informou que as “variantes” do Ubuntu teriam suporte para versão LTS, porém com o Kubuntu, o suporte se encerra aí.

O Kubuntu é baseado em KDE e conquistou muitos fãs, principalmente usuários descontentes com o Unity. Após o lançamento do Kubuntu 12.04, ele deverá então ser apoiado e desenvolvido por voluntários, não sendo financiado pela Canonical.

Apesar de sua tristeza, após 7 anos de luta e de grande satisfação, Riddell reconhece que “é uma decisão comercial racional”, e que é lógico que a Canonical não quer continuar investindo no Kubuntu, pois ele nunca foi um produto “comercial” pra Canonical.

Você pode ler o aqui o comunicado de Jonathan Riddell, além de um artigo sobre o assunto publicado no Ars Technica .



Via: ubuntued.info