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sábado, 15 de agosto de 2015

Kaspersky é acusada de espalhar ameaças falsas para prejudicar rivais



A empresa de antivírus Kaspersky foi acusada nesta sexta-feira de criar e espalhar ameaças falsas durante 10 anos para prejudicar os concorrentes. O alerta foi dado por dois ex-funcionários da companhia russa e reportado pela agência de notícias Reuters.

Segundo os relatos, a Kaspersky injetava pedaços de códigos em softwares para enganar as plataformas rivais, de forma que elas interpretassem arquivos inofensivos como maliciosos. Ao serem confundidos com malwares pelos outros antivírus, os arquivos eram considerados ameaças verdadeiras. Microsoft, AVG e Avast seriam os principais alvos do esquema.

Alguns dos ataques, acusam os ex-funcionários, foram ordenados por Eugene Kaspersky, fundador da empresa. De acordo com eles, esta teria sido uma retaliação de Eugene contra softwares menores que supostamente copiavam o antivírus criado por ele.

À Reuters, a Kaspersky negou a existência de uma "campanha secreta para prejudicar os concorrentes" e classificou ações como esta de "antiéticas e desonestas". Representantes das empresas que teriam sido atingidas pela fraude se negaram a comentar a denúncia.

Uma das principais empresas de antivírus do mundo, a Kaspersky atende cerca de 400 milhões de usuários e 270 mil empresas.


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Novo malware bancário Zberp rouba dados e consegue enganar antivírus

Parece que um novo Cavalo de Troia bancário para computadores "pegou emprestado" alguns recursos e funcionalidades dos conhecidos malwares financeiros Zeus e Carberp. O novo vírus tem como alvo os usuários de 450 instituições financeiras ao redor do mundo.

A ameaça - apelidada de Zberp pelos pesquisadores da Trusteer, subsidiária da IBM - possui uma ampla gama de recursos. O malware pode coletar informações sobre computadores infectados incluindo endereços IP e nomes; tirar prints da tela e enviar as imagens a servidores remotos; roubar credenciais de FTP e POP3, certificados SSL e informações inseridas em formulários web; sequestrar sessões de navegadores e inserir conteúdo malicioso em sites abertos e iniciar conexões maliciosas remotas usando protocolos VNC (Virtual Network Computing) e RDP (Remote Desktop Protocol).

Os pesquisadores da Trusteer consideram o Zberp uma variante do ZeusVM - uma modificação recente do popular Zeus, cujo código fonte foi liberado em fóruns arbitrários em 2011. O ZeusVM foi descoberto em fevereiro e se destaca de outras variantes baseadas no Zeus por conta do uso de esteganografia para ocultar dados de configuração dentro de imagens.

Os autores do Zberp usaram a mesma técnica de envio de configurações de updates incorporadas a uma imagem que aparenta ser o logo da Apple. Essa técnica foi usada pelo ZeusVM para evitar a detecção por programas antimalware. No entanto, a nova versão do vírus também utiliza técnicas de "hooking" para controlar o navegador - e essa parece ter sido "emprestada" do Carberp, um outro Cavalo de Troia bancário desenvolvido para fraudes de internet banking e que teve seu código fonte liberado no ano passado.

"Desde que o código fonte do Carberp se tornou público, temos a teoria de que não demorará muito para cibercriminosos combinarem a fonte do Carberp com a do Zeus e criar um monstro", disseram os pesquisadores da Trusteer, Martin Korman e Tal Darsan, no blog da empresa. "Era apenas uma teoria, mas há algumas semanas encontramos amostrar da botnet 'Andromedra', que fazia o download desse monstro híbrido."

O Zberp também utiliza algumas outras técnicas emprestadas do ZeusVM para permanecer no sistema e evitar a detecção, disseram os pesquisadores. O malware exclui a sua chave de registro de inicialização quando executado e a adiciona de volta quando detecta que o sistema está sendo desligado.

"De acordo com o Virus-Total, o Zberp tinha a capacidade de evitar a maioria das soluções antivírus quando foi detectado pela primeira vez", disseram os pesquisadores da Trusteer.



Via:IDGNow

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Cibercriminosos roubam dados de 400 mil usuários do Avast

O Avast anunciou que dados de uma parte de seus usuários foram roubados dos bancos de dados após um ataque ao fórum oficial de suporte. Com o golpe, cerca de 400 mil foram afetados e tiveram seus nomes de usuário, apelidos, endereço de e-mail e senhas criptografadas.

O alerta é de que mesmo com a encriptação das senhas, um “ladrão sofisticado”, como diz a própria empresa, pode ter acesso a muitas das palavras-chave.

A recomendação do Avast é que, se o usuário usava o mesmo login e senha em outros serviços, ele deve trocá-la imediatamente. Como endereços de e-mail reais foram vazados, também é uma boa ideia ficar ligado contra possíveis ataques de phishing.

Apenas usuários do fórum de suporte foram afetados, diz a empresa. O montante representa 0,2% da comunidade total de usuários do Avast e nenhum dado de pagamento ou informações bancárias foi afetado.

Enquanto os problemas do fórum são solucionados, o serviço está fora do ar. Assim que houver o retorno, todos serão obrigados a cadastrar uma nova senha para segurança.


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Antivírus está "morto", diz Symantec

Norton

Pioneira na venda de antivírus para consumidores individuais e dona da linha Norton, a Symantec admitiu que os antivírus estão "mortos", e que esse mercado está "destinado ao fracasso". "Não pensamos no antivírus como uma fonte de dinheiro de forma alguma", diz Brian Dye, executivo senior da empresa, em entrevista ao The Wall Street Journal.

O motivo da derrocada é simples: está cada vez mais difícil manter os computadores de indivíduos e organizações livres de invasões. As técnicas utilizadas por esses softwares de segurança, buscando por códigos maliciosos a partir de uma lista de ameaças, não conseguem dar conta dos ataques, cada vez mais sofisticados.

Para contornar esse problema, as empresas de segurança tentam focar no que acontece após a invasão. Elas assumem que os crackers conseguirão invadir os sistemas,  e trabalham para dificultar seu trabalho a partir daí. Para isso, vale criar pacotes de dados falsos, por exemplo, para distrair o invasor.

A Symantec lança nesta semana um grupo dedicado a pensar neste mundo "pós-antivírus", segundo Dye. Com as vendas em queda por dois trimestres seguidos, a empresa precisa urgentemente de uma nova fonte de renda, enquanto corta os custos da operação atual.

Uma das soluções, segundo o executivo da Symantec, seria fornecer relatórios para empresas, com detalhes das ameaças mais urgentes, e formas de lidar com elas. Ainda assim, a Symantec precisaria de uma virada rápida, já que empresas como a Juniper Networks atuam nesse mesmo segmento de contenção de danos, com resultados positivos.


Via:INFO

quarta-feira, 26 de março de 2014

Segurança na internet e em dispositivos móveis. Você está fazendo a sua parte?

seguranca

Hoje vamos falar sobre segurança na internet e em dispositivos móveis e dar dicas de como se precaver e melhorar a sua segurança evitando dores de cabeça com esse tipo de problema.

Cada dia mais usamos a internet e o celular para nós comunicarmos e tantos outros fins, e cada vez mais somos obrigados a fazer cadastros, ter senhas de acesso a sites, serviços ou dispositivos.

Mas como manter essas senhas e logins seguras? Como proteger meu celular contra curiosos ou por motivo de perda? Vamos dar algumas dicas de segurança e de boas práticas para impedir, ou pelo menos dificultar que seus dados ou dispositivos sejam usados de má fé.

Vamos começar pelo computador. Você mantém um antivírus atualizado no seu computador? Se não, providencie, pois eles ajudam a eliminar vírus e spywares que podem roubar seus dados e senhas e envia-los para outras pessoas através da internet.

Existem antivírus pagos e gratuitos, então não tem desculpa para não ter um antivírus instalado no seu computador e até mesmo no seu celular, isso mesmo existem antivírus para celular também. No final dessa publicação vamos deixar links para todos os programas que estamos falando aqui.

Outra maneira de se proteger é sempre que entrar em alguma rede social ou e-mail, seja no seu computador e principalmente em computadores públicos (Lan house, empresas, etc) lembrar sempre de “DESLOGAR” seja da rede social ou do e-mail ou qualquer site ou serviço que peça uma senha para acesso.

Nas redes sociais ou e-mails o ideal é trocar suas senhas com a frequência de pelo menos 90 dias, evitando usar seu nome, data ou caracteres em sequência (Ex.: 12345678 ou abcd1234 ou carlos2014) tente usar caracteres mistos e mixar letras e números nas senhas ( Ex.: *f5-br19u7 ) é difícil de decorar? Sim! Esse é o objetivo, mas com o tempo você decora com certeza. Mais ai quando eu decorar já vou ter que mudar? Sim! no lugar de mudar por completo, acrescente alguns dígitos, ou retire alguns assim só terá que decorar um complemento da senha que você já decorou ( Ex.: *f5-br19u7you ).

Para proteger seus dados do celular uma dica básica, mas que pode te ajudar bastante é ter uma senha de acesso no celular. Você consegue fazer isso acessando suas configurações de segurança, lá você vai encontrar opções de segurança de tela e poderá configurar uma senha para ter acesso ao celular. No caso de perca irá dificultar quem achou de ter acesso a suas fotos, vídeos e dados em geral. Essa dica aqui vale para dispositivos portáteis como notebooks e tablets, ambos tem opções de configurarmos senhas de segurança para acessa-los.

Existem programas que funcionam no caso de perda para apagar todos os dados do celular, mas sobre isso vou separar uma próxima publicação para explicar um passo a passo de como instalar e usar esse tipo de programa.

E uma dica final é que anote suas senhas em um papel e o guarde em um lugar segura da sua casa, pois no caso de esquecer você não irá passar por dificuldades para recuperar suas senhas.

Era isso que eu queria discutir hoje com vocês, esse assunto é bem mais profundo e será discutido em várias postagens ainda, onde pretendo ensinar passo a passo como instalar e configurar programas para ajudar vocês no quesito segurança.

Até a próxima.

Links dos antivírus:

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Kaspersky, Avast, Panda, AVG. Quais os melhores detectores de malware?


A empresa de análises A-V Comparative divulgou uma lista de novembro de 2013 com os programas antimalware que fazem o melhor trabalho em se tratando de remoção de ameaças de um sistema já infectado.
O que isso significa? Como a A-V Comparative observa, a maioria dos usuários de PCs não considera instalar uma solução antivírus até que suas máquinas estejam infectadas, então a intenção da análise não é rever as taxas de detecção, mas sim verificar o quão bem esses softwares conseguem limpar um malware já identificado.
"A boa detecção de malware é muito importante encontrar a ameaça já existente no sistema", afirma o relatório. "No entanto, a alta proteção ou taxa de detecção de um produto não significa necessariamente que tal produto tem boa capacidade de remoção. Por outro lado, um produto com uma taxa de detecção baixa pode sequer encontrar a infecção e ser capaz de removê-la".
Dito isso, vários pacotes populares chegaram ao topo, a classificação de três estrelas: Kaspersky Lab, BitDefender, Avira, Fortinet, ESET, Avast e Panda - listados em ordem de seu desempenho. O Kaspersky foi classificado como o mais elevado de todos os pacotes testados.
Note que simplesmente remover um malware não é um processo binário; como observa o relatório, "remover" o malware pode deixar o sistema com qualquer coisa: de arquivo de hosts comprometidos a um gerenciador de tarefas desativado. 
O relatório também fornece uma lista acessível de links para "recuperação de disco", no caso de o seu sistema ficar seriamente corrompido. Alguns malwares irão bloquear o acesso a sites de fornecedores, exigindo a necessidade de acesso offline. 
Então, quais os vendedores fornecem proteção de detecção de nível superior e de remoção de malware? Felizmente, os principais fornecedores fazem as duas coisas. Apesar de ambos malware e antimalware serem constantemente atualizados e reescritos, o teste de proteção do mundo real da A-V Comparatives  para outubro 2013 identificou que o Kaspersky, o Panda, e o Trend Micro detectaram tudo o que o site lançou neles, gerando sua maior pontuação. 
O Avast e o Avira também se saíram bem. E a Microsoft? Infelizmente, embora tenham detectado 92% do malware, ele também terminou em penúltimo no ranking.
Os últimos detalhes são boas notícias para o seu orçamento, uma vez que o Avast é uma das soluções antivírus gratuita mais notáveis ​​lá fora. O próprio antimalware do Windows pode fazer o truque na maioria dos casos, mas fique esperto - invista em qualquer um dos dois, Avast ou um pacote pago.

Via: IDGNow

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Atualização de antivírus bloqueia conexão à internet de milhares de PCs


Uma atualização do programa antivírus corporativo Kaspersky Endpoint Security deixou pelo menos 12 mil computadores sem acesso à internet, segundo usuários do fórum da própria empresa. Aparentemente, o problema afeta somente máquinas com Windows XP.

A companhia liberou para download uma nova versão do software que corrige a falha, mas os PCs sem conexão não podem baixá-lo, o que exige processos manuais de seus donos.

Antes disso, a Kaspersky havia recomendado desabilitar o software ou forçar a volta à versão anterior do programa, processo chamado "rollback" em inglês.

Citado pela rede BBC, o consultor de tecnologia da informação Graham Lord escreveu no Twitter: "Parabéns por cortar a internet de todos os nossos computadores [Windows] XP. Sua atualização acaba de me fazer perder um dia de trabalho."

O antivírus com a atualização problemática bloqueia a porta 80, usada para o protocolo HTTP e responsável por grande parte das aplicações web.

Via: FolhaTec

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Antivírus pagos são desperdício de dinheiro para empresas, diz estudo

Softwares antivírus são tão ineficazes na detecção de novas ameaças de malware atualmente, que a maioria das empresas está provavelmente desperdiçando seu dinheiro comprando esse tipo de produto. Ao menos é o que conclui um estudo feito pela empresa de segurança Imperva.

Relatórios questionando a proteção oferecida pelos antivírus tornaram-se um tema recorrente entre os pesquisadores nos últimos tempos. Por isso, o estudo "Assessing the Effectiveness of Anti-Virus Solutions", realizada pela Imperva em parceria com a Universidade de Tel Aviv, é apenas mais um motivo para adicionar à coleção de reclamações.

A equipe rodou uma coleção de 82 novos tipos de malware no VirusTotal, um sistema que verifica os arquivos em cerca de 40 produtos antivírus diferentes - e a taxa inicial de detecção foi de um zero surpreendente.

A empresa, então, realizou a mesma varredura em intervalos de uma semana, para ver se a detecção melhorava ao longo do tempo e descobriu que mesmo os produtos com o melhor desempenho levaram pelo menos três semanas para adicionar uma amostra previamente não-detectada em seus bancos de dados.
Em todos os produtos, 12 arquivos que foram mal detectados, enquanto que novas ameaças passaram despercebidas pela metade dos softwares analisados quando realizadas varreduras em datas posteriores. Em algumas detecções, os arquivos foram simplesmente marcados como "malware não classificado", uma definição que prejudica a eficácia da remoção.

É difícil dizer quais produtos individualmente foram melhores a partir deste estudo (os leitores podem julgar por si mesmos no site da Imperva), mas não apareceu qualquer conexão entre popularidade e eficácia.
Mais notavelmente, os pesquisadores da Imperva acabam recomendando dois produtos antivírus gratuitos: Avast e Emisoft, como os "mais ideais" dentre os analisados. O McAfee também foi considerado aceitável.
E com relação às empresas?

De acordo com a Imperva, organizações continuam a comprar licenças para softwares antivírus, porque é o que a legislação de vários países manda. Essa obrigatoriedade deveria permitir que empresas adquirissem produtos gratuitos, para que elas pudessem investir em outras formas de segurança, sugeriu a Imperva.
"Para ser claro, não recomendamos eliminar a utilização do software antivírus. O que recomendamos, no entanto, é reequilibrar e modernizar a segurança, investindo em soluções que impeçam as ameaças de hoje", disse o relatório.

Usando dados da Gartner, a Imperva disse que softwares antivírus consumiram cerca de um terço do gasto total em segurança, um investimento injustificado pelo retorno que se tem. "Nós não podemos continuar a investir bilhões de dólares em soluções antivírus que proporcionam a ilusão de segurança, especialmente quando soluções gratuitas superam assinaturas pagas", comentou o CTO da Imperva, Amichai Shulman.
Administradores podem igualmente salientar que programas antivírus gratuitos são destinados a consumidores e raramente oferecem o tipo de capacidade de gerenciamento e desenvolvimento de que negócios necessitam.

Em agosto, a NSS Labs apontou que muitos produtos antivírus não foram capazes de bloquear ataques de malwares que exploravam duas vulnerabilidades da Microsoft, corrigidas semanas antes.

Ao longo dos anos, uma variedade de novas tecnologias têm sido empregadas para melhorar a segurança antivírus. Pelo menos a startup ZeroVulnerabilityLabs lançou uma versão beta de um plug-in que abandona por completo a detecção de malwares em favor de simplesmente bloquear as falhas do software exploradas por malwares para ganhar o controle de computadores.
 
Via: IDG Now

domingo, 23 de setembro de 2012

Falha em antivírus da Sophos provoca onda de falsos positivos


A empresa de segurança Sophos foi teve que emitir um pedido de desculpas embaraçosodepois que o antivírus da empresa de repente começou a classificar toda e qualquer atualização de software - incluindo a dele próprio - como o malware "Shh/Updater-B".
O problema tornou-se evidente na manhã de quarta-feira (19/9), quando fóruns de apoio da companhia foram inundados com relatos de clientes de que o software estava gerando um grande número de falsos positivos para programas legítimos - incluindo Java, Adobe Reader, Microsoft e Google.
O fórum de suporte da empresa de repente reportou várias dezenas de comentários sobre o mesmo tema: um grande número de relatórios de malware. "Tivemos cerca de 40% de taxa de infecção em cerca de um período de dez minutos. Em algumas centenas de máquinas", disse um administrador da página.
Falsos positivos aparecem em todos os programas antivírus de tempos em tempos, mas, neste caso, parece que, como o programa também enviou para a quarentena suas próprias atualizações remotas, muitos usuários foram incapazes de resolvê-lo.
Apenas os clientes conectados ao sistema Live Protection em nuvem da companhia foram capazes de ignorar o caso, uma vez que os updates foram classificados como "limpos" no banco de dados.
A Sophos finalmente resolveu a questão com a atualização AVAB-jd.ide, lançada na noite de 19 de Setembro. "Gostaríamos de pedir desculpas por todos os inconvenientes causados ​​aos nossos muitos clientes e parceiros em todo o mundo. Reconhecemos que o problema é muito sério, e estamos fazendo tudo o que pudermos para resolver isso", disse a empresa antes da correção. "A Sophos gostaria de tranquilizar os usuários que estes são falsos positivos e não um surto de malware, e pede desculpas por qualquer inconveniente."
Sophos está longe de ser a única empresa a ter enfrentado um surto de falso positivo. Há quase um ano o Microsoft Security Essentials teve problemas com uma atualização legítima do Chrome. Em 2010, a McAfee enfrentou pedidos de compensação após identificar erroneamente uma atualização de sistema do Windows como um vírus.
Via: IDG Now

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Maioria dos antivírus não protege contra recente exploit do Windows


Muitas suites de antivírus são incapazes de efetivamente bloquear ataques de malware contra duas vulnerabilidades recentes e graves da Microsoft, apesar do fato de que exploits têm circulado desde junho, como mostra um teste realizado pela NSS Labs.
A empresa analisou a capacidade de 13 suites de antivírus para defender sistemas desatualizados contra ataques que exploram vulnerabilidades no XML Core Services (CVE-2012-1889) e no Internet Explorer 8.0 (CVE-2012-1875), ambos os resultados vieram a público em junho.
Apesar do fato de que os dois softwares foram corrigidos em junho e julho e deveriam estar no radar das empresas de antivírus, apenas quatro produtos - da Trend Micro, Kaspersky Lab, McAfee e Avast - foram capazes de oferecer proteção completa contra o teste de exploração que o NSS Labs criou para usar contra as vulnerabilidades.
O restante dos softwares era capaz de oferecer um grau de proteção que dependia de como os ataques eram executados e que vulnerabilidade estava sendo testada.
Alguns produtos lutaram quando os ataques foram entregues em HTTP, enquanto outros vários foram incapazes de lidar com ataques quando executados via HTTPS - como em casos como quando se usa serviços como o Gmail. Ironicamente, estes incluíram apenas o próprio Security Essentials da Microsoft.
Além desempenho medíocre em geral de alguns produtos, parece haver duas questões levantadas pelos resultados apresentados pela NSS Labs.
Primeiro, os usuários não deveriam presumir que os antivírus oferecem uma proteção sólida para sistemas desatualizados. Se uma vulnerabilidade é do domínio público e nenhum patch está disponível (ou está disponível, mas não foi aplicado), então o sistema está vulnerável a ataques, independente do que o software está defendendo.
Em segundo lugar, os criadores de malware provavelmente prestam atenção em pontos fortes e fracos dos antivírus, do mesmo modo que testadores fazem, especialmente com produtos individuais. Se um programa tem um tipo particular de fraqueza, mesmo que em curto prazo, ela será notada.
"As combinações de sucessos e fracassos são dramáticas e necessitam de mais pesquisas. Mas está claro que muitos dos produtos não estão bloqueando exploits", concluem os pesquisadores.
Empresas de antivírus, sem dúvida, salientam que os ataques foram criados em laboratório, que as vulnerabilidades escolhidas foram bastante recentes, e que apenas duas foram observadas. Fazer julgamentos com base em testes restritos - como o que foi realizado - só poderia apontar um resultado.
Olhando pelo lado positivo, os analistas descobriram que os antivírus são bons em detectar técnicas de evasão comuns - como Base 64, Unicode, e JavaScript. O lado menos otimista, no entanto, mostra que os softwares da Microsoft e CA (Computer Associates) poderiam ser desabilitados por um ataque utilizando o comando 'kill', disse a NSS Labs.
Os resultados completos da análise podem ser obtidos no site da NSS Labs (é necessário registro prévio).
Via: IDG Now

quinta-feira, 15 de março de 2012

Symantec confirma que código do Norton Antivirus 2006 publicado é autêntico

Quem tem curiosidade em desenvolver ferramentas de segurança para Windows pode ter uma grande base, apesar de não ser da forma mais bonita: a Symantec confirmou no final de semana que o código do Norton Antivirus 2006 vazado por supostos integrantes do Anonymous é real.

Muito tem sido comentado nas últimas semanas, onde rolou até chantagem financeira para que o código não fosse liberado. Segundo a própria Symantec os Anonymous publicarão em breve o restante dos códigos que possuem. Já publicaram códigos do Norton Utilities, pcAnywhere e Norton Antivirus. A empresa antecipa que provavelmente publicarão também o código do Norton Internet Security. Todos eles em versões de 2006.

Apesar disso a Symantec afirma categoricamente que não, que esse vazamento não compromete os usuários dos seus produtos - pelo menos não nas suas versões atuais. Bem, a postura atual é um pouco contraditória ao que a mesma afirmou em janeiro sobre o código do pcAnywhere, em que recomendou aos clientes o abandono do software até que uma correção fosse liberada. Pelo menos alguns hotfixes para o pcAnywhere foram publicados nesse tempo. Mais detalhes sobre os vazamentos e os links relacionados da fabricante estão aqui.

Considerando que foram feitas poucas modificações internas no Windows de lá para cá (do Vista para o 7 e agora o 8, que trata os apps desktop praticamente da mesma forma), é bem provável que esses códigos possam ser aproveitados por entusiastas para aprimorar a segurança de suas ferramentas, e também pelo outro lado, para explorar eventuais vulnerabilidades. Naturalmente não é necessário dizer onde encontrá-los (torrents...), dado o eventual público alvo interessado.

Via: Hardware

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Curta o Panda no Facebook e ganhe 6 meses de proteção

Um programa essencial para Windows é o famoso antivírus. Ter um bom software do tipo instalado, mesmo que seja apenas para verificar o computador ou arquivos suspeitos esporadicamente, sempre foi muito importante.


Se o Panda Antivirus Pro é seu preferido e você está sem dinheiro para pagar pela licença do programa, nós temos a solução. Tudo que você precisa é de uma conta no Facebook e acessar a fan page do Panda Security na rede social mais famosa do mundo. Por fim, basta clicar no botão “Curtir” e fazer download do Panda Antivirus Pro 2012.

Panda Antivirus Pro 2012
Panda Antivirus Pro 2012

Sendo um fã do Panda no Facebook, você ganha 6 meses de proteção sem nenhum custo adicional. Após isso, infelizmente, você terá que comprar uma licença ou desinstalar o antivírus — ou ficar de olho no Guia do PC para saber de outras promoções bacanas como esta.

www.guiadopc.com.br

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Como remover um vírus do computador

Poucas coisas são mais incômodas e desastrosas do que um vírus em um computador, afinal, dependendo do poder do vírus que invade sua máquina é possível perder arquivos, ter informações pessoais suas acessadas por outras pessoas, e até não conseguir nem mesmo mais ligar o computador. Sendo assim, é de extrema importância contar com um antivírus de qualidade instalado em sua casa ou trabalho para evitar contratempos.
Há excelentes opções gratuitas programas deste tipo disponíveis para download. De acordo com pesquisas, a melhor opção para quem não quer desembolsar nenhum valor para proteger sua máquina é o Avast, que remove cerca de 90% dos vírus e ainda possui uma interface bastante simples de ser usada. Para conferir como se livrar dos perigos virtuais com o Avast, confira nosso passo a passo.
Passo 1. Faça o download do programa e o instale-o em seu computador, escolhendo um local para salvá-lo e seguindo os passos de instalação.
Passo 2. Abra o programa e clique na opção "Escaneamentos", disponível em um menu no canto esquerdo da tela.
Passo 3. Na tela que se abrir serão mostradas diferentes opções de escaneamentos que podem ser usadas para diferentes situações.
- O "Escaneamento Rápido" apenas verifica algumas pastas do Windows e, como o próprio nome já diz, não leva muito tempo.
- O "Escaneamento de Mídia Removível" deve ser usado quando há a suspeita - ou apenas para se certificar - de que haja um vírus em um pen drive, CD ou HD externo. Basta inserí-lo na máquina e mandar escanear.
- É possível também optar por "Selecione uma Pasta para Escanear", e desta forma escolher apenas uma ou mais pastas para a verificação de vírus.
- Por fim, há o "Escaneamento Completo do Sistema", a opção recomendada para fazer uma varredura completa em toda a máquina. É a melhor opção para verificar se existem vírus em seu computador, com garantias de não haver erros.
Escolhendo o tipo de escaneamento (Foto: Reprodução)Escolhendo o tipo de escaneamento (Foto: Reprodução)
Passo 4. É possível, toda vez que o escaneamento for feito, clicar sobre as ameaças (os vírus) encontradas e movê-las para a quarentena ou excluí-las. No entanto, é possível pedir para que o próprio programa faça isso de maneira automática, economizando seu tempo e removendo logo os vírus.
Para habilitar este modo automático, volte à página inicial do programa, clique em "Escaneamentos" e, na opção "Escaneamento Completo do Sistema", selecione "Mais Detalhes", localizada logo abaixo do ícone Iniciar.
Passo 5. Clique então em "Configurações" e, quando uma nova janela se abrir, selecione a opção "Ações", disponível em um menu no canto esquerdo.
Definindo as configurações do escaneamento (Foto: Reprodução)Definindo as configurações do escaneamento (Foto: Reprodução)
Passo 6. Ative a primeira opção que aparecer, que será a "Aplicar Automaticamente as Ações Durante o Escaneamento". Em seguida será necessário selecionar as opções que forem aparecendo na sessão "Vírus". Onde estiver escrito "Nenhuma Ação", selecione "Reparar". Na próxima aba que se abrir, selecione "Mover para a Quarentena". Por fim, clique em "Excluir".
Pronto! Agora cada vez que forem encontrados vírus, o próprio programa os removerá automaticamente.
Configurando o controle automático (Foto: Reprodução)Configurando o controle automático (Foto: Reprodução)

Atualizar o avast!: Saiba como ter a versão mais recente do antivírus

Manter o seu PC protegido contra às ameaças de infecção é mais do que importante. Com a quantidade de operações que são possíveis fazer no computador é essencial estar seguro e prevenido.
Ter um bom antivírus evita ter estresse com problemas relacionados ao seu sistema. O avast! é um dos melhores e mais usados antivírus gratuitos. Atualmente, a versão mais avançada do software é o avast! 6.
A versão mais atual do avast! é a de número 6 (Foto: Divulgação) 
A versão mais atual do avast! é a de número 6 (Foto: Divulgação)
Para ter essa mais nova versão do avast! basta seguir o passo a passo abaixo. Vale lembrar que 'atualizar o avast!' pode significar atualizar o seu banco de dados de vírus. Por padrão, o seu avast! é atualizado automaticamente nesse sentido.
E você também pode configurar o seu antivírus para atualizar assim que uma versão estiver disponível. Vá até as configurações de atualização do programa e habilite a opção de atualizar automaticamente.
Passo 1. Para atualizar o seu programa avast! para uma versão mais recente você pode proceder de duas maneiras. A primeira delas é baixando o avast! no BaixaTudo;
Passo 2. Depois de ter feito o download, abra a pasta e execute o programa. Ele irá oferecer a opção de atualizar ('Update') seu software;
Passo 3. Reinicie o seu PC e pronto, a sua versão do avast! estará atualizada. Você também pode atualizar o antivírus pelo ícone do avast! na sua barra iniciar no Windows;
Passo 4. Clique com o botão direito do mouse no símbolo do avast! que fica ao lado do relógio na sua tela, no canto inferior direito do monitor;
Passo 5. Primeiro atualize o banco de dados e depois clique na opção de atualizar o programa. Por esse caminho também é possível atualizar o seu avast!.