Se a concorrência dos SSDs ainda não está servindo para baixar os
preços dos HDs magnéticos, ela ao menos está fazendo com que eles fiquem
mais finos.
Os primeiros notebooks usavam HDs de 5.25 ou 3.5" como os usados nos
desktops (naquela época "portátil" era qualquer coisa com menos de 12
kg...) mas os HDs para notebooks logo se especializaram, dando origem
aos HDs de 2.5" que se tornaram norma desde então.
Entretanto, a evolução não parou por aí. Os primeiros HDs de 2.5"
tinham 12.5 mm de espessura e eram muito mais pesados que os atuais.
Este formato é ainda usado em HDs externos de alta capacidade, mas
dentro dos notebooks os HDs de 9.5 mm passaram a ser a norma, já que
além de influírem diretamente na espessura dos aparelhos, eles são
consideravelmente mais leves.
Mas a evolução não parou por aí. Com o crescimento dos ultrabooks, os
fabricantes foram pressionados a lançarem modelos mais finos, com 7 mm
de espessura, que além de melhoras no mecanismo internos e redução na
espessura dos platters, são em sua maioria HDs híbridos, com buffers de
memória flash e um desempenho consideravelmente superior em muitas
tarefas que os HDs regulares.
Agora, temos uma nova corrida, em torno dos drives de 5 mm,
que devem chegar em breve ao mercado. Estes drives não serão muito
proeminentes do ponto de vista da capacidade, já que o formato permitirá
o uso de um único platter, mas eles permitirão o desenvolvimento de
aparelhos ainda mais finos e ao que tudo indica serão bons também do
ponto de vista do desempenho, devido à combinação de um único platter,
buffer de memória flash e o uso de técnicas e materiais de produção
premium.
Via: Hardware
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