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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Novo videogame Nintendo Switch chega em março por US$300

A Nintendo revelou na noite desta quinta-feira, 12/1, durante um evento em Tóquio, no Japão, que o seu novo e aguardado console Switch será lançado mundialmente no próximo dia 3 de março.
Com preço sugerido de 300 dólares nos EUA, o videogame trará na caixa uma coleção de minigames chamada 1-2 Switch, o controle Joy-Con (e o Grip), o console e o dock, além de adaptador AC e cabo HDMI.
De acordo com a fabricante, o Switch não terá bloqueio de software por região, o que é uma ótima notícia para os usuário. Assim, não importa onde você comprar o console, poderá jogar os games de qualquer local.
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Serviço de assinatura
Vale notar ainda que a Nintendo revelou nesta quinta-feira que o Switch terá um serviço online de assinatura, no estilo dos rivais Xbox e PlayStation 4 com as suas Live e PSN, respectivamente, para que os usuários acessem serviços premium e possam acessar modos multiplayer.
“Os usuários poderão testar os serviços online do Nintendo Switch sem pagar nada durante um período de testes após o lançamento. Então o serviço passará a ser pago no final de 2017. Vamos fornecer detalhes adicionais sobre o serviço pago e seus recursos na nossa página em uma data posterior”, explicou o presidente da Nintendo, Tatsumi Kimishima.
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Console inovador
Anunciado oficialmente em outubro de 2016, o Nintendo Switch mistura consoles tradicionais e videogames portáteis ao unir um handheld no estilo do PSP, da Sony, com a Nintendo Switch Dock. Quando você está em casa, o portátil é colocado no dock e você joga os games na sua TV, assim como faria com qualquer outro console.
Games
Como esperado, a Nintendo também usou o evento desta quinta-feira, 12/1, para revelar os primeiros jogos do Switch, que incluem, obviamente, novos títulos das franquias Super Mario e Zelda, além de títulos de outras produtores, como Shin Megami Tensei, Xenoblade, No More Heroes, Skyrim e FIFA. Ou seja, nada de muito diferente do que já havia nos consoles anteriores da fabricante.

Via: Pcworld

domingo, 23 de outubro de 2016

Novo Nintendo Switch mistura videogames tradicionais e portáteis



A Nintendo finalmente revelou o seu muito falado console de games NX, e, bem, ele não é chamado NX. E não é realmente um console tradicional, é algo a mais.
O Nintendo Switch mistura consoles tradicionais e videogames portáteis ao unir um handheld no estilo do PSP, da Sony, com a Nintendo Switch Dock. Quando você está em casa, o portátil é colocado no dock e você joga os games na sua TV, assim como faria com qualquer outro console.
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A Nintendo vai oferecer de forma opcional um controle tradicional, chamado de Nintendo Switch Pro Controller, além de um outro chamado Joy-Con Grip que realmente faz juz ao nome do novo console.
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Se você quiser levar seus games para a estrada, os controles Joy-Con podem sair dos dois lados do Grip. Você pode então colocá-los na bordas do portátil e retirá-lo do dock. Boom! Agora o Nintendo Switch vira um videogame portátil, não um console.
E a flexibilidade não termina por aqui. Você pode retirar esses controles Joy-Con da bordas e colocar o Switch de pé em um suporte, usando-os como gamepads wireless.
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Mas isso não é tudo (lembrou daqueles comerciais de vendas de madrugada?). Você também pode usar os dois Joy-Cons como controles separados em games multiplayer simples, permitindo que duas pessoas rapidamente joguem uma partida de Mario Kart ou NBA Live, por exemplo.
Bom, isso foi inesperado. E uma abordagem de design bastante interessante, ainda mais depois do fiasco do Wii U. O Switch parece conseguir repetir duas das principais forças da Nintendo nos games: design portátil e jogos divertidos.
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E se a AMD reinou no Xbox One, PlayStation 4 e Wii U com seus chips no estilo de PCs, o Switch preferiu usar os chips mobile Nvidia Tegra - que também são usados no ótimo console Nvidia Shield.
Ainda falta sabermos muita coisa sobre o Switch, mas parece promissor pelo que vimos até agora. A Nintendo deve revelar mais em breve até o lançamento do console, previsto para acontecer em março de 2017.

Via: IDG

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Satoru Iwata, presidente da Nintendo, morre aos 55 anos

Satoru Iwata, presidente mundial da Nintendo, em entrevista ao G1 nesta quinta-feira (13) durante a E3 2013. (Foto: Gustavo Petró/G1)
Satoru Iwata, presidente mundial da Nintendo, em entrevista ao G1 nesta quinta-feira (13) durante a E3 2013. (Foto: Gustavo Petró/G1)
A Nintendo anunciou neste domingo (12) a morte de seu presidente-executivo, Satoru Iwata, aos 55 anos, devido às complicações de um câncer no ducto biliar. O executivo morreu neste sábado (11).
No ano passado, a doença já começava a complicar a vida de Iwata no cargo de líder da Nintendo. Segundo o site "Kotaku", por conta de sua frágil saúde, o executivo foi forçado a abandonar a maior feira de games do mundo, a E3. Na época, ele passou por uma cirurgia para remover um tumor no ducto biliar.
"A Nintendo lamenta profundamente ter de anunciar que o presidente Satoru Iwata faleceu em 11 de julho de 2015 devido a um tumor no ducto biliar", informou a empresa, por comunicado.
Iwata nasceu em 6 de dezembro de 1959. Em junho de 2000, foi nomeado diretor da Nintendo, após ter se tornado funcionário da companhia na década de 80.
Pouco menos de dois anos mais tarde, em maio de 2002 chegou ao cargo de presidente -- apenas o quarto da companhia japonesa. Só em junho de 2013, alcançou o cargo de presidente-executivo da empresa.

Via: G1

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Wii U pode se tornar pior console já lançado pela Nintendo


Apontado como principal culpado pelo mau momento que vive a Nintendo, o Wii U pode se tornar o pior console já lançado pela empresa por não conseguir alcançar números de vendas satisfatórios.

No ano fiscal terminado em 31 de março, a empresa japonesa vendeu menos de 3 milhões de unidades do Wii U, conseguindo ficar abaixo do já ruim número visto um ano antes: 3,6 milhões. Além disso, está bem longe dos mais de 25 milhões que o Wii original vendeu em 2009.

O Wii U não convenceu os consumidores, que têm preferido o PlayStation 4 (mais de 7 milhões vendidos) ou o Xbox One (mais de 5 milhões), ambos lançados em novembro passado.

Como destaca o Mashable, mesmo com o esperado lançamento do Mario Kart 8, que sai em 30 de maio, a própria Nintendo não acredita que venderá mais do que 3,6 milhões de Wii U neste ano, o que no máximo igualaria o console a 2013.

Até o momento a empresa entregou somente 6,2 milhões, o que não chega sequer perto dos 21,7 milhões que o GameCube vendeu durante seus anos de mercado.

Reprodução



Via: olhardigital

terça-feira, 22 de abril de 2014

Game Boy completa 25 anos hoje e nada mudou: a Nintendo continua líder nos consoles portáteis

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Tetris não foi o 1º jogo no Japão, mas vendeu muito Game Boy (crédito: Engadget)
Dia 28 de abril, próximo domingo, comemoramos os 34 anos da linha Game & Watch mas até 2004, com a chegada do DS, nenhum outro console portátil da Nintendo conseguiu superar o sucesso que foi a linha Game Boy. Há exatos 25 anos, em 21 de abril de 1989, começaria o reinado da Nintendo no setor de consoles portáteis dedicados a jogos: era lançado o Game Boy original no Japão.
Mesmo hoje, com a disseminação de jogos em smartphones e tablets, a japonesa ainda não enfrentou outro forte concorrente no ramo, que hoje está mais para nicho: o Nintendo 3DS, bisneto do Game Boy, lidera as vendas com bastante folga sobre seu concorrente. Se é que podemos chamar o excelente PlayStation Vita de concorrente. Até o PlayStation Portable, pai do PSVita, cujo hardware era uma aberração beneficiada pela pirataria, não vendeu o suficiente para bater o neto do Game Boy (Nintendo DS).
A japonesa conquistou todo um mercado, todo um nicho e permanece líder há 25 anos, mas o começo do reinado Nintendo não foi nada fácil: em 1989, a franquia Game & Watch estava morrendo. Por que comprar um sistema todo para jogar somente um jogo?
O saudoso Gunpei Yokoi, então chefe da divisão de pesquisa e desenvolvimento de hardware Nintendo, começou a pensar num sistema portátil cujos jogos eram vendidos em pequenos cartuchos removíveis.
“O preço, no caso do Famicom [nome japonês do NES], era o principal. Ele [o Game Boy] tinha que ser bom e barato. Gunpei Yokoi insistiu em usar a tecnologia existente em vez de hardware de ponta, que era caro e não havia sido testado pelo tempo.
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Sua filosofia era 枯れた 技術 の 水平 思考 (Kareta Gijutsu no Suihei Shikō), frase que pode ser mais ou menos traduzida como ‘pensamento lateral de tecnologia amadurecida’, ou aplicar novas ideias usando peças já disponíveis no mercado.
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Com a tecnologia, memória e velocidade do transistor, tudo ficou menor e mais barato. Então por que pagar muitos dólares por peças de melhor qualidade e ter de repassar o custo para o consumidor?
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Era economia japonesa elementar: importar materiais, acrescentar valor e vender com lucro.” — Jeff Ryan, “Nos bastidores da Nintendo”, Saraiva eBooks.
O desejo de Yokoi por um produto leve, barato e com bateria (ok, quatro pilhas AA) duradoura retirou da tela do Game Boy original (era um LCD-TFT da Sharp de 2,6 polegadas) dois caros detalhes que hoje são padrão em qualquer tela de aparelho portátil: backlight e cores.
O Game Boy não podia ser jogado no escuro, aliás, quando o tio Laguna brincou com um durante a adolescência, para ver alguma coisa naquela tela verde-oliva soviético tínhamos que primeiro encontrar um ambiente com a iluminação correta. E a alguma coisa que dava para ver naquela tela era sob uma paleta de cores com apenas 4 tons de cinza. Hoje são no mínimo 50. ;)
A linha inicial de jogos japoneses se resumia basicamente a Super Mario Land, mas no lançamento norte-americano em 31 de julho daquele mesmo ano, o então presidente da Nintendo of America, Minoru Arakawa (genro do lendário Hiroshi Yamauchi), teve a mais acertada ideia da empresa: ter o jogo soviético Tetris como o título principal do Game Boy em seu lançamento norte-americano.
O próprio Arakawa viajou à então União Soviética para garantir os direitos de distribuição de Tetris, embora Alexey Pajitnov só tenha recebido o dinheiro uns anos depois por causa da burocracia russa.
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Mario Kart fez falta no Game Boy?
Enfim, não importa: mesmo sem Tetris o Game Boy esgotou no Japão logo depois do lançamento em abril de 1989 e com Tetris os estoques norte-americanos se esgotaram quatro meses depois. Ainda bem, para a Nintendo, que novas remessas do Game Boy foram enviadas às lojas antes do natal e o console não continha qualquer trava de região: o console fabricado e vendido era exatamente o mesmo. Bons tempos, né Nintendo?
118 milhões de Game Boys foram vendidos no total (a conta inclui até o GB Color). Em 1991, a Nintendo dava fim no Game & Watch com o último modelo: Mario the Juggler. Irônica despedida essa, em que o Mario tinha que continuar fazendo malabarismos para vender consoles Nintendo.
Nada mudou nesses 25 anos.

Via: Meiobit

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Hack remove a trava de região do Nintendo 3DS


Jogadores descobriram um hack que desbloqueia a trava territorial do Nintendo 3DS.

Tanto no portátil quanto no Wii e no Wii U só é possível rodar cartuchos da mesma região do console.

Para aplicar o hack é necessário ter um Flashcard de DS - um cartucho "oco" no qual é inserido um cartão de memória - e algum conhecimento de programação para editar um dos arquivos. As instruções foram postada no fórum GBATemp.
É importante notar, porém, que essa alteração não possibilita a execução de jogos piratas ou baixados da internet - ela apenas libera a trava de região dos cartuchos do 3DS. 


O 3DS foi o primeiro portátil da Nintendo a ter trava de região. Até então, era possível usar cartuchos de qualquer parte do mundo em qualquer aparelho.


Via: INFO

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Wii U, da Nintendo, chega ao Brasil em 26 de novembro por R$ 1.899

Um ano depois de ser lançado nos EUA, o Wii U, console de nova geração da Nintendo, chegará ao Brasil em 26 de novembro, por R$ 1.899.
Segundo informou a assessoria de imprensa da Nintendo, o videogame da fabricante japonesa será vendido no país junto com os jogos "New Super Mario Bros. U" e "New Super Luigi U".
O Wii U estará disponível para pré-venda nas lojas virtuais brasileiras a partir da madrugada de sexta-feira (8) para sábado (9). O modelo comercializado no Brasil será o de 32 Gbytes de armazenamento. 


Phil McCarten/Reuters
Demonstração do Wii U, da Nintendo, na E3 2012
Demonstração do Wii U, da Nintendo, na E3 2012


Além dos games, o console será acompanhado por um Gamepad (controle-tablet, com tela sensível ao toque), um adaptador de energia, um cabo HDMI e um sensor para reconhecer os movimentos dos controles do Wii. 

No Brasil, os títulos do Wii U custarão entre R$ 180 e R$ 200. 

O Wii U chegará ao Brasil entre os lançamentos dos rivais Xbox One, em 22 de novembro, por R$ 2.299, e PlayStation 4, no dia 29 do mesmo mês, por R$ 3.999. 

Via: Folha

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Para Nintendo, Brasil não tem capacidade de produzir consoles da empresa

Próximo de chegar do Brasil (ao menos segundo promessa da Nintendo), o Wii U está distante de ser fabricado no país. 


Phil McCarten/Reuters
Demonstração do Wii U, da Nintendo, na E3 2013
Demonstração do Wii U, da Nintendo, na E3 2013

Para Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo of America, a indústria brasileira não tem capacidade de produzir os consoles da empresa japonesa, como o Wii U e o 3DS. 

Apesar de considerar o Brasil um "país com grande potencial", conforme afimrou à "Bloomberg", Fils-Aime diz que a produção local foi considerada múltiplas vezes, mas que "para produtos complexos, não é algo sempre simples de se fazer". 

Em entrevista à Folha, Bill van Zyll, gerente gerente geral da Nintendo para a América Latina, disse que a companhia pretende lançar o Wii U no Brasil até o final de 2013. 

Via: folha

domingo, 27 de outubro de 2013

Testamos o Supaboy, um Super Nintendo para você usar na rua


O Super Nintendo está para sempre no coração de quem cresceu acompanhando a evolução dos videogames. Muitos guardam com carinho seus consoles, que às vezes já não funcionam mais, e cartuchos, apenas pela nostalgia. Para ressuscitar estes jogos, está chegando ao Brasil o Supaboy, um Super Nintendo portátil não-oficial, que o Olhar Digital teve a oportunidade de testar durante a Brasil Game Show.

O Supaboy não é só um emulador. Ele é O emulador de Super Nintendo, que aceita os cartuchos que você tem guardados na sua casa. Isso mesmo, você pode resgatar a nostalgia de assoprar suas fitas e encaixá-las no console e, quando quiser trocar de game, basta retirá-lo do encaixe e colocar outro no lugar. Ele possui uma telinha de LCD de 3,5 polegadas, onde o jogo é mostrado.

Reprodução

Claro, ele não é o modo mais prático de se emular jogos de SNES enquanto você está na rua. Qualquer celular com Android é capaz de emular por meio de software o popular console da Nintendo com alguma qualidade, mas mesmo assim ele certamente terá muito apelo com os nostálgicos, já que o Supaboy oferece uma experiência mais próxima do videogame de verdade.

A presença de botões físicos na disposição exata do controle original da Nintendo é um fator realmente interessante, que recria com exatidão a sensação que tantos viveram durante os anos 1990. É uma vantagem grande em relação aos botões na tela do Android ou o teclado do PC.

Como necessita do cartucho, o Supaboy é bem gordinho. Pessoas com mãos pequenas poderão ter problemas para segurá-lo com maior precisão. Ele também é um pouco pesado, mas fica mais ou menos na mesma faixa de peso que um 3DS ou um PS Vita.

Reprodução

Vale a pena? Provavelmente não para a maioria, que deve preferir emular jogos por software no celular ou tablet ou rodá-los no PC. A proposta do Supaboy é atingir um nicho extremamente limitado, das pessoas que guardam seus cartuchos de Super Nintendo e este público pode se interessar. Por cerca de R$ 450, ele também não tem um preço muito bom pela sua funcionalidade.

Pegar em um aparelho destes, no entanto, foi uma viagem no tempo das mais agradáveis. Ele também tem a alternativa de substituir o console como um todo, com dois slots para encaixe dos controles originais do Super Nintendo, mas falta uma saída HDMI para que ele seja realmente completo.

Durante nossos breves testes, não experimentamos problemas de compatibilidade, nem de controles. Contudo, relatos na internet apontam que nem todos os jogos rodam de forma lisa no dispositivo, então talvez este seja um item a considerar caso você seja um interessado no aparelho.