domingo, 20 de novembro de 2016

Nostalgia: eletrônicos dos anos 90 que ajudavam a organizar e fazer tarefas

Com o avanço da tecnologia, atualmente é possível utilizar uma gama de aplicativos que tornam as tarefas do dia a dia muito mais simples e rápidas. Porém, nem sempre foi assim. Bem antes de existirem os apps e os smartphones, a tecnologia já surpreendia com softwares que, hoje, parecem impensáveis. Como esquecer do disquete, da agenda eletrônica, do pager e de tantos outros itens que para a época pareciam indispensáveis?
Nesse clima de nostalgia, criamos uma lista com algumas tecnologias que marcaram a geração 90 e que ajudavam muitos usuários nas tarefas corriqueiras e no trabalho; confira.
1. Fax
Enviar um arquivo e ele sair do outro lado? O fax parecia magica na época (Foto: Divulgação/ Panasonic)Enviar um arquivo e ele sair do outro lado? O fax parecia magica na época (Foto: Divulgação/ Panasonic)

Hoje a ideia de enviar um documento para alguém pode lhe parecer banal, certo? Basta escaneá-los e mandar os arquivos por e-mail ou por mensagem. Porém, na década de 90 não era tão simples assim, e, por isso, o fax foi a grande sensação da época.
Popularizado em 1970, o Fax revolucionou os métodos de comunicação e foi muito útil no dia a dia de muitos escritórios. O aparelho possuía três funções: telefone, secretária eletrônica e fax. Esta última função utilizava a linha telefônica para a transmissão de documentos entre pessoas de localidades distintas. Assim, documentos, cartas, informações e comunicações no geral agora podiam ser enviadas no mesmo momento e como em um passe de mágica saíam do outro lado da linha.
Com a popularização dos scanners, o Fax foi perdendo sua utilidade, já que que a novidade permitia a digitalização das imagens e o envio por e-mail em conexões banda larga de forma muito mais rápida.
2. Palmtop
O palmtop era como um computador de mão, que cabia no bolso (Foto: Divulgação)O palmtop era como um computador de mão, que cabia no bolso (Foto: Divulgação)
Queridinho nos anos 1990, o Palmtop era o tablet da época. O gadget tinha como intuito ser um dispositivo pequeno e leve o suficiente para levar no bolso e que consumisse pouca energia. O software foi o primeiro assistente pessoal digital, também conhecido como Palm ou PalmPilot, e ficou popular pelo preço relativamente barato para a época.
O aparelho era visto como algo supermoderno e de última tecnologia, além de possuir funções como agenda telefônica, bloco de notas, entre outras pequenas funcionalidades.
3. Agenda eletrônica
Agenda eletrônica nada mais era do que uma agenda de contatos (Foto: Divulgação)Agenda eletrônica nada mais era do que uma agenda de contatos (Foto: Divulgação)
As  agendas eletrônicas eram um aparelho muito útil para grande parte das pessoas. Na época, não existiam os smartphones, e por isso, ou você memorizava todos os telefones – o que é praticamente impossível para uma pessoa normal -, ou você precisaria ter uma agenda para anotar o número dos seus contatos. E por que não fazer isso de forma digital? Nas agendas eletrônicas você poderia anotar nomes, telefones e compromissos – o mesmo que uma agenda de papel. Mas com o bônus de uma calculadora e um alarme.
4. Pager (bip) 
O pager foi muito utilizado por profissionais como médicos, que precisavam se comunicar de forma rápida (Foto: Reprodução)O pager foi muito utilizado por profissionais como médicos, que precisavam se comunicar de forma rápida (Foto: Reprodução)
Não dá para relembrar dos anos 90 e não falar dos Pagers. Quem não queria ter um desses? Em uma época que não existia MSN ICQ ou WhatsApp, isso era o mais próximo que dava para chegar de um mensageiro instantâneo.
Primeiro veio o Bip, nos anos 70. Um aparelhinho especialmente útil para médicos e outros profissionais que precisavam de uma forma de comunicação rápida e portátil. Tinha esse nome pois era essa sua única funcionalidade: emitir um alerta ao usuário, que por sua vez deveria ligar para uma central de telemensagem para checar seus recados. Parece complexo, né? Mas era melhor do que nada.
Depois, com a otimização dos aparelhos, os bips passaram a receber mais do que sinais de alerta. Assim surgiram os Pagers, no final dos anos 80, capazes de receber mensagens de texto. Já no final da década de 90, os aparelhos já conseguiam enviar respostas pré-programadas e até trocar mensagens de correio de voz. 
5. Impressora matricial
A Impressora matricial funcionava de forma semelhante a uma máquina de escrever antiga (Foto: Reprodução)A Impressora matricial funcionava de forma semelhante a uma máquina de escrever antiga (Foto: Reprodução)
A Impressora matricial surgiu nos anos 80 (e ainda era largamente usada no início da década de 90) e é um tipo de impressora de impacto, isto é, possui, em sua cabeça de impressão um conjunto de agulhas que batem sobre uma fita com tinta e isso produz os caracteres impressos – mecanismo semelhante ao de uma máquina de escrever antiga.
As impressoras matriciais foram muito populares no Brasil, principalmente da marca Epson. Algumas delas inclusive ainda são usadas para impressão de documentos específicos, uma vez que elas têm a possibilidade do uso de papéis carbono ou para casos de grandes volumes de impressões. Porém, para o usuário doméstico, elas já estão muito obsoletas e foram substituídas pelas impressoras a laser e jato de tinta.
6. Disquete
Disquetes (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)Disquetes (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)
E como esquecer deles? Extintos hoje em dia, os disquetes eram mídias de armazenamento e funcionavam da mesma forma que os pendrives e cartões de memória atualmente.
Criados nos anos 70, eles mediam 8 polegadas e disponibilizavam apenas 80Kb de espaço para armazenamento em suas primeiras versões. Em meados dos anos 90, popularizou-se a versão mais compacta, com 3,5 polegadas e uma “impressionante” capacidade para armazenar até 1,44 Mb.
Por mais de duas décadas, o disquete foi o principal sistema de gravação e o mais utilizado. A maioria dos ambientes computacionais antes de 1990 não possuía rede, e portanto, os disquetes eram uma forma de fazer transferências de dados entre os computadores.
 7. Zip Drive
O Zip Drive permitia armazenar grandes quantidades de dados (Foto: Reprodução)O Zip Drive permitia armazenar grandes quantidades de dados (Foto: Reprodução)
Se  um disquete não era suficiente para guardar seus arquivos, que tal um Zip Drive? O aparelho era uma unidade de armazenamento de dados, geralmente removível, conectada na entrada do computador e foi muito utilizado para transportar grandes quantidades de dados.
O zip drive inicial tinha capacidade de 100 megabytes e, logo, se tornou um sucesso. Com o tempo, a fabricante do software lomega aumentou a capacidade para 250 MB e, depois, 750 megabytes, o que melhorou a velocidade de transferência dos dados. O aparelho, que funcionava como um HD externo, representava uma verdadeira revolução em armazenamento removível para a época. 

Via: Techtudo

Nenhum comentário:

Postar um comentário