Depois de algumas tentativas e erros, a Microsoft parece ter acertado
a mão com o Surface Pro 3, a última versão de seu tablet. A prova disso
é que finalmente começam a aparecer os primeiros clones do produto. É o
caso do Remix, descrito como um “ultra-tablet” pela sua fabricante, a
Jide, formada por um trio de ex-engenheiros do Google.
Caso você esteja se perguntando o que representa o “ultra” em
“ultra-tablet”, é basicamente o que há no Surface: um suporte que
permite inclinação a 40 ou 80 graus e um teclado magnético que também
oferece um touchpad e funciona como capa para o aparelho.
A grande diferença entre o Surface e o Remix é o fato de que o novo
produto não utiliza Windows, mas uma versão modificada do Android 4.4.2
que a empresa chamou de “Remix OS”. Não dá para esconder a inspiração
dos criadores no Windows 8, como é possível conferir na captura abaixo.
Tirando isso, o modelo é consideravelmente bom em relação a
especificações, oferecendo um processador Nvidia Tegra 4, 2 GB de
memória RAM, 64 GB de armazenamento interno, uma câmera frontal de 5
megapixels e bateria de 8100 mAh comprimidos em um produto que pesa 860
gramas com uma tela de 11,6 polegadas com resolução Full HD.
Seus criadores também repetem a visão da Microsoft para o Surface, de
que o Remix foi criado para solucionar a necessidade por um dispositivo
móvel capaz de oferecer entretenimento e produtividade para seus
usuários.
Ele será oferecido primeiramente na China, mas chegará ao Ocidente no
segundo ou terceiro trimestre de 2015, primeiramente nos Estados Unidos
e Reino Unido. O aparelho custará US$ 450 na versão de 64 GB ou US$ 350
na versão de 16 GB. Para comparação, o Surface 2, que usa o Windows RT,
custa a partir de US$ 450 com 32 GB, enquanto o Surface Pro 3, com o
Windows 8.1 completo, não sai por menos de US$ 800 com 64 GB e
processador Intel Core i3.
Via: Olhardigital
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