John Meyer, o jovem de 19 anos que posa ao lado de Tim Cook na imagem
acima, recusou uma oportunidade de trabalho na Apple oferecida pela
própria empresa. Um emprego na gigante de tecnologia poderia lhe render o
equivalente a até R$ 13 mil por mês, mas seus olhos não brilharam: “Eu
sou um empreendedor. Não vou ser feliz trabalhando para alguém”,
justificou.
Na última semana, o jovem largou o curso de Ciência da Computação que
frequentava na Universidade de Nova York para se dedicar totalmente a
sua startup de tecnologia, a Fresco News, dona de um agregador de conteúdo. Mas o sucesso do programador não vem de hoje.
Meyer trabalha com tecnologia desde os 16 anos, já desenvolveu mais de 40 apps para iOS - o sistema da Apple -, e, segundo o site Business Insider, tem remuneração compatível a de um engenheiro de software das principais empresas de tecnologia - embora o valor não tenha sido revelado.
Meyer trabalha com tecnologia desde os 16 anos, já desenvolveu mais de 40 apps para iOS - o sistema da Apple -, e, segundo o site Business Insider, tem remuneração compatível a de um engenheiro de software das principais empresas de tecnologia - embora o valor não tenha sido revelado.
Entre suas criações está o Just Light,
app de lanterna do iPhone 4 que já foi baixado por mais de 2 milhões de
pessoas. O sucesso fez a Apple incluir um aplicativo de lanterna nos
iPhones seguintes. Para o iOS 7, Meyer desenvolveu o Perfect Shot,
utilitário que usa detectores de sorriso e olho na câmera do
dispositivo para tirar fotos quando todas as pessoas enquadradas estão
sorrindo e de olhos abertos, evitando a piscada no momento exato da
foto. O resultado? Mais de 1 milhão de downloads.
Esta não é a primeira vez que o programador atrai a atenção da Apple.
Há três anos, o garoto contou com a ajuda do pai para participar de uma
conferência de desenvolvedores da companhia. Com 16 anos, ele não
poderia participar do evento por causa da idade. O pai, então, comprou o
convite e o entregou ao filho, que à época já fazia sucesso com o Just
Light. Depois da iniciativa, a maçã criou uma edição da conferência para
adolescentes.
Atualmente, John trabalha em duas ideias: uma rede de hostels que
custem menos de US$ 30 por noite e uma plataforma de aproximação entre
estudantes universitários talentosos e grandes empresas.
Via: olhardigital
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